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Revista Brasileira de Plantas Medicinais

versão impressa ISSN 1516-0572versão On-line ISSN 1983-084X

Rev. bras. plantas med. vol.17 no.4 supl.2 Botucatu  2015

http://dx.doi.org/10.1590/1983-084X/14_083 

REVISÃO

Uso popular de espécies medicinais da família Verbenaceae no Brasil

Popular use of medicinal species of the Verbenaceae family in Brazil.

A.C.B. SANTOS1  * 

T.S. NUNES1 

T.S. COUTINHO1 

M.A.P SILVA1 

1Universidade Regional do Cariri - URCA, Programa de Pós-graduação em Bioprospecção Molecular, Rua Cel. Antônio Luis, 1161, Pimenta, Crato, CE, CEP: 63100-000.

RESUMO

Com o presente trabalho objetivou-se realizar um levantamento bibliográfico acerca das espécies da família Verbenaceae utilizadas na medicina popular nas diversas regiões do Brasil. Os trabalhos acadêmicos utilizados para elaboração desta pesquisa foram extraídos de revistas indexadas junto ao Scielo publicadas no período de 2000 a 2012, sendo também realizada busca no Google acadêmico. Os dados foram compilados e organizados em ordem alfabética por espécies, seguidas do nome popular, forma de uso, parte usada, indicações e área de estudo. Foram encontrados um total de 85 publicações indicando 55 espécies distribuídas em oito gêneros. A espécie com maior número de citações foi Lippia alba (Mill.) N.E.Br., com 56 registros. Das plantas descritas na literatura, a folha foi o órgão mais citado como parte usada e o chá, o modo de preparo mais utilizado. Dentre as categorias de indicações medicinais, as plantas que mereceram destaque foram às relacionadas ao tratamento das doenças do sistema respiratório e digestório. Constatou-se que o Rio de Janeiro foi o estado que contou com o maior número de publicações na área. O uso de plantas medicinais está cada vez mais presente entre as diversas comunidades. Com isso, as informações contidas neste trabalho servirão para auxiliar na elaboração de banco de dados sobre o modo de uso das plantas pertencentes à família Verbenaceae com potencial medicinal encontradas nos Estados brasileiros.

Palavras-chave Recursos Vegetais; Comunidade tradiciona; Plantas medicinais

ABSTRACT

The current work aimed to conduct a literature review about the Verbenaceae family species used in popular medicine in different regions of Brazil. The academic papers employed for the preparation of this research were taken from journals indexed by the Scielo published from 2000 to 2012, and a research in Google scholar tool was also performed. The data were compiled and organized alphabetically by species, followed by the popular name, manner of use, employed part, indications and study area. A total of 85 publications indicating 55 species were found and distributed into eight genera. The species with the highest number of citations was the Lippia alba (Mill.) N.E.Br., with 56 records. From the plants described in the literature, the leaf was the most cited part of the vegetables, and the tea was the most widely used preparation method. Among the categories of medicinal recommendations, the highlighted plants were the ones related to the treatment of diseases of the respiratory and the digestive systems. It was observed that Rio de Janeiro was the state in which the largest number of publications in the area was concentrated. The use of medicinal plants is increasingly present among several communities. Thus, the information in this work will be applied to assist in database development on how to use the plants belonging to the family Verbenaceae with medicinal potential found in Brazilian states.

Keywords Plant Resources; Traditional community; Medicinal plants

INTRODUÇÃO

Desde épocas remotas, as sociedades acumulam informações e experiências sobre o ambiente em que vivem, para com ele interagir e prover suas necessidades de sobrevivência. Uma interação importante vem das plantas que ao longo do desenvolvimento das civilizações apresentaram importantes utilidades, servindo não só como fonte de alimento e uso ornamental, mas também como forma de obtenção de medicamentos, cosméticos e outros (Badke et al., 2012). Essas interações entre seres humanos e plantas são moldadas pela história, pela cultura, pelos ambientes físico, biológico, social e pelas características inerentes às plantas (Araújo, 2007).

O uso medicamentoso das plantas é muito frequente entre a população mais pobre, sendo cultivadas e até comercializadas, o que contribui com a divulgação do seu efeito de acordo com o uso popular, despertando o interesse de estudos sobre uma determinada espécie, aliando o conhecimento popular a medicina (Maciel et al., 2002).

O conhecimento de plantas medicinais representa em muitas vezes o único recurso terapêutico de comunidades e grupos éticos, sendo que a procura por tratamentos alternativos ou aliados a medicamentos, vem aumentando consideravelmente, tornando essa prática frequente entre a sociedade brasileira (Silva & Hahn, 2011).

A etnobotânica tem sido objeto de estudo no mundo e no Brasil, onde as diversas áreas de investigação tentam resgatar o conhecimento popular a respeito dos vegetais, seus usos e especialmente ao uso medicinal. A intensificação dos trabalhos etnobotânicos leva a conhecer essas espécies e poderá servir como instrumento para traçar estratégias de utilização das espécies nativas e seus potenciais (Ming et al., 2000).

A família Verbenaceae compreende cerca de 98 gêneros e 2614 espécies no mundo. No Brasil, encontram-se 47 gêneros distribuídos em 407 espécies nos diferentes hábitos, desde ervas perenes, arbustos até subarbustos, encontrados nas regiões tropicais e subtropicais (Salimena et al., 2013; Vandresen, 2005), apresentando distribuição pantropical, mas principalmente neotropical (Bueno & Leonhardt, 2011). As espécies estão distribuídas em todas as regiões do país, ocorrendo em vegetações do tipo Campo Rupestre, Cerrado (latu sensu) e Floresta Ombrófila (Floresta Pluvial), sendo presente em diversos domínios fitogeográfico, como: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pampa (Salimena et al., 2013). Suas espécies apresentam diferentes aplicações, podendo ser utilizadas pelas propriedades medicinais de algumas espécies, bem como ornamentais e madeiras, sendo esta última amplamente empregada na economia (Melo et al., 2010). Uma característica da família é a presença de tricomas secretores, geralmente produtores de óleos essenciais de grande valor medicinal (Favorito, 2009).

Diante dessas considerações, no presente trabalho objetivou-se realizar um levantamento bibliográfico de artigos publicados no período de 2000-2012 acerca das espécies de Verbenaceae utilizadas na medicina popular nas diversas regiões do Brasil, contribuindo dessa forma, para a conservação destas informações, assim como, dando subsídio para posteriores investigações no âmbito farmacológico científico no intuito de comprovar as propriedades referidas nesta pesquisa.

MATERIAL E MÉTODOS

Coleta de dados

O estudo foi baseado em um levantamento bibliográfico no período de 2000 a 2012 sobre as espécies de Verbenaceae com potencial medicinal utilizada por comunidades brasileiras.

Os trabalhos acadêmicos utilizados para elaboração desta pesquisa foram extraídos de revistas indexadas junto ao Scielo, sendo também realizada busca no google acadêmico. As palavras-chave utilizadas como fonte de pesquisa foram: Verbenaceae, Etnobotânica, Plantas Medicinais, Uso de Recursos Vegetais e Medicina popular.

Para revisão dos nomes científicos e sinonímias das espécies citadas foram utilizados os portais da Lista de espécies da Flora do Brasil (Koch et al., 2014) e Tropicos (2014), baseado na classificação do APG III (2009).

Registro das Espécies da Família Verbenaceae

No levantamento etnobotânico da família Verbenaceae, foram registrados um total de 85 publicações indicando 55 espécies distribuídas em oito gêneros, sendo que 36 foram identificadas a nível de espécie, 19 somente a nível de gênero e quatro não identificadas. Das espécies identificadas apenas a nível de gênero, Lippia sp. foi a mais representativa com 12 indicações (Tabela 1).

TABELA 1 Espécies medicinais da família Verbenaceae, seguidas pelo Nome Popular, Forma de Uso, Parte Usada, Indicações, Área de Estudo e Referências. 

Nome Científico Nome Popular Forma de Uso Parte Usada Indicações Área de Estudo Referências
Aloysia citriodora Palau
[Sin.Aloys/a triphylla (L'Hér.) Britton]
Cidró, cidró-pessegueiro, cidrão, cidreira, cidrozinho, erva-Luíza, ervacidreira Chá Fo Adstringente, sedativo brando, febre, sistema digestivo, inseticida, bactericida, resfriado, tônica, antiespasmódica, carminativa, eupéptica, calmante, anti-gripal, coração, estimulante, probema nervoso, acne Anita Garibaldi (SC)
Cascavel (PR)
Ipê (RS)
Itapoá (SC)
Lages (SC)
Lorenzi & Matos (2008)
Maia et al. (2011)
Merétika et al. (2010)
Negrelle et al. (2007)
Ritter et al. (2002)
A. gratissima (Gillies & Hook. ex Hook.) Tronc. Alfazema, alfazema-do-Brasil, alfazema-macho,novalgina-em-folhas Banho Fo, Cl, Pt Dor no corpo, febre, dor de cabeça, doenças da pele, infecções brônquicas, afecções pulmonares, antimicrobiana Barra do Piraí (RJ)
Casimiro de Abreu (RJ)
Paraty (RJ)
Quissamã (RJ)
Santa Leopodina (ES)
Borges & Peixoto (2009)
Boscolo & Valle (2008)
Christo et al. (2010)
Crepaldi (2007)
Parente & Rosa (2001)
Santos et al. (2009)
A. lycioidesCham. [Sin.A. pulchra (Briq.) Moldenke] Cidró Chá Fo Antigripal Cascavel (PR) Negrelle et al. (2007)
A. oblanceolata Moldenke Camomila, pau-de-angola- pequeno Macapá (AP)
Ouro Verde de Góias (GO)
Silva (2002)
Silva & Proença (2008)
Aloysia sp1. Alecrim-do-chile, alcanflor Anastácio (MS) Cunha & Bortolotto (2011)
Aloysia sp2. Erva-santa Intestino preso, dor no estômago, dor de barriga, diarréia, gastrite, Florianópolis (SC) Giraldi & Hanazaki (2010)
enjôo, induzir vômito, gases, má digestão, congestão, queimor no estômago, purgante, laxante.
Bouchea fluminensis (Vell.)
Moldenke
[Sin.B. pseudogervao (A.St.-Hil.) Cham.]
Gervão-de-folha-grande Fo Úlceras Fenner et al. (2006)
Bouchea sp. Gervão-roxo Nova Friburgo (RJ)
Petrópolis (RJ)
Leitão et al. (2009)
Casselia chamaedryfolia Cham. [Sin.Casslia mansoi Schauer] Saúde-da-mulher Mato Grosso Guarim Neto & Morais (2003)
Lantana caatingensis Moldenke Alagoinha (PE) Albuquerque et al. (2005)
L. camara L. Bem-me-quer, cambará, cambará-de- chumbo, cambará- de-espinho, cambará-de- cheiro, Infusão, decocto, extrato fluido, xarope, elixir, banho Fo, Fl, Sm Afecção pulmonar, asma, bronquite, dor de ouvido, espasmo, febre, peitoral, reumatismo, tosse catarral, coqueluche, vias respiratórias, enjoo, catapora, doenças no fígado, higiene íntima, Alagionha (PE)
Amargosa (BA)
Anastacio (MS)
Belo Horizonte (MG)
Boa Vista (RR)
Santa Cruz Cabrália (BA)
Carrancas (MG)
Agra et al. (2008)
Alves et al. (2000)
Amorozo (2002)
Boscolo & Valle (2008)
Botrel et al. (2006)
Brandão et al. (2006)
Brandão et al. (2008)
cambará-de- folha-grande, cambará-miúdo, cambarazinho, camarazinho, cambará- vermelho, capitão-de-campo, milho-de-grilo, carará-juba, cariaquito- vermelho, chumbinho, erva-chumbinho, lantana, mau-me- quer purificação do sangue, ajuda no parto, rouquidão expectorante, diurético, gripe, dor de cabeça Caruaru (PE)
Cantareira (Sp)
Cocal (PI)
Extrema (MG)
Fernão (Mg)
Floresta (PE)
Florianópolis (SC)
Igarassu (PE)
Ilhéus (BA)
Ingaí (MG)
Itacaré (BA)
Itumirim (MG)
Itutinga (MG)
Lavras (MG)
Lima Duarte (MG)
Mato Grosso Nova Friburgo (RJ)
Nova Iguaçu (RJ)
Paulista (PE)
Petrópolis (RJ)
Quissamã (RJ)
Rio de Janeiro (RJ)
Santo Antonio do Leverger (MT)
Chaves & Barros (2012)
Costa & Mayworm (2011)
Costa et al. (2006)
Cunha & Bortolotto (2011)
Cunha et al. (2012)
Guarim Neto & Morais (2003)
Hoeffel et al. (2011)
Leitão et al. (2009)
Lorenzi & Matos (2008)
Lucena et al. (2007)
Maioli-Azevedo & Fonseca-Kruel (2007)
Oliveira (2005)
Oliveira & Menini Neto (2012)
Pinto et al. (2006)
Rodrigues & Carvalho (2001)
Silva & Andrade (2005)
Silva et al. (2010)
Sobrinho et al., (2011)
L. canescens Kunth Lantana Fo, Fl Contusões, diurético, dor de dente Itapoá (SC) Merétika et al. (2010)
Silva (2012)
L. fucata Lindl. [Sin.L. lilacina Desf.] Cambará-roxo, milho-cereja Inflamação de garganta, tosse, gripe, bronquite e asma Alto paraíso de Goiás (GO)
Mato Grosso (MT)
Rio de Janeiro (RJ)
Azevedo & Silva (2006)
Guarim Neto & Morais (2003)
Silva (2012)
Souza & Felfili (2006)
L. megapotamica (Spreng.)
Tronc.
Sabiá-do-mato Dores no estômago e fígado Ipê (RS) Ritter et al. (2002)
Lantana radula Sw. Decocção Fo Gripe, tosse, bronquite Nordeste Agra et al. (2008)
L. trifolia L. Cidreira, uvinha-do-campo Chá Fo Antiúlcera Nossa Senhora do Livramento (MT) Jesus et al. (2009)
Silva (2012)
L. undulata Schrank Camará-branco Ilhéus (BA) Costa et al. (2006)
Silva (2012)
Lantana sp. Camará, chumbinho, moleque-duro Fo, Fl Gripe, febre, asma, tosse, bronquite, diabete, pressão alta, calmante Delmiro Gouveia (AL)
Piranhas (AL)
Almeida (2004)
Lippia alba (Mill.)
N.E.Br.
Alecrim-do-campo, alecrim-selvagem, cambará- de-espinho, camelitana, chá-de-tabuleiro, cidreira, cidreira- brava, cidreira- carmelitana, cidreira-de-folha- redonda, cidrila, erva-cidreira, erva-cidreira-de- arbusto, erva- cidreira-do-campo, erva-cidreira- brasileira, falsa- melissa, melissa Chá, infusão, banho e decocção Fo, Cl, Sm, Fl Dor de barriga, “tudo”, barriga inchada, comida que faz mal, calmante, cólicas, gripe, tosse, pressão alta, cólica menstrual, dor de estômago, cólica intestinal, vômito, diarreia, sedativo, febre, desconforto, anemia, insônia, rouquidão, dor de cabeça, ameba, gases, menopausa, intestino, doenças do sistema nervoso, antidiarreico, digestivo, anti-espasmodico, menstrual, depurativo, convulsão, hipotensor Alagoinha (PE)
Amargosa (BA)
Anastácio (MS)
Apodi (RN)
Arraial do Cabo (RJ)
Bandeirantes (PR)
Belém (PA)
Boa Vista (RR)
Buriti dos Montes (PI)
Cananéia (SP)
Cantareira (SP)
Caruaru (PE)
Cascavel (PR)
Casimiro de Abreu (RJ)
Caucaia (CE)
Crateús (CE)
Demerval Lobão (PI)
Esperantina (PI)
Extrema (MG)
Agra et al. (2008)
Aguiar & Barros (2012)
Albertasse et al. (2010)
Albuquerque et al. (2007)
Albuquerque (2006)
Albuquerque & Andrade (2002a)
Albuquerque & Andrade (2002b)
Alcântara Júnior et al. (2005)
Almeida & Albuquerque (2002)
Amorozo (2002)
Araujo (2007)
Azevedo & Silva (2006)
Brito & Senna-Valle (2011)
Christo et al. (2010)
Crepaldi (2007)
Costa & Mayworm (2011)
Cunha & Bortolotto (2011)
melissa-de-casa orégano, salva, salva-brava, salva-do-Brasil, salva-limão, salva-vida, Sálvia Fernão (MG)
Florianópolis (SC)
Iguape (SP)
Ilha do Cardoso (SP)
Ilha de Santa Catarina (SC)
Ilhabela (SP)
Ipê (RS)
Itaberaba (BA)
Itacaré (bA)
Itapoá (SC)
Jaboatão dos Guararapes (PE)
Jatobá Medonho (PI)
Jeremoabo (BA)
João Pessoa (PB)
Jupi (PE)
Lima Duarte (MG)
Macapá (AP)
Maringá (PR)
Mato Grosso Mogim-Mirim (SP)
Natal (RN)
Nova Iguaçu (RJ)
Nova Friburgo (RJ)
Oeiras (PI)
Ouro Verde de Góias (GO)
Paraty (RJ)
Peruíbe (SP)
Petrópolis (RJ)
Recife (PE)
Rio Branco (AC)
Rio de Janeiro (RJ)
Rosário da Limeira (MG)
Santa Cruz (RN)
Santa Leopodina (ES)
Santo Antonio do Leverger (MT)
São José do Tupé e Central São Luis (MA)
Vila Velha (ES)
Cunha et al. (2012)
Florentino et al. (2007)
Fonseca-Kruel & Peixoto (2004)
Franco & Barros (2006)
Fuck et al. (2005)
Gomes & Bandeira (2012)
Guarim Neto & Morais (2003)
Hoeffel et al. (2011)
Leitão et al. (2009)
Lorenzi & Matos (2008)
Luize et al. (2005)
Luz (2001)
Madaleno (2011)
Magalhães (2006)
Maioli-Azevedo & Fonseca-Kruel (2007)
Martins et al. (2005)
Mendes et al. (2006)
Merétika et al. (2010)
. Miranda & Hanazaki (2008)
Morais et al. (2005)
Mosca & Loiola (2009)
Nascimento et al. (2005)
Negrelle et al. (2007)
Oliveira e Menini Neto (2012)
Oliveira, F. et al. (2010)
Oliveira, H. et al. (2010)
Oliveira, G. et al. (2010)
Paulino et al. (2012)
Pilla et al. (2006)
Pinto et al. (2006)
Ritter et al. (2002)
Scudeller et al. (2009)
Silva (2002)
Silva & Proença (2008)
Silva et al. (2010)
Siviero et al. (2012)
Sobrinho et al. (2011)
Teixeira & Melo (2006)
Tôrres et al. (2005)
L. alnifolia Mart. & Schauer Alecrim-do-mato Decocção e Maceração Fo Anti-séptico tópico e oral Nordeste Agra et al. (2008)
L. citriodora (Lam.)
Kunth
Carmelitana, erva-cheirosa Digestão, cólicas, gases, tônica, antidepressiva, epilepsia, tranquilizante de nervos. Anita Garibaldi (SC)
Lages (SC)
Macapá (AP)
Maia et al. (2011)
Silva (2002)
L. gracilisSchauer Alecrim-da-chapada, alecrim-de-serrote, alecrim-de-tabuleito, alecrim-pimenta, alecrim-de-vaqueiro Chá, infusão, gargarejo, tintura Fo, Fl Infecção na pele, infecção na garganta, cárie, mau cheiro nas axilas e pés, afta, corrimento vaginal, micoses na pele, acne, sarna infetada, pano-branco, caspa, impigem Nordeste Recife (PE) Agra et al. (2008)
Fenner et al. (2006)
Lorenzi e Matos (2008)
Nascimento et al. (2005)
L. lupulina Cham. Erva-cidreira, salva-do-campó Gargarejo Fo, Fl Infecções de garganta e da boca Carrancas (MG)
Ingaí (MG)
Itumirim (MG)
Itutinga (MG)
Guarim Neto & Morais (2003)
Rodrigues & Carvalho (2001)
Lavras (MG)
Mato Grosso
Lippia microphylla Cham. Salva-do-campo, alecrim-da-chapada, alecrim-de-tabuleiro Inalação, xarope Fo Gripe, malária, pneumonia, antiflamatório, sinusite, tosse, congestão nasal, anti-séptico Amargosa (BA)
Boa Vista (RR)
Mutuípe (BA)
Nordeste Recife (PE)
Agra et al. (2008)
Lorenzi & Matos (2008)
Luz (2001)
Nascimento et al. (2005)
Pinto & Maduro (2003)
Silva et al. (2010)
L. origanoides Kunth [Sin.L. sidoides Cham] Alecrim-bravo, alecrim-do-nordeste, alecrim-pimenta, estrepa-cavalo Chá, Tintura Fo, Fl Anti-sépto local, caspa, anti-fúgico local, impingem, dermatoses, rinite alérgica, infecção na pele e garganta, cárie, mal cheiro nas axilas e pés, afta, corrimento vaginal, micoses. Custódia (PE)
Floresta (PE)
Recife (PE)
Fenner et al. (2006)
Lorenzi & Matos (2008)
Nascimento et al. (2005)
L. pseudothea (A.St.-Hil.)
Schauer
Chá-de-pedestre Xarope Fo, Fl Brandão et al. (2006)
Brandão et al. (2008)
L. thymoides Mart. & Schaurer Alecrim Chá; Banho Fo Gripe, tosse, cansaço, nariz entupido, febre, reumatismo Amargosa (BA)
Boa vista (RR)
Jeremoabo (BA)
Gomes & Bandeira (2012)
Silva et al. (2010)
Lippia sp1. Melissa Amargosa (BA)
Boa vista (Rr)
Mutuípe (BA)
Silva et al. (2010)
Lippia sp2. Alecrim-de- Fo, Fl Delmiro Gouveia (AL) Almeida (2004)
vaqueiro, alecrim- de-cabloco, alecrim-pimenta Gripe, bronquite, inflamação nos pulmões, pneumonia, tirar catarro, inflamação na garganta, constipação, coração. Piranhas (AL)
Lippia sp3. Alecrim Decocção Fo Gripe, anti-microbiano, anti-sépco, digestão Buriti dos Montes (PI)
Crateús (CE)
Magalhães (2006)
Lippia sp4. Erva-cidreira Igarassu (PE)
Paulista (PE)
Silva & Andrade (2005)
Lippia sp5. Alecrim Alagoinha (PE) Albuquerque & Andrade (2002b)
Lippia sp6. Alecrim Chá Fo Dor de barriga, má digestão. Alagoinha (PE) Albuquerque & Andrade (2002a)
Lippia sp7. Camarazinha Alagoinha (PE)
Caruaru (PE)
Floresta (PE)
Lucena et al. (2007)
Lippia sp8. Alecrim Infusão Fo Digestão, Disenteria Alagoinha (PE) Albuquerque (2006)
Lippia sp9. Alecrim Decocção, banho Fo Gripe Oeiras (PI) Oliveira, F. et al. (2010)
Lippia sp10. Alecrim-de-passos, alecrim-de-bom-Jesus Banho Fo, Fl Sinusite Oeiras (PI) Oliveira, F. et al. (2010)
Lippia sp11. Erva-cidreira Chá Fo Lagarto (SE) Silva et al. (2006)
Lippia sp12. Melissa Itacaré (BA) Pinto et al. (2006)
Petrea sp. Espinheira-santa Estômago Mogim-Mirim (SP) Pilla et al. (2006)
Stachytarpheta angustifolia (Mill.) Vahl
[Sin.Stachytarpheta elatior Schrad. ex Schult.]
Gervão, mocotó Suco ou sumo Fo Igarassu (PE)
Mato Grosso Nova Xavantina (MT)
Nordeste Paulista (PE)
Agra et al. (2008)
Guarim Neto & Morais (2003)
Silva & Andrade (2005)
S. cayennensis (Rich.) Vahl
[Sin.S. dichotoma (Ruiz & Pav.)
Vahl]
Aguarapondá, aguare-ponda, chá-de-burro, chá-do-Brasil, erva-de-grilo, erva-gervão, ervão, falsa-verbena, gervão, gervão-azul, gervão-do-campo, gervão-legítimo, gervão-preto, gervão-roxo, gervão-verdadeiro, jarbão, mocotó, orgibão, rincão, rinchão, uregão, urgevão, verbena, verbena-falsa Decocção, Bochecho, xarope, infusão Fo, Cl, Pt Tônico estomacal, estimulante gastrointestinal, febre, dispepsia, diurético, emoliente, problemas hepáticos crônicos, anti-helmíntico, vermífugo, úlceras, sórdidas, cicatrizante, anemia, colesterol, problemas de fígado, dores estomacais, câncer, glicose, diabetes, emagrecer, vitamina, amarelão (hepatite), triza (hepatite), dor de dente, dor de barriga, doenças no aparelho respiratório, dores no estômago, anti-espasmódico Anastácio (MS)
Anita Garibaldi (SC)
Arraial do Cabo (RJ)
Auto Paraíso de Goiás (GO)
Cantareira (SP)
Carrancas (MG)
Casimiro de Abreu (RJ)
Extrema (MG)
Fernão (MG)
Florianópolis (SC)
Governador Valadares (MG)
Iguape (SP)
Ilhabela (SP)
Ingaí (MG)
Itacaré (BA)
Itapoá (SC)
Itumirim (MG)
Itutinga (MG)
Lages (SC)
Lavras (MG)
Lima Duarte (MG)
Macapá (AP)
Madureira (RJ)
Agra et al. (2008)
Amorozo (2002)
Araujo (2007)
Azevedo & Silva (2006)
Boscolo & Valle (2008)
Brandão et al. (2006)
Brandão et al. (2008)
Brasileiro et al. (2006)
Brito & Senna-Valle (2011)
Christo et al. (2010)
Costa & Mayworm (2011)
Costa et al. (2006)
Crepaldi (2007)
Cunha & Bortolotto (2011)
Feijó et al. (2012)
Fonseca-Kruel & Peixoto (2004)
Gandolfo & Hanazaki (2011)
Giraldi & Hanazaki (2010)
Guarim Neto & Morais (2003)
Hoeffel et al. (2011)
Jesus et al. (2009)
Leitão et al. (2009)
Lorenzi & Matos (2008)
Mangaratiba (RJ)
Mato Grosso Nossa Senhora do Livramento (MT)
Paraty (RJ)
Pelotas (RS)
Peruíbe (SP)
Quissamã (RJ)
Rio Branco (AC)
Rio de Janeiro (RJ)
Santa Leopodina (ES)
Santo Antonio do Leverger (MT)
São joão do Tupé e Central São Luis (MA)
Madaleno (2011)
Maia et al. (2011)
Maioli-Azevedo & Fonseca-Kruel (2007)
Medeiros et al. (2004)
Medeiros et al. (2005)
Merétika et al. (2010)
Oliveira & Menini Neto (2012)
Pinto et al. (2006)
Rodrigues & Carvalho (2001)
Scudeller et al. (2009)
Silva (2002)
Siviero et al. (2012)
S. jamaicensis (L) Vahl Aguara-ponda, chá-do-Brasil, gerbão, gervão, gervão-azul, orgibão, urgevão Infusão Fo Diabetes, úlceras sórdidas, antimalária, fígado, estômago Rosário da Limeira (MG)
Vila Velha (ES)
Albertasse et al. (2010)
Fenner et al. (2006)
Oliveira (2008)
Oliveira, H. et al. (2010)
S. polyura Schauer Gervão Mato Grosso Guarim Neto & Morais (2003)
S. schottiana Schauer Gervão-da-praia Rz Vermes, problemas no fígado Quissamã (RJ) Boscolo & Valle (2008)
Stachytarpheta sp1. Gervão Tônica, febrífuga, infecções, vermífuga, reduz colesterol Alto Paraíso de Goiás (GO) Souza & Felfili (2006)
Stachytarpheta sp2. Pt Retenção de urina, inflamação renal Delmiro Gouveia (AL)
Piranhas (AL)
Almeida (2004)
Verbena intermedia Gillies & Hook. ex Hook Gervão-da-folha-branca, fel-de-terra Pontada no fígado, abrir o apetite Ipê (RS) Ritter et al. (2002)
V. litoralis Kunth Fo Problemas de estômago, problemas de fígado, dores de estômago, colesterol, leucemia Igarassu (PE)
Itapoá (SC)
Merétika et al. (2010)
V. montevidensis Spreng. Gervão Decocção, bochecho Fo Fígado (dor intoxicação) Ipê (RS) Ritter et al. (2002)
V. officinalis L. Vervena Fo Feridas Fenner et al. (2006)
Indeterminada 1 Narapiró Itacaré (BA) Pinto et al. (2006)
Indeterminada 2 Alfazema II Itacaré (BA) Pinto et al. (2006)
Indeterminada 3 Erva-cidreira-de- canelinha-rosa Chá Fo Jupi (PE) Teixeira & Melo (2006)
Indeterminada 4 Hortelão Decocção, lambedor, inalação Fo, Fl Gripe Oeiras (PI) Oliveira, F. et al. (2010)

Nome científico: (Sin.: sinonímias). Parte usada: (Fo: Folha, Fl: Flor, Fr: Fruto, Rz: Raiz, Cl: Caule, Sm: Semente; Pt: Planta toda). Área de Estudo: (SC: Santa Catarina, PR: Paraná, RS: Rio Grande do Sul; RJ: Rio de Janeiro, ES: Espírito Santo; AP: Amapá; GO: Goiás; MS: Mato Grosso do Sul, PE: Pernambuco, Bahia: Bahia, MG: Minas Gerais, RR: Roraima, SP: São Paulo, PI: Piauí, MT: Mato Grosso, AL: Alagoas, RN: Rio Grande do Norte, PA: Pará, CE: Ceará, AC: Acre, MA: Maranhão, SE: Sergipe).

As espécies com maior número de citações foram Lippia alba (Mill.) N.E.Br., Stachytarpheta cayannensis (Rich.) Vahl. e Lantana camara L. com 56, 35 e 25 citações, respectivamente. Já dentre os gêneros listados, aqueles com maior números de espécies foram Lippia spp. (22 registros), seguidos de Lantana spp. (9), Stachytarpheta spp. (7), Aloysia spp. (6) e Verbena spp. (4).

O trabalho de Brito & Senna-Valle (2011) desenvolvido em Paraty (RJ) mostrou que Lippia alba (Mill.) N. E. Br. (erva-cidreira) apresentou o maior valor de Importância Relativa, ou seja, foi a espécie indicada para o tratamento de um maior número de sintomas.

Com relação à atividade farmacológica de Lippia alba (Mill.) N.E.Br, essa espécie apresenta várias ações, sendo o calmante a mais utilizada (Aguiar & Barros, 2012; Borba & Macedo, 2006). Camêlo et al. (2011) e Favorito (2009) afirmaram ainda, que L. alba possui características que mostram que a mesma possui propriedades medicinais em função da atividade sedativa de seu óleo essencial produzido de óleos pelos seus tricomas secretores.

Do levantamento das espécies medicinais realizado nos trabalhos que serviram como base para esta pesquisa, pode-se constatar que os trabalhos com maior riqueza de espécies medicinais da família Verbenaceae foram: Guarim Neto & Morais (2003) e Agra et al. (2008) com oito registros cada, seguidos de Pinto et al. (2006) com seis, Merétika et al. (2010), Fenner et al. (2006) e Silva et al. (2010) com cinco espécies cada

Alguns autores listaram espécies que atualmente são consideradas sinônimas. Dessa forma, foram agrupadas todas as informações referentes às espécies sinônimas, dentre elas estão: Aloysia citriodora Palau [=A. triphylla (L’Hér.) Britton]; A. lycioides Cham. [=A. pulchra (Briq.) Moldenke]; Bouchea fluminensis (Vell.) Moldenke [=B. pseudogervao (A.St.-Hil.) Cham.]; Casselia chamaedryfolia Cham. [= C. mansoi Schauer]; Lantana fucata Lindl. [= L. lilacina Desf.]; Lippia origanoides Kunth [= L. sidoides Cham]; Stachytarpheta angustifolia (Mill.) Vahl [= S. elatior Schrad. ex Schult.] e S. cayennensis (Rich.) Vahl [=S. dichotoma (Ruiz & Pav.) Vahl].

Não foram levadas em consideração as espécies que não pertencem atualmente ao grupo das Verbenaceae e que foram registrados nos trabalhos analisados como sendo desse grupo, como por exemplo, Vitex spp. (Lamiaceae).

Em relação à utilização das plantas descritas na literatura a parte mais utilizada foi a folha com 32 indicações, seguida pela flor (11). A forma de uso mais referenciada foi o chá (=infusão) com 16 citações. As patologias mais citadas foram referentes aos problemas respiratórios e digestivos.

Os dados deste trabalho corroboram com as pesquisas de Aguiar & Barros (2012) e Albertasse et al. (2010) onde afirmaram que a folha e o chá também foram à parte usada e o modo de preparo respectivamente mais citados.

Estudos sobre diversidade e uso de recursos medicinais, realizados por Chaves & Barros (2012), assim como, estudos sobre utilização de plantas medicinais por Costa & Mayworm (2011), corroboraram com os dados levantados nesse trabalho sobre as categorias de indicações das plantas medicinais sendo que o maior número de indicações referiam-se ao tratamento das doenças do sistema respiratório e do aparelho digestório.

Quanto à área de estudo dos artigos analisados, todas as regiões foram contempladas, sendo que os Estados que apresentaram o maior número de trabalhos publicados foram Rio de Janeiro com 11 registros, seguidos de Minas Gerais e Pernambuco com sete trabalhos cada.

Amorozo (2002) afirmou que embora algumas populações encontrem facilidades médicas, como centros de saúde e hospitais, o uso de plantas com fins terapêuticos faz parte do cotidiano da maioria das pessoas.

Badke et al. (2012) e Borba & Macedo (2006), afirmaram que o conhecimento sobre as plantas medicinais é adquirido ao longo do tempo, seja por meio de transmissão oral, ou do conhecimento iniciado na infância e passado de geração para geração.

Desse modo, o uso de plantas medicinais está cada vez mais presente entre as comunidades, fazendo com que a importância de estudos nesta área seja cada vez mais ampliada. Com isso, as informações contidas neste trabalho servirão para auxiliar na elaboração de banco de dados sobre o modo de uso das plantas pertencentes à família Verbenaceae com potencial medicamentoso encontradas nos Estados brasileiros.

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Recebido: 24 de Julho de 2014; Aceito: 03 de Março de 2015

*Autor para correspondência: carlito.santos@urca.br

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