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Revista CEFAC

On-line version ISSN 1982-0216

Rev. CEFAC vol.11  supl.1 São Paulo  2009 Epub Mar 20, 2009

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-18462009005000020 

ARTIGO ORIGINAL
AUDIOLOGIA

 

Prevalência de indicadores de risco para surdez em neonatos em uma maternidade paulista

 

Prevalence of deafness risk indicators in newborns in a São Paulo' upcountry materninty hospital

 

 

Bárbara Carolina Teixeira AmadoI; Elizabeth Oliveira Crepaldi de AlmeidaII; Paloma Savioli BerniIII

IAluna do Curso de Graduação em Fonoaudiologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, PUCCAMP, Campinas, SP; Bolsista de Iniciação Científica; Membro do Grupo de Estudo dos Aspectos Moleculares da Perda Auditiva da Universidade Estadual de Campinas
IIFonoaudióloga; Docente Titular do Curso de Fonoaudiologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, PUCCAMP, Campinas, SP; Pesquisadora do Grupo de Estudo dos Aspectos Moleculares da Perda Auditiva da Universidade Estadual de Campinas; Doutora em Educação
IIIAluna do Curso de Graduação em Fonoaudiologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, PUCCAMP, Campinas, SP; Bolsista de Iniciação Científica; Membro do Grupo de Estudo dos Aspectos Moleculares da Perda Auditiva da Universidade Estadual de Campinas

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

OBJETIVO: identificar os indicadores de risco para perda auditiva em recém-nascidos de um hospital da rede pública de Campinas - São Paulo, no período de julho de 2007 a janeiro de 2008.
MÉTODOS: a amostra foi composta por 589 protocolos de neonatos avaliados no Programa de Triagem Auditiva Neonatal Universal, no período.
RESULTADOS: do total de protocolos estudados, 152 (25,8%) evidenciaram presença de indicadores de risco para surdez em neonatos. Dentre eles, os mais prevalentes, em ordem decrescente, foram: antecedentes familiares (26,3%), boletim Apgar de 0 a 4 no primeiro minuto (23,6%), uso de medicamentos ototóxicos (23,6%), permanência em incubadora (22,3%), hiperbilirrubinemia (21,7%) e permanência em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (18,4%).
CONCLUSÃO: o número de indicadores de risco encontrados por neonato variou de um a seis. Dentre os neonatos com indicadores de risco, apenas um bebê falhou nas três avaliações realizadas na triagem auditiva, sendo que, de acordo com seu protocolo, ele apresentava três indicadores de risco para surdez.

Descritores: Audiologia; Indicador de risco; Triagem


ABSTRACT

PURPOSE: to identify the hearing loss risk indicators in newborns at a public hospital facility in Campinas - São Paulo, in the period from July 2007 to January 2008.
METHODS: sample composed of 589 protocols of newborns evaluated in the Program of Universal Hearing Screening during the considered period.
RESULTS: 152 protocols (25.8%) showed hearing loss risk indicators. Among them, the most prevalent were, in decreasing order: family antecedents (26.3 %); Apgar index from 0 to 4 in the first minute (23.6%); ototoxic drug use (23.6 %), incubator permanence (22.3%), hyperbilirubinemia of the newborn (21.7%) and permanence in Neonatal Intensive Care Unit (18.4%).
CONCLUSION: the number of risk indicators found per newborn ranged from 1 to 6. Among the newborns with hearing loss risk indicators, just one baby failed in the three evaluations conducted in the hearing screening program. This baby's protocol showed three hearing loss risk indicators.

Keywords: Audiology; Risk Factors; Screening


 

 

INTRODUÇÃO

A prevalência das perdas auditivas na infância é estimada em 1,5/1000, sendo que, entre as crianças com déficit permanente de audição, cerca de 90% apresentam distúrbios neurossensoriais, 5% de condução e 5% mistos 1-4. A meta primordial dos profissionais que trabalham com deficientes auditivos é a prevenção 5. O diagnóstico audiológico e a intervenção precoce permitem que a criança com perda auditiva tenha desenvolvimento global semelhante ao de crianças ouvintes 6. As recomendações internacionais e nacionais, atualmente, propõem a identificação de perdas auditivas até os três meses de idade por meio da Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU) 6-8 .

Quanto mais cedo for a detecção da perda auditiva, mais precocemente medidas de intervenção poderão ser tomadas 9, bem como a identificação da etiologia propicia maior controle e prevenção 10 . O desenvolvimento auditivo, que se inicia já na vida intra-uterina, pode ter problemas em decorrência da presença ou mesmo na ausência dos Indicadores de Risco para Deficiência Auditiva 11. A qualidade de vida dos recém-nascidos de risco se tornou uma preocupação, exigindo-se a intervenção precoce, devido à probabilidade de seqüelas neurológicas, déficits somáticos, dificuldades de aprendizagem, distúrbios de comportamento, anormalidades neuromotoras e de deficiência auditiva 12 .

São indicadores de risco para surdez em neonatos 7,8: história familiar de deficiência auditiva congênita; infecção congênita (sífilis, toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus, herpes); anomalias crânio-faciais (malformações de pavilhão auricular, meato acústico externo, ausência de filtrum nasal, implantação baixa da raiz do cabelo); peso ao nascimento inferior a 1500 g; hiperbilirrubinemia (níveis séricos indicativos de exsanguíneo-transfusão); medicação ototóxica por mais de cinco dias (aminoglicosídeos ou outros, associados ou não aos diuréticos de alça); meningite bacteriana; boletim Apgar de 0 a 4 no 1º minuto ou 0 a 6 no 5º minuto; ventilação mecânica por período mínimo de cinco dias; sinais ou síndromes associadas à deficiência auditiva condutiva ou neurossensorial.

Avanços tecnológicos possibilitaram a substituição da triagem auditiva comportamental pela eletrofisiológica 13 . Duas técnicas fisiológicas são utilizadas: o potencial auditivo de tronco encefálico (PAETE) e o exame de emissões otoacústicas evocadas (EOAE), esta última sendo uma técnica eletroacústica. O programa de identificação precoce da deficiência auditiva deve contemplar a triagem auditiva por uma medida eletrofisiológica, a pesquisa dos indicadores de risco e o acompanhamento de todos os lactentes que apresentam tais indicadores 14,15, além da investigação da etiologia. Em países desenvolvidos, estima-se que cerca de 60% dos casos de perdas auditivas pré-linguais apresentam bases genéticas 16-18 .

Por meio das Emissões Otoacústicas Evocadas, pode-se avaliar a função coclear de forma objetiva e em pequenas frações, desde a espira basal até a espira apical, pela variação das freqüências dos estímulos 19,20. As mais utilizadas são as Evocadas Transientes e as Produtos de Distorção, sendo que as Evocadas Transientes são as mais recomendadas para a Triagem Auditiva Neonatal - TAN 21 .

Também, se deve investigar os fatores de risco, a observação do comportamento auditivo e a pesquisa do reflexo cócleo-palpebral 22 . Um estudo com 798 bebês indicou que 54% apresentavam pelo menos um indicador de risco; dentre aqueles do alojamento conjunto, o indicador de risco prevalente foi o antecedente familiar de perda auditiva e entre os bebês internados, o uso de medicamentos ototóxicos 23. Alguns recém-nascidos com indicadores de risco podem passar na triagem auditiva neonatal, mas necessitam de monitoramento periódico a cada seis meses até a idade de três anos, pois possuem risco para o aparecimento tardio de perda auditiva condutiva ou neurossensorial 14 .

O presente estudo visa determinar a prevalência de indicadores de risco em neonatos avaliados por meio do exame de Emissões Otoacústicas Evocadas Transientes - EOAET em uma maternidade situada em Campinas, interior do Estado de São Paulo, no período de julho de 2007 a janeiro de 2008.

 

MÉTODOS

Neste estudo documental foram considerados 589 protocolos de recém-nascidos avaliados no programa de TANU, em um Hospital da rede pública do município de Campinas - SP, no período de julho de 2007 a janeiro de 2008, com a devida autorização do Diretor da Instituição. Esses protocolos de registro continham dados familiares, dados da gestação e do recém-nascido, antecedentes familiares, dados sobre indicadores de risco que podem estar presentes e resultados do exame de EOAET para as duas orelhas e do reflexo cócleo-palpebral (RCP).

Os protocolos analisados neste estudo registram as informações obtidas por uma fonoaudióloga por ocasião da TANU e, no caso de reavaliação, os resultados anotados no mesmo prontuário da instituição. Os indicadores de risco encontrados na amostra foram computados e os resultados lançados em planilha de dados no programa Excel 2003, onde foram elaborados gráficos, utilizando os recursos disponíveis.

Este estudo foi avaliado e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa Protocolo 734/06.

Segundo as informações da instituição, o exame de EOAET foi realizado com o equipamento ILO292 OAE - Otodynamics, nas freqüências de 500 a 6000 Hz, com intensidade de 70 dB. O resultado foi registrado considerando as respostas das EOAET em relação sinal/ruído, tendo como critério: presente - respostas em três freqüências ou mais e ausente - respostas em zero, uma ou duas freqüências. Quando a avaliação no primeiro exame resultou em ausência de resposta, o recém-nascido foi encaminhado para um segundo exame. Aqueles que falharam também no segundo exame foram encaminhados para um terceiro exame e para avaliação otorrinolaringológica.

 

RESULTADOS

Dos 589 protocolos analisados, 152 apresentam indicadores de risco (25,8%). Os indicadores de risco observados na amostra encontram-se na Tabela 1. Nota-se que o histórico familiar de perda auditiva, isoladamente ou acompanhado de outros indicadores, predomina nesta amostra.

A Figura 1 evidencia que mais de 1/4 dos protocolos apresentavam algum indicador de risco.

 

 

O número de indicadores de risco presentes em cada recém-nascido avaliado variou de 1 a 6, como mostra a Figura 2.

 

 

A Figura 3 mostra o percentual dos neonatos com indicadores de risco que falharam no teste de EOAT e foram encaminhados a re-teste.

 

 

A Figura 4 evidencia que dos 36 neonatos da amostra encaminhados para re-teste, 6% não o concluíram e 19% não compareceram.

 

 

A Figura 5 mostra o filtro dos casos suspeitos realizado pela Triagem Auditiva Neonatal, no protocolo de três passos adotado pela Instituição.

 

DISCUSSÃO

De uma amostra de 589 protocolos de EOAET obtidos, 152 (25,8%) apresentaram indicadores de risco compatíveis com aqueles definidos pelo Joint Comitee on Infant Hearing 8.

Dos indicadores de risco observados na amostra, foram mais prevalentes: o histórico familiar de perda auditiva, o boletim Apgar de 0 a 4 no 1º minuto, o uso de medicamentos ototóxicos, a permanência em incubadora, a hiperbilirrubinemia e a permanência em UTI Neonatal. Em 98 protocolos (aproximadamente 65%) foi encontrado um único indicador de risco. Nos demais protocolos, 20 apresentavam dois indicadores; 16 com três indicadores, 11 com quatro indicadores, seis com cinco indicadores e um com seis indicadores. Esses resultados estão parcialmente de acordo com achados de outro estudo brasileiro 23 .

Dentre os componentes da amostra com indicadores de risco, 36 falharam no teste e foram encaminhados para o re-teste. Neste segundo exame, sete não compareceram e sete falharam, sendo encaminhados a um terceiro exame. Neste último, dois não compareceram e um falhou.

Do total das avaliações realizadas nessa amostra, apenas um neonato falhou nos três testes de EOAET. Este neonato apresentava três indicadores de risco: hiperbilirrubinemia, permanência em UTI e uso de medicamentos ototóxicos.

Esses dados indicam que o protocolo de três passos utilizado na maternidade estudada foi capaz de filtrar os casos de risco, sendo que dos 589 neonatos avaliados, apenas um manteve a falha nos três exames de EOAET. Esse protocolo de três passos evidenciou perda na continuidade do processo de nove recém-nascidos, o que representa 6% dos que apresentaram indicadores de risco (n=152) e 1,5% do total da amostra (n=589). Esse índice de descontinuidade no processo está dentro do esperado por organizações nacionais 7 e internacionais 8.

 

CONCLUSÃO

Este estudo permitiu identificar 152 protocolos com indicadores de risco em uma amostra de 589 neonatos de uma maternidade do interior do Estado de São Paulo. O número de indicadores de risco encontrado em cada neonato variou de um a seis. A maior parte deles apresentava um único indicador de risco. Considerando que a presença de indicadores de risco é importante para o monitoramento da saúde auditiva, pelo menos, até o terceiro ano de vida; como preconizado pelas organizações internacionais e nacionais, ressalta-se a importância das informações a esse respeito no protocolo de triagem auditiva neonatal universal e no encaminhamento para acompanhamento posterior dos neonatos, mesmo daqueles que tenham passado nos exames realizados na triagem auditiva.

 

AGRADECIMENTOS

À FAPESP (Bolsa de Iniciação Científica).

 

REFERÊNCIAS

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Endereço para correspondência:
Elizabeth Oliveira Crepaldi de Almeida
Av. Maria Martins Otobonni, 210
Jacareí - SP CEP: 12306-700
E-mail: nelson_almeida@uol.com.br

RECEBIDO EM: 26/05/2008
ACEITO EM: 28/9/2008