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Revista Brasileira de Zootecnia

On-line version ISSN 1806-9290

R. Bras. Zootec. vol.31 no.5 Viçosa Sept./Oct. 2002

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982002000800026 

Milho úmido, bagaço de cana e silagem de milho em dietas de alto teor de concentrado. 2. composição corporal e taxas de deposição dos tecidos1

 

High moisture corn, sugarcane bagasse and corn silage in high concentrate diets.2. empty body chemical composition and tissues deposition rates

 

 

Alexandre BerndtI, 2; Wignez HenriqueII, 3; Dante Pazzanese Duarte LannaIII, 4; Paulo Roberto LemeIV, 5; Guilherme Fernando AlleoniV, 6

IPós-graduando ESALQ-USP/Piracicaba, Laboratório de Nutrição e Crescimento Animal. Av. Pádua Dias no 11, CP. 09, CEP. 13418-900
II
Pesquisador Científico do IZ/São José do Rio Preto, Bolsista CNPq
III
Professor da ESALQ/USP/Piracicaba, bolsista do CNPq
IV
Professor da FZEA/USP/Pirassununga
V
Pesquisador Científico do IZ/Nova Odessa

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

Comparou-se o efeito do grão de milho colhido seco (87% MS) ou ensilado úmido (70% MS ), associado à silagem de planta de milho (20% MS da dieta) ou bagaço de cana de açúcar (12% MS da dieta), sobre a composição corporal e taxas de deposição dos componentes químicos corporais em 32 tourinhos Santa Gertrudis com idade média de dez meses e peso inicial médio de 245 kg. Os animais foram mantidos em baias individuais parcialmente cobertas por 124 dias , após adaptação de 33 dias. Quatro animais foram abatidos ao final da adaptação para determinação da composição inicial. Os outros 28 animais foram distribuídos nos quatro tratamentos. O delineamento utilizado foi de blocos ao acaso em arranjo fatorial 2x2 (dois volumosos x dois processamentos do milho grão), e testados os seguintes tratamentos: silagem de milho + milho úmido (Si-MU); silagem de milho + milho seco (Si-MS); bagaço cru + milho úmido (Ba-MU) e bagaço cru + milho seco (Ba-MS). Não houve interação entre volumoso e processamento do milho para nenhuma variável avaliada. Na comparação de volumosos, a silagem de planta de milho foi superior ao bagaço para ganho de peso vazio, taxa de deposição dos tecidos e de energia. O milho úmido aumentou o teor de gordura, a taxa de deposição de lipídeos e o teor de energia no ganho de peso. Estes resultados são consistentes com os dados de desempenho, demonstrando que a silagem de grão de milho aumentou o teor de energia líquida. Os resultados também sugerem que o bagaço de cana propicia um ambiente ruminal pior para o desempenho do animal que aquele obtido com uso da silagem de planta inteira de milho.

Palavras-chave: bagaço de cana, composição corporal, eficiência energética, exigências, milho de alta umidade, tourinhos Santa Gertrudis


ABSTRACT

The effect of corn grain harvested at 87%DM or harvested at 70%DM ground and ensiled were evaluated. Diets contained different roughage sources, either corn silage (20% of the diet DM) or sugarcane bagasse (12% of the DM). Thirty two Santa Gertrudis bulls with initial average age of ten months and initial average weight of 245 kg were fed an adaptation diet for 33 days. After that period four animals were slaughtered to obtain initial body composition. The other 28 animals were allotted to the four treatments for a 124 days experimental feeding period. The experimental design was randomized blocks in 2 X 2 factorial arrangement (two roughage sources X two corn grain sources) with seven replicates, testing the following treatments: corn silage+high moisture corn (Si-MU); corn silage+dry corn grain (Si-MS); sugarcane bagasse+high moisture corn (Ba-MU) and sugarcane bagasse+dry corn grain (Ba-MS). There were no interactions between roughage and grain source for any variable evaluated. Corn silage was superior than sugarcane bagasse for daily empty body gain, and for deposition rates of all chemical components and energy. High moisture corn increased fat and energy content in the gain as well as the rate of lipid deposition. Data demonstrated that sugarcane bagasse is a poor roughage source in high concentrate diets when compared to whole plant corn silage. Results are also consistent with an increase in net energy content of ensiled corn grain.

Key Words: body composition, energetic efficiency, high moisture corn, nutritional requirements, Santa Gertrudis, bulls, sugarcane bagasse


 

 

Introdução

A utilização do grão de alta umidade na nutrição animal apresenta algumas vantagens agronômicas, como significativa redução das perdas no campo, liberação antecipada da área, redução dos custos com o processo de secagem, entre outras.

Além disso, a ensilagem de grãos de milho é vantajosa em termos nutricionais, pois aumenta a eficiência de conversão alimentar. Stock et al. (1990) encontraram diminuição no consumo de alimentos e ganhos equivalentes na utilização do milho úmido em relação ao milho seco, com conseqüente melhora da eficiência alimentar. Embora exista alguma variação, principalmente em função do teor de umidade do grão e do nível de inclusão na dieta, um efeito de cerca de 10% na eficiência de ganho tem sido observado. Mais consistente tem sido o efeito sobre a conversão alimentar. Tonroy et al. (1974) obtiveram melhora na eficiência alimentar entre 9 e 25%, com redução de consumo, o que tem sido confirmado na literatura. Este efeito parece ser consistente com um aumento da digestibilidade de uma dieta de alta energia.

Grandes excedentes de bagaço de cana de açúcar são produzidos no Brasil. Este bagaço vem sendo tradicionalmente utilizado na alimentação animal após algum tipo de tratamento físico e/ou químico. Entretanto, com a redução no custo dos grãos e a maior economicidade de dietas de alta energia, o tratamento do bagaço pode ser antieconômico.

Leme et al. (1997), trabalhando com tourinhos Santa Gertrudis, observaram que as melhores taxas de deposição dos constituintes corporais foram obtidas com milho (em comparação à polpa de citrus peletizada) e alta proporção de concentrado.

Os principais tecidos que compõe a carcaça de animais domésticos são: muscular, adiposo e ósseo. A ordem de prioridade na formação destes tecidos varia de acordo com a maturidade fisiológica do animal. Inicialmente, o tecido ósseo tem prioridade, em detrimento a músculo e gordura, nesta ordem. O desenvolvimento destes tecidos não ocorre de forma uniforme, sincronizada e isomérica. A velocidade de crescimento dos diferentes tecidos do corpo é variável, em função das fases de crescimento e maturidade fisiológica do animal. A proporção de ossos na carcaça diminui lentamente à medida que o peso do animal aumenta, apresentando menor variação percentual. Os músculos representam alta porcentagem do peso total ao nascimento, aumentando ligeiramente, passando a decrescer à medida que se inicia a fase de deposição de gordura (Hammond, 1932, citado por Lawrence & Fowler, 1997)

A descrição destas fases é importante para determinação do estado de maturidade fisiológica em que o animal se encontra. A taxa de maturação talvez seja o parâmetro mais importante nas curvas de crescimento, podendo ser alterada por modificações de manejo e genótipo (Lanna, 1997). Dietas de alto concentrado possibilitam a completa expressão do potencial de crescimento, permitindo a caracterização da curva de crescimento teórica, da desmama à idade adulta, segundo equação de Brody (1945). Animais de peso adulto maior tendem a apresentar peso à desmama mais elevado, mesmo que a taxa de maturação seja igual à de animais com menor peso adulto. Um animal precoce não pode ser apenas definido como aquele que cresce mais rapidamente, devendo-se considerar o perfil de crescimento do animal até atingir a qualidade adequada de acabamento para o abate.

A deposição de gordura pode ser um indicador do estado fisiológico e de maturação do animal, uma vez que, como visto anteriormente, os tecidos ósseo e muscular têm prioridade. A manipulação de dietas é importante ferramenta no estudo e na modelagem de curvas de crescimento e exigências nutricionais.

Este trabalho foi conduzido com o objetivo de avaliar a possibilidade de uso do bagaço de cana-de-açúcar como único volumoso em dietas de alto teor de concentrado. Comparou-se o bagaço de cana in natura com silagem de planta de milho. Os tratamentos foram avaliados com uso de dois tipos de grão de milho (seco ou ensilado úmido). Foram avaliadas a composição química corporal e as taxas de deposição dos componentes corporais de tourinhos jovens da raça Santa Gertrudis.

 

Material e Métodos

Foram confinados 28 tourinhos Santa Gertrudis, com idade média de 10 meses e peso inicial de 245 kg. Os animais foram mantidos em baias individuais parcialmente cobertas por 124 dias (período experimental), após uma adaptação de 33 dias às instalações e às dietas de alto concentrado. Quatro animais foram abatidos após a adaptação para determinação da composição inicial.

Os outros 28 animais foram distribuídos nos quatro tratamentos. Os animais foram abatidos entre 110 e 124 dias após o início do período experimental, com o objetivo de obter uniformidade de acabamento. O delineamento utilizado foi o de blocos ao acaso em esquema fatorial 2x2 (dois volumosos x dois processamentos do milho grão) com sete repetições, e testados os seguintes tratamentos: silagem de milho + milho úmido (Si-MU); silagem de milho + milho seco (Si-MS); bagaço cru + milho úmido (Ba-MU); e bagaço cru + milho seco (Ba-MS).

O milho úmido foi colhido quando o grão apresentava 30% de umidade e, após moagem, foi ensilado em silo tipo trincheira. O milho grão foi colhido e seco até 13% de umidade. As dietas foram balanceadas segundo o modelo CNCPS (Cornell Net Carbohydrate and Protein System, Fox et al., 1992), sendo que os tratamentos com bagaço de cana-de-açúcar apresentavam uma relação silagem:concentrado de 12:88 e os tratamentos com silagem de milho, uma relação silagem:concentrado de 20:80, uma vez que a silagem de milho continha 40% de grãos. A composição das dietas experimentais está na Tabela 1. As dietas foram balanceadas de forma a garantir suprimento de proteína degradável no rúmen, incluindo aminoácidos/peptídeos, bem como garantir o suprimento das exigências de proteína metabolizável para o animal.

 

 

Os animais receberam os alimentos na forma de ração completa, duas vezes ao dia, sendo o volumoso corrigido diariamente e o concentrado, semanalmente, procurando-se manter as sobras em torno de 5% do peso total do alimento oferecido, pesando-as diariamente. Semanalmente foram coletadas amostras de alimento oferecido, bem como das sobras. As amostras semanais correspondentes a cada um dos períodos de 28 dias foram agrupadas proporcionalmente constituíndo-se amostras compostas. Estas amostras foram secas em estufa a 55ºC e moídas para posterior análise. As análises bromatológicas foram realizadas no Laboratório de Nutrição do Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos, FZEA - USP.

Os animais foram pesados no início e no final do período experimental após jejum de 18 horas. No final do período experimental, os animais foram abatidos para determinação das características da carcaça e retirada da secção da 9, 10 e 11ª costelas, de acordo com a descrição de Hankins & Howe (1946).

A composição do corte das 9-11ª costelas é um preciso estimador da composição corporal. Entretanto, grandes erros nas estimativas da composição corporal, exigências nutricionais e teor de energia líquida de alimentos podem ocorrer pelo uso de equações desenvolvidas em animais de grupos genéticos diferentes dos animais testados (Lanna et al., 1995). A estimativa da composição química corporal dos animais deste experimento foi feita por intermédio da análise química do corte da 9-11ª costelas, conforme técnica de Hankins & Howe (1946), mas empregando as equações de regressão desenvolvidas para animais desta raça e categoria por Henrique et al. (2002).

A estimativa da porcentagem de água e gordura no corpo vazio foi feita a partir da porcentagem de água na 9-11ª costelas utilizando-se as seguintes equações desenvolvidas para tourinhos Santa Gertrudis (Henrique et al., 2002):

Equação 1: % água PVz = 1,0559 % água 9-10ª- 1,9804 (r2 = 0,92)

Equação 2: % gordura PVz = -1,1411% água 9-10ª + 83,023 (r2 = 0,91)

A composição da matéria seca e desengordurada é bastante constante, apresentando 80,2% de proteína e 19,8% de cinzas (NRC, 1984). Estes valores foram utilizados para estimativa dos teores de proteína e cinzas do corpo vazio.

O abate ocorreu após pesagem dos animais, por concussão cerebral e secção da veia jugular. O peso vazio foi determinado por diferença entre o peso vivo em jejum e o peso do conteúdo gastrintestinal e da bexiga. A carcaça foi dividida ao meio, pesada e resfriada em câmara fria por aproximadamente 18 horas à temperatura de 4ºC. Após este período, utilizou-se a meia-carcaça esquerda para retirada da seção da 9-11ª costelas.

As amostras da 9-11ª costelas foram congeladas e, posteriormente, cortadas com serra elétrica de fita e processadas em moedor de grande porte (Herman P-33a-3-789, 15 HP). As amostras foram moídas três vezes com prato perfurado de 30 mm e três com prato de 12 mm. Na última passada, foram coletadas amostras de cerca de 350 gramas do homogeneizado, que foram divididas em quatro placas de Petri. Estas placas foram liofilizadas até atingirem peso constante. As amostras liofilizadas foram moídas em liquidificador com copo de aço inox adicionando-se gelo seco (CO2 sólido). O teor de proteína foi determinado pelo procedimento Macro-Kjedhal multiplicando-se o resultado por 6,25. A porcentagem de extrato etéreo foi calculada pela perda de peso da amostra depois de 30 horas de extração em aparelho Soxlet. As cinzas foram determinadas após 8 horas em mufla a 600ºC.

 

Resultados e Discussão

Os resultados de composição química corporal e taxas de deposição dos componentes químicos estão apresentados nas Tabelas 2 a 5. Para todos os fatores estudados, não houve interação significativa entre o tipo de volumoso e o tipo de processamento do milho. Entretanto, os efeitos principais de nível de volumoso e tipo de milho foram significativos.

 

 

 

 

 

 

 

 

Em relação ao tipo de volumoso, a silagem de planta de milho aumentou a taxa de ganho de peso vazio (GPVz) e, conseqüentemente, o peso vazio final (P<0,05). Corroborando estes resultados, as taxas de deposição de todos os constituintes químicos corporais água, lipídeo, proteína e cinzas também aumentaram.

Houve tendência de aumento no teor de gordura final no corpo vazio dos animais alimentados com silagem de planta de milho em relação ao bagaço de cana de açúcar. Este maior teor de gordura pode estar ligado ao maior peso vazio final observado para os animais alimentados com silagem de milho (P<0,02), bem como pela maior taxa de ganho, que pode aumentar a concentração de gordura.

De forma geral, os efeitos do tipo de volumoso influíram mais no aumento das taxas de deposição do que na alteração da composição do ganho de peso depositado.

Nas Figuras 1 a 4 estão comparados os resultados obtidos neste trabalho com simulações de estimativas feitas pelo NRC (1996) para as mesmas condições experimentais. O consumo de alimentos e o teor de energia no ganho observados foram superiores aos estimados pelo NRC (1996).

 

 

 

 

 

 

 

 

O consumo de alimento e o teor de energia no ganho observados foram superiores aos estimado pelo NRC. Os resultados da simulação demonstram algum problema na eficiência de utilização da dieta com bagaço, talvez em função do nível de inclusão muito baixo. Bulle (2000), avaliando dietas de alto teor de concentrado com diferentes níveis de inclusão de bagaço de cana, observou que houve tendência a maiores taxas de ganho de peso vazio e maior porcentagem de extrato etéreo na composição do ganho em dietas com 15% de bagaço in natura, em relação a 9 e 20%.

Araújo et al. (1998), trabalhando com tourinhos mestiços Holandês X Nelore, observaram comportamento linear decrescente, em função de diferentes níveis de volumoso para peso vazio final e peso da carcaça.

Ferreira et al. (1998) observaram que a conversão alimentar, os ganhos médios diários de peso vivo, peso corporal vazio e peso da carcaça de tourinhos F1 Simental X Nelore aumentaram com o incremento de concentrado nas rações.

Para forma de processamento do milho grão, observou-se que animais alimentados com milho úmido apresentaram maiores taxas de deposição de lipídios (P<0,08), sem alteração na taxa de ganho de peso vazio. Houve, portanto, tendência de o milho úmido alterar a composição do ganho de peso vazio e da composição ao abate (P<0,07). Esta tendência de aumento no teor de lipídios do ganho poderia ser função do maior teor de energia no milho úmido, entretanto, o mesmo efeito não foi observado para a silagem de milho. Uma explicação possível para este comportamento seria o perfil de nutrientes e seu padrão de absorção nas duas dietas.

 

Conclusões

O uso da silagem da planta de milho em relação ao bagaço aumentou o ganho de peso vazio, a taxa de deposição de energia e o peso vazio final.

A ensilagem do milho grão aumentou a taxa de deposição de energia e de lipídios sendo estes resultados consistentes com o desempenho (Henrique et al., 1999).

O consumo de alimentos e o teor de energia no ganho observados foram superiores aos estimados pelo nível 2 do NRC (1996). Quando o consumo real foi utilizado, a estimativa de ganho de peso foi similar à observada a excessão da dieta com bagaço de cana, que foi inferior, indicando menor eficiência em relação às dietas com silagem de milho.

 

Literatura Citada

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Endereço para correspondência
Alexandre Berndt
E-mail: alberndt@esalq.usp.br

Wignez Henrique
E-mail: wignez@terra.com.br

Dante Pazzanese Duarte Lanna
E-mail: dplanna@esalq.usp.br

Paulo Roberto Leme
E-mail: prleme@usp.br

Guilherme Fernando Alleoni
E-mail: alleoni@izsp.br

Recebido em: 30/11/00
Aceito em
: 22/08/02

 

 

1 Projeto financiado pela FAPESP.
2 Pós-graduando ESALQ-USP/Piracicaba, Laboratório de Nutrição e Crescimento Animal. Av. Pádua Dias no 11, CP. 09, CEP. 13418-900.
E.mail: alberndt@esalq.usp.br
3 Pesquisador Científico do IZ/São José do Rio Preto, Bolsista CNPq. E.mail: wignez@terra.com.br
4 Professor da ESALQ/USP/Piracicaba, bolsista do CNPq. E.mail: dplanna@esalq.usp.br
5 Professor da FZEA/USP/Pirassununga. E.mail: prleme@usp.br
6 Pesquisador Científico do IZ/Nova Odessa. E.mail: alleoni@izsp.br