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Neotropical Entomology

Print version ISSN 1519-566XOn-line version ISSN 1678-8052

Neotrop. Entomol. vol.36 no.2 Londrina Mar./Apr. 2007

http://dx.doi.org/10.1590/S1519-566X2007000200014 

CROP PROTECTION

 

Susceptibilidade de seis cultivares de café arábica às moscas-das-frutas (Diptera: Tephritoidea) em sistema orgânico com e sem arborização em Valença, RJ

 

Susceptibility of six arabic coffee cultivars to fruit flies (Diptera: Tephritoidea) under shaded and unshaded organic management in Valença, State of Rio de Janeiro, Brazil

 

 

Elen L. Aguiar-MenezesI; Silvana A.S. SouzaII; Carlos M.A. SantosII; André L.S. ResendeII; Pedro C. StrikisIII; Janaína R. CostaI; Marta S.F. RicciI

IEmbrapa Agrobiologia. Rodovia BR 465, km 7. C. postal 74505, 23890-000 Seropédica, RJ menezes@cnpab.embrapa.br; janaina@cnpab.embrapa.br; marta@cnpab.embrapa.br
IIBolsista de Iniciação Científica, UFRuralRJ/Embrapa Agrobiologia, Seropédica, RJ
IIIPós-graduado da Univ. Estadual de Campinas, Instituto de Biologia, Depto. Parasitologia, 13083-970 Campinas, SP, strikis@uol.com.br

 

 


RESUMO

Foram determinados os índices de infestação por moscas-das-frutas em seis cultivares de Coffea arabica L. nos sistemas com e sem arborização, sob manejo orgânico. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com parcelas sub-subdivididas e quatro repetições. Uma amostra de 250 g de frutos maduros por parcela foi colhida em maio de 2005. As cultivares ‘Icatu Amarelo’ e ‘Catucaí Amarelo’ mostraram menor susceptibilidade aos tefritídeos, nos dois sistemas de cultivo. Quanto aos lonqueídeos, ‘Oeiras’, ‘Catucaí Amarelo’ e ‘Catuaí Vermelho’ foram as cultivares menos susceptíveis no sistema arborizado, não havendo diferença entre as cultivares no sistema sem arborização. Dos frutos foram obtidas as seguintes espécies de Tephritidae: Ceratitis capitata (Wiedemann), Anastrepha fraterculus (Wiedemann) e A. sororcula Zucchi (Tephritidae). Os lonqueídeos foram representados por: Neosilba bifida Strikis & Prado, N. certa (Walker), N. glaberrima (Wiedemann), N. pendula (Bezzi), N. pseudopendula (Korytkowski & Ojeda), Dasiops rugifrons Hennig, Neosilba n.sp.10 e Neosilba n.sp.14.

Palavras-chave: Tephritidae, Lonchaeidae, Coffea arabica, índice de infestação


ABSTRACT

The infestation indices by fruit flies were determined for six cultivars of Coffea arabica L. in shaded and unshaded systems under organic management. The experiment was set in a completely randomized design with a split-split-plot arrangement and four replicates. A 250g-sample of maturing fruits per plot was harvested in May 2005. The cultivars ‘Icatu Amarelo’ and ‘Catucaí Amarelo’ were the least susceptible to attack by tephritids in both systems. As for lonchaeids, ‘Oeiras’, ‘Catucaí Amarelo’ and ‘Catuaí Vermelho’ were the least susceptible cultivars in the shaded system, and there was no difference among the cultivars in the unshaded system. The following tephritid species were obtained: Ceratitis capitata (Wiedemann), Anastrepha fraterculus (Wiedemann) and A. sororcula Zucchi (Tephritidae). Lonchaeids were represented by Neosilba bifida Strikis & Prado, N. certa (Walker), N. glaberrima (Wiedemann), N. pendula (Bezzi), N. pseudopendula (Korytkowski and Ojeda), Dasiops rugifrons Hennig, Neosilba n.sp.10 and Neosilba n.sp.14.

key words: Tephritidae, Lonchaeidae, Coffea arabica, infestation index


 

 

Em 2005, as exportações de café alcançaram 2,5 bilhões de dólares, sendo o Sudeste responsável pela maior parte da produção nacional (SECEX 2006). O modelo de cafeicultura adotado no Brasil caracteriza-se pelo monocultivo a pleno sol, desconsiderando-se a idéia de se cultivar o café abaixo do dossel das florestas. Após a Segunda Guerra Mundial, adotou-se o pacote tecnológico industrial, com ênfase no uso de agroquímicos sintéticos (Matiello & Siqueira 1999). Todavia, esse modelo tem-se mostrado insustentável dos pontos de vista econômico, social e ambiental (Haggar et al. 2001).

Novos nichos de mercado para o café vêm crescendo, dentre eles, destaca-se o de café orgânico. Na cafeicultura orgânica, a diversificação do sistema pode ser obtida pela incorporação de árvores que proporcionam diversos serviços ecológicos, além de serem fontes de alimentos e madeira para as famílias rurais. A presença de árvores no sistema influencia a dinâmica das pragas, pois grande parte da ocorrência e do impacto das pragas nos cultivos arborizados de café está relacionada ao manejo das árvores associadas aos cafeeiros (Guharay et al. 2001).

As moscas-das-frutas, especialmente as da família Tephritidae, têm sido registradas em cafezais de diferentes regiões do mundo, que atuam como repositórios naturais de espécies-pragas que danificam frutas de importância econômica (White & Elson-Harris 1992). Todavia, essas moscas, especialmente Ceratitis capitata (Wiedemann), são também pragas de café em outros países (Abasa 1973), e vêm assumindo grande importância econômica em cafezais no Brasil, principalmente na Bahia e Minas Gerais (Cividanes et al. 1993, Baeta Neves et al. 2002). Essas constatações têm incentivado pesquisas sobre o comportamento de diferentes variedades e/ou cultivares de café em relação à infestação de moscas-das-frutas (Raga et al. 1996, 2002; Torres 2004).

Este estudo teve o objetivo de avaliar a susceptibilidade de seis cultivares de café arábica às moscas-das-frutas (Tephritidae e Lonchaeidae), sob condições naturais, em dois sistemas de cultivo orgânico de café, com e sem arborização.

 

Material e Métodos

O estudo foi conduzido em áreas experimentais de Coffea arabica L. (Rubiaceae), sob manejo orgânico: uma com cafeeiros sem arborização (monocultivo a pleno sol) e a outra com cafeeiros associados a árvores para sombreamento, ambas instaladas a 610 m de altitude, em Barão de Juparanã, Valença, RJ (22º11’S, 43º41’W).

O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com quatro repetições, em esquema de parcelas sub-subdivididas, com 24 tratamentos. Na parcela avaliaram-se dois sistemas de cultivo de cafeeiros: com e sem arborização. Nas subparcelas foram avaliadas seis cultivares (Catuaí Vermelho 144, Catucaí Amarelo 2SL, Icatu Amarelo IAC 3282, Obatã IAC 1669-20, Oeiras MG 6851 e Tupi IAC 1669/33) e, nas sub-subparcelas, ora avaliaram-se duas famílias de moscas-das-frutas e ora onze espécies dessas moscas (das quais duas ainda não foram formalmente descritas). Cada parcela experimental media 27,3 x 10 m e era constituída de quatro linhas de cafeeiros, com quatro anos de idade e espaçamento de 2,5 x 0,7 m. As duas linhas centrais foram consideradas parcela útil. No sistema arborizado, utilizaram-se como árvores de sombra a bananeira (Musa sp. var. Prata Comum), no espaçamento de 3 x 5 m, e Erithrina verna Vell. (Leguminosae), no espaçamento de 9 x 5 m.

Em cada parcela foi coletada aleatoriamente uma amostra de 250 g de café no estágio cereja nos quatro quadrantes das regiões do terço superior e mediano das plantas. As amostras foram transportadas em sacos de papel ao laboratório, onde os frutos de cada parcela foram acondicionados separadamente em bandejas plásticas (40 x 30 x 6 cm), com areia umedecida e autoclavada (± 2 cm) como substrato para as larvas empuparem. Após 15 a 25 dias, o substrato foi peneirado para a coleta dos pupários. Os frutos apodrecidos foram abertos para a retirada de pupários remanescentes.

Para cada parcela, os pupários foram contados e acondicionados separadamente, em copos plásticos transparentes (250 ml) com areia umedecida e autoclavada (± 2 cm), que foram acondicionados em potes plásticos (2 L) e tampados com organza, mantidos a 25 ± 3ºC e 80% UR, para emergência dos insetos. Diariamente, em um período de 30 dias, verificava-se a umidade do substrato e observava a emergência das moscas. Os insetos foram alimentados com mel e água por dois a três dias, sendo então mortos e fixados em álcool 70%, em frascos devidamente rotulados para posterior identificação específica. Espécimes-testemunha de Tephritidae foram depositados na Coleção Entomológica "Ângelo Moreira Costa Lima", do Instituto de Biologia da UFRRJ (Seropédica, RJ), e os de Lonchaeidae foram depositados na coleção entomológica do Departamento de Parasitologia do Instituto de Biologia da UNICAMP (Campinas/SP).

As variáveis determinadas para cada cultivar foram índice de infestação (número médio de pupários independentemente da emergência de adultos obtidos das quatro amostras de café) e sobrevivência pupal (percentagem de pupários com emergência de mosca sobre o total de pupários).

As variáveis que atenderam às pressuposições da análise de variância, como normalidade e homogeneidade de variância, foram submetidas a ANOVA através do programa SISVAR v.4.3 (Ferreira 2003), sendo as médias dos tratamentos comparadas pelo teste de Scott-Knott (P = 0,05). Para as variáveis que não atenderam as pressuposições do modelo matemático foi utilizado o teste de Kruskal-Wallis (P = 0,05), através do programa SAEG (2005).

 

Resultados e Discussão

Das amostras de café, nos dois sistemas de cultivo, foram obtidos representantes de Tephritidae (86% dos adultos emergidos) - C. capitata, Anastrepha fraterculus (Wiedemann) e A. sororcula Zucchi – e Lonchaeidae (14%) - Neosilba bifida Strikis & Prado, N. certa (Walker), N. glaberrima (Wiedemann), N. pendula (Bezzi) e N. pseudopendula (Korytkowski & Ojeda), e duas espécies em fase de descrição: Neosilba n.sp.10 e Neosilba n.sp.14 (Tabela 1). Apenas 4% dos adultos de Lonchaeidae pertenciam a Dasiops rugifrons Hennig (primeiro registro dessa espécie em café). Já registraram N. certa em café no município de San Pablo, Antioquia, Colômbia (Yepes & Velez 1989). Com exceção da N. bifida e Neosilba n.sp.10, que são espécies primárias (infestam os frutos antes do ataque por outras espécies de moscas), as demais espécies são invasoras secundárias ou oportunistas por atacarem frutos previamente infestados por larvas de outros insetos, especialmente tefritídeos (McAlpine & Steyskal 1982).

 

 

Nas dez espécies de moscas-das-frutas obtidas no presente estudo, não houve diferenças quanto ao número de espécimes recuperados dentro de cada cultivar sob ambos os sistemas de cultivos (Tabela 1). No sistema a pleno sol, o número de machos de Anastrepha obtidos da cultivar Tupi foi maior que da ‘Icatu Amarelo’, enquanto no sistema arborizado, o número de machos obtidos dos frutos de ‘Tupi’ foi maior que na cultivar Catucaí Amarelo.

A. fraterculus foi mais abundante nos dois sistemas de cultivo, seguida por A. sororcula. Esses resultados diferem dos obtidos por outros autores brasileiros, que verificaram a predominância de C. capitata em café (hospedeiro preferido). Em municípios paulistas, registrou-se a predominância de C. capitata sobre os lonqueídeos e Anastrepha em vários cultivares café (Raga et al. 1996, 2002). Entretanto, esses autores não observaram emergência de Anastrepha de frutos de ‘Icatu Amarelo’ e ‘Obatã’, provavelmente devido ao pequeno número de frutos coletados. Em Planalto, segundo Torres (2004), 95,7% das moscas obtidas de ‘Catuaí Vermelho’ pertenciam a C. capitata. No presente estudo, a cultivar Tupi apresentou 2,4 vezes mais machos de Anastrepha do que ‘Icatu Amarelo’, sendo o número de fêmeas de A. fraterculus semelhante entre as duas cultivares. C. capitata não infestou frutos de ‘Oeiras’ (nos dois sistemas de cultivo) e de ‘Catucaí Amarelo’, ‘Obat㒠e ‘Catuaí Vermelho’ (sistema arborizado).

É provável que a presença do fragmento de Mata Atlântica próximo ao experimento interferiu nos resultados obtidos, explicando a predominância de Anastrepha sobre C. capitata nos frutos de café no local estudado, uma vez que movimentos de moscas-das-frutas para busca de sítios de oviposição (frutos maduros) entre vegetação silvestre e pomares comerciais já foram bem documentados (Kovaleski et al. 1999). De acordo com Spolidoro (2001), nesse fragmento de mata, há mirtáceas, especialmente araçá-comum (Psidium guineense Sw.) e gabiroba (Campomanesia guaviroba (D.C.) cujos frutos são hospedeiros de A. fraterculus e A. sororcula (v. Zucchi 2000). Em contrapartida, baseando-se na lista de hospedeiros de C. capitata (v. Zucchi 2001), nenhuma das espécies arbóreas catalogadas é considerada hospedeira dessa praga.

Os índices médios de infestação por tefritídeos diferiram significativamente entre as seis cultivares de café nos dois sistemas de cultivo (Tabela 2). ‘Icatu Amarelo’ e ‘Catucaí Amarelo’ mostraram menor susceptibilidade aos tefritídeos, nos dois sistemas, sendo que no sistema sem arborização não diferiram significativamente de ‘Obat㒠e, no sistema arborizado, não diferiram de ‘Oeiras’ e ‘Catuaí Vermelho’. Os índices de infestação dos lonqueídeos diferiram entre as cultivares apenas no sistema de café arborizado. As cultivares menos susceptíveis aos lonqueídeos foram ‘Oeiras’, ‘Catucaí Amarelo’ e ‘Catuaí Vermelho’. Essas diferenças podem estar relacionadas às variações nas características morfológicas e/ou físico-químicas dos frutos das cultivares, afetando o comportamento de oviposição das moscas-das-frutas (Katsoyannos 1989). Raga et al. (2002) também observaram diferenças no nível de infestação entre cultivares de café arábica, sendo que ‘Catuaí Vermelho’ foi a mais infestada por tefritídeos entre 12 cultivares avaliadas, que também incluíam ‘Catucaí’, ‘Icatu Amarelo’ e ‘Obatã’. Essas diferenças apontam para uma diversidade genética quanto à susceptibilidade de C. arabica às moscas-das-frutas.

 

 

Os índices médios de infestação dos frutos para as cultivares Icatu Amarelo e Catuaí Vermelho, nos dois sistemas de cultivo, foram superiores aos observados por Raga et al. (1996) em Pindorama (SP). Torres (2004) observou menor índice médio de infestação de frutos de ‘Catuaí Vermelho’ por tefritídeos em sistema a pleno sol (78,77 pupários/kg de frutos), mas sobrevivência pupal superior (97,6%). Essas diferenças podem ser causadas, pelo menos em parte, pelas condições macroclimáticas locais.

As sobrevivências médias dos pupários não diferiram entre as seis cultivares de café nos dois sistemas de cultivo para ambas as famílias de moscas-das-frutas (Tabela 2), portanto, as condições de criação das larvas frugívoras no laboratório foram uniformes para as cultivares. Baseando-se nos resultados obtidos, é possível concluir que tefritídeos e lonqueídeos são capazes de infestar frutos dos seis cultivares de café avaliados neste experimento. Todavia, no geral, as seis cultivares de café mostraram-se mais susceptíveis à infestação por moscas-das-frutas em sistema sem arborização.

 

Agradecimentos

Os autores agradecem à Embrapa Gado de Leite pela concessão da área na Fazenda Santa Mônica para o cultivo do café, tornando possível a condução do experimento. À Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) pela concessão da bolsa de iniciação científica ao segundo e terceiro autores (processo nº E-26/152.199/2003 e E-26/152.231/2004, respectivamente) e ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) pela bolsa PIBIC ao quarto autor (processo No. 101.163/2003-7).

 

Referências

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Received 20/II/06. Accepted 11/X/06.

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