SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.15 issue1Antioxidant and inhibitory action on tyrosinase from Dipteryx alata Vogel (Baru) leavesInfluence of harvest time on the yield and composition of essential oil from the Brazilian "erva-cidreira" [Lippia alba (Mill.) N. E. Br.] author indexsubject indexarticles search
Home Pagealphabetic serial listing  

Services on Demand

Journal

Article

Indicators

Related links

Share


Revista Brasileira de Plantas Medicinais

Print version ISSN 1516-0572

Rev. bras. plantas med. vol.15 no.1 Botucatu  2013

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-05722013000100009 

Efeito do extrato aquoso de camomila (Chamomilla recutita L.) na prenhez de ratas e no desenvolvimento dos filhotes

 

Effect of aqueous extract of chamomile (Chamomilla recutita L.) on rat pregnancy and offspring development

 

 

Arruda, J.T.*; Approbato, F.C.; Maia, M.C.S.; Silva, T.M.; Approbato, M.S.

Universidade Federal de Goiás, Hospital das Clínicas, Laboratório de Reprodução Humana, Avenida Primeira Avenida, s/n., Setor Universitário, CEP: 74605-020, Goiânia-Brasil

 

 


RESUMO

As plantas medicinais possuem substâncias ativas e, muitas vezes, o efeito tóxico sobre o organismo é desconhecido ou ignorado pelos usuários. A camomila é muito utilizada pela população, porém, contra-indicada para gestantes por possuir indícios de atividade emenagoga e relaxante da musculatura lisa. Por esses motivos, o objetivo do presente estudo foi avaliar os efeitos do extrato aquoso de camomila na gestação e nos filhotes gerados. Foram utilizadas 9 ratas da linhagem Wistar, divididas em 3 grupos, D1 e D2 que receberam infusão de camomila a 5% e 10% respectivamente, e o grupo controle que recebeu soro fisiológico. Os tratamentos foram administrados por via oral, desde o 1o ao 7o dia após o cruzamento. Os parâmetros estudados foram: prevalência de abortos, ganho de peso materno durante a prenhez, morte fetal e materna, malformações fetais grosseiras, número de recém-nascidos, peso dos filhotes, e análise de reflexos neurológicos dos filhotes (postural, preensão e orientação) no 1o, 3o, 5o e 10o dias de vida. Houve gestação em 70% do grupo controle, 40% do D1 e 80% do D2. Não houve diferença no ganho de peso materno no 7o e 21o dia, porém, os grupos tratados obtiveram ganho de peso menor em relação ao controle no 14o dia de gestação (p=0,04). As diferenças entre o número de recém-nascidos não foram significantes. Quanto ao peso dos recém-nascidos, os animais tratados apresentaram menor ganho de peso aos dias 1, 3, 5, e 10 após o nascimento (p=0,005; p=0,001; p<0,001; p<0,001; respectivamente). Ocorreram diferenças no reflexo postural no 1o dia, ocorrendo aceleração (p=0,005); já no reflexo de preensão (p=0,006), e no reflexo de orientação (p=0,01) houve retardo no desaparecimento, sem alteração nos demais dias sobre os outros parâmetros avaliados. A camomila pode influenciar, tanto no ganho de peso materno durante a gestação, como no dos filhotes após o nascimento, e pode provocar alterações nos reflexos neurológicos. Não se observou alteração nos demais parâmetros estudados.

Palavras-chave: plantas na gravidez, camomila, teratogênese.


ABSTRACT

Medicinal plants have active substances and their toxic effect on the organism is often unknown or ignored by users. Chamomile has been widely used by the population; however, it is contraindicated for pregnant women due to evidence of its emmenagogue and relaxing activity on smooth muscles. For these reasons, the aim of this study was to evaluate the effects of aqueous extract of chamomile on pregnancy and generated offspring. Nine Wistar rats were divided into three groups, D1 and D2, which received chamomile infusion at 5% and 10%, respectively, and the control group which received saline solution. Treatments were administered from the 1st to the 7th day after breeding. The studied parameters were abortion prevalence, maternal weight gain during pregnancy, fetal and maternal death, gross fetal malformation, newborn number, weight and neurological reflexes of the offspring on the 1st, 3rd, 5th and 10th days of life. There was pregnancy in 70% of control group, 40% of D1 and 80% of D2. There was no difference in maternal weight gain on the 7th and 21st days; however, treated groups had smaller weight gain, compared to control, on the 14th day of pregnancy (p=0.04). The differences among newborn numbers were not significant. As to weight of newborns, treated animals had smaller weight gain on days 1, 3, 5 and 10 after birth (p=0.005; p=0.001; p<0.001; p<0.001; respectively). For neurological effects, there were differences in postural reflex on the 1st day, resulting in acceleration; on the other hand, for grasp (p=0.006) and orienting reflex (p=0.01), there was a delay in disappearing, and no changes occurred on the remaining days for the other assessed parameters. Chamomile may influence maternal weight gain during pregnancy, as well as offspring weight gain after birth, and may cause changes in neurological reflexes. There was no alteration in the remaining studied parameters.

Key words: plants during pregnancy, chamomile, teratogenesis


 

 

INTRODUÇÃO

O uso de plantas medicinais é, talvez, a principal opção terapêutica para aproximadamente 80% da população mundial segundo a Organização Mundial da Saúde (Alves & Silva, 2002; WHO, 2008). A expansão do uso terapêutico de plantas, especialmente nos países em desenvolvimento, está relacionada ao custo a assistência médica e aos medicamentos alopáticos (Oliveira & Gonçalves, 2006).

Assim como a alopatia, as plantas também possuem substâncias ativas e, muitas vezes, o efeito tóxico sobre o organismo é desconhecido ou ignorado pelos usuários. Daí a importância do conhecimento sobre o consumo de plantas para fins terapêuticos para uso seguro, eficaz e consciente (Faria et al., 2004; Bakke et al., 2008).

Chamomilla recutita (L.) Rauschert, sinônimo de Matricaria chamomilla L., M. recutita L. (WHO, 1999), é uma planta herbácea, anual, aromática, da família Asteraceae, com 10 a 30 cm de altura, apresentando caule ereto e ramificado, com capítulo floral de 1,5 cm de diâmetro compreendendo 12 a 20 flores brancas. Nativa da Europa foi aclimatada em algumas regiões da Ásia e países latinos. No Brasil, foi introduzida pelos imigrantes europeus há mais de 100 anos. Atualmente, é a planta medicinal com a maior área de cultivo no território brasileiro (McKay & Blumberg, 2006).

Os polissacarídeos são imunoestimulantes, os ésteres bicíclicos tem atividade espasmolítica, os flavonóides tem ação bacteriostática e tricomonicidas, e a apigenina apresenta propriedade ansiolítica e sedativa (Kedzia, 2001; Sartori et al., 2003). A quercetina é um flavonóide com propriedade antiinflamatória, antivirótica, antioxidante e antimicrobiana (Lorenzi & Matos, 2002; Ramos et al., 2004). Possui ainda outras propriedades descritas, tais como: tônica, refrescante, carminativa, cicatrizante, analgésica e emenagoga (Martins et al., 2000; Ernst, 2002; Maats & Crowther, 2002; Nordeng & Havnen, 2004; Forster et al., 2006) e é usada na elaboração de xampú para clarear cabelos (Teske & Trentini, 1994; Martins et al., 2000).

O nome Matricária deriva do latim "mater" ou, talvez, de "matrix" (útero), por ser utilizada em patologias femininas (Martins et al., 2000). Na Grécia antiga florescia abundantemente distinguindo-se pelo aroma peculiar e Dioscórides a descreveu como tendo ação emenagoga, a qual foi confirmada séculos mais tarde por trabalhos laboratoriais (Teske & Trentini, 1994; Martins et al., 2000).

Na medicina popular é usada sob várias formas sendo, a mais comum, o chá preparado através de infusão ou decocção. Outras maneiras incluem xaropes, compressas, cataplasmas e banhos de assento para provocar a menstruação (Faria et al., 2004).

A camomila é contra-indicada para gestantes por possuir indícios de atividade emenagoga e relaxante da musculatura lisa. Por esses motivos, o objetivo do presente estudo foi avaliar em modelo animal os efeitos do extrato aquoso de camomila na gestação e nos filhotes gerados.

 

MATERIAL E MÉTODO

Foram analisadas nove ratas (Rattus novergicus, linhagem Wistar), nuligestas, com 4 a 6 meses de idade e peso entre 140 e 260 g obtidas no biotério da Universidade Federal de Goiás. Os animais foram mantidos no biotério com ciclos controlados de iluminação de 12 horas e temperatura (±23ºC), em caixas separadas, com ração controlada 15-20 g/animal/dia e água ad libitum. As ratas foram acasaladas com machos de fertilidade comprovada e a manhã seguinte foi considerada como o primeiro dia após inseminação.

Dos capítulos florais secos da Chamomilla recutita (L.) Rauschert obtido de produto comercial (marca Leão) foi feito o extrato aquoso com 0,5 mL de água destilada. Foram divididas em três grupos: D1- tratado com extrato aquoso de camomila a 5%; D2- tratado com extrato a 10% e o grupo controle (C) tratado com soro fisiológico. Cada grupo possuía três indivíduos e o tratamento foi administrado uma vez ao dia por via oral com auxílio de cânula (sonda uretral), com 0,5 mL de solução realizados do 1o ao 7o dia que compreende a implantação do blastocisto. Foi administrada uma dose ao dia para evitar o aumento de temperatura, do cortisol e da prolactina circulantes que podem interferir no desenvolvimento embrionário (Nepomuceno et al., 2005).

Os parâmetros estudados foram ganho de peso materno durante a gestação, morte materna e fetal, malformações fetais grosseiras, a prevalência de abortos, número de filhotes nascidos, peso dos filhotes no 1o, 3o, 5o e 10o dia de vida e análise de reflexos neurológicos dos filhotes (postural, preensão e orientação).

O presente estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa Médica Humana e Animal do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás.

Foi realizada análise de variância (ANOVA) para o ganho de peso materno e peso dos filhotes nos grupos experimentais. Para comparação das proporções dos efeitos da droga foi utilizado o teste do qui-quadrado e o nível de significância foi de 5%.

 

RESULTADO E DISCUSSÃO

Durante o tratamento não foram observados sinais clínicos de toxicidade nem alterações significantes entre os grupos analisados. Todos os partos ocorreram de forma normal e foram acompanhados pelos pesquisadores afim de evitar possível canibalismo.

Quanto ao ganho de peso materno no primeiro dia após o acasalamento, o grupo controle apresentou média de 213,7 g (±20,5); o grupo D1 206,2 g (±26,9) e no grupo D2 211,4 g (±25,8) e não houve diferença significativa (p=0,78). Ao 7o dia de gestação o ganho de peso materno também não apresentou diferença significativa (p=0,06) com média de 220,4 g (±13,2) no grupo controle; 205,3 g (±21,4) no grupo D1 e 220,4 g (±10,5) no grupo D2. Já ao 14o dia de gestação observou-se que o ganho de peso materno apresentou diferença significativa (p=0,04) e média de 237,7 g (±13,5) no grupo controle; 216,6 g (±26,1) no grupo D1 e 234,1 g (±14,3) no grupo D2. O mesmo não foi observado ao 21o dia de gestação com média de 266,9 g (±29,7); 237,1 g (±47,8) e 269,4 g (±24,9), respectivamente (p=0,09) [Figura 1].

Não ocorreram mortes maternas ou fetais nem malformações, assim como não houve abortos. Houve gestação em 70% do grupo controle, 40% do grupo D1 e 80% do grupo D2, não havendo diferença estatística na prevalência de abortos (p=0,15). Os grupos controle e D2 apresentaram medianas iguais de 9 filhotes por mãe, já o grupo D1 apresentou 10 filhotes por mãe e não houve diferença no número de filhotes nascidos (p=0,56) [Figura 2].

O peso dos filhotes no primeiro dia de vida apresentou média de 6,2 g no grupo controle; 5,9 g no grupo D1 e 6,0 g no D2 com diferença significante (p=0,005). No 3o dia a média de peso dos filhotes foi de 8,2 g; 7,5 g e 7,7 g, respectivamente, apresentando diferença significativa (p=0,001). No quinto dia a média foi de 10,7 g no grupo controle; 9,6 g no grupo D1 e 9,8 g no D2 com diferença significante (p<0,001). A mesma diferença significativa (p<0,001) foi observada no peso dos filhotes ao 10o dia após o nascimento com médias de 18,0 g; 15,8 g e 16,0 g, respectivamente (Figura 3).

A Tabela 1 refere-se aos reflexos neurológicos observados nos filhotes. No primeiro dia de vida o reflexo postural foi positivo em 54,7% no grupo controle; 80% no D1 e 78,8% no D2 apresentando diferença significativa (p=0,005) sugerindo antecipação no aparecimento desse reflexo. Ao 3o dia foi 73,6%; 86,1% e 86,4%, respectivamente, sem diferença significativa (p=0,14). No 5o dia apenas o grupo D2 apresentou 98,5% e nos outros grupos os filhotes já apresentavam 100% do reflexo postural positivo, assim como observado ao 10o dia em todos os filhotes.

Quanto ao reflexo de preensão no 1o dia de vida já havia desaparecido em 9,4% do grupo controle, o que não ocorreu nos grupos tratados apresentando diferença significativa (p=0,006). Nos demais dias observados não houve alterações. O mesmo retardo foi observado no reflexo de orientação no primeiro dia de vida, com positividade menor nos grupos tratados (D1 11,1% e D2 16,6%) do que no grupo controle (30,2%) apresentando diferença significativa (p=0,01). No 3o, 5o e 10o dia de avaliação do reflexo de orientação houve progressão da positividade do reflexo, porém, sem diferença significativa.

Um dos poucos trabalhos encontrados relata que no extrato aquoso da camomila foi isolado e identificado um flavonóide chamado apigenina (Faustino et al., 2010), que é ligante para receptores benzodiazepínicos centrais, exercendo função ansiolítica o que talvez também explique os efeitos encontrados nos reflexos.

Mesmo com os avanços científicos, as plantas medicinais continuam sendo muito utilizadas pelo senso comum, por herança familiar do conhecimento. Dentre as espécies mais utilizadas está a camomila, de uso mais antigo pela medicina tradicional e incluída em diversas Farmacopéias (Lorenzi & Matos, 2002; Bakke et al., 2008; Lucca et al., 2010).

A gestação exige cuidados especiais na vida da mulher, principalmente no primeiro trimestre, relacionado ao desenvolvimento do bebê e o uso sistêmico de algumas espécies de plantas medicinais é contra indicado por possuírem potencial tóxico, teratogênico e abortivo (Henry & Crowther, 2000; Ernst, 2002; Nordeng & Havnen, 2004; Forster et al., 2006).

Existem muitos medicamentos alopáticos que são contra indicados durante a gravidez por possuírem efeitos teratogênicos e o mesmo deve ser observado no uso de plantas medicinais. Em geral, são utilizadas como forma alternativa de cura para os incômodos descritos durante a gravidez, porém, se desconhece os efeitos que algumas espécies podem gerar. Muitas vezes plantas consideradas inofensivas, de acordo com a dosagem e forma de uso, podem levar ao aborto (Gibson et al., 2001; Maats & Crowther, 2002).

A preocupação em especial com as gestantes justifica-se pelo fato que determinados princípios ativos são capazes de passar pela barreira placentária, atingindo o feto (Faria et al., 2004). Estudos com modelos animais visam garantir a qualidade, a segurança e a eficácia do uso de plantas medicinais no período gestacional.

Baseados nos resultados obtidos, conclui-se que a administração do extrato aquoso de Chamomilla recutita não produz efeitos tóxicos e nem alterações sobre a maioria dos parâmetros estudados no modelo animal. Entretanto, a influência na positividade do reflexo postural e de orientação no tratamento com o referido extrato, sugerem possível interação da apigenina com efeito ansiolítico, a qual deve ser investigada mais detalhadamente em estudos futuros.

 

REFERÊNCIA

ALVES, D.L.; SILVA, R.C. Fitohormônios: abordagem natural da terapia hormonal. São Paulo: Atheneu, 2002, 105p.         [ Links ]

BAKKE, L.A. et al. Estudo comparativo sobre o conhecimento do uso de plantas abortivas entre alunas da área de saúde e da área de humanas da Universidade Federal da Paraíba. Revista Eletrônica de Farmácia, v.5, n.1, p.8-15, 2008.         [ Links ]

ERNST, E. Herbal medicinal products during pregnancy: are they safe? BJOG: An International Journal of Obstetrics and Gynaecology, v.109, n.3, p.227-235, 2002.         [ Links ]

FARIA, P.G. et al. O diálogo com gestantes sobre plantas medicinais: contribuições para os cuidados básicos de saúde. Acta Scientiarum Health Sciences Maringá, v.26, n.2, p.287-294, 2004.         [ Links ]

FAUSTINO, T.T. et al. Plantas medicinais no tratamento do transtorno de ansiedade generalizada: uma revisão dos estudos clínicos controlados. Revista Brasileira de Psiquiatria, v.32, n.4, p.429-436, 2010.         [ Links ]

FORSTER, D.A. et al. Herbal medicine use during pregnancy in a group of Australian women. BMC Pregnancy and Childbirth, v.6, p.21, 2006.         [ Links ]

GIBSON, P.S. et al. Herbal and alternative medicine use during pregnancy: a cross-sectional survery. Obstetrics & Gynaecology, v.97, n.4, supp.1, p.S44-S45, 2001.         [ Links ]

HENRY, A.; CROWTHER, C. Patterns of medication use during and prior to pregnancy: the map study. Australian New Zealand Journal of Obstetrics and Gynaecology, v.40, n.2, p.165-172, 2000.         [ Links ]

KEDZIA, B. Antimicrobial activity of chamomile oil and its components. Herba Polonica, v.37, p.29-38, 2001.         [ Links ]

LORENZI, H.; MATOS, F.J.A. Plantas medicinais no Brasil nativas e exóticas. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2002, 512p.         [ Links ]

LUCCA, P.S.R. et al. Avaliação farmacognóstica e microbiológica da droga vegetal camomila (Chamomilla Recutita L.) comercializada como alimento em Cascavel - Paraná. Revista Brasileira de Plantas Medicinais, v.12, n.2, p. 153-156, 2010.         [ Links ]

MAATS, F.H.; CROWTHER, C.A. Patterns of vitamin, mineral and herbal supplement use prior to and during pregnancy. Australian New Zealand Journal of Obstetrics and Gynaecology, v.42, n.5, p.494-496, 2002.         [ Links ]

MARTINS, E.R. et al. Plantas medicinais. Viçosa, MG: Editora da UFV, 2000, 220p.         [ Links ]

MCKAY, D.L.; BLUMBERG, J.B. A review of the bioactivity and potential health benefits of chamomile tea (Matricaria Recutita L.). Phytotherapy Research, v.20, n.7, p.519-530, 2006.         [ Links ]

NEPOMUCENO, F. et al. Desenvolvimento embrionário em ratas tratadas com Hypericum Perforatum durante o período de implantação. Revista Brasileira de Farmacognosia, v.15, n.3, p.224-228, 2005.         [ Links ]

NORDENG, H.; HAVNEN, G.C. Use of herbal drugs in pregnancy: a survey among 400 Norwegian women. Pharmacoepidemiology and Drug Safety, v.13, n.6, p.371-380, 2004.         [ Links ]

OLIVEIRA, F.Q.; GONÇALVES, L.A. Conhecimento sobre plantas medicinais e fitoterápicos e potencial de toxicidade por usuários de Belo Horizonte, Minas Gerais. Revista Eletrônica de Farmácia, v.3, n.2, p.36-41, 2006.         [ Links ]

RAMOS, M.B.M. et al. Produção de capítulos florais da camomila em função de populações de plantas e da incorporação ao solo de cama-de-aviário. Horticultura Brasileira, v.22, n.3, p.638-641, 2004.         [ Links ]

Rio de Janeiro. Governo do Estado do Rio de Janeiro. Secretaria de Estado de Saúde. Subsecretaria de Saúde Coletiva. Programa de Assistência Integral à Mulher, Criança e Adolescente. Programa de Plantas Medicinais. Fitoterapia na assistência à gestante - protocolo para atendimento de enfermagem, 2000.         [ Links ]

SARTORI, L.R. et al. Atividade antiinflamatória do granulado de Calendula Officinalis L. e Matricaria Recutita L. Revista Brasileira de Farmacognosia, v.13, Supl.1, p.17-19, 2003.         [ Links ]

TESKE, M.; TRENTINI, A.M. Herbarium compêndio de fitoterapia. 3. ed. Curitiba - editado por Herbarium Laboratório Botânico; 1994, p.51-53.         [ Links ]

WHO, World Health Organization. Monographs on selected medicinal plants. Geneva, v.1, 1999, 295p.         [ Links ]

WHO, World Health Organization. Fact sheet N°134: traditional medicine. December 2008. Disponível em: http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs134/en/print.html Acesso em: 05jan.2011.         [ Links ]

 

 

Recebido para publicação em 19/03/2011
Aceito para publicação em 23/07/2012

 

 

*Jalsi Tacon Arruda - jalsitacon@gmail.com

Creative Commons License All the contents of this journal, except where otherwise noted, is licensed under a Creative Commons Attribution License