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Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial

On-line version ISSN 1980-5500

Rev. Dent. Press Ortodon. Ortop. Facial vol.10 no.2 Maringá March/Apr. 2005

http://dx.doi.org/10.1590/S1415-54192005000200008 

ARTIGO INÉDITO

 

Comparação da percepção e necessidade estética de tratamento ortodôntico entre pacientes e ortodontistas nas cidades de Natal/RN e João Pessoa/PB

 

Comparing the perception and esthetic need of orthodontic treatment between patients and orthodontists from Natal/RN and João Pessoa/PB

 

 

Fábio Henrique de Sá Leitão PinheiroI; Rejane Targino Soares BeltrãoI; Marcos Roberto de FreitasII; José Roberto Pereira LaurisIII; José Fernando Castanha HenriquesIV

IMestres em Odontologia, área de concentração em Ortodontia, na FOB-USP
II Professor Livre Docente em Ortodontia e chefe do Departamento de Odontopediatria, Ortodontia e Saúde Coletiva da FOB-USP
IIIProfessor Doutor do Departamento de Odontopediatria, Ortodontia e Saúde Coletiva da FOB-USP
IVProfessor Titular do Departamento de Odontopediatria, Ortodontia e Saúde Coletiva da FOB-USP. Coordenador do Curso de Pós-Graduação em Ortodontia (Doutorado) e Prefeito do Campus da FOB-USP

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

Com o objetivo de comparar a perspectiva estética e a necessidade de tratamento dos ortodontistas e de seus respectivos pacientes, nas cidades de Natal/RN e João Pessoa/PB, distribuíram-se questionários aos pacientes e profissionais locais que, por meio de ilustrações de algumas características das más oclusões, que possibilitaram uma comparação do grau de valorização da estética dentofacial entre ambos os grupos. Por meio de tabelas e testes estatísticos, conclui-se que o padrão braquifacial, o desvio da linha média e o apinhamento ântero-inferior são mais perceptíveis aos profissionais do que aos pacientes e que os profissionais apontaram uma maior necessidade de tratamento da Classe II mandibular e do padrão dolicofacial do que seus respectivos pacientes, na cidade de Natal. Enquanto que em João Pessoa o desvio de linha média é mais perceptível aos profissionais do que aos pacientes; o tratamento da Classe II mandibular, Classe II com AFAI aumentada e sorriso gengival são mais exigidos pelos pacientes do que pelos profissionais e o tratamento do apinhamento ântero-inferior mais solicitado pelos profissionais. Demonstrando que essas diferenças constituem informações valiosas para que cada profissional conheça as expectativas de seus pacientes e, assim, proceda de forma mais esclarecedora durante seus procedimentos clínicos.

Palavras-chave: Estética. Ortodontia. Má oclusão. Análise facial.


ABSTRACT

This work aimed to compare the sense of esthetics, and the capacity to deem the need of orthodontic treatment, between orthodontists and their respective patients in the cities of Natal-RN and João Pessoa-PB, Brazil. Questionnaires containing illustrations of certain aspects of malocclusions (facial patterns, facial asymmetries, unbalanced profiles, smiles and intraoral views) were handed out to patients and local professionals in order to ease a comparision of the esthetic valorization degree between both of these groups. Tables and statistic tests demonstrated the existing differences and brought about important information for the clinician to recognize the patient´s esthetic perspectives, leading to a better mutual understanding throughout the treatment.

Key words: Esthetics. Orthodontics. Malocclusion. Facial analysis.


 

 

INTRODUÇÃO

O desenvolvimento da Cirurgia Ortognática e o interesse pela Ortopedia Facial constituem o reflexo da importância atribuída à estética facialpelos ortodontistas do século XX.

Segundo Sarver e Ackerman9, inúmeras faces diferentes podem ser aceitáveis esteticamente. No entanto, algumas regras são unânimes: 1) a melhor e mais coerente forma de examinar a estética facial é pela análise tridimensional da face e,jamais, apenas por telerradiografias; 2) a análise frontal dos dentes anteriores é mais importante do que a de perfil, devendo-se observar sua relação com os tecidos moles e a aparência da gengiva; 3) em termos de envelhecimento, é preferível expandir-se a se extrair.

Quanto ao aspecto facial, Chu Okuyama4 observou, em comum, algumas preferências faciais entre ortodontistas, leigos e artistas plásticos da cidade de Bauru/SP: 1) leucodermas com perfil tendendo a reto e melanodermas com suave convexidade facial; 2) protrusão nasal no gênero masculino e protrusão labial no gênero feminino.

Quanto ao aspecto dentário, há relatos que demonstram claramente a menor percepção da necessidade de tratamento por parte do leigo em relação ao ortodontista6,10, ocorrendo esta mesma tendência ao comparar-se os pacientes e seus respectivos pais11. No que se refere à decisão de se realizar uma cirurgia ortognática para a correção facial, Bell et al.1 também detectaram que os leigos mostraram-se menos rigorosos do que os cirurgiões e os ortodontistas.

Algumas características dentárias são mais perceptíveis pelos pacientes do que outras. Soh, Lew12, De Smit e Dermaut5 listaram, em ordem de menor para maior importância, as seguintes más oclusões: 1) má oclusão de Classe I; 2) mordida aberta anterior; 3) Classe III; 4) Classe II; 5) Diastema anterior; 6) Apinhamento anterior; 7) Sobremordida profunda.

Por outro lado, parece existir muita variação quanto à percepção da necessidade de tratamento, observando-se, inclusive, algumas populações que priorizam a função em vez da estética3. Deste modo, o profissional deve estar a par das exigências estéticas locais para melhor esclarecer os benefícios e limitações do tratamento ortodôntico, tal como enfatizado por Van der Linden e Boersma13 e comprovado num estudo conduzido por Pinzan, Vargas e Janson7.

O presente estudo pretende comparar a percepção estética e de necessidade de tratamento entre os profissionais e pacientes das cidades de Natal/RN e João Pessoa/PB, no sentido de melhor direcionar o diagnóstico do ortodontista às expectativas de seus pacientes.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Selecionaram-se 16 especialistas da cidade de Natal e 15 da cidade de João Pessoa, todos com mais de 2 anos de experiência clínica. Paralelamente, escolheram-se aleatoriamente 32 pacientes ortodônticos da cidade de Natal (13 do gênero masculino e 19 do feminino), com uma média de idade de 13,9 anos, e 25 da cidade de João Pessoa (11 do gênero masculino e 14 do feminino), com 14,6 anos, em média.

Ambos, ortodontistas e pacientes,preencheram questionários idênticos e adaptados sobre algumas ilustrações2,8 faciais e más oclusões, projetadas sob a forma de "slides." Basicamente, os componentes de ambos os grupos deveriam detectar o problema (percepção estética) e opinar quanto à necessidade de tratamento.

Os itens de 1 a 5, contendo as figuras submetidas ao questionário, fornecem maiores detalhes dos problemas ortodônticos analisados.

Uma vez recolhidos os questionários, prosseguiuse com a análise estatística por meio do teste qui-quadrado ou Fisher, com um nível de significância de 5%. Em relação às respostas referentes à análise facial, os casos considerados satisfatórios, e portanto sem a necessidade de tratamento, foram computados como tratamento exclusivamente dentário (Dent.). Do contrário, deduzia-se que seria indicado um tratamento ortopédico ou cirúrgico (Cir.). Não se forneceram maiores informações aos profissionais, orientando-os apenas para seguir sua própria percepção estética visual, e não a realização de um plano de tratamento baseado em dados clínicos e cefalométricos.

 

RESULTADOS

As tabelas 1, 2, 3 e 4 reúnem todos os dados das comparações entre os ortodontistas e seus pacientes, incluindo-se a presença ou a ausência de significância estatística. Para uma melhor compreensão das abreviaturas, considerar que: P = Paciente / Est = Significância estatística /D = Dolicofacial; M=Mesofacial; B =Braquifacial/Dent.=Tratamento apenas dentoalveolar;Cir. = Tratamento ortopédico ou cirúrgico; NT = Não há necessidade de tratamento / Sim. = Simétrico; Assim. = Assimétrico / DI = Diastema; AP = Apinhamento; LM = Desvio de linha média; SM = Sobremordida profunda / Sat.= Sorriso Satisfatório; Gen.= Sorriso Gengivoso; CB. = Sorriso com visualização do corredor bucal / S = Diferença estatisticamente significante; NS = Sem diferença estatisticamente significante.

 

DISCUSSÃO

Os ortodontistas natalenses podem ficar despreocupados quanto ao padrão tipicamente braquifacial, podendo, na maioria das vezes, instituir uma abordagem exclusivamente dentoalveolar (Quadro 1). O mesmo não se aplica aos pacientes acentuadamente dolicofaciais, assim reconhecidos pelo leigo na mesma proporção que os profissionais. Em virtude da divergência quanto à forma de tratamento do dolicofacial (Quadro 1), os profissionais de Natal devem sempre oferecer-lhe ambas as possibilidades de intervenção. Em João Pessoa, por sua vez, ambos os padrões extremos mostraram-se desagradáveis aos pacientes, chamando-se atenção ao fato de uma maior exigência de intervenção facial para o paciente dolicofacial, do que em Natal (Quadro1).

Quanto ao estudo da simetria facial (Quadro 1), os pacientes de ambas as cidades foram bastante sensíveis, reconhecendo este desvio de forma semelhante aos profissionais, inclusive em casos suaves como o da figura 2A. No que diz respeito às alternativas de tratamento, nem todos os profissionais de ambas as cidades se mostraram aptos a indicar uma intervenção cirúrgica para o caso suave da figura 2A, ao passo que aproximadamente metade de seus pacientes a exigiu (Quadro 1). A postura destes profissionais parece estar correta, uma vez que a assimetria apresentada (Fig. 2A) não sugere uma discrepância esquelética, e sim muscular. Isto reforça a importância de uma boa orientação aos pacientes e seus responsáveis1-14 .

 

 

 

 

Em se tratando do aspecto do sorriso (Quadro 2), profissionais e pacientes de Natal valorizaram igualmente o sorriso da figura 3B e reconheceram, na mesma proporção, a presença do sorriso gengival e do excesso de visualização do corredor bucal nas figuras 3A e 3C, respectivamente. Ambos os grupos (pacientes e profissionais) indicaram, em sua maioria, um tratamento efetivo para o sorriso gengival, enquanto as opiniões se dividiram igualmente quanto à necessidade de tratamento para o excesso de corredor bucal. Este aspecto, portanto, sempre deve ser discutido entre profissionais e pacientes1-14. Observou-se o mesmo em João Pessoa (Quadro 2), com exceção da correção efetiva do sorriso gengival que, curiosamente, foi mais reivindicada pelos pacientes do que indicada pelos profissionais que, a partir de então, deverão abordar este assunto com maior interesse7,13.

O diastema ou black space (Fig. 4A) foi igualmente percebido por pacientes e profissionais nas duas cidades estudadas, sendo indicada, em ambos os grupos, a correção ortodôntica (Quadro 3). O apinhamento ântero-inferior (Fig. 4B), em Natal, foi mais diagnosticado pelos profissionais do que pelos pacientes, tal como é comumente descrito na literatura5,12. Entretanto,anecessidadedetratamentodestamáoclusão foi igualmente apontada por ambos os grupos analisados (Quadro 3). Em João Pessoa, por sua vez, pacientes e profissionais igualmente reconheceram o apinhamento ântero-inferior,embora estes últimos demonstraram um maior interesse em sua correção ortodôntica. Isto é aceitável,desde que os profissionais esclareçam que este tratamento é meramente estético e, muitas vezes, passível de recidiva, uma vez que a irregularidade não é muito acentuada e compatível com o apinhamento terciário, resultante da maturação craniofacial. Já o desvio de linha média (Fig. 4C), como já se esperava, foi mais perceptível aos profissionais, tanto em Natal quanto em João Pessoa (Quadro 3). Daqueles profissionais e pacientes que reconheceram essa alteração, aproximadamente metade indicou o tratamento ortodôntico, o que ressalta a importância de discutir-se, com os pacientes, a intenção e a viabilidade de sua correção7,13.

 


 

A sobremordida (Fig. 4D) foi unanimemente destacada por pacientes e profissionais em ambas as cidades, sendo exigida sua correção na maioria dos casos (Quadro 3). Esta foi, sem dúvida, a má oclusão dentária mais preocupante aos pacientes, tal como também observado por De Smit, Dermaut5; Soh e Lew12 .

Quanto aos perfis analisados (Quadro 4), os profissionais natalenses demonstraram um maior interesse no tratamento cirúrgico/ortopédico do caso da figura 5A (Classe II por deficiência mandibular) do que seus respectivos pacientes, algo extremamente compreensível haja visto o conhecimento profissional das características das más oclusões1,6,10,11. Em João Pessoa, não se registraram diferenças significantes entre pacientes e profissionais quanto a este quesito (Quadro 4). Em ambas as cidades, não houve divergência na opinião dos profissionais e pacientes a respeito da necessidade cirúrgica do caso da figura 5B (Classe III esquelética no gênero feminino). Quanto ao caso da figura 5C (Classe II maxilar), os profissionais e pacientes de Natal ficaram divididos, havendo uma tendência destes primeiros a priorizarem uma abordagem ortopédica/cirúrgica para o caso (Quadro 4). Em João Pessoa, esta tendência ficou muito mais clara em ambos os grupos. Com relação ao caso da figura 5D (Classe II com AFAI aumentada), os profissionais e pacientes de Natal se mostraram igualmente divididos quanto à opção de tratamento: cirúrgica, com alteração facial, ou meramente dentoalveolar, sem alterações faciais (Quadro 4). Já os pacientes paraibanos demonstraram um maior interesse no tratamento cirúrgico (facial) deste caso do que seus respectivos profissionais, o que é perfeitamente compreensível, em se tratando de um caso cuja proeminência nasal parece responder por boa parte da convexidade facial e a oclusão geralmente se encontra compensada nestes casos (Quadro 4).

Não restam dúvidas de que questionários objetivos, contendo as alternativas de resposta, podem induzir à obtenção de determinados resultados. Embora esta seja uma limitação deste trabalho, ficaria estatisticamente inviável realizar-se uma comparação deste tipo via questionários subjetivos. Embora estes resultados não sejam soberanos, fornecem uma visão geral das tendências de estética e de necessidade de tratamento nas populações autóctones estudadas.

Quanto aos resultados obtidos, portanto, não cabem discussões sobre a melhor conduta para cada caso, mas apenas divulgar as expectativas médias dos pacientes analisados para que seus profissionais possam melhor orientá-los, tanto durante a consulta inicial, quanto no decorrer do tratamento.

 

CONCLUSÕES

Por meio dos resultados obtidos e da metodologia empregada, pôde-se admitir as seguintes conclusões:

Em Natal/RN:

1) O padrão braquifacial, o desvio de linha média e o apinhamento ântero-inferior são mais percebidos pelos profissionais do que pelos pacientes;

2) Os profissionais apontaram uma maior necessidade de tratamento da Classe II mandibular e do padrão dolicofacial do que seus respectivos pacientes.

Em João Pessoa/PB:

1) O desvio de linha média é mais percebido pelos profissionais do que pelos pacientes;

2) O tratamento da Classe II mandibular, Classe II com AFAI aumentada e sorriso gengival é mais exigido pelos pacientes do que pelos profissionais;

3) O tratamento do apinhamento ântero-inferior foi mais solicitado pelos profissionais.

 

REFERÊNCIAS

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Endereço para correspondência
Rejane Targino Soares Beltrão
Rua Otávio Pinheiro Brisola, nº6-65, apto. 74, Ed.Tapajós Vila Universitária
CEP: 17.012-100 Bauru - SP
E-mail: rejanetsb@uol.com.br

Enviado em: Julho de 2003
Revisado e aceito: Março de 2004

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