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Revista CEFAC

On-line version ISSN 1982-0216

Rev. CEFAC vol.15 no.3 São Paulo May/June 2013 Epub June 19, 2012

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-18462012005000050 

Perfil mercadológico do fonoaudiólogo atuante na área de Audiologia Clínica

 

Market profile of speech and language therapist in the area of Audiology Clinic

 

 

Cleiciane Martins BragaI; Kelly Vasconcelos Chaves MartinsII; Moisés Andrade dos Santos de Queiroz III; Marília Fontenele e Silva CâmaraIV

IFonoaudióloga graduada pela Universidade de Fortaleza – UNIFOR, Fortaleza, Ceará, Brasil
IIFonoaudióloga graduada pela Universidade de Fortaleza – UNIFOR, Fortaleza, Ceará, Brasil
IIIFonoaudiólogo; Mestrando em Ciências Médicas pela Universidade Federal do Ceará – UFC, Fortaleza, Ceará, Brasil
IVFonoaudióloga; Professora Adjunta do Curso de Fonoaudiologia da Universidade de Fortaleza – UNIFOR; Pós-doutora em Distúrbios da Comunicação Humana pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP, Fortaleza, Ceará, Brasil

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

OBJETIVO: investigar o perfil mercadológico do fonoaudiólogo atuante na área de audiologia clínica da cidade de Fortaleza, buscando identificar a formação em nível de pós-graduação, quantificar a faixa salarial, analisar o nível de satisfação do profissional e avaliar a jornada de trabalho e o vínculo empregatício desse profissional.
MÉTODO: estudo transversal, realizado no período de fevereiro a abril de 2010, tendo-se aplicado um questionário acerca da atuação fonoaudiológica na área de Audiologia Clínica em 30 fonoaudiólogos, 29 (96,7%) do gênero feminino e um (3,3%) do gênero masculino, com idade média de 31,4 anos, variando entre 24 e 44 anos de idade, na cidade de Fortaleza, Ceará. O questionário abrangeu os seguintes itens: dados de formação acadêmica, remuneração, área de atuação, setor de atuação, jornada de trabalho em horas semanais, vínculo empregatício e nível de satisfação com a área de atuação. Os dados foram organizados e analisados estatisticamente por meio do teste de igualdade de duas proporções.
RESULTADOS: treze (43,3%) dos fonoaudiólogos que atuam com Audiologia Clínica recebem entre quatro a seis salários mínimos. Vinte e quatro (80%) fonoaudiólogos atuantes na área da Audiologia Clínica são autônomos, quatro (13,3%) tem Carteira de Trabalho assinada e dois (6,7%) são pessoas jurídicas. Dezesseis (53,3%) dos fonoaudiólogos estão satisfeitos com a sua profissão.
CONCLUSÃO: o fonoaudiólogo atuante na área de Audiologia Clínica na cidade de Fortaleza apresenta, predominantemente, curso de especialização, renda salarial entre quatro e seis salários mínimos, com jornada de trabalho de 10 a 20 horas semanais. A maioria são profissionais autônomos e sentem-se satisfeitos com sua atuação profissional. 

Descritores: Área de Atuação Profissional; Audiologia; Capacitação Profissional; Fonoaudiologia; Mercado de Trabalho


ABSTRACT

PURPOSE: to investigate the market profile of speech therapist professional working in the area of clinical audiology in Fortaleza, identifying the postgraduate level, professional salary range, the level of satisfaction, working hours and employment contract of this professional.
METHOD: a cross-sectional study was conducted from February to April 2010. A questionnaire about the professional’s performance in the area of Clinical Audiology was applied in 30 speech and hearing therapists, 29 (96.7%) females and one (3.3%) male, with average age of 31.4 years, ranging between 24 and 44 year old, in the city of Fortaleza, Ceará. The questionnaire consisted of the following items: academic history, salary range, acting area, acting department, working hours per week, employment contract and professional level of satisfaction. Data were organized and statistically analyzed by the test of equality of two proportions.
RESULTS: thirteen (43.3%) of the clinical speech and hearing therapists earn between 4 to 6 minimum wages. Twenty-four (80%) interviewees working in the area of Clinical Audiology are self-employed four (13.3%) have formal contract and two (6.7%) are corporate entities. Sixteen (53.3%) of the speech and hearing therapists are satisfied with their job.
CONCLUSION: the professional working in the area of Clinical Audiology in the city of Fortaleza presents, predominantly, specialization course, salary range from 4 to 6 minimum wages and 10 to 20 working hours per week. Most speech and hearing therapists are self-employed and are satisfied with their career. 

Keywords: Professional Practice Location; Audiology; Professional Training; Speech, Language and Hearing Sciences; Job Market


 

 

INTRODUÇÃO

A Fonoaudiologia é uma profissão recente no Brasil, regulamentada pela Lei nº 6.965 em 09 de dezembro de 1981. O fonoaudiólogo atua na avaliação, intervenção e promoção da saúde nas áreas de voz, linguagem, motricidade orofacial, saúde pública, fonoaudiologia escolar/educacional, disfagia e audiologia1,2.

A área da Audiologia refere-se à ciência da Audição, processamento auditivo e equilíbrio corporal. O fonoaudiólogo, especialista em Audiologia, identifica, avalia, habilita e reabilita os indivíduos que possuem deficiência auditiva periférica ou central, que influenciam no aparecimento de desordens da comunicação humana, assim como os distúrbios do equilíbrio3,4.

Em cerca de meio século, a Audiologia obteve um grande avanço, pois fonoaudiólogos trabalham em clínicas privadas e em serviços públicos, além de escolas, faculdades e universidades. Observando o desenvolvimento da área da Audiologia no Brasil, nota-se que há um número crescente de procedimentos audiológicos4-7.

A Audiologia Clínica tem um importante desenvolvimento em relação às novas técnicas diagnósticas, em razão do avanço da tecnologia. Em virtude deste fato, novos espaços no mercado de trabalho são disputados e conquistados. Atualmente, há disposição de uma série de exames que possibilitam a varredura de todo o sistema auditivo, desde a orelha externa até o córtex auditivo8.

Além da orientação e reabilitação da audição e equilíbrio, a atuação da Audiologia Clínica apresenta técnicas e métodos diagnósticos para as alterações auditivas e do equilíbrio mediante exames objetivos e subjetivos7,8. Dentre os exames subjetivos, encontram-se: triagem auditiva em pré escolares e escolares; audiometria tonal limiar; audiometria de reforço visual (VRA) ou condicionada; audiometria em campo livre, com pesquisa de ganho funcional; avaliação auditiva comportamental; avaliação do processamento auditivo; e logoaudiometria8-10.

Com relação aos exames objetivos, existem: medidas de imitância acústica; prova de função tubária; emissões otoacústicas evocadas transientes e produto de distorção; potencial auditivo de tronco encefálico (PEATE) e eletrococleografia8-10.

O fonoaudiólogo que trabalha na Audiologia Clínica realiza estes exames em consultórios e clínicas especializadas, efetuando também, o tratamento auditivo e do equilíbrio em pacientes, crianças, adultos e idosos, que apresentam problemas de audição e equilíbrio9.

Não há evidências de estudos acerca do perfil do fonoaudiólogo atuante na área da Audiologia Clínica especificamente. Diante disto, esta pesquisa torna-se pioneira ao estudar o perfil mercadológico do profissional desta área da Fonoaudiologia.

O presente estudo tem como objetivo investigar o perfil mercadológico do fonoaudiólogo atuante na área de Audiologia Clínica da cidade de Fortaleza, buscando identificar a formação em nível de pós-graduação, quantificar a faixa salarial, analisar o nível de satisfação do profissional e avaliar a jornada de trabalho e o vínculo empregatício desse profissional.

 

MÉTODO

Foi realizado um estudo transversal, no período de fevereiro a abril de 2010, na cidade de Fortaleza, Ceará com a utilização de questionário.

Responderam ao questionário 30 fonoaudiólogos, sendo 29 (96,7%) do gênero feminino, com faixa etária média de 31,4 anos, variando entre 24 e 44 anos de idade, atuantes na área da Audiologia Clínica, na cidade de Fortaleza, Ceará. Considerou-se como critérios de inclusão os profissionais atuantes em Audiologia Clínica e de exclusão aqueles que não trabalham em clínicas na cidade de Fortaleza ou se recusaram a assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

O instrumento da pesquisa foi um questionário composto de 19 perguntas objetivas, com respostas fechadas, desenvolvidas pela as autoras, para este trabalho. Tais questões abrangeram itens relacionados aos dados de formação acadêmica, dados salariais, área de atuação, setor de atuação, jornada de trabalho em horas semanais, natureza da clínica onde, vínculo empregatício, nível de satisfação com a área de atuação, investimentos realizados, planejamento de pós graduação, planejamento de atualizações, frequência com que se atualiza, necessidade de mercado de trabalho, dificuldades encontradas na atuação profissional, público alvo atendido e exames realizados.

A partir da coleta de dados, analisaram-se as seguintes variáveis: dados salariais, jornada de trabalho, vínculo empregatício, frequência com que se atualiza e nível de satisfação com a área da audiologia clínica.

Essa pesquisa foi realizada após aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade de Fortaleza (UNIFOR) sob número 033/2010 conforme a Lei 196/96 do Conselho Nacional de Saúde – CNS. Todos os participantes assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

Os dados foram organizados em tabelas e analisados de forma descritiva e estatística, mediante o teste de igualdade de duas proporções, no software SSPS v.16.0., adotando o nível de significância de p-valor<0.05.

 

RESULTADOS

Dos 30 fonoaudiólogos entrevistados, vinte e nove (96,7%) graduaram-se na Universidade de Fortaleza (UNIFOR) e, apenas um (3,3%), recebeu diploma da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP). O tempo de graduação variou entre os anos de 1987 e 2009, sendo 12 (40%) entre os anos de 1987 e 1999 e 18 (60%) entre os anos de 2000 e 2009.

Quanto ao nível de formação, quatorze (46,7%) fonoaudiólogos possuem especialização, seguido de sete (23,3%) com mestrado e um (3,3%) com pós- doutorado. Oito (26,7%) possuem apenas graduação.

De acordo com a realização de aperfeiçoamento profissional, quatorze (46,6%) fonoaudiólogos que atuam com Audiologia Clínica procuram atualizações profissionais anualmente, dez (33,4%) semestralmente, três (10%) de forma bianual e três (10%) sempre que possível.

A Tabela 1 apresenta a distribuição dos dados salariais ou remuneração na atuação profissional de 30 fonoaudiólogos que atuam na área de Audiologia Clínica na cidade de Fortaleza, no período de fevereiro a abril de 2010. Verificou-se que treze (43,3%) dos sujeitos recebem entre quatro e seis salários mínimos, sendo considerado um valor estatisticamente significante (p<0.004) em relação à renda salarial do fonoaudiólogo que atua na área da Audiologia Clínica.

Observou-se que 24 (80%) fonoaudiólogos na área da Audiologia Clínica são autônomos, quatro (13,3%) estão contratados por carteira assinada (CLT) e dois (6,7%) são pessoas jurídicas. A Tabela 2 compara o vínculo empregatício do fonoaudiólogo da área da Audiologia Clínica com os dados salariais.

A Tabela 3 relaciona o valor da renda salarial com a jornada de trabalho semanal dos 30 sujeitos da pesquisa, no período de fevereiro a abril de 2010, onde foi observado, na análise descritiva dos percentuais, que o fonoaudiólogo que trabalha entre 10 e 20 horas semanais apresenta uma renda salarial de zero a três salários mínimos. A análise estatística revelou que o fonoaudiológico que apresenta uma jornada de trabalho entre 30 e 40 horas semanais apresenta uma renda salarial entre quatro e seis salários mínimos (p=0.038).

A Tabela 4 apresenta o nível de satisfação dos 30 fonoaudiólogos de Audiologia Clínica na cidade de Fortaleza, onde se constatou que 16 (53,3%) dos profissionais são satisfeitos com a profissão (p<0.007).

 

DISCUSSÃO

O mercado de trabalho para o fonoaudiólogo está em crescimento, assim como em todas as áreas da saúde. Entretanto, torna-se cada vez mais competitivo, principalmente em razão da grande quantidade de cursos de graduação no País de profissionais diplomados10. O Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa)11, revela que em 2010, no Brasil, há 33,468 fonoaudiólogos registrados, estando 929 situados no estado do Ceará11.

O piso salarial estabelecido para o fonoau­diólogo varia de acordo com a região e o local11,12. Durante a vigência da Convenção Coletiva de Trabalho no Estado do Ceará, foi estipulado o valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) como piso salarial para os fonoaudiólogos que cumpram carga horária de 40 horas semanais, sendo R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais) para 30 horas semanais, R$ 1.000,00 (hum mil reais) para 20 horas semanais e R$ 10,00 (dez reais) por hora12.

Segundo a Tabela 3, o fonoaudiólogo atuante em Audiologia Clínica apresenta uma jornada de trabalho entre 10 e 20 horas semanais, enquanto sete (23,3%) trabalham entre 30 e 40 horas semanais. Observou-se neste estudo que os fonoaudiólogos atuantes na Audiologia Clínica em Fortaleza ganham entre R$ 2.040,00 (dois mil e quarenta reais) e R$ 3.060,00 (três mil e sessenta reais) em uma carga horária de 30 a 40 horas semanais (p=0,038).

De acordo com o Sindicato dos Fonoaudiólogos do Estado de São Paulo, no ano de 2007, o valor do piso salarial foi de R$ 1.280,00 (hum mil duzentos e oitenta reais) para uma carga horária de 20 horas semanais13. Em 2009, o Sindicato dos Fonoaudiólogos de Minas Gerais (SINFEMG) referiu o piso salarial de R$ 1.886,00 (hum mil oitocentos e oitenta e seis reais) para 20 horas semanais e R$ 2.829,00 (dois mil oitocentos e vinte e nove reais) para 30 horas semanais14. Porém, este piso relaciona-se com a fonoaudiologia em geral, e não apenas na área da Audiologia Clínica.

Percebeu-se que os fonoaudiólogos de Audiologia Clínica em Fortaleza são, predominantemente, autônomos e que, possuem renda salarial superior a R$ 4.590,00 (quatro mil quinhentos e noventa reais), sendo um dado estatisticamente significante (p=0.023) em relação à faixa salarial ou remuneração.

Treze profissionais (43,3%) apresentaram renda salarial entre quatro e seis salários mínimos, enquanto três (10%) exibiram a renda acima de nove salários mínimos. Destes, o tempo de atuação foi superior a dez anos, embora outros profissionais, com o mesmo tempo de atuação, não possuem essa remuneração.

Após verificar a jornada de trabalho, os dados salariais e os tipos de vínculo empregatício, observou-se o nível de satisfação do fonoaudiólogo atuante na área de Audiologia Clínica em relação a sua profissão, onde se obteve resultados satisfatórios, sendo 53,3% desses fonoaudiólogos apresentaram um bom nível de satisfação, tanto na análise descritivas dos percentuais quanto estatisticamente p=0.007.

Pesquisa recente, que entrevistou fonoaudiólogos recém-formados, constatou que os profissionais consideram suas expectativas atendidas, sentindo-se seguros em relação aos conhecimentos teórico-práticos e financeiros que adquiriram15,16.

A Audiologia Clínica aumenta paulatinamente seu campo de atuação no Brasil, sugerindo que o profissional amplie seus conhecimentos. Com esta nova perspectiva dos campos de atuação, a Audiologia Clínica cresce dentro das grades curriculares das universidades. Houve um aumento da carga horária teórico-prática e o acréscimo de conteúdos nas diversas áreas da Audiologia10.

Apesar dessas mudanças, ainda é necessário o aperfeiçoamento do profissional em pós-graduações. Neste estudo, 46,6% relataram buscar atualizações profissionais anualmente, sendo que 14 (46,6%) são especialistas em Audiologia, fato positivo na pesquisa, pois concorda com a visão de que o fonoaudiólogo deve estar sempre buscando se aperfeiçoar, do ponto de vista do avanço tecnológico e científico17,18. Além disso, a busca por especialização é o desejo de 52% dos profissionais, concordando com trabalhos anteriores19-22, que investigaram a procura de atualizações profissionais em fonoaudiólogos no Brasil.

Assim, pode-se acentuar que o fonoaudiólogo atuante em Audiologia Clínica de Fortaleza, exibe condições de crescer profissionalmente, podendo agir em diversos campos da Audiologia, sendo necessário o aperfeiçoamento científico para o alcance de bons resultados.

 

CONCLUSÃO

A maioria dos profissionais possui apenas especialização.

A faixa salarial da maioria desses profissionais é de até quatro salários mínimos a seis salários mínimos, com a jornada de trabalho de 10 a 20 horas semanais, sendo 80% autônomos.

Os fonoaudiólogos sentem-se satisfeitos com sua atuação na área da Audiologia Clínica e buscam cursos e capacitações profissionais do ponto de vista teórico-prático.

 

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Endereço para correspondência:
Marília Fontenele e Silva Câmara
Rua Marcos Macêdo, 44 – Apto. 800 – Aldeota
Fortaleza – CE – Brasil
CEP: 60150-190
E-mail: cleiciane_martins@hotmail.com

Recebido em: 09/09/2011
Aceito em: 08/12/2011

 

 

Conflito de interesses: inexistente