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Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial

Print version ISSN 1415-5419
On-line version ISSN 1980-5500

Rev. Dent. Press Ortodon. Ortop. Facial vol.13 no.5 Maringá Sept./Oct. 2008

http://dx.doi.org/10.1590/S1415-54192008000500013 

ARTIGO INÉDITO

 

Avaliação da resistência à flexão e fratura de mini-implantes ortodônticos

 

Assessment of flexural strength and fracture of orthodontic mini-implants

 

 

Matheus Melo PithonI; Lincoln Issamu NojimaII; Matilde Gonçalves NojimaII; Antônio Carlos de Oliveira RuellasII

IEspecialista em Ortodontia pela Universidade Federal de Alfenas-UNIFAL. Mestre em Ortodontia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro- UFRJ. Doutorando em Ortodontia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro- UFRJ
IIDoutores em Ortodontia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro- UFRJ. Professores Adjuntos de Ortodontia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro- UFRJ

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

OBJETIVOS: o objetivo do presente trabalho é avaliar a deformação e fratura de mini-implantes ortodônticos de diferentes marcas comerciais submetidos ao carregamento na direção perpendicular ao seu comprimento.
METODOLOGIA: foram utilizados 75 mini-implantes divididos em cinco grupos (n = 15): M (Mondeal, Tuttlingen, Germany), N (Neodent, Curitiba, Brasil), I (INP, São Paulo, Brasil), S (SIN, São Paulo, Brasil) e T (Titanium Fix, São José dos Campos, Brasil). Os mesmo foram inseridos perpendicularmente em osso cortical suíno e levados à máquina universal de ensaios mecânicos Emic DL 10.000, a uma velocidade de 0,5mm por minuto. Foi avaliada a força necessária para deformar os mini-implantes em 0,5, 1, 1,5, 2mm e para fratura. Os dados foram analisados pela análise da variância (ANOVA) e teste de Tukey.
RESULTADOS: os mini-implantes do grupo S necessitaram força maior para que ocorresse deformação e fratura, esses resultados foram estatisticamente significativos em relação aos demais (p < 0,05), que se deformaram e fraturaram com força menor. O grupo M apresentou os menores valores para deformar, entretanto, sem diferença estatística com o grupo N (p > 0,05). Para fraturar, o grupo T apresentou os menores valores, com diferença estatística com os grupos M, S e I.
CONCLUSÕES: pode-se concluir que o formato do mini-implante está diretamente relacionado com sua resistência. Apesar de diferenças existentes quanto à resistência entre eles, todos se mostraram aptos para a utilização clínica.

Palavras-chave: Procedimentos de ancoragem ortodôntica. Mini-implante. Deformação.


ABSTRACT

OBJECTIVE: The objective of the present study is to assess both deformation and fracture of orthodontic mini-implants of different trade marks by submitting them to loads perpendicularly applied along their lengths.
METHODS: A total of 75 mini-implants were divided into five groups (n = 15) according to their manufacturers: group M (Mondeal, Tuttlingen, Germany), group N (Neodent, Curitiba, Brazil), group I (INP, São Paulo, Brazil), group S (SIN, São Paulo, Brazil), and group F (Titanium Fix, São José dos Campos, Brazil). The mini-implants were perpendicularly inserted into swine cortical bones and then submitted to mechanical tests by using a universal testing machine (Emic DL 10.000) at cross-head speed of 0.5mm/min. The force required for deforming and fracturing the mini-implants at 0.5, 1.0, and 2.0mm was assessed. Data were assessed by using variance analysis (ANOVA) and Tukey's test.
RESULTS: Mini-implants of group S were found to need higher forces to be deformed and fractured in comparison with other groups whose mini-implants were submitted to lower forces, a result that is statistically significant (p < 0.05). Group M showed the lowest values regarding deformation with no statistical difference compared to group N (p > 0.05), whereas group T had the lowest values regarding fracture with statistical differences compared to groups M, S, and I.
CONCLUSIONS: Based on the present study, one can conclude that the shape of the mini-implants is directly related to their flexural strength. Despite the differences reported above, the mini-implants were found to be clinically useful.

Key words: Orthodontic anchorage procedures. Mini-implant. Deformation.


 

 

INTRODUÇÃO

A ancoragem em Ortodontia é assunto de grande relevância no planejamento ortodôntico. Dela dependem decisões muito importantes e difíceis de serem tomadas ao se propor um plano de tratamento, ou seja: extração ou não de dentes permanentes, necessidade ou não de cirurgia ortognática, alteração ou não nos tecidos moles, necessidade de cooperação do paciente, duração e simplificação do tratamento10.

A literatura tem, nos últimos anos, descrito vários recursos revelados na Implantologia, tais como miniplacas5,6, implantes de superfície (onplants)2, implantes convencionais osteointegrados9,18 e mini-implantes, com comprovada eficácia como ancoragem ortodôntica. No entanto, percebe-se que o uso dos mini-implantes tem ganhado notoriedade, nos últimos anos, em relação aos demais dispositivos15.

Com a utilização dos mini-implantes, surge um novo conceito de ancoragem em Ortodontia, denominado ancoragem esquelética, a qual não permite a movimentação da unidade de reação1. Ela é obtida devido à incapacidade de movimentação da unidade de ancoragem frente à mecânica ortodôntica4,12,14,20.

Assim como nos sistemas convencionais de implantes dentários, os profissionais que instalam os mini-implantes devem tomar cuidados especiais, tanto na cirurgia como na fase de aplicação da força ortodôntica, uma vez que pode ocorrer deformação ou, até mesmo, a fratura do mini-implante3,8.

A diminuição das dimensões dos mini-implantes proporciona maior variabilidade em relação aos locais de inserção e reduz os riscos de lesão radicular. Entretanto, esta redução acarreta em diminuição da resistência mecânica do mini-implante, reduzindo, conseqüentemente, a força máxima para que ocorra deformação permanente e fratura8.

Partindo dessa premissa, o objetivo do presente trabalho é avaliar a deformação e fratura de mini-implantes ortodônticos de diferentes marcas comerciais submetidos ao carregamento na direção perpendicular ao seu comprimento.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Foram utilizados 75 mini-implantes de cinco diferentes marcas comerciais, distribuídos em cinco diferentes grupos, como demonstrado no quadro 1.

Previamente à utilização, os mini-implantes foram levados a um projetor de perfil (Nikon, Tokyo, Japan), para aferição das suas dimensões, e ao microscópio de varredura JEOL (2000 FX, Tokyo, Japan) (aumento 15x) para avaliar a morfologia, possibilitando, com isso, correlacionar os valores obtidos nos testes mecânicos7 com a morfologia apresentada pelos mesmos.

Para realização dos ensaios de flexão e fratura, confeccionou-se corpos-de-prova, a partir de osso cortical suíno, obtido de segmento médio de fêmur suíno com 8mm de espessura, os quais serviram de base para inserção dos mini-implantes.

Após a obtenção do fêmur suíno, o mesmo foi dissecado e seccionado, obtendo-se blocos ósseos com 10cm de comprimento e 8mm de espessura de cortical. Os blocos ósseos foram inseridos em tubos de PVC (Tigre, Joinvile, Santa Catarina, Brasil) e fixados com resina acrílica autopolimerizável (Clássico, São Paulo, Brasil). Para auxiliar no correto posicionamento dos blocos ósseos, utilizou-se esquadro de vidro, que proporcionou posicionamento da superfície óssea perpendicular ao solo.

Após a confecção dos corpos-de-prova, os mesmos foram mantidos em solução salina, em geladeira, à temperatura de 8°C. Decorridos 7 dias, os corpos-de-prova foram removidos da geladeira e mantidos por 12 horas à temperatura ambiente, para posterior inserção dos mini-implantes. Para isso, utilizou-se uma chave manual adaptada a um paralelômetro (Humpa, Rio de Janeiro, Brasil) proporcionando, dessa forma, a inserção do mini-implante de forma paralela ao solo e perpendicular ao tecido ósseo.

Imediatamente após a inserção dos mini-implantes, os corpos-de-prova foram levados à máquina universal de ensaios mecânicos para realização dos testes (Fig. 1). Para estabilização dos corpos-de-prova, confeccionou-se um dispositivo em forma de morsa, que manteve os corpos-de-prova estáveis durante a realização dos ensaios.

 

 

O teste de resistência flexural foi realizado em uma máquina universal de ensaios mecânicos Emic DL 10.000 (São José dos Pinhais, Paraná, Brasil), operando a uma velocidade de 0,5mm/min, através de ponta ativa em cinzel (Fig. 2). A força foi aplicada na cabeça dos implantes para deformá-los em 0,5, 1,0, 1,5, 2,0mm e até a fratura dos mesmos (Fig. 2).

 

 

As análises estatísticas foram realizadas com auxílio do programa SPSS 13.0 (SPSS Inc., Chicago, Illinois). Medidas descritivas - incluindo média, desvio-padrão, mediana, valores mínimos e máximos - foram calculadas para os cinco grupos avaliados. Os valores de força máxima para deformação e fratura, obtidos em N, foram submetidos à análise de variância (ANOVA) para determinar se havia diferenças estatísticas entre os grupos e, posteriormente, ao teste de Tukey (Tab. 1).

 

RESULTADOS

Os resultados demonstraram deformação em todos os mini-implantes avaliados. Os mini-implantes do grupo S necessitaram, em média, forças maiores para que ocorresse a deformação. Os menores valores para deformação foram alcançados pelos mini-implantes do grupos M e N.

Após os mini-implantes terem sido deformados 2mm, a velocidade foi mantida até que ocorresse fratura dos mesmos, sendo, então, registrado o valor máximo para fratura desses.

Os grupos I e T deformaram menos que os demais grupos, ocorrendo fratura antes da deformação de 2mm (Tab. 1).

Com relação aos valores de força para fratura, os mini-implantes do grupo S foram estatisticamente superiores aos demais, seguido do grupo M. Os menores valores foram alcançados pelos grupos T e N, que não apresentaram diferenças estatísticas entre si. O grupo M necessitou maior deformação para fraturar, seguido dos grupo N e S, respectivamente. Por sua vez, os grupos I e T fraturaram antes mesmo de deformar os 2mm propostos no trabalho (Tab. 2).

 

 

DISCUSSÃO

O conhecimento da existência de deformações nas estruturas que suportam a ancoragem ortodôntica é importante para se avaliar a possível perda de ancoragem7,11. Baseado nessa premissa, o objetivo do presente trabalho foi avaliar a força necessária para deformar mini-implantes ortodônticos e a força necessária para fraturá-los, quando da aplicação de uma carga flexional.

A necessidade de se avaliar a deformação dos mini-implantes, quando da aplicação de força perpendicular, se deve ao fato de ser esse eixo o mais utilizado quando da aplicação de forças ortodônticas. Para isso, confeccionou-se corpos-de-prova, os quais possibilitavam que os mini-implantes ficassem paralelos ao solo, possibilitando a aplicação de força perpendicular ao seu longo eixo.

Em todos os mini-implantes testados ocorreu deformação a partir do início da aplicação da força até sua fratura. O grupo S necessitou forças mais elevadas que os demais para deformar e fraturar (p < 0,05). Os menores valores para deformação foram alcançados pelos mini-implantes do grupos M e N (p > 0,05). Esse resultados podem ser explicados pelo maior diâmetro da junção transmucoso/rosca para os mini-implantes do grupo S e consecutivamente menor para os grupos M e N, que também apresentaram certa desproporcionalidade entre o tamanho da cabeça do mini-implante e a rosca, propiciando a criação de momento, levando à maior deformação com menores forças.

Baseado nos achados desse trabalho, o termo ancoragem rígida, assim denominada por Park et al.16, deveria ser repensado, tendo em vista que oferece uma idéia equivocada de que é possível uma resistência total ao movimento ortodôntico. O que coincide com os resultados obtidos por Liou et al.13 que, em seu trabalho, encontraram perdas de ancoragem quando da utilização de mini-implantes ortodônticos. Esses autores citam que o deslocamento poderia ser atribuído a vários fatores como tamanho do mini-implante, qualidade óssea, tempo de osteointegração e magnitude da força ortodôntica.

Após os mini-implantes terem sido deformados 2mm, a força foi mantida até que ocorresse fratura dos mesmos. Apenas os mini-implantes dos grupos I e T não puderam ser avaliados até a deformação de 2mm, em virtude de terem fraturado antes disso.

Com relação aos valores de força para fratura, os mini-implantes do grupo S foram estatisticamente superiores (p < 0,05) aos demais, seguido do grupo M. Os menores valores foram alcançados pelo grupo T e N, que não apresentaram diferenças estatísticas entre si. O grupo M necessitou maior deformação para fraturar, seguido dos grupos N e S, respectivamente.

Felizmente, mesmo com as pequenas deformações ocorridas nos mini-implantes ortodônticos, eles mostraram-se suficientes para participar de sistemas de ancoragem, pois não fraturaram quando submetidos às forças ortodônticas encontradas na literatura17.

As deformações encontradas não invalidam o uso destes mini-implantes como auxiliares nos tratamentos ortodônticos, uma vez que a menor força para que ocorresse deformação de 0,5mm foi de 44,54N, aproximadamente 4.460,00g, força essa muito superior às utilizadas na Ortodontia.

Na cavidade bucal, os mini-implantes ficam submersos no osso e no tecido mole. A parte inserida no osso sofre maior resistência frente às forças ortodônticas. No entanto, o momento criado localiza-se imediatamente após a superfície óssea. Analisando a região de deformação dos mini-implantes testados neste experimento, recomenda-se que estes devam ficar com suas roscas totalmente submersas na cortical óssea, pois o menor diâmetro do mini-implante encontra-se na região do intervalo entre as roscas, que poderá sofrer fratura.

O local de maior deformação do mini-implante foi a região imediatamente superior à superfície do tecido ósseo. Devido a essa característica, acredita-se que mini-implantes cônicos seriam mais apropriados, visto que conciliariam a espessura cônica mais fina em sua parte cortante e um diâmetro mais resistente imediatamente abaixo do ponto de aplicação de forças ortodônticas. O que vai de encontro à tendência dos novos desenhos dos mini-implantes4,12,19.

 

CONCLUSÕES

Todos os mini-implantes testados mostraram-se aptos para a utilização como recurso de ancoragem ortodôntica.

O formato do mini-implante está diretamente relacionado com a resistência obtida por esse dispositivo, quando da aplicação de forças perpendiculares ao seu longo eixo.

 

REFERÊNCIAS

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Endereço para correspondência:
Matheus Melo Pithon
Rua México 78 - Recreio
CEP: 45.020-390 - Vitória da Conquista / Bahia
E-mail: matheuspithon@ufrj.br

Enviado em: maio de 2008
Revisado e aceito: julho de 2008

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