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Revista Brasileira de Zootecnia

versão On-line ISSN 1806-9290

R. Bras. Zootec. v.35 n.3 Viçosa maio/jun. 2006

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982006000300001 

AQÜICULTURA

 

Energia digestível para alevinos de tilápia-do-nilo (Oreochromis niloticus)

 

Digestible energy for Nile tilapia (Oreochromis niloticus) fingerlings

 

 

Wilson Rogério BoscoloI; Aldi FeidenI; Altevir SignorII; Arcangelo Augusto SignorII; Jandir José BardII; Fabio Akira IshidaII

ICurso de Engenharia de Pesca - Unioeste - Campus Toledo\Paraná
IIAcadêmico do curso de Engenharia de Pesca da Unioeste - Campus Toledo\Paraná

 

 


RESUMO

Avaliou-se o efeito de diferentes níveis de energia digestível na dieta sobre o desempenho de alevinos de tilápia-do-nilo (Oreochromis niloticus). Utilizaram-se 125 alevinos com peso e comprimento iniciais de 0,62±0,12 g e 3,25±0,25 cm, respectivamente, distribuídos em 25 aquários com capacidade de 30 L, em um delineamento experimental inteiramente casualizado, com cinco tratamentos e cinco repetições, em que a unidade experimental consistiu de um aquário contendo cinco alevinos. As rações, isoprotéicas (30% de proteína digestível), isofosfóricas e isocalcíticas, foram formuladas para conter 2.900; 3.025; 3.150; 3.275 e 3.400 kcal/kg de energia digestível. A quantidade de ração fornecida (quatro vezes ao dia) correspondeu a 10% da biomassa. Os parâmetros físico-químicos da água (oxigênio dissolvido - OD, pH e condutividade elétrica - CE) foram mensurados semanalmente, à tarde, e a temperatura, diariamente, antes da primeira e da última sifonagem, apresentando médias de 8,00±0,05 mg/L; 7,91±0,19; 92,11±2,27 µS/cm e 25,61±0,90ºC, respectivamente. Ao final do experimento, foram analisadas as médias de peso final, ganho de peso, comprimento final, conversão alimentar aparente, sobrevivência e fator de condição. Não foram observadas diferenças no desempenho de alevinos entre os diferentes tratamentos. Recomenda-se a utilização de 2.900 a 3.400 kcal de ED/kg na ração de alevinos de tilápia-do-nilo.

Palavras-chave: desempenho, energia, Oreochromis niloticus, tilápia


ABSTRACT

The different levels of digestible energy on the performance of Nile tilapia (Oreochromis niloticus) fingerlings were evaluated. One hundred and twenty-five fingerlings averaging initial length and weight of 0.62±0.12 and 3.25±0.25 cm were allotted to 25 30L-aquariums, as a completely randomized design with five treatments and five replicates (an aquarium with five fingerlings was considered the experimental unit). The diets, formulated to be isonitrogenous (30% of digestible protein), isophosphorous and isocalcium, contained 3,300, 3,525, 3,750, 3,975, and 4,200 kcal/kg of digestible energy. The amount of diet was fed of 10% of biomass four times a day. The abiotic parameters (pH, dissolved oxigen - DO, and electric condutivity - EC) were weekly measured at afternoon and the temperature was was daily mensured. The following values were observed: pH of 7.91±0.19, DO of 8.00±0.05 mg/L, EC of 92.11±2.27 µS/cm, and temperature of 25.61±0.90ºC. At the end of experiment, means of final weight, weight gain, final length, apparent feeding conversion, survival rate and condition factor were analyzed. No significant differences on fingerling perfomance were found across the treatments. It can be included from 2,900 to 3,400 kcal of ED/kg in the diet of Nile tilapia fingerlings.

Key Words: energy, Oreochromis niloticus, tilapia, performance


 

 

Introdução

As tilápias destacam-se na aqüicultura mundial e, atualmente, formam o segundo maior grupo de peixes cultivados, por apresentarem crescimento rápido e rusticidade (Hayashi et al., 1999a), fácil reprodução, manipulação de sexo, carne de ampla aceitação no mercado consumidor, pela inexistência de espinhos em forma de "y" no seu filé e fácil industrialização (Hildsorf, 1995). A tilápia, de hábito alimentar onívoro, apresenta eficiente utilização dos carboidratos e, em decorrência do aumento de sua produção, muitos aspectos de sua nutrição têm sido estudados (Barros et al., 2002; Pezzato et al., 2002).

A relação energia:proteína e a disponibilidade de nutrientes devem ser adequadas às exigências da espécie para que os peixes apresentem boas taxas de crescimento (Meurer et al., 2002; Hayashi et al., 2002; Boscolo et al., 2004). A elevada disponibilidade de energia nas rações resulta em baixa ingestão de proteína e, conseqüentemente, de nutrientes essenciais (Chou & Shiau, 1996; Hayashi et al., 2002; Boscolo et al., 2005), ocasionando deposição de gorduras visceral e corporal em várias espécies (MacGoogan & Reigh, 1996; Mukhopadhyay & Ray, 1997), perda de qualidade da carne, elevada oxidação de ácidos graxos e menor vida de prateleira (Mente et al., 2003).

A deficiência energética nas dietas, no entanto, provoca a sintetização de energia a partir de proteínas – elevando os índices de conversão alimentar e o custo de produção, visto que a proteína é o nutriente mais oneroso (Lowell, 1989) – e promove o aumento de excreção de amônia no ambiente aquático, tornando-se um potencial poluidor (Pezzato et al., 2002).

Os óleos e as gorduras são fontes energéticas facilmente encontradas no mercado e apresentam altas taxas de energia e considerável quantidade de ácidos graxos essenciais (Steffens, 1987; Meurer et al., 2002), de modo que o perfil corporal de ácidos graxos de muitas espécies reflete o da dieta (Lee et al., 2003; Bendiksen et al., 2003; Boscolo et al., 2005). Segundo Sanches (2004), além dos níveis adequados de lipídeos, é fundamental o perfil de ácidos graxos essenciais na dieta para a promoção de bom desempenho dos peixes.

O fornecimento de lipídeos como fonte de energia em dietas para peixes melhora a conversão alimentar (Martino et al., 2002), possui custo acessível e alto nível energético (Jauncey, 2000) e pode influenciar o consumo de alimento (Lee et al., 2002; Boscolo et al., 2005) e melhorar a digestibilidade de alimentos vegetais (Belal & Assem, 1995). Alguns autores (El-Dahhar & El-Shazly, 1993; Chou & Shiau, 1996; Meurer et al., 2002) afirmam que a tilápia não utiliza eficientemente os lipídios como fonte energética em níveis acima de 5% da dieta, aumentando a deposição de gordura corporal.

De acordo com Boscolo et al. (2002), o óleo de soja apresenta 8.485 kcal/kg de energia digestível e 89,85% de digestibilidade aparente (CDA), demonstrando que a tilápia absorve eficientemente a energia desta fonte alimentar, como observado por Hanley (1987), ao avaliarem o CDA da EB de óleo animal. Como o alimento é o componente mais oneroso da produção (Lutz, 2000; Boscolo et al., 2001), é importante avaliar as exigências energética e nutricional da tilápia-do-nilo (Oreochromis niloticus) na fase de alevino, visando à obtençao de animais com qualidade para as fases subseqüentes de produção.

Este trabalho foi conduzido com o objetivo de avaliar os efeitos de diferentes níveis de energia digestível na dieta de alevinos de tilápia-do-nilo (O. niloticus) sobre o seu desempenho.

 

Material e Métodos

O trabalho foi realizado no Laboratório de Aqüicultura da Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Campus de Toledo no período de 20 de março a 16 de abril de 2004.

Foram utilizados 125 alevinos de tilápia-do-nilo (O. niloticus) com 0,62±0,12 g (peso obtido em balança analítica) e comprimento inicial de 3,25±0,25 cm (medido em ictiômetro), distribuídos em 25 aquários com volume útil de 30 L (30 x 30 x 35 cm), resultando em densidade de 0,17 peixes/L. Utilizou-se delineamento inteiramente casualisado com cinco tratamentos e cinco repetições, considerando a unidade experimental um aquário com cinco alevinos.

Os aquários possuíam sistema de aeração individual, ligados a um soprador de ar central. Diariamente, às 8 e 17h, realizou-se a sifonagem dos aquários, antes da primeira e da última alimentação, para retirada de sobras de ração e de fezes, substituindo aproximadamente 40% do volume total duas vezes ao dia.

Os alimentos foram processados em um moinho tipo faca com peneira de 0,5 mm e as rações experimentais (Tabela 1), isocalcíticas, isofosfóricas e isoprotéicas com 30% de proteína digestível (Tabela 2), foram formuladas para conter níveis de 2.900, 3.025, 3.150, 3.275 e 3.400 kcal/kg de energia digestível. O arraçoamento, a 10% da biomassa do aquário, foi dividido em quatro alimentações diárias (8, 11, 14 e 17 h). Para correção da taxa de arraçoamento, foram realizadas biometrias a cada 10 dias.

 

 

 

 

Os parâmetros físico-químicos (pH, condutividade elétrica [µS/cm] e oxigênio dissolvido [mg/L]) foram mensurados semanalmente, enquanto a temperatura (ºC) foi coletada diariamente pela manhã (8h) e à tarde (17h), antes da primeira e da última sifonagem, utilizando-se medidores portáteis.

Ao final do período experimental, os peixes foram mantidos em jejum por 12 horas e, após este período, foram efetuadas as medidas individuais de peso (g) e comprimento total (cm) de cada unidade experimental. Foram avaliados o ganho de peso (GP), o comprimento final (CF), a sobrevivência (SO), o fator de condição (FC), o peso final médio (PF) e a conversão alimentar aparente (CA). Os dados foram submetidos à análise de variância a 5% de significância pelo programa estatístico SAEG (Sistema de Análises Estatísticas e Genéticas) (UFV, 1997).

 

Resultados e Discussão

Os parâmetros físico-químicos da água dos aquários experimentais – temperatura (25,61±0,90ºC), oxigênio dissolvido (8,00±0,05 mg/L), pH (7,91±0,19) e condutividade elétrica (92,11±2,27 µS/cm – mantiveram-se dentro da faixa recomendada para a espécie (Popma & Phelps, 1998).

Não foram observadas diferenças (P<0,05) nos parâmetros avaliados entre os diferentes tratamentos. As médias de peso final (PF), ganho de peso (GP), comprimento final (CF), conversão alimentar aparente (CA), fator de condição e taxa sobrevivência (SO) durante o período experimental encontram-se na Tabela 3.

Os parâmetros de desempenho PF, GP, CF, CA, FC e SO não apresentaram diferenças (P>0,05) em função dos diferentes níveis de energia das rações, demonstrando que as diferentes relações proteína:energia avaliadas não influenciaram o desempenho dos peixes. Vários autores relatam a importância da relação proteína:energia na formulação de rações para obtenção de bom desempenho dos animais (Chou & Shiau, 1996; Lin et al., 1997; Meurer et al., 2002; Boscolo et al., 2002; Bell et al., 2003).

Os resultados obtidos neste experimento se assemelham aos observados por Chou & Shiau (1996), Lovell (1989), El-Dahhar & El-Shazly (1993) e Meurer et al. (2002), que afirmam que a energia proveniente dos lipídeos tem pouca influência no crescimento de tilápias. Conforme Boscolo et al. (2002, 2005) e Pezzato et al. (2002), a tilápia utiliza eficientemente a energia do milho, rico em amido e bem aproveitado pelas tilápias, inclusive na fase inicial (Chou & Shiau, 1996 e Lin et al., 1997).

Neste experimento a relação amido:lipídeo na dieta variou de 14,1 a 1,87 com o aumento dos níveis de energia, não se observando diferenças (P>0,05) no desempenho dos alevinos. Resultados semelhantes foram encontrados por Chou & Shiau (1996), que observaram variação na relação amido:lipídeo na dieta de 1,13 a 8,4 e não constataram diferenças (P>0,05) no desempenho dos alevinos nos diferentes tratamentos com a inclusão de lipídeos, demonstrando que a relação amido:lipídeo superior a 1 pode ser benéfica ao desempenho de alevinos de tilápia-do-nilo (O. niloticus) e que altos níveis de amido facilitam a flutuação das rações submetidas ao processamento por extrusão (Kearns 1998).

Boscolo et al. (2005), no entanto, alteraram a relação amido-lipídeo de 1,09-0,11, por meio do aumento dos níveis de energia, e notaram que a relação amido:lipídeo igual ou inferior a 0,41 prejudicou o desenvolvimento das larvas, demonstrando que, mesmo na fase inicial, a relação amido:lipídeo como fonte de energia deve ser considerada para a obtenção de bom desempenho de O. niloticus.

Hayashi et al. (1999b) testaram diferentes níveis de lipídeos para alevinos de carpa-capim (Ctenopharyngodon idella) e observaram redução linear no desempenho dos animais à medida que aumentaram os níveis de lipídeo na ração. Meer et al. (1997) não registraram diferenças no desempenho de tambaqui (Colossoma macropomum) alimentados com diferentes níveis de lipídeos, o que demonstra variações nos resultados com a utilização de lipídeo e amido como fontes de energia pelas diferentes espécies.

Não foram observadas diferenças (P>0,05) na CA entre os diferentes tratamentos, o que comprova que a tilápia aproveita eficientemente a energia disponível na dieta. Resultados contrários ao deste experimento foram reportados por Meurer et al. (2002), que observaram redução linear na CA de alevinos de tilápia-do-nilo com a inclusão de lipídeos na dieta, porém esses autores mantiveram as rações isoenergéticas. Martino et al. (2002), por sua vez, avaliaram rações com diferentes níveis de óleo de soja e, portanto, com aumento nos níveis energéticos para alevinos de pintado (Pseudoplatistoma corruscans) e observaram melhores valores de CA para os peixes alimentados com rações contendo altos teores de óleo de soja e energia.

Resultados de CA semelhantes aos obtidos neste experimento foram encontrados por Chou & Shiau (1996), que também não observaram diferenças (P>0,05) para esse parâmetro. Portanto, para uma boa CA de alevinos de tilápia-do-nilo, é necessário considerar a relação amido/lipídeo na formulação de rações.

A principal forma de armazenagem de energia corporal é como gordura, por suas características de hidrofobicidade e de fácil acondicionamento nas moléculas de triacilgliceróis no interior dos adipócitos (Lehninger et al., 1995). A energia não é um nutriente, mas resulta da oxidação dos nutrientes durante o metabolismo e pode ser liberada na forma de calor ou armazenada para uso posterior nos processos metabólicos do organismo animal (NRC, 1993). É fundamental a participação de fontes energéticas na formulação de rações, mas a relação energia:proteína e amido:lipídeo na dieta deve ser balanceada para que os peixes apresentem bom desempenho.

 

Conclusões

Recomenda-se a utilização de 2.900 a 3.400 kcal de ED/kg de ração para alevinos de tilápia-do-nilo (O. niloticus). Para obtenção de bom desempenho dos peixes, a relação amido:lipídeo como fonte de energia deve ser de 14,1 a 1,87 na formulação de rações.

 

Literatura Citada

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Recebido: 21/12/04
Aprovado: 04/08/05

 

 

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