SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.17 número3Indicadores clínicos de risco para a constituição do sujeito falanteDesempenho de vocabulário em crianças pré-escolares institucionalizadas índice de autoresíndice de assuntospesquisa de artigos
Home Pagelista alfabética de periódicos  

Serviços Personalizados

Journal

Artigo

Indicadores

Links relacionados

Compartilhar


Revista CEFAC

versão impressa ISSN 1516-1846versão On-line ISSN 1982-0216

Rev. CEFAC vol.17 no.3 São Paulo maio/jun. 2015

http://dx.doi.org/10.1590/1982-0216201515314 

Artigos Originais

Relações entre aspectos ortográficos e fonético-fonológicos de fonemas oclusivos

Isabela de Oliveira Pezarini 1  

Suellen Vaz 1  

Larissa Paschoal 1  

Lourenço Chacon 2  

1 Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" - FFC/UNESP, Marília, São Paulo, Brasil.

2Universidade Estadual Paulista campi de Marília e São José do Rio Preto, Marília, São Paulo, Brasil.

RESUMO

OBJETIVOS:

descrever o desempenho ortográfico de crianças - quanto ao registro de consoantes oclusivas do Português Brasileiro; verificar se a acento influencia a ocorrência de erros no interior das palavras; e classificar o padrão da distribuição dos erros.

MÉTODOS:

foram analisadas 210 produções textuais referentes a 14 propostas temáticas, coletadas durante o ano de 2001, quando os sujeitos cursavam a 1ª série do Ensino Fundamental. Para descrever o desempenho das crianças, para o primeiro objetivo, os dados foram divididos em Acertos e Erros; para segundo objetivo, os erros foram classificados em sílabas acentuadas e não-acentuadas, e, por fim, para o terceiro objetivo, os erros foram subclassificados em omissões, erros ortográficos e erros fonológicos. Os erros fonológicos foram subdivididos, ainda, conforme ocorressem dentro e fora da classe.

RESULTADOS:

para o primeiro objetivo, encontraram-se 5.746 possibilidades de ocorrência de consoantes oclusivas na posição de ataque silábico simples, com maior quantidade de acertos; para o segundo objetivo, observou-se maior ocorrência de erros em sílabas não-acentuadas; e por fim, para o terceiro objetivo, foi possível observar predomínio de erros fonológicos, seguidos pelas omissões e pelos erros ortográficos, tanto no interior das sílabas não-acentuadas quanto das acentuadas. Ainda conforme o terceiro objetivo, nos erros fonológicos, observou-se sua maior ocorrência dentro da classe; e novamente, não-influência do acento.

CONCLUSÃO:

conclui-se, então, a importância da análise dos aspectos fonéticos-fonológicos na aquisição da ortografia infantil, bem como a relevância da distribuição dos acertos tanto como dos erros.

Palavras-Chave: Escrita Manual; Desenvolvimento da Linguagem; Criança; Fonética; Linguística

Introdução

Nos recentes estudos sobre a aquisição da escrita, primordialmente, é colocado em evidência o desempenho dos escolares em tarefas de codificação e de decodificação da ortografia. O destaque a esse desempenho pode ser observado em estudos direcionados: (i) para os desvios de ortografia que descrevem não apenas os tipos de erros realizados, mas, em especial, o modo como se expande a aquisição da escrita1 - 3; (ii) para investigações quanto ao desempenho ortográfico em tarefas de leitura, escrita e consciência fonológica4 - 10; e (iii) para a eficácia de programas fonoaudiológicos visando melhora de desempenho de escolares11 , 12. Em outros trabalhos são abordadas, também, questões relacionadas à autoria infantil na escrita e aos critérios que caracterizam os erros como patológicos13 , 14.

Embora na literatura seja verificada grande preocupação com as questões ortográficas, poucos estudos destacam a relação entre essas questões e aspectos fonético-fonológicos da linguagem. No entanto, recentemente, vínculos entre ortografia e fonologia vem sendo investigados pelo Grupo de Pesquisa "Estudos sobre a aquisição da linguagem escrita" (GEALE/CNPq), da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) 15 - 17. Além do GEALE, trabalhos que investigam essas mesmas relações vem sendo produzidos pelo Grupo de Pesquisa "Estudos sobre a linguagem" (GPEL/CNPq) 18 - 26, sediado na FFC/UNESP. Destaca-se, nos trabalhos produzidos por ambos os grupos, a investigação de um conjunto bastante diversificado de questões ortográficas e fonético-fonológicas.

De modo semelhante às investigações realizadas por esses dois grupos, a presente pesquisa também empenhou-se em analisar a influência dos aspectos fonéticos-fonológicos na aquisição da ortografia infantil. No entanto, destacando-se, nela, a interface fonologia/ortografia, propôs-se a investigação mais específica do desempenho ortográfico de consoantes oclusivas do Português Brasileiro (PB) na posição de ataque silábico simples - ou seja, na posição inicial da sílaba, não seguida de outra consoante, mas, sim, de vogal -, investigação ainda não contemplada, mais particularmente, na literatura.

Os objetivos que nortearam o desenvolvimento da pesquisa foram: (1) descrever o desempenho ortográfico de crianças - quanto ao registro de consoantes oclusivas do PB; (2) verificar se o acento influencia a ocorrência de erros no interior das palavras; e (3) classificar o padrão da distribuição dos erros.

Métodos

A presente investigação teve seu desenvolvimento aprovado pelo Conselho de Ética em Pesquisa da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP/ Marília, sob número 0132/2010.

Os dados utilizados foram extraídos de um banco que subsidia investigações do Grupo de Pesquisa "Estudos sobre a Linguagem" (GPEL/CNPq). Esse banco é composto por produções textuais coletadas por pesquisadores do GPEL, que acompanharam o desenvolvimento da escrita de crianças de duas escolas municipais de São José do Rio Preto (SP) entre 2001 e 2004. Para selecionar as crianças que comporiam este banco de dados, foi adotado como critério de exclusão queixas de transtornos de aprendizagem ou de desenvolvimento da linguagem.

Para compor o corpus desta pesquisa, foi realizado um recorte com produções textuais de 15 crianças. Como critério de inclusão, foram selecionadas apenas as crianças que permaneceram matriculadas na escola durante todo o período da coleta de dados (2001 a 2004). As produções textuais escolhidas para análise foram referentes a 14 propostas temáticas, coletadas durante o ano de 2001, quando as crianças cursavam a 1ª série do Ensino Fundamental. Esperava-se, portanto, para análise, um total de 210 produções textuais (15 sujeitos x 14 propostas). Porém, devido a 26 faltas de crianças e ao descarte de nove textos cuja escrita se caracterizava por sequencias aleatórias de grafemas, o total final de produções analisadas foi de 175 textos.

Quanto à forma de análise dos dados, com o intuito de descrever o desempenho ortográfico nas consoantes oclusivas em posição de ataque silábico simples - primeiro objetivo -, os dados foram divididos em (1) acertos - quando os fonemas oclusivos foram registrados conforme a ortografia convencional do Português Brasileiro (PB); e (2) erros - quando esses mesmos fonemas não foram registrados conforme a ortografia convencional do PB.

Em seguida, para verificar se os erros poderiam ser influenciados pelo acento, ou não, da sílaba - segundo objetivo -, foram classificados conforme ocorressem em (1) sílabas acentuadas - fonemas oclusivos registrados (ou não) nas posições tônicas de palavras e em monossílabos tônicos; e em (2) sílabas não-acentuadas - fonemas oclusivos registrados (ou não) em posições pré-tônicas, pós-tônicas e em monossílabos átonos.

Por fim, para verificar o padrão de distribuição dos erros - terceiro objetivo -, foram subclassificados em: (a) omissões - quando o fonema oclusivo não foi registrado ortograficamente, como, por exemplo, na palavra PENTE escrita como PENE; (b) substituições ortográficas não-fonológicas - quando o fonema foi registrado por um grafema que não alterou seu valor fonológico, como, por exemplo, a palavra CORTA escrita como QORTA; e (c) substituições ortográficas fonológicas - quando o fonema foi registrado por um grafema que alterou seu valor fonológico, como, por exemplo, a palavra GALO escrita como CALO.

As substituições ortográficas fonológicas foram subdivididas, ainda, conforme ocorressem: dentro da classe (DC) e fora da classe (FC). Assim, quando a substituição do fonema se deu no interior da classe das oclusivas - como, por exemplo, na palavra COLA escrita como GOLA -, essa substituição foi classificada como DC. Já quando a substituição envolveu fonemas de classes diferentes das oclusivas - como, por exemplo, a palavra GUERRA escrita como GERRA -, foi classificada como FC.

Análise estatística

Foi realizado um tratamento estatístico dos dados com o uso do software Statistica (versão 7.0) e executadas análises descritiva e inferencial.

Para a análise dos dados relativos aos três objetivos propostos, foi utilizado o teste paramétrico T-test para variáveis dependentes, considerando-se estatisticamente relevante quando α≤0,05. Também para a análise do terceiro objetivo foi utilizado o teste não-paramétrico Friedman ANOVA and Kendall Coeff. of concordance para variáveis dependentes considerando-se estatisticamente relevante quando α≤0,05.

Resultados

Os resultados serão dispostos de acordo com os objetivos da presente pesquisa. Conforme proposto no primeiro objetivo, encontraram-se 5.746 possibilidades de registro de consoantes oclusivas na posição de ataque silábico simples. Essas possibilidades resultaram em escritas com acertos e com erros, cujos valores serão expostos na Figura 1 e na Tabela 1:

Figura 1: Acertos e erros em consoantes oclusivas 

Tabela 1: Acertos e erros em consoantes oclusivas 

Fonte: Dados da pesquisa. Teste estatístico T- test para amostras dependentes (α≤0,05). t:valor da distribuição de t de Student. df: grau de liberdade.

É possível observar, nos resultados apresentados, maior quantidade de acertos, quantidade que se mostrou estatisticamente significante.

Conforme proposto no segundo objetivo, o total de erros foi relacionado às sílabas acentuadas e não-acentuadas em que esses erros figuraram. Os resultados serão expostos na Figura 2 e na Tabela 2:

Figura 2: Erros em sílabas acentuadas e não-acentuadas 

Tabela 2: Erros em sílabas acentuadas e não-acentuadas 

Fonte: Dados da pesquisa. Teste estatístico T- test para amostras dependentes (α≤0,05). ). t:valor da distribuição de t de Student. df: grau de liberdade.

Pelos resultados, observa-se que o acento influencia significantemente a emergência de erros em sílabas não-acentuadas.

Por fim, conforme exposto no terceiro objetivo, os erros foram distribuídos de acordo com sua tipologia. Os resultados serão dispostos na Tabela 3:

Tabela 3: Distribuição dos erros 

Fonte: Dados da pesquisa. Teste não paramétrico Friedman ANOVA and Kendall Coeff. Of concordance(α≤0,05).

É possível observar a predominância de erros fonológicos, seguidos de omissões e de erros não-fonológicos.

Conforme exposto também no terceiro objetivo, os erros foram classificados (considerada, ainda, a influência do acento) de acordo com sua tipologia. Os resultados dessa classificação serão dispostos na Figura 3 e na Tabela 4:

Figura 3: Tipologia dos erros 

Tabela 4: Tipologia dos erros 

Fonte: Dados da pesquisa. Teste estatístico T- test para amostras dependentes (α≤0,05). ). t:valor da distribuição de t de Student. df: grau de liberdade.

É possível observar, novamente, predomínio de erros fonológicos, seguidos pelas omissões e, por fim, pelos erros não-fonológicos, tanto no interior das sílabas não-acentuadas quanto das acentuadas. Observou-se, ainda, diferença estatística relavante, entre sílabas acentuadas e não-acentuadas, apenas nas omissões.

Ainda conforme o terceiro objetivo, os erros fonológicos foram subclassificados em DC e FC. Os resultados dessa subclassificação serão expostos na Tabela 5:

Tabela 5: Distribuição de erros fonológicos 

Fonte: Dados da pesquisa. Teste estatístico T- test para amostras dependentes (α≤0,05). ). t:valor da distribuição de t de Student. df: grau de liberdade.

Os resultados mostram maior ocorrência de erros fonológicos entre grafemas que remetem a fonemas da classe fonológica das oclusivas.

Discussão

Em relação ao resultado encontrado para o primeiro objetivo - maior quantidade de acertos -, é possível destacar que as crianças da presente pesquisa, apesar de ainda estarem no início de sua alfabetização, mostraram significante estabilidade quanto ao registro das consoantes oclusivas. Essa estabilidade não é salientada na literatura, que, em sua maioria, enfatiza os erros como indicadores do desempenho ortográfico das crianças1 - 3 e desconsidera a importância dos acertos em sua caracterização.

Em relação ao resultado encontrado para o segundo objetivo - maior ocorrência de erros em sílabas não-acentuadas -, pode-se justificá-lo pela influência dos aspectos fonéticos no registro das consoantes. Em razão de a sílaba acentuada apresentar maior duração, maior intensidade e frequência mais elevada, esse conjunto de características acústicas tende a resultar em sílabas mais perceptíveis auditivamente. Inversamente, em razão de a sílaba não-acentuada apresentar menor duração, menor intensidade e frequência mais rebaixada, tende a se tornar menos perceptível auditivamente; portanto, as crianças tendem a apresentar maior dificuldade no registro de consoantes oclusivas quanto se encontram em sílabas não-acentuadas.

Em relação aos resultados encontrados para o terceiro objetivo - maior quantidade de erros ortográficos fonológicos -, pode-se justifica-lo pelo predomínio da transparência ortográfica dos fonemas oclusivos. Com efeito, dos seis fonemas dessa classe, quatro (/p/, /b/, /t/ e /d/) apresentam grafia transparente, ou seja, apresentam apenas uma possibilidade de representação ortográfica; desse modo, uma substituição que envolva um desses fonemas necessariamente provocará mudança do valor fonológico da palavra. Pode-se justificar, ainda, pelo predomínio da transparência, a baixa ocorrência de erros ortográficos não-fonológicos, uma vez que, apenas dois dos fonemas dessa classe (/k/ e /g/) não apresentam relação transparente entre fonema-grafema.

Ainda em relação aos resultados encontrados para o terceiro objetivo, o baixo número de omissões indica que essas crianças já se mostram perceptíveis à estrutura silábica - pois tendem a preencher a posição de ataque silábico simples com um grafema, mesmo que não o registre corretamente. O maior número de omissões nas sílabas não-acentuadas, por sua vez, justifica-se por essas serem menos perceptíveis auditivamente conforme exposto anteriormente.

Por fim, mas ainda em relação aos resultados encontrados para o terceiro objetivo, a maior ocorrência de erros ortográficos fonológicos que mobilizaram fonemas da classe das oclusivas sugere que as crianças estudadas na presente pesquisa compreenderam bem os aspectos fonético-fonológicos que diferenciam os fonemas oclusivos dos fonemas que compõem outras classes fonológicas. Sugere, também, que essas crianças já reconhecem quais grafemas correspondem aos fonemas da classe fonológica das oclusivas.

Em razão de não terem sido encontrados estudos desenvolvidos com tema e metodologia semelhantes aos do presente estudo, não foi possível estabelecer comparações entre resultados. Sugere-se, portanto, a realização de mais estudos baseados em aspectos teórico-metodológicos semelhantes a este para futuras comparações de resultados.

Conclusão

Os resultados da presente pesquisa apontam para a importância de se levar em consideração a influência dos aspectos fonético-fonológicos para uma melhor compreensão do desempenho ortográfico de fonemas oclusivos na ortografia infantil, na medida em que:

  • em razão desses aspectos, as crianças tendem mais a acertar do que a errar a ortografia de fonemas oclusivos;

  • a presença/ausência do acento interfere na distribuição entre acertos e erros;

  • essa distribuição se mostra afetada, também, pela transparência ou pela opacidade na relação fonema/grafema na classe das oclusivas.

Agradecimentos

Ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq - Processo 305206/2013-3) e à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP - Processo 2013/13814-6), pelo financiamento concedido para realização da pesquisa cujos resultados foram relatados no presente artigo.

REFERÊNCIAS

1. Capellini SA, Amaral AC, Oliveira AB, Sampaio MN, Fusco N, Cervera-Mérida JF et al. Desempenho ortográfico de escolares do 2o ao 5o ano do ensino público. J. Soc. Bras. Fonoaudiol. 2011;23(3):227-36. [ Links ]

2. Rosa CC, Gomes E, Pedroso FS. Aquisição do sistema ortográfico: desempenho na expressão escrita e classificação. Rev CEFAC. 2012;14(1):39-45. [ Links ]

3. Capellini SA, Romero ACL, Oliveira AB, Sampaio MN, Fusco N, Cervera-Mérica JF et al. Desempenho ortográfico de escolares do 2o ao 5o ano do ensino particular. Rev CEFAC. 2012;14(2):254-67. [ Links ]

4. Paolucci JF, Ávila CRB. Competência ortográfica e metafonológica: influências e correlações na leitura e escrita de escolares da 4o série. Rev. Soc. Bras. Fonoaudiol. 2009;14(1):48-55. [ Links ]

5. Nunes C, Frota S, Mousinho R. Consciência fonológica e o processo de aprendizagem de leitura e escrita: implicações teóricas para o embasamento da prática fonoaudiológica. Rev CEFAC. 2009;11(2):207-12. [ Links ]

6. Furnes B, Samuelsson S. Preschool cognitive and language skills predicting Kindergarten and Grade 1 reading and spelling: a cross-linguistic Comparison. J. Res. Read. 2009;32(3):275-92. [ Links ]

7. Ferreira F, Correa J. Consciência metalinguística e a representação da nasalização na escrita do Português Brasileiro. Rev CEFAC. 2010;12(1):40-50. [ Links ]

8. Furnes B, Samuelsson S . Predicting reading and spelling difficulties in transparent and opaque orthographies: A Comparison between Scandinavian and US/Australian Children. Dislexia. 2010;16:119-42. [ Links ]

9. Pontes VL, Diniz NLF, Martins-Reis VO. Parâmetros e estratégias de leitura e escrita utilizados por crianças de escolas pública e privada. Rev CEFAC. 2013;15(4):827-36. [ Links ]

10. Galletly SA, Knight BA. Because trucks aren't bicycles:orthographic complexity as an important variable in Reading research. Aust. Educ. Res. 2013;40:173-94. [ Links ]

11. Brito CLR, Uzêda CPQ, Vieira JG, Cavalheiro LG. Habilidades de letramento após intervenção fonoaudiológica em crianças do 1o ano do ensino fundamental. Rev. Soc. Bras. Fonoaudiol. 2010;15(1):88-95. [ Links ]

12. Cárnio MS, Pereira MB, Alves DC, Andrade RV. Letramento escolar de estudantes de 1a e 2a séries do ensino fundamental de escola pública. Rev. Soc. Bras. Fonoaudiol. 2011;16(1):1-8. [ Links ]

13. Machado MLCA, Berberian AP, Santana AP. Linguagem escrita e subjetividade: implicações do trabalho grupal. Rev CEFAC. 2009;11(4):713-9. [ Links ]

14. Massi G, Signor R, Berberian AP, Munhoz CMA, Guarinello AC, Krüger S et al. A análise de elementos de referenciação em textos produzidos por sujeitos em processo de apropriação da escrita. Rev. Distúrb. Comum. 2009;21(2):169-78. [ Links ]

15. Adamoli MA, Miranda ARM. Do conhecimento fonológico ao conhecimento ortográfico: as diferentes grafias dos ditongos orais mediais ai e ei em textos de escrita inicial. Cad. Pesq. Ling. 2009;4:232-55. [ Links ]

16. Miranda ARM, Matzenauer CLB. Aquisição da fala e da escrita: relações com a fonologia. Cad. Educ. 2010;35:359-405. [ Links ]

17. Teixeira SM, Grassi LH, Oliveira ND, Miranda ARM . Uma reflexão acerca do erro ortográfico: a importância do conhecimento sobre a língua para a prática pedagógica de professores das séries iniciais. Verba Volant. 2011;2:78-94. [ Links ]

18. Cardoso MH, Rodrigues LL, Freitas MCC, Chacon L. A complexidade da coda silábica na escrita de pré-escolares. Rev. Distúrb. Comum. 2010;22:213-21. [ Links ]

19. Berti LC, Chacon L, Santos AP. A escrita de /aN/ por pré-escolares: pistas acústico-auditivas. Cad. Educ. 2010;19:195-291. [ Links ]

20. Komesu FC, Tenani LE. A relação fala-escrita em dados produzidos em contexto digital. Scripta. 2010;13:203-17. [ Links ]

21. Chacon L, Berti LC, Burgemeister A. Ortografia da nasalidade em ataque e coda silábica na escrita infantil: características fonéticas e fonológicas. Verba Volant. 2011;2:1-21. [ Links ]

22. Amaral AS, Freitas MCC, Chacon L, Rodrigues LL . Omissão de grafemas e características da sílaba na escrita infantil. Rev CEFAC. 2011;13:846-55. [ Links ]

23. Tenani LE, Reis MC. "E veveram felizes para sempre": análise de grafias não-convencionais de vogais pretônicas. Verba Volant. 2011;2:22-43. [ Links ]

24. Campos PBB, Tenani LE, Berti LC . Os registros não-convencionais da coda nasal em dados de EJA. Est. Linguíst. 2011;40:524-38. [ Links ]

25. Schier AC, Berti LC, Chacon L . Desempenho perceptual-auditivo eortográfico de consoantes fricativas na aquisição da escrita. Codas. 2013;25(1):45-51. [ Links ]

26. Chacon L, Vaz S. Relações entre aquisição da percepção auditiva e aprendizagem da ortografia: consoantes soantes em questão. Ling. Disc. 2013;13(3):695-719. [ Links ]

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP

Recebido: 09 de Agosto de 2014; Aceito: 21 de Novembro de 2014

Endereço para correspondência: Isabela de Oliveira Pezarini, Rua Manoel Santos Chieira, nº 380, bairro Jardim Araxá, Marília -SP - Brasil, CEP: 17525-010, E-mail: isabela.pezarini@gmail.com

Mailing address: Isabela de Oliveira Pezarini, Rua Manoel Santos Chieira, nº 380, bairro Jardim Araxá, Marília -SP - Brasil, CEP: 17525-010, E-mail: isabela.pezarini@gmail.com

Conflito de interesses: inexistente

Conflict of interest: non-existent

Creative Commons License This is an open-access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License