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Revista Brasileira de Medicina do Esporte

Print version ISSN 1517-8692

Rev Bras Med Esporte vol.13 no.3 Niterói May/June 2007

http://dx.doi.org/10.1590/S1517-86922007000300005 

ARTIGO ORIGINAL

 

Validação de equações antropométricas que estimam a densidade corporal em atletas profissionais de futebol

 

 

Paulo Henrique Santos da FonsecaI; João Carlos Bouzas MarinsII; Alexandre Tavares da SilvaIII

IPrograma de Mestrado em Educação Física/UFSC
IIDepartamento de Educação Física/UFV
IIIPrograma de Especialização em Educação Física/UFSM

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

O objetivo deste estudo foi validar equações que estimam a densidade corporal em atletas profissionais de futebol. Foram avaliados 25 atletas profissionais de futebol, com idade de 22,7 ± 4,4 anos, massa corporal de 73,9 ± 6,6kg e estatura de 177,8 ± 5,5cm que disputavam o campeonato estadual da Federação Gaúcha de Futebol no ano de 2004. Analisou-se a validade de 11 equações antropométricas através dos procedimentos estatísticos: correlação de Pearson (r), teste t dependente, erro constante (EC), erro total (ET) e erro padrão estimado (EPE), tendo como técnica gold standard a pesagem hidrostática. Na presente pesquisa, das 11 equações analisadas, somente as propostas por Jackson e Pollock (1978), de três e sete dobras cutâneas, responderam aos critérios de validação. Assim, conclui-se que as equações de Jackson e Pollock são válidas para a estimativa da densidade corporal em atletas profissionais de futebol; as outras equações analisadas neste estudo apresentam erros consideráveis nessa estimativa.

Palavras-chave: Antropometria. Validação. Equações.


 

 

INTRODUÇÃO

O desporto de alto rendimento exige constante aprimoramento do nível de conhecimento sobre suas variáveis intervenientes (morfológicas, fisiológicas, psicológicas, biomecânicas, cognitivas, entre outras). O futebol, por sua condição específica, envolve um grupo elevado de atletas e é disputado em diferentes condições climáticas, com alternativas técnicas, táticas e físicas variadas, constituindo, portanto, um desporto de elevada complexidade de interpretação e estudo.

Tendo em vista esse conjunto de variáveis, o estudo da composição corporal representa um dos elementos importante para identificar o perfil do atleta de futebol.

Os trabalhos publicados em periódicos e que descrevem as características morfológicas dos atletas de futebol, em sua grande maioria, utilizam-se de um método que é denominado antropometria. Esse método usa a quantificação da medida no estudo do tamanho, da forma, da proporcionalidade, da composição e da maturação do corpo humano(1). Após a obtenção dos valores da medida, estes são empregados em equações e, por meio de cálculos, é possível fracionar a composição do corpo humano em massa gorda, muscular, óssea e residual analisando o valor relativo em percentual com o valor da massa corporal total, sendo este o resultado normalmente analisado pelos técnicos.

Para fazer uso de uma equação em determinada população, é necessário que essa equação tenha alcançado critérios de cientificidade na população avaliada, ou seja, deve ser válida para medir o que se propõe medir, caso contrário, pode subestimar ou hiperestimar valores, acarretando um erro de avaliação, o que leva a diagnóstico, a prescrição e a controle de treinamento equivoca dos(2-5).

Observa-se que, tanto na prática do futebol profissional quanto no meio acadêmico, no Brasil, têm-se utilizado sistematicamente equações oriundas de amostras de esportistas estrangeiros ou equações nacionais generalizadas, ou seja, equações para cuja elaboração foi utilizada uma amostra muito ampla, o que provavelmente implicará um erro de avaliação(2,4,6). Dessa forma, os técnicos de futebol necessitam ter como referência uma equação específica que considere as particularidades do atleta desse esporte.

Identificando esse problema metodológico, o estudo teve como objetivo analisar a validade de equações antropométricas para a estimativa da densidade corporal em atletas profissionais de futebol.

 

MÉTODOS

O grupo estudado foi constituído de atletas profissionais de futebol (n = 25) com idade média de 22,7 ± 4,4 anos e compreendida entre 18 e 32 anos, com um mínimo de dois meses de treinamento e quatro horas de treinos diários, inseridos no período da competição promovida pela Federação Gaúcha de Futebol no ano de 2004.

As medidas antropométricas mensuradas(7), com adaptações, respeitando o procedimento de medição quando da validação da equação original, em que elas foram analisadas, foram massa corporal (MC) e estatura (ET), por meio da balança e do estadiômetro (RIW 200, Welmy, Brasil). Os perímetros mensurados foram os do antebraço (P.AT) e abdômen (P.AB), com uma fita métrica (Cescorf Científico, Cescorf, Brasil). Para as dobras cutâneas, optou-se pelo registro do tríceps (DC.TR), bíceps (DC.BI), da subescapular (DC.SE), peitoral (DC.PT), axilar média (DC.AXm), supra-ilíaca (DC.SI), abdominal horizontal (DC.ABh), abdominal vertical (DC.ABv), coxa média (DC.CXm) e perna média (DC.PRm), medido pelo compasso de dobras cutâneas (Cescorf Científico, Cescorf, Brasil).

Os procedimentos antropométricos adotados foram os seguintes: para todas as medidas, foi adotado o lado direito do atleta; a medição foi realizada em sistema rotacional, com três medidas, adotando-se a média como medida final; as medidas foram efetuadas por um único avaliador; a não-realização de atividades físicas de treinamento no mínimo quatro horas antes da coleta de dados; a aferição dos equipamentos utilizados, assim como da temperatura do local onde se realizava a coleta, a qual foi padronizada entre 24ºC e 26ºC para todas as avaliações. Complementando os procedimentos prévios, também foi testada a fidedignidade nas medidas do único avaliador envolvido no processo de coleta de dados.

O valor da pesagem hidrostática (PH), método gold standard, foi obtido utilizando um tanque de um metro e 50 centímetros de altura e teve-se a cooperação de dois avaliadores: um, dentro do tanque, que auxiliou e explicou ao avaliado a metodologia de testagem, e um segundo, que realizou a leitura da balança (Filizola L, Filizola, Brasil) com resolução de cinco gramas e capacidade de seis quilos. O avaliado foi mensurado de sunga. A posição grupada(8) foi utilizada como posição na submersão do indivíduo na água e este foi estimulado a eliminar, através de uma expiração, todo o ar mantido nos pulmões e nas vias aéreas.

A respiração foi mantida bloqueada por aproximadamente cinco a 10 segundos, para a estabilização da balança, quando a leitura da pesagem foi, então, registrada, tendo sido o mesmo procedimento repetido por seis a 10 vezes. A média das três últimas maiores leituras foi usada como valor da pesagem hidrostática. Quando os valores das três últimas pesagens divergiram em mais de 50 gramas, tentativas adicionais foram realizadas e todos os valores obtidos nas pesagens ficaram registrados. A temperatura da água foi padronizada em 31ºC para todas as avaliações e medida com o auxílio de um termômetro (Incoterm, Brasil). Além da temperatura, procurou-se controlar se os indivíduos não haviam realizado atividades físicas e ingerido algum tipo de refeição antes da avaliação, sendo efetuada também a aferição dos equipamentos utilizados.

O volume residual (VR) foi obtido através da equação(9):

Homens Þ VR = 0,017 (idade, em anos) + 0,027 (estatura, cm) – 3,477

Após a aferição do peso hidrostático e do volume residual, os valores foram aplicados na equação que determina a densidade corporal.

Onde:
D = densidade corporal, em g/cm³;
P = massa corporal em kg no ar;
Pa = peso na água em kg;
Da = densidade da água (corrigida pela temperatura);
VR = volume residual, litros;
0,1 = constante de gás gastrointestinal (100ml).

Os procedimentos de avaliação foram realizados nos seguintes estágios. Primeiramente, foram apresentados aos atletas o objetivo do estudo e os procedimentos metodológicos a serem desenvolvidos e a autorização do Comitê de Ética em Pesquisa. Posteriormente, os atletas leram o termo de consentimento e, após ter concordado com todos os itens, assinaram a conformidade para participar como sujeitos na pesquisa. As avaliações foram realizadas no Laboratório de Cineantropometria e Medidas e Avaliação, localizado na Universidade Federal de Santa Maria, no Estado do Rio Grande do Sul.

Para a coleta de dados, foram tomadas, em primeiro lugar, as medidas antropométricas e, em seguida, o indivíduo foi conduzido ao tanque onde se realizou a pesagem hidrostática (PH).

A tabela 1 apresenta a relação das 11 equações propostas por diversos autores e que serão analisadas neste estudo. A tabela 1 ainda indica a idade da amostra, o valor de correlação e do erro padrão estimado nos estudos originais de validação.

 

 

A analise estatística seguiu os seguintes procedimentos: primeiramente, foi testada a normalidade dos dados através do teste de Shapiro-Wilk, e este detectou a necessidade da utilização da estatística paramétrica(17). Para analisar a fidedignidade, que consiste na reprodutibilidade dos resultados do avaliador, foi realizada uma avaliação pré-teste e pós-teste e verificados seus resultados pelo processo estatístico correlação momento de Pearson e teste t dependente com nível de significância de p < 0,05. Foi utilizada para a validação das equações a estatística descritiva, que consta dos resultados da média (X), do desvio-padrão (s), do valor mínimo (Mín), do valor máximo (Máx) e do coeficiente de variação (CV), além dos critérios de validade(18): correlação de Pearson (r), teste t dependente, erro constante (EC), erro total (ET) e erro padrão estimado (EPE), sendo todos analisados no programa estatístico SPSS 8.0 for Windows.

 

RESULTADOS

Os resultados obtidos neste estudo estão apresentados em forma de tabelas. A tabela 2 apresenta as características descritivas do grupo de atletas estudado, incluindo os dados da pesagem hidrostática, das dobras cutâneas e da perimetria. A tabela 3 apresenta os resultados dos critérios de validação das 11 equações.

 

 

 

 

Os valores de teste e reteste indicaram alta fidedignidade do avaliador, tanto para o procedimento de correlação de Pearson quanto para o teste t dependente, sendo todos os valores significativos estatisticamente (p < 0,05). Esses resultados asseguram a confiança dos valores obtidos pela antropometria e pela densitometria, permitindo a avaliação do grupo de atletas estudado.

 

DISCUSSÃO

Os resultados encontrados para massa corporal e estatura são normais quando comparados com os resultados de outros atletas nacionais(6,19-25) e internacionais(4,26-33), sendo inferiores aos do estudo com atletas da Iugoslávia(34) e profissionais da Islândia(35) e Alemanha(29).

Comparando os valores de dobras cutâneas com estudos envolvendo atletas nacionais, estes não apresentam diferença acentuada quando comparados com atletas da Paraíba(6) e de Santa Catarina, e são similares aos dos atletas do Rio Grande do Sul(20). Tal similaridade, provavelmente, é devida ao fato de o grupo estudado ser proveniente da mesma região.

Os valores de densidade corporal, na maioria das equações estudadas, apresentaram resultados mais elevados do que nos seus estudos originais de validação, exceto para as equações EQ2 e EQ5, que apresentaram valores similares, e para a EQ1, que obteve resultado abaixo dos valores encontrados em seu estudo original.

Analisando os critérios de validação, estes revelam que a equação EQ6 hiperestima a densidade corporal dos sujeitos abaixo da média e subestima a densidade corporal dos sujeitos acima da média, uma vez que seus valores de desvio-padrão são menores do que os valores da pesagem hidrostática, resultado similar ao encontrado em estudo com atletas de futebol da categoria sub20(36). Nas equações EQ1, 2, 3, 4, 5, 7, 8, 9, 10, 11 ocorre o oposto; elas subestimam a densidade corporal dos sujeitos abaixo da média e hiperestimam a densidade corporal dos sujeitos acima da média, pois seus valores de desvio-padrão são mais elevados do que a densidade corporal medida pela pesagem hidrostática.

O segundo critério de validação, teste t, demonstrou que somente as equações EQ6, 10 e 11 não se diferenciaram da medida padrão; todas as demais apresentaram diferenças estatísticas. As equações alcançaram correlações moderadas e o maior valor foi obtido por uma equação (EQ3) que teve como grupo de validação indivíduos atletas.

Os valores de correlação apresentaram-se bem abaixo dos estudos originais de validação (tabela 1) e nem mesmo as equações EQ3 e EQ7, que utilizaram, em seu processo de construção, atletas, repetiram os mesmos valores.

O erro constante (EC), que é a subtração da medida da densidade corporal estimada pela densidade corporal mensurada pela pesagem hidrostática, mostra que, com exceção da EQ11, que apresenta valor positivo, as demais apresentaram valores menores de densidade corporal do que o método padrão. Para o erro constante (EC) e o erro padrão estimado (EPE), é importante salientar que, quanto menor a sua medida, maior será a segurança afetada pela variabilidade da amostra.

Analisando o EC, nota-se que as equações EQ4, 6, 10 e 11 obtiveram os menores valores; para EPE foi preconizado um índice em torno de 0,0098g/cm³ em relação à média, o que corresponde, aproximadamente, a 4% de gordura corporal, como um limite de precisão com que os valores de densidade corporal seriam preditos através de variáveis antropométricas(12). No presente estudo, todas as equações utilizadas apresentaram medidas inferiores a esse ponto de corte e sendo seus valores menores do que os valores dos estudos originais. Uma hipótese para esse resultado poderia ser o fato de o número de indivíduos analisados ser pequeno e pela homogeneidade das medidas dos mesmos.

 

CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÃO

Respondendo ao objetivo do estudo de analisar a validade de equações antropométricas na estimativa da densidade corporal em atletas profissionais de futebol, concluiu-se que:

No presente estudo, das 11 equações analisadas, somente as propostas por Jackson e Pollock (1978), EQ10 e EQ11, respectivamente de sete e três dobras cutâneas, responderam aos critérios de validação, mas possuindo moderada correlação com a pesagem hidrostática utilizada como a medida gold standard.

Recomenda-se dar preferência à equação de três dobras cutâneas na realização da avaliação da densidade corporal em atletas profissionais de futebol, levando em consideração a praticidade e maximização do tempo pelos avaliadores.

 

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Endereço para correspondência:
Av. Medianeira, 1.879, apto. 603
97060-003 – Santa Maria, RS, Brasil
E-mail: paulo.phsf@gmail.com

Aceito em 13/10/06

 

 

Todos os autores declararam não haver qualquer potencial conflito de interesses referente a este artigo.