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Revista Brasileira de Zootecnia

Print version ISSN 1516-3598On-line version ISSN 1806-9290

R. Bras. Zootec. vol.31 no.6 Viçosa Nov./Dec. 2002

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982002000900010 

Influência do estádio de maturação na colheita e temperatura de secagem de grãos de trigo sobre os valores de energia metabolizável aparente corrigida (EMAc) em frangos de corteI

 

Influence of grain maturity stage at harvest and drying temperatures on AMEn of wheat grains for poultry

 

 

Helenice MazzucoII; José Antonio PortellaIII; Waldomiro Barioni JuniorII; Dirceu Luis ZanottoII; Martha Zavariz de MirandaIII; Valdir Silveira de AvilaII

I Aceito para publicação em 19/08/2002
II
Embrapa Suínos e Aves 
III
Embrapa Trigo

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

Foi avaliada a influência do estádio de maturação (nível de umidade) e o processo de secagem (temperatura) do trigo sobre os valores de composição química e de Energia Metabolizável Aparente corrigida para retenção de nitrogênio (EMAc) pelo método de coleta total em frangos de corte. O trigo foi colhido com 13, 16, 20 ou 30% de umidade e submetido a 40, 70 e 100ºC de temperaturas na secagem, excetuando-se a umidade de 13%, considerado como o trigo seco na lavoura. O maior valor de EMAc (3326 kcal/kg) do trigo foi obtido no tratamento em que se utilizou trigo colhido com 16% de umidade e submetido à secagem de 40ºC. A temperatura na secagem e umidade de colheita altera o valor nutricional do trigo. É necessário conhecer o melhor estádio de maturação na colheita e o processo de secagem do trigo, considerando sua variação nutritiva e posterior emprego em rações avícolas.

Palavras-chave: massa de mil grãos, peso hectolitro, processamento, valor nutritivo


ABSTRACT

An experiment was performed to evaluate the chemical composition values and Apparent Metabolizable Energy corrected for nitrogen excretion (AMEn) of wheat grain harvested at different maturity stage (13, 16, 20 and 30% of humidity levels) and drying temperatures (40, 70 and 100 ºC). The grain with 13% of humidity level was considered dried at harvest and was not submitted to drying. The level of 16% of grain humidity at harvesting and the drying temperature of 40 ºC provided the highest AMEn wheat value (3326 kcal/kg, as fed basis). Harvesting humidity and drying temperature affected the nutritional value of wheat. It is necessary to know the best maturity stage at harvest and drying temperatures of wheat grains regarding the variability on its nutritive value and inclusion into poultry diets.

Key Word: processing conditions, chickens, bushel weight, thousand grain weight, nutritive value


 

 

Introdução

No Brasil, as perdas quali-quantitativas dos grãos são basicamente devido à fatores de colheita, secagem e armazenamento. Sob condições impróprias de secagem e armazenamento, os grãos podem ser contaminados por fungos que, além de consumirem nutrientes essenciais, reduzem a qualidade dos mesmos e conduzem à produção de micotoxinas potencialmente deletérias à saúde humana e animal. Especificamente em relação ao trigo, o ponto de colheita inadequado (nível de umidade) e a secagem, sem o controle da temperatura no processo levam à alterações indesejáveis na qualidade intrínseca dos grãos, prejudicando sua utilização na alimentação animal. A energia disponível às aves, presente nos grãos de trigo, pode variar em função desses fatores. O conhecimento do valor da energia metabolizável do trigo é o primeiro passo no emprego do mesmo para alimentação das aves.

As informações em literatura, considerando a variabilidade em termos de Energia Metabolizável Aparente corrigida para retenção de Nitrogênio (EMAc) do trigo devido à umidade de colheita e temperatura de secagem, são bastante escassas.

Choct et al. (1999) ressaltam que há necessidade de elucidar os mecanismos responsáveis pela variabilidade da Energia Metabolizável Aparente (EMA) do trigo, compreender os fatores responsáveis e desenvolver métodos para estimar essa variação. Conforme McCracken et al. (2000), há na literatura uma considerável variabilidade no valor nutritivo do trigo em termos de sua composição química e disponibilidade de energia para as aves, indicando que poucos foram os avanços para identificação dos fatores responsáveis.

O ponto de colheita inadequado, quando o grão permanece muito tempo na lavoura, após a maturação fisiológica e o processo de secagem com temperaturas inadequadas em função do teor de umidade do grão, contribuem com alterações indesejáveis na qualidade do mesmo. Quando as condições da colheita do grão (umidade) e ou seu posterior processamento (secagem) forem considerados, deve-se esperar alterações na qualidade do produto final que influenciarão, decisivamente, no seu posterior emprego para a alimentação.

Considerando a grande variabilidade de situações encontradas nas lavouras durante a colheita e secagem do trigo, objetivou-se no presente estudo a determinação em frangos de corte, dos valores de EMAc de trigos com diferentes níveis de umidade na colheita e temperaturas de secagem. A composição química e alguns parâmetros físicos qualitativos do trigo são discutidos.

 

Material e Métodos

O presente estudo foi conduzido no período de 20/12/2000 a 13/01/2001 na Unidade Experimental de Metabolismo da Embrapa Suínos e Aves, Concórdia, SC.

O trigo avaliado, oriundo de mesma safra e lavoura, foi o cultivar Embrapa BRS49, submetido à secagem com tempo e temperatura monitorados para atingir umidade próxima a 12%, em secador de leito fixo nas Unidades Experimentais da Embrapa Trigo, Passo Fundo, RS. Os trigos testados substituíram em 40% (na base da matéria natural) uma ração referência (Tabela 1). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com seis repetições de 10 aves cada (50% de cada sexo, linhagem Ross) e com blocagem de peso inicial, consistindo nos tratamentos apresentados na Tabela 2. Foi utilizado o método de coleta total (Hill & Anderson, 1958) para determinação da energia metabolizável aparente (EMA). As rações foram fornecidas à vontade por um período de oito dias, sendo quatro dias de adaptação e quatro de coleta total da excreta de cada unidade experimental em intervalos de 24 horas. As excretas, após coletadas, foram colocadas em sacos plásticos, sendo individualmente pesadas e armazenadas em freezer. Ao final do período de coleta, as excretas foram descongeladas, reunidas por repetição, homogeneizadas e retiradas alíquotas de 400 gramas para obtenção dos dados de pré-secagem. Foram registradas as quantidades de rações teste consumidas por unidade experimental e determinados os valores de matéria seca (MS), energia bruta (EB) e nitrogênio (N) das rações e das excretas. Os valores de energia metabolizável dos alimentos foram obtidos através da fórmula de Matterson et al. (1965) e ajustado com base na retenção de nitrogênio.

 

 

 

 

As análises da composição química MS, proteína bruta (PB), extrato etéreo (EE), fibra bruta (FB), matéria mineral (MM), cálcio (Ca), fósforo total (Ptot) e EB dos grãos e excretas foram obtidas de acordo com AOAC (1984) e PARR INSTRUMENTS (1984). Análises físicas dos grãos como PH (peso hectolitro) e MMG (massa de mil grãos) também foram avaliadas e são apresentadas na Tabela 3.

 

 

Os dados foram submetidos à análise de variância pelo procedimento GLM, seguidos de testes múltiplos de médias e análises de contrastes pelo sistema SAS (SAS, 1996), adotando um nível de significância a = 5%.

 

Resultados e Discussão

Os tempos de secagem em horas (Tabela 2) foram condizentes com os respectivos teores de umidade de colheita e valores de temperatura monitorados na secagem ou maior umidade do grão com menor temperatura na secagem exigiram maior tempo para atingir 12% de umidade final.

Conforme mostrado na Tabela 3, os valores obtidos para composição química e valor energético dos trigos avaliados mostraram-se semelhantes para o EE e FB e, superiores para MS, EB, PB, MM e Ptot, sendo inferiores para o Ca quando comparados às tabelas de composição química e energética dos alimentos (Embrapa, 1991; Rostagno, 2000). Os valores apresentados por Brum et al.(1999), a partir de duas variedades de trigo, mostraram-se inferiores para MS, EB, PB (variedade BR-33), EE, MM, Ptot; superiores para PB (variedade IAPAR-53) e Ca (variedade BR-53) e semelhante para o mesmo mineral na variedade IAPAR-53 ao se comparar os valores do presente estudo.

Para as mensurações físicas do trigo os valores obtidos para PH foram semelhantes e para MMG inferiores aos apresentados por Wiseman (2000), que mostrou em seu estudo diferenças, devido à variedade e local. No entanto, os valores de PH ficaram bastante abaixo do valor médio apresentado por Huyghebaert & Schoner (1999).

Lopes & Elias (2000) avaliando a influência da umidade de colheita (18 a 20%) e condições de secagem na qualidade do trigo, concluíram que tanto a secagem intermitente a 70ºC quanto as estacionárias a 45ºC não acarretaram diferenças em termos de proteína, umidade, extrato etéreo, cinzas, acidez, PH e MMG. Para o trigo considerado seco na lavoura (umidade a 13%) a qualidade tecnológica e conservabilidade mostraram-se inferiores, segundo os últimos autores. Conforme Huyghebaert & Schoner (1999), o valor da EMA de trigos oriundos de diferentes cultivares pode ser altamente variável (2486-3800 kcal/kg), o que também é atribuído, em parte, à metodologia de obtenção da energia metabolizável em aves. Os últimos autores mostraram correlação positiva entre PH e os valores de EMAc.

McCracken et al. (2000) classificaram trigos com diferentes valores de PH (69,67 e 57 kg/hL) e obtiveram os valores 4422, 4469 e 4493 kcal/kg de EMA na MS, respectivamente.

Os valores obtidos para EMAc na matéria seca (MS) e matéria natural (MN) encontram-se na Tabela 4. Destacou-se o tratamento em que o trigo foi submetido à secagem de 40&ordm;C e colhido com 16% de umidade, o que concorda com os resultados de Mazzuco et al. (2000). No entanto, em termos absolutos o resultado obtido para esse tratamento na MS foi superior (P<0,05) ao dos últimos autores (diferença de 216,62 kcal/kg). Wiseman & Inboor (1999) registraram alguns valores de EMAc para o trigo, mensurados por diferentes autores, evidenciando a magnitude da variabilidade (valores entre 2474 e 3960 kcal/kg) inerente aos diferentes manejos de colheita aplicados ao grão e metodologia de obtenção desses valores para as aves. Segundo os últimos autores, isso representa o grande desafio na predição da EMAc numa formulação que considera o trigo como o principal ingrediente energético. Scott et al.(1999), trabalhando com amostras de trigo oriundas de dois anos de colheita e locais distintos, obtiveram valor médio de 3360 e 3530 kcal/kg para EMA avaliada em pintos de corte aos 8 e 16 dias de idade, respectivamente.

 

 

Já Wiseman (2000) obteve valores entre 2029 a 2975 kcal/kg para EMA de trigos oriundos de distintas variedades e local. Quando se considerou o ano de colheita, Choct et al. (1999) obtiveram valores de EMA na MS de trigos que variaram significativamente de 2194 a 3580 kcal/kg e condicionaram essa variação ao clima e local de colheita. Num estudo com duas variedades de trigo, Brum et al. (1999) apresentaram valores para EMAc na MN semelhantes aos valores médios do presente estudo, excetuando-se o valor obtido com o tratamento em que o trigo foi colhido com 16% de umidade e submetido à secagem de 40&ordm;C que foi superior àquele. As maiores umidades de colheita conduziram a menores valores de EMAc do trigo, tanto na MN quanto na MS. O alto valor da EMAc, 3326 e 3613 kcal /kg na MN e MS respectivamente, para o trigo colhido com 16% de umidade e com secagem a 40&ordm;C mostrado na Tabela 4, foi inesperado. No entanto, considerando que os valores nas repetições foram igualmente elevados, pode-se inferir que as condições de colheita (umidade) e de secagem condicionaram a expressão de tais valores. Contrastes estimáveis foram aplicados (Tabela 5), destacando-se a temperatura de 40&ordm;C na secagem e, na colheita a umidade de 16% quando comparadas às demais. Os valores estimados para EMAc dos tratamentos em que se aplicou 40&ordm;C de temperatura na secagem quando comparados aos demais grupos de tratamentos de secagem (70 e 100&ordm;C) foram altamente significativos, tanto na MN como na MS. No entanto, quando comparados ao tratamento considerado seco na lavoura (13% de umidade na colheita) houve diferenças (p<0,05) apenas na MS. Quando contrastados, os valores da EMAc, nos grupos com umidade de colheita a 16% em relação aos demais (20 e 30% de umidade) observou-se diferença (p<0,05) nos contrastes dos grupos de tratamento em que se empregou 30% de umidade na colheita dos grãos de trigo. No entanto, para o contraste considerando o tratamento com 13% de umidade, houve diferença significativa em nível de 7% apenas na MS. Evidencia-se, pelos resultados discutidos, que o processamento padronizado desde a colheita pode evitar grande variação no valor nutritivo do trigo, contribuindo na otimização do seu emprego em dietas avícolas.

 

 

Conclusões

Obteve-se o maior valor de EMAc do trigo sob colheita com 16% de umidade e secagem à 40 &ordm;C. As maiores umidades de colheita conduzem a menores valores de EMAc tanto na MN quanto na MS.

É necessário o conhecimento das condições da colheita e do processo de secagem do trigo considerando sua variação nutritiva para posterior emprego em rações avícolas.

A temperatura na secagem e a umidade de colheita altera o valor nutricional do trigo.

 

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Recebido em: 13/07/01
Aceito em
: 22/07/02

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