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Revista Brasileira de Zootecnia

Print version ISSN 1516-3598On-line version ISSN 1806-9290

Rev. Bras. Zootec. vol.30 no.2 Viçosa Mar./Apr. 2001

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982001000200021 

Utilização da Farinha Pré-gelatinizada de Milho na Alimentação de Leitões na Fase de Creche. Digestibilidade e Desempenho

 

Ivan Moreira1, Gisele Cristina de Oliveira2, Antônio Cláudio Furlan1, Valquiria Mayumi Ishida Patricio2, Maurício Marcos Junior2

 

 


RESUMO - Foram realizados dois experimentos, um de digestibilidade (Experimento I) e outro de desempenho (Experimento II). No experimento de digestibilidade, foram utilizados 16 leitões mestiços, machos castrados, desmamados aos 2l dias de idade e com 6,0kg de peso vivo inicial médio, alojados em gaiolas de metabolismo, contendo dois animais por unidade experimental. O alimento estudado foi a farinha pré-gelatinizada de milho (FPGM). Os coeficientes de digestibilidade CD da matéria seca, da proteína bruta e da energia bruta foram, respectivamente, de 89,2; 78,7 e 90,2%. Os teores de matéria seca digestível, proteína digestível, energia digestível e absorção de água foram, respectivamente, de 81,8%; 6,5%; 3682 kcal/kg e 500%. No experimento de desempenho, foram utilizados 96 leitões mestiços, sendo metade machos castrados e metade fêmeas, desmamados aos 21 dias de idade, em um delineamento em blocos casualizados, com quatro tratamentos, seis repetições e quatro leitões por unidade experimental, conduzido para verificar os efeitos de níveis crescentes de substituição (0; 33; 66; 100%) do milho comum pela FPGM sobre o desempenho de leitões na fase de creche (21-63 dias de idade). Concluiu-se que a FPGM substituiu o milho comum até o nível de 23,7% em rações fareladas, compostas de milho, farelo de soja e núcleo comercial, para leitões na fase de 21 a 63 dias de idade.

Palavras-chave: desempenho, digestibilidade, farinha pré-gelatinizada de milho, leitões, milho

Utilization of Pre-Gelatinized Corn Meal on Nursery Phase Piglet Feeding. Digestibility and Performance

ABSTRACT - Two trials were carried out, Trial I (digestibility) and Trial II (performance). In Trial I, 16 castrated male crossbreed piglets were used. They were weaned at 21days and weighing on average of 6.0kg. Two piglets were kept in each metabolic cage. Studding pre-gelatinized corn meal (PGCM), we found these results: digestibility coefficient of dry matter, crude protein and crude energy was 89.2, 78.7 and 90.2%, respectively. Digestible dry matter (81.8% as-fed basis); digestible protein (6.55% as-fed basis) and digestible energy (3682 kcal/kg as-fed basis) and the value of 500% for water absorption. In trial II, 96 crossbreed piglets were used, ½ males and ½ females, weaned at 21 days, in a randomized blocks design, with four treatments, six repetitions of four piglets per cage. It was carried out to verify the effects of increasing levels of replacement (0; 33; 67; 100%) of yellow corn to pre-gelatinized corn meal, on the piglets performance at 21-63 days old. The PGCM substituted the yellow corn in diet with yellow corn, soybean meal and base mix. It was concluded that PGCM substituted the yellow corn up to the 23.7% in diet, with yellow corn, soybean meal and commercial base mix, to piglets at 21-63 days old.

Key Words: corn, digestibility, performance, pre-gelatinized corn meal, piglets


 

 

Introdução

Na criação de suínos, a alimentação representa por volta de 70 a 75% dos custos de produção (GIROTTO, 1993).

O milho tem sido o cereal mais usado na formulação de rações, no Brasil, por apresentar elevado nível energético, rico em amido (aproximadamente 72%), pobre em fibras (< 2%) e de alta palatabilidade. O milho combinado com o farelo de soja pode atender as exigências nutricionais nas rações de suínos, principalmente para os dois aminoácidos limitantes, a lisina e o triptofano (SEERLEY, 1991).

O amido de grão de milho é constituído por dois polímeros de glicose, a amilose (22 a 28%) e a amilopectina (72 a 78%), que formam um complexo altamente organizado, o que dificulta a ação das amilases (LAWRENCE, 1985). Essas enzimas pancreáticas e intestinais têm apresentado baixa atividade em leitões jovens (KIDDER e MANNERS, 1978). Os leitões desmamados com três semanas de idade, dependendo da condição, não possuem o sistema digestivo apto a digerir todos os nutrientes encontrados nos alimentos tradicionais, o que comprometer-lhes a digestibilidade. Assim, torna-se necessário estudar dietas que possuam ingredientes altamente digestíveis durante o período pós-desmame, visando minimizar os problemas de digestão e má absorção no intestino dos leitões e maximizar o desempenho.

Para que os leitões jovens possam ter o melhor aproveitamento possível do milho, estão sendo conduzidos estudos na área de processamento de amido, como extrusão, micronização, cozimento, entre outros, objetivando a "desorganização" da estrutura do grânulo de amido, para facilitar a ação da enzima amilase no processo de digestão e absorção. O milho, quando processado adequadamente por calor, possui melhor digestibilidade dos seus nutrientes, principalmente da energia (LAWRENCE, 1973, 1975).

Utilizando-se o método de extrusão, têm-se obtido amidos modificados com maiores valores de solubilidade em água e com alta capacidade de absorver água, em virtude da gelatinização e dextrinização (GROSSMANN et al., 1988). Esses amidos modificados têm permitido aos leitões melhor digestão e absorção dos nutrientes, melhorando assim a eficiência de utilização das rações, bem como o desempenho dos animais (MOREIRA, 1993).

São escassas as bibliografias relativas à digestibilidade dos nutrientes e à utilização de milho processado a calor na alimentação de leitões, assim, são necessárias mais pesquisa sobre esse assunto.

No presente trabalho objetivou-se determinar os coeficientes de digestibilidade dos nutrientes e do valor energético da farinha pré-gelatinizada de milho e o estudo dos efeitos da inclusão da mesma em substituição ao milho comum em rações práticas, na fase de creche, sobre o desempenho de leitões desmamados aos 21 dias de idade.

 

Material e Métodos

Foram realizados dois experimentos, um de digestibilidade (Experimento I) e outro de desempenho (Experimento II), com leitões desmamados aos 21 dias de idade.

O alimento estudado foi a farinha pré-gelatinizada de milho, a qual foi obtida a partir de grãos sadios de milho (Zea mays L.) degerminado, moído e submetido às operações de pré-gelatinização por extrusão e posteriormente seco, moído e classificado. De acordo com o fabricante, a retenção máxima em peneiras ABNT-40 é de 20%, o que representa 80% de partículas menores que 0,42 mm e com características organolépticas marcantes, tendo aspecto de um produto fino, uniforme, cor amarela característico, sabor e aroma suave característico do milho.

Experimento I (ensaio de digestibilidade)

O experimento foi conduzido na sala de metabolismo do setor de suinocultura, da Fazenda Experimental de Iguatemi (FEI), da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Foram utilizados 16 leitões machos castrados, desmamados aos 21 dias de idade, com média de 6,0 kg de peso vivo. Os leitões, logo após o desmame, foram transferidos para gaiolas de metabolismo do "tipo Pekas", as quais abrigaram dois leitões/gaiola, o que representou a unidade experimental. O experimento consistiu em um período de cinco dias de adaptação às gaiolas e às rações, seguidos de cinco dias de coleta de fezes e urina.

Foi formulada uma ração referência (RR) à base de milho, farelo de soja e núcleo, cuja composição centesimal se encontra na Tabela 1. A ração teste (RT) foi composta de 70% da RR e 30% de farinha pré-gelatinizada de milho (alimento teste). A ração referência (Tabela 1) foi formulada para atender as exigências nutricionais de leitões com aproximadamente 6 kg de peso vivo, segundo o NATIONAL RESEARCH COUNCIL - NRC (1998).

 

 

Os leitões receberam quatro refeições diárias, fornecidas às 7, 10, 13h30 e 16h30, nas proporções de 38; 19; 19 e 24% da quantidade total, respectivamente. A quantidade total diária foi definida de acordo com o consumo na fase de adaptação, baseado no peso metabólico (kg0,75) de cada unidade experimental. As rações foram umedecidas com 15% de água, para evitar desperdício, reduzir a pulverulência e facilitar o consumo. Após cada refeição, foi oferecida água no mesmo comedouro, à base de 3,0 mL/g de ração.

Foram usados o indicador Cr2O3 (0,5% de inclusão) e o marcador Fe2O3 (2% de inclusão).

A urina foi coletada uma vez por dia em baldes plásticos com 20 mL de HCI 1:1, com objetivo de não permitir a perda do nitrogênio e a proliferação de bactérias. Foi colocado sob o funil coletor um tecido conhecido como "filó", visando reter possíveis resíduos fecais. A coleta foi realizada às 7h30, sendo que o líquido do balde foi completado para volumes fixos para facilitar a retirada de alíquota de 20%. A urina foi armazenada em frascos no congelador, para análises laboratoriais, que foram realizadas no Laboratório de Nutrição Animal do Departamento de Zootecnia da Universidade Estadual de Maringá (LANA/DZO/DEM), de acordo com MARA (1992).

O índice de controle de qualidade do processamento usado foi a absorção de água, de acordo com a técnica proposta por HOLAY e HARPER (1982). Foram pesados 40 gramas da amostra, colocadas em béquer de 500 mL, adicionados 200 mL de água quente (60ºC), seguindo-se de agitação por 10 segundos. Após, foi deixada a amostra embeber por três minutos e, depois, filtrada por ½ minuto, em papel-filtro. O volume filtrado (V), que representa a água não absorvida, foi anotado e utilizado para o cálculo, segundo a equação (Absorção de água (%) = [(200 ¾ V) / 40] * 100).

Foram calculados os coeficientes de digestibilidade da matéria seca (CDMS), coeficiente de digestibilidade da proteína bruta (CDPB) e coeficiente de digestibilidade de energia bruta (CDEB) do alimento, determinado pelo método de coleta total e do indicador óxido crômico, conforme MOREIRA et al. (1994). Foi aplicada a fórmula de MATTERSON et al. (1965) para a obtenção dos valores energéticos da FPGM.

Experimento II (ensaio de desempenho)

O experimento de desempenho foi conduzido no setor de suinocultura, da Fazenda Experimental de Iguatemi (FEI) da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Foram utilizados 96 leitões mestiços (sendo metade machos castrados e metade fêmeas), desmamados aos 21 dias de idade, que entraram no experimento com 21 dias e saíram com 63 dias. Os leitões desmamados foram transferidos para as creches suspensas e distribuídos em um delineamento experimental em blocos casualizados, com quatro tratamentos, seis repetições e quatro leitões por unidade experimental. Os tratamentos consistiram de quatro rações, cuja composição se encontra nas Tabelas 2, 3 e 4, formuladas à base de milho, farelo de soja e núcleo comercial, atendendo as exigências nutricionais de acordo com NRC (1998) de leitões nas respectivas faixas etárias.

 

 

 

 

Os leitões foram pesados no início e ao final de cada fase de troca de ração (31, 45 e 63 dias de idade). As rações foram fornecidas na forma farelada e à vontade. As sobras foram pesadas e anotadas ao final de cada fase, visando obter a média de consumo por fase.

As variáveis ganho de peso diário (GPD), consumo de ração (CO) e conversão alimentar (CA) foram submetidas às análises de variância e regressão polinomial, utilizando o seguinte modelo estatístico:

Yijk = M + Ni + Bj + eijk

em que Yijk refere-se a variáveis observadas; M, média geral; Ni , efeito dos níveis de substituição do milho comum pela FPGM i (i = 0; 33; 67; 100%); Bj, efeito de bloco j ( j = 1,2 ... 6 ); Eijk, erro aleatório associado à cada observação.

Para a determinação do nível ótimo de substituição do milho comum pela FPGM, foi utilizado o modelo quadrático.

 

Resultados e Discussão

Experimento I (ensaio de digestibilidade)

Os resultados obtidos quanto aos teores de matéria seca (MS), proteína bruta (PB), energia bruta (EB), cálcio (Ca), fósforo total (Pt) e extrato etéreo (EE), da (FPGM), em comparação ao milho comum (MC), encontram-se na Tabela 6.

 

 

 

O valor médio de absorção de água do FPGM foi de 500%. Segundo LAWRENCE (1985), com o processamento do milho, o grânulo pode ser aquecido, absorver água e se expandir, exudando a parte da amilose, ocorrendo a ruptura das ligações secundárias de hidrogênio que prendem a cadeia do polímero, perdendo, com isso, a berrifrigência e tornando-se mais suscetível à degradação enzimática. Essa ruptura, denominada gelatinização, pode estar associada ao processo de absorção de água. Com base nestes conceitos, este resultado de absorção de água evidencia o eficiente grau de gelatinização da FPGM utilizado, visto que apresentou valor máximo de absorção de água. Estes resultados foram semelhantes aos obtidos por MOREIRA et al. (1994), quando trabalharam com FPGM semelhante à esta.

Os coeficientes de digestibilidade do alimento determinados pelo método de coleta total e pelo óxido crômico estão na Tabela 7.

 

 

Não houve diferença (P>0,05) entre os coeficientes de digestibilidade determinados pelo método de coleta total ou pelo indicador óxido crômico, o que indica que ambos podem ser utilizados para a definição dos coeficientes de digestibilidade da FPGM.

O processamento que resultou na FPGM apresentou o mesmo CDPB encontrado por MOREIRA et al. (1994), porém o CDEB encontrado foi 2,7% inferior.

MOREIRA et al. (1994) obtiveram valores para milho comum de 83,71; 47,55 e 80,60% para CDMS, CDPB e CDEB, respectivamente. Comparando os coeficientes de digestibilidade encontrados para a FPGM no presente trabalho com os obtidos por MOREIRA et al. (1994), verificou-se maior valor de digestibilidade para FPGM usada neste estudo.

Os resultados dos nutrientes digestíveis e valores energéticos estão na Tabela 8.

 

 

HERKELMAN et al. (1990) e MOREIRA et al. (1994) obtiveram valores de ED do milho comum menor que do milho processado, sendo que o valor de ED da FPGM obtido e divulgado no presente trabalho (3682 kcal de ED/kg) foi cerca de 5% superior ao obtido (3512 kcal de ED/kg) por MOREIRA et al. (1994) e muito próximo ao obtido (3665 kcal de ED/kg) por VIOLA et al. (1996). Este resultado pode ser explicado pelo fato de a FPGM apresentar maior nível de gordura, ou mesmo diferente parâmetro de processamento, em relação àquela estudada por MOREIRA et al. (1994).

Experimento II (ensaio de desempenho)

Os resultados obtidos para consumo diário de ração (CDR), ganho diário de peso (GDP) e conversão alimentar (CA) encontram-se na Tabela 9.

Na fase I (21-31 dias de idade), houve efeito quadrático da inclusão de FGPM sobre o GDP. Pode-se inferir, por intermédio da derivação da equação quadrática (Tabela 9), que o maior GDP ocorreu no nível de 52,2% de substituição.

A partir das análises dos dados de desempenho (Tabela 9), no período total (21-63 dias de idade), verificou-se efeito quadrático dos níveis de substituição do milho comum pela FPGM sobre o CDR (Figura 1) e GDP (Figura 2). Observou-se ainda aumento linear da CA, com a elevação dos níveis de FPGM.

 

 

 

Com a derivação das equações quadráticas (Tabela 9), obteve-se nível 23,7% de inclusão para GDP (Figura 1) e de 38, 81% para CDR (Figura 2).

Provavelmente, a textura do FPGM (partículas menores que 0,42 mm) tenha sido a responsável pela redução de consumo, com o aumento da inclusão da FGPM na ração, pois constatou-se que a ração aderiu à boca do leitão, formando uma placa pegajosa, que foi expelida. Como não foi possível esse tipo de perda, é provável que esta tenha sido a responsável pelo aumento da CA, à medida que se elevou o nível de FPGM na ração.

MOREIRA (1994), BARBOSA et al. (1997) e BARBOSA et al. (1998), trabalhando com leitões desmamados aos 21 dias de vida, observaram que não houve melhora no desempenho usando milho pré-cozido em comparação ao milho comum. Segundo esses autores, este fato se deve ao elevado desperdício de ração, em função da granulometria muito fina da FMPG.

Trabalhando com leitões desmamados aos 28 dias de idade, BERTOL et al. (1995) verificaram que o milho moído, com tamanho de partícula de 381 mm, em dietas fareladas influenciou negativamente o desempenho de leitões pós-desmame, reduzindo o consumo de ração e piorando a conversão alimentar. Segundo esses autores, esta redução no desempenho ocorreu em virtude da maior pulverulência, característica das rações que contêm ingredientes com granulometrias finas.

Assim, é possível inferir que os níveis de substituição de milho por FGPM devem ser definidos pelo GDP.

 

Conclusões

Os coeficientes de digestibilidade da farinha pré-gelatinizada de milho para MS, PB e EB são de 89,2; 78,7 e 90,2% e os valores de energia digestível e energia metabolizável, 3682 kcal de ED/kg (na MN) e 3565 kcal de EM/kg (na MN).

A farinha pré-gelatinizada de milho substitui em 52,2% o milho comum em rações fareladas, para leitões de 21 a 31 dias, e em 23,7%, para leitões de 21 a 63 dias de idade, sem prejuízos do desempenho de leitões.

 

Agradecimento

À KOWALSKI Alimentos S/A, pela doação do produto PREGEL 404Ò e pelo financiamento parcial da pesquisa.

 

Referências Bibliográficas

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Recebido em: 03/05/00
Aceito em: 09/11/00

 

 

1 Professor da Universidade Estadual de Maringá - DZO, Maringá - PR. E.mail: imoreira@uem.br

2 Alunos do curso de Zootecnia/UEM e bolsistas, respectivamente, do PET/CAPES/UEM, PIBIC/CNPq e de IC/CNPq.

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