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Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial

versão impressa ISSN 1415-5419

Rev. Dent. Press Ortodon. Ortop. Facial vol.9 no.2 Maringá abr./maio 2004

http://dx.doi.org/10.1590/S1415-54192004000200005 

ARTIGO INÉDITO

 

Alterações degenerativas em pacientes com disfunção crâniomandibular

 

Degenerative alterations in patients with craniomandibular desorders

 

 

João Baptista Ilha filhoI; Antônio Sérgio FavaII; Vanessa Cristina AquottiIII; Alessandra Aquotti ReisIV; Alexandre S. BonV; Mena L.VI

ICirurgião bucomaxilofacial, Mestrando em Ciências da Saúde do Hospital Heliópolis SP, Prof. da disciplina da graduação e especialização de Cirurgia e Traumatologia da Faculdade Ingá, Maringá-PR
IIMédico Cirurgião Cabeça e Pescoço, Docente do curso de Mestrado em Ciências da Saúde do Hospital Heliópolis-SP
IIICirurgiã bucomaxilofacial, Mestranda em Ciências da Saúde do Hospital Heliópolis SP
IVMestranda em Ciências da Saúde do Hospital Heliópolis SP
VCirurgião bucomaxilofacial, Mestrando em Ciências da Saúde do Hospital Heliópolis SP
VIMestre em Ciências de Computação e Matemática Computacional

Correspondência

 

 


RESUMO

Os processos degenerativos da ATM foram estudados em 17 pacientes, 34 ATMs do Serviço de Cirurgia Bucomaxilofacial do Hospital Jaraguá-São Paulo/SP, todos com diagnóstico de disfunção crâniomandibular. Foi utilizado o exame radiográfico do tipo transcraniano para verificação das degenerações articulares. As ATMs de cada paciente foram examinadas por três diferentes profissionais com auxílio do exame radiográfico. O exame clínico procurou observar dados como raça, gênero, a queixa principal de cada paciente, presença de dor pré-auricular, dor muscular, estalo nas articulações, e limitação da abertura da boca. A dor pré-auricular, e os estalos foram as principais queixas dos pacientes. As alterações degenerativas ocorreram mais nas mulheres com faixa etária entre 20 a 29 anos. Ocorreram na seguinte ordem decrescente: facetamento, eburnação e osteófito. As alterações foram mais marcantes no côndilo do que na eminência articular, já os facetamentos estiveram relacionados com a queixa principal de dor pré-auricular. Foi observado estatisticamente uma correlação de 70% entre o facetamento e a ebunação.

 

Palavras-chave: Articulação temporomandibular. Disfunções. Radiologia.


ABSTRACT

The degenerative alterations of TMJ were study in 17 patients, 34 TMJs in the service of Hospital Jaraguá São Paulo-SP all of these patients with signs and symptoms of craniomandibular disfunction. It was used TMJ transcranial radiographs to verificate the joints degeneratives. The TMJs of each patient were examined by three differents professionals with help of radiographic exams. The clinical examination search to observe aspects as race, Sex, age the main complet of each patient, presence of pre-auricular pain, the click and limitation of mouth overture. The pre-auricular pain, the clicks were the main complete of the patients. The degenerative alterations were most frequent in woman on age between 20-29, in this decreansing order: flattenig, sclerosis, osteophyte. The alterations were more frequent in the condyle than in the articular eminence. It was observed estatisticaly a correlation of 70% between flattening and eburnation.Degenerative alterations were more frequent in the condyle than in the articular eminence. The flattening of the articular surfaces was relantionship with the articular pain.

 

Key words: Temporomandibular joint. Dysfunction. Radiology.


 

 

INTRODUÇÃO

Os processos degenerativos da articulação  (ATM) estão relacionados com seu mau funcionamento, e os exames radiológicos são freqüentemente incluídos no diagnóstico e estadiamento das disfunções crâniomandibulares (DCM). As degenerações das ATMs são muito freqüentes em pacientes idosos, verificadas através de material de necropsia1.

Os sons da ATM como o estalido são indicativos da falta de sincronismo entre o côndilo da mandíbula e disco articular, podendo acarretar alterações degenerativas3. As crepitações são indicativos de atrito entre as fibro-cartilagens, ocorrendo devido às superfícies estarem irregulares, e têm sido consideradas como representantes da doença avançada. A crepitação pode indicar perfuração do disco articular ou inserção, especialmente se há imagem degenerativa12.

As principais alterações degenerativas das ATMs compreendem o facetamento, a erosão, o osteófito, a esclerose, a concavidade e o pseudocisto5,17.

Bean et al.4 observaram várias articulações com erosões ao exame radiográfico, exibindo extensa destruição do osso compacto subarticular de forma achatada definida como facetamento, apesar de não ter sido observado macroscopicamente alterações nas superfícies dos tecidos moles das ATMs.

Existe controvérsia quanto ao significado das alterações degenerativas, pois pacientes assintomáticos podem ser acometidos por essas alterações, da mesma forma que os pacientes com DCMs 8.

O exame radiográfico é fundamental no exame clínico da ATM, estando a cada dia mais sofisticados, como a artrografia, tomografia computadorizada, tomografia helicoidal, ressonância magnética e a axiossonomiografia computadorizada12. Entretanto os métodos radiográficos convencionais também podem ser úteis na avaliação das ATMs. As radiografias convencionais mais utilizadas pelos clínicos são as laterais transcranianas e laterais transfaciais preconizadas e descritas15 . Estes métodos são menos onerosos e, também, podem ser utilizados na maioria dos ambulatórios de cirurgia bucomaxilofacial com a utilização de contrastes para a verificação do disco articular.

A utilização da radiografia transcranial convencional tem limites devido à sua realização em apenas um plano, além da ocorrência de distorções radiográficas. É um exame radiológico valioso por ser acessível em muitos serviços públicos, e apesar de apresentar algumas deficiências permite uma boa visualização do côndilo mandibular e do tubérculo articular, mesmo quando comparada à tomografia linear2. O exame radiográfico transcraniano, quando comparado com os demais exames da ATM, pode ser considerado de grande valor no exame de alterações da excursão condilar e degenerações articulares.

Moraes et al.16 compararam diferentes tipos de exames radiográficos da ATM e concluiram que o exame transcraniano só foi superado pela tomografia linear para visualização da degeneração articular. É o melhor exame radiográfico para visualização da hipermobilidade articular ou hiperexcursão articular acentuada, superando inclusive a ressonância nuclear magnética.

A tomografia computadorizada não permite imagem sagital da ATM, devido à posição da cabeça do paciente no aparelho. Sendo assim a tomografia linear apresenta vantagem na visualização da superfície óssea, seguido do exame transcraniano.

A proposta desse estudo é investigar os aspectos macroscópicos degenerativos de 34 ATMs, nos achados radiográficos transcranianos.

 

CASUÍSTICA E MÉTODO


Casuística

Foram avaliados 17 pacientes (34 ATMs), no serviço de Cirurgia Bucomaxilofacial do Hospital Jaraguá, São Paulo-SP, todos com diagnóstico prévio de DCM.

O estudo foi aprovado pelo comitê de ética na pesquisa do Hospital Heliópolis-SP sob o número 241 e realizado de acordo com a resolução 196/96 de 10 outubro 1996. Todos os pacientes assinaram o consetimento livre e esclarecido para realização deste trabalho.

 

MÉTODO


Investigação clínica


Na investigação clínica foram avaliadas as características de cada paciente quanto à idade, raça, gênero, profissão e anotada a data do atendimento e o endereço para contato. Com auxílio de uma ficha clínica foram avaliadas a queixa principal, a presença de dor pré-auricular, de dor muscular, de má oclusão, dos hábitos parafuncionais e dos estalos e crepitações das ATMs. A limitação da abertura bucal (trismo), a presença de luxação recidivante, de zumbido no ouvido, da otalgia e tensão emocional também foram avaliadas e registradas na ficha de atendimento. Foram excluídos da pesquisa pacientes usuários de prótese total dupla, pacientes que tinham sofrido algum tipo de trauma na região da articulação e incluídos os pacientes com próteses parciais removíveis, com ausências dentárias de um ou mais dentes e de ambos os gêneros.

O exame clínico foi realizado através da palpação muscular bilateral extra-oral e intra-oral. Essa avaliação muscular visa observar se existe dor muscular associada às alterações degenerativas da ATM.

Na palpação extra-oral foram avaliados os seguintes músculos: masseter superficial, masseter profundo, temporal anterior, temporal posterior, região frontal, região de vértex, cervicais posteriores, digástrico e esternocleidomastoídeo.

Quanto à palpação da musculatura intra-oral foi verificado: a inserção do temporal, pterigoideo lateral e pterigoideo medial.

Foi realizada a palpação da musculatura facial intra-oral e extra-oral com o dedo indicador com leve pressão, de acordo com os trabalhos de Helkimo10.

A palpação da ATM para verificação de dor lateral e posterior à cápsula articular foi realizada com o dedo indicador de uma das mãos com suave pressão10,19 .

A auscultação das articulações foi realizada cuidadosamente com auxílio de um estetoscópio da marca Littman classic de fabricação norte americana.

 

Investigação radiológica
Foram realizadas tomadas radiográficas transcranianas de todos os pacientes com diagnóstico de DCM em posição de repouso com a boca fechada e com a boca em máxima abertura22.

O exame radiográfico verificou as degenerações das ATMs como: facetamento, eburnação, osteófito, pseudocisto e erosões com auxílio de mais três profissionais, que utilizaram os mesmos critérios durante a avaliação. Facetamento é a perda da convexidade ou aplainamento dos côndilos ou eminências articulares (Fig. 1). A eburnação ocorre quando a fibrocartilagem do côndilo sofre um atrito contra a fibrocartilagem da cavidade glenóide possuindo uma radiopacidade aumentada (Fig. 2). Pseudocisto é uma área radiolúcida abaixo da superfície articular. Osteófito é uma elevação na superfície articular (Fig. 3). E a erosão é uma região localizada de rarefação óssea ou reabsorção óssea.

 

 

 

 

 

 

Os resultados das degenerações foram avaliados em cada exame radiográfico e os resultados cruzados com o quadro clínico dos pacientes, em apenas um paciente do total (2 ATMs), não foi observado degenerações articulares.

Metodologia estatística

Através dos dados coletados fizemos uma análise cujos resultados são apresentados em formas de tabelas e/ou gráficos. Verificamos também, a correlação existente entre os achados radiográficos do tipo facetamento e eburnação, através do coeficiente de correlação não paramétrica de Sperman23.

 

RESULTADOS

A distribuição dos pacientes de acordo com gênero e faixa etária está referida na tabela 1, onde observamos um predomínio de pacientes do gênero feminino (82,35%). E destas, 43% possuem entre 20 e 29 anos de idade.

 

 

A distribuição das alterações degenerativas verificadas radiograficamente em cada articulação é observada na tabela 2. Foi observado um número maior do facetamento, principalmente no côndilo e, a eburnação foi mais significativa na eminência articular. A distribuição dos tipos de queixa principal em relação aos achados radiográficos por articulação é observada na tabela 3. Notamos um predomínio de dor pré-auricular e estalo associado ao facetamento. Os casos com osteófito foram associados à limitação da abertura bucal juntamente com dor pré-auricular. A distribuição dos pacientes de acordo com gênero e alterações degenerativas por articulação é verificada na tabela 4. A eburnação foi mais freqüente no gênero masculino enquanto o facetamento e o osteófito no gênero feminino.

 

 

 

 

 

 

Na tabela 2 e gráfico 1 constatamos um maior número de facetamento no côndilo, enquanto que na eminência articular tanto a eburnação quanto o facetamento apresentam número de casos não muito diferentes.

 

 

Na tabela 3 notamos um predomínio de dor pré-auricular e estalo associado ao facetamento. O osteófito está associado à limitação da abertura bucal juntamente com dor pré-auricular.

Podemos observar através da gráfico 2 que existe uma correlação de (70%), entre os achados radiográficos do tipo, facetamento e eburnação, que são estatísticamente significantes ao nível de 5%.

 

 

Na tabela 4 apresentamos a distribuição dos pacientes segundo o gênero e as alterações degenerativas por articulação, onde constatamos que o facetamento apresenta maior incidência (72%) nas pacientes do gênero feminino, enquanto que a erbunação apresenta a mesma incidência tanto nos pacientes do gênero masculino quanto feminino e o osteófito está presente somente em pacientes do gênero feminino. O que é também demonstrado na gráfico 3. Sugere-se uma associação do achado radiográfico do tipo osteófito, com o gênero feminino, apesar de possuir apenas 02 casos e ser estatisticamente impossível sua análise.

 

 

 

 

DISCUSSÃO

Este estudo foi realizado através de incidência transcranial, pois trata-se da incidência radiográfica em que mais dados pode-se obter para avaliação da ATM, sendo menos onerosa e superada apenas pela tomografia linear2. É utilizada em muitos serviços públicos de Cirurgia Bucomaxilofacial em todo o país.

As mulheres são mais freqüentemente atingidas por essa síndrome que os homens. São atingidas na idade de 20 a 29 anos, (6 pacientes), sendo esses dados compatíveis com os estudos de Correia6; Lemos13; Ramos21, (Tab. 1). Alguns estudos envolvendo ratos relacionam um aumento dos sintomas de disfunção da ATM nas fêmeas devido ao estrógeno e à prolactina, que podem exacerbar a degradação da cartilagem e do osso além de estimular uma série de respostas imunes18. É importante a realização de estudos em seres humanos , sendo uma hipótese interessante de ser verificada.

Os achados radiográficos da ATM demonstraram neste estudo que os processos degenerativos (Tab. 2) estão de acordo com estudos similares realizados1,17. Os achados mais freqüentes foram o facetamento seguido de eburnação e o osteófito. No côndilo da mandíbula o facetamento foi mais freqüente enquanto que a eburnação foi mais efetiva na eminência articular sendo esses dados coerentes com os estudos de (PALÁCIOS-MORENO et al.19).Os achados deste trabalho são diferentes dos apresentados quando comparados aos artigos relacionados aos pacientes assintomáticos8,11 que referem técnicas radiográficas diferentes e maior número de degenerações do tipo osteófito.

Na análise das queixas principais relacionadas com os achados radiográficos dos pacientes, observamos significante presença da dor pré-auricular unilateral ou bilateral em nossos pacientes, assim como inúmeros trabalhos relacionam esse mesmo resultado7,9,13,19. Os resultados da dor pré-auricular estão diretamente relacionados com os achados degenerativos do tipo facetamento, como também relataram Ramos et al.21. Resultados diferentes foram verificados por Porto20, que observou maior número do achado clínico o do tipo estalido em 18 ATMs estudadas através de ressonância magnética em pacientes usuários de dentaduras duplas.

O gênero feminino foi mais acometido pelas alterações estruturais da ATM. No gênero feminino foi comum a degeneração do tipo facetamento, tanto no côndilo quanto na eminência articular do osso temporal (Tab. 4).

No gênero masculino também foi freqüente o facetamento obtendo o mesmo número de eburnações das mulheres da amostra.

Os osteófitos compreenderam 6% do total da amostra apenas no côndilo da mandíbula. Ocorreram todos no gênero feminino, relacionados com queixa principal do tipo limitação da abertura bucal e dor pré-auricular. Foi encontrado um número de casos limitado para ser relacionado estatisticamente, mas permite uma análise mais detalhada deste tipo de alteração, para estudos futuros.

 

CONCLUSÕES

1) As alterações degenerativas ocorrem mais frequentemente no côndilo do que na eminência articular, em especial o facetamento.
2) A dor pré-auricular, estalos e crepitações foram as principais queixas dos pacientes.
3) Existe uma correlação de 70% entre o facetamento e a eburnação que são significantes estatisticamente ao nível de 5%.

 

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