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Revista Brasileira de Zootecnia

On-line version ISSN 1806-9290

R. Bras. Zootec. vol.28 no.5 Viçosa  1999

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35981999000500002 

Composição químico-bromatológica do feno de cipó-de-escada (Bauhinia glabra Jacq.) em cinco estádios de corte1

 

Chemical composition of the hay of the Bauhinia glabra Jacq. in five periods of cut

 

 

Jael Soares BatistaI; Francisco de Assis Vasconcelos ArrudaII; Abelardo Ribeiro de AzevedoIII; Arnaud Azevêdo AlvesIV

I Méd. Vet., Mestrando, FAVET/UECE, Av. Dedé Brasil, no 1700, CEP 60.740-000, Fortaleza, CE
II Engo. Agro., Doutor EMBRAPA Meio-Norte
IIIEngo. Agro., Doutor, DZ/CCA/UFC
IV Engo. Agro., Mestre, DZO/CCA/UFPI

 

 


RESUMO

Esta pesquisa foi realizada para avaliar a composição químico-bromatológica do feno de cipó-de-escada (Bauhinia glabra Jacq.) aos 42, 56, 70, 84 e 98 dias de crescimento, após o corte de uniformização. Delineamento experimental inteiramente casualizado com cinco tratamentos e quatro repetições foi usado. O feno foi obtido em uma área de pastagem nativa rebaixada/raleada de 7200 m2, subdividida em parcelas de 360 m2. Não houve diferenças para os teores de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), hemicelulose e fósforo (P). Os teores de fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA), celulose, lignina e cálcio (Ca) apresentaram diferenças entre os tratamentos. Os teores médios para a composição químico-bromatológica foram: 88,90% MS, 94,17% MO, 5,51% MM, 17,97% PB, 58,12% FDN, 40,88% FDA, 17,11% hemicelulose, 27,33% celulose, 12,77% lignina, 0,29% Ca e 0,15% P. Os fenos avaliados são recomendáveis para suplementação protéica em dietas para ruminantes. Com o avançar do estádio vegetativo, aumentaram linearmente os constituintes da parede celular e o Ca.

Palavras-chave: Bauhinia glabra, composição químico-bromatológica, feno


ABSTRACT

This research was carried out to evaluate the chemical composition of cipó-de-escada (Bauhinia glabra Jacq) hay at 42, 56, 70, 84 and 98 days of growth after uniformity cut. A completely randomized experimental design, with five treatments and four replicates, was used. The hay was obtained from an area of native pasture lowed and cleaned of 7200 m2, which were subdivided in plots of 360 m2. There were no differences for the content of dry matter (DM), organic matter (OM), crude protein (CP), hemicellulose and phosphorus (P). However, differences were observed for the neutral detergent fiber (NDF), acid detergent fiber (ADF), cellulose, lignin and calcium (Ca) contents among the treatments. The average contents for the chemical composition were: 88.90% DM, 94.17% OM, 5.51% ash, 17.97% CP, 58.12% NDF, 40.88% ADF, 17.11% hemicellulose, 27.33% CEL, 12.77% LIG, 0.29% Ca and 0.15% P. The evaluated hays can be used as protein supplement in the diet for ruminants. The cell wall and Ca constituents linearly increased as vegetative stage developed.

Key Words: Bauhinia glabra, chemical composition, hay


 

 

Introdução

Entre as alternativas para minimizar os problemas da falta de pastagem no período de estiagem, destacam-se as práticas de conservação de forragem produzida no período de condições edafoclimáticas favoráveis, sob forma de feno e silagem (Church, 1991; Vilela, 1994; e Frankel, 1994).

São condições fundamentais para obtenção de feno de boa qualidade o potencial produtivo da forrageira (Seiffert, 1980), a colheita no momento certo (Lavezzo, 1988) e a secagem rápida e uniforme (Church, 1991).

A análise químico-bromatológica é o ponto de partida para o conhecimento da concentração e disponibilidade dos nutrientes, o que contribui para predizer a resposta animal em diferentes situações de pastejo (Van Soest, 1982).

O valor nutritivo das plantas forrageiras está relacionado com o estádio de maturação, o qual depende do aumento da relação caule/folha, em decorrência da intensificação do processo de alongamento dos caules (Lavezzo, 1988). À medida que a planta se desenvolve, ocorre diminuição do seu valor nutritivo, representado pelo menor teor protéico e aumento da fração fibrosa e lignina (Kilker, 1981).

Existe grande número de forrageiras nativas na Região Nordeste aptas à fenação (LIMA e MACIEL, 1996). Contudo, há poucos trabalhos de avaliação da produção e composição química de forrageiras nativas em diferentes estádios de corte. Segundo CoÊlho (1981), este conhecimento é de fundamental importância para implementação de manejo visando à utilização de forrageiras em seu melhor estádio de desenvolvimento.

O cipó-de-escada é uma leguminosa liana, perene, de caule com curvas alternadas simulando degraus de escada, pertencente à família Caesalpiniaceae, nativa da bacia do rio Parnaíba, encontrada com bastante freqüência em áreas de pastagem nativa caracterizadas como floresta mista de babaçu.

Esta pesquisa teve como objetivo avaliar a composição químico-bromatológica do feno de cipó-de-escada (Bauhinia glabra Jacq.) em cinco estádios de corte.

 

Material e Métodos

Esta pesquisa foi realizada no Departamento de Zootecnia do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Piauí (DZO/CCA/UFPI). As análises químico-bromatológicas foram feitas no Laboratório de Nutrição Animal do Centro de Pesquisa Agropecuária do Meio-Norte (CPAMN/EMBRAPA), em Teresina, PI.

A área do experimento possui coordenadas geográficas de 5º5' de latitude sul, 42º49' de longitude oeste e 72 metros de altitude. O clima é de transição sub-úmido, distinguindo-se dois períodos, um chuvoso e outro seco (Lima, 1983). A precipitação pluviométrica média anual é de 1360 mm, distribuída irregularmente, concentrando-se acima de 70% nos meses de janeiro a abril, e a temperatura média anual, 26,8ºC. Este comportamento condiciona deficiência hídrica na maior parte do ano, atingindo valores máximos nos meses de outubro e novembro (SUDENE, 1990). O relevo é ligeiramente plano com algumas ondulações e o solo, do tipo aluvial eutrófico de textura arenosa (Cordeiro, 1983). Foram coletadas amostras de solo da área experimental, a uma profundidade de 0,20 m, analisadas no Laboratório de Análise de Solos da UFPI, sendo obtidos os seguintes resultados: Ca+Mg=1,66mE%; P=49ppm; K=0,14ppm; Mo=2,6% e pH=6,0.

A vegetação do local do experimento foi classificada, por Emperaire (1983), como de formação sub-caducifólia do tipo floresta mista (mata de babaçu), de origem antrópica, apresentando-se biestratificada, com estrato superior constituído por babaçu (Orbignya martiniana) e o inferior, arbustivo arbóreo, tendo como principais espécies: sabiá (Mimosa caesalpiniaefolia Benth.), espinheiro (Piptadenia flava), mofumbo (Cobretum leprosum), caneleiro (Cenostigma gardnerianum), sipaúba (Thiloa glaucocarpa) e canduru preto (Policourea sp).

O feno foi obtido em uma área de pastagem nativa de 7200 m2, subdividida em parcelas de 360 m2, com boa freqüência de cipó-de-escada (Bauhinia glabra Jacq.). No preparo da área, as espécies forrageiras lenhosas foram rebaixadas mediante broca manual, quando do corte de uniformização. Procedeu-se ao raleamento adotando-se controle seletivo das espécies não forrageiras a um nível de 30 a 40% (Araújo Filho, 1992). Estas práticas tiveram como objetivo reduzir o sombreamento e favorecer o desenvolvimento da espécie em estudo. O corte de uniformização do cipó de escada foi realizado a 30 cm de altura. O material colhido em cada corte ficou exposto ao sol até atingir o ponto de feno. As amostras de feno foram trituradas em moinho tipo "Wiley" com peneira de malha de 1,0 mm de diâmetro e acondicionadas em vidros hermeticamente fechados para conservação e posterior realização das análises subseqüentes.

Os teores de matéria seca foram obtidos mediante secagem em estufa com ventilação de ar forçada a 105ºC, servindo este parâmetro como base para expressar os demais constituintes químico-bromatológicos.

A matéria orgânica foi obtida subtraindo-se da matéria seca total a matéria mineral, e a matéria mineral por incineração em mufla a 600ºC durante quatro horas, conforme descrito por Harris (1970).

A determinação da proteína bruta foi realizada pelo método Micro-Kjeldhal, conforme Silva (1990).

Os teores de fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA), celulose e lignina em KMnO4 foram obtidos pelo método de Van Soest, descrito por Caballero e Buxade (1981), e a hemicelulose por diferença entre FDN e FDA (Silva, 1990).

O cálcio foi determinado pelo método volumétrico, por titulação, e o fósforo mediante leitura da intensidade de cor azul produzida pela formação de fosfomolibdato, a qual foi medida em colorímetro fotoelétrico de comprimento de onda 720 nm, segundo Silva (1990).

As análises da variância seguiram o delineamento inteiramente casualizado, com cinco tratamentos (estádios de corte: 42, 56, 70, 84 e 98 dias) e quatro repetições, segundo o modelo matemático:

Yij = μ + Ti + eij

em que

Yij = variável dependente a analisar;
i = 42, 56, 70, 84 e 98 dias;
j = 4;
μ = média geral;
Ti = efeito fixo correspondente à composição químico-bromatológica, em função do estádio de corte; e
εij = efeito do erro aleatório do i-ésimo tratamento na j-ésima repetição.

As médias que apresentaram diferença com significância 5% na análise da variância foram submetidas à regressão, por intermédio do método dos polinômios ortogonais, segundo Banzatto e Kronka (1989).

 

Resultados e Discussão

Os dados da composição químico-bromatológica do feno de cipó-de-escada (Bauhinia glabra Jacq.), nos cinco estádios de corte, estão apresentados na Tabela 1.

 

 

Não foi observada diferença entre os tratamentos para os teores de matéria seca, matéria orgânica e proteína bruta. Os teores de matéria seca variaram de 86,15%, no estádio de 42 dias, a 90,55%, no estádio de 98 dias, com teor médio 88,90%, na faixa ideal para o armazenamento de feno (80 a 90%), recomendado por Lavezzo (1988), garantindo a preservação por longos períodos e diminuindo os riscos de deterioração.

O teor médio de matéria orgânica, 94,17% na MS, foi superior aos encontrados por Araújo et al. (1996), ao avaliarem o feno de feijão-bravo (Capparis flexuosa (L.) L.), 89,46% de MO, e aos dados de LIMA (1996), ao analisar a parte aérea das espécies nativas jurema-preta (Mimosa acustipula Benth.), mororó (Bauhinia cheilantha (Bong.) Steud.) e sabiá (Mimosa caesalpiniaefolia Benth.), 90,80; 87,85; e 91,13% de MO, respectivamente.

A matéria mineral apresentou tendência de decréscimo dos teores do primeiro, 6,79%, ao último corte, 4,26% na MS. O valor médio registrado entre os tratamentos, 5,51%, foi similar ao do feno de capa-bode (Bauhinia platypetala Bur. ex Benth.) (5,83%), obtido por NASCIMENTO et al. (1996a), e inferior ao do feno de feijão-bravo (10,54%), obtido por Araújo et al. (1996).

O teor de proteína bruta variou de 19,13%, no estádio de 42 dias, a 17,11%, aos 98 dias, com pouca alteração no teor absoluto mesmo nos intervalos extremos, o que demonstra que a maturidade não comprometeu o teor de PB desta liana. Isto pode ser considerado aspecto positivo, uma vez que vários autores verificaram que o teor de proteína diminui com o avanço do estádio vegetativo da planta (Kilker, 1981; Azevedo, 1983; Minson, 1990; Batista, 1995; e Nascimento et al., 1996a), podendo favorecer melhor manejo desta forrageira, por permitir maior opção quanto à adoção de intervalos de corte que garantam maior produtividade de MS, desde que a qualidade da fibra não comprometa o valor nutritivo.

A média de PB obtida neste trabalho, 17,97% na MS, supera os valores encontrados por Batista et al. (1995) para o cipó-de-escada (11,93%), Lima (1996) para a jurema-preta (14,61%) e Araújo et al. (1996) para o feijão-bravo (13,47%), porém é inferior à do feno de mata-pasto (Senna obtusifolia L.) (26,90%), obtido por Nascimento et al. (1996b).

O teor de PB apresentou teores superiores às necessidades mínimas de 6 a 8% para mantença de ruminantes, evitando redução do consumo de forragem e favorecendo o crescimento e a produção animal (Vilela, 1994), além de superar as exigências de cabras leiteiras de alta e baixa produção que, segundo Nunes (1985), são de 16 e 14%, respectivamente.

Observa-se, pela análise da variância, diferença significativa (P<0,05) entre os estádios de corte para FDN, FDA, celulose e lignina. As médias destes constituintes, quando submetidas à análise de regressão, apresentaram efeito linear crescente nos estádios de corte (Figura 1). A equação de regressão evidenciou que, para cada aumento de um dia, houve acréscimo de aproximadamente 0,32% para FDN, 0,26% para FDA, 0,14% para celulose e 0,13% para lignina. O acréscimo desses constituintes pode ser justificado pela diminuição da relação folha/caule, em decorrência do processo de crescimento e alongamento do caule (Lavezzo, 1988).

 

 

A FDN mostrou-se superior à obtida por Azevedo (1983) nos estádios coincidentes para o feno de cunhã (Clitoria ternatea L.) confeccionado aos 42, 56, 70 e 84 dias, com médias 42,39; 51,30; 51,09; e 54,21%, respectivamente.

As médias da FDA, obtidas nos tratamentos, foram superiores às do teor de fibra bruta do capa-bode (19,35%) e do feno de feijão-bravo (13,47%), apresentados por Nascimento et al. (1996a) e Araújo et al. (1996), respectivamente, e, com exceção do estádio 42 dias, foi inferior ao do mororó (32,67%), obtida por Lima (1996). A comparação entre os teores de FDA e FB, encontrada na literatura, é explicável, porém os dados de FB mediante a técnica de Weende superestima estes valores (Silva, 1990). Azevedo (1983) verificou que no feno de cunhã o teor de FDA é superior ao de FB em, aproximadamente, 7%.

Para a hemicelulose, não houve diferença significativa, apesar do aumento dos teores com a maturidade da planta. O teor médio, 17,11% na MS, foi superior ao observado por Azevedo (1983) para o feno de cunhã aos 42, 56, 70 e 84 dias, 4,8; 6,69; 7,78; e 7,36%, respectivamente, mas foi inferior aos valores obtidos por Andrade (1994) para o feno de leucena (Leucaena leucocephala (Lam.) de Wit.) produzido nas épocas seca (38,47%) e chuvosa (36,25%).

Os resultados de hemicelulose apresentaram-se inferiores aos de celulose nos tratamentos, o que não é muito desejável, uma vez que, segundo Silva (1990), a hemicelulose é mais digestível que a celulose.

O aumento do teor de celulose com o avanço da idade da planta apresentou comportamento semelhante ao observado por Azevedo (1983), ao avaliar o valor nutritivo do feno de cunhã nos estádios de corte 42, 56, 70, 84 e 98 dias.

O feno da forrageira nativa cipó-de-escada apresentou menor teor de lignina que os fenos de cunhã (15,15%), obtido por Azevedo (1983), e de leucena (10,75%), obtido por Andrade (1994). O teor médio de lignina está próximo ao exigido para forrageiras de boa qualidade, que, segundo Silva (1990), deve variar de 4 a 12%.

A análise de regressão aplicada às médias de cálcio evidenciou efeito linear crescente dos estádios de corte do cipó-de-escada (Figura 1). A função de resposta mostra que a cada aumento de um dia para corte corresponde a incremento de 0,0018% no teor de cálcio, o que pode ser atribuído à menor mobilização no vegetal, levando a aumento de cálcio nos tecidos velhos da planta (Sousa, 1988). Os teores de cálcio nos tratamentos mostraram-se inferiores aos das espécies nativas mororó (1,28%), sabiá (1,21%) e quebra-faca (1,07%), verificado por Lima (1996), contudo, o teor médio (0,29%) atende ao requerimento deste macroelemento para ovinos, que, segundo o National Research Council - NRC (1975), deve variar de 0,21 a 0,52% na MS.

Os teores de fósforo não apresentaram diferença significativa entre os tratamentos. O teor médio de fósforo (0,15%) na MS foi similar aos do moleque-duro e jurema vermelha (0,15%), obtidos por Lima (1996), superior ao do feno de cunhã (0,09%), encontrado por Azevedo (1983), e inferior ao do capa-bode (0,22%), observado por Nascimento et al. (1996a).

Os valores obtidos para o fósforo nos diversos estádios de corte aproximaram-se aos requerimentos deste macroelemento para ovinos, de 0,16 a 0,37% da MS (NRC, 1975), apresentando importância econômica, por ser considerado o elemento mais oneroso na suplementação mineral (Sousa, 1988).

 

Conclusões

O feno da leguminosa cipó-de-escada (Bauhinia glabra Jacq.) apresentou teor médio de proteína bruta 17,97% na MS, constituindo-se em suplemento protéico para ruminantes.

Com o avançar do estádio vegetativo do cipó-de-escada, aumentaram linearmente os constituintes da parede celular e o teor de cálcio nos fenos avaliados, com incrementos diários de 0,32% na FDN, 0,26% na FDA, 0,14% na celulose, 0,13% na lignina e 0,0018% no cálcio, o que indica a importância da fenação do material menos fibroso.

 

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Recebido em: 28/04/98
Aceito em: 20/04/99

 

 

1 Parte da Dissertação submetida pelo primeiro autor à FAVET/UECE para obtenção do título de Mestre.

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