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Revista Brasileira de Zootecnia

Print version ISSN 1516-3598On-line version ISSN 1806-9290

R. Bras. Zootec. vol.35 no.4 suppl.0 Viçosa July/Aug. 2006

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982006000600001 

AQÜICULTURA

 

Composição centesimal e perfil de ácidos graxos do camarão-d'água-doce

 

Centesimal composition and fatty acids profile of freshwater prawn

 

 

Wilson Massamitu FuruyaI; Carmino HayashiII; Adriano Borges Martins da SilvaIII; Oscar de Oliveira Santos JúniorIII; Nilson Evelázio de SouzaIII; Makoto MatsushitaIII; Jesuí Vergílio VisentainerIII

IDepartamento de Zootecnia – Universidade Estadual de Maringá. Av. Colombo, 5790/CEP: 87020-900 – Maringá, PR
IIDepartamento de Biologia – Universidade Estadual de Maringá. Av. Colombo, 5790/CEP: 87020-900 – Maringá, PR
IIIDepartamento de Química – Universidade Estadual de Maringá. Av. Colombo, 5790/CEP: 87020-900 – Maringá, PR

 

 


RESUMO

Este estudo foi realizado para determinação da composição centesimal e do perfil de ácidos graxos do camarão-d'água-doce Macrobrachium amazonicum visando à análise de seu potencial nutritivo. Seis lotes (100 g cada um) de camarões inteiros e com massas individuais de 0,9 a 1,2 g foram triturados, armazenados e, posteriormente, analisados quanto aos teores de umidade, cinzas, PB e lipídios totais (70,3; 1,5; 24,8 e 1,5%, respectivamente). Foram detectadas 36 variedades de ácidos graxos, sendo o mais freqüente o ácido palmítico-16:0 (18,2%). Entre os da série ômega-3, os mais encontrados foram o eicosapentaenóico-20:5n-3, di-homo-alfa-linolênico-20:3n-3, docosahexaenóico-22:6n-3 e alfa-linolênico-18:3n-3 (frequências de 13,9; 9,5; 6,8 e 4,2%, respectivamente). As freqüências de somatórias de ácidos graxos foram de 36,9% para os ômega-3 e de 46,8% para os poliinsaturados. As razões entre os ácidos graxos ômega-6/ômega-3 (n-6/n-3) e os ácidos graxos poliinsaturados/ácidos graxos saturados (AGPI/AGS) foram de 0,3 e 1,6, respectivamente. Todos os parâmetros observados indicaram bom potencial nutritivo para a carne do camarão-d'água-doce.

Palavras-chave: ácidos graxos, camarão, composição centesimal, Macrobrachium amazonicum


ABSTRACT

The aim of this work was to determine the centesimal composition and fatty acids profile of freshwater prawn (Macrobrachium amazonicum) for determination of its nutrient potential. Six lots (each one with 100 g) containing whole prawns with individual mass ranging from 0.9 to 1.2 g were triturated and stored for posterior chemical analysis. The average values for moisture, ash, CP and total lipids were as follows: 70.3, 1.5, 24.8, and 1.5%, respectively. It was detected 36 varieties of fatty acids, and the most abundant was the palmitic -16:0 acid with 18.2%. The major omega-3 fatty acids were: eicosapentaenoic-20:5n-3, dihomo-alpha-linolenic-20:3n-3, docosahexaenoic-22:6n-3 and alpha-linolenic-18:3n-3 with frequencies of 13.9, 9.5, 6.8, and 4.2%, respectively. The total frequencies of fatty acids were of 36.9% for omega-3 and 46.8% for polyunsaturated fatty acids. The omega-6/omega-3 (n-6/n-3) ratio and polyunsatured to satured (PUFA/SFA) ratio were of 0.3 and 1.6, respectively. All parameters indicated a good nutritional value of the M.amazonicum meat.

Key words: centesimal composition, fatty acids, Macrobrachium amazonicum, shrimp


 

 

Introdução

No Brasil, a carcinicultura desenvolveu-se a partir da década de 70 (Valenti, 1998), especialmente com espécies nativas, como o Macrobrachium amazonicum, ou camarão-canela, uma espécie bentônica e detritívora (Info-guide, 2004) normalmente encontrada em ambientes de água doce da Venezuela até a Argentina (Bialetzki et al., 1997).

A pós-larva desta espécie é produzida no estado do Pará (Valenti, 1998) e pode atingir 30 g no estádio adulto.

O M. amazonicum é explorado, normalmente, na pesca artesanal (New et al., 2000) e possui grande aceitação no mercado, podendo ser utilizado para povoamento de açudes e lagos, principalmente por sua resistência (Lobão & Rojas, 1985).

A carne de animais aquáticos, sobretudo a dos peixes, possui aproximadamente mesmo teor protéico que a de mamíferos e aves, porém seu teor de proteína possui maior digestibilidade (Guzmán, 1994). Quanto ao conteúdo lipídico, os animais aquáticos fornecem comumente ácidos graxos de importante valor nutritivo, destacando-se os ácidos graxos poliinsaturados ômega-3 (AGPIn-3), alfa-linolênico (LNA, 18:3n-3), eicosapentaenóico (EPA, 20:5n-3) e docosahexaenóico (DHA, 22:6n-3) (Keys et al., 1965; Kimura et al., 2001), que produzem no homem compostos denominados eicosanóides, envolvidos em vários processos metabólicos de grande importância, principalmente os vasculares, com ações antitrombóticas e antiinflamatórias (Haglund et al., 1998; von Schacky, 2000).

O LNA é precursor de outros ácidos graxos da série ômega-3, como o EPA e DHA, que, se ingeridos pelos peixes, podem ser armazenados em seus tecidos juntamente com o LNA remanescente (Visentainer, 2003).

As concentrações de ácidos graxos AGPIn-3 na carne de peixes, como se sabe, variam de acordo com a espécie e dependem especialmente da dieta consumida pelo peixe. Pesquisas realizadas no Brasil demonstraram que a carne de peixes de cativeiro alimentados exclusivamente com rações comerciais com baixos teores de ácidos graxos ômega-3 apresentaram carnes com baixos níveis dessa substância em comparação a espécies obtidas por extrativismo, alimentadas com produtos do meio aquático (Moreira et al., 2001; Maia, 1992). Segundo Visentainer (2003), peixes alimentados com rações contendo níveis elevados de ômega-3 fornecem carnes com maiores teores de AGPIn-3.

Considerando o potencial uso do M. amazonicum na elaboração de rações para peixes ou para consumo humano, realizou-se este estudo com o objetivo de analisar a composição centesimal e o perfil de ácidos graxos do camarão Macrobrachium amazonicum inteiro, como forma de avaliar o potencial nutritivo desta espécie.

 

Material e Métodos

Foram utilizados seis lotes (100 g cada um) de camarões na fase juvenil, capturados aleatoriamente, sem identificação de sexo, na represa da Usina de Itaipu, Rio Paraná, no município de Santa Helena - PR.

Em cinco lotes, os camarões inteiros (de 0,9 a 1,2 g de PV) foram triturados em multiprocessador até obtenção de uma pasta homogênea, a qual foi armazenada sob refrigeração a -18ºC para posterior análise da composição centesimal. Nos animais do outro lote, com as mesmas especificações descritas anteriormente, as regiões do cefalotórax foram removidas manualmente, trituradas e armazenadas sobre refrigeração para posterior determinação do teor de lipídios totais.

As análises dos teores de umidade, cinzas e PB foram realizadas conforme Cunniff (1998). Para extração e quantificação dos lipídios totais, foi utilizado o método de Bligh & Dyer (1959). Todas as análises foram realizadas em triplicatas e os resultados apresentados como médias, com seus respectivos desvios-padrão.

Os lipídios totais (LT) foram submetidos aos processos de metilação, conforme método ISO (1978). Os ésteres metílicos dos ácidos graxos foram separados por meio de cromatógrafo gasoso Shimadzu, equipado com coluna capilar de sílica fundida (100 m, 0,25 mm d.i. e 0,20 mm de CP-Sil 88) e detector de ionização de chama. O fluxo foi de 1, 2 mL.min-1 para o gás de arraste H2; de 30 mL.min-1 para o gás auxiliar (make-up) N2; e de 30 e 300 mL.min-1 para os gases de chama H2 e ar sintético, respectivamente.

A razão de divisão (split) da amostra foi de 1/100. A coluna operou sob as seguintes condições: injetor e detector, respectivamente, a 220 e 245ºC e programa de temperatura de 180ºC por 5 minutos, elevando-se a temperatura para 240ºC a uma taxa de 5ºC.min-1. O volume injetado foi 1 mL para cada amostra com três repetições.

As áreas dos picos foram determinadas por meio do método da normalização, utilizando-se um Integrador-Processador CG-300 (Instrumentos Científicos CG). A identificação, por sua vez, foi feita mediante comparação dos tempos de retenção de padrões de ésteres metílicos de ácidos graxos da Sigma (EUA).

 

Resultados e Discussão

As freqüências percentuais de umidade, cinzas e PB foram de 70,3; 1,5 e 24,8%, respectivamente (Tabela 1). Pedrosa et al. (2001) encontraram 88,34% de umidade e 1,05% de cinzas em camarões marinhos Penaeus brasiliensis em seu ambiente natural e 10,62 e 21,38% de PB, respectivamente, em camarões Penaeus brasiliensis e lagosta Panulirus argus obtidos em cativeiro. As variações entre os valores obtidos para as características estudadas podem ser atribuídas ao tipo e à disponibilidade do alimento consumido pelos animais (em cativeiro ou ambiente natural) e às regiões do corpo do animal incluídas na análise (animais inteiros, região abdominal ou somente cefalotórax com ou sem casca).

 

 

A proporção de lipídios totais (LT) em camarões inteiros observada neste estudo (1,5%) foi superior às obtidas por Bragagnolo & Rodrigues-Amaya (1997) e EPFSN (1991), inferiores a 1%, na musculatura de diversas espécies de camarão. Segundo Bragagnolo & Rodrigues-Amaya (1997), esta diferença ocorre porque o armazenamento de gordura nestes animais ocorre no hepatopâncreas, localizado no cefalotórax.

Neste trabalho, o teor de LT foi também analisado separadamente, na região do cefalotórax, e o resultado (2,4%) está de acordo com o descrito por EPFSN (1991).

Foram registradas 36 variedades de ácidos graxos (Tabela 2), destacando-se o palmítico-16:0 (18,2%), EPA (13,9%) e oléico-18:1n-9 (9,4%). Bragagnolo & Rodriguez-Amaya (2001) observaram, em camarões-d'água-doce (Macrobrachium rosenbergii), um total de 40 ácidos graxos (AG), com maior freqüência para os mesmos AG encontrados no Macrobrachium amazonicum.

 

 

Os teores de EPA e DHA encontrados na carne do M. amazonicum foram inferiores aos obtidos no P. brasiliensis (Bragagnolo & Rodriguez-Amaya, 1997), ao passo que o de LNA foi superior.

De acordo com o levantamento sobre a demanda de ácidos graxos essenciais (AGE) em peixes (Tocher & Ghioni, 1999), os dulcícolas possuem todas as enzimas capazes de alongar e dessaturar ácidos graxos precursores dessas substâncias (Martino & Takahashi, 2001), portanto, os teores de LA-18:2n-6 (5,4%) e LNA (4,2%) encontrados no M. amazonicum indicam que sua carne constitui fonte potencial de AGE. Além disso, esta espécie possui AGPIn-3, especialmente EPA e DHA, que são AGE para algumas espécies marinhas (Tocher & Ghioni, 1999).

As somatórias encontradas de ácidos graxos saturados, monoinsaturados e poliinsaturados foram 29,8; 24,0 e 46,8%, respectivamente (Tabela 2). Entre os ácidos graxos saturados, o palmítico foi o mais encontrado (18,2%). Entre os monoinsaturados, os de maior freqüência foram o oléico-18:1n-9 (9,4%) e vacênico-18:1n-7 (6,6%); e entre poliinsaturados, os mais abundantes foram EPA (13,9%), di-homo-alfa-linolênico-20:3n-3 (9,5%) e DHA (6,5%). Portanto, rações elaboradas com o camarão M. amazonicum acrescentadas à dieta de peixes podem proporcionar valores mais elevados de EPA e DHA na carne desses peixes.

Os valores das razões AGPI/AGS e n-6/n-3 encontrados neste experimento foram de 1,6 e 0,3, respectivamente. Em diversas outras espécies de camarão, os valores AGPI/AGS variaram de 1,5 a 1,2, enquanto os valores da razão n-6/n-3 variaram de 0,3 a 0,1 (Bragagnolo & Rodriguez-Amaya, 1997; Moura et al., 2002). Dietas que apresentam razão AGPI/AGS superior a 0,45 (DHSS, 1984) e razão n-6/n-3 inferior a 4 (DH, 1994) são consideradas saudáveis sob o ponto de vista nutricional para humanos.

Considerando-se que a composição lipídica dos peixes reflete diretamente o teor de sua dieta, as razões de AGPI/AGS e n-6/n-3 satisfatórias observadas no camarão M. amazonicum indicam conteúdo lipídico desejável sob o aspecto nutritivo, podendo constituir fonte nutritiva para a elaboração de rações e/ou farinha para humanos.

 

Conclusões

O M. amazonicum consiste em potencial fonte de ácidos graxos, especialmente EPA e DHA, e pode ser utilizado diretamente na alimentação humana, ou indiretamente, se incorporado em dietas para peixes objetivando melhorar sua composição em ácidos graxos para posterior consumo humano.

 

Literatura Citada

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Recebido: 30/04/04
Aprovado: 15/03/06

 

 

Correspondências devem ser enviadas para: mmakoto@uem.br

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