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Revista CEFAC

On-line version ISSN 1982-0216

Rev. CEFAC vol.11 no.2 São Paulo Apr./June 2009

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-18462009000200009 

ARTIGO ORIGINAL
MOTRICIDADE OROFACIAL

 

Avaliação miofuncional orofacial - protocolo MBGR

 

Orofacial myofunctional evaluation - MBGR protocol

 

 

Katia Flores GenaroI; Giédre Berretin-FelixII; Maria Inês Beltrati Cornacchioni RehderIII; Irene Queiroz MarchesanIV

IFonoaudióloga; Livre Docente do Departamento de Fonoaudiologia da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo, FOB-USP, Bauru, SP; Docente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação, Área de Concentração Fissuras Orofaciais e Anomalias Relacionadas do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo, HRAC-USP, Bauru, SP
IIFonoaudióloga; Professora Doutora do Departamento de Fonoaudiologia da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo, FOB-USP, Bauru, SP; Docente do Programa de Pós-Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo, FOB-USP, Bauru, SP
IIIFonoaudióloga; Docente e Coordenadora do CEFAC - Pós-Graduação em Saúde e Educação; Clínica Parole de Fonoaudiologia, Rio Claro, SP; Doutora em Distúrbios da Comunicação Humana pela Universidade Federal de São Paulo
IVFonoaudióloga; Docente e Diretora do CEFAC - Pós-Graduação em Saúde e Educação; Doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

OBJETIVO: apresentar um protocolo com escores na área de motricidade orofacial intitulado Protocolo MBGR.
MÉTODOS: a partir de protocolos utilizados na área da motricidade orofacial foi elaborado um novo protocolo contendo escores, o qual foi aplicado em sujeitos normais e em pacientes, em cinco fases distintas durante dois anos. A aplicação do protocolo, em cada fase, foi realizada por juízes independentes. Sempre ao final de cada fase o grupo que elaborou o protocolo fez os ajustes necessários para que o mesmo pudesse ser sensível aos problemas da área da motricidade orofacial.
RESULTADOS: um novo protocolo na área de motricidade orofacial com escores foi elaborado e testado durante dois anos em cinco diferentes fases possibilitando obter parâmetros numéricos.
CONCLUSÃO: foi apresentado o Protocolo MBGR com escores, o qual permite ao fonoaudiólogo avaliar, diagnosticar e estabelecer prognóstico em motricidade orofacial.

Descritores: Avaliação; Respiração; Mastigação; Deglutição; Fala


ABSTRACT

PURPOSE: to present a protocol with scores on the Orofacial Myofunctional area. This protocol is called MBGR.
METHODS: based on different protocols used in the Orofacial Myofunctional area, a new protocol with scores was elaborated. This protocol was applied in both, patients and non-patients during five distinct phases during the elaboration. After each phase, the results were analysed and the necessary corrections were performed in order to improve the protocol and, in this way, provide an accurate diagnosis and prognosis. It took two years to elaborate the protocol. During those two years, independent judges were responsible for testing the protocol in each phase.
RESULTS: a new protocol with scores on the Orofacial Myofunctional area was elaborated and tested during two years in different phases. The new MBGR Protocol gives the possibility to obtain numeric parameters.
CONCLUSION: the MBGR Protocol with scores was presented. This protocol helps the Speech-Language Pathologist to evaluate and give the diagnosis and the prognosis on the Orofacial Myology area.

Keywords: Evaluation; Respiration; Mastication; Deglutition; Speech


 

 

INTRODUÇÃO

A avaliação clínica em motricidade orofacial (MO) representa fundamental etapa no processo de diagnóstico fonoaudiológico nessa área, uma vez que possibilita a compreensão das condições anatômicas e funcionais do sistema estomatognático. Permite, ainda, estabelecer o raciocínio terapêutico e definir a necessidade de encaminhamentos, além de fornecer dados quanto ao prognóstico do caso.

Visando o desenvolvimento do raciocínio clínico, assim como a padronização das informações contidas em uma avaliação clínica, várias propostas foram publicadas 1-12, bem como no que diz respeito à documentação fotográfica do paciente em motricidade orofacial 13 .

Especificamente quanto aos aspectos miofuncionais orofaciais relacionados ao controle motor da fala, um protocolo voltado à clínica fonoaudiológica a partir de revisão sistemática da literatura, foi elaborado sendo que o protocolo proposto foi composto por aspectos comumente citados na bibliografia relacionada 14 .

No que se refere à função mastigatória constatou-se a falta de padronização da avaliação dessa função no que se refere aos aspectos a serem investigados e a forma de avaliação. Assim, foi criada uma proposta de protocolo para a avaliação clínica da mastigação, visando definir critérios para a avaliação 15 . Ainda relacionado à avaliação da mastigação, foi padronizada uma metodologia voltada à mensuração do tempo mastigatório em adultos jovens, considerando alimentos de diferentes consistências e porções específicas 16 .

Buscando abordar aspectos gerais do sistema estomatognático, bem como as funções de respiração, mastigação e deglutição, foi desenvolvido um protocolo de avaliação miofuncional orofacial com escores 17 . A validação do mesmo foi alcançada a partir da aplicação desse protocolo em crianças de 6 a 12 anos de idade, cujos resultados foram comparados aos alcançados com o uso de um instrumento tradicional, assim como comparados os dados de dois diferentes avaliadores calibrados.

Parâmetros objetivos (quantitativos) foram atribuídos ao exame clínico do sistema estomatognático na avaliação do frênulo lingual e na análise facial 18,19. Essa possibilidade, somada a contribuição dos aspectos qualitativos envolvidos na complexidade desse sistema e, consequentemente, das funções por ele desempenhadas, valoriza a possibilidade de utilização de escores nos protocolos miofuncionais orofaciais.

Tais achados numéricos facilitam a avaliação da gravidade da disfunção apresentada pelo paciente, assim como a comprovação da eficácia da terapêutica empregada nos diferentes distúrbios miofuncionais orofaciais. Além disso, o fato de se ter um protocolo padronizado de avaliação possibilita a uniformização dos exames pelos diferentes profissionais, contribui com a formação acadêmica de alunos na área de Motricidade Orofacial, bem como favorece a comparação de achados de diferentes centros de estudo.

O objetivo deste artigo é apresentar um protocolo específico e detalhado da área de Motricidade Orofacial com escores, intitulado Protocolo MBGR (Marchesan, Berrentin-Felix, Genaro, Rehder), que permita ao fonoaudiólogo avaliar, diagnosticar e estabelecer prognóstico em motricidade orofacial.

 

MÉTODOS

Durante os anos de 2007 e 2008, um grupo de quatro fonoaudiólogas brasileiras com grande experiência na área da MO, além de experiência em Fonoaudiologia Clínica e em ensino e pesquisa, reuniu-se periodicamente. Este grupo entendeu que seria importante rever os protocolos de avaliação já publicados, bem como aqueles utilizados diariamente na prática clínica e, a partir desses dados, foi elaborado um novo protocolo de avaliação com escores, na área de Motricidade Orofacial, contendo o histórico e o exame clínico.

Após a análise dos protocolos, selecionaram-se aqueles que avaliam os problemas relacionados à Motricidade Orofacial de forma geral 6,9, os aspectos relacionados à avaliação das estruturas e funções orofaciais 10, bem como o utilizado na disciplina de Motricidade Orofacial do Curso de Fonoaudiologia da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo. Além disso, foram utilizadas figuras temáticas padronizadas 20 e utilizadas em alguns estudos 21-24 .

O protocolo de exame clínico compreende observação da postura corporal, análise morfológica extra e intra-oral, avaliação da mobilidade, tonicidade e sensibilidade orofacial, além das funções de respiração, mastigação, deglutição e fala. Os dados obtidos durante o exame pretendem, ainda, possibilitar a identificação da origem do problema, direcionando o processo terapêutico.

O processo de elaboração do protocolo MBGR compreendeu cinco etapas distintas, sendo a primeira relacionada ao estudo e proposta de um protocolo inicial. Após a elaboração desse primeiro protocolo, como segunda etapa, o mesmo foi analisado por seis juizes especialistas em Motricidade Orofacial, com no mínimo oito anos de experiência, os quais sugeriram ajustes, buscando facilitar o entendimento e a anotação dos dados e, em seguida, essas sugestões foram analisadas pelo grupo idealizador do protocolo, a fim de verificar a sua pertinência, bem como realizar as modificações necessárias no protocolo. Na terceira etapa, o protocolo foi aplicado, pelas mesmas juízas especialistas, em 15 sujeitos normais, sendo sete adultos acima de 18 anos, e oito crianças e adolescentes. Novas sugestões foram propostas, sendo as mesmas analisadas pelo grupo, que mais uma vez, realizou os ajustes necessários ao protocolo. Estando o mesmo pronto, na quarta etapa, foi aplicado em 233 pacientes crianças, adolescentes e adultos, sendo que todos os aspectos que ainda geraram dúvidas, a partir dessa aplicação, foram revistos e adaptados, até que se obteve a "versão consenso final" entre os especialistas que aplicaram e os que desenvolveram o protocolo. Como quinta e última etapa, o MBGR foi aplicado em sua versão final, em mais 27 sujeitos, para confirmação da inexistência de dúvidas quanto à utilização do mesmo, o que foi obtido.

Assim, a versão final encontra-se a seguir e apresenta a história clínica que compreende: identificação, queixas, antecedentes familiares e intercorrências; desenvolvimento e dificuldades motoras; problemas de saúde e respiratórios, sono e tratamentos realizados; aspectos ligados à alimentação desde a amamentação até a alimentação atual; bem como sobre a mastigação, deglutição, hábitos orais e também aspectos envolvendo a comunicação, fala, audição, voz e escolaridade. Abrange ainda o exame miofuncional orofacial que envolve: postura de cabeça e de ombros; medidas da face, movimento mandibular e oclusão; análise facial; exame intra-oral envolvendo bochechas, língua, palato, tonsilas palatinas, dentes e oclusão; mobilidade, tonicidade e dor à palpação; além das funções de respiração mastigação, deglutição, fala e voz. Nesse protocolo também está proposta a documentação a ser realizada, envolvendo tanto foto como filmagem, para análise posterior. Finalmente tem-se um resumo dos aspectos avaliados e os escores esperados e alcançados.

Essa pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Instituição de origem: CEFAC - Saúde e Educação, sob o número 100-03.

 

RESULTADOS

Na Figura 1 está apresentado o Protocolo MBGR.

 

DISCUSSÃO

O protocolo, apresentado nesse trabalho foi elaborado para que o maior número de dados seja coletado, de modo a facilitar o diagnóstico dos distúrbios miofuncionais orofaciais. Ele é extenso, porém de fácil aplicação e mantém o mesmo padrão dos protocolos de Motricidade Orofacial geral, existentes até o momento 6. Por ser um protocolo da MO de caráter mais global, quando for necessário, devem ser utilizados outros protocolos mais específicos para problemas pontuais como é o caso das disfunções da articulação temporomandibular 4,10,15; paralisia facial 25; problemas de fala de origem neurológica 26; fissura labiopalatina e disfunção velofaríngea 27,28, dentre outros.

Os autores do protocolo MBGR sugerem a realização de medidas para análise facial 29,30 e frênulo lingual 18, bem como da oclusão (estática e dinâmica) e dos movimentos mandibulares 5,11. O protocolo MBGR contém ainda questões que demandam do avaliador análises subjetivas baseadas no seu conhecimento. A investigação criteriosa dos aspectos anatômicos se faz necessária, uma vez que os problemas encontrados podem estar diretamente relacionados às alterações funcionais apresentados pelo paciente, ou ainda, limitar o sucesso do tratamento.

Para analisar o aspecto motor foram somados os escores atribuídos em todas as provas motoras especificas, além da avaliação da diadococinesia oral, que possibilita a identificação de problemas no controle neuromuscular 31,32. As funções orofaciais de respiração, mastigação, deglutição e fala são abordadas de modo a fornecer dados que possam ser relacionados aos itens investigados, tanto na historia clinica, como nas demais sessões do protocolo de avaliação.

O uso de escores possibilita quantificar o grau da alteração apresentada pelo paciente nos diferentes aspectos investigados, trazendo contribuição aos trabalhos científicos, como também para acompanhamento da evolução do caso ao longo do tratamento miofuncional orofacial.

Esse artigo apresenta o protocolo MGBR. Em uma segunda etapa será realizada a validação do mesmo, com escores de normalidade para as diferentes faixas etárias.

 

CONCLUSÃO

Esse artigo apresentou o Protocolo MGBR, com escores, o qual permite ao fonoaudiólogo avaliar, diagnosticar e estabelecer prognóstico em motricidade orofacial.

 

REFERÊNCIAS

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Endereço para correspondência:
Katia Flores Genaro
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E-mail: ktgen@uol.com.br

Recebido em: 18/09/2008
Aceito em: 20/03/2009
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