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Revista Brasileira de Medicina do Esporte

Print version ISSN 1517-8692

Rev Bras Med Esporte vol.4 no.1 Niterói Jan./Feb. 1998

http://dx.doi.org/10.1590/S1517-86921998000100010 

American College of Sports Medicine

 

Posicionamento Oficial

 

O uso de esteróides anabolizantes nos esportes

 

 

Com base em uma revisão da literatura e uma análise cuidadosa das questões relativas aos efeitos ergogênicos e ad-versos dos esteróides anabolizantes, o Colégio Americano de Medicina do Esporte toma como posição oficial:

1) Os esteróides anabolizantes, em conjunto com uma dieta adequada, podem contribuir para aumentos do peso corporal, em geral, do peso magro.

2) Os ganhos de força muscular obtidos através do exercício de alta intensidade e uma dieta adequada podem ser aumentados pelo uso dos esteróides anabolizantes em alguns indivíduos.

3) Os esteróides anabolizantes não aumentam a potência aeróbica ou a capacidade para manter um exercício muscular prolongado.

4) Os esteróides anabolizantes têm sido associados com efeitos adversos no fígado, sistema cardiovascular, aparelho reprodutor e no estado psicológico em estudos terapêuticos e em estudos mais limitados com atletas. Até que haja um maior número de pesquisas, os efeitos deletérios potenciais do uso dos esteróides anabolizantes em atletas devem incluir todos aqueles encontrados nos estudos terapêuticos.

5) O uso dos esteróides anabolizantes em atletas é contrário às regras e aos princípios éticos de uma competição desportiva, conforme estabelecido por muitas das instituições que comandam os vários esportes. O Colégio Americano de Medicina do Esporte apóia esses princípios éticos e repudia o uso dos esteróides anabolizantes pelos atletas.

Este documento é uma revisão do Posicionamento Oficial de 1977 do Colégio Americano de Medicina do Esporte sobre esteróides anabolizantes1.

 

BASE TEÓRICA

Em 1935 o efeito positivo já há muito especulado dos androgênios sobre o anabolismo protéico foi documentado2. Esse efeito foi confirmado posteriormente3,4 e o desenvolvimento da 19-nortestosterona foi o precursor da síntese de esteróides que possuem propriedades anabolizantes maiores do que a testosterona natural, mas menos do seu efeito virilizante5. O uso dos esteróides androgênicos por parte de atletas teve início no começo dos anos 506 e aumentou ao longo dos anos6-11, apesar de advertências a respeito dos seus efeitos adversos potenciais1,6,9,12 e do banimento destas substâncias por parte das instituições que comandam os esportes.

 

ESTERÓIDES ANABOLIZANTES, COMPOSIÇÃO CORPORAL E DESEMPENHO DESPORTIVO

Composição corporal - Estudos experimentais em animais que investigaram o efeito dos esteróides anabolizantes na composição corporal demonstraram aumentos da massa corporal magra, da retenção de nitrogênio e do crescimento muscular em machos castrados13-15 e em fêmeas normais13,16,17. Os efeitos dos esteróides anabolizantes sobre o peso corporal de animais normais, não treinados do sexo masculino13,1720, animais treinados em esteira rolante21,22, ratos com treinamento estático23 ou macacos submetidos ao treinamento de força24 foram mínimos ou ausentes; contudo, os efeitos dos esteróides nos animais submetidos a um treinamento contra resistência de alta intensidade não foram adequadamente estudados. Indivíduos do sexo masculino com deficiência de androgênios naturais por castração ou outras causas tiveram aumentos importantes da retenção de nitrogênio e do desenvolvimento muscular com a terapia com esteróides anabolizantes15,25,26. Indivíduos do sexo masculino e feminino envolvidos em estudos experimentais e terapêuticos com esteróides anabolizantes27-29 tiveram aumentos do peso corporal.

A maior parte dos estudos de treinamento de força nos quais o peso corporal foi relatado mostrou maiores aumentos do peso sob tratamento com esteróides do que com placebo30-38. Outros estudos envolvendo treinamento não relata-ram alterações significativas do peso corporal39-44. Em três estudos que utilizaram a técnica de pesagem hidrostática foi determinado que o ganho de peso ocorreu por conta do aumento da massa corporal magra31,32,38. Outros quatro estudos não encontraram diferenças significativas na massa corporal magra entre os tratamentos com esteróides e com placebo30, 39,40,42, mas em dois destes as diferenças médias favoreceram o tratamento com esteróides39,40. Até que ponto a retenção de líquidos contribui para as alterações da composição corporal induzidas pelos esteróides é uma questão controversa30,32 que necessita de investigações adicionais.

Em resumo, os esteróides anabolizantes podem contribuir para um aumento do peso corporal à custa da massa corporal magra. A quantidade de peso ganho nos estudos envolvendo treinamento tem sido pequena, mas significativa do ponto de vista estatístico.

Força muscular - A força é um fator importante em vários eventos desportivos. A literatura sobre a eficácia dos esteróides anabolizantes para o desenvolvimento de força muscular é controversa. Muitos fatores contribuem para o desenvolvimento da força e aí podemos incluir a hereditariedade, a intensidade do treinamento, a dieta e o estado psicológico12. É muito difícil controlar todos esses fatores em um estudo experimental. A variável adicional da dosagem pode ser incluída quando um estudo com drogas é realizado. Al-guns atletas alegam que doses acima das terapêuticas são necessárias para ganhos de força6, muito embora resultados positivos tenham sido relatados utilizando regimes terapêuticos (baixas doses)33,35,36,38. Estudos duplo-cegos utilizando esteróides anabolizantes também são difíceis de conduzir, por causa dos efeitos físicos e/ou psicológicos da droga, que, por exemplo, permitiriam que 100% dos participantes de um estudo "duplo-cego" identificassem corretamente a fase de esteróides do experimento45. Demonstrou-se que o efeito placebo constitui-se em um fator relevante em estudos de esteróides anabolizantes, como em todos os estudos com drogas46.

Em estudos com animais, a combinação de esteróides anabolizantes e treinamento de sobrecarga não produziu ganhos maiores de força do que os obtidos somente com o treinamento22,24. Contudo, ganhos induzidos pelos esteróides foram relatados em indivíduos submetidos a treinamento de peso já experientes32,35,36,38 e inexperientes33,37,47, com33,35,36,47 e sem controle de dieta ou suplementos de proteínas32,37. Ao contrário, nenhum efeito positivo dos esteróides sobre o ganho de força em relação ao obtido somente com o treinamento foi relatado em outros estudos envolvendo indivíduos experientes39,42,48 e inexperientes30,31,34,40,41,43,44,48, com34,39,42,43 e sem controle de dieta ou suplementos de proteínas30,31,40,41,44,48. Os estudos que não relataram alterações da força com os esteróides anabolizantes foram criticados pela utilização de indivíduos inexperientes em treinamento com pesos, falta de controle da dieta, treinamento de baixa intensidade30,34,40,41 e avaliação inespecífica da força39. Os estudos que relataram ganhos de força com o uso de esteróides anabolizantes foram criticados9 pelo número inadequado de indivíduos avaliados35,36,38, análises estatísticas incorretas, execução inadequada e pelo relato não satisfatório dos resultados experimentais.

Não há estudos sobre os efeitos de doses maciças de esteróides utilizadas por alguns atletas ao longo de vários anos. Da mesma forma, não há estudos sobre o uso de esteróides anabolizantes e treinamento em mulheres e crianças. Teoricamente, os efeitos anabolizantes e androgênicos seriam maiores nas mulheres e crianças, já que estas possuem naturalmente níveis menores de androgênios do que os homens.

Há três mecanismos propostos para as ações dos esteróides anabolizantes no aumento da força muscular:

1) Aumento da síntese protéica em nível muscular, como uma ação direta do esteróide anabolizante23,49,50.

2) Bloqueio do efeito catabólico dos glicocorticóides após o exercício, através do aumento da quantidade de hormônio anabolizante disponível12,50,51.

3) Aumento da agressividade induzido pelos esteróides, o que proporciona melhor quantidade e qualidade do treinamento de força52.

Apesar dos resultados controversos e algumas vezes contraditórios dos estudos sobre este assunto, pode-se concluir que o uso dos esteróides anabolizantes, especialmente por indivíduos experientes em treinamento de força, pode proporcionar ganhos de força além daqueles observados so-mente com treinamento e dieta. Este efeito positivo é geralmente pequeno e obviamente não é observado em todos os indivíduos. A explicação para esta variabilidade dos efeitos dos esteróides permanece pouco clara. Quando pequenos aumentos de força ocorrem, estes podem ser importantes em uma competição desportiva.

Potência aeróbica - O efeito dos esteróides anabolizantes sobre a potência aeróbica também tem sido questionado. O potencial destas drogas para aumentar o volume sanguíneo total e a hemoglobina53 poderia sugerir um efeito positivo dos esteróides sobre a potência aeróbica. Contudo, apenas três estudos mostraram efeitos positivos47,48,54 e não houve confirmação desses resultados em estudos subseqüentes31, 33,40,55. Dessa forma, a maior parte das evidências não mostra efeitos positivos dos esteróides anabolizantes sobre a potência aeróbica além do que seria conseguido somente através do treinamento aeróbico.

 

EFEITOS ADVERSOS

Os esteróides anabolizantes têm sido associados com muitos efeitos indesejáveis ou adversos em estudos laboratoriais e terapêuticos. Os efeitos mais relevantes são aqueles que ocorrem no fígado, bem como no sistema cardiovascular, aparelho reprodutor e no estado psicológico dos indivíduos que utilizam esteróides anabolizantes.

Efeitos adversos no fígado - Uma disfunção excretora do fígado que resulta em icterícia tem sido associada com o uso de esteróides anabolizantes em uma série de estudos terepêuticos56-58. A possível relação causa-efeito desta associação é reforçada pela observação da remissão da icterícia após a interrupção do uso da droga56,57. Em estudos realizados com 65 atletas que utilizaram esteróides anabolizantes11,53,59, não se encontrou evidência de colestase.

Foram encontradas alterações estruturais do fígado conseqüentes ao tratamento com esteróides em animais60,61 e em seres humanos62,63. Não há ainda conclusões a respeito da importância clínica dessas alterações a curto ou longo prazos. Estudos em atletas para avaliar essas alterações ainda não foram realizados, mas não há nenhuma razão para crer que os atletas que usam esteróides anabolizantes estejam imunes a esses efeitos indesejáveis.

As complicações hepáticas mais graves associadas com os esteróides anabolizantes são a peliose hepática (cistos hepáticos repletos de sangue, de etiologia desconhecida) e tumores hepáticos. Casos de peliose hepática têm sido relatados em indivíduos submetidos a tratamento com esteróides anabolizantes por uma série de razões53,64-73. A rotura dos cistos ou insuficiência hepática foi fatal em alguns indivíduos66,72,73. Em outros relatos de caso esta condição foi um achado de necrópsia65,67,71. A possível relação causa-efeito entre a peliose hepática e o uso dos esteróides anabolizantes é reforçada pela observação da sua melhora com a interrupção do uso dessas drogas em alguns casos64,69. Não há casos relatados dessa condição em atletas que usam esteróides anabolizantes, mas estudos específicos para essa complicação não foram realizados em atletas.

Tumores hepáticos têm sido associados com o uso de esteróides anabolizantes em indivíduos submetidos a tratamento clínico com estas drogas74-80. Estes tumores são geralmente benignos75,77,78,80, mas têm sido observadas lesões malignas associadas com o uso dessas drogas74,79,80. A possível relação causa-efeito desta associação entre o uso de esteróides e o desenvolvimento de tumores é reforçada pelo relato da regressão do tumor após interrupção do tratamento com esteróides76. Os compostos 17-alfa-alquilados são o grupo específico de esteróides anabolizantes relacionados com o desenvolvimento de tumores hepáticos76,81. Há um caso relata-do de um fisiculturista de 26 anos que faleceu com neoplasia hepática após ter utilizado vários tipos de esteróides anabolizantes por pelo menos quatro anos82. Os exames necessários para a detecção desses tumores não são habitualmente realizados e é possível que outros tumores associados com o uso de esteróides por atletas permaneçam não diagnosticados.

Tem havido relatos de que as provas de função hepática estão inalteradas com o uso de esteróides em alguns estudos envolvendo treinamento31,36,41,48 e alteradas em outros estudos semelhantes45,47 e em exames realizados em atletas que sabidamente estavam em uso de esteróides anabolizantes11, 48,59. Contudo, as lesões de peliose hepática e tumores hepáticos nem sempre produzem anormalidades nesses exames65, 74-77,80 e alguns autores sustentam que são necessárias cintilografias hepáticas, ultra-sonografias ou tomografias computadorizadas para este diagnóstico74,75,83.

Em resumo, demonstrou-se que as provas de função hepática estão alteradas pelos esteróides anabolizantes, principalmente pelos compostos 17-alfa-alquilados. As conseqüências a curto e longo prazo dessas alterações, embora sejam potencialmente deletérias, ainda estão por ser relatadas em atletas que utilizam essas drogas.

Efeitos adversos sobre o sistema cardiovascular - Entre as alterações induzidas pelos esteróides anabolizantes que podem predispor ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares podemos incluir o hiperinsulinismo e uma tolerância alterada à glicose84, redução dos níveis de colesterol HDL10,85 e aumento da pressão arterial86. Estes efeitos variam de um indivíduo para outro em diferentes situações clínicas. Em alguns indivíduos que utilizam esteróides anabolizantes, os triglicerídeos sofrem redução85,87, aumentando em outros88,89. Análises histológicas das miofibrilas e das mitocôndrias do miocárdio de animais de laboratório mostraram que a administração de esteróides anabolizantes produz alterações patológicas nessas estruturas90-92. Embora os efeitos cardiovasculares dos esteróides anabolizantes sejam potencialmente deletérios, mais pesquisas são necessárias antes que se chegue a alguma conclusão.

Efeitos adversos para o aparelho reprodutor masculino - Os efeitos dos esteróides anabolizantes sobre o aparelho reprodutor masculino incluem oligospermia (redução do número de espermatozóides), azoospermia (ausência de espermatozóides no sêmen), redução do tamanho dos testículos, anormalidades encontradas à biópsia testicular e redução dos níveis de testosterona e hormônios gonadotróficos. Estes efeitos foram demonstrados em estudos envolvendo treinamento31,43,93, estudos com voluntários saudáveis94, estudos terapêuticos95 e estudos com atletas que estavam utilizando esteróides anabolizantes11,96,97. Observando as alterações que ocorrem no eixo hipófisário-gonadal, acredita-se que a disfunção ocorre por conta de uma supressão da produção de gonadotrofinas induzida pelos esteróides93,94,97,98. As alterações desses hormônios são habitualmente reversíveis após a interrupção do tratamento, mas os efeitos a longo prazo desse distúrbio do eixo hipotálamo-hipofisário-gonadal permanecem desconhecidos. Contudo, há um relato de anormalidades residuais na morfologia testicular de homens saudáveis seis meses após a interrupção do uso de esteróides94. Foi relatado que o metabolismo dos androgênios em compostos estrogênicos pode levar a ginecomastia em homens10, 12,15,25.

Efeitos adversos para o aparelho reprodutor feminino - Os efeitos dos esteróides androgênicos sobre o aparelho reprodutor feminino incluem a redução dos níveis circulantes do hormônio luteinizante, do hormônio folículo-estimulante, dos estrogênios e da progesterona; inibição da foliculogênese e da ovulação; e alterações do ciclo menstrual que incluem o prolongamento da fase folicular, encurtamento da fase lútea e amenorréia99-101.

Efeitos adversos na esfera psicológica - Em ambos os sexos, os efeitos psicológicos dos esteróides anabolizantes incluem aumentos ou diminuições da libido, alterações do humor e comportamento agressivo10,94, que estão relacionados com os níveis plasmáticos de testosterona102,103. A administração de esteróides produz alterações do eletroencefalograma semelhantes àquelas produzidas por drogas psicoestimulantes104,105. Devem-se considerar as possíveis conseqüências de um comportamento incontrolavelmente agressivo e possivelmente hostil, antes do uso de esteróides anabolizantes.

Outros efeitos adversos - Outros efeitos adversos associados com os esteróides anabolizantes incluem: ataxia106; fechamento prematuro da placa de crescimento em adolescentes15,25,107-109; virilização em adolescentes e mulheres, incluindo hirsutismo110, clitoromegalia12,100 e agravamento irreversível da voz111,112; acne; e alopecia110. Estas reações adversas podem ocorrer com o uso dos esteróides anabolizantes e acredita-se que sejam dependentes do tipo do esteróide, da dose e da duração do uso15. Não há nenhum método que preveja quais indivíduos teriam maior propensão a desenvolver esses efeitos adversos, alguns dos quais são potencialmente deletérios.

 

A QUESTÃO ÉTICA

Igualdade de condições e fair play são os pilares da competição desportiva. Para que a competição se mantenha des-sa forma, com estes fundamentos, regras são necessárias. O Comitê Olímpico Internacional (COI) definiu o doping como "a administração ou o uso por um competidor de qualquer substância exógena ou qualquer substância endógena ingerida em quantidade anormal ou por uma via anormal de entrada no corpo, com a intenção de melhorar de forma artificial e desleal o seu desempenho em uma competição". De acordo com esta definição, o uso medicamente não justificado de esteróides anabolizantes com o objetivo de obter vantagem em uma competição é claramente antiético. Os esteróides anabolizantes estão listados como substâncias proibidas pelo COI de acordo com as regras antidoping. O Colégio Americano de Medicina do Esporte apóia a posição de que a proibição do uso dos esteróides anabolizantes por atletas é de total interesse do esporte e endossa a adoção de procedimentos eficientes para a detecção de drogas e de políticas que excluam das competições os atletas que não sigam essas re-gras.

A atitude de "vencer a qualquer custo" que se difundiu na sociedade coloca o atleta em uma situação de risco. Evidências sugerem que alguns atletas sofreriam grandes riscos, inclusive de morte, para obter uma droga que lhes desse a certeza de ganhar uma medalha de ouro olímpica. Contudo, o uso dos esteróides anabolizantes por atletas é contrário aos princípios éticos da competição desportiva e, dessa forma, é repudiado.

 

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Traduzido e publicado com permissão por escrito do original The use of anabolic-androgenic steroids in sports (Med Sci Sports Exerc 1987;19:5349).