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Biota Neotropica

On-line version ISSN 1676-0611

Biota Neotrop. vol.7 no.3 Campinas  2007

http://dx.doi.org/10.1590/S1676-06032007000300040 

SHORT COMMUNICATIONS

 

O primeiro registro de Sinningia gigantifolia Chautems (Gesneriaceae) no estado de São Paulo

 

Sinningia gigantifolia Chautems (Gesneriaceae) first record in the São Paulo State

 

 

Frederico Alexandre Roccia Dal Pozzo ArzollaI ,II, 1; Gláucia Cortez Ramos de PaulaI; Alain Philippe ChautemsIII; George John ShepherdIV

IInstituto Florestal, Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo – SMA-SP, Rua do Horto 931, CEP 02377-000, São Paulo, SP, Brasil, e-mail: glaucia@iflorestal.sp.gov.br
IIPrograma de Pós-Graduação em Biologia Vegetal, Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, CP 6109, CEP 13083-970, Campinas, SP, Brasil
IIIConservatoire et Jardin Botaniques, Ch. de l'Impératrice, CP 60, CH-1292 Chambésy, Genève, Switzerland, Brasil, e-mail: alain.chautems@ville-ge.ch
IVDepartamento de Botânica, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, CP 6109, CEP 13083-970, Campinas, SP, Brasil, e-mail: george@unicamp.br

 

 


RESUMO

Sinningia gigantifolia Chautems é uma espécie rupícola restrita à Serra da Mantiqueira e partes altas da Serra do Mar, que ocorre principalmente em formações florestais. O presente trabalho apresenta o primeiro registro desta espécie para o Estado de São Paulo, na Serra do Baú, em São Bento do Sapucaí. Uma descrição completa da espécie, uma análise da sua distribuição e uma alteração na chave de identificação do gênero Sinningia da Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo são fornecidas.

Palavras-chave: Flora do Estado de São Paulo, Serra da Mantiqueira, Serra do Baú, espécie rupícola, habitat, chave de identificação.


ABSTRACT

Sinningia gigantifolia Chautems is a rupicolous species restricted to the Serra da Mantiqueira and higher parts of the Serra do Mar in SE Brazil, ocurring mainly in forest formations. This note presents the first record of this species for São Paulo State, from the Serra do Baú, in São Bento do Sapucaí. A full species description, an analysis of its distribution and a revised key to the genus Sinningia for the Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo are provided.

Keywords: São Paulo State Flora, Serra da Mantiqueira, Serra do Baú, rupicolous species, habitat, identification key.


 

 

Introdução

A Serra da Mantiqueira pelas suas elevadas altitudes apresenta formações vegetais de campos de altitude e rupestres, florestas montanas a alto-montanas, incluindo a floresta com araucária. A região mais conhecida é a de Itatiaia, no Estado do Rio de Janeiro, que tem sido estudada desde o século XIX (Martinelli 1996).

No Estado de São Paulo tem sido alvo de poucas pesquisas, das quais destacam-se aquelas desenvolvidas no Parque Estadual de Campos do Jordão (Mattos & Mattos 1982, Robim et al. 1990, Los 2004) e, mais recentemente, na Serra do Lopo, Serra dos Poncianos e Serra Fina.

Além dessas pesquisas, várias expedições de coleta botânica têm sido realizadas, visando amostrar a flora da Serra da Mantiqueira. Como são poucos os estudos florísticos realizados até o momento, essas coletas constituem importantes registros de espécies, cujo material botânico encontra-se depositado nas coleções de herbários do Estado. Entre outras plantas de interesse, foi coletado material de uma espécie bastante ornamental de Gesneriaceae que é uma nova ocorrência para o Estado de São Paulo.

A família Gesneriaceae foi descrita na Flora Fanerogâmica de São Paulo, apresentando seis gêneros e cinquenta e uma espécies. No gênero Sinningia, os autores descreveram vinte e duas espécies (Chautems & Matsuoka 2003). A espécie Sinningia gigantifolia não foi incluída na ocasião por não haver coleta da espécie até aquele momento para o Estado de São Paulo.

 

Materiais e Métodos

A Serra do Baú situa-se no município de São Bento do Sapucaí. Apresenta as formações geológicas denominadas Bauzinho, Pedra do Baú e Ana Chata (Figura 1). Essas formações apresentam alinhamento NE-SW. A Pedra do Baú é o ponto mais alto desse conjunto de formações, alcançando 1.950 m de altitude (Andrade et al. 1992).

 

 

Essa área foi proposta por pesquisadores do Instituto Florestal, como Monumento Natural Estadual, em função das magníficas formações geológicas ali existentes (Andrade et al. 1992). Situa-se na Área de Proteção Ambiental Sapucaí-Mirim, criada pelo Decreto Estadual nº 43.285, de 3 de julho de 1998 (São Paulo 2000).

Na base dessas formações, ocorrem remanescentes secundários da Floresta Ombrófila Mista e Floresta Ombrófila Densa e na parte superior delas, existe a vegetação de campo rupestre, com árvores e arbustos de pequeno porte sobre rocha (São Paulo 2000).

O clima regional foi definido como mesotérmico úmido, sem estação seca definida, do tipo Cfb, segundo o Sistema Internacional de Classificação Climática de Köppen, sendo comum a ocorrência de geadas (Seibert et al. 1975).

O material botânico de Sinningia gigantifolia foi coletado e herborizado, conforme Fidalgo & Bononi (1984). As coordenadas geográficas e a altitude foram colhidas com um aparelho de GPS (Global Positioning System) marca Garmin modelo 76CSX.

Para a análise sobre a distribuição e o habitat da espécie foram selecionados registros de Sinningia gigantifolia, do banco de dados de Alain Chautems. O objetivo foi abranger o conjunto de municípios onde a espécie foi coletada, e incluir aqueles registros que contivessem informações mais detalhadas sobre o local de coleta: Minas Gerais – Alto do Caparaó, I.2001, Leoni nº 4.569 (GFJP); Camanducaia, XII.2001, Meireles nº 780 (UEC); Extrema, s.dat., Yamamoto nº 940, 1068 (UEC); Faria Lemos, VI.2003, Leoni nº 5.355 (GFJP); Serra da Araponga, X.1994, Leoni nº 2.661 (GFJP); Serra do Boné, IV.1994, Leoni nº 2.501 (GFJP); Rio de JaneiroItatiaia, III.1894, Ule no 206 (R); Itatiaia, II.1899, Gounelle s.n. (G); Itatiaia, III.1960, Martins nº 165 (GUA,R); Itatiaia, I.1987, Chautems et al. nº 206 (G); Itatiaia, XI.1994, Braga et al. nº 1.675 (RB); Itatiaia, X.1997, Silva Neto et al. nº 1.185 (RB); Macaé, IX.1982, Martinelli & Famey nº 8.688 (RB); Nova Friburgo, IV.1869, Glaziou nº 3047 (P); Nova Friburgo, XI.1987, Siqueira nº 2.287 (FCAB); Nova Friburgo, XI.1979, Snow nº 20 (K); Petrópolis, IV.1968, Sucre nº 2.779 (CEPEC,G,RB); Petrópolis, II.1989, Chautems & Barcia nº 322 (E,G,R,WU); Resende, X.1979, Martinelli nº 6.179 (CEPEC,RB); Resende, II.1989, Chautems & Barcia nº 324 (E,G,R,US,WU); Serra dos Órgãos, II.1837, Gardner nº 467 (K); Serra dos Órgãos, II.1933, Brade nº 12.472 (R); Serra dos Órgãos, II.1949, Barbosa nº 23 (RB); Serra dos Órgãos, III.1956, Pereira nº 1.908 (RB); Serra dos Órgãos, I.1960, Flaster no 1.182 (R); Teresópolis, II.1968, Sucre & Braga nº 2.318 (CEPEC,R,RB); Teresópolis, II.1984, Mautone & Guimarães nº 52 (G,RB); Santa Maria Madalena, VI.1989, Martinelli et al. nº 13.409 (RB).

 

Resultados e Discussão

Em 24 de janeiro de 2004, foi registrada a primeira ocorrência de Sinningia gigantifolia no Estado de São Paulo, durante uma expedição à Serra do Baú. O local é a base da Pedra do Bauzinho, com coordenadas geográficas 22° 41' 10,6" S e 45° 39' 26,0" W, a 1.760 m de altitude aproximada. Os indivíduos avistados encontravam-se na fase de floração. O material botânico coletado foi depositado no Herbário Dom Bento Pickel (SPSF), do Instituto Florestal, sob o número 32.976 (Figura 2).

 

 

Até a década de 80, os registros de Sinningia gigantifolia praticamente se restringiam à Serra dos Órgãos e Serra de Itatiaia. Os registros atualmente existentes estabelecem que Sinningia gigantifolia se estende da Serra do Caparaó, no município de Alto Caparaó, na divisa entre Espírito Santo e Minas Gerais, até a Serra do Lopo, no município de Extrema, na divisa entre Minas Gerais e São Paulo, com registros para a Serra do Brigadeiro, Serra do Desengano, Serra dos Órgãos e Serra de Itatiaia, abrangendo uma série de Unidades de Conservação: Parque Nacional do Caparaó, Parque Estadual da Serra do Brigadeiro, P.E. do Desengano, P.N. da Serra dos Órgãos e P.N. de Itatiaia. Próximo à divisa do Estado de São Paulo, foi registrada em Extrema e no Distrito de Monte Verde, em Camanducaia, no Estado de Minas Gerais (Figuras 3 e 4).

 

 

O presente registro preenche uma lacuna na distribuição de S. gigantifolia entre a região de Itatiaia, no Estado do Rio de Janeiro, e os municípios de Extrema e o distrito de Monte Verde, no município de Camanducaia, na divisa entre os Estados de Minas Gerais e São Paulo, onde essa espécie já havia sido coletada.

A presença de S. gigantifolia na Serra do Baú sugere que essa espécie ocorra ao longo da Serra da Mantiqueira, e que a distribuição relativamente restrita conhecida até o momento seja fruto da falta de coletas. Observando o padrão de distribuição das ocorrências conhecidas, parece bastante provável que esta espécie também ocorra na Serra da Bocaina e partes altas da Serra do Mar no Estado de São Paulo, mas ainda não há registro nestas áreas.

O recente registro (L. Meireles, G. J. Shepherd & L. Kinoshita, dados não publicados), no distrito de Monte Verde, de espécies anteriormente conhecidas somente de Caparaó e Caldas (Uncinia hamata (Sw.) Urban) e de Itatiaia e Santa Catarina (Luzula ulei Buchenau) também sugere que nosso conhecimento da distribuição de espécies típicas da vegetação das montanhas do sudeste do Brasil ainda é bastante precário.

S. gigantifolia tem sido geralmente descrita como rupícola, ocorrendo principalmente no interior de florestas montanas a alto-montanas, em frestas úmidas de rochas. A faixa altitudinal de distribuição da espécie é ampla, de 800 a 2.400 m.

É provavelmente a única espécie do gênero que ocorre tanto em ambientes de floresta quanto em campos de altitude. Os registros para áreas de campo de altitude no entanto são restritos, até o momento, à região de Itatiaia.

Na Serra do Baú, o local de ocorrência é a base da Pedra do Bauzinho, em ambiente sombreado e úmido, sobre rocha, no interior da floresta (Figura 5). Nas paredes da rocha e no topo da formação rochosa, ocorre uma outra espécie, Sinningia magnifica. Na Serra dos Órgãos, S. gigantifolia também ocorre em ambiente sombreado e úmido, no interior da floresta, e no topo da Serra, na Pedra do Sino, é substituída, acima de 2.000 m nos campos de altitude, pela S. cochlearis (SanMartin-Gajardo & Sazima 2005).

 

 

Alguns registros mencionam a ocorrência de S. gigantifolia em ambientes como margens de curso d'água e barrancos de estradas. Essas ocorrências indicam uma certa tolerância dessa espécie a ambientes expostos ao sol.

S. gigantifolia é a única espécie do gênero que apresenta folhas de grande tamanho e a base do caule perene, além do tubérculo que pode alcançar grandes dimensões como as observadas em São Bento do Sapucaí. Na maioria das outras espécies do gênero, somente o tubérculo é perene e rebrota a cada ano produzindo um caule que morre depois da floração.

Na Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo, foram elaboradas a descrição e a chave de identificação para as espécies do gênero Sinningia com ocorrência para o Estado. Como o presente trabalho inclui a espécie Sinningia gigantifolia à Flora de São Paulo, apresenta-se a descrição e propõe-se uma alteração na chave para as espécies de Sinningia (Chautems & Matsuoka 2003), a seguir:

Ervas rupícolas, caule cilíndrico, ereto, geralmente simples, 5090 cm, herbáceo no ápice, sublenhoso e perene na base, glabro a pubescente. Folhas opostas, anisofilas, decíduas na base, pecíolo 622 cm, velutino-pubescente; lâmina 1045 x 7-27 cm, cordada a ovada, ápice acuminado a obtuso, margem irregularmente denteada, base cordada, face adaxial pubescente, face abaxial velutino-pubescente, 7-9 pares de nervuras secundárias. Inflorescência em pseudo-racemo terminal, 44-85 cm, glabra, com aproximadamente 5-12 flores por ramo, axiladas por brácteas ca. 6 mm, lanceolada a elíptica, glabras, pedúnculo 0,8-2 cm, avermelhado. Pedicelo 2,4-4,4 cm, glabro; cálice verde a vermelho escuro, glabro; lobos ca. 4 x 3 mm, triangulares-lanceolados, margem inteira, avermelhados, glabros; corola 1,9-3,5 x 0,4-0,6 cm, tubulosa, não bilabiada, vermelho-vivo, glabra, base levemente intumescida, sem protuberâncias salientes entre os lobos do cálice, em seguida constrita, depois progressivamente alargada, lobos subiguais, 2 x 3 mm, vermelhos, patentes, interior do tubo creme na fauce; estames inclusos, filetes avermelhados, glabros, anteras unidas em retângulo; estilete incluso, ovário glabro, nectário formado de 2 glândulas dorsais unidas.

1. Planta com caule 1-4 cm compr.; folhas opostas e dispostas em pseudo-roseta na base; corola ventricosa-campanulada 10. S. eumorpha
1. Planta com caule 3-230 cm compr.; folhas verticiladas ou opostas, não dispostas em pseudo-roseta na base; corola tubulosa.
     2. Caule lenhoso na base ou levemente suculento, perene; folhas decíduas na base.
         

3. Inflorescência terminal multiflora, lâminas foliares de 10 - 45 cm de compr.* S. gigantifolia
3. Inflorescência axilar uni-ou multiflora, lâminas foliares de 4-20 cm de compr.

              

4. Nós com constrições; pedicelo 5-10 mm; lobos do cálice patentes; corola alva 21. S. schiffneri
4. Nós sem constrições; pedicelo com mais de 10 mm; lobos do cálice eretos, raramente pouco patentes no ápice; corola vermelho-alaranjada ou carmim.

                   

5. Lâmina foliar verde em ambas as faces, face adaxial serícea, com indumento brilhante-prateado ; tubérculo ausente ou único, reduzido; lobos do cálice 6-8 mm; corola vermelho-alaranjada 17. S. mauroana
5. Lâmina foliar verde a avermelhada na face abaxial, face adaxial verde, pubérula; freqüentemente vários tubérculos conectados por estolões hipogeus; lobos do cálice ca. 5mm; corola carmim 20. S. aff. reitzii

     2. Caule herbáceo, anual; folhas não decíduas na base todas as outras espécies de Sinningia.

 

Conclusões

O presente registro preenche uma lacuna na distribuição geográfica de Sinningia gigantifolia. Por se tratar de espécie rupícola, que ocorre principalmente em formações florestais, com distribuição ampla na Serra da Mantiqueira no país, conclui-se que S. gigantifolia possa ocorrer em outros pontos no trecho paulista desta serra.

A coleta de uma espécie tão conspícua como S. gigantifolia como novidade para o Estado de São Paulo, evidencia nossa falta de conhecimento da flora das serras do Estado e é um indicação da necessidade de se incrementar a realização de pesquisas e expedições botânicas à Serra da Mantiqueira paulista para uma amostragem mais abrangente e completa de sua biodiversidade. A relativa vulnerabilidade da vegetação alto-montana às alterações de origem antrópica torna esta tarefa urgente.

A medida que essas expedições ocorrerem na Serra da Mantiqueira e em outros locais pouco coletados do Estado de São Paulo, muitas das monografias de famílias da Flora Fanerogâmica necessitarão ser atualizadas, como propõe o presente trabalho. Sugere-se que seja adotado um mecanismo de atualização constante da obra para evitar um processo de rápida desatualização, típico de obras florísticas em regiões biodiversas e relativamente pouco conhecidas.

 

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Recebido em 20/05/07
Versão reformulada recebida em 07/10/07
Publicado em 18/10/07

 

 

ISSN 1676-0603.
1 Autor para correspondência: Frederico Alexandre Roccia Dal Pozzo Arzolla, e-mail: fredericoarzolla@iflorestal.sp.gov.br

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