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Neotropical Entomology

versão impressa ISSN 1519-566Xversão On-line ISSN 1678-8052

Neotrop. Entomol. v.34 n.6 Londrina nov./dez. 2005

https://doi.org/10.1590/S1519-566X2005000600011 

BIOLOGICAL CONTROL

 

Desenvolvimento e exigências térmicas de Trichogramma pretiosum Riley (Hymenoptera: Trichogrammatidae) em ovos de Bonagota cranaodes (Meyrick) (Lepidoptera: Tortricidae)

 

Development and thermal requirements of Trichogramma pretiosum Riley (Hymenoptera: Trichogrammatidae) on eggs of Bonagota cranaodes (Meyrick) (Lepidoptera: Tortricidae)

 

 

Fabiana L. da FonsecaI; Adalecio KovaleskiII; Josemar ForestiIII; Rudiney RingenbergIV

IDepto. Zoologia/Setor de Ciências Biológicas – UFPR, C. postal 19020, 81531-980 Curitiba, PR
IIEmbrapa Uva e Vinho, C. postal 1513, 95200-000, Vacaria, RS
IIIDepto. Fitossanidade, FAEM/UFPel, C. postal 354, 96010-900, Pelotas, RS
IVDepto. Entomologia, Fitopatologia e Zoologia Agrícola, USP, C. postal 9, 13418-900 Piracicaba, SP

 

 


RESUMO

O objetivo do trabalho foi estudar o desenvolvimento do parasitóide Trichogramma pretiosum Riley em ovos de Bonagota cranaodes (Meyrick), sob diferentes temperaturas. Foram utilizadas sete temperaturas constantes (14, 18, 20, 22, 25, 28 e 30ºC), umidade de 70 ± 10% e fotoperíodo de 14h. Foram utilizadas 40 repetições com 20 ovos parasitados de B. cranaodes mantidos em tubos de vidro (8,5 x 2,5 cm), vedados com filme plástico transparentes. Para o cálculo do limiar inferior de temperatura (Tb) e da constante térmica (K) foi utilizado o método da hipérbole. A Tb foi de 11,9ºC e a constante térmica 153,4 GD. A faixa de temperatura mais adequada para a criação de T. pretiosum situou-se entre 25ºC e 30ºC, quando se obteve o menor ciclo ovo-adulto, maiores taxas de emergência e o maior número de indivíduos emergidos por ovo.

Palavras-chave: Parasitóide de ovos, lagarta-enroladeira-da-maçã, controle biológico, limiar inferior de temperatura


ABSTRACT

The aim of this study was to evaluate the development of Trichogramma pretiosum Riley on eggs of Bonagota cranaodes (Meyrick) under different temperatures. B. cranaodes eggs were maintained under seven constant temperatures (14, 18, 20, 22, 25, 28 and 30ºC), 70 ± 10% R.H. and, 14 h L. Forty replicates with 20 parasitized eggs each were kept in glass tubes (8.5 x 2.5 cm) covered with a plastic film. The method of hyperbole was used to calculate the temperature threshold (Tb) and the thermal constant (K). The Tb obtained was 11.9ºC and to thermal constant was 153,4 DD. The most favorable temperature range was from 25ºC to 30ºC, at which the shortest egg-adult development period and the highest survivorship were observed.

Key words: Egg parasitoid, apple leafroller, biological control, thermal threshold


 

 

A lagarta-enroladeira-da-maçã, Bonagota cranaodes (Meyrick), é considerada praga-chave em pomares de maçã na Região Sul do Brasil e também tem sido registrada na Argentina e no Uruguai (Nuñez et al. 1988). Nos últimos anos os danos provocados pelo inseto têm sido consideráveis, principalmente pelas dificuldades de monitoramento e pela baixa eficiência dos inseticidas químicos empregados para o seu controle. Estima-se que as perdas anuais causadas pela praga situam-se entre 3% e 5% (Kovaleski et al. 1998).

Uma alternativa para o controle da praga é o emprego de inimigos naturais através do controle biológico. Entretanto, poucos são os estudos registrados de inimigos naturais associados a ela. Na literatura nacional existem apenas citações da ocorrência de parasitismo natural (Botton et al. 2002). Recentemente, levantamentos foram realizados em pomares comerciais de macieira em Fraiburgo, SC, onde foram coletadas posturas de B. cranaodes parasitadas por Trichogramma pretiosum Riley, sendo o primeiro registro da ocorrência de T. pretiosum parasitando ovos da lagarta-enroladeira em pomares comerciais de macieira no Brasil (Lino et al. 2004). No Uruguai, T. pretiosum e Trichogramma exiguum Pinto & Platner são as duas espécies encontradas parasitando ovos de B. cranaodes e de uma outra praga associada a essa cultura, Argyrotaenia spharelopa (Meyrick) (Basso et al. 1998).

A ocorrência de Trichogramma tem sido constatada em ovos de pragas que atacam as culturas do milho, do arroz, da cana-de-açúcar, do sorgo, da oliveira, da beterraba, do tomate, de florestas, de pomares, de hortaliças, do algodão, da mandioca e ornamentais (Nikonov et al 1991, Pratissoli & Parra 2001, Parra & Zucchi 2004). O parasitóide T. pretiosum já é utilizado com sucesso na Colômbia e no nordeste do Brasil (Petrolina, PE e Juazeiro, BA) no controle da Tuta absoluta (Meyrick) através de liberações inundativas (Faria Jr. 1992, Haji et al. 2002).

Dentre os fatores físicos, a temperatura exerce a maior influência sobre os aspectos biológicos de espécies de Trichogramma, tais como: fecundidade, duração do ciclo de desenvolvimento, razão sexual, viabilidade e longevidade (Harrison et al. 1995).

Do ponto de vista prático, a determinação das exigências térmicas de parasitóides do gênero Trichogramma pode auxiliar na sua produção massal, no estudo da influência dos hospedeiros sobre o desenvolvimento do parasitóide, nos trabalhos que visam conhecer o desempenho da espécie ou linhagem no campo, bem como no potencial de reprodução dos parasitóides em relação a uma determinada praga (Parra et al. 1991).

O objetivo deste trabalho foi determinar as exigências térmicas de T. pretiosum, em ovos da lagarta-enroladeira B. cranaodes visando à criação do parasitóide em laboratório bem como fornecer subsídios à racionalização de liberações em campo do parasitóide.

 

Material e Métodos

A linhagem de T. pretiosum LM foi coletada em uma área com plantio de tomate, na região de Bento Gonçalves, RS. Cartelas contendo ovos de B. cranaodes foram grampeadas nas folhas do tomateiro e após 24h estas foram retiradas e levadas ao laboratório para observação do parasitismo. Parasitóides obtidos dessas posturas coletadas no campo foram mantidos em laboratório sobre ovos do hospedeiro alternativo Anagasta kuehniella (Zeller) em câmara climatizada a 25ºC, umidade relativa de 70 ± 10% e fotofase de 14 h, sendo os adultos alimentados com mel. Para multiplicação da linhagem, foram oferecidos ovos do hospedeiro alternativo, colados com goma arábica 30%, em cartelas de cartolina azul celeste (1 x 2 cm) (Parra et al. 1989) e previamente inviabilizados pela exposição a lâmpada germicida, por 45 min. (Stein & Parra 1987). As cartelas com os ovos parasitados foram mantidas nas condições de temperatura, umidade relativa e fotofase citadas anteriormente.

Para a determinação das exigências térmicas da linhagem LM, posturas (20 ovos/cada) de B. cranaodes com idade de 12h foram oferecidas às fêmeas à temperatura de 25ºC durante 24h para permitir o parasitismo. Passado esse período, as posturas foram incubadas em tubos de vidro (8,5 x 2,5 cm) fechados com filme plástico transparente (Magipack®) e transferidos para câmaras climatizadas BOD (14, 18, 20, 22, 25, 28 e 30ºC 14 hL). Foram utilizadas 40 repetições por temperatura, sendo cada postura considerada uma repetição. Os parâmetros avaliados foram duração do ciclo (ovo-adulto) obtida através de observações diárias; porcentagem de emergência (viabilidade), efetuada através da contagem de ovos do hospedeiro que apresentavam orifício de saída dos adultos; razão sexual, calculada pela fórmula: rs = nº de fêmeas/ (nº de fêmeas + nº de machos), sendo o sexo dos indivíduos determinado com base nas características morfológicas das antenas (Bowen & Stern 1966) e o número médio de parasitóides emergidos por ovo do hospedeiro dentro de cada postura. O delineamento estatístico utilizado foi o inteiramente casualizado, os dados submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade, pelo sistema de análise estatística SANEST (Zonta et al. 1986).

Para determinação das exigências térmicas o limite térmico inferior de desenvolvimento (Tb) e a constante térmica (K) foram calculados pelo método da hipérbole (Haddad et al. 1999), baseando-se na duração do ciclo (ovo-adulto) obtido nas diferentes temperaturas.

O número de gerações anuais foi estimado para condições de laboratório considerando-se a temperatura constante de 25ºC, e para condições naturais de campo utilizando-se as normais térmicas registradas durante 10 anos do município de Caxias do Sul, RS (Brasil 1992).

 

Resultados e Discussão

A duração média do ciclo (ovo-adulto) da linhagem de T. pretiosum LM sobre ovos da lagarta-enroladeira foi afetada significativamente pela temperatura, ocorrendo um aumento na velocidade de desenvolvimento com a elevação térmica até 25ºC (Tabela 1). O período médio de desenvolvimento a 14ºC foi quase seis vezes maior do que a 25ºC, demonstrando a capacidade de adaptação da espécie a diferentes condições ambientais. O parasitóide pode prolongar seu ciclo por até 75 dias sem que isso altere significativamente a sua sobrevivência.

 

 

Foi observado que quanto mais baixa a temperatura, maior o intervalo de variação no desenvolvimento do inseto, sendo observado um intervalo de 48,5 - 75 dias a 14ºC e 7,8 - 10 dias a 30ºC (Tabela 1).

A porcentagem de emergência da linhagem LM criada em ovos de B. cranaodes foi influenciada pela variação da temperatura sendo mais elevada a 30ºC (Tabela 1). A menor sobrevivência observada ocorreu a 14ºC, onde se constatou que indivíduos tentavam perfurar o plástico do substrato de postura ocasionando desgaste e posterior morte dos mesmos.

A razão sexual da linhagem LM foi afetada pela temperatura (Tabela 1). Foi observado que nas temperaturas de 14ºC e 28ºC ocorreu desvio significativo da razão sexual com a emergência de maior número de fêmeas, em relação à temperatura de 18ºC. Russo & Voegelé (1982), estudando quatro espécies de Trichogramma em diferentes temperaturas, observaram que duas espécies apresentaram maior número de fêmeas nas temperaturas extremas (13 e 30ºC). Segundo Bowen & Stern (1966) a temperatura interfere na razão sexual de Trichogramma, podendo-se obter maior proporção de machos em temperaturas superiores a 30ºC. Esses resultados também foram confirmados em estudos da influência do stress térmico sobre características biológicas, de indivíduos de T. pretiosum submetidos a temperaturas extremas Oliveira et al. (2003).

O número médio de parasitóides emergidos por ovo foi sempre superior a um indivíduo em todas as temperaturas estudadas (Tabela 1). O maior número de parasitóides por ovo foi obtido quando esse inimigo natural foi mantido na temperatura de 28ºC havendo, portanto, mortalidade diferencial dos imaturos nos diferentes regimes térmicos testados (Cônsoli et al. 1999). Pratissoli & Parra (2000) verificaram que em dois hospedeiros o maior número de parasitóides por ovo foi obtido na temperatura de 25ºC.

Em função da velocidade de desenvolvimento nas diferentes temperaturas (14, 18, 20, 22, 25, 28 e 30ºC), no período ovo-adulto, pôde-se determinar o limite térmico inferior de desenvolvimento - Tb (11,9) e a constante térmica - K (153,7 GD) (Fig. 1). Os valores de Tb e K encontrados para a linhagem de T. pretiosum em estudo aproximam-se dos relatados para parasitóides desse gênero, mas ambos parâmetros estimados (Tb e K) podem variar com o hospedeiro utilizado e a linhagem de Trichogramma em estudo (Calvin et al. 1974, Bleicher & Parra 1990)

 

 

Com base na temperatura média mensal da região de Caxias do Sul, RS e nas exigências térmicas de T. pretiosum (LM) verificou-se que o parasitóide pode completar 10,5 gerações ao longo do ano (Tabela 2). Nas épocas do ano em que as temperaturas permanecem abaixo da Tb dessa linhagem, a utilização do parasitóide em programas de controle biológico aplicado deve ser discutida, porque a sobrevivência do parasitóide nessas temperaturas poderia ser afetada, limitando sua eficiência como agente de controle biológico. O número de gerações anuais encontradas para T. pretiosum (LM) foi 38,4 para condições de laboratório, considerando-se a temperatura constante de 25ºC.

 

 

Com base nos resultados obtidos, conclui-se que a faixa de temperatura mais adequada para o desenvolvimento de T. pretiosum em ovos de B. cranaodes está entre 25ºC e 30ºC, semelhante àquela proposta por Harrison et al. (1985). No entanto, Trichogramma distinctum Zucchi e T. galloi, apresentaram taxa ótima de desenvolvimento entre 20ºC e 30ºC, com taxas de emergência superiores em relação àquelas encontradas neste trabalho (Parra et al. 1991).

Os resultados demonstraram desenvolvimento satisfatório de T. pretiosum em ovos de B. cranaodes na temperatura de 25ºC. No entanto, seriam necessários estudos quanto à sobrevivência e capacidade de parasitismo desse parasitóide nas temperaturas entre 14ºC e 20ºC, que são àquelas registradas para o município de Caxias do Sul, RS. Alguns resultados obtidos por Basso et al. (1998) quando estudaram caracteres biológicos de T. pretiosum e T. exiguum sob ovos de A. spharelopa e B. cranaodes já indicaram que T. pretiosum e T. exiguum não podem ser liberados durante períodos de temperatura inferiores a 15ºC.

A utilização prática desses parasitóides no controle de B. cranaodes pode ter implicações negativas principalmente nos períodos em que a temperatura ambiente está abaixo daquela adequada ao seu desenvolvimento. Diante deste fato, as populações devem sofrer adaptações que permitam a sua permanência no campo mesmo nessas condições térmicas. O uso de Trichogramma pode vir a ser uma alternativa no controle de B. cranaodes, porém, aspectos limitantes como as espécies de Trichogramma utilizadas, o parasitismo em temperaturas extremas, bem como o impacto dos inseticidas sobre populações do parasitóide devem ser amplamente investigados para que este possa expressar o seu potencial quando utilizado no campo.

 

Agradecimentos

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS) pelo suporte financeiro fornecido a este projeto.

 

Literatura Citada

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Received 21/II/05. Accepted 18/VI/05.

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