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Revista Brasileira de Medicina do Esporte

versão impressa ISSN 1517-8692

Rev Bras Med Esporte vol.19 no.5 São Paulo set./out. 2013

https://doi.org/10.1590/S1517-86922013000500002 

ARTIGO ORIGINAL
BIOMECÂNICA

 

Controle postural e sistema vestíbulo-oculomotor em atletas de tiro esportivo da modalidade pistola

 

 

Carla Porto LourençoI; André Luís dos Santos SilvaII

ICentro Universitário Augusto Motta – UNISUAM
IIConsultório de Reabilitação fisioterapia vestibular

Correspondência

 

 


RESUMO

INTRODUÇÃO: O tiro esportivo desenvolve nos atletas destreza, concentração e equilíbrio. A estabilidade do atirador depende da resistência deste contra perturbações internas e externas que afetem seu equilíbrio.
OBJETIVO: Avaliar o controle postural e sistema vestíbulo-oculomotor de atletas atiradores de pistola.
MÉTODO: Análise descritiva do tipo transversal. Avaliaram-se oito atletas com idade média de 37 anos (dp ± 8,11), afiliados à Confederação Brasileira de Tiro Esportivo. Utilizou-se prontuário sociodemográfico; estabilometria associada a simulador de tiro e sistema de videonistagmoscopia computadorizada.
RESULTADOS: Observou-se em todos os voluntários, dominância motora à direita; metade deles atira com os dois olhos abertos; tempo médio de prática de 14 anos (dp ± 9) e média de treino semanal de 14 horas (dp ± 13). Metade relatou lesão associada ao tiro. Na estabilometria observou-se correlação nas velocidades anteroposterior e mediolateral.À videonistagmoscopia, nenhum atleta apresentou alteração patológica.
CONCLUSÃO: O controle postural dos atletas avaliados possui alterações significativas para as velocidades de deslocamento do centro de pressão nas direções anteroposterior e mediolateral. O sistema vestíbulo-oculomotor não mostrou correlação com o controle postural e se apresentou sem alterações funcionais para todos os voluntários.

Palavras-chave: atletas, coleta de dados, equilíbrio postural, sistema vestibular.


 

 

INTRODUÇÃO

Avaliar o controle postural é relevante não só para os atletas, mas para toda equipe técnica que os acompanham. Pesquisas com atletas vêm sendo realizadas com intenção de relacionarem o controle postural aos padrões posturais de cada esporte ao desempenho do atleta bem como às disfunções ou lesões ocorridas com o mesmo1-5. Conceitua-se controle postural como a posição corporal ereta e estável, desenvolvida por três sistemas: o visual, com informações sobre a movimentação e posição cefálica em relação ao ambiente; o vestibular, com informações estáticas e dinâmicas sobre a movimentação e posição cefálica em relação à gravidade; e o somatossensorial, que localiza o corpo no espaço em relação aos segmentos corporais e a base de suporte6-10. A integração dos sistemas de controle postural pode ter sua função alterada por condições patológicas ou até mesmo habituais, por exemplo, a prática esportiva11-15. O tiro é um esporte praticado desde a primeira edição dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, em 1896, e sua técnica decorre da aprendizagem de seus fundamentos: a posição estável; o controle da respiração; a constância na pontaria; e o acionamento do gatilho, nos quais o indivíduo deve ter habilidade motora e equilíbrio suficiente para atingir o centro do alvo16-19. Para que o atirador obtenha eficiência, o mesmo deve apresentar, além de controle postural, músculos prontos para isometria, uma vez que suporta o peso total da arma durante a prática dos fundamentos esportivos16,17.

Dessa forma, avaliar e descrever o controle postural de atletas do tiro esportivo da modalidade pistola e verificar correlações entre controle postural e sistema vestíbulo-oculomotor nesses atletas tornou-se o escopo desta pesquisa, uma vez que se trata de modalidade de alto rendimento na qual o atleta é exigido no seu limite, em treinamentos muitas vezes exaustivos na busca pelo melhor desempenho3,20-22.

 

METODOLOGIA

O presente estudo analítico-descritivo transversal foi fundamentado através de textos publicados entre 2004 e 2011, nos idiomas inglês e português buscados nas bases científicas: PubMed, MedLine, Scielo, Science Direct, NCBI, Bireme/Lilacs, Scholar Google. Além de bibliografia clássica do tiro esportivo de 1985. A coleta e análise dos dados foram realizadas em laboratórios de análise do movimento humano, desempenho neurofuncional e biomecânica. Foram respeitados os preceitos éticos para pesquisas com seres humanos conforme resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde23. Todos os voluntários assinaram espontaneamente o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. A amostra contou com oito atletas da Confederação Brasileira do Tiro Esportivo, sendo sete homens e uma mulher. Os critérios de exclusão foram: história clínica de disfunção vestibular; uso de medicamentos supressores vestibulares para controle de vertigem; processo de reabilitação pós-trauma ou quadro musculoesquelético que impossibilitasse as avaliações e alterações relacionadas à atenção e concentração em consequência de disfunções psicológicas. A análise proposta para essa pesquisa baseou-se em três instrumentos: prontuário individual elaborado pela pesquisadora para caracterização sociodemográfica; plataforma de estabilometria modelo Biomec 400, dimensões de 1x1 m, sistema analógico-digital de 16 bits, marca EMG System® com aquisições colhidas na frequência de amostragem de 100 Hz e associadas ao simulador de tiro NOPTEL® sistema NOS Sport versão 4.208 com programa de análise NOS 4.2, pistola de ar comprimido calibre 38 mm, funcionamento semiautomático, fabricação alemã, marca Walther® peso com o carregador vazio de 970 g. Alvo medindo 17 x 17 cm e a 150 cm do chão, dividido em áreas concêntricas com pontuação decrescente para a margem, distância entre o centro da plataforma e o alvo de 6 m, medida proporcional à prova de tiro a 25 m; e o sistema de videonistagmoscopia computadorizada da marca Contronic® Sistemas Automáticos Ltda., com máscara acoplada a microcâmera de infravermelho e interligada a um notebook da marca Dell®. Cada voluntário foi examinado num intervalo de 45 minutos com sequência de procedimentos na mesma ordem para todos. Iniciava-se com repouso do atleta sentado numa cadeira por cinco minutos, nos quais era preenchido o prontuário sociodemográfico e explicada a avaliação. Após, iniciava-se o exame da estabilometria que constava de quatro aquisições, com duração de 30 segundos para cada aquisição, tempo baseado no conceito de que a pontaria prolongada prejudica a precisão do disparo16 e no protocolo de Bastos et al.24. Na primeira aquisição (posição controle-PC), o atleta deveria adotar a postura ortostática sobre a plataforma, sem calçados, membros superiores ao longo do corpo, base de suporte conforme gabarito padrão da plataforma, olhos abertos e fixados no alvo. Na segunda aquisição (posição tiro-PT), o atleta deveria adotar a posição de tiro sobre a plataforma, sem calçados, direcionar a arma para o alvo e acionar uma vez o gatilho devendo permanecer na posição após a tarefa. Na terceira aquisição (PT + tarefa visual TV), o atleta deveria adotar a posição de tiro sobre a plataforma, sem calçados, direcionar a arma para o alvo, simultaneamente localizar letras "X" distribuídas entre várias letras numa projeção feita também na direção do alvo (projetor multimídia data show da marca Epson) e acionar uma vez o gatilho devendo permanecer na posição após a tarefa. E na quarta aquisição (PT + tarefa mental TM), o atleta deveria adotar a posição de tiro sobre a plataforma, sem calçados, direcionar a arma para o alvo, simultaneamente fazer contagem regressiva mental de 30 até zero em múltiplos de três e acionar uma vez o gatilho devendo permanecer na posição após a tarefa. Para finalizar, após três minutos de repouso da estabilometria sentado numa cadeira, o atleta era examinado através da videonistagmoscopia computadorizada pelo protocolo do quociente da sensibilidade ao movimento (QSM) que simula 16 posições e movimentos experimentados pelo ser humano em seu cotidiano que, ao estar comprometido, pode apresentar sinais e sintomas vestibulares como vertigem, náusea, vômito, instabilidade postural e nistagmo7,25. Os movimentos oculares ocorridos em cada posição eram gravados em formato de filme para posterior análise. Os resultados desse teste são obtidos através da classificação da intensidade de 0 a 5 e duração dos sintomas após os movimentos realizados medidos em segundos (de cinco a 10 = 1 ponto; 11 a 30 = 2 pontos; > que 30 = 3 pontos). Ao resultado final considera-se envolvimento mínimo (1 a 10); comprometimento moderado (11 a 30); e maior que 31, quadro severo. A análise estatística foi realizada a partir do programa Statistical Package for Social Sciences na versão 17.0 para o Windows. Compararam-se todos os dados obtidos, no teste QSM e nos protocolos de aquisição da estabilometria. Para variáveis contínuas utilizaram-se média e desvio padrão. Testes paramétricos ANOVA foram utilizados para relacionar as médias dos desfechos estabilométricos para área elíptica (AE), deslocamento total (DT), velocidades de deslocamento do centro de pressão na direção anteroposterior e mediolateral (VAP e VML). Considerou-se p valor < 0,05. Teste post-hoc para comparações múltiplas entre os protocolos de estabilometria (PT, TV e TM) e a PC, considerando intervalo de confiança de 95%. O teste de Spearman correlacionou as variáveis so ciodemográficas e protocolos da estabilometria, considerou-se p valor < 0,05.

 

RESULTADOS

A partir dos dados analisados pode-se observar que os oito atletas são destros, dois apresentam o olho esquerdo como olho diretor, cinco atletas atiram com os dois olhos abertos, seis utilizam os óculos de precisão para treinar e competir. A média do tempo de prática foi de 14 anos (dp ± 9), a idade média entre os atletas foi de 37 anos (dp ± 8) e o tempo médio de treino foi de 14 horas semanais (± 13). Um atleta relatou episódio de vertigem, dois possuem histórico familiar de vestibulopatia e cinco atletas relataram lesões associadas ao esporte, devidamente compensadas no momento da coleta (tabelas 1 e 2). Os resultados estabilométricos na comparação ANOVA encontraram significância VML com p = 0,23. Na comparação post-hoc entre a PC e as demais tarefas foi encontrada significância na diferença média entre PC e TM cujo p = 0,29 num intervalo de confiança 95% = [0,06 – 0,5]. No teste de Spearman, com p < 0,01, significância para AE e DT p = 0,90; AE e VML p = 0,88; DT e VAP p = 0,97; VAP e VML p = 0,95. Para p < 0,05 significância para AE e VAP com p = 0,83. Correlação entre dados estabilométricos e sociodemográficos não produziu valor significativo. Em todos os parâmetros observou-se elevação da mediana na TV. Na VML encontrou-se maior oscilação postural comparada à VAP e um outlier na PT (Figuras 1 a 4). Ao exame do sistema vestíbulo-oculomotor, os oito atletas se enquadraram na classificação de envolvimento mínimo (0 a 10). Achados fisiológicos entre sacadas corretivas, atraso do reflexo vestíbulo-ocular e nistagmo horizontal foram observados em três atletas respectivamente (tabela 3).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DISCUSSÃO

A análise do controle postural frente aos estímulos sensoriais, cognitivos e ambientais pode auxiliar na compreensão dos mecanismos de ajustes posturais e suas disfunções. No esporte, uma avaliação postural adequada produz dados sobre a capacidade funcional do atleta, além de identificar alterações específicas que comprometam seu controle postural e consequente desempenho. Exames do equilíbrio, das características sensoriais e do sistema vestibular formam um conjunto de ferramentas úteis nessa investigação6,8,10,24,26,27. No tiro esportivo e modalidades semelhantes, como tiro com arco, o exame da postura tem sido abordado para melhoria de rendimento, investigação de lesões e alterações associadas a essa classe de esporte17,18,22,28-30. Destaca-se nesses estudos o fato de não haver padronização nas avaliações, além de o sistema vestibular não ser diretamente incluído nos exames quando deveria. Tendo em vista os conceitos supracitados e as exigências técnicas dos fundamentos do tiro, Yur'Yev16, em sua literatura técnica sobre o tiro, cita diversas vezes a importância das conexões sensoriais e vestíbulo-oculomotoras para a prática desse esporte. Ao exame estabilométrico, podemos comparar nossa amostra com a de atletas de arco recurvo avaliada por Wolff et al.29, que utilizaram os mesmos parâmetros dessa pesquisa e encontraram, assim como no presente estudo, acentuada oscilação nas VAP e VAM. Comparando atiradores, judocas e bailarinos em protocolo com supressão visual, apenas judocas tiveram bom desempenho. Considera-se, então, que a supressão ou conflito visual, como foi o propósito da TV deste estudo, podem alterar o controle postural uma vez que o balé e o tiro dependem mais do sistema visual em relação ao judô. Judocas treinam o sistema somatossensorial e não dependem tanto da visão. O fato de a TV ter acentuado a oscilação das VAP e VML pode ser explicado pela dificuldade de fixação ocular à presença de múltiplos alvos8,10. A presença de um outlier na correlação entre VAP e as aquisições estabilométricas pode ser atribuída ao reduzido volume de treino do referido atleta, totalizando apenas três horas semanais na época do estudo. Provavelmente esse atleta tenha demorado a executar o fundamento da posição estável, essencial para a aquisição do controle postural nesse esporte16. Outro fato relevante sobre esse atleta e que pode estar relacionado igualmente ao volume de treino, é que, ao exame do sistema vestíbulo-oculomotor, o mesmo apresentou atraso no ganho do reflexo vestíbulo-ocular. O atleta que apresentou sacadas corretivas treina duas horas semanais e possui somente três anos de prática. O que apresentou nistagmo horizontal relatou ter 18 anos de prática, porém estava afastado dos treinos por motivos pessoais. Aquele que relatou episódio de vertigem obteve excelente exame vestíbulo-oculomotor, provavelmente pelo seu volume de treino de 30 horas semanais e experiência de 12 anos no tiro. É possível que a prática regular desse voluntário tenha compensado alguma hipofunção vestibular7. O fato de nenhum atleta ter apresentado alterações funcionais ao teste do sistema vestíbulo-oculomotor pode ser relacionado à prática do tiro, na qual esse sistema é treinado de forma específica nos fundamentos de pontaria e acionamento do gatilho16. Exames periódicos do sistema vestíbulo-oculomotor comparando-o com os demais sistemas de controle postural podem ser favoráveis ao acompanhamento prático dos atiradores. Porém, mais estudos são necessários sobre interações sensoriais e ambientais no controle postural de atletas de tiro esportivo da modalidade pistola para que seja padronizada uma análise ideal e completa desse atleta. Apesar do estudo piloto confeccionado no início desta pesquisa, houve limitações metodológicas em relação à amostra. Calculou-se n = 20, porém a adesão foi de oito atletas. Fato que pode ser atribuído ao volume de competições ocorridas no período programado para a coleta.

 

CONCLUSÃO

Ao término deste estudo concluiu-se que os atletas de tiro com pistola apresentaram controle postural com modificações significativas para a correlação das VAP e VML, com destaque para a variação da VAP. A correlação entre sistema vestíbulo-oculomotor e o controle postural não apresentou significância. Achados fisiológicos vestíbulo-oculomotores podem indicar relações proporcionais entre o tempo de prática esportiva e o volume de treino dos atletas avaliados. Não houve, a partir deste estudo, nenhum tipo de conflito de interesses envolvendo suas partes.

 

AGRADECIMENTOS

Ao Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições de Ensino Particulares da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (PROSUP-CAPES).

 

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Correspondência:
Centro Universitário Augusto Motta UNISUAM. Programa de Mestrado em Ciências da Reabilitação
Praça das Nações, 34, 3º andar, Bonsucesso
21041-021 – Rio de Janeiro, RJ, Brasil
dracarlaft@hotmail.com

Artigo recebido em 17/10/2012, aprovado em 21/08/2013.

 

 

Todos os autores declararam não haver qualquer potencial conflito de interesses referente a este artigo.

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