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Brazilian Journal of Poultry Science

Print version ISSN 1516-635XOn-line version ISSN 1806-9061

Rev. Bras. Cienc. Avic. vol.2 no.3 Campinas Sept. 2000

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-635X2000000300010 

Avaliação da Polpa de Citros Peletizada como Material para Cama de Frangos de Corte

Evaluation of Citrus Pulp Pellet as a Broiler Litter

 

 


Autor(es) / Author(s)

Sorbara  JOB
Rizzo MF
Laurentiz AC
Schocken-Iturrino RP
Berchielli TT
Moraes VMB

 

Correspondência / Mail Address

Dra. Vera Maria Barbosa de Moraes

FCAV - Unesp
Via de Acesso Prof. Paulo Donato Castellane s/n
14.870-000 Jaboticabal - SP - Brasil

E-mail: vbmoares@fcav.unesp.br

Unitermos / Keywords

composição nutricional da cama, densidades em frangos de corte, polpa cítrica, tipos de cama

broiler, chemical analysis, citric pulp, density, depth, litter

 

Observações / Notes

Agradecimentos à FAPESP pela bolsa de Iniciação Científica e suporte financeiro.

RESUMO

O objetivo deste trabalho foi avaliar a utilização da polpa de citros peletizada (PCP) como cama de frango, bem como analisar a composição bromatológica desse material. O experimento foi constituído de 1.792 pintos de um dia-machos e dividido em duas fases: 1 a 21 e 35 a 49 dias. Foi utilizado o delineamento em blocos ao acaso, com quatro repetições, em esquema fatorial 2x2x2, sendo os fatores tipo de cama: PCP e maravalha x altura de cama: 7 e 10 cm x densidade: 10 e 14aves/m2. Foram avaliados os parâmetros: gsnho de peso(GP), consumo de ração (CR), conversão alimentar (CA),viabilidade (V), incidência de lesões no coxim plantar e de calo de peito, matéria seca (MS) e pH da cama aos 21 e 49 dias. Para verificar as possíveis alterações bromatológicas na cama foram feitas análises de Weende e Van Soest, bem como de energia bruta. Independentemente da altura da cama, as aves criadas em PCP numa densidade de 14 aves/m2 apresentaram piores resultados de GP e CR no período de 35 a 49 dias. Em geral, os resultados de GP e CR foram mais influenciados pelas densidades do que pelos materiais utilizados. Não houve diferença significativa entre os tratamentos para ambas as lesões. De uma maneira geral, a MS da cama de PCP foi maior enquanto o pH foi menor quando comparados com a maravalha. Nas análises bromatológicas, observou-se um efeito significativo dos tratamentos para todas as variáveis, com exceção da MM, a qual não apresentou diferença entre as médias (p>0,05). Melhores valores de PB, FDN e FDA foram obtidos com a cama de PCP.

 

ABSTRACT

The object of this experiment was to evaluate the citrus pulp-pelleted (CPP) as a broiler litter and their chemical composition. The experiment used 1792 one day-old males, and it was divided into two phases: 1 to 21 and 35 to 49 days of age. The experimental design was a factorial 2x2x2 with four replicates. The factors were: type of broiler litter (CPP and wood shaving), broiler litter depth (7 and 10 cm) and stocking densities (10 and 14 broilers/m2). The parameters analyzed were: weight gain (WG), feed consumption(FC), feed conversion, incidence of breast blister and foot pad lesion, survivability, dry matter and pH of the broiler litter (21 and 49 days old). To evaluate the possible alteration in the litter chemical composition Weende and van Soest analyses was performed and gross energy was also determined. Independently of depth of litter, the broilers reared on CPP and in the density of 14 broiler/m2 showed worse results to WG and FC of 35 to 49 days of age. The results of WG and FC were more affected by the density than the types of broiler litter. There was no significant difference among the treatments for footpad lesion and for lesions of breast blister. The dry matter was higher in CPP than wood shaving. The pH of the broiler litter of CPP was smaller than wood shaving. The chemical analysis showed significant differences due to treatment (p<0.05) for all variables except to mineral matter (MM), with no significant differences between the means. Best values of CP, NDF, ADF were obtained with the CPP used as material for broiler litter.


 

 

INTRODUÇÃO

A polpa de citros é um subproduto da indústria de suco de laranja. É composta pela casca e o bagaço que, após o processo de extração do suco, ainda apresenta alto teor de umidade. A indústria, visando a comercialização desse subproduto, promove a desidratação do resíduo e conseqüente peletização (Giardini, 1994).

A cama de frangos normalmente é preparada com resíduos industriais diversos, tais como, palha de amendoim, palha de arroz, sabugo de milho triturado, maravalha de madeira e outros, que normalmente são pobres em nutrientes, ao contrário da polpa de citros peletizada (PCP). Esses materiais são colocados nos pisos dos galpões avícolas, com o objetivo de proporcionar um melhor conforto para as aves com o isolamento do pavimento, e com a absorção da umidade das excretas, torna-se uma fonte rica em nitrogênio não protéico.

Desde 1911, a PCP vem sendo usada na alimentação de ruminantes nos Estados Unidos. Muitos autores já estudaram a sua utilização, sendo que a maioria dos trabalhos concluíram que a polpa de citros peletizada é um excelente subproduto, com um ótimo valor nutritivo (Carvalho, 1995; Wignez et al., 1998).

No Brasil, a PCP era pouco empregada até 1993, pois quase toda produção, apesar do alto volume, era exportada para Europa. O preço internacional que até 1993 era de US$ 120.00 a 150.00/t, caiu para US$ 80.00 a 100.00/t nos anos seguintes, em função da política de diminuição de rebanho na Europa, bem como pela competição com cereais locais e utilização de outros subprodutos como a polpa de beterraba. No entanto, as dificuldades na exportação se acentuaram no ano de 1998, o que aliado ao aumento da produção, provocou uma drástica queda nos preços, chegando a ser comercializado pelo custo do frete.

A cama de frango como produto final vem sendo muito utilizada na alimentação de ruminantes por possuir um alto valor protéico. Já foram testados outros resíduos como cama de frango, porém todos possuíam menor valor nutricional do que a PCP.

A busca de alternativas mais econômicas viabilizou a utilização da PCP como cama de frango e com isso, alguns criadores de frango de corte começaram a utilizá-la, visando, após o período de criação, o uso desse subproduto, agora enriquecido com as excretas das aves, na alimentação de ruminantes.

O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da utilização da polpa de citros peletizada em diferentes alturas de cama e densidades populacionais sobre o desempenho de frangos de corte, bem como verificar as características bromatológicas desse material.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi realizado no período de novembro a dezembro de 1999. A temperatura média máxima foi 29ºC e a mínima de 20ºC; a umidade relativa média máxima foi 77% e a mínima, 50% dentro do galpão, no período do experimento.

Foram utilizados 1.792 pintos machos de um dia, da linhagem "Avian Farms", distribuídos em 32 boxes de 4,67m2, em galpão convencional construído no sentido N-S e sombreado em um de seus lados, o que levou à utilização do delineamento em blocos ao acaso, com 4 repetições, em esquema fatorial 2 x 2 x 2, sendo os fatores tipo de cama (T): PCP e maravalha x altura de cama (A): 7 e 10 cm x densidade (D): 10 e 14 aves/m2 (Tabela 1). Paralelamente, foram criadas mais 448 aves, para reposição, separadas em 8 boxes e criadas sobre as mesmas condições de manejo e efeitos dos tratamentos. O experimento foi dividido em duas fases: 1 a 21 e 35 a 49 dias, sendo que aos 35 dias, as parcelas, em virtude da mortalidade, foram re-equalizadas voltando à densidade inicial.

 

 

Foi adotado o manejo convencional e as rações foram à base de milho e farelo de soja, sendo oferecidas ad libitum e na forma farelada, em que para as fases inicial (1 a 21 dias), engorda (22 a 42 dias) e final (43 a 49 dias), as rações continham 3.100 e 23, 3.150 e 21 e 3.200 kcal EM/kg e 19 % de PB, respectivamente.

Foram avaliados o consumo de ração (CR, kg), ganho de peso (GP, kg), conversão alimentar (CA) e viabilidade (V, %). Para observação visual de lesões de calo de peito e de coxim plantar foi feita uma amostragem aleatória de duas aves por repetição. A incidência de lesões no coxim plantar (LCP) e lesões de calo de peito foram feitas com a utilização de um escore subjetivo de 1 a 5, sendo que 1 representava ausência e 5 alta incidência de lesões, conforme a metodologia descrita por Benabdeljelil & Ayachi (1996).

Previamente, foram separadas duas amostras das matérias-primas utilizadas (PCP e maravalha) e no final do experimento, coletadas mais 32 amostras de cama diretamente dos boxes, para simples comparação da composição bromatológica antes e após o ciclo.

Para avaliação da cama foram analisados: matéria seca (MS, %) e pH aos 21 e 49 dias. A temperatura da cama foi avaliada diariamente durante o período de 35 a 49 dias de idade das aves, através de termômetro digital, a uma profundidade de 5 cm da cama e em dois locais do box. Realizaram-se então análises de Weende: matéria seca (MS), matéria mineral (MM), proteína bruta (PB) e extrato etéreo (EE); e Van Soest: fibra em detergente neutro (FDN) e fibra em detergente ácido (FDA), bem como energia bruta (EB). As análises foram feitas em duplicata e corrigidas para 100 % de MS.

Todas as análises estatísticas foram realizadas através do procedimento GLM do SASâ (1998) e as médias, comparadas pelo teste de Tukey a 5 % de probabilidade.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Não foi observada diferença significativa entre as medias de MS das camas aos 21 dias (Tabela 2) devido à idade das aves e consequentemente à baixa quantidade de excretas na cama, concordando com os dados encontrados por Santos (1999) aos 21 dias, quando avaliou diversos materiais como cama (cepilho de madeira, casca de arroz, casca de café e sabugo de milho). Aos 49 dias houve diferença (p<0,05) na MS da cama do tratamento CPA10D14 , que teve maior teor de MS, com a cama do tratamento CPA7D10, que por sua vez não diferiram significativamente dos tratamentos CMA7D10, CMA10D10 e CMA10D14. Os tratamentos CPA7D14, CPA10D10 e CMA7D14 não diferiram das demais (Tabela 2).

 

 

Os pHs das camas foram mais influenciados pelo tipo de cama do que pela densidade ou altura, tanto aos 21 como aos 49 dias (Tabela 2). Os tratamentos que utilizaram a PCP como cama tiveram um menor valor de pH. Tal fato está relacionado com a própria natureza ácida do material, que mesmo com a adição de carbonato de cálcio (CaCO3), no momento da peletização, não foi capaz de elevar o pH. O pH influencia a volatilização da amônia (Ivos et al., 1966), pois em pH neutro ou abaixo de 7 não há crescimento da bactéria, Bacillus pasteureii, que é umas das principais bactérias ureolíticas, mas se desenvolve bem em pH acima de 8,5 (Terzich, 1997). Reece et al. (1980) ressaltaram a importância de manter o pH da cama abaixo de 7 para melhor controle da amônia dentro dos barracões, porque com valores acima de 7 há uma maior liberação da amônia da cama, sendo agravada quando supera pH 8.

A temperatura da cama de PCP foi mais elevada que a de maravalha. Essa diferença pode estar relacionada com a característica da PCP, que proporcionou uma maior proliferação de fungos e leveduras que se desenvolvem bem em pH ácido, consequentemente uma maior fermentação, provocando um aumento da temperatura (Tabela 2). Apesar de não haver diferença significativa, pode-se observar uma diferença de 2ºC na cama de PCP, na densidade de 14 aves/m2, quando se compara as alturas de 7 e 10 cm e de 3ºC na altura de 7 cm, quando se compara as densidades 10 e 14 aves/m2.

Os resultados de desempenho (Tabela 3) de 1 a 21 dias de idade não foram afetados pelos tratamentos. Utilizando cepilho de madeira, casca de arroz, casca de café e sabugo de milho, Santos (1999) não encontraram diferença (p>0,05) para GP, CR e CA. Mizubuti et al. (1994) não encontraram diferença significativa até os 28 dias de idade para CR, GP e CA ao estudarem três tipos de cama (casca de arroz, capim-colonião e capim-napier) e três densidades (10, 12 e 14 aves/m2).

 

 

No período de 35 a 49 dias (Tabela 3) foi verificada diferença significativa somente para as variáveis CR e GP, não havendo diferença (p>0,05) para as variáveis CA e V. Comparando os dados de temperatura média da cama com o consumo de 35 a 49 dias de idade, pode-se notar (Figura 1) que com a diminuição da temperatura da cama, ocorreu um aumento do CR e isso pode estar relacionado com o melhor conforto térmico das aves. Contrariando os resultados de 35 a 49 dias, Mouchrek et al. (1992), ao estudarem quatro tipos de cama (Pennisetum purpureum, Brachiaria decumbens, Melinis minutiflora e casca de arroz moída) e três densidades (10, 12 e 14 aves/m2), não encontraram diferença (p>0,05) para as variáveis GP, CR, CA e V aos 45 dias de idade.

 

 

Na avaliação de lesões de calo de peito não foi verificado efeito dos tratamentos, uma vez que todas as aves receberam escore 1. Brake et al. (1993) não encontraram diferença significativa para lesões de calo de peito quando submeteram frangos de corte à diferentes tipos de cama (maravalha, raspa de bambu e parte central do bambu). Na avaliação de lesões de coxim plantar verificou-se variação, porém não significativa (p>0,05). Avaliando cinco tipos de cama (maravalha, casca de arroz, feno de brachiaria, feno de napier e feno de coast-cross), numa altura padrão de 5 cm, Angelo et al. (1997) concluíram que as lesões de coxim plantar das aves criadas em camas de feno coast-cross e feno de napier foram mais severas que aquelas encontradas nas aves criadas sobre maravalha e feno de brachiaria. Estudando seis tipos de cama (palha de trigo inteira e moída, palha de arroz inteira e moída, serragem e maravalha), Benabdeljelil & Ayachi (1996) verificaram que o tipo de cama não afetou a incidência de lesões de calo de peito e coxim plantar, bem como problemas de pernas nas aves.

Ocorreu um efeito significativo dos tratamentos (p<0,05) em relação a todas as variáveis da análise bromatológica (MS, EB, PB, EE, FDN e FDA), com exceção da MM, que não apresentou diferença significativa entre as médias. O tratamento CPA10D14 foi o que apresentou maior teor de MS (Tabela 4).

 

 

Os resultados da análise de Van Soest e Weende da PCP (Tabela 5) estão entre aqueles encontrados por Giardini (1994) e Carvalho (1995), respectivamente, bem como o valor de EB encontrado por Lanza & Messina (1979), citado por Manzano et al. (1999).

 

 

Visualizando as Tabelas 4 e 5, nota-se uma diminuição do teor de EB das camas, provavelmente devido ao aumento da percentagem de MM.

Maiores valores de PB foram obtidos com a cama de PCP, notadamente quando esta foi utilizada sob uma densidade de 14 aves/m2. Na Figura 2, verifica-se que a cama de maravalha apresentou um incremento médio de 18,06 pontos percentuais na variável PB após receber as excretas, em contraposição com o ganho da cama de PCP de 15,61 pontos percentuais; no entanto, esta obteve nos valores médios das variáveis FDN e FDA índices sensivelmente melhores. A qualidade da fibra (FDN e FDA) da maravalha foi afetada provavelmente devido ao alto teor de lignina que se encontra nesse material.

 

 

Os valores de PB da cama de frangos encontrados na literatura são muito contraditórios, visto que na maioria dos casos, as análises levam em consideração apenas o tipo de cama, sendo desconsiderados fatores como: número de lotes criados em uma mesma cama, densidade de aves/m2 e altura de cama. A falta dessas informações leva a exemplos na literatura de valores de PB para a cama de casca de amendoim de 32,6% a 12,4% de PB (Bhattacharya & Fontenot, 1965; Oliveira et al. 1988, respectivamente).

Os valores de EE da cama com maravalha foram influenciados pelas excretas, propiciando um aumento no teor de EE; em contraposição, as excretas tiveram um efeito diluidor nos valores de EE da cama com PCP quando esses valores foram comparados com as respectivas matérias-primas (Tabela 4 e 5).

 

CONCLUSÕES

Conclui-se que dependendo do seu custo e disponibilidade, a PCP pode ser utilizada como material de cama independentemente de sua altura, porém recomenda-se a criação de 10 aves/m2. Ambas as camas compostas de PCP e maravalha tiveram uma melhoria no seu valor de PB, sendo que os melhores valores de PB, FDN e FDA foram obtidos na cama de PCP.

No entanto, mais pesquisas são necessárias para avaliar a digestibilidade, degradabilidade, forma de estocagem e qualidade microbiológica desse material, assim como a análise bromatológica de outros tipos de camas e que levem em consideração a altura e a densidade de aves/m2.

 

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