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Revista Brasileira de Zootecnia

On-line version ISSN 1806-9290

R. Bras. Zootec. vol.28 no.2 Viçosa May/Apr. 1999

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35981999000200021 

Eficiência de utilização da energia metabolizável para ganho de peso e exigências de energia metabolizável e nutrientes digestíveis totais de bovinos F1 Simental x Nelore1

 

Efficiency of metabolizable energy utilization for weight gain and requirements of metabolizable energy and total digestible nutrients in F1 Simental x Nellore bulls

 

 

Marcelo de Andrade FerreiraI; Sebastião de Campos Valadares FilhoII; José Fernando Coelho da SilvaII; Rilene Ferreira Diniz ValadaresIII; Mário Fonseca PaulinoII; Paulo Roberto CeconIV;Elaine Barboza MunizV

I Professor da UFRPE
II Professor do Departamento de Zootecnia da UFV
III Professor do Departamento de Medicina Veterinária da UFV
IV Professor do Departamento de Informática da UFV
V Bolsista de Aperfeiçoamento

 

 


RESUMO

O objetivo deste trabalho foi estimar a eficiência de utilização da energia metabolizável (EM), para ganho de peso, e as exigências de energia metabolizável e nutrientes digestíveis totais de bovinos F1 Simental x Nelore, não-castrados, alimentados com rações contendo diferentes níveis de concentrado. Foram utilizados 29 animais com, em média, idade de 17 meses e peso vivo inicial de 354 kg. Cinco animais foram abatidos ao início do experimento, como referência, e o restante foi alimentado à vontade e distribuído nos tratamentos, de forma inteiramente casualizada, de acordo com o nível de concentrado na ração: 25; 37,5; 50; 62,5; e 75%. Os animais foram abatidos quando atingiram o peso de 500 kg. As concentrações de energia líquida das rações foram calculadas e as eficiências de utilização da energia metabolizável para ganho de peso foram estimadas, por análise de regressão, entre as energias líquidas para ganho, em relação à energia metabolizável (EM) das rações. As exigências de EM para ganho de um quilograma de peso de corpo vazio aumentaram, à medida que se elevou o peso corporal dos animais e diminuíram, para mesmo peso vivo, à medida que se elevaram os níveis de concentrado nas rações. Estimaram-se as eficiências de utilização da energia metabolizável para ganho de peso em: 0,27; 0,26; 0,36; 0,39; e 0,42. O nível de concentrado melhorou a eficiência de utilização da EM para ganho de peso.

Palavras-chave: bovinos mestiços, eficiência, energia metabolizável, nível de concentrado, rações


ABSTRACT

The objective of this work was to estimate the efficiency of metabolizable energy utilization (ME) for weight gain, and the requirements of metabolizable energy and total digestible nutrients in F1 Simental x Nellore bulls fed diets containing different concentrate levels. Twenty-nine animals averaging 17 of age and initial live weight of 354 kg were used. Five animals were slaughtered in the beginning of the experiment, as a reference, and the remainders were full fed and allotted to a completely randomized design, according to the dietary concentrate level: 25, 37.5, 50, 62.5, and 75%. Animals were slaughtered when they reached 500 kg. The dietary net energy concentrations were calculated, and the utilization efficiencies of the metabolizable energy for weight gain were estimated by regression analysis, among the net energies for gain, on the dietary metabolizable energy (ME). The ME requirements for 1 kilogram of empty body weight gain increased as the animal body weights raised, and decreased for the same live weight as the dietary concentrate levels increased. The efficiencies of metabolizable energy utilization estimated for weight gain were: .27, .26, .36, .39, and .42. The concentrate level improved the efficiency of ME utilization for weight gain.

Key Words: crossbred bulls, efficiency, metabolizable energy, level of concentrate, diets


 

 

Introdução

A energia metabolizável (EM) foi definida como a energia bruta dos alimentos, menos a energia perdida nas fezes, a energia urinária e a perda de energia pelos gases (NRC, 1981), ou seja, estimativa da energia disponível para o animal (NRC, 1996). A energia líquida (EL) do alimento seria a fração da energia metabolizável utilizada pelo animal, para mantença e produção, após as perdas do incremento calórico (NRC, 1981).

As exigências energéticas dos animais são as mais difíceis de serem determinadas, pois a eficiência de utilização da energia para os vários processos fisiológicos - mantença, crescimento, engorda e lactação - é variável, além do fato de haver muitas outras interferências, como o clima, os exercícios do animal e a concentração de energia metabolizável do alimento (COELHO DA SILVA e LEÃO, 1979).

Em 1963, Lofgreen e Garret introduziram o sistema de energia líquida para crescimento e engorda de gado de corte (LOFGREEN e GARRET, 1968). O sistema separa os requerimentos de energia para mantença e ganho de peso. A soma das necessidades de mantença e ganho representam as exigências de energia líquida dos animais. Conhecendo-se as exigências líquidas e levando-se em consideração os fatores de eficiência de utilização da energia do alimento para mantença e ganho, obtêm-se as exigências dietéticas.

A exigência energética de mantença pode ser definida como a quantidade de energia do alimento que não resultará em ganho, nem em perda de energia corporal (NRC, 1984). De acordo com LOFGREEN e GARRET (1968), os requerimentos de mantença eqüivaleriam à produção de calor do animal em jejum. Em animais alimentados, a produção de calor é derivada do metabolismo basal, incremento calórico e calor produzido pelas atividades do animal. Não havendo consumo de alimentos, o incremento calórico é igual a zero e os componentes da produção de calor são o metabolismo basal e o calor produzido pelas atividades voluntárias do animal, que são consideradas iguais aos requerimentos de energia líquida para mantença.

Os requerimentos de energia líquida para mantença, para o gado de corte, têm sido estimados como 77 kcal por unidade de tamanho metabólico (GARRET, 1980; NRC, 1984), apesar destas exigências variarem com o sexo, a raça, a idade, a composição corporal e o nível nutricional do animal (SOLIS et al., 1988).

Para o AFRC (1993), os requerimentos de mantença envolveria o metabolismo do jejum e as atividades voluntárias, sendo influenciados pelo peso vivo, com acréscimo de 15% para o macho não-castrado. O NRC (1996) também acrescentou 15% para machos não-castrados.

As exigências de energia líquida para taxa de ganho de peso diferem, para animais de mesmo peso vivo, em virtude das diferenças na composição do ganho de peso (GARRET et al., 1959), que é influenciada por vários fatores, principalmente pela raça, pelo sexo, pelo estado fisiológico e pela dieta (ROBELIN e GEAY, 1983).

Dessa forma, as diferenças na composição do ganho de peso são responsáveis pela maior exigência de energia em animais em estádio mais avançado de maturidade fisiológica, pelas maiores exigências de animais precoces, em relação aos tardios a mesmo peso vivo, e pela maior exigência das fêmeas em relação aos machos inteiros (LANA, 1991).

A eficiência de utilização da energia metabolizável da ração não está muito bem estabelecida para ruminantes. O NRC (1984) mostrou valores de eficiência de utilização da energia metabolizável para mantença, variando de 57,6 a 68,6%, e, para ganho, de 29 a 47,3%, para rações com o teor de EM, variando de 2,0 a 3,2 Mcal/kg de matéria seca.

GARRET (1980) relatou que resultados experimentais mostraram que a eficiência de utilização da EM na síntese de proteína variou entre 10 e 40%, enquanto, para síntese de gordura, esta variação estava entre 60 e 80%.

Segundo RATTRAY e JOYCE (1976), os ganhos de peso associados com altas deposições de gordura foram mais eficientes, energeticamente, mas menos eficientes em relação à conversão de alimentos, em peso vivo, quando comparados a ganhos com pequena deposição de gordura. Isto ocorre porque os tecidos adiposos, onde ocorre grande parte do aumento de peso vivo, contêm teores mais elevados de matéria seca (LANA, 1991) que os músculos (80 vs 30%, aproximadamente).

A eficiência de utilização da energia metabolizável deve ser considerada para se determinarem as exigências dietéticas. Analisando-se os trabalhos publicados em condições brasileiras por BOIN (1995) e FONTES (1995), observou-se que, apesar de já terem sido publicados vários dados sobre exigências nutricionais de bovinos no Brasil, existe carência de fatores para conversão das exigências líquidas em dietéticas.

Assim, o objetivo deste trabalho foi determinar a eficiência de utilização da energia metabolizável para ganho de peso e as exigências de energia metabolizável e de nutrientes digestíveis totais para bovinos F1 Simental x Nelore, não-castrados, alimentados com rações contendo diferentes níveis de concentrado.

 

Material e Métodos

O local do experimento, as rações utilizadas, a proporção de ingredientes nas mesmas, o manejo dos animais, as características dos animais utilizados, o consumo de nutrientes, os procedimentos de abate e as coletas de amostra de tecido animal e vegetal, as análises químicas, o delineamento experimental e as análises estatísticas foram descritos por FERREIRA et al. (1999a,b).

As concentrações de energia líquida das rações foram calculadas de acordo com HARRIS (1970).

Para determinação da energia líquida de mantença, foi utilizado o valor de 77 kcal/kg0,75, adotado pelo NRC (1984), determinado por LOFGREEN e GARRET (1968).

O teor de EM das rações foi obtido segundo SNIFFEN et al.(1992), considerando-se 1 quilograma de NDT igual a 4,409 Mcal de energia digestível (ED) e 1 Mcal de ED igual a 0,82 Mcal de EM. Para o cálculo do consumo de NDT (cNDT), empregou-se a seguinte fórmula:

 

cNDT = (cPB -PBf) + 2,25 (cEE - EEf) + (cCHO - CHOf),

 

em que

cPB, cEE, e cCHO = consumos de proteína bruta, extrato etéreo e carboidratos totais, respectivamente; e
PBf, EEf e CHOf = excreções fecais de proteína bruta, extrato etéreo e carboidratos totais, respectivamente; sendo a concentração de NDT, nas rações, determinada pela relação entre o consumo de NDT e o consumo de matéria seca.

A determinação dos teores de PB, EE e CHO nas fezes foi feita em um ensaio de digestibilidade por TIBO, em 1997 (dados ainda não publicados), no qual se utilizaram cinco animais de mesma constituição genética dos utilizados no ensaio de determinação das exigências de energia líquida, alimentados com as mesmas rações. Os animais foram distribuídos em quadrado latino (5 X 5), com cinco níveis de concentrado (25; 37,5; 50; 62,5; e 75%) e cinco períodos. Cada período experimental teve duração de 14 dias, sendo 10 de adaptação e quatro para coleta de fezes. Como indicador, foram utilizados 20 g de Cr2O3, colocados diariamente no rúmen de cada animal, em duas doses de 10 g cada, fornecidas durante os últimos sete dias de adaptação e os quatro de colheita.

A ingestão de matéria seca suficiente para manter o equilíbrio de energia foi calculada dividindo-se o consumo de EM, suficiente para mantença (131 kcal/kg0,75), pela concentração de EM (kcal/gMS) da ração usada em cada tratamento. Posteriormente, calculou-se o teor de energia líquida de mantença (Elm), dividindo-se a produção de calor do jejum (77 kcal/kg0,75) pelo consumo de matéria para manter o equilíbrio de energia expresso em g MS/kg0,75.

O cálculo da energia líquida de ganho, para cada tratamento, foi efetuado subtraindo-se o consumo voluntário de matéria seca (g MS/kg0,75) do consumo de matéria seca suficiente para manter o equilíbrio de energia (g MS/kg0,75). O teor de energia líquida para ganho de peso foi calculado dividindo-se o balanço energético diário (energia retida por dia) em kcal/kg0,75 pelo consumo de matéria seca, além das necessidades de mantença, expresso em g MS/kg0,75.

A eficiência de utilização da EM, para ganho de peso (Kf), foi estimada por regressão do teor de energia líquida, em função do teor de energia metabolizável das rações, segundo GARRET (1980).

As exigências de EM foram obtidas dividindo-se as exigências de energia líquida para ganho de peso pelas eficiências de utilização da EM para ganho (Kf). As exigências de NDT foram calculadas dividindo-se as exigências de energia metabolizável por 0,82 e, posteriormente, dividindo-se as exigências de energia digestível por 4,409.

 

Resultados e Discussão

Na Tabela 1 são apresentados os teores de NDT, as concentrações de energia metabolizável (EM) e os valores calculados para energia líquida de mantença (Elm), a energia líquida de ganho (Elg) e as eficiências de utilização da energia para ganho de peso (Kf).

 

 

Nas tabelas do NRC (1984) são encontrados os valores de Elm e Elg de uma ração com teor de EM de 2,60 Mcal/kg MS, em 1,69 e 1,08 Mcal/kg MS, respectivamente. Os valores encontrados no presente trabalho, para ração com teor de EM de 2,58 Mcal/kg MS, que foram de 1,52 e 0,99 Mcal/kg MS para Elm e Elg, respectivamente, encontram-se muito próximos daqueles constantes das tabelas do NRC (1984).

Verificou-se que as eficiências até o nível de 50% de concentrado aumentaram de forma mais pronunciada em relação ao nível de 75%. Segundo RATTRAY e JOYCE (1976), os ganhos de peso em que ocorreram altas deposições de gordura foram mais eficientes energeticamente. Como foi verificado por FERREIRA et al. (1998b), a partir do nível de 50% de concentrado, ocorreu deposição de gordura relativamente constante, observando-se pequeno aumento na deposição de proteína, o que pode explicar a pequena variação observada nos valores de eficiência de utilização da energia metabolizável, a partir do nível de 50% de concentrado.

A equação e o gráfico resultantes da regressão da energia líquida de ganho (Elg) em função da energia metabolizável da ração são apresentados na Figura 1. Utilizando-se os valores de EM das rações, na equação da Figura 1, foram estimados os respectivos valores de eficiência de utilização da EM para ganho (kg) de 0,27; 0,26; 0,36; 0,39; e 0,42.

 

 

Baseando-se no valor de 0,077 Mcal/kg0,75, como energia líquida de mantença, na eficiência de utilização da energia metabolizável para mantença de 0,59, e acrescentando 15%, como preconizado pelo AFRC (1993) e NRC (1996) para o macho não-castrado, calcularam-se as exigências diárias de energia metabolizável para mantença. Em seguida, dividindo-se por 0,82 foram obtidas as exigências de energia digestível (ED). Considerando-se que o valor energético de um quilograma de NDT equivale a 4,409 Mcal de ED, obtiveram-se as exigências de NDT para mantença, dividindo-se as exigências de ED por 4,409 (Tabela 2).

 

 

Considerando-se o valor obtido no presente trabalho para Km igual a 0,59, acrescendo 15%, por se tratar de machos não-castrados, como recomendado pelo NRC (1996) e AFRC (1993), e tomando o valor de 77 Kcal/kg0,75 como energia líquida de mantença, as exigências de energia metabolizável para mantença seriam de 150,7 kcal/kg0,75; as exigências de energia digestível, de 183,7 kcal/kg0,75; e as de NDT, de 41,67g de NDT/kg0,75.

Na Tabela 3, são apresentados os valores das estimativas de energia metabolizável em Mcal por quilograma de ganho de peso corporal vazio (GPCV), de bovinos F1 Simental x Nelore, obtidos para as diferentes eficiências de utilização da energia metabolizável.

 

 

As exigências de energia metabolizável aumentaram, à medida que se elevou o peso corporal, para todos os níveis de concentrado. Da mesma forma, o AFRC (1993) mostrou aumento nas exigências de EM de 79 para 95 MJ/dia para ganho de um quilograma, à medida que o peso se elevou de 300 para 400 kg. Observou-se decréscimo nas exigências com o aumento do nível de concentrado nas rações, para mesmo peso, em virtude do aumento da eficiência de utilização da EM.

As exigências totais de energia metabolizável (mantença + ganho de 1 kg de PCV), obtidas para animais de 400 e 500 kg de peso vivo, considerando-se o nível de 62,5% de concentrado (2,58 Mcal/kg MS) e eficiência de utilização (Kf =0,39), foram de 20,98 e 25,54 Mcal, respectivamente. Estes valores foram próximos aos recomendados pelo AFRC (1993), para animais de maturidade tardia e de pesos correspondentes, para ração com 2,60 Mcal/kg MS, que são de 19,83 e 23,18 Mcal/dia.

A partir dos dados da Tabela 3, as exigências de NDT para ganho de 1 kg de PCV foram calculadas dividindo-se as exigências de energia metabolizável por 0,82 e, posteriormente, dividindo-se as exigências de energia digestível por 4,409. Os resultados são apresentados na Tabela 4.

 

 

As exigências totais de NDT (mantença + ganho de 1 kg de PCV), obtidas para animais de 450 kg de PV, em média, foram de 6,70 kg de NDT/dia. O NRC (1984) recomendou consumo de 6,32 kg de NDT/dia para ganho de peso de 0,91 kg/dia, para bovinos não-castrados, de porte grande, com peso de, aproximadamente, 450 kg.

 

Conclusões

As eficiências de utilização da EM para ganho (Kf) foram estimadas em 0,27; 0,26; 0,36; 0,39; e 0,42, respectivamente, para as concentrações de EM de 2,28; 2,26; 2,43; 2,58; e 2,72 Mcal/kg MS, obtidas para os níveis de 25; 37,5; 50; 62,5; e 75% de concentrado.

As exigências totais de energia metabolizável, obtidas para animais de 400 e 500 kg de PV, com ganho de 1 kg de PCV, considerando-se eficiência de utilização (Kf =0,39), foram de 20,98 e 25,54 Mcal, respectivamente.

As exigências de EM, ED e NDT para mantença foram calculadas em 150,7; 183,7; e 41,67g/kg0,75.

As exigências totais de NDT, obtidas para animais de 450 kg de PV com ganho de 1 kg de PCV, foram de 6,70 kg/dia.

 

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Recebido em: 26/06/98
Aceito em: 09/09/98

 

 

1 Parte da Tese apresentada pelo primeiro autor à UFV para obtenção do título "Doctor Scientiae".

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