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Revista Brasileira de Zootecnia

Print version ISSN 1516-3598On-line version ISSN 1806-9290

R. Bras. Zootec. vol.29 no.1 Viçosa Jan./Feb. 2000

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982000000100026 

Efeito da Qualidade do Milho no Desempenho de Frangos de Corte

 

José Henrique Stringhini1, Nadja Susana Mogyca1, Maria Auxiliadora Andrade2, Geisa Fleury Orsine1, Marcos Barcellos Café1,3, Sebastião Aparecido Borges3

 

 


RESUMO - Este experimento foi realizado para avaliar os efeitos do uso de milho de baixa qualidade nutricional, infestado por insetos ou fungos, sobre o desempenho de frangos de corte em rações para a fase inicial. Um total de 400 pintos não-sexados da linhagem Ross foi distribuído em delineamento inteiramente casualizado com cinco tratamentos e quatro repetições, de acordo com a qualidade dos grãos de milho usado nas rações iniciais (1 a 28 dias). O milho não-infestado foi usado na ração testemunha, e substituido com níveis de 20 ou 40% de grãos de milho infestados por insetos e por 20 ou 40% de grãos de milho infestados por fungos. Ganho de peso, consumo de ração e conversão alimentar, no período de 1 a 28 e 29 a 49 dias e no período total, não foram influenciados pelos tratamentos. As relações entre o peso dos órgãos e o peso corporal foram crescentes para fígado e bursa of Fabricius, à medida que o milho com níveis de infestação por insetos ou fungos aumentaram, principalmente para a fúngica. À necropsia realizada aos 29 e 51 dias de idade dos frangos, identificou-se o aumento da freqüência de problemas de pernas e lesões hepáticas nos tratamentos que continham milho infestado com insetos ou fungos em sua composição. Os níveis de infestação por insetos ou fungos usados não influíram no desempenho dos frangos, porém podem contribuir para aumentar a incidência de problemas metabólicos, fatores que não se refletem no desempenho do frango de corte, mas que aumentam as taxas de condenação de carcaça.

Palavras-chave: desempenho, frangos de corte, fungos, insetos, milho, ração inicial

Effects of Corn Quality on Broilers Performance

ABSTRACT - This experiment was conducted to evaluate the use of low nutritional quality corn grain, infested with insects or fungi on the performance of broilers in starter diets. A total of 400 not sexed Ross chicks was allotted to a completely randomized design with five treatments and four replicates, according to the corn grain quality used in starter diets (1 to 28 days). The non infested corn was used in the control diet, and substituted by levels of 20 or 40% of grains infested by insects, and by 20 or 40% of molded grains. Weight gain, feed intake and feed: gain ratio from of 1 to 28 and 29 to 49 days periods and in the total period were not affected by the treatments. The organ weights: body weight ratios were crescent for liver and bursa of Fabricius, as the infested corn grain levels by insect or fungi increase, mainly for the molded corn grains. In the necropsy done at the 29 and 59 days of broiler age, there was an increase on the frequency of leg problems and hepatic lesions in the treatments containing corn grain infested by insects or molded in its composition. The substituition levels (20 or 40%) of infestation by insects or fungi used did not interfere with the broiler performance, however it could contribute to the increase of the incidence of metabolic problems, hazards that did not reflect in the broiler performance, but it increased the carcass condemnations.

Key Words: performance, broilers, molds, insects, corn, starter diet


 

 

Introdução

O milho, na avicultura, assume papel de vital importância na alimentação, pois compõe cerca de 60% de uma ração inicial de frangos de corte e, aproximadamente, 65% da energia metabolizável, além de cerca de 22% da proteína na fase inicial (DALE, 1994a,b).

Para efeito de avaliação de sua qualidade, o milho é classificado, no Brasil, como tipos 1, 2 e 3, de acordo com o grau de impurezas, os grãos quebrados, chochos ou mofados (TARDIN, 1991), e nos Estados Unidos, de tipos 1 a 5 (DALE, 1994a,b). Tem-se observado que, nas fábricas de ração, muitas vezes encontram-se disponíveis apenas grãos de qualidade ruim ou duvidosa, como o tipo 3, devendo-se proceder à correção nutricional da ração, que, em muitos casos, não é efetuada.

PUZZI (1986) cita que danos mecânicos nos grãos ocorrem no transporte, na limpeza, secagem e colheita e dão origem à produção de grãos quebrados, partidos e trincados, que aumentam, quanto menores forem os teores de umidade dos grãos.

De acordo com LOPES et al. (1988), o alto conteúdo em carboidratos, principalmente o amido, e de outros componentes, como proteínas e ácidos graxos, faz do milho importante produto comercial, que, em condições inadequadas de armazenamento, pode sofrer perdas no valor quantitativo e qualitativo, devido principalmente ao ataque de pragas e fungos, desde o campo até a época de consumo.

Os principais insetos que infestam os grãos de milho armazenados são o gorgulho (Sitophilus zeamais, Mots., 1855) e a traça dos cereais (Sitotroga cerealella, Olivier, 1819) (CARVALHO,1982). LOPES et al. (1988), trabalhando com os níveis de 5, 20, 30, 40 e 50% de infestação dos grãos por Sitophilus zeamais, verificaram perda de peso dos grãos da ordem de 0, 5, 8, 10 e 13% e, também, da energia bruta com o aumento dos níveis de infestação.

Os principais fungos capazes de invadir e danificar sementes, grãos, fibras naturais e seus subprodutos são divididos em classes como fungos de campo, intermediários e de armazenamento (LAZZARI, 1993). As principais espécies de fungos de campo são dos gêneros Alternaria, Cladosporium, Fusarium e Helmintosporium e podem alterar a aparência dos grãos e o valor comercial do produto, enquanto os do gênero Aspergillus e Penicillium são os fungos de armazenamento ou depósito mais freqüentemente encontrados (PUZZI, 1986).

Um dos grandes problemas na armazenagem dos grãos e, conseqüentemente, do preparo das rações está relacionado à presença de micotoxinas. FONSECA (1980) cita que as principais micotoxinas que contaminam os grãos de milho são a aflatoxina, a zearalenona (F-2), a ocratoxina e dois tricotecenos: a toxina T-2 e o deoxinivalenol, sendo os três primeiros mais freqüentemente encontrados.

As aflatoxinas, toxinas produzida pelo fungo Aspergillus flavus, são as mais comumente encontradas nos grãos de milho contaminados e, também, as que têm causado mais prejuízos comprovados para a produção animal, entre os diferentes tipos de metabólitos produzidos por fungos presentes no meio ambiente, que podem chegar a cerca de 500 substâncias identificadas, porém poucos ainda têm comprovada ação como micotoxinas (KURATA, 1990). Apesar dos problemas conhecidos com as aflatoxinas, a sua incidência em níveis mais altos é bastante variável. Esse fato é demonstrado nos estudos de SABINO (1995), que, analisando 165 amostras da região Sul e 163 amostras na região Sudeste, observou apenas 30 e 14 amostras positivas, respectivamente, para aflatoxina B1; destas, só uma estava contaminada com níveis superiores a 500 ppb. Níveis abaixo das concentrações consideradas tóxicas para as aves podem ter efeito sobre integridade de mucosa intestinal (DOERR et al., 1983) e representar perdas consideráveis para produtores de grande e médio porte, como demonstra JONES et al. (1982), o qual constatou, ao elevar os níveis de aflatoxina no milho 1,2 para 8,8, aumento na porcentagem de condenações de 1,39 para 1,73 e redução na taxa de viabilidade criatória de 95,98 para 92,78% e na remuneração do produtor, de 12,02 para 10,86 cent de dólar por pinto alojado.

ROSTAGNO (1993) ressalta que os grãos de má qualidade têm o valor nutritivo prejudicado em relação ao grão normal, por alteração da composição química, diminuição da biodisponibilidade de alguns nutrientes, presença de fatores anti-nutricionais e proliferação de fungos com ou sem produção de micotoxinas.

As aflatoxinas caracterizaram-se como um problema freqüente para a produção avícola. Sua ação tóxica que determina os piores resultados de desempenho inclui redução da atividade de enzimas pancreáticas e diminuição da concentração de bile (WYATT, 1993), aumento da incidência de problemas de pernas, lesões no nervo ciático (LEESON E SUMMERS, 1988) e antagonismo ao metabolismo de vitaminas, proteínas e aminoácidos, lipídios e carboidratos, agindo sobre coenzimas ou complexos enzimáticos, principalmente no fígado, além de afetar a estrutura química do DNA (BURDITT et al, 1983; KIESSLING, 1986; KURATA, 1990; e SPEIGHT, 1993).

A presença de fungos nas rações ou nos grãos pode representar importantes perdas em termos da qualidade nutricional, tornando o processo de descontaminação oneroso e difícil (KESHAVARZ, 1987). Estes problemas podem ser reduzidos, caso seja adotada uma série de medidas, como redução no período de armazenamento da ração e peletização (GOOD e HAMILTON, 1981; TABIB et al., 1983), que diminuem a contagem de bolores; podem ser usados programas com a introdução de antifúngicos, que inibem a produção de colônias fúngicas nos grãos e rações (BARTOV, 1985; ELIAS et al., 1987; PENZ JR. et al., 1993; KRABBE et al., 1994a,b, 1995a,b; e SANTURIO, 1995) ou a adição de compostos adsorventes de micotoxinas incorporados às rações, destacando-se os aluminossilicatos, a bentonita e os mananooligossacarídios (KUBENA et al., 1990; WYATT, 1991; CAMPABADAL, 1993; DEVEGOWDA et al., 1994; e RAMOS et al., 1996).

Assim, o experimento objetivou avaliar os efeitos da utilização de milho de baixa qualidade nutricional, contendo níveis conhecidos de grãos infestados por insetos e fungos, nas rações iniciais sobre o desempenho e os parâmetros morfométricos em frangos de corte.

 

Material e Métodos

O presente trabalho foi conduzido na Escola de Veterinária da Universidade Federal de Goiás (UFG), no Setores de Avicultura do Departamento de Produção Animal e no Setor de Doenças de Aves do Departamento de Medicina Veterinária da UFG.

Foram utilizados 400 pintos de corte da linhagem Ross, sexados, criados em baterias até os 28 dias, e então transferidos para boxes de 1,0 x 1,0 m entre o 29o e o 49o dia de vida. As duas baterias de aço galvanizado utilizadas constavam de cinco andares com divisões de 0,33 x 0,50 m e divididas ao meio, somando 20 unidades experimentais. Foram utilizados comedouros e bebedouros laterais tipo lineares e sob as gaiolas foram colocadas bandejas para coleta das excretas. Uma lâmpada incandescente de 100W para cada andar foi utilizada até aproximadamente 14 dias de idade para aquecimento das aves.

Nos boxes, a cama foi de cepilho de madeira, com bebedouros lineares de água corrente e comedouros tubulares com capacidade para 18 kg de ração. As aves, bem como as rações experimentais utilizadas e as sobras, foram pesadas no 28o e 49o dia de idade.

Foram utilizados cinco tratamentos e quatro repetições, com 20 aves cada, 10 machos e 10 fêmeas, arranjadas em delineamento inteiramente casualizado, sendo que os tratamentos variaram de acordo com a qualidade do milho fornecida na ração inicial (1 a 28 dias), com a identificação:

A. Milho de boa qualidade

B. Milho com 20% de grãos infestados por insetos

C. Milho com 40% de grãos infestados por insetos

D. Milho com 20% de grãos ardidos

E. Milho com 40% de grãos ardidos

Foram avaliados ganho de peso, consumo de ração e conversão alimentar nas fases inicial (1 a 28 dias) e crescimento/final (29 a 49 dias), além de serem verificadas as relações corporais entre os pesos vivo e dos órgãos (fígado, pâncreas e bursa de Fabricius), aos 29 e 51 dias de idade.

As rações experimentais foram formuladas com o milho em seus diferentes índices de infestação e o farelo de soja (Tabela 1). As exigências nutricionais e a composição dos alimentos para formulação de rações seguiram recomendações de ROSTAGNO et al. (1987), com exceção dos níveis de proteína bruta, que foram determinados no Laboratório de Nutrição Animal do Departamento de Produção Animal da Escola de Veterinária da UFG, segundo SILVA (1991). Aos 29 dias, todas as aves passaram a receber a mesma ração de crescimento com 18,2% de proteína bruta e 2950 kcal/kg de energia metabolizável.

 

 

A determinação dos níveis de infestação desejados foi feita artificialmente durante aproximadamente dois meses e, após esse período, os grãos foram selecionados e separados os infestados por insetos e os ardidos, e misturados ao milho bom, para obtenção dos níveis desejados de infestação. Para os níveis de aflatoxinas B1 e G1, as amostras utilizadas para a formulação das rações foram enviadas para o Laboratório de Bromatologia da Faculdade de Farmácia da UFG, onde foram analisadas em cromatografia de camada delgada, conforme recomendação de OLIVEIRA (1997).

Aos 29 e 51 dias de idade, duas aves por repetição foram sacrificadas (um macho e uma fêmea), pesadas individualmente e, após a retirada do fígado, do pâncreas e da bursa de Fabricius, os animais foram pesados e avaliados sob a forma de relação corporal (RC):

RC = (peso do órgão/peso da ave)*100

Os achados de necropsia foram anotados por ave e repetição, quando foram submetidos à avaliação de freqüência de ocorrência e comparação com os casos descritos na literatura. As lesões foram agrupadas em cinco classes básicas: trato digestivo, trato cárdio-respiratório, trato genito-urinário, órgãos do sistema imune e aparelho locomotor. A distribuição por freqüência se deu em relação ao número total de relatos dentro da idade e dentro de cada classe e à forma como foram agrupados para apresentação dos resultados, tendo sido relatadas as lesões mais importantes encontradas.

Os resultados foram analisados pela análise de variância e aplicados os testes de média (Tukey, 5%), segundo BANZATTO e KRONKA (1992), com o auxílio do programa ESTAT, desenvolvido pelo Departamento de Ciências Exatas da UNESP/FCAV - Campus de Jaboticabal.

 

Resultados e Discussão

Sabe-se que os valores de desempenho podem não ser bom indicativo para problemas de alta infestação do milho por insetos, como observado por LOPES et al. (1988), para suínos alimentados com níveis crescentes infestação de grãos por Sitophilus zeamays (caruncho), mas esperar-se-ia que, para o milho infestado por fungos, os parâmetros ganho de peso, consumo de ração e conversão alimentar fossem significativamente alterados, fato que não ocorreu (Tabela 2). Este desempenho inalterado para as aves que receberam milho infestado por fungo discorda dos resultados esperados, pois, na literatura, níveis mais baixos de aflatoxina encontrados resultaram em desempenho prejudicado (JONES et al., 1982), com níveis variando entre 1,2 e 9,8 ppm de aflatoxinas, inferiores aos observados nas amostras do experimento para aflatoxina B1 e G1 (Tabela 3).

 

 

As alterações nutricionais do grão estão relacionadas às preferências dos insetos em consumir a parte relativa ao gérmen (LOPES et al., 1988). O desenvolvimento dos fungos ocorre quando são maiores os níveis de gordura e o substrato é mais consumido, principalmente, por Aspergillus flavus (BARTOV et al., 1982; NELSON et al., 1982; ROTTER et al., 1989a,b; e KRABBE et al., 1994a,b). Entretanto, as aves parecem ser bastante tolerantes a níveis baixos de aflatoxinas, podendo sugerir lesões intestinais, o que compromete a capacidade de absorção, refletindo em piores valores de conversão alimentar (LAZZARI, 1993).

Como se observa na Tabela 4, não foram encontrados resultados significativos para peso do fígado, peso de pâncreas e peso de bursa de Fabricius em relação ao peso corporal, mas houve tendência de aumento das proporções de peso para fígado tanto para machos, como para fêmeas aos 29 dias. Estes resultados concordam com as alterações em termos de peso de pró-ventrículo, moela, fígado e baço, observadas por HUFF et al. (1986), o que também foi constatado na Tabela 5, quando da avaliação da ocorrência de lesões. Os problemas do aparelho locomotor também foram indicativos de efeito das aflatoxinas, anteriormente constatado por LEESON et al. (1995), indicando que o comprometimento da capacidade de absorção de cálcio e fósforo, resultante do efeito das micotoxinas, pode ser forte indicativo para a ocorrência de deformidades de pernas.

Observa-se, portanto, que, apesar de não terem sido observadas diferenças estatísticas para desempenho, o milho, em seus diferentes índices de contaminação, aumentou a incidência de lesões hepáticas, aparelho locomotor, o que resultou em reduções mínimas no desempenho e aumento na condenação das carcaças (JONES et al., 1982); por isso, o prejuízo só é observado ao final do período de produção. Como o milho é um ingrediente que tem importante participação, chegando a compor de 60 a 80% da composição da ração, preocupar-se com sua qualidade pode render maior número de aves abatidas, com carcaças de melhor qualidade e reduzida mortalidade.

 

Conclusões

Os níveis de grãos infestados por insetos e fungos utilizados neste trabalho, para as rações de 1 a 28 dias, não alteraram o desempenho dos frangos, mas aumentaram a incidência de alterações hepáticas, no aparelho locomotor e, portanto, influíram no metabolismo da ave.

 

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Recebido em: 28/08/98
Aceito em: 02/08/99

 

 

1 Professor do Departamento de Produção Animal da EV/UFG.

2 Professor do Departamento de Medicina Veterinária da EV/UFG. Endereço para correspondências: Depto. Produção Animal - EV/UFG - Caixa Postal, 131 - 74001-970 - Goiânia, GO. E.mail: henrique@vet.ufg.br

3 Médico Veterinário, aluno do curso de Doutorado em Zootecnia da UNESP - Jaboticabal.

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