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Revista Brasileira de Zootecnia

On-line version ISSN 1806-9290

R. Bras. Zootec. vol.40 no.3 Viçosa Mar. 2011

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982011000300021 

RUMINANTES

 

Desempenho e tamanho de vísceras de cordeiros Santa Inês após ganho compensatório

 

Performance and size of viscera of Santa Inês lambs after compensatory gain

 

 

Thais Romano de Vasconcelos e AlmeidaI; Juan Ramon Olalquiaga PerezII; Mônica ChladII; Patrícia Maria de FrançaII; Rafael Fernandes LeiteII; Cristine Paduan NolliII

IAgropecuária/IFF - Bom Jesus do Itabapoana
IIDepartamento de Zootecnia/UFLA - Lavras

 

 


RESUMO

Objetivou-se avaliar o crescimento, o desempenho e o tamanho das vísceras de cordeiros Santa Inês após ganho compensatório. Foram utilizados 22 animais de duas faixas de peso vivo inicial, leves (33,5 kg) e pesados (56,8 kg), distribuídos em três regimes alimentares: controle, com consumo à vontade; restrição alimentar, com consumo para manutenção do peso vivo; e crescimento compensatório, com restrição alimentar e posterior consumo à vontade até peso vivo semelhante ao dos animais controle, quando foram abatidos. As dietas experimentais, constituídas de feno de capim Coast-cross (Cynodon dactylon) moído e concentrado composto de farelo de soja (Glicine max L.), milho (Zea mays L.), polpa cítrica, ureia pecuária e suplemento mineral e vitamínico, atenderam às necessidades nutricionais para os diferentes objetivos. Os animais em restrição alimentar apresentaram os piores resultados de peso vivo final, consumo de matéria seca, ganho de peso, conversão alimentar e peso relativo do fígado, enquanto, naqueles em crescimento compensatório, o peso vivo final, a conversão alimentar e o peso de fígado foram semelhantes aos dos animais em crescimento contínuo. O consumo entre os animais pesados em crescimento contínuo foi superior ao daqueles mantidos nos demais regimes alimentares. No grupo de animais leves em crescimento compensatório, o ganho de peso foi maior que naqueles em crescimento contínuo e, nesses dois grupos, foi superior ao dos animais em restrição alimentar. Os animais pesados, no entanto, apresentaram ganho de peso vivo semelhante ao dos animais controle. Cordeiros podem apresentar crescimento compensatório, que depende do grau de maturidade dos animais.

Palavras-chave: crescimento compensatório, ovinos, restrição alimentar


ABSTRACT

The objective of this experiment was to evaluate the growth, performance and size of viscera of Santa Inês lambs after compensatory gain. Twenty-two animals, with two ranges of initial body weights, light (33.5 kg) and heavy (56.8 kg), were allotted to one of the three diets: control, fed ad libitum; nutritional restriction, fed to maintain body weight; and compensatory growth with feed restriction and then fed without restriction up to body weight similar to control animals, when they were slaughtered. The experimental diets, constituted of Coast-cross (Cynodon dactylon) grid hay, and a concentrate with soybean (Glicine max L.) meal, corn (Zea mays L.), citrus pulp, livestock urea and vitamin and mineral supplement met the nutritional requirements for each different objective. Animals in fed restriction showed the worst final body weight, dry matter intake, weight gain, feed conversion and relative liver weight whereas those in compensatory growth, the final body weight, feed conversion and liver weight were similar to the animals in continuous growth. Intake among heavy animals in continuous growth was superior to those kept in the other diets. For the group of light animals in compensatory growth, weight gain was greater than in those on continuous growth and, in those both groups, it was superior to animals on feed restriction. However, heavy animals showed body weight gain similar to control animals. Lambs can present compensatory growth, which depends on the maturity degree of the animals.

Key Words: compensatory growth, feed restriction, sheep


 

 

Introdução

Os animais, especialmente os ruminantes, quando em estado natural, experimentam períodos alternados de abundância e escassez de alimentos. Essa sazonalidade de produção das forrageiras predispõe os animais a desempenho intermitente. Segundo Ryan (1990), estresse nutricional, resultante de uma limitação de nutrientes fornecidos pelos alimentos, impede o animal de expressar seu potencial de crescimento e tem consequências diretas no seu desempenho e na sua composição corporal. Durante o período de restrição alimentar, os tecidos são mobilizados seqüencialmente, dependendo de suas atividades metabólicas (Drouillard et al., 1991). Tecidos muito ativos metabolicamente, como os do fígado e do intestino, são mais afetados pela restrição alimentar e apresentam grandes perdas de peso (Hornick et al. 2000).

Vários experimentos comprovam que, quando o alimento volta a ser abundante após um período de restrição alimentar, as taxas de crescimento dos animais se tornam mais aceleradas e excedem aquelas dos animais bem alimentados durante todo o período. Esse fenômeno é chamado crescimento compensatório e ocorre em mamíferos e aves (Doyle & Lesson, 2001) e pode ser influenciado pela idade, severidade e duração da restrição (Ryan, 1990), fatores que determinam a magnitude das respostas fisiológicas dos animais durante o período de compensação subsequente.

O ganho compensatório está associado ao maior consumo de alimentos (Kamalzadeh et al., 1997), à melhor conversão alimentar (Murphy & Loerch, 1994), ao maior ganho de peso (Yambayamba et al., 1996) e, principalmente, ao melhor aproveitamento dos nutrientes, resultante das modificações no tamanho dos órgãos internos (Ryan, 1990). Assim, procurou-se neste estudo avaliar o crescimento, o desempenho e o tamanho das vísceras de cordeiros Santa Inês após ganho compensatório.

 

Material e Métodos

Foram utilizados 22 animais machos Santa Inês não-castrados: 14 deles com peso vivo médio de 56,8 kg, classificados como pesados e 8 com peso vivo médio de 33,5 kg, classificados como leves. Cinco animais (três pesados e dois leves) foram abatidos aos início do experimento e serviram como referência na comparação dos resultados de desempenho. Os cordeiros foram alojados em baias individuais providas de comedouros e bebedouros e distribuídos em três regimes alimentares: controle - consumo à vontade, para expressar o máximo potencial de ganho de peso, e abate 13 semanas após o início do período experimental; restrição: consumo de mantença e abate 13 semanas após o início do período experimental; e crescimento compensatório: consumo de mantença, durante 13 semanas, seguido de realimentação até o animal atingir peso vivo semelhante ao dos animais controle, quando foi abatido. A quantidade de alimento fornecida aos animais no período de crescimento compensatório foi calculada de forma que não excedesse o consumo do grupo em crescimento contínuo, com peso vivo equivalente.

As dietas experimentais foram formuladas de acordo com o AFRC (1993), atendendo às necessidades nutricionais para cada faixa de peso (leves ou pesados) e aos objetivos propostos (ganho de peso ou mantença). A dieta experimental foi composta de feno de capim coast-cross (Cynodon dactylon) moído e concentrado composto de farelo de soja (Glicine max L.), milho moído (Zea mays L.), polpa cítrica, ureia pecuária e suplemento mineral e vitamínico (Tabela 1). Os animais foram alimentados duas vezes ao dia: pela manhã, foram fornecidos o feno e metade do concentrado e à tarde, o restante do concentrado. Os animais tiveram acesso a água à vontade.

Amostras do concentrado, do feno e das sobras foram tomadas diariamente e amostradas em compostas semanais para posterior determinação da composição em matéria seca.

Foram avaliados o consumo relativo (g/kg de PV0,75/dia), o ganho de peso (g/dia) e a conversão alimentar dos cordeiros de cada regime alimentar em diferentes pesos. O controle do consumo foi feito pela pesagem das quantidades fornecidas e rejeitadas diariamente e o controle do desenvolvimento dos animais, por meio de pesagens semanais, antes da alimentação matinal. O consumo de matéria seca foi determinado pela diferença entre as quantidades fornecida e rejeitada.

Os animais foram abatidos 2 horas após a refeição da manhã. Após o abate, feito por atordoamento e sangria, pelo corte da carótida e jugular dos animais, a esfola e a evisceração, o conteúdo do trato gastrintestinal, da bexiga e da vesícula biliar foi retirado para determinação do peso corporal vazio (PCV). As vísceras foram retiradas e pesadas individualmente, para determinação de seu peso em relação ao peso corporal vazio.

O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4 × 2, com quatro sistemas de alimentação e duas faixas de peso. Para as análises estatísticas, foi utilizado o procedimento GLM do software SAS (1996), para dados não-balanceados. As observações foram submetidas a teste de médias, considerando nível de significância de 5%. O modelo estatístico utilizado foi:

Yijk = μ + Ti + Pj + TPij + eijk

em que: Yijk = valor observado no cordeiro k, do regime alimentar i e peso j; μ = efeito da média; Ti = efeito do regime alimentar i, com i = 1, 2, 3 e 4 para a variável peso inicial e tamanho das vísceras e i = 1, 2 e 3 para as demais variáveis; Pj, = efeito do peso j, com j = 1, 2; TPij = efeito da interação entre o regime alimentar i e peso j; eijk = erro experimental associado a Yijk, que se supõe independente, com distribuição normal de média zero e variância σ2.

 

Resultados e Discussão

O peso vivo foi semelhante em todos os regimes alimentares e em ambas as faixas de peso. Como previsto, os animais submetidos à restrição alimentar apresentaram peso vivo final menores, como reflexo da restrição imposta. Os animais em crescimento compensatório, no entanto, em ambas as faixas de peso, apresentaram os mesmos pesos vivos finais daqueles em crescimento contínuo (Tabela 2).

Kamalzadeh et al. (1998) avaliaram por três meses o efeito da restrição alimentar sobre o peso vivo de cordeiros e verificaram que o peso vivo e da carcaça foram menores nos animais mantidos em restrição alimentar, se comparados ao grupo controle, mas, no período subsequente (de compensação), o peso corporal foi completamente compensado. Homem Junior et al. (2007) também verificaram compensação de 91% do peso vivo em ovinos que passaram por restrição alimentar (30% do consumo à vontade).

O consumo de matéria seca diferiu entre animais leves, indicando interação entre a faixa de peso e o regime alimentar (Tabela 3). O consumo dos animais leves dos grupos controle e ganho compensatório foi semelhante e superior ao daqueles em restrição alimentar. Considerando que a quantidade de alimento fornecida aos animais em ganho compensatório foi semelhante à consumida pelos animais controle, no intuito de isolar o efeito de consumo, que é associado à compensação do crescimento (ganho), esperava-se mesmo consumo de matéria seca dos animais em crescimento contínuo e compensatório.

Resultados semelhantes foram relatados por Homem Junior et al. (2007), que constataram consumo de matéria seca similar entre animais em crescimento compensatório e em crescimento normal em trabalho com ovinos com 30 a 40 kg de peso vivo. Por outro lado, no grupo controle com animais pesados, o consumo foi superior ao observado nos demais regimes alimentares, embora a quantidade de alimento disponível tenha sido semelhante entre os regimes alimentares.

Na avaliação do efeito do peso sobre o consumo de matéria seca, os animais leves apresentaram maior consumo em relação aos pesados. Furusho-Garcia (2001), em pesquisa com cordeiros Santa Inês puros, também observou diminuição no consumo com o aumento do peso vivo. De acordo com o ARC (1980), para dietas finas, como a utilizada neste experimento, existe uma correlação negativa entre o peso metabólico e a ingestão da dieta por unidade de peso metabólico.

O ganho de peso dos animais leves em ganho compensatório foi superior ao daqueles em crescimento contínuo e o de ambos os grupos, superior ao dos animais em restrição alimentar (Tabela 3). Apesar de o consumo de matéria seca ter sido semelhante entre os animais controle e em ganho compensatório, o ganho de peso dos últimos foi maior, evidenciando compensação no ganho. Não houve compensação do crescimento entre os animais pesados, uma vez que o ganho de peso vivo daqueles em crescimento compensatório foi semelhante ao dos animais controle, provavelmente em razão da proximidade do peso à maturidade, aliada ao baixo consumo durante a fase de compensação. De acordo com Ryan (1990), quanto mais próximo o animal se encontra da fase adulta quando submetido à restrição alimentar, menor sua capacidade de compensação.

A conversão alimentar foi semelhante entre os animais em crescimento contínuo (controle) e compensatório, mas foi pior nos cordeiros em restrição alimentar (Tabela 4). Homem Junior et al. (2007) também verificaram pior conversão alimentar em ovinos sob restrição alimentar, no entanto, ao contrário do observado neste trabalho, constataram melhor conversão alimentar aqueles submetidos a restrição alimentar na fase de compensação. Segundo Lanna (1997), quanto maior a taxa de ganho, maior a eficiência de conversão, em virtude da diluição das exigências de mantença, o que justifica o ocorrido neste estudo. Neste trabalho, a conversão alimentar dos cordeiros pesados foi pior que a dos animais leves.

Siqueira (1990) também observou diminuição na eficiência de conversão alimentar com o aumento do peso e da idade dos animais. Segundo Ryan (1990), o animal pode apresentar compensação completa, parcial ou nula, após subnutrição ou restrição alimentar. Quando há compensação completa, o ângulo de inclinação da curva de crescimento dos animais que passaram por restrição é maior que o de animais alimentados satisfatoriamente e isso permite que o mesmo peso de abate seja atingido à mesma idade no período pós-restrição (Alves, 2003). Na compensação parcial, o ângulo de inclinação da curva de crescimento dos animais sob restrição nutricional é maior que o daqueles alimentados normalmente, mas não o suficiente para que o mesmo peso de abate seja atingido a uma mesma idade. Por fim, quando esse ângulo é menor ou igual ao dos animais que não passaram, não há compensação, e o mesmo peso de abate pode ou não ser atingido a idades mais avançadas, dependendo da severidade e duração da restrição.

Os coeficientes de determinação encontrados para as equações de regressão indicam ajuste adequado dos dados, com pouca dispersão. Os coeficientes de regressão foram significativos (P<0,01) para todos os pesos e regimes alimentares (Figura 1).

As equações foram comparadas por meio do ângulo de inclinação das retas geradas, ou seja, pelo parâmetro b. Os intervalos de confiança foram analisados e as retas foram consideradas diferentes quando os valores não se justapuseram. Em comparação das equações, verificou-se que os ângulos de inclinação das equações de crescimento dos animais leves diferiram entre os regimes alimentares, evidenciando ocorrência de ganho compensatório. Entre os animais pesados, o ângulo de inclinação das equações de crescimento dos animais controle e em ganho compensatório foi semelhante e superior ao dos animais em restrição, comprovando ausência de compensação.

Na avaliação do peso relativo dos órgãos, apenas o do fígado foi influenciado pelo regime alimentar, pois foi semelhante entre os animais-referência e em restrição alimentar, que foi inferior aos dos animais controle e em crescimento compensatório (Tabela 4). O fígado é o órgão mais ativo metabolicamente, por isso foi o órgão mais afetado.

Muitos estudos em ruminantes comprovam redução dos pesos absoluto e relativo do fígado (Reid et al., 1980; Ferrel et al., 1986; Aziz et al., 1993), que está relacionada ao fato de o fígado ser o centro do metabolismo intermediário (Stangassinger & Giesecke, 1986). Geraseev (2003), em pesquisa com ovinos e Perón et al. (1993), em estudo com novilhos zebus e mestiços, verificaram que a restrição alimentar pós-natal afetou o tamanho do rúmen, intestino delgado e fígado. Neste trabalho, os pesos de rúmen e intestino delgado não foram afetados pelo regime alimentar. As divergências entre este trabalho e os encontrados na literatura devem-se a variações na severidade e na duração da restrição alimentar.

Na fase de compensação, tanto os animais leves quanto os pesados apresentaram compensação completa do peso do fígado. Sainz & Bentley (1997) observaram em bovinos que o peso do fígado foi mais elevado nos animais em ganho compensatório e atribuíram esse aumento de peso à hipertrofia do órgão.

 

Conclusões

Cordeiros leves apresentam compensação do crescimento após período de restrição alimentar, apresentando composição corporal final semelhante à de animais em crescimento contínuo, em pesos vivos semelhantes. Já os animais pesados não apresentam ganho compensatório. A compensação do crescimento em cordeiros depende do grau de maturidade em que se encontram os animais.

 

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Recebido em 30/3/2009 e aprovado em 17/3/2010.

 

 

Correspondências devem ser enviadas para: tha_zoo@yahoo.com.br

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