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Revista Brasileira de Zootecnia

Print version ISSN 1516-3598On-line version ISSN 1806-9290

R. Bras. Zootec. vol.38 no.11 Viçosa Nov. 2009

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982009001100023 

PRODUÇÃO ANIMAL

 

Aspectos produtivos e econômicos de poedeiras comerciais submetidas a diferentes densidades de alojamento

 

Productive and economical aspects of laying hens submitted to different housing densities

 

 

Pasquoal Carrazzoni de MenezesI; Verônica Fernandes Tenório CavalcantiII; Evilda Rodrigues de LimaIII; Joaquim Evêncio NetoIV

IDoutorando, PPGCV, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, PE, Brasil
II
Médica Veterinária Autônoma, Recife , PE
III
Departamento de Medicina Veterinária, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, PE, Brasil
IV
Departamento de Morfologia e Fisiologia Animal, Universidade Federal Rural de Pernambuco. Av. Manoel de Medeiros, s/n. Dois Irmãos, CEP: 52.171-900, Recife, PE, Brasil

 

 


RESUMO

Esta pesquisa foi realizada com o objetivo de avaliar os aspectos produtivos e econômicos de poedeiras comerciais (Gallus gallus) submetidas a diferentes densidades de alojamento. Foram alojadas 264 poedeiras em gaiolas com dimensões de 100 cm × 50 cm × 40 cm em delineamento inteiramente casualizado, com quatro grupos distribuídos em esquema fatorial 4 × 4, com 8, 10, 12 e 14 aves por gaiola, correspondendo a 625, 500, 416,6 e 357,14 cm2/ave. As características avaliadas foram: produção de ovos, peso médio dos ovos, consumo de ração, massa dos ovos, conversão alimentar por dúzia e ovos imprestáveis para consumo humano. A densidade na gaiola teve efeito apenas sobre os ovos tipos extra e segunda e sobre a produção diária dos ovos tipo segunda, mas não influenciou as demais variáveis estudadas. Para poedeiras comerciais da linhagem Dekalb White, a utilização de gaiolas com a densidade de alojamento de 625, 500, 416,6 e 357,14 cm2/ave na fase de produção não prejudica os parâmetros de qualidade da produção, sob os aspectos zootécnico e econômico.

Palavras-chave: densidade de alojamento, desempenho, gaiola, poedeiras


ABSTRACT

The objective of this research was to study productive and economical aspects of laying hens (Gallus gallus) submitted to different housing densities. Two hundred and sixty-four laying hens were housed in cages with dimensions of 100 cm × 50 cm × 40 cm in a randomized complete design with four groups distributed in a 4 × 4 factorial arrangement, with 8, 10, 12 and 14 animals/cage, corresponding to 625, 500, 416,6 and 357,14 cm2/animal. The following characteristics were assessed: egg production, medium egg weight, feed intake, egg mass, feed conversion per dozen and inappropriate eggs for human consumption. Cage density only had an effect on the extra large and medium type eggs and on the daily production of medium type eggs, but did not influence the other variables studied. For laying hens of the Dekalb White lineage, the use of cages with housing densities of 625, 500, 416,6 and 357,14 cm2/animal in the production phase did not harm the quality parameters under the productive and economical aspects.

Key words: cage, housing density, laying hens, performance


 

 

Introdução

A avicultura desenvolveu muito nos últimos anos, buscando novos sistemas de criação, visando maior produtividade em menor tempo, passando por processo de evolução técnica na genética, alimentação, manejo e sanidade, fatores considerados sustentáculos da avicultura como atividade econômica e importantes na produção de alimentos para a população (Albuquerque, 2004; Furlan et al., 2006).

Estudos realizados sobre a relação entre densidade ave/alojada das gaiolas utilizadas em poedeiras no período de produção e seus efeitos na produtividade, não encontraram diferenças sobre a produção de ovos/ave/dia por ave alojada (Wells, 1971; Craig & Milliken, 1989; Lee, 1989; Carey et al., 1995). Resultados contrários foram relatados por Adams & Craig (1985), Davami et al. (1987) e Okpokho et al. (1987) Garcia et al. (1993) quando observaram que o aumento da densidade ave/alojada na gaiola e a redução da área de comedouro ocasionou declínio na produção de ovos.

As linhagens de poedeiras modernas diferenciam-se das antigas quanto ao temperamento, potencial produtivo, consumo de ração, ganho de peso, viabilidade e tipo dos ovos. Também pelo fato de que as aves, a cada ano, tornam-se mais precoces, com adiantamento da idade em que atingem a maturidade sexual, o que constitui um desafio para os técnicos avícolas estimularem o consumo de ração e o ganho de peso das frangas em cria/recria, principalmente em linhagens de baixo consumo de ração.

Considerando que a atividade de produção de ovos tem, nos últimos anos, apresentado grande evolução em todos os seus segmentos, tornando-se cada vez mais competitiva, é importante estar atento, pois é possível estar sempre empregando o máximo de todos os recursos disponíveis (Barbosa Filho et al., 2007). Neste sentido, pode-se esperar que, nos dias atuais, as aves apresentem melhores resultados de viabilidade em altas densidades de alojamento quando comparadas às pesquisas realizadas nas décadas anteriores. São necessários, portanto, estudos que permitam melhor compreensão das inter-relações entre os fatores técnicos e impacto econômico do estudo da densidade populacional em aves poedeiras e sua influência nos aspectos zootécnicos e econômicos. Assim, realizou-se este trabalho para avaliar os aspectos produtivos e econômicos de poedeiras comerciais submetidas a diferentes densidades.

 

Material e Métodos

Esta pesquisa foi desenvolvida nas instalações da Empresa Ingá Agropecuária Ltda., com sede na cidade de Belo Jardim, Pernambuco, distante 180 km a oeste da cidade de Recife, Pernambuco, Brasil, durante o período de fevereiro a julho de 2006. Foram utilizadas 264 poedeiras comerciais (Gallus gallus) com 24 semanas de idade, da linhagem Dekalb White, uniformizadas segundo as características física, de peso e aspectos sanitários e criadas em um único programa nutricional nas fases de cria e recria. Em seguida, as aves foram alojadas em gaiolas metálicas com duas subdivisões de 50 cm × 50 cm × 40 cm, distribuídas em quatro grupos, a saber: 8 aves por gaiola (625 cm2/ave); 10 aves por gaiola (500 cm2/ave); 12 aves por gaiola (416,6 cm2/ave) e 14 aves por gaiola (357,14 cm2/ave).

As aves de todos os grupos foram submetidas ao mesmo programa nutricional e mesmo manejo seguindo as exigências da linhagem para cada semana de idade e as especificações fornecidas pelo produtor das pintinhas e constantes no manual de criação da Dekalb White. O aviário utilizado foi construído de material pré-moldado na sua estrutura e coberto com madeira e telhas de cimento amianto. O piso é cimentado e as laterais abertas. Foram utilizadas 24 unidades experimentais equipadas com gaiolas metálicas, medindo 100 cm × 50 cm × 40 cm com duas subdivisões de 50 cm × 50 cm × 40 cm cada.

Foram utilizados bebedouros do tipo nipple, e comedouros tipo calha metálica, colocados frontalmente e externamente à gaiola. Durante a pesquisa, a temperatura ambiente no interior do galpão oscilou entre 19º C e 32ºC e a umidade relativa do ar variou entre 85% e 90%.

O fornecimento da ração ocorreu diariamente e o consumo variou entre 101 g/ave/dia (inicial) e 107 g/ave/dia (final) de acordo com a idade das aves. Foi utilizada ração para poedeiras comerciais com a seguinte composição: proteína total 17,69%; gordura 4,11%; fibra bruta 3,29%; cinzas 13,07%; cálcio 3,97%; fósforo total 0,60%; 2.790,00 kcal/kg.

A coleta dos ovos foi realizada diariamente, duas vezes por dia, durante 150 dias, anotando-se em formulários próprios as classificações de acordo com o número de ovos inteiros e quebrados, a presença ou ausência de trincamento de casca, os ovos perdidos (sem casca ou ovos com falhas severas que impediam sua comercialização). Os ovos caídos embaixo das gaiolas foram contados e recolhidos diariamente e considerados também nos resultados. Os ovos foram classificados em ovos sujos, quebrados, trincados e ovos sem casca, em toda a produção durante a pesquisa. Foi feita a determinação do peso do ovo (g) utilizando-se uma balança eletrônica marca Marte modelo 5000, considerando o peso dos ovos um valor de referência na avaliação do melhor resultado econômico.

Durante o experimento, foram verificadas a temperatura ambiente e a umidade relativa do ar com a utilização de termômetros de bulbos seco e úmido para aferição da temperatura e umidade respectivamente. Para análise estatística dos dados, foram obtidas a média, mediana, desvio-padrão, coeficiente de variação, mínimo e máximo (Técnicas de estatística descritiva) e utilizados o F (ANOVA) e no caso de diferença significativa, foi utilizado o teste de comparações múltiplas (pareadas) de Tukey (Técnicas de estatística inferencial). O software utilizado para a obtenção dos cálculos estatísticos foi o SAS (Statistical Analysis System). A margem de erro utilizada na decisão dos testes estatísticos foi de 5,0%.

 

Resultados e Discussão

A média do peso do ovo tipo jumbo variou de 84,58 g (14 aves/gaiola) a 88,67 g (12 aves/gaiola) sem diferença entre os grupos (P>0,05). A média do peso do ovo tipo extra variou de 66,38 g (14 aves/gaiola) a 67,47 g (8 aves/gaiola), sendo significante (P<0,05). A média do peso do ovo tipo primeira variou de 59,67 g (14 aves/gaiola) a 60,26 g (08 aves/ gaiola) e não diferiu entre os grupos (P>0,05). A média do peso do ovo tipo segunda variou de 50,62 g (10 aves/gaiola) até 52,96 g (12 aves/gaiola) e foi significativa (P<0,05).

Existem diferenças quanto ao peso dos ovos tipo extra e tipo segunda (Tabela 1) entre as densidades ave/alojada estudadas, com tendência de aumento do peso dos ovos a medida que o número de aves diminuiu. Esses resultados reforçam os achados de Pavan et al. (2005), que estudaram densidade de alojamento entre 562,15 e 375,00 cm2/ave e observaram diminuição no peso dos ovos à medida que diminuíram o espaço das aves nas gaiolas, porém são contrários aos resultados obtidos por Roush et al. (1984), que estudaram densidade de alojamento de aves variando entre 516 e 310 cm2/ave e relataram diminuição na produção das aves e aumento no peso dos ovos à medida que a densidade ave/alojada aumentou. A média do peso dos ovos tipos jumbo e primeira indicou ausência de efeito da densidade populacional na gaiola sobre o peso dos ovos, resultados que reforçam os achados de Martim et al. (1976), Cunningham (1982), Goodling et al. (1984), Mench et al. (1986), Lee (1989), Al Rawi et al. (1995), Carey et al. (1995) de que não há efeito da densidade populacional das aves sobre o peso dos ovos. Por outro lado, divergem dos resultados relatados por Davami et al. (1987), que constataram que o peso dos ovos diminui conforme aumenta a densidade das aves na gaiola.

 

 

A média de tipos de ovos produzidos por ave variou (Tabela 2) entre: tipo jumbo de 0,73 (14 aves/gaiola) a 1,20 (10 aves/gaiola); tipo extra de 23,29 (8 aves/gaiola) a 25,22 (10 aves/gaiola); tipo primeira de 109,42 (10 aves/gaiola) a 112,42 (8 aves/gaiola) e tipo segunda de 1,14 (08 aves/ gaiola) a 4,00 (14 aves/gaiola). O total de ovos produzidos por ave variou de 137,15 (12 aves/gaiola) a 138,88 (14 aves/ gaiola). A única diferença ocorreu entre o grupo 4 e os grupos 1 e 3 nos ovos tipos segunda (P<0,05).

A densidade não teve influência sobre a produção diária dos ovos tipo: jumbo, extra e primeira, mas interferiu na produção de ovos tipo segunda. Esses resultados diferem dos relatados por Marks et al. (1970), Dorminey & Arscott (1971), Wells (1971), Roush et al. (1984), Mench et al. (1986), Lee (1989), Craig & Milliken (1989) e Carey et al. (1995), que afirmam não haver influência da densidade populacional sobre a produção diária dos ovos, e reforçam os achados de Albuquerque (2004), Barbosa Filho et al. (2007), Campos (2004), Mashaly (2004) e Furlan et al. (2006), que relataram queda na produção diária de ovos à medida que aumentou a densidade de aves nas gaiolas. O fato de não ter ocorrido diminuição na produção de ovos dos principais tipos de ovos (jumbo, extra e primeira) está relacionado à temperatura, pois, mesmo com o aumento na densidade de alojamento, as aves estavam em lugar bastante arejado e não houve aumento da temperatura ambiente que provocasse estresse nas aves ou interferisse na produção dos principais tipos de ovos.

A média de ovos por semana variou de 6,48 a 6,52 ovos (Tabela 3) e não diferiu entre os grupos (P>0,05).

 

 

O total de ovos produzidos variou de 137,15 a 138,87 ovos e o custo da ração foi igual entre os grupos (Tabela 4). A razão custo total da ração/total de ovos foi igual a R$ 0,05 por ovo em cada grupo, enquanto a razão total de ovos por custo e ave variou de 19,51 a 19,75 ovos para R$ 1,00 utilizado.

O consumo de ração por ave variou entre 15,27 e 15,29 kg (Tabela 5) e não diferiu entre os grupos. A massa de ovos produzidos variou de 8,43 kg a 8,50 kg, resultando numa conversão alimentar que variou de 1,80 a 1,81 (Tabela 5), sem diferença entre os grupos.

 

 

A massa de ovos produzida não foi alterada pelas densidades ave/alojada estudadas e, embora o peso dos ovos tenha sido maior na densidade de 500 cm2/ave (10 aves/ gaiola), este aumento não foi siginificativo. Entretanto houve tendência de elevação da massa de ovos produzidos com a diminuição da densidade, divergindo dos relatos de Carey et al. (1995), que observaram tendência de diminuição da massa de ovos produzidos à medida que diminuíram a densidade das aves na gaiola e confirmam também os achados de Okpokho et al. (1987), que, utilizando densidades de 348, 464 e 580 cm2/ave com aves entre 22 e 70 semanas, também descreveram redução na massa de ovos produzida com o aumento da densidade de alojamento. A conversão alimentar por quilograma de ração e o consumo de ração não sofreram alterações nas diferentes densidades estudadas. Esses resultados estão de acordo com os de Roush et al. (1984); Mench et al. (1986), Lee (1989) e Carey et al. (1995),que também relataram não haver influência da densidade de alojamento sobre a conversão alimentar e o comportamento das aves.

Os resultados da conversão alimentar foram diferentes dos observados por Hill (1977); Albuquerque (2004), Campos (2004), Conto (2004), Mashaly (2004) e Furlan et al. (2006) que descreveram haver melhoria da conversão alimentar por quilo de ração consumida com o aumento da densidade ave/alojada. Cunningham & Ostrander (1982); Davami et al. (1987) e Cunningham et al. (1988), no entanto, constataram melhoria da conversão alimentar por dúzia e por quilograma de ovos produzidos quando diminuíram a densidade de alojamento das aves.

As médias de ovos trincados e sujos foram mais elevadas no grupo com 8 aves/gaiola (625 cm2/ave), também neste grupo de aves a média de ovos impróprios para consumo foi mais baixa. A média de ovos com outra condição foi mais elevada no grupo de 12 aves/gaiola (416,6 cm2/ave). A soma dos ovos impróprios para consumo foi maior no grupo de 8 aves/gaiola (625 cm2/ave) e menor no grupo de 12 aves/gaiola (416,6 cm2/ave). Não houve diferença entre os grupos para nenhuma destas variáveis.

A porcentagem de ovos imprestáveis para o consumo humano (Tabela 6) não foi influenciada pela densidade de alojamento de aves nesta pesquisa. Na literatura, alguns autores afirmam que os parâmetros de qualidade dos ovos, incluindo porcentagem de ovos quebrados, geralmente não são afetados pela densidade na gaiola (Robinson, 1979; Pavan et al., 2005). No entanto, Cunningham (1982), Davami et al. (1987), Cunningham et al. (1988), Brake & Peebles (1992), Garcia et al. (1993), Mench et al. (1986), Albuquerque (2004), Mashaly (2004) e Furlan et al. (2006) relataram que menor resistência da casca foi encontrada no grupo de maior densidade de alojamento. Esses dados reforçam o entendimento de que, quando a ave tem espaço maior na gaiola, poderia haver maior contato da ave com o ovo, proporcionando assim maior número de ovos trincados, quebrados e sujos.

 

 

A produção de ovos limpos é importante, visto que os classificados como qualidade inferior, na maioria das vezes não chega ao consumidor final. Para melhor produtividade e aumento na qualidade do produto, são esperados sistemas de produção que não agridam o ambiente e assegurem o bem-estar das aves. Para melhor avaliar as atuais estratégias de produção de aves, é necessário ampliar o conhecimento sobre seus comportamentos e bem-estar, independentemente dos sistemas de criação. Só assim pode-se interferir de forma adequada, propondo novos sistemas de produção que proporcionem instalações e manejos adequados.

 

Conclusões

Nas condições em que a pesquisa foi realizada, a utilização de gaiolas com diferentes densidades de alojamento na fase de produção não prejudica os parâmetros zootécnico e econômico da produção.

 

Literatura Citada

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Este artigo foi recebido em 5/10/2007 e aprovado em 2/12/2008.

 

 

Correspondências devem ser enviadas para: evencioneto@pq.cnpq.br

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