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Revista Brasileira de Zootecnia

Print version ISSN 1516-3598On-line version ISSN 1806-9290

Rev. Bras. Zootec. vol.29 no.4 Viçosa July/Aug. 2000

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982000000400017 

Influência de Grupos Genéticos e de Níveis de Energia sobre Características de Carcaça de Frangos de Corte1

 

Cristina Fontes Araújo Viana2, Martinho de Almeida e Silva3, Aldrin Vieira Pires4, Ricardo da Fonseca4, Paulo Rubens Soares5

 

 


RESUMO - Este estudo foi realizado para avaliar a diferença entre grupos genéticos e efeitos de dietas com diferentes níveis de energia metabolizável para frangos de corte. O desempenho e a qualidade da carcaça de sete grupos genéticos (M1C1, C1C1, C2C2, M1C2, C2F1, C1F1 e M1F1) de frangos de corte, obtidos a partir do cruzamento entre dois genótipos desenvolvidos pela UFV (M1 e F1) e de duas das principais marcas comerciais (C1 e C2), foram determinados. As aves foram distribuídas ao acaso em 84 boxes (15 aves/boxe e 12 repetições), onde permaneceram até o 42o dia de vida. No período inicial (1o ao 21o dia de idade), as aves receberam ração com 3000 kcal de EM/kg e, no período final (22o ao 42o dia de idade), rações com quatro diferentes níveis de energia metabolizável (2900, 3050, 3200 e 3350 kcal EM/kg). As características avaliadas foram: peso vivo no 42o dia de idade, peso ao abate e rendimento de carcaça e de cortes nobres. Encontrou-se diferença entre grupos genéticos e sexo, independente do nível de energia, sobre peso vivo, peso ao abate, peso de carcaça e cortes nobres, destacando-se os grupos genéticos C1C1 e C2C2. Os machos apresentaram melhores resultados para todas as características. No estudo de rendimentos de carcaça e cortes nobres expressos em relação ao peso ao abate, verificou-se diferença entre grupos genéticos apenas para rendimento de peito.

Palavras-chave: carcaça, frangos de corte, grupos genéticos, nível de energia

Influence of Genetic Group and Level of Energy on Broilers Carcass Traits

ABSTRACT - This study was conducted to evaluate the difference among genetic groups and the effects of diets with different levels of metabolizable energy for broilers. The performance and carcass quality of seven genetic groups (M1C1, C1C1, C2C2, M1C2, C2F1, C1F1 and M1F1) of broilers obtained from the cross among two lines developed by UFV (M1 and F1) and two mainly trade mark lines (C1 and C2) were determined. The chickens were randomly allocated to 84 different boxes (15 birds/box and 12 replicates), where they were kept up to 42 days of age. In the initial period (1st to the 21st day of age) the birds were fed diet with 3000 kcal of ME/kg, and in the final period (22nd to the 42nd day of age) the birds were fed diets with four different levels of energy (2900, 3050, 3200 and 3350 kcal ME/kg). The analyzed characteristics were: live weight at 42nd day of age, slaughter weight and carcass and prime cut yields. Significant difference was observed among genetic groups and sex, independent of the energy level, on live weight, slaughter weight, carcass weight and prime cuts, standing out the genetic groups C1C1 and C2C2. The males presented the best results for all traits. In the study of carcass and prime cut yields, in function of the slaughter weight, there was difference among genetic groups only for breast yield.

Key Words: broilers, carcass, genetic groups, levels of energy


 

 

Introdução

A crescente demanda de um mercado importador e consumidor exigente por produtos de qualidade chamou a atenção dos melhoristas para que houvesse melhoria na carcaça de frangos de corte. O desafio é, então, desenvolver linhagens, que alimentadas adequadamente, possam produzir frangos pesados, com carcaças de boa qualidade e baixos teores de gordura, em curto período de tempo e a custo mínimo. Este rendimento de carcaça pode ser influenciado por alguns fatores: sexo, dieta e fatores genéticos e ambientais.

Os programas de melhoramento animal necessitam de constante acompanhamento das características de importância econômica de cada linhagem e de seus cruzamentos. A partir destes estudos é que os critérios de seleção são estabelecidos para garantir a renovação dos plantéis com animais de potencial genético superior geração após geração.

O grande aumento na taxa de crescimento obtido nos últimos 40 anos é atribuído a dois fatores: herdabilidade de moderada à alta para taxa de crescimento (h2 = 0,40) e intensa pressão de seleção. Como conseqüência do crescimento mais rápido, os frangos são abatidos a idades mais jovens e requerem menos alimento para alcançar o peso de abate, causando assim redução nos custos de produção. A seleção para velocidade de crescimento tem levado ao aumento do apetite, e maior apetite leva à maior deposição de gordura, quando as aves têm acesso ad libitum ao alimento, como se verifica na exploração de frangos de corte. Linhagens ou frangos de cortes com crescimento muito rápido têm potencial para desenvolver anomalias no coração, que podem levar à morte das aves, deformidades de pernas ou carcaças deformadas, e, ainda, anomalias reprodutivas, que aumentam o número de ovos inadequados para incubação, devendo-se, portanto, adequar a nutrição às novas exigências das aves.

ORR e HUNT (1984) e NOBRE et al. (1994) encontraram diferenças entre grupos genéticos de frango de corte com relação à características de carcaça. SILVEIRA e COSTA (1990) também encontraram diferenças significativas entre linhagens no rendimento de cortes nobres.

Efeito significativo do nível de energia no rendimento percentual de coxa foi encontrado por GARCIA et al. (1990), ao variarem os níveis de energia da dieta (2750 e 3200 kcal/kg). No entanto, NOBRE et al. (1994) não observaram efeito do nível de energia sobre o rendimento de carcaça e cortes nobres, com exceção do rendimento de peito nos machos. LANA (1992) encontrou efeitos lineares dos níveis de energia sobre peso de abate de carcaça, peito, coxa e contracoxa.

BENICIO (1995), estudando a influência de linhagens e níveis nutricionais sobre desempenho, rendimento de carcaça e avaliação econômica em frangos de corte, sugere que, na escolha da linhagem de melhor adaptação ao perfil de abate desejado pelas indústrias, devem-se levar em consideração os pintos e a eclosão das matrizes, o desempenho e os rendimentos de carcaça, cortes e carnes dos frangos. Mudanças contínuas na área de genética, nutrição e manejo recomendam testes periódicos para avaliar as linhagens de frango de corte, sendo que a escolha do nível de energia dependerá do menor custo de produção do frango.

O presente trabalho visou avaliar a influência dos níveis de energia da dieta na fase final de criação de frangos de corte (22 a 42 dia de idade) e verificar a existência de interação entre grupos genéticos e níveis de energia sobre as características de carcaça dos genótipos: M1C1, C1C1, C2C2, M1C2, C2F1, C1F1, M1F1, oriundos do cruzamento de duas linhas de matrizes de frango de corte desenvolvidas na UFV (M1 e F1) e duas das principais marcas comerciais (C1 e C2).

 

Material e Métodos

O experimento foi conduzido na seção de Avicultura do Departamento de Zootecnia do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, MG, no período de junho a julho de 1993.

Os pintos de um dia foram provenientes do cruzamento de quatro linhagens de matrizes pesadas, sendo duas desenvolvidas na UFV (M1 e F1) e duas marcas comerciais (C1 e C2). Assim, foram obtidos os sete grupos genéticos: M1C1, C1C1, C2C2, M1C2, C2F1, C1F1 e M1F1.

Após o nascimento, as aves foram identificadas e vacinadas contra Bouba Aviária e Marek e, em seguida, alojadas em 84 boxes (15 aves/boxe com 2,00 x 1,60 m) e 12 repetições. Assim, 1260 pintos de um dia, de sete grupos genéticos, não-sexados, foram distribuídos inteiramente ao acaso, dentro do galpão, onde permaneceram até o 42o dia de vida.

Foram utilizadas, nas fases inicial (um a 21 dias) e final (22 a 42 dias), rações formuladas para atender às exigências nutricionais, segundo ROSTAGNO et al. (1983), à exceção de nível de energia no período final.

Na fase inicial, a dieta fornecida aos pintinhos continha 3000 kcal/kg de energia metabolizável (EM) e, no período final, foram utilizadas quatro rações com diferentes níveis de energia metabolizável: 2900, 3050, 3200 e 3350 kcal/kg. Na fase final, cada grupo genético foi subdividido em quatro tratamentos (níveis de EM), de modo que todos receberam os diferentes tipos de ração.

As características estudas foram: peso vivo no 42o dia de idade, peso ao abate após jejum de 12 horas, peso e rendimento de carcaça eviscerada, peso e rendimento de cortes nobres. A obtenção das características de carcaça adotada foi de acordo a metodologia descrita por ARAÚJO (1995).

Após a pesagem realizada no 42o dia, uma amostra ao acaso, constituída de um macho e uma fêmea de cada boxe, foi retirada, anilhada e, após jejum de 12 horas, levada para o abate. Foi feita então nova pesagem na recepção do abatedouro e, em seguida, as aves foram submetidas às seguintes etapas: sangria, escaldadura, depenagem, evisceração e cortes (ARAÚJO, 1995).

O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, em um esquema fatorial 7 x 4 (sete grupos genéticos e quatro níveis de energia), com três repetições (15 aves/repetição). As análises estatísticas do peso vivo, peso ao abate, peso e rendimento de carcaça e cortes nobres foram realizadas utilizando o programa SAEG (EUCLYDES, 1983) de acordo com o seguinte modelo:

em que

Yijkl = observação l, do grupo genético i, do nível de energia j, do sexo k;

m = média geral;

Gi = efeito do grupo genético, i = 1, 2, ..., 7;

Ej = efeito do nível de energia, j = 1, 2, 3 e 4;

Sk = efeito do sexo, k = 1 e 2;

GEij = interação do grupo genético vs. nível de energia;

GSik = interação do grupo genético vs. sexo;

ESjk = interação do nível de energia vs. sexo;

GESijk = interação do grupo genético vs. nível de energia vs. sexo; e

eijkl = erro associado a cada observação Yijkl.

As comparações entre médias foram feitas utilizando-se o teste de Newman-Keuls. O nível de energia da ração da segunda fase foi decomposto nos seus efeitos linear, quadrático e cúbico.

 

Resultados e Discussão

Foram observadas, pelas análises de variância realizadas, diferenças significativas (P £ 0,05) em peso vivo, peso ao abate, peso de carcaça, de peito, coxa e contracoxa para os grupos genéticos e sexo. Nenhuma da interações estudadas foram significativas (Tabelas 1 e 2). As médias das características, de acordo com os grupos genéticos e sexo, são apresentadas na Tabela 3.

 

 

 

 

O peso vivo das aves pertencentes aos grupos genéticos C1C1 e C2C2 não diferiu significativamente, apresentando os maiores valores, e o grupo genético M1F1 apresentou o menor valor, não diferindo estatisticamente dos grupos genéticos C2F1 e C1F1. O mesmo resultado foi observado para o peso ao abate.

Resultado semelhante foi obtido para peso de carcaça, no qual as médias indicaram que os grupos genéticos C1C1 e C2C2 apresentaram os maiores valores e não diferiram significativamente entre si. O grupo genético M1F1 apresentou o menor peso de carcaça e foi significativamente igual aos demais grupos.

Com relação aos cortes nobres, verificou-se que, para peso do peito, o grupo genético C1C1 obteve o melhor resultado, já o grupo genético M1F1 obteve a menor média e não diferiu significativamente de C2F1 e C1F1. Para peso da coxa, os grupos genéticos C1C1 e C2C2 não diferiram significativamente e obtiveram as maiores médias. Os demais genótipos foram significativamente iguais entre si. Para o peso da contracoxa, os grupos genéticos C1C1 e C2C2 novamente apresentaram os maiores valores, sendo o menor valor observado para o grupo M1F1.

Com relação ao sexo, os machos apresentaram os melhores resultados para peso vivo, peso ao abate, peso de carcaça e cortes nobres, em relação às fêmeas.

Os resultados deste trabalho concordam com os obtidos por ORR e HUNT (1984), que encontraram diferenças significativas quanto ao peso vivo entre linhagens, e também com LOVATTO (1989), que encontrou diferença significativa entre linhagens e sexo para peso de carcaça, peito e contracoxa. Concordam ainda com LANA (1992) e NOBRE et al. (1994), que observaram diferenças significativas entre grupos genéticos e sexo sobre peso vivo, peso ao abate, peso de carcaça e cortes nobres.

No presente estudo, não foi observado o efeito do nível de energia sobre peso vivo, peso ao abate, peso de carcaça e cortes nobres, ou seja, não houve diferença entre os níveis de 2900, 3050, 3200 e 3350 kcal/kg sobre estas características, indicando que o nível de 2900 kcal/kg já garante as exigências energéticas para as características avaliadas nesses grupos genéticos. Tais resultados discordam dos encontrados por diversos autores, como FARR et al. (1977), GARCIA et al. (1990), LANA (1992) e NOBRE et al. (1994), e concordam com aqueles encontrados por ABREU et al. (1996), que não encontraram efeito dos níveis de energia sobre as características acima descritas, nas fases inicial e final de produção de frangos de corte.

Quanto aos rendimentos, os grupos genéticos influenciaram (P£0,05) apenas a porcentagem de peito. Houve interação significativa entre grupo genético e sexo apenas para rendimento de coxa (Tabela 4).

 

 

As médias de rendimentos percentuais de carcaça e cortes nobres, que foram calculadas em função do peso de abate no 42o dia de idade após 12 horas de jejum, encontram-se na Tabela 5.

 

 

Verificou-se que C1C1 apresentou o maior rendimento de peito e o grupo genético M1F1, o menor valor, não diferindo significativamente dos demais grupos.

São muitos os fatores que influenciam o rendimento ao abate, entre os quais são citados a constituição genética da ave, o tipo de alimentação, o período de jejum, os métodos de sangria, evisceração e cortes e a refrigeração da carcaça (Wason et al., 1964, citado por AZEVEDO JR., 1990)

Os resultados obtidos neste estudo concordam com os apresentados por MURPHY e GOODWIN (1978), que não encontraram diferenças significativas entre marcas comerciais para rendimento de carcaça, e por MERKLEY et al. (1980) que, estudando os efeitos de cruzamentos e linhagens sobre o rendimento de carcaça de frangos de corte, não encontraram efeito significativo destes fatores.

O efeito dos grupos genéticos sobre a porcentagem de peito concorda com os resultados encontrados por AZEVEDO JR. (1990) e NOBRE et al. (1994).

O rendimento de carcaça não foi influenciado pelos níveis de energia da dieta aqui estudados. Este resultado concorda com os obtidos por OLOMU e OFFIONG (1980), MENDES et al. (1985) e BENÍCIO (1995).

Verificou-se que, de modo geral, em termos de peso e rendimentos, os grupos genéticos C1C1 e C2C2 apresentaram os melhores resultados e os grupos genéticos C2F1, C1F1 e M1F1, em geral, os menores, ficando os grupos M1C1 e M1C2 com os valores intermediários.

Verifica-se, então, que a avaliação periódica do material genético sob seleção é de grande importância para mensurar a evolução de um programa de melhoramento. Por meio de teste comparativo desenvolvido neste experimento, verificou-se que a utilização da linha macho da UFV (M1) com uma fêmea comercial (C1 ou C2) apresentou resultados satisfatórios e melhores que a associação da linha fêmea da UFV (F1) com um macho comercial (C1 ou C2), sendo que estes últimos cruzamentos foram semelhantes aos resultados obtidos pelo híbrido da UFV (M1F1). Isto indicou o potencial de competitividade e perspectivas de progresso genético do programa de melhoramento de aves da UFV e sugere a possibilidade de se pensar em novos cruzamentos e seleção com o objetivo de se obterem linhas especializadas para caraterísticas reprodutivas, de peso e de carcaça que possam substituir as que não apresentaram resultados satisfatórios.

 

Conclusões

O desempenho do híbrido do frango de corte da UFV não foi satisfatório em relação aos híbridos de duas das principais marcas do mercado, quanto ao peso da carcaça e dos cortes nobres.

Os cruzamentos provenientes das linhas de matrizes de frangos de corte desenvolvidas na UFV, de modo geral, obtiveram rendimentos de carcaça e cortes nobres semelhantes às linhagens comerciais.

Os níveis de energia na fase final não influenciaram as características de carcaça avaliadas.

 

Referências Bibliográficas

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Recebido em: 06/11/1998
Aceito em: 29/02/2000

 

 

1 Parte da Tese do primeiro autor para a obtenção do título de Mestre em Genética e Melhoramento - UFV (Finaciamento: FINEP, CNPq, FAPEMIG).

2 MS em Genética e Melhoramento/UFV.

3 Professor da Universidade Federal de Minas Gerais.

4 Estudante de Doutorado - UFV, Viçosa, MG. E.mail: avpires@alunos.ufv.br; rfonseca@alunos.ufv.br

5 Professor do Departamento de Zootecnia - UFV, Viçosa, MG.

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