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Revista da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia

versão On-line ISSN 1982-0232

Rev. soc. bras. fonoaudiol. vol.17 no.4 São Paulo dez. 2012

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-80342012000400017 

ARTIGO ORIGINAL

 

Influência do ambiente hospitalar nos aspectos relacionados ao aleitamento materno

 

 

Ana Maria de Oliveira BeckI; Karine de Oliveira AssunçãoII; Lisiane de Rosa BarbosaIII; Erissandra GomesIV

ICurso de Especialização em Fonoaudiologia, Instituto de Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS - Porto Alegre (RS), Brasil
IICurso de Fonoaudiologia, Centro Universitário Metodista IPA - Porto Alegre (RS), Brasil
IIIDepartamento de Fonoaudiologia, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre - UFCSPA - Porto Alegre (RS), Brasil
IVCurso de Fonoaudiologia, Faculdade de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS - Porto Alegre (RS), Brasil

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

OBJETIVO: Verificar a influência do ambiente hospitalar nos aspectos relacionados ao aleitamento materno e à comunicação na interação mãe/neonato durante o processo da amamentação.
MÉTODOS: Estudo transversal, com 34 díades: 18 internadas em alojamento conjunto e 16 internadas em unidades de cuidados intermediários/médios de um hospital público. Cada díade foi observada no momento da oferta da mamada e os dados foram analisados considerando os aspectos padronizados pela UNICEF para o aleitamento materno. Foi verificada a comunicação verbal e não verbal estabelecida.
RESULTADOS: Na comparação das variáveis estudadas, houve associação significativa para a posição da mãe em relação ao neonato e para as variáveis mãe estimula e mãe vocaliza para o neonato, com percentual favorável para a díade que se encontrava em alojamento conjunto. As demais variáveis não apresentaram diferenças.
CONCLUSÃO: Condições importantes para o estabelecimento da amamentação e da comunicação entre mãe/neonato são influenciadas pelo local onde se encontra a díade, especialmente o ambiente hospitalar.

Descritores: Aleitamento materno; Comunicação; Relações mãe-filho; Alojamento conjunto; Unidades de terapia intensiva neonatal


 

 

INTRODUÇÃO

O aleitamento materno (AM) é a maneira adequada, natural e eficiente de oferecer os nutrientes necessários para o crescimento e desenvolvimento do recém-nascido (RN)(1-3). Durante a amamentação, é importante que a mãe e o neonato possam estabelecer uma relação de conhecimento e comunicação, pois eles estão aprendendo a entrar em contato um com o outro. O toque, o calor corporal, o contato visual e auditivo que a amamentação propicia constituem importante estimulação afetiva e cognitiva(4,5). Nas décadas de 80 e 90 o aspecto emocional do aleitamento foi exaltado como base do desenvolvimento psicológico do apego, indicado também como início da comunicação não verbal entre a mãe e o filho(6,7).

Quando, após o nascimento, mãe e neonato ficam juntos, inicia-se uma série de eventos sensoriais, hormonais, fisiológicos, imunológicos e comportamentais, muitos dos quais contribuem positivamente para a criação e o fortalecimento do vínculo, bem como da comunicação(6-8). A percepção da mãe, tanto em relação ao filho quanto à sua capacidade de cuidados para com ele influi na qualidade da interação e no próprio vínculo(7,9,10). O fato do RN estabelecer o contato precoce com a mãe também influencia na duração da amamentação, no controle da temperatura do RN, nos níveis de glicose e no controle do choro(11-15).

Além das vantagens supracitadas, o AM proporciona o crescimento e desenvolvimento craniofacial e, por consequência, do sistema miofuncional orofacial, estimulando adequadamente a tonicidade muscular, o amadurecimento da articulação temporomandibular e a promoção de condições oclusais e dentárias favoráveis. A estabilidade miofuncional proporcionada pela amamentação no seio materno contribui para a diminuição da prevalência de hábitos orais inadequados, previne alterações oclusais e favorece as praxias orofaciais(13,14).

O fonoaudiólogo é o profissional responsável pelos aspectos relacionados ao AM, à alimentação, e ao desenvolvimento da audição, da linguagem, do contato mãe/bebê, e da comunicação de maneira global (verbal e não verbal), integrando seu trabalho a todas as interfaces da equipe multidisciplinar. A atuação focada na promoção e nas orientações em relação ao AM pode ser realizada tanto no alojamento conjunto (AC) quanto nas unidades de cuidados intermediários/unidades de cuidados médios (UCI/UCM). O papel do fonoaudiólogo em ambos os locais é proporcionar ao RN uma alimentação segura, funcional e prazerosa, que favorecerá a alta hospitalar precoce e o desenvolvimento global do RN(16,17). Da mesma forma, auxiliar as mães para que se sintam tranquilas e seguras no contato e no ato de amamentar seu filho é uma das ações fonoaudiológicas(18,19).

No AC, o RN sadio, logo após o nascimento, permanece ao lado da mãe, num mesmo ambiente, até a alta hospitalar e o próprio local favorece o AM e o vínculo entre mãe/neonato(6,7,20,21). Na UCI/UCM está internado o RN de alto, médio ou baixo risco, com alguma condição clínica que necessita de cuidados especiais de terceiros, e que geralmente fica mais distante do contato inicial com a mãe, bem como com possíveis restrições relacionadas ao processo de alimentação(11,17,22).

Considerando o exposto acima, o objetivo deste estudo foi verificar se o ambiente hospitalar, neste caso AC e UCI/UCM, interferem nos aspectos relacionados do AM e na comunicação (verbal e não verbal) durante a interação mãe/neonato no processo da amamentação.

 

MÉTODOS

Trata-se de estudo transversal, com 34 díades mães/neonatos, 18 internados no AC e 16 na UCI/UCM, da Maternidade Mário Totta, Complexo Hospitalar Santa Casa, Porto Alegre, Rio Grande do Sul. A maternidade é reconhecida pela UNICEF como Hospital Amigo da Criança. O presente estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Complexo Hospitalar Santa Casa, sob o número 148/10 e todas as mães aceitaram participar da pesquisa, assinando o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

Foram utilizados como critérios de inclusão: RN a termo, segundo a Classificação da Idade Gestacional baseada no Método Capurro; entre primeiro e o terceiro dia de vida; que obtiveram, na avaliação do neonatologista, índice de Apgar no quinto minuto de no mínimo oito; que estivesse sendo alimentado exclusivamente em seio materno. Foram retirados do estudo os RN com patologias genéticas, cardiológicas, neurológicas ou com outra condição clínica que pudesse interferir nos resultados, assim como mães que já tinham recebido orientação fonoaudiológica ou que não aceitaram participar do estudo. Durante a coleta de dados nenhuma mãe se negou a participar da pesquisa.

Primeiramente, foram pesquisados os prontuários dos RN e preenchidos os protocolos de caracterização da amostra. Foram coletados os dados de identificação do RN (nome, registro, data de nascimento, hora do nascimento, sexo, índice de Apgar, peso, comprimento, idade gestacional) e os dados da mãe (nome, idade, escolaridade, profissão, pré-natal, número de gestações, número de partos, aborto, amamentação, intercorrências na gravidez, tipo de parto). Cada díade mãe/neonato foi observada durante a amamentação e, logo após, o protocolo foi preenchido. O instrumento utilizado foi elaborado pelas autoras deste estudo que utilizaram como base protocolos já existentes(2,23). Foram avaliados os seguintes aspectos: posição da mãe em relação ao neonato; pega; sucção; aspecto da mama; bico do seio; posição do neonato em relação à mãe; e a comunicação mãe/neonato (verbal e não verbal) na interação da díade durante o AM. No AC foi realizado um sorteio aleatório para determinar quais díades mãe/neonato seriam observadas. Na UCI/UCM foi utilizada a amostra por conveniência, pois poucos RN atendiam os critérios de inclusão e exclusão estabelecidos para o estudo.

Os dados foram tabulados e analisados por meio do software específico para a análise estatística, o Statistical Package for Social Science (SPSS) for Windows, versão 17.0. Foram realizados os cálculos referentes à média e ao desvio padrão para as variáveis quantitativas e à frequência relativa e absoluta para as variáveis qualitativas. Para a verificação de associação significativa entre as variáveis qualitativas foram utilizados os testes Qui-quadrado e teste Exato de Fisher. O nível de significância máximo assumido foi de 5%.

 

RESULTADOS

Em relação aos aspectos maternos e aos dados gestacionais das 34 díades: a média de idade das mães era 25±8,2 anos; 24 (70,6%) das mães realizaram o pré-natal, com o número médio de consultas de 6,0±2,9; a média de gestações da mãe foi de 2,1; para 16 (47%) das mães, esta era a primeira gestação; 23 (67,6%) realizaram parto vaginal; 34 (100%) dos RN nasceram a termo e 25 (73,5%) eram do gênero masculino.

Foram obtidos os resultados da comparação das variáveis relacionadas à amamentação, considerando os dois ambientes hospitalares (AC versus UCI/UCM) (Tabela 1), e os resultados da comparação das variáveis relacionadas ao estímulo recebido pelo neonato no momento da amamentação, também considerando os diferentes ambientes (AC versus UCI/UCM) (Tabela 2).

Quando realizado o cruzamento dos dados apresentados com as variáveis de caracterização da amostra, não foram encontradas diferenças. Isso demonstra que a amostra era homogênea e que as diferenças encontradas são referentes ao local onde as díades se encontravam.

 

DISCUSSÃO

O contato entre mãe e RN tem importância prioritária após o parto. A Organização Mundial da Saúde recomenda o AM na primeira hora de vida(2,15). Deve-se evitar a separação do binômio, pois ela pode prejudicar o AM e a aproximação da mãe com o filho(15,20,24). Os cuidados maternos concedidos nestes primeiros atos formam a base da vida emocional e de relacionamento do RN(2,7,24).

Durante o período gestacional, tanto a mãe quanto o pai idealizam o filho e criam expectativas de uma criança perfeita. Somente após o nascimento, se desfaz a lacuna entre o imaginário dos pais com o RN real(7,25). Quando ocorre alguma intercorrência com o RN e é necessária a separação da díade, estas mães necessitam realizar o luto deste filho imaginário e podem apresentar algumas dificuldades na construção do vínculo. Tal fato favorece o afastamento das mães, o que pode acarretar em um menor tempo com o RN, interferindo diretamente na perpetuação do vínculo entre eles(11,22,25,26). No presente estudo as mães dos neonatos internados na UCI/UCM estavam mais tensas e inseguras, enquanto no AC as mães se mostraram mais tranquilas, o que concorda com os autores acima referidos.

A internação do RN em uma unidade com maiores cuidados e com uma aparelhagem específica pode promover desequilíbrio emocional do RN e da mãe. Essa desorganização emocional gera conflitos, ansiedade, desatenção, tensão, insegurança e vem à tona a sensação de perda causada pela separação da díade(26). É necessário que a mãe, mesmo que inconscientemente, passe pelas fases de negação, luto, raiva e aceitação(26,27). Não é só a mãe que sofre com a separação, mas também o RN, que deixa de sentir o calor, o cheiro da mãe e passa a ficar sozinho depois de meses junto a ela intraútero(26).

O comportamento materno varia entre as mães, ou seja, umas verbalizam mais que outras, independentemente do contato com o RN. Deve-se levar em consideração o ambiente, o estado emocional e verificar se estes dados não impedem a mãe de interagir com o neonato(23). Este relato concorda com a presente pesquisa, que demonstra que as mães dos neonatos internados UCI/UCM encontram-se mais inseguras/tensas em relação ao filho, o que pode ter influência do comportamento comunicativo.

Ressalta-se a importância de como o seio materno é oferecido e de como as solicitações do RN são atendidas, por meio da voz materna, de carícias e de embalos. A partir de situações desencadeadas pelo processo de amamentar se estabelece uma ligação mais íntima entre a mãe e o neonato, suprindo as necessidades emocionais de ambos, oferecendo e construindo momentos de apego insubstituíveis(28). O RN tem a necessidade de condutas que mantenham o contato corporal como carícias, toques, beijos, abraços. Estas são consideradas condutas que reforçam o apego e geralmente demonstram a existência de afeto, aspecto essencial no processo de criação do vínculo. E, as mesmas, quando acontecem num ambiente protetor, junto da mãe, facilitam as primeiras interações entre mãe/bebê, potencializando a capacidade materna de entender o RN e interagir com ele. Caso haja interrupções neste meio protetor, o RN poderá ter dificuldades no desenvolvimento emocional(29).

O toque é o aspecto mais importante da comunicação não verbal. É através dele a mãe pode transmitir os sentimentos de empatia e segurança durante o manejo do RN(30). Conforme resultados apresentados neste estudo, todas as mães observadas no AC estimularam os filhos. O mesmo não aconteceu na UCI/UCM.

As mães do AC passam mais tempo ao lado do filho e se sentem mais preparadas para tomar conta dele. Elas conseguem entender os sinais do RN e, por isso, possuem mais condutas comunicativas para com o neonato. As mães da UCI/UCM, por outro lado, demonstram insegurança, o que pode interferir nas expectativas delas em relação a filho e no entendimento de suas necessidades, afetando, consequentemente, o processo de comunicação.

 

CONCLUSÃO

De acordo com os resultados obtidos, pode-se verificar a influência do ambiente hospitalar no processo de amamentação para a variável posição da mãe em relação ao neonato e, também, nos aspectos comunicativos (vocalização e estimulação da mãe para o neonato). O AC se mostrou, em comparação a UCI/UCM, o ambiente mais favorável. A amamentação e a comunicação estabelecida entre mãe/neonato geram trocas interacionais, mas deve-se levar em consideração o ambiente em que a díade esta inserida, pois no âmbito hospitalar estas interações podem sofrer mudanças e gerar um comportamento adaptativo.

 

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Endereço para correspondência:
Erissandra Gomes
R. Ramiro Barcelos, 2492, Rio Branco
Porto Alegre (RS), Brasil, CEP: 90035-000
E-mail: erifono@hotmail.com

Recebido em: 5/4/2012
Aceito em: 1/8/2012
Conflito de interesses: Não

 

 

Trabalho realizado na Maternidade Mário Totta, Complexo Hospitalar Santa Casa, pelo Curso de Especialização em Fonoaudiologia, Instituto de Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS - Porto Alegre (RS), Brasil.

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