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Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial

Print version ISSN 1415-5419

Rev. Dent. Press Ortodon. Ortop. Facial vol.14 no.6 Maringá Nov./Dec. 2009

http://dx.doi.org/10.1590/S1415-54192009000600014 

ARTIGO INÉDITO

 

Prevalência de más oclusões em crianças de 9 a 12 anos de idade da cidade de Nova Friburgo (Rio de Janeiro)

 

 

Daniel Ibrahim BritoI; Patricia Fernanda DiasI; Rogerio GleiserII

IMestres em Odontopediatria, departamento de Odontopediatria e Ortodontia, pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro
IIProfessor adjunto do departamento de Odontopediatria e Ortodontia da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

INTRODUÇÃO: o conhecimento da situação epidemiológica da população é importante para o planejamento e execução dos serviços odontológicos.
OBJETIVOS: avaliar a prevalência de más oclusões em escolares de 9 a 12 anos de idade da rede municipal de ensino da cidade de Nova Friburgo (Rio de Janeiro).
MÉTODOS: a amostra, selecionada aleatoriamente, foi composta por 407 crianças (53,1% do gênero feminino), que foram avaliadas por um profissional treinado, após autorização de seus responsáveis.
RESULTADOS: as más oclusões mais prevalentes foram apinhamento (45,5%), sobressaliência exagerada (29,7%), mordida cruzada posterior (19,2%), diastemas anteriores (16,2%), dente parcialmente irrompido (12,0%) e sobremordida exagerada (10,8%). A relação molar mais presente foi a de Classe I (76,7%). A presença de diastemas foi maior no gênero feminino e a sobremordida exagerada foi mais prevalente no gênero masculino, ambas na dentição mista. Sobressaliência negativa e presença de dente parcialmente irrompido tiveram maior prevalência na dentição permanente.
CONCLUSÃO: observou-se que a simples avaliação da prevalência das más oclusões não revela a gravidade nem a hierarquia da necessidade de tratamento, fatores importantes no planejamento em Saúde Pública.

Palavras-chave: Prevalência. Má oclusão. Criança. Saúde pública.


 

 

INTRODUÇÃO

As más oclusões, ou problemas da oclusão dentária, são o resultado da adaptabilidade da região bucofacial a vários fatores etiológicos, resultando em diversas implicações que variam da insatisfação estética às alterações na fala, mastigação, deglutição, disfunções de ATM e dor bucofacial23. Elas possuem a terceira maior prevalência entre as patologias bucais, perdendo apenas para a cárie e a doença periodontal, encontrando-se, portanto, na terceira posição da escala de prioridades quanto aos problemas odontológicos de Saúde Pública mundial18.

Segundo a Organização Mundial da Saúde18, as principais doenças bucais devem ser submetidas a levantamentos epidemiológicos periódicos. O conhecimento da situação epidemiológica da população é essencial tanto para o planejamento de programas de atenção quanto para a execução de serviços de prevenção e tratamento20.

Vários estudos de prevalência têm sido realizados em crianças em fases de dentições mista ou permanente3,4,7-10,12,13,19,25-28, porém não são muitos os estudos na população brasileira que relacionam claramente as mudanças ocorridas entre esses períodos.

Assim, o presente estudo objetivou avaliar a prevalência de más oclusões em escolares de 9 a 12 anos de idade da rede municipal de ensino da cidade de Nova Friburgo (Rio de Janeiro), relacionando-as com o gênero e o tipo de dentição.

 

METODOLOGIA

O estudo foi realizado com 407 crianças de 9 a 12 anos de idade, sem histórico de tratamento ortodôntico prévio, selecionadas de um total de 6.684 escolares dessa faixa etária matriculados em escolas públicas da cidade de Nova Friburgo, Rio de Janeiro, Brasil. A amostra mínima de 308 indivíduos foi calculada estimando-se uma prevalência de más oclusões de 70%, erro tolerável de 5% e intervalo de confiança de 95%. Para compensar um possível efeito de conglomeração, a amostra foi aumentada em 30% (design effect = 1,3), totalizando 400 escolares. Acrescentou-se, ainda, mais 25%, para compensar eventuais perdas. Assim, 500 crianças foram selecionadas aleatoriamente e estratificadas quanto à idade e localização das escolas (7 urbanas e 3 rurais), para garantir representatividade em relação à base populacional de origem.

Previamente ao estudo, foi obtida a aprovação do Comitê de Ética local, além da autorização dos responsáveis e a anuência das crianças. Em uma sala reservada das escolas, um único profissional treinado avaliou o período da dentição, a relação molar (Angle) e a presença das seguintes más oclusões: sobressaliência exagerada, sobremordida exagerada, sobressaliência negativa, apinhamento, diastemas, mordida aberta anterior e/ou posterior, mordida cruzada anterior e/ou posterior, dente decíduo anquilosado, dente com irrupção impedida e dente parcialmente irrompido, inclinado ou impactado.

Para a determinação da presença ou ausência dessas más oclusões, independentemente de sua gravidade, foram adotados os critérios do Componente de Saúde Dental (Dental Health Component - DHC) do Índice de Necessidade de Tratamento Ortodôntico (Index of Orthodontic Treatment Need - IOTN)5. Além disso, avaliou-se a presença de diastemas entre os dentes anteriores, característica não observada pelo DHC. Assim, as más oclusões foram consideradas como presentes a partir das condições apresentadas no quadro 1.

 

 

Os dados coletados foram inseridos e analisados no programa SPSS 11.0 (Statistical Package for the Social Sciences, Chicago, EUA). Os resultados foram apresentados de forma descritiva, a partir de suas frequências absolutas e relativas. Para avaliar a diferença nas distribuições quanto ao gênero e ao período da dentição, utilizou-se o teste Qui-quadrado, com nível de significância de 5%.

 

RESULTADOS

Das 500 crianças selecionadas para participar do estudo, 73 não devolveram à escola o termo de autorização assinado pelo responsável, 13 não estavam presentes na escola no dia da avaliação e 7 já haviam iniciado tratamento ortodôntico. A distribuição das idades das 407 crianças restantes, quanto ao gênero e ao período da dentição, encontra-se nas tabelas 1 e 2, respectivamente. A maioria estudava em escolas da área urbana (72,2%).

 

 

 

 

A maior parte das crianças (80,84%) exibia algum tipo de má oclusão. A relação molar de Classe I foi observada em 76,7% do total de crianças, a de Classe II em 19,2% e a de Classe III em 4,2%. Essa distribuição apresentou diferença significativa somente em relação ao tipo de dentição (p = 0,009; χ2), apesar da Classe I ter sido a mais prevalente tanto na dentição mista quanto na permanente (Gráf. 1).

 

 

A tabela 3 apresenta a prevalência das más oclusões avaliadas, além da distribuição de acordo com o gênero e o período da dentição das crianças. A presença de diastemas anteriores foi maior no gênero feminino (p = 0,033) e na dentição mista (p = 0,004). A sobremordida exagerada foi mais prevalente no gênero masculino (p = 0,003) e também na dentição mista (p = 0,002). Sobressaliência negativa e presença de dente parcialmente irrompido, inclinado ou impactado contra o adjacente tiveram maior prevalência na dentição permanente (p = 0,001 e p = 0,002, respectivamente). As demais más oclusões não apresentaram diferença significativa quanto ao gênero ou tipo de dentição (p > 0,05).

 

 

Entre os casos de dentes parcialmente irrompidos, inclinados ou impactados contra o adjacente (n = 49) e de dentes com irrupção impedida (n = 30), os elementos mais frequentes foram os caninos superiores (67,3% e 63,3%, respectivamente), seguidos pelos pré-molares inferiores (14,3% e 20%, respectivamente).

 

DISCUSSÃO

Em estudos de prevalência de más oclusões como o presente, deve-se sempre selecionar uma amostra bem definida, com sujeitos não-tratados ortodonticamente e uma coleta de dados objetiva30, critérios que esse trabalho preenche integralmente.

A redução da prevalência da Classe II de molar e o aumento da Classe III e da sobressaliência negativa da dentição mista para a permanente podem ser considerados consequências inerentes ao período de surto de crescimento da mandíbula22,30. A redução da sobremordida exagerada com o desenvolvimento da dentição deve-se à estabilização da oclusão com a irrupção dos pré-molares e segundos molares30 e também ao maior crescimento mandibular29. A sobremordida exagerada foi também observada mais frequentemente em meninos, como em outros estudos4,6,14,30, a despeito das diferenças metodológicas.

A prevalência dos diastemas anteriores, em relação ao gênero, encontra divergências na literatura2,11,14,15,24. No presente estudo, a maior prevalência nas meninas pode ser atribuída ao tamanho da amostra, uma vez que não parece haver uma explicação precisa. Em relação ao tipo de dentição, sua maior ocorrência na dentição mista encontra semelhança em outros estudos1,30, e é considerada, nessas circunstâncias, normal por alguns autores17,21. Ela pode ser atribuída à irrupção tardia dos caninos permanentes, que finaliza a " fase do patinho feio" . À medida em que tomam sua posição final de oclusão, os caninos exercem uma pressão crescente, em sentido mesial, sobre as superfícies distais dos incisivos laterais, levando esses e os incisivos centrais a modificarem as suas inclinações axiais e fecharem o diastema21.

A maior prevalência de dentes parcialmente irrompidos, inclinados ou impactados contra adjacentes em dentição permanente já foi relatada por Thilander et al.30 Nos segmentos posteriores, esses eventos são associados à perda precoce dos molares decíduos e, consequentemente, perda de espaço. A ocorrência mais frequente em caninos superiores, seguidos pelos segundos pré-molares inferiores, é justificada por serem esses os últimos dentes a irromperem em cada arco, de modo que qualquer falta de espaço acaba por prejudicar sua irrupção.

A indicação do tratamento precoce de algumas dessas más oclusões avaliadas ressalta a importância de se ter avaliado crianças nas dentições mista tardia e permanente jovem. A alta prevalência de apinhamento pode ser parcialmente explicada pela grande ocorrência de lesões de cárie e extrações de molares decíduos, que favorecem a migração do primeiro molar permanente, inclinações e rotações30. As mordidas cruzadas não apresentaram diferença entre as dentições, reforçando a ausência de autocorreção e sua perpetuação. Sua interceptação precoce previne o crescimento assimétrico da mandíbula e maxila29,30. O tratamento precoce de casos mais graves de sobressaliência exagerada também é recomendado para prevenir traumas dentários e propiciar melhoria da função labial e respiração30.

Estudos de prevalência de más oclusões usualmente apontam altas incidências, mesmo que muitas sejam leves (Quadro 2). Em face do grande número encontrado de crianças portadoras de algum tipo de má oclusão, é importante ressaltar que a presença de má oclusão não implica obrigatoriamente em necessidade de tratamento ortodôntico. Uma mesma má oclusão pode apresentar diferentes níveis de gravidade que, consequentemente, devem receber diferentes prioridades de tratamento, especialmente em Saúde Pública, onde a demanda de serviços é maior do que a oferta. Marques et al.13 e Pereira19 também chamam à atenção aspectos semelhantes. Além disso, outros fatores como a implicação estética e a autopercepção da necessidade de tratamento podem influenciar no interesse do paciente e de seu responsável pelo tratamento. Ou seja, outros critérios, além dos avaliados, devem ser utilizados em estudos futuros.

 

 

No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) não assiste efetivamente problemas de oclusão. Como uma parcela significativa da população depende exclusivamente desse sistema público, é esperado que muitos pacientes portadores de más oclusões não estejam sendo assistidos. Cabe enfatizar a importância de levantamentos epidemiológicos como o presente, que colocam as alterações oclusais e funcionais em destaque, para incluir serviços de interceptação e correção a esta parcela da população não-assistida.

 

CONCLUSÕES

Houve uma elevada prevalência de más oclusões na população avaliada (80,84% da amostra), sendo que as mais encontradas foram: apinhamento (45,5%), sobressaliência exagerada (29,7%), mordida cruzada posterior (19,2%), diastemas anteriores (16,2%), dente parcialmente irrompido (12%) e sobremordida exagerada (10,8%).

Diastemas anteriores foram mais encontrados em meninas e em dentição mista. Dentes parcialmente irrompidos, inclinados ou impactados contra adjacentes foram mais frequentes na dentição permanente. A sobremordida exagerada foi mais observada em meninos e na dentição mista e a sobressaliência negativa teve maior prevalência em dentição permanente.

Observou-se que a simples determinação dessa prevalência, apesar de explicitar com clareza dados objetivos das más oclusões, não revela a gravidade nem a hierarquia da necessidade de tratamento, fatores importantes no planejamento em Saúde Pública. Sugere-se, então, a utilização de um índice ortodôntico em estudos adicionais com essa finalidade.

 

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Endereço para correspondência:
Daniel Ibrahim Brito
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CEP: 36.036-350 , Juiz de Fora / MG
E-mail: ibrinbrito@yahoo.com.br

Enviado em: março de 2007
Revisado e aceito: novembro de 2007