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Neotropical Entomology

Print version ISSN 1519-566XOn-line version ISSN 1678-8052

Neotrop. Entomol. vol.34 no.6 Londrina Nov./Dec. 2005

http://dx.doi.org/10.1590/S1519-566X2005000600003 

ECOLOGY, BEHAVIOR AND BIONOMICS

 

Moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) no Semi-Árido do Rio Grande do Norte: plantas hospedeiras e índices de infestação

 

Fruit flies (Diptera: Tephritidae) in the Semi-Arid Region of the State of Rio Grande do Norte, Brazil: host plants and infestation indices

 

 

Elton L. AraujoI; Mayara K.M. MedeirosI; Valdemar E. SilvaII; Roberto A. ZucchiIII

ISetor de Fitossanidade, Univ. Federal Rural do Semi-Árido, C. postal 137, 59625-900, Mossoró, RN, elton@esam.br
IISuperintendência Federal de Agricultura do RN, Av. Hildebrando de Góis, 150, 59010-700, Natal, RN
IIIDepto. Entomologia, Fitopatologia e Zoologia Agrícola, ESALQ/USP, C. postal 9, 13418-900, Piracicaba, SP razucchi@esalq.usp.br

 

 


RESUMO

Foram realizadas coletas de moscas-das-frutas em armadilhas e frutos na região semi-árida do Rio Grande do Norte, de janeiro/1999 a dezembro/2000. Dez espécies foram capturadas: Anastrepha alveata Stone, A. dissimilis Stone, A. distincta Greene, A. montei Lima, A. obliqua (Macquart), A. pickeli Lima, A. sororcula Zucchi, A. zenildae Zucchi, Anastrepha sp. aff. pickeli e Ceratitis capitata (Wied). Das 41 espécies de fruteiras amostradas, os frutos de 17 espécies estavam infestados por pelo menos uma espécie de moscas-das-frutas. Os novos registros de hospedeiros são: A. sororcula em cajarana (Spondias sp.), A. zenildae em cajarana, acerola (Malpighia emarginata DC.) e kunquat (Fortunella sp.), Anastrepha sp. aff. pickeli em maniçoba (Manihot glaziovii Muell.) e C. capitata em umbu (Spondias tuberosa Arruda), trapia (Crateva tapia L.) e juá (Ziziphus joazeiro Mart.).Os principais hospedeiros de Anastrepha spp. foram juá, cajarana e goiaba (Psidium guajava L.) e de C. capitata foi a serigüela (Spondias purpurea L.). O hospedeiro mais infestado pelas espécies de Anastrepha foi o juá (67,7 pupários/kg) e por C. capitata foi o kunquat [Fortunella japonica (Thunb.) (159,1 pupários/kg)].

Palavras-chave: Insecta, Anastrepha, Ceratitis capitata, mosca-do-mediterrâneo, levantamento


ABSTRACT

Fruit flies were collected in traps and also reared from fruits in the semi-arid of the State of Rio Grande do Norte, from January 1999 to December 2000. Ten fruit fly species were obtained: Anastrepha alveata Stone, A. dissimilis Stone, A. distincta Greene, A. montei Lima, A. obliqua (Macquart), A. pickeli Lima, A. sororcula Zucchi, A. zenildae Zucchi, Anastrepha sp. aff. pickeli, and Ceratitis capitata (Wied.). Seventeen out of the 41 fruit tree species sampled were infested at least by one fruit fly species. New host records are: A. sororcula from Spondias sp., A. zenildae from Spondias sp., West Indian cherry (Malpighia emarginata DC.) and kumquat (Fortunella sp.), Anastrepha sp. aff. pickeli from Manihot glaziovii Muell. and C. capitata from Spondias tuberosa Arruda, Crateva tapia L.and Ziziphus joazeiro Mart. The main host plants for Anastrepha spp. were Z. joazeiro, Spondias sp. and guava (Psidium guajava L.) and for C. capitata was red coat plum (Spondias purpurea L.). The most infested host plant of Anastrepha spp. was Z. joazeiro (67.7 puparia/kg) and by C. capitata was kumquat [Fortunella japonica (Thunb.) (159.1 puparia/kg)].

Key words: Insecta, Anastrepha, Ceratitis capitata, medfly, survey


 

 

O conhecimento da diversidade de espécies de moscas-das-frutas em uma região, suas plantas hospedeiras e índices de infestação é de fundamental importância para decidir sobre as táticas de controle para esse grupo de pragas, além de fornecer informações para os serviços quarentenários.

O Brasil é um dos países com maior número de estudos sobre as espécies de moscas-das-frutas e seus hospedeiros (Aluja 1999). Das 195 espécies de Anastrepha conhecidas, 95 ocorrem no Brasil e 41 estão associadas com os frutos de 31 famílias. No entanto, para aproximadamente metade das espécies de Anastrepha assinaladas no Brasil, não há nenhum hospedeiro conhecido (Zucchi 2000). A mosca-do-mediterrâneo, Ceratitis capitata (Wied.), introduzida no Brasil no início do século XX, ocorre em vários estados, associada a 58 espécies de frutíferas de 21 famílias (Zucchi 2001).

A diversidade de moscas-das-frutas no semi-árido do Rio Grande do Norte é conhecida em razão dos levantamentos realizados no final dos anos 80, para o estabelecimento da área livre da mosca-das-cucurbitáceas, Anastrepha grandis (Macquart), na região de Mossoró/Assu. Entretanto, as informações sobre os hospedeiros das moscas-das-frutas e seus respectivos índices de infestação são escassas (Araujo et al. 2000).

Os objetivos deste trabalho foram (1) ampliar o conhecimento sobre a diversidade de moscas-das-frutas no semi-árido do Rio Grande do Norte e (2) verificar se também nessa região, as espécies de Anastrepha têm preferência pelos hospedeiros nativos e C. capitata pelos exóticos.

 

Material e Métodos

Coletas de moscas-das-frutas em armadilhas e em frutos foram realizadas nos municípios de Mossoró (5º 11' S - 37º 25' W) e Assu (5º 35' S - 36º 54' W), RN, de janeiro de 1999 a dezembro de 2000. A classificação climática dessa região, segundo Köppen, é clima muito quente, seco e com estação chuvosa atrasando-se do verão para o outono. A vegetação predominante é a caatinga que é composta de plantas xerófilas.

Para a captura das moscas-das-frutas foram utilizadas armadilhas do tipo McPhail (plástica) com proteína hidrolisada de milho a 5%, com 300 ml de solução por armadilha e densidade de uma armadilha para 10 ha. Semanalmente, o atrativo era renovado e os insetos capturados eram levados ao laboratório para triagem, conservando-se as moscas-das-frutas em álcool 70%.

Os frutos potencialmente hospedeiros de moscas-das-frutas foram amostrados das árvores e do solo, de acordo com a disponibilidade. Foram separados por espécie e local de coleta, pesados, contados e acondicionados em bandejas plásticas com vermiculita. Posteriormente, os pupários de Anastrepha spp. e C. capitata foram separados, contados e transferidos para recipientes com vermiculita úmida para emergência das moscas, que foram fixadas em álcool 70%.

Os índices de infestação foram calculados por meio do número médio de pupários por fruto e do número médio de pupários por quilo de fruto.

As moscas-das-frutas foram identificadas com base em Zucchi (2000), sendo os espécimes-testemunha depositados na coleção do Setor de Entomologia da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", Piracicaba, SP. O reconhecimento das espécies de frutíferas foi realizado com base na literatura e no herbário do Setor de Fitossanidade da Escola Superior de Agricultura de Mossoró, Mossoró, RN.

 

Resultados e Discussão

Coletou-se um número considerável de exemplares de C. capitata e Anastrepha spp. em Mossoró/Assu, apesar das condições climáticas (semi-árido) serem teoricamente desfavoráveis às altas populações de moscas-das-frutas. A maior quantidade de C. capitata (82,3%) em relação às espécies de Anastrepha (17,7%) é um registro notável, pois C. capitata não havia sido detectada na região até 1993 (Araujo et al. 2000).

Moscas-das-Frutas. Foram coletadas dez espécies: Anastrepha alveata Stone, A. dissimilis Stone, A. distincta Greene, A. montei Lima, A. obliqua (Macquart), A. pickeli Lima, A. sororcula Zucchi, A. zenildae Zucchi, Anastrepha sp. e C. capitata. Com exceção de A. distincta, as demais espécies já haviam sido detectadas na região (Araujo et al. 2000). Anastrepha sp. é uma espécie ainda não descrita relacionada a A. pickeli. O registro de Anastrepha fraterculus (Wied.) em outros trabalhos realizados na região é provavelmente incorreto, pois exemplares de A. zenildae haviam sido identificados como A. fraterculus (Araujo et al. 1996).

A diversidade de espécies de moscas-das-frutas foi semelhante à constatada na região semi-árida de Petrolina/Juazeiro (Haji & Miranda 2000). Das 11 espécies assinaladas nessa região apenas A. fraterculus, A. manihoti Lima e A. serpentina (Wied.) não foram detectadas em Mossoró/Assu. No norte de Minas Gerais, também região semi-árida, foi detectada uma maior diversidade de tefritídeos (21 espécies), provavelmente porque muitos dos locais de coleta foram pomares domésticos diversificados, que conseqüentemente, abrigavam maior diversidade de hospedeiros (Canal D. 1998a).

Plantas Hospedeiras. Os frutos de dezessete espécies de hospedeiros, dentre as 41 amostradas, foram infestados por pelo menos uma espécie de moscas-das-frutas. A. obliqua foi obtida de quatro espécies de Spondias, além de acerola (M. emarginata) e carambola (A. carambola) (Tabela 1). Entre as espécies de Anastrepha, A. zenildae infestou a maior diversidade de frutíferas. A goiaba e o juá são freqüentemente associados a A. zenildae (Araujo et al. 1996, Canal D. et al. 1998b). Essa espécie já tinha sido registrada como praga de goiaba no Rio Grande do Norte (Araujo & Zucchi 2003). A acerola, a cajarana e o kunquat estão sendo referidos pela primeira vez hospedeiros de A. zenildae. A cajarana é registrada pela primeira vez como hospedeira de A. sororcula. A espécie de Anastrepha próxima a A. pickeli foi detectada em frutos de maniçoba (M. glaziovii primeiro registro). C. capitata foi a espécie mais polífaga, infestou frutos de 13 espécies, dos quais juá, trapia e umbu são primeiros registros.

O maior número de espécies infestadas foi de Anacardiaceae, principalmente as espécies de Spondias (Tabela 1), como também ocorre no norte de Minas Gerais (Canal D. 1997). Dos hospedeiros de moscas-das-frutas na região, cajá-manga, jambo, carambola, tangerina e kunquat ocorrem apenas em alguns pomares domésticos. Entretanto, cajá, cajarana, umbu, trapia, maniçoba e juá possuem ampla distribuição, pois são componentes da vegetação nativa do semi-árido, a caatinga.

Índices de Infestação. As espécies de Anastrepha infestaram com maior intensidade juá, cajarana e goiaba, com índices médios de infestação de 67,7, 32,3 e 32,1 pupários/kg, respectivamente (Tabela 2). As infestações observadas em juá e cajarana foram menores do que as registradas no norte de Minas Gerais (94 e 55,5 pupários/kg, respectivamente) (Canal D. 1997). Em goiaba, as infestações também foram inferiores às obtidas em outras regiões. Em Ribeirão Preto, SP, a infestação de Anastrepha spp. em goiaba foi de 55,3 pupários/kg (Bressan & Teles 1991) e, no norte de Minas Gerais, o maior índice de infestação foi de 116 larvas de Anastrepha spp. por quilo de goiaba (Canal D. et al. 1998b). Portanto, apesar de as infestações em juá, cajarana e goiaba serem consideráveis em Mossoró/Assu (RN), os índices foram menores do que em outras regiões do Brasil.

A acerola e a carambola ficaram entre as frutíferas menos infestadas, com índices de 0,02 e 0,2 pupários/kg, respectivamente (Tabela 2). No entanto, A. obliqua ocorreu em altas infestações em acerola no Pará (Ohashi et al. 1997). Em Presidente Prudente, SP, o índice de infestação de A. obliqua em carambola foi de 262,7 pupários/kg (Souza Filho et al. 2000).

As maiores infestações de C. capitata ocorreram em kunquat, carambola, e serigüela (159,1, 118,8 e 34,2 pupários/kg, respectivamente) (Tabela 2). Apesar dos altos níveis de infestação, essas frutíferas não são comuns em Mossoró/Assu, nem mesmo nos pomares domésticos. No Estado de São Paulo (Souza Filho 1999), os níveis de infestação de C. capitata nesses três hospedeiros (kunquat 6,8, carambola 0,1 e serigüela 1,2 pupários/kg) foram inferiores aos constatados em Mossoró/Assu. Poucos exemplares de C. capitata foram obtidos em umbu, juá e trapia, sendo que as menores infestações ocorreram em umbu (0,04 pupários/kg) e juá (0,1 pupários/kg) (Tabela 2). Todavia, essas frutíferas são nativas da caatinga e possuem ampla distribuição regional. As demais árvores das quais foram coletados frutos infestados localizavam-se próximo a hospedeiros primários de C. capitata e, portanto, os frutos podem ter sido infestados ocasionalmente.

A origem do hospedeiro (nativo ou exótico) está relacionada com os níveis de infestação de moscas-das-frutas em Mossoró/Assu. Os frutos nativos foram mais infestados pelas espécies de Anastrepha (Fig. 1) e os exóticos por C. capitata (Fig. 2). Portanto, a exploração dos hospedeiros por Anastrepha spp. e pela mosca-do-mediterrâneo, no semi-árido do Rio Grande do Norte, é semelhante ao que tem sido observado para outras regiões brasileiras (e.g. Malavasi & Morgante 1980).

 

 

 

 

O conhecimento dos hospedeiros primários e secundários das moscas-das-frutas em uma região é muito importante para os programas de manejo. Baseando-se nos níveis de infestação, freqüência dos frutos atacados no campo e distribuição regional, juá, cajarana e goiaba são hospedeiros primários de Anastrepha spp. e apenas serigüela é hospedeiro primário de C. capitata, em Mossoró/Assu. Apesar dos altos índices de infestação em kunquat e carambola, estes não são considerados hospedeiros primários de C. capitata, em razão da distribuição limitada dessas fruteiras na região.

 

Agradecimentos

À FAPESP pelo apoio financeiro ao primeiro autor. Aos estagiários Leonardo Alves e Patrícia A. R. Lopes pelo auxílio no laboratório. Ao Eng. Agr. Lazaro Roberto (COEX) pela ajuda nas atividades de campo. À ESAM pelo apoio logístico.

 

Literatura Citada

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Received 29/X/03. Accepted 24/V/05.

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