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Revista Brasileira de Zootecnia

On-line version ISSN 1806-9290

Rev. Bras. Zootec. vol.30 no.1 Viçosa Jan./Feb. 2001

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982001000100033 

Digestibilidade in vitro da Matéria Seca, Nitrogênio e Fibra em Detergente Ácido de Dietas Completas Contendo Farelo de Algodão, Uréia ou Amiréia

 

Jane Maria Bertocco Ezequiel1, Weber Vilas Boas Soares2, José Renato Caleiro Seixas3

 

 


RESUMO - Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar o efeito da suplementação com farelo de algodão, uréia ou amiréia a dietas com silagem de milho e milho moído, por intermédio do método da digestibilidade in vitro da matéria seca, nitrogênio e fibra em detergente ácido. O tratamento com uréia apresentou resultados superiores ao demais tratamentos, em todas características estudadas, e os tratamentos com farelo de algodão ou amiréia, resultados semelhantes. Os valores digestibilidade in vitro obtidos foram: 70,5; 69,8 e 72,7% para matéria seca; 61,6; 63,1 e 66,7% para nitrogênio e 30,8; 30,0 e 43,1% para fibra em detergente ácido dos tratamentos contendo farelo de algodão, amiréia e uréia, respectivamente. As dietas com silagem de milho e milho moído suplementadas com uréia fornecem bons resultados de digestibilidade in vitro de matéria seca, nitrogênio e fibra em detergente ácido

Palavras-chave: amiréia, digestibilidade in vitro, farelo de algodão, fibra em detergente ácido, nitrogênio, uréia

In Vitro Disappearance of Dry Matter, Nitrogen and Acid Detergent Fiber of Diets Containing Cottonseed Meal, Urea or Starea

ABSTRACT - This work was carried out to evaluate the effect of cottonseed meal, urea or starea supplementation to corn silage and ground corn based diets by In vitro disappearance of dry matter, nitrogen and acid detergent fiber method. The treatment with urea presented better results than the other treatments in all studied characteristics, and the treatments with cottonseed meal or starea presented similar results. The observed In vitro disappearance values were: 70.5, 69.8 and 72.7% for dry matter, 61.6, 63.1 and 66.7% for nitrogen and 30.8, 30.0 and 43.1% for acid detergent fiber for the treatments with cottonseed meal, starea and urea, respectively. The corn silage and ground corn diets supplemented with urea showed good in vitro disappearance of dry matter, nitrogen and acid detergent fiber results.

Key Words: acid detergent fiber, cottonseed meal, in vitro disappearance, protein, starea, urea


 

 

Introdução

A uréia é totalmente solúvel no rúmen, sendo prontamente transformada em amônia, a qual fica disponível para ser utilizada na síntese da proteína microbiana. A síntese protéica a partir de fontes de nitrogênio não-protéico (NNP) é uma característica dos ruminantes, os quais possuem microbiota capaz de combinar amônia (forma de nitrogênio mais utilizada pelos microorganismos ruminais para a síntese protéica microbiana) com cadeias carbônicas (provenientes da degradação de fontes energéticas fornecidas na dieta), originando os aminoácidos constituintes das suas proteínas, as quais são degradadas e absorvidas no intestino delgado (NITROFÉRTIL, s.d.).

CAMPOS e RODRIGUES (1985) concluíram que a fonte de energia é fator limitante para a utilização da uréia e a eficiência de uso da amônia, pelos microorganismos ruminais é otimizada quando a uréia é acrescida em dietas com baixo nível protéico e elevado nível de energia, minerais e outros nutrientes que aumentam a atividade microbiana. SATTER e SLYTER (1974) verificaram que, quando a concentração de amônia ruminal foi menor que 50 mg/L, foi necessário suplementação na alimentação dos animais com NNP para o bom desenvolvimento microbiano. A uréia é uma fonte protéica comumente utilizada nas dietas dos ruminantes e tem sido recomendada por vários pesquisadores como fornecedora do NNP, visando melhor aproveitamento das pastagens. O farelo de algodão é um componente amplamente utilizado nas formulações que visam suplementar os volumosos em sistemas de criação mais intensivos. A alta solubilidade ruminal apresentada pela uréia pode conduzir à toxicidez e baixo consumo. Uma forma de minorar esse problema é o emprego de complexos de liberação lenta da uréia (OWENS e ZINN, 1988). Outra solução, ainda dependente dos custos de produção, é a amiréia, produto da extrusão do amido com a uréia, que tem reduzido a solubilidade ruminal (SILVA, 1999; CARMO et al., 1999; EZEQUIEL et al., 2000). MANSFIELD et al. (1994) relataram que a fermentação ruminal pode ser limitada pela disponibilidade de energia ou proteína, e não pela inadequada sincronização de liberação desses nutrientes. No entanto, quando a velocidade de fermentação é elevada, ocorre produção e absorção excessivas de nitrogênio amoniacal (N-NH3), aumentando a absorção de nitrogênio (N) e o gasto de energia para excreção da uréia (RUSSELL et al, 1992). Assim, a extrusão poderá ser um método padrão na produção de suplementos protéicos não degradáveis no rúmen (FERBET, 1991).

Com base nesses conhecimentos, este trabalho foi conduzido com o objetivo de verificar a influência da utilização do farelo de algodão, da uréia ou da amiréia como fontes de N na DIVMS, PB e fibra de dietas com silagem de milho e milho moído.

 

Material e Métodos

Animais e alimentos

Foram utilizados dois bovinos da raça Holandesa, machos inteiros, com aproximadamente um ano de idade e peso médio 210 kg, fistulados no rúmen e com cânulas permanentes de 2 polegadas.

Como fonte de volumoso, foi utilizada silagem de milho e como concentrado, mistura de milho moído e farelo de algodão, uréia ou amiréia. Na Tabela 1, encontra-se a composição químico-bromatológica dos alimentos utilizados.

 

 

Tratamentos

Foram balanceadas três dietas para ganho de 680 g/dia, todas com a relação volumoso:concentrado de 63:37 (Tabela 1), introduzindo-se farelo de algodão, uréia ou amiréia como fonte suplementar de N. O concentrado e a silagem foram fornecidos duas vezes ao dia, 60% do total pela manhã e 40% à tarde, e pesadas as sobras pela manhã seguinte, ajustando-se o fornecimento de maneira a haver sobras de aproximadamente 20% do total fornecido. Sal mineralizado1 e água foram fornecidos à vontade. Os animais permaneceram em baias individuais, providas de bebedouro, comedouro e cochos de sal também individuais.

Os bovinos doadores de líquido ruminal foram adaptados à dieta por 21 dias. Na tarde do dia anterior à coleta das amostras do conteúdo ruminal e amostragem do fluído, foi retirado todo alimento dos cochos. As amostras do conteúdo ruminal de cada animal foram coletadas na manhã seguinte com auxílio de bomba à vácuo, perfazendo 600 mL de fluído/animal, sendo coadas em dois panos de queijo, para a obtenção somente do fluído, as quais foram devidamente guarnecidas em garrafas térmicas, previamente identificadas e aquecidas com água a 39-40°C. O fluido foi imediatamente levado ao laboratório, onde foi iniciada a incubação, segundo a técnica de dois estádios de TILLEY e TERRY (1963).

Análises laboratoriais e estatísticas

Terminada a incubação, os conteúdos de cada tubo foram levados para a determinação da matéria seca (MS), N (PB) e fibra em detergente ácido (FDA), para se proceder aos cálculos dos coeficiente de digestibilidade in vitro das variáveis citadas.

Utilizou-se o delineamento em blocos casualisados com três tratamentos (dietas), dois blocos (animais) e doze repetições dentro de cada bloco (tubos de ensaio), para cada variável estudada, por intermédio do programa estatístico STATGRAPHICS PLUS 6.0, segundo o modelo: Yijk = µ +.Ti+ Bj +eijk, em que µ é a média geral; Ti, o efeito do tratamento i; Bj, o efeito do bloco j; eijk, o efeito do erro experimental. As médias foram comparadas pelo teste Tukey.

 

Resultados e Discussão

Na Tabela 2 encontram-se os resultados da DIVMS e do N (DIVN). Não houve diferença estatística para a DIVMS entre os tratamentos contendo farelo de algodão e amiréia, mas ambos apresentaram resultados inferiores (P<0,05) ao tratamento com uréia. Entretanto, todos os tratamentos forneceram resultados de digestibilidade acima de 68%. A ingestão média dos tratamentos foi de 3,2; 3,0; e 3,5% do peso vivo para os tratamentos com farelo de algodão, uréia e amiréia, respectivamente. Supõe-se que a variação no consumo observada possa ter sido influenciada pela maior palatabilidade do farelo de algodão e da amiréia, em relação aos resultados obtidos com o tratamento com uréia., assim como ao efeito da extrusão, como um processo à parte, utilizando-se ou não a uréia nesse processo. REDDY et al. (1981) utilizaram o farelo desengordurado de salseed extrusado com uréia, obtendo um produto semelhante à amiréia, a Saluréia 50 e 70, com 15 e 22,5% de uréia, respectivamente, e encontraram efeito pronunciado da extrusão sobre a digestibilidade. TURNER et al. (1994) estudaram o milho e o sorgo extrusado com amônia e verificaram alterações na estrutura e na composição química decorrente da gelatinização do amido no processo de extrusão. O coeficiente de digestibilidade da MS do sorgo tratado foi maior do que o do não-tratado e semelhante ao do milho tratado. Maiores valores de digestibilidade da MS podem levar ao aumento na taxa de passagem e, conseqüentemente, aumento na ingestão.

 

 

SALMAN et al. (1997) estudaram, por intermédio de ensaios de digestibilidade in vivo com carneiros, dietas semelhantes às deste ensaio, e obtiveram valores gerais médios de digestibilidade da MS mais baixos, mas os resultados obtidos com dietas com amiréia foram superiores (67%) às contendo farelo de algodão (64%) e uréia (64%). Isto poderia indicar que estudos de digestão in vitro com dietas contendo N de alta solubilidade ou degradabilidade deveriam ser associadas ao conhecimento da taxa de passagem e conseqüente tempo de permanência no rúmen que as mesmas proporcionam. É importante, portanto, que se descrevam as digestibilidades em vários tempos, e não somente a quantidade degradada em um único tempo. Vale lembrar que o ritmo de degradação varia com o tipo de alimento e, nas condições in vivo, grande parte do N-NH3 é absorvida pela parede ruminal, ficando indisponível para os microorganismos ao menos temporariamente, a par do processo de reciclagem de N. Nas condições in vitro, poder-se-ia estar otimizando a disponibilidade de N-NH3 durante grande parte do período de fermentação, o que maximizaria a digestão ruminal.

Os coeficientes de digestibilidade in vitro do N das dietas (Tabela 2) acompanharam o comportamento obtido para a MS, sem diferenças entre as dietas com farelo de algodão e amiréia, mas ambas foram inferiores (P<0,05) ao tratamento com uréia. Uma observação a ser feita é que os resultados obtidos, considerando-se os animais, apresentaram diferença de 12 e 7%, respectivamente, para os tratamentos contendo amiréia e uréia e aquele com para o farelo de algodão, essa diferença foi de apenas 2,5% ( Tabela 3). O grau de degradação da proteína no rúmen é variável para cada fonte protéica e está altamente correlacionado com a solubilidade protéica. Os resultados da DIVN nesta pesquisa evidenciaram esse efeito. VENS-CAPPEL (1984) verificou que, por si só, o processo de extrusão pode não ter efeito sobre o aproveitamento da proteína e seus aminoácidos nas dietas. Entretanto, FAPOJUWO et al. (1987) estudaram o efeito da extrusão de duas variedades de sorgo com 0, 2 e 4% de hidróxido de cálcio comparando diferentes umidades, temperaturas e rotações do parafuso no processo da extrusão e, ao final do experimento, concluíram que a extrusão melhorou a digestibilidade in vitro da proteína do alimento. A temperatura exerceu grande influência nessa melhora, assim como a rotação do parafuso e a umidade. SALMAN et al. (1997), estudando o balanço de N e a digestibilidade do N, verificaram que o processo de extrusão do amido com uréia (amiréia 28) não diminuiu as perdas de N urinário em relação à uréia não-extrusada, embora a digestibilidade das dietas com amiréia fosse ligeiramente mais elevada.

 

 

Quanto às comparações entre os tratamentos uréia e farelo de algodão, outros pesquisadores encontraram superioridade nos resultados de digestibilidade in vivo da PB com dietas contendo uréia em estudos com bovinos (CICONELLI, 1987; SAMPAIO, 1989; COUTINHO FILHO, 1993) e com ovinos (SIQUEIRA, 1979).

Na Tabela 2, encontram-se os resultados de digestibilidade in vitro da FDA, que não diferiram entre as dietas com farelo de algodão e amiréia, sendo, entretanto, ambos inferiores (P<0,05) aos resultados das dietas com uréia. A diferença obtida considerando-se os animais doadores foi de 11, 6 e 4%, respectivamente, para os tratamentos com amiréia, uréia e farelo de algodão (Tabela 3). Os coeficientes de digestibilidade foram baixos, em média, considerando-se os ingredientes das dietas. COUTINHO FILHO et al. (1995) obtiveram valores de digestibilidade da FDA de 37%, ao avaliarem diferentes fontes protéicas em dietas para ovinos. CROOKER et al. (1983) e ARAÚJO et al. (1995) obtiveram coeficiente de digestibilidade aparente da FDA de 39% para dietas contendo silagem de capim-elefante e concentrados com milho e farelo de soja ou farelo de algodão, mas KUNG JR. e HUBER (1983) obtiveram 50% para digestibilidade da FDA em dietas com silagem de milho, farelo de soja e milho moído.

A forma nitrogenada N-NH3, derivada da degradação de compostos nitrogenados no rúmen tem sido pesquisada quanto à sua capacidade de suprir as exigências de N de bactérias ruminais celulolíticas (MARTIN, 1981; RUSSELL et al., 1992). VONGHIA e CASAMASSIMA (1979) estudaram o efeito da adição de uréia ao concentrado sobre a digestão da fibra. Concluíram que a adição de até 4% de uréia ocasionou diminuição na digestibilidade da fibra em dietas com relação volumoso:concentrado de 25:75, resultados contrários aos obtidos na Universidade de Cornell. Existem muitas dúvidas sobre quais as concentrações ótimas de N-NH3 ruminal para maximizar a utilização da fibra dietética, mas aparentemente as três dietas estudadas poderiam não ser satisfatórias, com referência ao nível ótimo de N-NH3 ruminal. Segundo HOGAN e WESTON (1979), 3,7 g de N são transformados em proteína microbiana a cada 100 g de matéria orgânica aparentemente digerida no rúmen. No presente ensaio, houve ingestão de 2,2; 2,7 e 2,4 g de N degradável/100 g de MS degradável no rúmem (considerando-se 70% da digestibilidade total como degradabilidade ruminal da MS, 80% de degradabilidade ruminal do N da amiréia e 100% para o N-uréia), para os tratamentos com farelo de algodão, amiréia e uréia, respectivamente, indicando baixa proporção de N disponível no rúmen. SEIXAS (1996) obteve resultados de 50,0; 55,7 e 39,6% para a digestibilidade da fibra em detergente neutro (FDN), respectivamente, para as dietas com farelo de algodão, amiréia e uréia de dietas com essas mesmas formulações fornecidas para ovinos, obtendo, então, menor digestibilidade da FDN para dietas com uréia comparada com amiréia ou farelo de algodão. Considerando-se 30% de grãos na silagem empregada nesta pesquisa, a real relação volumoso:concentrado seria 40:60, o que poderia tornar a digestibilidade da FDA mais dependente velocidade de passagem do que da quantidade de massa microbiana com atividade celulolítica.

 

Conclusões

A utilização da amiréia em dietas com silagem de milho, apesar de ter aumentado a ingestão de MS, não contribuiu para melhorar os coeficientes de digestibilidade in vitro, quando comparados aos resultados obtidos com uréia e farelo de algodão. A alta qualidade dos ingredientes das dietas, que não as fontes de N, possivelmente minimizaram os efeitos que a liberação mais lenta e gradual de uréia no ambiente ruminal poderia proporcionar sobre a digestibilidade da MS, PB e FDA.

Sob os aspectos estudados neste experimento, a amiréia demonstrou ser uma fonte alternativa nitrogenada viável para a suplementação animal, do ponto de vista nutricional.

Outras pesquisas são necessárias para verificar a viabilidade deste suplemento, em especial em dietas contendo volumosos com elevados teores de fibra.

 

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Recebido em: 14/12/99
Aceito em: 21/09/00

 

 

1 Professora do Departamento de Zootecnia - FCAVJ/UNESP - Via de Acesso Prof. Paulo D. Castellane, s/nº. E-mail: janembe@fcav.unesp.br

2 Pós-Graduando da FCAVJ/UNESP.

3 Zootecnista, Gerente das Rações Fri-Ribe S/A, Pitangueiras. E.mail: joserenato@sp.fri-ribe.com.br