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Revista da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia

On-line version ISSN 1982-0232

Rev. soc. bras. fonoaudiol. vol.17 no.4 São Paulo Dec. 2012

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-80342012000400019 

RELATO DE CASO

 

Audição e linguagem em crianças deficientes auditivas implantadas inseridas em ambiente bilíngue: um estudo de casos

 

 

Tatiana Mendes de MeloI; Elisabete Honda YamagutiII; Adriane Lima Mortari MoretIII; Maria Cecília BevilacquaIII

INúcleo do Ouvido Biônico, Hospital Samaritano - São Paulo (SP), Brasil
IICentro de Pesquisas Audiológicas, Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo - USP - Bauru (SP), Brasil
IIIDepartamento de Fonoaudiologia, Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo - USP - Bauru (SP), Brasil

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

O implante coclear (IC) tem sido indicado para crianças deficientes auditivas de grau severo e/ou profundo que não tem benefício com o aparelho de amplificação sonora individual (AASI), e que apresentem família adequada e motivada para o uso do dispositivo, bem como condições adequadas de reabilitação na cidade de origem. Atualmente, a procura pelo IC também ocorre por pais surdos, fluentes na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), que recorrem a este tratamento para oferecer outra realidade para seus filhos. O ambiente destas crianças é bilíngue, dado pela LIBRAS dos pais e pela linguagem oral dos familiares próximos, do fonoaudiólogo e da escola. Neste sentido, o presente estudo visou acompanhar quatro crianças deficientes auditivas implantadas, sendo duas crianças filhas de pais deficientes auditivos fluentes na LIBRAS (expostas a ambiente bilíngue) e duas crianças filhas de pais sem alterações auditivas (expostas a ambiente oral). Para tanto, as habilidades de audição e de aquisição da linguagem oral foram comparadas nas quatro crianças implantadas. Foi possível observar que as quatro crianças apresentaram habilidades auditivas e de linguagem semelhantes ao longo do primeiro ano de uso do IC. Contudo, a partir disto, as crianças inseridas em ambiente bilíngue apresentaram melhor desempenho auditivo e linguístico, comparado ao desenvolvimento das outras crianças. As crianças inseridas em ambiente bilíngue podem se beneficiar do IC, desenvolvendo habilidades auditivas e de linguagem similares às das crianças inseridas em ambiente oral. Ressalta-se que os benefícios do dispositivo são obtidos a partir de aspectos multifatoriais, e estudos mais aprofundados são necessários.

Descritores: Perda auditiva; Implante coclear; Linguagem; Multilinguismo; Reabilitação de deficientes auditivos


 

 

INTRODUÇÃO

O Implante Coclear (IC) representa o mais importante avanço no tratamento de deficientes auditivos de grau severo e/ou profundo bilateral que não apresentam aproveitamento com o aparelho de amplificação sonora individual (AASI), possibilitando melhores resultados na trajetória de desenvolvimento auditivo, linguístico, social e acadêmico.

No Brasil, todo o processo para a realização e acompanhamento do IC é garantido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde 1993, a partir dos critérios de indicação e contraindicação do dispositivo para crianças e adultos, estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

De acordo com esta Portaria, nascrianças com idade inferior a 18 anos de idade, com deficiência auditiva neurossensorial bilateral de grau severo e/ou profundo, de caráter pré ou pós-lingual, o IC deverá ser indicado a partir dos seguintes critérios: experiência com AASI, durante pelo menos três meses; incapacidade de reconhecimento de palavras em conjunto fechado; família adequada e motivada para o uso do dispositivo; condições adequadas de reabilitação na cidade de origem.

Tais critérios também podem variar de acordo com o programa de cada instituição credenciada, contudo aspectos como diagnóstico da deficiência auditiva, idade do paciente, benefício com o uso da amplificação, existência de programas educacionais na cidade de origem e motivação/expectativa da família sempre são considerados no momento da indicação do dispositivo.

Na proposta do Bilinguismo, a linguagem oral é desenvolvida como segunda língua do deficiente auditivo, enquanto que a língua de sinais é adquirida como a principal forma de comunicação(1).

No âmbito internacional há uma crescente procura do IC pela comunidade bilíngue como tratamento para o deficiente auditivo(2-4), a partir do reconhecimento pela National Association of the Deaf sobre a importância do IC na qualidade de vida desta população(5,6). No contexto nacional também ocorre abusca pelo dispositivo por pais deficientes auditivos, fluentes na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), que recorrem a este tratamento para oferecer uma opção de reabilitação para seus filhos. O ambiente destas crianças é bilíngue, dado pela LIBRAS dos pais e pela linguagem oral dos familiares próximos, da escola, e da terapia fonoaudiológica.

Neste sentido, torna-se necessário conhecer o perfil de desenvolvimento das habilidades de linguagem e auditivas de crianças deficientes auditivas implantadas no país e que são expostas aambiente bilíngue.

 

APRESENTAÇÃO DO CASO CLÍNICO

O presente estudo visou acompanhar, longitudinalmente, crianças deficientes auditivas implantadas, filhas de pais deficientes auditivos fluentes em LIBRAS. Ambas as duplas de crianças são atendidas no Centro de Pesquisas Audiológicas do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo (CPA/HRAC-USP) e receberam a indicação cirúrgica do dispositivo por se enquadrarem nos critérios de indicação de IC deste centro. Cabe ressaltar que a indicação foi realizada, considerando a solicitação dos pais e a inserção das crianças em um ambiente ouvinte por parte dos familiares ouvintes.

Para tanto, participaram deste estudo quatro crianças, sendo duas crianças inseridas em ambiente bilíngue (denominadas no estudo como criança A e B) e duas crianças inseridas em ambiente ouvinte(denominadas no estudo como criança A1 e B1), ou seja, crianças com pais sem alterações auditivas.

Na etapa pré-cirúrgica as crianças inscritas neste serviço de IC são submetidas à avaliação otorrinolaringológica, avaliação fonoaudiológica, avaliação psicológica, avaliação social, exames de imagem, e demais avaliações complementares, dependendo da necessidade de cada paciente.

Nesta etapa todas as crianças são avaliadas quanto ao estilo cognitivo, para observação e registro de alguns comportamentos que fazem parte do desenvolvimento infantil, e outros que, quando presentes, podem ser indicadores de patologias ou dificuldades específicas da criança, impeditivos de um desenvolvimento pleno. Deste modo, quanto maior o escore obtido, mais compatível está o desenvolvimento global da criança avaliada, comparado aos marcos do desenvolvimento na infância. As famílias também são avaliadas de acordo com critérios de referência quanto ao grau de permeabilidade ao processo terapêutico, e, quanto maior o escore obtido, maior o envolvimento da família na reabilitação auditiva da criança. Ambas as avaliações são realizadas com protocolo interno do CPA/HRAC-USP.

As informações referentes ao perfil audiológico das crianças estudadas, antes da cirurgia do IC estão disponíveis na Tabela 1. Por sua vez, os dados referentes ao estilo cognitivo da criança, à permeabilidade da família no processo terapêutico e o nível socioeconômico podem ser visualizados na Tabela 2. A classificação socioeconômica utilizada pelo serviço de IC divide-se em: alta (A), média superior (MS), média (ME), média inferior (MI), baixa superior (BS) e baixa (BA), de acordo com a renda familiar (em salários mínimos), número de membros residentes da família, maior nível educacional da família, tipo e condição habitacional e o maior nível ocupacional.

Ambas as duplas apresentam deficiência auditiva neurossensorial de grau profundo, de origem pré-lingual, usuárias de IC modelo Nucleus 24K (Cochlear Corporation®). Em todos os casos houve inserção total dos eletrodos. Para todas as crianças o processador de fala foi programado com a estratégia de codificação de fala ACE (Advanced Combination Encoders) e máxima espectral igual a 12. Ambas as duplas de crianças eram usuárias de AASI anteriormente à cirurgia de IC e estão inseridas em um programa de reabilitação auditiva com abordagem aurioral.

As habilidades de audição e de linguagem oral das duas crianças inseridas em ambiente bilíngue foram comparadas com as habilidades das duas crianças inseridas em ambiente ouvinte, pareadas quanto à idade cronológica, tempo de privação sensorial e tempo de uso do IC.

Todos os responsáveis pelas crianças do presente estudo assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, consentindo assim com a realização e divulgação de seus resultados.

Foi realizado o levantamento de dados contidos nos prontuários dos pacientes, referentes ao desempenho de percepção auditiva da fala e de aquisição de linguagem, de acordo com as categorias de audição(7) e de linguagem(8), conforme apresentado no Anexo 1. Informações referentes às variáveis: uso do IC, terapia fonoaudiológica e escola também foram coletadas para o presente estudo.

Os procedimentos para atribuição das categorias de audição foram: avaliação clínica de comportamento auditivo; Teste de Avaliação da Capacidade Auditiva Mínima (TACAM)(9); Infant Toddler: Meaningful Auditory Integration Scale (IT-MAIS)(10); Procedimento para a Avaliação de Crianças Deficientes Auditivas Profundas(11); e Lista de palavras como procedimento de avaliação da percepção dos sons da fala(12).

Os procedimentos de avaliação para a atribuição de categorias de linguagem foram: avaliação da atitude de comunicação oral em situação de interação lúdica e em atividades direcionadas com a avaliadora e com o acompanhante da criança; questionário Meaningful Use of Speech Scales(MUSS)(13).

As habilidades de audição e de linguagem oral das crianças foram avaliadas ao longo do processo de acompanhamento pós-operatório, conforme observado na Tabela 3. As informações referentes às variáveis que podem influenciar o desenvolvimento das habilidades estudadas podem ser visualizadas na Tabela 4.

Ambas as duplas (A e A1; B e B1) apresentaram habilidades auditivas e de linguagem semelhantes, ao longo do primeiro ano de uso do IC. Contudo, a partir disto, as crianças inseridas em ambiente bilíngue apresentaram melhor desempenho auditivo e linguístico, comparado ao desenvolvimento das outras crianças.

Do ponto de vista auditivo, as crianças "A" e "B" (ambiente bilíngue) atingiram a habilidade de reconhecimento auditivo em conjunto aberto (capacidade de ouvir palavras fora do contexto e identificar a palavra exclusivamente por meio da audição) após dois e três anos de IC, respectivamente. Por sua vez, a criança inseridaem ambiente oral (criança "A1") atingiu esta habilidade após quatro anos de IC e a criança "B1" não atingiu esta habilidade até a última avaliação proposta por este estudo (cinco anos de uso do dispositivo).

Em termos de desenvolvimento linguístico, as crianças "A" e "B" (ambiente bilíngue), após três anos de uso do IC eram capazes de construir frases de mais de cinco palavras, usando elementos conectivos, conjugando verbos, utilizando plurais, ou seja, apresentando fluência na linguagem oral (categoria de linguagem cinco). As crianças inseridas em ambiente oral ("A1" e "B1"), após cinco anos de uso do IC, ainda não atingiram esta habilidade.

 

DISCUSSÃO

Em função da crescente procura do IC por pais deficientes auditivos, fluentes na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), torna-se importante relacionar evidências científicas a respeito do desenvolvimento das habilidades auditivas e de linguagem destas crianças(3), com o intuito de auxiliar na indicação do dispositivo nos diversos Programas de IC do país.

De acordo com os resultados do presente estudo, as crianças inseridas em ambiente bilíngue podem se beneficiar do IC, desenvolvendo habilidades auditivas e de linguagem oral similares ou melhores que as crianças inseridas em ambiente oral(3,14). O desenvolvimento destas habilidades pelas crianças implantadas está relacionado com as características individuais de cada paciente, como também com a reabilitação auditiva e a permeabilidade da família neste processo(15). Desta maneira, reforça-se a importância da participação dos familiares próximos a estas crianças inseridas em ambiente bilíngue, que proporcionaram o ambiente rico em experiências auditivas para a aquisição destas habilidades pelas crianças.

Todas as crianças estudadas faziam uso efetivo do IC, mas não utilizavam o AASI contralateral (Tabela 4). As mesmas estavam inseridas em terapia fonoaudiológica com abordagem aurioral, frequentando efetivamente a terapia e a escola regular. Desta forma, é possível observar que a homogeneidade das crianças estudadas em relação a estes aspectos avaliados parece não ter influenciado no melhor desempenho auditivo e linguístico das crianças inseridas em ambiente bilíngue.

O mesmo é possível afirmar em relação aoutros aspectos avaliados, como a permeabilidade da família no processo terapêutico, o estilo cognitivo da criança, o nível socioeconômico da família e o grau de escolaridade dos pais das crianças avaliadas, isto é, tais variáveis foram bastante semelhantes nas duplas de crianças estudadas e parecem não explicar o desenvolvimento auditivo e linguístico superior das crianças inseridas no ambiente bilíngue ao longo do uso do IC (Tabela 2).

Os critérios de indicação do IC nos serviços habilitados pelo Ministério da Saúde não inviabiliza a implantação de crianças inseridas em ambiente bilíngue, porém ainda são muitas as indagações sobre os resultados desse dispositivo nestas crianças ao longo do tempo. Uma das mais relevantes diz respeito à influência da língua de sinais na linguagem oral. Pesquisa em âmbito internacional aponta que a partir da aquisição da linguagem oral por essas crianças, não há interferência da língua de sinais no sentido de redução da produção oral e que há uma redução progressiva do uso de sinais ao passo que a linguagem oral começa a ser desenvolvida(4). Corroborando esta pesquisa, as crianças do presente estudo não sofreram nenhuma interferência negativa, do ponto de vista auditivo e linguístico, em função da inserção das mesmas no ambiente bilíngue, uma vez que tais habilidades foram desenvolvidas de forma semelhante aos seus pares inseridos exclusivamente em ambiente oral.

Os pesquisadores ressaltam ainda que, o uso da língua de sinais ou da linguagem oral durante a interação destas crianças depende diretamente de seu interlocutor e do contexto comunicativo. Isto vem ao encontro dos relatos dos familiares das crianças estudadas, que referem que as crianças implantadas muitas vezes incorporavam o papel de intérprete entre o familiar que utilizava LIBRAS e as demais pessoas, ou seja, a criança adapta sua forma de comunicação, de acordo com o interlocutor.

A partir dos resultados expostos, associado à literatura científica, é possível inferir que, se a criança implantada estiver em um ambiente educacional adequado que ofereça a linguagem oral, o conhecimento da língua de sinais não afeta negativamente a evolução das habilidades auditivas e de linguagem. Neste sentido, é importante respeitar a escolha de pais fluentes em LIBRAS em optar pelo IC para o desenvolvimento global da criança deficiente auditiva.

 

COMENTÁRIOS FINAIS

Ao longo dos anos, os serviços de IC do país irão abranger cada vez mais a demanda de crianças deficientes auditivas inseridas em ambiente bilíngue. Os profissionais envolvidos nas diferentes etapas da indicação do IC devem estar preparados para o atendimento destas famílias, como também para a avaliação pré-cirúrgica destes casos, de forma minuciosa, uma vez que a indicação do dispositivo estará intimamente relacionada com a inserção desta criança em ambiente oral proporcionado por familiares, fonoaudiólogo e contexto escolar.

 

REFERÊNCIAS

1. Brasil. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS. Diário Oficial da União. 25 abr 2002; Seção 1:59.         [ Links ]

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3. Cassandro E, Niscatri M, Chiarella G, Genovese E, Gallo LV, Catalano M. Development of communication and speech skills after cochlear implant in a sign language child. Acta Otorhinolary Ital. 2003;23(2):88-93.         [ Links ]

4. Jiménez MS, Pino MJ, Herruzo J. A comparative study of speech development between deaf children with cochlear implants who have been educated with spoken or spoken sign language. Int J Pediatr Otorhinolaryngol. 2009;73(1):109-14.         [ Links ]

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Endereço para correspondência:
Maria Cecília Bevilacqua
R. Silvio Marchione, 3/20, Vl. Universitária
Bauru (SP), Brasil, CEP: 17012-900
E-mail: cpa@centrinho.usp.br

Recebido em: 20/10/2011
Aceito em: 12/4/2012
Conflito de interesses: Não

 

 

Trabalho realizado no Centro de Pesquisas Audiológicas, Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, Universidade de São Paulo - USP - Bauru (SP), Brasil.

 

 


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