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Revista Brasileira de Zootecnia

Print version ISSN 1516-3598On-line version ISSN 1806-9290

R. Bras. Zootec. vol.34 no.5 Viçosa Sept./Oct. 2005

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982005000500021 

MONOGÁSTRICOS

 

Níveis nutricionais de cobre para frangos de corte machos e fêmeas na fase inicial

 

Copper nutritional levels for male and female broilers in the initial phases

 

 

Marlene SchmidtI; Paulo Cezar GomesII; Horacio Santiago RostagnoIII; Luiz Fernando Teixeira AlbinoIII; Edwiney Sebastião CupertinoIV

IDoutoranda em Zootecnia - Universidade Federal de Viçosa - UFV - MG. Bolsista CNPq. E.mail: zooschmidt@yahoo.com.br
IIProf. Adjunto do DZO/UFV - Viçosa - MG. E.mail: pcgomes@ufv.br
IIIProf. Titular do DZO/UFV - Viçosa - MG. Bolsista do CNPq. E.mail: lalbino@ufv.br; rostagno@ufv.br
IVDoutorando em Zootecnia - Universidade Federal de Viçosa - UFV - MG. Bolsista do CNPq

 

 


RESUMO

Com o objetivo de determinar a exigência de cobre (Cu) para frangos de corte na fase inicial (8 - 21 dias), foram utilizadas 384 aves, metade machos e metade fêmeas. Foi elaborada uma dieta basal atendendo às exigências nutricionais das aves, com exceção do Cu, que ficou deficiente, com nível de 1,47 ppm. Os tratamentos consistiram dos níveis de suplementação de Cu provenientes do sulfato de Cu, resultando em um total de 1,47; 4,97; 8,47; 11,97; 15,47 e 18,97 ppm de Cu na dieta. Foram avaliados o ganho de peso, o consumo de ração, a conversão alimentar e a concentração de Cu no osso, no fígado e no soro. Os níveis de Cu estudados influenciaram o consumo de ração, mas não influenciaram o ganho de peso e a conversão alimentar. Não houve efeito dos níveis de Cu sobre a concentração deste mineral no osso. Observou-se efeito dos níveis de Cu da dieta sobre suas concentrações no fígado e no soro, respectivamente. No entanto, optou-se pelo valor de exigência estimado pela variável Cu no soro, por representar melhor o status nutricional de Cu no organismo animal. Concluiu-se, portanto, que a exigência de Cu para frangos de corte, machos e fêmeas, de 8 a 21 dias de idade é de 9,48 ppm, ressaltando-se que dietas práticas de frangos de corte à base de milho e farelo de soja contêm normalmente de 8,5 a 11 ppm de Cu e que a biodisponibilidade do Cu no farelo de soja é de 38%.

Palavras-chave: exigência, fígado, mineral, osso, soro


ABSTRACT

Three hundred and eighty-four birds, half males and half females, were used to determine the copper (Cu) requirement for broilers in the initial phase (from 8 to 21 days). A basal diet was formulated to meet the bird nutritional requirements, except for Cu, that was deficient at 1.47 ppm level. The treatments consisted of Cu supplementation levels, from Cu sulfate, in a total of 1.47, 4.97, 8.47, 11.97, 15.47 and 18.97 ppm Cu in the diet. Weight gain, feed intake, feed:gain ratio and Cu concentration in the bone, liver and serum were evaluated. The studied Cu levels affected feed intake, but did not alter weight gain and feed:gain ratio. No effects of Cu levels on Cu concentration in the bone were detected. Effects of increasing dietary Cu levels on Cu concentration in the liver and serum were observed. However, the most adequate value of Cu requirement was estimated in the serum, because it better represents the Cu nutricional status in the animal organism. It was concluded that Cu requirements for broilers, males and females, from 8 to 21 days old is of 9.48 ppm, considering that corn and soybean meal-based diets, for broilers, contain from 8.5 to 11 ppm Cu and that Cu bioavailability in the soybean meal of 38%.

Key Words: bone, requirement, liver, mineral, serum


 

 

Introdução

A avicultura de corte alcançou, nos últimos anos, alto potencial genético para ganho de peso, o que faz com que essas aves tenham rápido crescimento e, conseqüentemente, atinjam peso ao abate em idades cada vez menores. Entretanto, com a mudança do padrão genético das aves, a nutrição deve ser melhorada, no sentido de permitir o máximo desenvolvimento desses animais. Também os problemas ambientais causados em áreas de intensa produção avícola têm imposto novas recomendações dos nutrientes nas dietas.

O cobre (Cu) é um nutriente essencial ao metabolismo animal. Sua importância foi observada por volta de 1928 e, a partir desta data, uma série de patologias foram associadas à sua deficiência (McDowel, 1992), incluindo anemia, redução da pigmentação das penas e da atividade de uma série de enzimas (Hill & Matrone, 1961), fragilidade óssea e espessura da cartilagem (Carlton & Henderson, 1962).

O Cu também é importante na formação de numerosas metaloenzimas (McDowel, 1992). Entre elas, encontra-se a ceruloplasmina, secretada no fígado e considerada a principal proteína carreadora de Cu no soro (Koh et al., 1996), e a citocromo oxidase, uma metaloenzima fundamental para a transferência de elétrons para o oxigênio, uma etapa muito importante na respiração celular (Lehninger et al., 1995). O Cu induz a síntese da thionein no fígado, que consiste em uma seqüência de aminoácidos que varia conforme a espécie. A thionein pode se ligar ao íon Cu, formando a metallothionein, que tem como uma de suas funções diminuir a quantidade de íons Cu livre no fígado (Richards, 1989). Juntamente com o ferro, o Cu é importante também na formação da hemoglobina (McNaughton & Day, 1979).

O NRC (1994), com base nos estudos de McNaughton & Day (1979), recomenda a exigência de 8 ppm de Cu em dietas para frangos de corte, em todas as fases. Rostagno et al. (2000), por sua vez, recomendam a suplementação de 8,5 ppm.

A escassez de trabalhos atualizados sobre exigência de Cu em dietas práticas para aves pode estar promovendo o uso inadequado deste micromineral nas rações, trazendo como conseqüências possíveis problemas nutricionais, além de oneração do custo da ração e aumento de sua concentração nos dejetos, colocando em risco o meio ambiente.

Justifica-se, portanto, a necessidade de se determinar a exigência de Cu para frangos de corte na fase inicial de crescimento.

 

Material e Métodos

Foram utilizados 384 pintos de corte Avian Farms, com sete dias de idade (192 machos e 192 fêmeas), distribuídos em 48 gaiolas de uma bateria metálica durante o período dos 8 aos 21 dias de idade. Até o 7ª dia, as aves receberam dieta atendendo todas as exigências nutricionais (inclusive as de Cu), segundo recomendações de Rostagno et al. (2000).

Adotou-se um esquema fatorial 6 x 2 (seis níveis de Cu e dois sexos), em um delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições e oito aves por unidade experimental.

As aves foram criadas de acordo com as recomendações de manejo descritas por Gomes et al. (1996), adotando-se o programa de luz contínua, com 24 horas de luz (natural + artificial), durante todo o período experimental.

Determinou-se a composição química dos ingredientes da dieta experimental e da água fornecida aos animais (antes e durante a fase experimental), conforme metodologia descrita por Silva (1998). O sulfato de cobre (CuSO4.5H2O) utilizado continha 25% de Cu. Análises de amostras de água coletadas antes e durante a fase experimental não indicaram presença do mineral estudado.

A dieta basal foi formulada para atender às exigências nutricionais das aves, segundo recomendações de Rostagno et al. (2000), com exceção das de Cu, que permaneceu deficiente, com nível de 1,47 ppm (Tabela 1). Os níveis de suplementação de Cu, provenientes do sulfato de Cu comercial, à dieta basal foram 0,0; 3,5; 7,0; 10,5; 14,0 e 17,5 ppm de Cu, resultando em um total de 1,47; 4,97; 8,47; 11,97; 15,47; e 18,97 ppm de Cu, respectivamente, na dieta.

 

 

As aves receberam ração e água à vontade e as pesagens foram realizadas no início e no final do experimento, para averiguação do ganho de peso, do consumo de ração e da conversão alimentar. Com o término do experimento, foram escolhidas 192 aves com o peso médio da gaiola (quatro aves por gaiola), para a coleta de sangue. Posteriormente, as mesmas aves foram abatidas, para a extração do fígado e da tíbia, visando as análises subseqüentes da concentração de Cu.

As tíbias, com as cartilagens adjacentes e livres de tecido muscular, e os fígados foram levados à estufa de ventilação forçada (65ºC), por 72 horas, sendo desengordurados em extrator Soxhlet por 8 horas e triturados em moinhos de aço inoxidável. Em seguida, foram pesados em balança analítica, determinando-se a concentração de Cu de acordo com a metodologia descrita por Silva (1998), em espectrofotômetro de absorção atômica, modelo 908, marca GBC.

Para a coleta de sangue, as aves foram submetidas a jejum forçado, com o objetivo de proporcionar mesmo status metabólico de Cu na corrente sangüínea de todos os animais. O jejum obedeceu à seguinte seqüência: uma hora de jejum, seguida por uma hora de alimentação normal. Em seguida, iniciou-se a retirada dos comedouros em ordem crescente da numeração das gaiolas, com intervalo de 5 minutos entre cada comedouro. Quando o comedouro da última gaiola foi retirado, iniciou-se a coleta de sangue das aves, que seguiu a mesma seqüência e intervalo supracitados. O sangue foi coletado por punção cardíaca anterior e dessorado naturalmente em ambiente de temperatura controlada. Em seguida, o soro foi transferido em vidraria adequada e submetido à análise de concentração de Cu, conforme a metodologia descrita por Silva (1998). A leitura da concentração de Cu foi feita no aparelho denominado "Plasma".

As análises estatísticas dos parâmetros avaliados foram realizadas de acordo com o programa SAEG (Sistema para Análises Estatísticas e Genéticas), desenvolvido na Universidade Federal de Viçosa (UFV, 1997), e as estimativas de exigência de Cu foram feitas mediante o uso dos modelos Quadráticos e Linear e "Linear Response Plateau" (LRP), conforme o ajustamento dos dados obtidos para cada variável.

 

Resultados e Discussão

Não foram observadas anormalidades no desempenho de pernas frangos de corte no período de 8 a 21 dias de idade. A incidência de anormalidades ósseas foram raras e aleatórias, não podendo ser atribuídas a efeitos de tratamento. Rucker et al. (1975) também não observaram fragilidades ósseas em frangos alimentados com dieta contendo mais de 1 ppm de Cu.

Os resultados de desempenho estão apresentados na Tabela 2. Não houve interação sexo ´ níveis de Cu (P>0,05), indicando que estes fatores agem de forma independente sobre as variáveis de desempenho.

Não se observou efeito dos níveis de Cu (P>0,05) sobre o ganho de peso e a conversão alimentar. Estes resultados estão de acordo com os de Zanetti et al. (1991), Bertechini et al. (1993), Cachoni (1993) e Koh et al. (1996), que também não observaram efeito dos níveis de Cu sobre estes parâmetros, quando trabalharam com frangos de corte. No entanto, houve efeito significativo dos níveis de Cu (P<0,01) sobre o consumo de ração, que aumentou linearmente com os níveis de suplementação.

Houve efeito de sexo (P<0,01) sobre o consumo de ração e o ganho de peso; os machos consumiram 5,23% a mais que as fêmeas e ganharam 5,46% a mais de peso.

Os resultados da concentração de Cu no osso, no fígado e no soro de frangos de corte no período de 8 a 21 dias de idade são descritos na Tabela 3. Não houve interação sexo ´ níveis de Cu (P>0,05), comprovando que estes fatores atuam de forma independente sobre estes parâmetros. Também não se observou efeito de sexo (P>0,05) sobre a concentração de Cu no fígado, no osso e no soro.

Não se obteve efeito (P>0,05) dos níveis de Cu sobre a concentração de Cu no osso. Estes resultados demonstraram que o Cu, dentro dos níveis estudados, não interferiu na concentração de Cu nos ossos, justificando a não-constatação de anormalidades ósseas. Bertechini et al. (1993) e Cachoni (1993), trabalhando com níveis superiores (8,5 a 300 ppm de Cu), também não encontraram diferença significativa da concentração de Cu na tíbia, concluindo que este não é um bom parâmetro para estimar a exigência ou biodisponibilidade de Cu, uma vez que não é influenciado pelo aporte da dieta.

Houve efeito (P<0,01) dos níveis de Cu sobre a concentração desse mineral no fígado. Estes resultados corroboram os relatados por Aoyagy & Baker (1993), Bertechini et al. (1993), Ledoux et al. (1991), Zanetti et al. (1991), Cachoni (1993) e Ewing et al. (1998), que também observaram acúmulo de Cu no fígado de aves que receberam dietas com níveis crescentes do mineral.

Houve efeito (P<0,09) dos níveis de Cu em relação à concentração no soro. Bertechini et al. (1993) e Zanetti et al. (1991) também observaram, em frangos de corte na fase inicial de crescimento, que a concentração de Cu no soro respondia à suplementação desse mineral na dieta.

As estimativas de exigência de Cu para frangos de corte no período de 8 a 21 dias de idade encontram-se na Tabela 4. Como não houve interação (P>0,05) sexo ´ níveis de Cu, as equações foram ajustadas para ambos os sexos.

Os valores de exigência de Cu pelas aves para a concentração de Cu no fígado foram de 18,97 e 13,29 ppm quando os modelos empregados foram o Linear e Linear Response Plateau (LRP), respectivamente, e optou-se pelo valor encontrado pelo modelo LRP, por apresentar menor soma de quadrado dos desvios. O valor de exigência de Cu pelas aves para a concentração de Cu no soro, foi de 9,48 ppm quando o modelo empregado foi o quadrático. Trabalho semelhante foi conduzido por Aoyagy & Baker (1993), que, utilizando aves de 8 a 23 dias, alimentadas com dieta purificada, suplementada com níveis de Cu (sulfato de Cu), também observaram comportamento quadrático da concentração de Cu no soro das aves, porém atingindo um ponto de máximo em 4,56 ppm de Cu na dieta.

O fígado não é um bom parâmetro para medir a exigência de minerais, e sim para medir sua biodisponibilidade (Aoyagy & Baker, 1993); e, por ser um órgão que vai acumulando o excesso à medida que se aumentam os níveis de suplementação, possivelmente o valor de exigência esteja abaixo do "plateau" encontrado. Desta forma, justifica-se a utilização do valor de exigência encontrado pela variável Cu no soro, cujo ponto de máxima foi inferior ao "plateau" encontrado para a variável Cu no fígado.

Mills (1987) afirma que, em se tratando de animais sadios, a variável Cu no soro é viável para avaliar o status nutricional de Cu no organismo animal. Portanto, nas condições em que o experimento foi conduzido, conclui-se que a exigência de Cu para frangos de corte, machos e fêmeas, de 8 a 21 dias de idade é de 9,48 ppm, ressaltando-se que dietas práticas para à base de milho e farelo de soja frangos de corte contêm normalmente de 8,5 a 11,1 ppm de Cu e que a biodisponibilidade deste mineral no farelo de soja, segundo Aoyagy et al. (1993), é de 38%.

 

Conclusões

A inclusão de níveis crescentes de Cu em dietas das aves não influenciou as características de desempenho de maior interesse econômico (ganho de peso e conversão alimentar). Considerando-se que a variável concentração de Cu no soro é viável para avaliar o status nutricional de Cu no organismo animal, determinou-se que a exigência nutricional de Cu para frangos de corte, machos e fêmeas, de 8 a 21 dias de idade é de 9,48 ppm.

 

Literatura Citada

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Recebido em: 16/10/04
Aceito em: 14/06/05

 

 

1 Parte da tese apresentada pela primeira autora à UFV para obtenção do título de Magister Scientiae.

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