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Revista Brasileira de Zootecnia

Print version ISSN 1516-3598On-line version ISSN 1806-9290

Rev. Bras. Zootec. vol.30 no.6 suppl.0 Viçosa Nov./Dec. 2001

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982001000800015 

Efeitos do Ácido L-Glutâmico e da Vitamina D3 no Desempenho e nas Anomalias Ósseas de Pintos de Corte1

 

Fernanda Alvares da Silva2, George Henrique Kling de Moraes2, Ana Cláudia Peres Rodrigues3, Maria Goreti de Almeida Oliveira2, Horacio Santiago Rostagno4, Luiz Fernando Teixeira Albino4, Cláudio César Fonseca5, Cibele Silva Minafra4

 

 


RESUMO - Um experimento foi conduzido para estudar os efeitos de níveis de ácido L-Glutâmico (L-Glu) e vitamina D3 (VD) da dieta em pintos de corte de um dia, machos, Hubbard, recebendo dieta básica purificada, contendo todos os L-aminoácidos essenciais, minerais e vitaminas (exceto vitamina D3), suplementada com 5, 10 e 15% de L-Glu, combinados com 0, 5.000, 10.000 e 15.000 UI de vitamina D3. O experimento foi realizado utilizando-se esquema fatorial, em delineamento inteiramente casualizado 3 x 4, com quatro repetições de sete aves cada. O ganho de peso aumentou até o nível máximo estimado, de 8,56% de L-Glu e 15.000 UI de vitamina D3. A melhor taxa de conversão alimentar foi verificada com nível estimado de 8,40% de L-Glu. O maior consumo de ração estimado foi obtido com 8,48% de L-Glu e 15.000 UI de vitamina D3. Houve redução na incidência de problemas de pernas com 10% de L-Glu e 15.000 UI de vitamina D3. L-Glu estimado em 8,56% e 15.000 UI de vitamina D3 permitiu um melhor desempenho das aves, confirmando que esse aminoácido é boa fonte de nitrogênio não-específico para maximizar o desempenho e reduzir a incidência de problemas de pernas.

Palavras-chave: ácido L-glutâmico, vitamina D3, frangos de corte, desempenho, problemas de pernas

Effects of L-Glutamic Acid and Vitamin D3 on Performance and Incidence of Leg Problems of Broilers Chicks

ABSTRACT - An experiment was conducted to study the effects of L-Glutamic acid (L-Glu) and vitamin D3 on the performance of one-day-old male Hubbard broiler chicks, reared in heated batteries, for a 14 days period. The chicks were fed purified diets containing all essential L-amino acids, minerals, and vitamins (except Vitamin D3) and were supplemented with three levels of L-Glu (5, 10 and 15%) and with four levels of vitamin D3 (0; 5,000; 10,000 and 15,000 IU). The experimental design was a factorial 3 x 4 with four replicates with seven chicks each. The weight gains increased up to an estimated level of 8.56% of L-Glu and 15,000 IU of vitamin D3. The highest feed intake was obtained at an estimated level of 8.48% of L-Glu and 15,000 IU of vitamin D3. There was a reduction of leg problems with 10% of L-Glu and 15,000 IU of vitamin D3. L-Glu, at 8.56% estimated and 15.000 IU of vitamin D3 improved performance and reduced to a minimum the incidence of leg problems.

Key Words: L-glutamic acid, vitamin D3, broiler chicks, performance, leg abnormalities


 

 

Introdução

Um problema que muito tem preocupado os pesquisadores é a ocorrência de deformações de pernas em frangos de corte, cuja incidência vem aumentando nos últimos anos, representando perdas econômicas significativas para a indústria avícola.

Seleção genética constante e melhoria na nutrição têm proporcionado às linhagens modernas de frangos de corte rápida taxa de crescimento. Segundo ZUBAIR e LEESON (1996), o tempo requerido para o frango alcançar dois quilos de peso corporal decresceu aproximadamente um dia por ano.

Dados dos últimos 20 anos mostram que o peso corporal de frangos comerciais com 56 dias de idade dobrou de 1.600 para 3.000 g. Durante o mesmo período, o crescimento do músculo Pectoralis major aumentou numa velocidade maior que o peso corporal (LILBURN, 1994).

Essa rápida taxa de crescimento é acompanhada por numerosos problemas, como: aumento da deposição de gordura corporal, alta incidência de doenças metabólicas, alta taxa de mortalidade e alta incidência de anomalias ósseas (SULLIVAN et al., 1994).

Desde 1930, inúmeras causas das deformidades do esqueleto em aves têm sido identificadas. Nutrientes (toxidez, deficiência e imbalanços), genética, micotoxinas e práticas de manejo afetam diretamente o crescimento e desenvolvimento do esqueleto (COOK, 2000).

A seleção para aumento de músculo peitoral e ganho de peso corporal pode contribuir para o aumento na incidência de fraqueza de pernas, que é responsável pelo baixo crescimento, pela mortalidade e pela redução da eficiência da produção comercial (EMMERSON et al.,1991; NELSON et al.,1992).

NESTOR (1984) sugeriu que aumentos no peso corporal e desenvolvimento do músculo do peito sem concomitantes aumentos no músculo da perna e osso são biologicamente incompatíveis com a manutenção normal do caminhar das aves.

A quantidade de vitamina D3 nas formulações de rações é normalmente 4 a 10 vezes o nível preconizado pelo NRC, e vários estudos são conduzidos para avaliar o efeito de altos níveis de D3 no desempenho de frangos de corte.

EDWARDS et al. (1992), utilizando dietas à base de milho e farelo de soja para pintos de corte de 1 a 16 dias de idade, verificaram que somente com níveis de vitamina D bem acima do recomendado houve redução significativa de problemas de pernas. MORAES et al. (1997) observaram que, aumentando-se o nível de vitamina D na dieta, houve redução na incidência de problemas de pernas. Nenhum problema de perna foi observado em frangos alimentados com 12,5% de L-Glutâmico e 25.000 UI de vitamina D/kg de dieta.

No metabolismo de aves, além dos aminoácidos essenciais, o suprimento em dietas de aminoácidos purificados de uma fonte de nitrogênio não-específico é necessário para a síntese dos aminoácidos não-essenciais e outros compostos nitrogenados.

A elevada incidência de anomalias nas pernas de frangos de corte alimentados com dietas purificadas, contendo baixos níveis de nitrogênio não-específico fornecidos pelo ácido L-Glutâmico (L-Glu), ou por L-Alanina (L-Ala), ou por misturas isonitrógenas destes, foi observada por GUIMARÃES et al. (1993a, b), RIBEIRO et al. (1995a, b), RODRIGUES e MORAES (1995) e SILVA e MORAES (1995).

Tem sido demonstrado que a elevação do nível de nitrogênio não-específico melhora o desempenho (ganho de peso corporal e conversão alimentar) e reduz a incidência de problemas de pernas (GUIMARÃES et al., 1993 a, b; CORNÉLIO, 1995).

De acordo com SILVA e MORAES (1995), embora o nível de 7,5% de L-Glu na dieta pareça satisfazer o requerimento de nitrogênio não-específico para crescimento máximo, o nível de 12,5% de L-Glu foi necessário para reduzir significativamente a incidência de problemas de pernas.

O nível de L-Glu é, ainda, variável, conforme observações feitas por diversos autores. MORAES et al. (1984) e GUIMARÃES et al. (1993a) verificaram ser necessário 10% de L-Glu ou quantidades isonitrógenas da mistura de L-Glu e L-Ala para pintos criados em bateria aquecida ou no chão.

O objetivo deste estudo foi testar níveis de nitrogênio não-específico, na forma do aminoácido sintético ácido L-Glutâmico (L-Glu), e níveis de vitamina D3, visando maximizar o desempenho e reduzir as anormalidades de pernas em pintos de corte de 1 a 14 dias de idade.

 

Material e Métodos

O experimento foi realizado utilizando-se 336 pintos de corte de um dia, machos, Hubbard, com peso médio de 40 gramas, em delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 3 x 4 (três níveis de ácido L- Glutâmico x quatro níveis de vitamina D3).

Os tratamentos consistiram de uma dieta básica purificada (GUIMARÃES, 1988) (Tabela 1), contendo todos os aminoácidos essenciais , vitaminas (exceto vitamina D3) e minerais, suplementada com três níveis de ácido L-Glutâmico (5, 10 e 15%) combinados com quatro níveis de vitamina D3 (0, 5.000, 10.000 e 15.000 UI/kg). Cada tratamento consistiu de quatro repetições e sete aves por unidade experimental. As aves foram alojadas em baterias aquecidas com pisos de tela elevados e receberam água e dieta à vontade durante o período experimental.

 

 

As aves e a ração foram pesadas no início do experimento e a cada semana após a sua montagem, sendo então registrados o ganho de peso e o consumo de ração e calculada a conversão alimentar.

Aos 14 dias de idade, as aves foram avaliadas visualmente quanto aos problemas de pernas. A seguir, foram sacrificadas por deslocamento cervical.

Na avaliação da incidência de anomalias ósseas utilizou-se o sistema de escore, adaptado de KESTIN et al. (1992), dividido em categorias, conforme o grau de deformidade das pernas por exame visual, por cinco pessoas simultaneamente:

a) Escore 0 - normal

b) Escore 1 - ligeiramente deformada

c) Escore 2 - deformidade severa, com dificuldade na movimentação.

d) Escore 3 - completamente deformada.

O método de escore entre as categorias fornece uma indicação útil do estado geral das aves, quantificando a incidência de problemas de pernas e a distribuição dos escores obtidos.

A análise estatística dos dados obtidos foi feita por regressão. A escolha do melhor modelo baseou-se no coeficiente de determinação (R2), na significância dos coeficientes de regressão pelo teste t de Student e na coerência com o fenômeno biológico.

 

Resultados e Discussão

Os valores médios de ganho de peso, consumo de ração e conversão alimentar encontram-se na Tabela 2. O ganho de peso foi significativamente influenciado (P<0,01) (Tabela 3) pelos níveis de ácido L-Glutâmico (L-Glu) e vitamina D3 (VD) estudados. Nas Figuras 1 e 2, verificou-se ganho de peso máximo estimado em 192,61 g, correspondente ao nível de 8,56% de L-Glu como fonte de nitrogênio não-específico e 15.000 UI de VD, que foram efetivos para promover ganho de peso.

 

 

 

Os resultados obtidos estão de acordo com SCOTT et al. (1963), MORAES et al. (1984) e GUIMARÃES (1988), os quais verificaram que a suplementação de dietas contendo aminoácidos sintéticos com um mínimo de 10% de L-Glu ou misturas isonitrógenas de aminoácidos não-essenciais equivalentes a 10% de L-Glu foi efetiva como fonte de nitrogênio não-específico para promover máximo ganho de peso.

Com 15% de L-Glu houve decréscimo significativo (P<0,01) no desempenho das aves, provavelmente devido à prioridade de excreção do excesso de nitrogênio não-específico fornecido pela dieta, uma vez que todo aminoácido causa toxidez acima da exigência.

Sempre a resposta máxima em termos de deposição de proteínas na forma de ganho de peso estará sob os limites do potencial genético. Proteínas perfeitamente balanceadas são utilizadas com maior eficiência, como o observado com 10% de L-Glu (Tabela 2).

Existe uma hierarquia de crescimento entre os tecidos, implicando que, em determinado momento, a prioridade é o crescimento do tecido ósseo ou do tecido muscular. Assim, em cada fase do desenvolvimento, há uma fase específica de afluxo de nutrientes para o tecido em crescimento.

Para que o animal possa sintetizar proteínas corporais, todos os aminoácidos devem estar presentes em quantidades adequadas a partir das dietas; a outra parte o animal pode sintetizar, desde que tenha uma fonte de nitrogênio disponível, como ácido L-Glutâmico.

O ácido L-Glu foi eficiente como fonte de nitrogênio não-específico para a síntese de aminoácidos não essenciais, utilizados para deposição de proteína, favorecendo, assim, o crescimento da ave.

De acordo com o verificado, SUMMERS et al. (1984) e PERRY et al. (1991) constataram decréscimos no ganho de peso corporal e piora na conversão alimentar de frangos de corte alimentados com dietas deficientes em vitamina D, no período de 1 a 21 dias de idade.

O consumo de ração também foi afetado significativamente (P<0,01) (Tabela 3) pelos níveis dietéticos de L-Glu e VD. Na Figura 3, observa-se aumento no consumo de ração até o valor máximo, estimado em 320,24 g, obtido com 8,48% de L-Glu e 15.000 UI de VD.

 

 

Observou-se aumento linear no consumo de ração com a suplementação de vitamina D, o que confirma os resultados de MORAES et al. (1997), quando os pintos de corte consumiram mais ração proporcionalmente à suplementação com vitamina D.

Quanto aos valores de conversão alimentar, verificou-se que a melhor taxa estimada foi de 1,58, obtida com nível estimado de 8,40% de L-Glu (Figura 4). Os resultados obtidos quanto aos níveis de L-Glu estudados estão de acordo com os de MORAES et al. (1984), GUIMARÃES (1988) e MORAES et al. (1997), em que foi necessária a suplementação das dietas com aminoácidos não-essenciais para melhorar a conversão alimentar.

Verificou-se piora significativa (P<0,01) na conversão alimentar com 5 e 15% de L-Glu, devido ao menor consumo de ração e ganho de peso dessas aves.

As aves com baixa capacidade de locomoção, devido à severidade dos problemas de pernas, não foram capazes de competir com as outras aves para alcançar água e ração e, conseqüentemente, apresentaram desempenho inferior ao das demais.

A partir dos resultados obtidos, verificou-se que o L-Glu foi considerado boa fonte de nitrogênio não-específico, e que os pintos jovens devem ser supridos com níveis de vitamina D3 mais altos que os normalmente utilizados em dietas purificadas, para prevenir raquitismo e outros problemas ósseos, além de otimizar as variáveis de desempenho, levando-se em consideração o fato de as aves comerciais serem criadas na presença limitada da luz solar.

Os percentuais médios de incidência de problemas de pernas obtidos experimentalmente estão relacionados na Tabela 4.

O maior percentual de pintos sem deformidades nas pernas foi observado nas aves que receberam ração com 15% de L-Glu, mas, apesar da redução na incidência e na severidade dos problemas de pernas, essas aves apresentaram o pior desempenho.

À medida que a dificuldade de locomoção das aves se acentuava, elas assumiam posturas anormais e, nos casos mais graves, apoiavam-se e arrastavam-se sobre os tarsos, nos quais apareciam ulcerações.

Pode-se admitir que o fornecimento às aves, em fase inicial de crescimento, de dietas deficientes em proteína (5% de L-Glu) comprometeu a formação normal do tecido ósseo.

As deformações de pernas podem estar relacionadas com a síntese inadequada da matriz orgânica óssea (SILVA et al., 2001). Essas observações indicam que são bastante promissores os estudos envolvendo diferentes níveis de proteína e aminoácidos nas rações de aves e seus efeitos sobre a fração orgânica dos ossos desses animais.

As lesões mais graves, observadas nas aves com problemas de pernas, localizavam-se na extremidade proximal do tibiotarso, especificamente na placa epifisária. Alterações no comprimento e na organização do disco epifisário do tibiotarso foram diretamente relacionadas com a alta incidência de problemas de pernas.

As aves alimentadas com dietas suplementadas com altos níveis de vitamina D (5.000 UI) apresentaram maior percentual de aves normais, o que confirma os resultados obtidos por EDWARDS et al. (1992) e YARGER et al. (1995), em que somente com níveis de vitamina D bem acima do recomendado houve redução dos problemas de pernas.

No entanto, CRUICKSHANK e SIM (1987) verificaram aumento na incidência de problemas de pernas com alto nível de vitamina D associado à alta densidade, em frangos de corte, Hubbard, alojados em baterias aquecidas.

RIBEIRO et al. (1995a) e MORAES et al. (1997) também observaram incidência significativa (P<0,01) de problemas de pernas nas aves alimentadas com baixo nível de nitrogênio não-específico e acentuada redução deste quando se elevou o nível de nitrogênio não-específico da dieta para 12,5% de L-Glu ou quantidades isonitrógenas de L-Glu e L-Ala.

Os resultados obtidos estão de acordo, ainda, com CHEVILLE e HORST (1981), ROBERSON e EDWARDS (1994), SINGH e GREWALL (1994) e XU e SOARES (1998), os quais verificaram que houve redução nos problemas de pernas e a suplementação de níveis de vitamina D na dieta reduziu a incidência destes.

Corroborando o que foi verificado neste trabalho, GOFF e HORST (1995), utilizando pintos Peterson e Arbor Acres alimentados com ração à base de milho e farelo de soja ou dietas purificadas suplementadas com 0 a 75 mg de colecalciferol/kg de dieta, observaram que as aves que receberam dietas deficientes em colecalciferol se tornaram severamente raquíticas e de baixo peso corporal. As aves que receberam dieta purificada foram eliminadas aos 15 dias de idade, devido à severidade das deformações.

 

Conclusões

Foi observada elevada incidência de problemas de pernas nos pintos alimentados com baixo nível de nitrogênio não-específico (5% de L-Glu) e acentuada redução dos destes quando se elevou o nível de nitrogênio não-específico da dieta.

O fornecimento às aves, em fase inicial de crescimento, de rações deficientes em aminoácidos (proteína) comprometeu a formação normal do tecido ósseo.

O nível de vitamina D3 deve ser superior àquele atualmente utilizado (2.250 UI/kg de dieta), para que haja desempenho adequado de pintos jovens.

Levando em consideração as respostas biológicas das aves quanto aos parâmetros avaliados, recomenda-se 8,56% de L-Glu e 15.000 UI de vitamina D3 para pintos de corte de 1 a 14 dias de idade, a fim de se obter melhoria no ganho de peso, no consumo de ração, na conversão alimentar e redução na incidência de problemas de pernas.

 

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Recebido em: 15/06/00
Aceito em: 02/07/01

 

 

1 Parte da tese do primeiro autor apresentada à Universidade Federal deViçosa, para obtenção do grau de "Doctor Scientiae" em Zootecnia. Projeto financiado pela FAPEMIG. E.mail: falvares@ufv.br

2 Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da UFV, 36571-000, Viçosa, MG.

3 Departamento de Bioquímica da UFJF, Juiz de Fora, MG.

4 Departamento de Zootecnia da UFV, 36571-000, Viçosa, MG.

5 Departamento de Veterinária da UFV, 36571-000, Viçosa, MG.

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