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Biota Neotropica

On-line version ISSN 1676-0603

Biota Neotrop. vol.10 no.1 Campinas Jan./Mar. 2010

http://dx.doi.org/10.1590/S1676-06032010000100022 

INVENTÁRIOS

 

Araçá: biodiversidade, impactos e ameaças

 

Araçá: biodiversity, impacts and threats

 

 

Antonia Cecília Zacagnini AmaralI,*; Alvaro Esteves MigottoII; Alexander TurraIII; Yara Schaeffer-NovelliIII

IDepartamento de Biologia Animal, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, CP 6109, CEP 13083-970 Campinas, SP, Brasil
IICentro de Biologia Marinha, Universidade de São Paulo – USP, Rodovia Manuel Hipólito do Rego, Km 131,5, CEP 11600-000 São Sebastião, SP, Brasil, e-mail: aemigott@usp.br
IIIDepartamento de Oceanografia Biológica, Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo – USP, Praça do Oceanográfico, 191, Cidade Universitária, CEP 05508-120 São Paulo, SP, Brasil, e-mail: turra@usp.br; novelliy@usp.br

 

 


RESUMO

Inserida em uma das mais belas e turísticas regiões litorâneas do país – o Litoral Norte do Estado de São Paulo –, a Baía do Araçá (São Sebastião, SP), além de conter remanescentes de manguezal e de abrigar alta diversidade biológica, é também um verdadeiro laboratório a céu aberto e um importante reduto de catadores de moluscos e pescadores artesanais. Com o objetivo de compilar preliminarmente a biodiversidade da baía, este estudo reúne a extensa bibliografia dedicada à região e apresenta a lista das espécies da fauna e da flora formalmente reportadas para o local. O texto sumaria ainda o histórico das alterações antrópicas sofridas nas últimas décadas e destaca certos representantes da fauna (espécies novas, ameaçadas de extinção, bioindicadoras e como recursos naturais), como exemplos da peculiaridade e riqueza biológica dessa pequena baía. Pretende-se, assim, fornecer subsídios para tomadas de decisão e planos de manejo, e despertar a atenção para a preservação desse frágil patrimônio ambiental, uma área que pode ser revitalizada e integrada ao ambiente urbanizado.

Palavras-chave: flora, fauna, alterações, ameaças, conservação, Araçá.


ABSTRACT

Araçá Bay (São Sebastião, State of São Paulo), within one of Brazil's most beautiful coastlines, has small relict mangrove stands and a very diverse marine ecosystem. As such, the bay is a natural laboratory as well as important for local small scale fishing. In this study we summarize the large literature base to comprehensibly list the flora and fauna as a preliminary biodiversity inventory of Araçá Bay. We place this in the historical context of human impact on the environment of the bay and we emphasize new, introduced and threatened species as bioindicators and natural resources. With this information, we provide a basis to inform conservation decisions as well as data for conservation management plans and call attention to the urgent need to protect this fragile environment and biota. We also emphasize that this small and uniquely biologically rich bay should be preserved, revitalized and integrated into the growing urban environment.

Keywords: flora, fauna, alterations, threats, conservation, Araçá.


 

 

Porque Conservar o Araçá para as Futuras Gerações?

No início de um novo milênio a sociedade brasileira enfrenta grandes desafios na busca de um estilo de vida capaz de conciliar desenvolvimento com conservação ambiental (CIMA 1991). Essa mudança de paradigma vem sendo buscada há décadas e requer alterações culturais profundas na sociedade, incluindo princípios éticos como os da precaução, prevenção e equidade entre gerações. Contemplando esse conceito de sustentabilidade, esta pesquisa tem como objetivo relatar a importância da Baía do Araçá, São Sebastião (SP), do ponto de vista biológico, e apresentar alternativas à intervenção do homem nos processos de funcionamento desse ambiente para, inclusive, estimular iniciativas que revertam o quadro atual de degradação ambiental.

A Baía do Araçá (Figura 1a-b) mantém um dos últimos remanescentes de manguezal do litoral de São Sebastião. De acordo com Lamparelli et al. (1998), devido à proximidade da Serra do Mar, que limita em extensão as planícies costeiras, o Litoral Norte do Estado de São Paulo possui poucas áreas de manguezais (3,4 km2), sendo que apenas 1% encontra-se no Município de São Sebastião, restritas principalmente ao interior de baías. O Araçá, além de conter remanescentes de manguezal e de abrigar alta diversidade biológica, é também importante reduto de pescadores artesanais que utilizam pequenas canoas caiçaras, uma tradição do Litoral Norte, para capturar peixes e crustáceos.

 


 

Os manguezais são considerados ecossistemas vitais para vida marinha. É nesse ambiente que diversas espécies se reproduzem, se alimentam e buscam abrigo e proteção. Apesar da aparência desorganizada quando observados durante a maré baixa, devido à quantidade de raízes, troncos e pneumatóforos sobre o sedimento, esse ecossistema é altamente estruturado. O manguezal, segundo definição de Schaeffer-Novelli (1991), constitui um "Ecossistema costeiro, de transição entre os ambientes terrestre e marinho, característico de regiões tropicais e subtropicais, sujeito ao regime de marés. É constituído de espécies vegetais e macroalgas (criptógamas), adaptadas à flutuação de salinidade e caracterizados por colonizarem sedimentos predominantemente lodosos, com baixos teores de oxigênio. Ocorre em regiões costeiras abrigadas e apresenta condições propícias para alimentação, proteção e reprodução de muitas espécies animais, sendo considerado importante transformador de nutrientes em matéria orgânica e gerador de bens e serviços".

Apesar dessa importância, os manguezais encontram-se sujeitos às mais variadas formas de intervenção antrópica, das quais se destacam: extrativismo, dragagens, aterros, lixões, construção de portos, empreendimentos imobiliários, agricultura e poluição industrial e urbana. Em antagonismo, tem-se a relação direta entre comunidades tradicionais litorâneas e os manguezais. É notório, como já observado por Diegues (1987), que estas comunidades desenvolveram um modo de vida em que as atividades econômicas, sociais e culturais dependem fundamentalmente, direta e indiretamente, desses ecossistemas e dos ciclos biológicos que neles se desenvolvem.

 

A Baía do Araçá

O Araçá é uma pequena enseada limitada por flancos rochosos e que abrange quatro praias (Deodato, Pernambuco, Germano e Topo), duas ilhotas (Pernambuco e Pedroso), três núcleos principais de bosques de manguezal, e uma extensa planície de fundo mole, descoberta inteiramente em períodos de maré baixa de sizígia (Figura 1a-b). Essa configuração impede que a região seja submetida diretamente aos fatores hidrodinâmicos procedentes de fora do Canal de São Sebastião. A fisionomia resultante é composta por praias de declive suave, com largura da zona entremarés de 50-300 m, constituídas por sedimentos areno-lamosos, relativamente compactos (Figura 2a-b), e cascalhos. Assim, o Araçá pode ser classificado como uma baía muito protegida, com hidrodinâmica dominada pela maré, mas que também sofre a ação de ondas de baixa amplitude, e vegetação e fauna características de manguezal (Figuras 3-8). Devido à proximidade da malha urbana, esse conjunto de pequenas praias, costões rochosos (Figuras 9-11), bancos arenosos e lamosos (Figuras 12-18), ilhotes e núcleos de manguezal está, há muitos anos, exposto a diferentes tipos de ação antrópica, como ocupações irregulares, efluentes de esgoto doméstico e proximidade do Porto de São Sebastião e o Terminal Aquaviário da Petrobras, onde ocorrem constantes vazamentos de óleos, além de outras perturbações.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Histórico de Alterações e Sobrevivência do Araçá

Os manguezais do litoral brasileiro têm chamado a atenção de estudiosos e naturalistas desde o período colonial, resultando em uma volumosa literatura versando sobre variados aspectos desses ecossistemas (Schaeffer-Novelli 1986). Entre os primeiros estudos científicos realizados no Brasil, destaca-se o de Luederwaldt (1919), sobre os manguezais de Santos. Até a década de 1970, a maioria dos estudos tinha caráter descritivo da fauna e, sobretudo, da flora e dos usos tradicionais de seus recursos naturais pela população caiçara. Já naquela década, os cientistas de diferentes partes do mundo estavam impressionados pelo estado de degradação dos manguezais (Vannucci 2002). A partir de 1980, programas de pesquisas interdisciplinares passaram a abordar os manguezais em nível de ecossistema.

A Baía do Araçá vem sofrendo alterações em suas características originais principalmente em conseqüência de inúmeras obras realizadas a partir de 1936 e intensificadas nas décadas de 1970 e 1980. Antes da construção do Porto de São Sebastião, iniciada em 1936 e finalizada apenas em 1955, as praias que hoje formam o Araçá eram praticamente contínuas com a Praia de São Sebastião, localizada em frente à Rua da Praia. Além de isolar o Araçá da orla central da cidade, a barreira criada pelo cais do porto alterou a circulação natural das águas, iniciando ou agravando o processo de assoreamento na praia da frente da cidade. A expansão da área portuária, por meio de aterros e de enrocamentos, acelerou o assoreamento do seu entorno, sobretudo na parte interna do cais, fazendo com que a praia da cidade fosse desaparecendo gradativamente. Aterros executados em ambos os lados do cais, nas décadas de 1970 e 1980, retalharam parte da baía, eliminando de vez o que restou da praia em frente do centro histórico de São Sebastião (Francisco & Carvalho 2003).

Embora a idéia de se aterrar o Araçá para fins portuários seja muito antiga (CGG 1919), esforços nesse sentido ocorreram de fato em meados da década de 1980, quando então o Departamento Hidroviário da Secretaria de Transportes do Estado de São Paulo pretendia expandir a área portuária e do retroporto, prevendo o aumento da movimentação do caís público. O projeto não foi aprovado pela Secretaria do Meio Ambiente, mormente devido a pressão de ambientalistas e da comunidade científica. Nesse mesmo período, o Araçá foi seccionado diagonalmente por uma desastrosa dragagem (cerca de 6 m de profundidade) para instalação de um emissário submarino de esgoto sanitário da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), a partir da região superior da Praia do Germano até o limite entre a zona inferior das marés e início do infralitoral, no extremo sul da baía. O sedimento ressuspendido, composto, principalmente, de areia média, grossa e cascalho, depositou-se nas proximidades da Ponta do Araçá (lado sudoeste), formando um banco de aproximadamente 2 m de altura, onde o teor de carbonato de cálcio atingiu 35,70%. No restante da baía as areias fina e muito fina, com significativas parcelas de silte, foram recobertas por uma camada espessa de coloração cinza-esverdeada e de aspecto coloidal, tornando-se uma área de baixíssimo grau de compactação, difícil drenagem e forte odor, características de ambiente pobre em oxigênio (Belúcio 1995).

Esse soterramento ocorreu em vários locais da baía, alterando a topografia, a circulação hídrica e, consequentemente, as características sedimentológicas como um todo, conforme observado por Lopes (1993) e Belúcio (1995), ao estudarem a macrofauna dessa área logo após a instalação do emissário. Com a entrada em operação do emissário, em 1990, constatou-se graves contaminações oriundas de esgoto doméstico, como concentrações elevadas de carbono orgânico e de matéria orgânica em decomposição, com a formação de zonas anóxicas (Gubitoso et al. 2008).

A esses problemas soma-se o crescimento populacional provocado pela ocupação desordenada da cidade decorrente do intenso processo de crescimento populacional vivido pela região entre 1985 (24.534) e 2008 (69.772), conforme SEADE (2009). O entorno da Baía do Araçá seguiu essa tendência, a qual, associada à falta de serviços públicos de saneamento, levou a uma aceleração da descaracterização desse ambiente, com lixo e entulho sendo depositado em suas margens, associado ao aporte de esgoto doméstico.

Embora desgastado e empobrecido, o Araçá continua vivo à espera de medidas que tornem possível a recuperação sócio ambiental da baía e do seu entorno. Vale destacar que manguezais são considerados produtores de bens e serviços extremamente frágeis. Como produtor primário constitui recurso rentável finito principalmente quando se leva em conta a produção natural de mariscos, ostras, camarões, caranguejos, siris, peixes, entre outros (Schaeffer-Novelli 2000). O Araçá, apesar das alterações impostas, permanece como um verdadeiro "laboratório natural"; conforme as pesquisas prosseguem, sua biodiversidade e alta produtividade continuam sendo reveladas. Atualmente, por exemplo, um catador de mariscos coleta 20 L do molusco bivalve Anomalocardia brasiliana (berbigão), em um período de 2 horas (Figura 19a-b).

 

 

 

A importância da Baía do Araçá

1. Biodiversidade

No sudeste do Brasil há conhecimentos consistentes sobre a distribuição dos bosques de mangue, produção de serrapilheira e decomposição do material vegetal em toda região, mas quase nada se sabe sobre a fauna desses mesmos manguezais, salvo algumas exceções. No entanto, os organismos da Baía do Araçá, principalmente a fauna, são relativamente bem conhecidos. Os primeiros artigos publicados em revistas científicas são de Sawaya (1950, 1951). Um deles, intitulado "Balanoglossus gigas Fr. Müller rediscovered on the Brazil coast", foi publicado no mais conceituado periódico estrangeiro, a revista "Nature" (Apêndice 2). Inúmeros trabalhos científicos foram realizados desde então, enfocando os mais variados aspectos dos organismos lá presentes. Entretanto, alguns dos estudos realizados revelam uma diminuição em termos de riqueza e densidade faunística após as supracitadas intervenções humanas (Belúcio 1995, Lopes 1993, Arruda 2000). A despeito dessas alterações, relictos da área originalmente ocupada por manguezais se mantiveram até o presente permitindo que a vitalidade e a importância social e ecológica dessa baía sejam ainda atestadas.

Nesse ambiente tão especial, onde a diversidade de habitats é surpreendente, a biodiversidade conhecida, isto é formalmente registrada por pesquisadores, alcança 733 espécies, das quais 34 foram descritas como novas para a ciência. O descobrimento de novas espécies nessa região - como a descrição recente de mais uma nova espécie de Polychaeta para o Araçá, Arabella aracaensis por Steiner & Amaral (2009) - continua acontecendo, o que reafirma a sua peculiaridade ambiental e excepcional importância científica em nível mundial.

A seguir é apresentada uma síntese sobre a flora e a fauna da Baía do Araçá, cuja lista por táxon encontra-se no Apêndice 1.

2. Flora

Nos manguezais das Américas e do oeste da África, os bosques de mangue são caracterizados por reduzido número de espécies arbóreas típicas. Entretanto, essa baixa diversidade específica é plenamente compensada por elevada diversidade funcional. Esses vegetais superiores são os poucos capazes de ocupar sedimentos areno-lamosos, com baixos teores de oxigênio e áreas sujeitas a amplas variações de salinidade. No Brasil, são comuns as angiospermas dos gêneros Rhizophora, Avicennia e Laguncularia. No Araçá as espécies dominantes são Avicennia schaueriana (mangue-preto, siriúba) e Laguncularia racemosa (mangue-branco), inclusive com a presença de indivíduos jovens, evidenciando a vitalidade dos bosques com potencial para expansão. Além dessas duas espécies mais comuns, nota-se, ainda, a presença de alguns exemplares de Rhizophora mangle (mangue-vermelho). Os três principais núcleos demonstram estar em expansão, dois deles situados na parte superior da praia, um com cerca de 320 m2 e o outro com 2.000 m2, e um terceiro, com 1.000 m2, localizado próximo à parte inferior da zona de marés e da Ilha Pernambuco (Figuras 3-8).

Na Baía do Araçá, assim como ocorre na região sudeste, várias áreas de manguezais são marginais à Mata Atlântica, sendo comum a presença de macrófitas superiores aquáticas. Nos ambientes marinhos, as pradarias de Halodule e Ruppia são pouco comuns ao longo da costa sudeste. No entanto, no Araçá ocorre uma pradaria de Halodule emarginata, espécie descrita originalmente a partir de exemplares provenientes desse local.

Entre as macroalgas que geralmente ocorrem sobre os troncos, pneumatóforos e rizóforos (raízes aéreas) das árvores de mangue, como também em afloramentos rochosos, os grupos das Bostrichietum (Bostrichia) e Enteromorpha são os mais frequentes. No sedimento podem ocorrer clorófitas, como Rhizoclonium, Enteromorpha, Ulva e Cladophora (Apêndice 1). A microflora é também, em geral, muito abundante, porém pouco estudada no Brasil.

3. Fauna

As peculiaridades da Baía do Araçá agregam características ambientais diversas, representadas pela presença de vegetação de manguezal e de uma planície de maré areno-lamosa relativamente extensa que propicia condições para a ocorrência de organismos raramente representados em outros ambientes costeiros da região. Devido a essas condições específicas, muitas espécies desenvolvem populações numerosas e de elevada biomassa, assumindo, portanto, grande importância ecológica. A seguir, a fauna do Araçá será apresentada e comentada segundo seus hábitos de vida:

3.1. Espécies que ocupam as áreas de manguezais

Como parte desse grupo, são bem representados o caracol-da-folha, Littorina angulifera, e os caranguejos, como Uca spp. (Figura 15).

3.2. Espécies visitantes terrestres - aquelas que habitam o ambiente terrestre, mas que visitam periodicamente a baía à procura de alimento

Nesse grupo, os principais representantes são as aves, como as garças, biguás, quero-queros, maçaricos, gaivotas, martins-pescadores, bem-te-vis e gaviões que são frequentes na região. Aves migratórias passam por essa região durante algumas semanas por ano, como os talha-mares, colhereiros e os trinta-réis, estes últimos nidificando em vários pontos do Canal de São Sebastião. Pequenos mamíferos são frequentemente avistados se alimentando nos núcleos de manguezal e áreas adjacentes, dentre os quais se destacam os morcegos pescadores.

3.3. Espécies marinhas que passam parte de seu ciclo de vida nos manguezais

Bons exemplos desse grupo, dada a importância econômica, são o camarão-branco Penaeus schimitti e o sete-barbas Xiphopenaeus kroyeri, e várias espécies de peixes, como Cynoscion jamaicensis (pescada), Micropogonias furnieri (corvina), Eucinostomus argenteus (carapicú), Epinephelus spp. (garoupa), Paralichthys spp. (linguado), Haemulon steindachneri (corcoroca), Diapterus rhombeus (carapeva) e Diplectrum radiale (mixole), comuns na região, conforme Pires-Vanin et al. (1997) e Rossi-Wongtschowski et al. (1997).

3.4. Espécies próprias dos substratos rochosos e, principalmente, do sedimento - macrofauna bentônica

Esse grupo inclui uma grande diversidade de organismos (Figuras 9-19a), alguns dos quais em grande abundância, e representados por várias espécies de Protozoa, Porifera, Cnidaria, Bryozoa, Mollusca, Nemertea, Polychaeta, Sipuncula, Echiura, Entoprocta, Pycnogonida, Crustacea, Echinodermata, Ascidiacea e Enteropneusta (Tabela 1 e Apêndice 1). Com certeza, essa fauna bentônica, considerando a parte interna da baía e a mais externa, até cerca de 10 m de profundidade, está entre as mais estudadas no Estado e, provavelmente, no País.

 

 

Entre as 641 espécies da macrofauna registradas para o Araçá (Tabela 1, Apêndice 1), tem-se: 32% de poliquetas, 28% de moluscos e 17% de crustáceos. Esses animais são importantes como fonte de alimento, diretamente para o homem ou para outros organismos carnívoros e onívoros que deles se alimentam. Cabe destacar ainda, o importante papel dos herbívoros, como alguns crustáceos e moluscos, na fragmentação do material vegetal, disponibilizando-o para outros níveis da cadeia trófica. Outra relevante função desempenhada por esses organismos diz respeito à bioturbação, favorecendo a reoxigenação do sedimento (geralmente pobre em oxigênio), auxiliando na decomposição da matéria orgânica e na disponibilização de nutrientes para todo o sistema.

3.4.1. Os poliquetas

Os poliquetas estão entre os mais abundantes e diversificados organismos bentônicos de fundos moles e, no Araçá, onde foram registradas 207 espécies, constituem o grupo melhor representado tanto em composição específica quanto em densidade.

Em virtude do papel ecológico que desempenham, os poliquetas têm uma importância econômica indireta, por participarem da cadeia trófica que envolve animais de valor comercial, promovendo a produção de recursos exploráveis, tais como peixes, camarões, siris e caranguejos, além de várias espécies de aves. Conforme Amaral et al. (1994), peixes como linguado, corvina, maria-luiza e perna-de-moça se alimentam quase que exclusivamente de poliquetas, os quais chegam a constituir de 70 a 80% do total de itens do conteúdo estomacal desses peixes. Alguns poliquetas são também considerados indicadores, sendo vários deles potenciais bioindicadores de áreas poluídas (Amaral & Morgado 1994).

Os poliquetas abundantes e frequentes no Araçá são representados pelas espécies Heteromastus filiformis, Laeonereis culveri e o Complexo Capitella capitata. Algumas espécies (Isolda pulchella, Armandia agilis, Glycinde multidens e Parandalia americana) destacam-se principalmente pela frequência com que ocorrem. Outras menos abundantes, como Diopatra cuprea e Eunice sebastiani, são comumente utilizadas como isca para pesca esportiva.

3.4.2. Os moluscos

Entre as 179 espécies com registro para o Araçá, têm-se 78 Gastropoda, 96 Bivalvia e 5 Polyplacophora. De um modo geral, os gastrópodes são pouco comuns em substratos moles na região entremarés. Além de Olivella minuta, são também frequentes e abundantes Cerithium atratum e Nassarius vibex. Entre os bivalves, espécies mais resistentes, como Iphigenia brasiliana (taioba), Anomalocardia brasiliana (berbigão), Corbula caribaea e Lucina pectinata (lambreta), mantiveram o padrão de dominância, mesmo após as obras do emissário, mas com menores densidades. Essas espécies são bioindicadoras de poluição orgânica, embora ocorram apenas em locais com sinais de enriquecimento orgânico. Nota-se também a presença de outros mariscos comestíveis, como Tagelus plebeius (unha-de-velho) e Tivela mactroides (berbigão). No momento, o gênero Corbula vem sendo estudado, utilizando-se técnicas moleculares, a partir de exemplares procedentes do Araçá (Quast et al. 2009).

O bivalve Anomalocardia brasiliana, uma das espécies dominantes na região é conhecido popularmente como berbigão, sarro-de-pito, marisco-pedra, mija-mija ou vôngole. Vive enterrado a aproximadamente 5 cm da superfície em fundos areno-lamosos, de águas rasas e calmas (Schaeffer-Novelli 1976), sendo encontrado em abundância na região entremarés de praias e estuários, onde é facilmente capturado manualmente (Figura 19) ou com auxílio de rastelo. Devido ao valor nutritivo é uma espécie bastante explorada, tanto comercialmente por caiçaras e pela população local, quanto por turistas, que a utilizam para consumo próprio (Amaral et al. 1990). Tobias & Silva (1957) fazem referência aos berbigões como boa fonte de proteína, embora o teor de lipídeos seja baixo, enquanto Maltz & Faerman (1958) relatam a presença de ferro no produto fresco. Maciel (1986) também comenta sobre o alto valor proteico dessa espécie, sendo que em cada 100 g de carne tem-se 13,81 g de proteína e 21,6 mg de ferro. Em pesquisa que está sendo desenvolvida desde 2008 no Araçá, sobre o crescimento e reprodução de A. brasiliana, foi registrada uma densidade média de 51,07 indivíduos/m2 (Corte et al. 2009).

Entre os bivalves de substrato duro é marcante a presença da ostra-do-mangue Crassostrea rhizophorae e dos mexilhões Brachidontes spp. e Perna perna.

3.4.3. Os crustáceos

Do total de espécies registradas para o Araçá, 112 são crustáceos. O caranguejo chama-maré (Uca spp.) é abundante na parte superior da região entremarés e, principalmente, nos núcleos de mangue, onde o número de tocas é de cerca de 80/m2 (Figura 15). As espécies de Uca são consideradas comedoras de depósitos, consumindo uma mistura de microalgas bentônicas e detritos. São, por isso, muito importantes como disponibilizadoras de nutrientes para a superfície do sedimento.

A região do Araçá favorece o estabelecimento de espécies de crustáceos, assim como de outros grupos zoológicos, com o hábito de construir galerias e que se alimentam do material trazido pelo fluxo de água, como é o caso de Upogebia e Kalliapseudes, organismos comuns nessa região. Kalliapseudes é um tanaidáceo abundante no Araçá, que comumente ocorre em estuários e planícies de marés areno-lamosas da região sudeste-sul. Outros vivem sobre o sedimento (epifauna), alimentando-se diretamente dos detritos orgânicos depositados, como os siris do gênero Callinectes, os caranguejos Menippe, Eriphia, Panopeus, Pachygrapsus e Petrolistes, e os ermitões Pagurus criniticornis, Clibanarius vittatus, C. sclopetarius e C. antillensis, todos abundantes e frequentes no Araçá.

 

Destaques da Fauna

1. Espécies novas

Entre o total de táxons registrados para o Araçá, 2 gêneros e 34 espécies foram descritos como novos para a ciência com base em material proveniente dessa baía, muitas das quais não foram ainda encontradas em outras localidades. Os exemplares tipos dessas espécies de Magnoliophyta (1), Porifera (1), Gastropoda (1), Polychaeta (17), Echiura (1), Entoprocta (2), Crustacea (9), Ascidiacea (1) e Enteropneusta (1) encontram-se depositados em diferentes museus nacionais e estrangeiros, como Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, Museu Nacional do Rio de Janeiro, Museu de Zoologia da Universidade Estadual de Campinas e Smithsonian National Museum of Natural History (Washington, DC, USA).

2. Espécies ameaçadas de extinção

Duas espécies de poliquetas com registro no Araçá, Eunice sebastiani e Diopatra cuprea (Figura 17), constam da "Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção" (Amaral et al. 2008). Essas espécies, que ocorrem na parte inferior da região entremarés em sedimentos areno-lamosos, são utilizadas ou exploradas com objetivos comerciais, sobretudo na crescente indústria de isca para pesca, enquanto outras também são usadas para atividades de aquariofilia. Eunice sebastiani alcança cerca de 2 m de comprimento e tem registro confirmado, até o momento, apenas para o Estado de São Paulo. Diopatra cuprea vem sendo caracterizada como um complexo de espécies, representada no Brasil por cinco diferentes morfotipos (Steiner 2005).

Dentre os equinodermos, cinco espécies de estrela-do-mar que ocorrem no Araçá estão incluídas nesta lista de espécies ameaçadas: Asterina stellifera, Astropecten brasiliensis, A. marginatus, Luidia clathrata e L. senegalensis. Essas são apanhadas por turistas e aquariofilistas, que as comercializam ou utilizam como artefatos decorativos ou religiosos. Uma vez que algumas dessas estrelas-do-mar vivem em fundos arenosos e/ou lamosos, uma forte ameaça é a captura acidental por redes de arrasto de pesca.

O enteropneusta gigante Willeya loya, descrito para o Araçá e Siriúba (Ilhabela) e ainda não encontrado em nenhum outro local, também está incluído entre as espécies ameaçadas de extinção na Lista Nacional. Balanoglossus gigas, outro enteropneusta registrado para o Araçá, está na Lista das Espécies Ameaçadas de Extinção do Estado de São Paulo. Descrita por Spengel (1893), baseado em material coletado por Fritz Müller, no litoral de Santa Catarina (1884-1885), trata-se de uma espécie vulnerável aos impactos antrópicos. Embora B. gigas tenha se tornado rara na Baía do Araçá após a construção do emissário de esgotos (Rodrigues 1999), nos últimos anos sua população vem crescendo gradativamente.

Além da constatação da diminuição das populações por excesso de captura, as espécies ameaçadas sofrem também o impacto de outros fatores de origem antrópica, sobretudo a descaracterização ambiental em conseqüência das constantes alterações físicas pelas quais o Araçá e o seu entorno têm sido submetidos.

3. Espécies bioindicadoras

A composição da fauna e flora diz muito a respeito do grau de estabilidade ou perturbação de um ambiente. Muitas espécies só ocorrem em locais mais estáveis, enquanto outras, oportunistas, aproveitam espaços vazios disponibilizados na comunidade, após perturbações de diversas origens. As espécies oportunistas frequentemente indicam o estado de perturbação dos ambientes. Comunidades bentônicas, organismos que vivem sobre o substrato ou enterrados, têm sido utilizadas como uma das principais ferramentas para avaliação da qualidade ambiental.

O conhecimento da diversidade e dominância desses organismos mostra como são explorados recursos como espaço e alimento. A descrição do comportamento temporal desses padrões permite, ainda, identificar a ocupação diferencial dos recursos, ao longo do tempo, ou distinguir os mecanismos pelos quais a comunidade desenvolveu os padrões atuais. Quando ocorre uma perturbação de qualquer origem, uma comunidade tende a ter sua estrutura modificada em diferentes níveis. A evolução da modificação temporal dos padrões de dominância, comparados aos registrados em ambientes semelhantes, pode fornecer indícios de uma recuperação ou indicar os mecanismos por meio dos quais a comunidade está se adaptando às novas condições impostas ao ambiente.

Nesse contexto, alguns crustáceos, moluscos e, sobretudo, poliquetas constituem excelentes bioindicadores. Espécies oportunistas, associadas ao enriquecimento orgânico, abundantes no Araçá, como os poliquetas Heteromastus filiformis e complexo Capitella capitata e o crustáceo Kalliapseudes schubarti, estão incluídas entre as mais utilizadas para esse tipo de avaliação das condições ambientais (Amaral et al. 2003).

4. Espécies como recursos naturais

Na Baía do Araçá são exploradas várias espécies de moluscos, como Anomalocardia brasiliana, Crassostrea rhizophorae, Iphigenia brasiliana, Lucina pectinata, Macoma constricta, Neoteredo reynei, Perna perna, Tagelus plebeius e Tivela mactroides, e de crustáceos, como Xiphopenaeus kroyeri, Callinectes danae, Penaeus spp., sendo as mais comuns A. brasiliana e C. rhizophorae. Nos dias de marés suficientemente baixas, são frequentes os catadores de mariscos e siris cujo produto é comercializado em feiras livres, além de servirem para consumo próprio. É comum, também, a presença de pescadores artesanais, que utilizam picarés e tarrafas durante as marés baixas, ou pescam embarcados em pequenas canoas (Figura 20), capturando camarões e peixes, como garoupa, corvina, corcoroca, mixole, carapicú, carapeva, linguado.

 

 

5. Conservando esse ambiente único – O Araçá

Há décadas a ciência vem desvendando a diversidade específica e funcional da Baía do Araçá, berço de espécies novas para a ciência e de outras ameaçadas de extinção, além de fonte de recursos alimentares para a população local. Além de todos os importantes registros de estudos realizados desde 1950, que somam 127 artigos publicados em revistas nacionais e estrangeiras, 150 trabalhos em eventos (incluindo artigos completos publicados em anais e resumos expandidos), 1 livro, 4 capítulos de livros e 77 títulos de teses, dissertações, monografias, entre outros, além de vários textos de revistas e jornais (Tabela 2, Apêndice 2), conta-se também com o depoimento de caiçaras que vivem no Araçá ou que dele dependem. Esses estudos incluem temas voltados principalmente para a diversidade da macrofauna, alterações provocadas por ação antrópica, genética evolutiva, desenvolvimento, fisiologia, parasitologia e dinâmica populacional.

 

 

As características excepcionais da Baía do Araçá, que atraem a atenção de cientistas de todo mundo, a transformaram também num verdadeiro laboratório a céu aberto para atividades de Educação Ambiental e para cursos do ensino superior, como oceanografia, ciências biológicas, gestão ambiental, dentre outros.

Os dados científicos acumulados em mais de 50 anos de pesquisa e os depoimentos da comunidade revelam o quanto a conservação dessa região representa para a Ciência e para a vida de quem dela depende. Nesse sentido, é inquestionável a necessidade premente de se proteger as espécies que teimam em manter a preciosa riqueza da Baía do Araçá. Atitudes, como a prática da educação ambiental, por exemplo, que considerem o Araçá como patrimônio científico, podem sinalizar para a sociedade que de fato as decisões governamentais estão alinhadas na direção da sustentabilidade.

As constantes e variadas ameaças à existência da baía, por meio de projetos que pretendem sua eliminação parcial ou total, e o crescente estado de degradação sofrido pela região, em particular, e pelo Canal de São Sebastião, em geral, comprovam a necessidade de se estabelecer uma política de uso racional dessa área.

Assim, é necessário que o estado implemente uma Unidade de Conservação nessa área e que estabeleça seu plano de manejo: 1) ouvindo cientistas e ambientalistas para conservação e recuperação da Baía do Araçá e de seu manguezal, bem como do seu entorno; 2) incluindo educação ambiental e capacitação técnica apropriada, com estabelecimento de um Centro de Visitação e de Educação Ambiental que receba e oriente estudantes e turistas; 3) investindo em pesquisas sobre a biodiversidade local e em educação, fomentando a publicação de inventários, de guias e manuais sobre a biota da região; e 4) promovendo estudos da hidrodinâmica da baía e adjacências, como também do solo, para alimentar de forma correta um plano de recuperação da área e de ocupação de seu entorno.

Segundo a legislação vigente, por abrigar ambientes característicos de manguezal a Baía do Araçá é Área de Preservação Permanente, sendo considerada Patrimônio Nacional, nos termos do artigo 225, parágrafo 4º, da Constituição do Brasil (05/10/1988). Ademais, o ecossistema manguezal, em toda a sua extensão, encontra-se incluído em diversos diplomas legais, como leis, decretos e resoluções que impõem ordenação de uso e ações a essas áreas. A Lei Federal Nº 4.771/65, mais conhecida como Código Florestal, com algumas alterações que foram efetuadas no decorrer nos últimos anos, busca proteger o mangue contra qualquer tipo de uso que remova a vegetação, os quais são considerados Áreas de Preservação Permanente (APP). Assim, o poder público deve adotar medidas que visem a sua proteção, seguindo também a recomendação dos especialistas que "onde quer que existam representantes desse ecossistema sua conservação deve ser prioritária" (Dinerstein et al. 1995, Olson et al. 1996). Ademais, as praias localizadas dentro da baía também são protegidas por lei, dado seu caráter de bem da união (Constituição Federal; Artigo 20), de uso comum do povo (Lei 7.661/88; Artigo 10), proteção esta que também é assegurada pela Lei Orgânica do Município de São Sebastião, que, em seu Artigo 155, inclui entre as áreas de proteção permanente "os manguezais; aquelas que abrigam exemplares raros de fauna e flora e as que servem de local de pouso ou reprodução de migratórios; e as paisagens notáveis".

A possível e desejada relação harmônica entre turismo sustentado e ambiente dificilmente floresce em zonas portuárias e industriais. Inserida em uma das mais belas e conservadas regiões litorâneas do país, de inegável vocação turística, o Poder Público tem a responsabilidade de manter íntegro o frágil patrimônio ambiental sob sua tutela, para usufruto da presente e das futuras gerações, dando o exemplo de como uma área pode ser revitalizada e integrada ao ambiente urbanizado.

 

Agradecimentos

Aos pesquisadores Bruno C. Vellutini, Carl Thurman, Carlo Magenta Cunha, Cláudio G. Tiago, Diclá P. Santos, Eduardo Hajdu, Emerson C. Mossolin, Estela M. Plastino, Eurico C. de Oliveira Filho, Fernando L. Mantelatto, Fábio Lang da Silveira, Flávio D. Passos, Inácio D. da Silva Neto, João M.M. Nogueira, John C. McNamara, José Eduardo .A.R. Marian, Leandro M. Vieira, Luiz R.L. Simone, Marcelo V. Fukuda, Márcio R. Custódio, Marcos D.S. Tavares, Mariana Capparelli, Michela Borges, Roberto M. Shimizu, Rosana M. Rocha, Sérgio N. Stampar, Tatiana M. Steiner e Terue C. Kihara pelo envio de informações e auxílio na revisão das listas taxonômicas. À bióloga Silvana A.H. Nallin pelo auxílio na digitação e revisão dos dados.

 

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Recebido em 28/10/09
Versão reformulada recebida em 18/01/10
Publicado em 1/02/10

 

 

* Autor para correspondência: Antonia Cecília Zacagnini Amaral, e-mail: ceamaral@unicamp.br

 

 

Apêndice 1. Lista das espécies de plantas e invertebrados da Baía do Araçá e adjacências, citação bibliográfica, material depositado em coleção científica e registro de novos táxons para a ciência.

Appendix 1. Species list of invertebrates and plants from Araçá Bay and adjacencies, bibliographic citation, deposited material in scientific collection and new taxa to science.

 










 

Apêndice 2. Bibliografia produzida sobre a Baía do Araçá e adjacências.

Appendix 2. Bibliography about Araçá Bay and adjacencies.

Artigos em periódicos

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Livro e capítulos

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Trabalhos completos e resumos expandidos publicados em anais de congressos

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Dissertações, teses e trabalhos de conclusão de curso

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TURRA, A. 2003. Crescimento, seleção de conchas, predação e reprodução dos ermitões da região do Araçá, São Sebastião, SP. Tese de Doutorado, Universidade Estadual de Campinas, Campinas.

VANI, Y.S. 1987. Estudos com o sistema bioluminescente do verme anelídeo Chaetopterus variopedatus. Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, São Paulo.

VASCONCELOS, F.L. 2008. Biologia populacional do caranguejo Panopeus occidentalis Saussure, 1857 (Decapoda, Brachyura, Panopeidae) na região do Araçá, São Sebastião, litoral norte de São Paulo. Monografia de Bacharelado, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.

VERGAMINI, F.G. 2006. Dinâmica populacional do caranguejo Panopeus americanus Saussure, 1857 (Decapoda, Brachyura, Panopeidae) na região do Araçá, São Sebastião, litoral norte de São Paulo. Trabalho de Conclusão de Curso, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.

YOUNG, P.S. 1987. Taxonomia e distribuição da subclasse Cirripedia no Atlântico sul ocidental. Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, São Paulo.

ZANARDI, E. 1996. Hidrocarbonetos no canal de São Sebastião e na plataforma interna adjacente - influencia do derrame de maio de 1994. Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, São Paulo.

 

Dissertações e teses em andamento

CORTE, G.N. Biologia populacional e reprodutiva de Anomalocardia brasiliana (Gmelin, 1791) (Bivalvia: Veneridae). Dissertação de Mestrado, Universidade Estadual de Campinas, Campinas. (Início: março/2008 e termino previsto: julho/2010. Orientador: A. Cecília Z. Amaral. Bolsa FAPESP).

FUKUDA, M.V. Contribuição ao conhecimento dos poliquetas silídeos (Polychaeta: Syllidae) da região Sudeste-Sul do Brasil. Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, São Paulo. (Início: 2005 e término previsto: 2009. Orientador: João M.M. Nogueira. Bolsa FAPESP).

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PETRACCO, M. Produção secundária da macrofauna bentônica de praias arenosas: estudo de caso com Olivella minuta (Link, 1807) (Mollusca, Gastropoda) e análise e validação métodológica. Pós-Doutorado, Universidade de São Paulo, São Paulo. (Início: janeiro/2010 e término previsto: dezembro/2012. Supervisor: Alexander Turra).

 

Texto publicado em meio digital

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Relatório técnico

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Artigos de jornal

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SIMÕES, N. & SIQUEIRA, F.A. 2009. Ampliação do Porto é debatida na Câmara de São Sebastião. Jornal Canal Aberto, 20 de fevereiro de 2009. http://www.jornalcanalaberto.com.br/index.php?pagina=materias&cod_editoria=3&cod_materia=10491&palavrachave=amplia%C3%A7%C3%A3o&inicio=0 (último acesso em 25/05/2009)

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TEIXEIRA, L. 2008. Duplicação da Tamoios só será prioridade quando o Porto de São Sebastião for ampliado. Jornal Imprensa Livre, 13 de março de 2008.

TEIXEIRA, L. 2008. É mangue ou não é? Jornal Imprensa Livre, 01 de agosto de 2008.

TEIXEIRA, L. 2008. Estado quer compatibilizar uso sustentável com conservação da natureza transformando as ilhas marinhas em Área de Proteção Ambiental. Jornal Imprensa Livre, 25 de abril de 2008.

TEIXEIRA, L. 2008. I reunião Plenária do CBH-LN de 2008 traz novidades sobre o plano de desenvolvimento do Porto de São Sebastião. Jornal Imprensa Livre, 7 de março de 2008.

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TEIXEIRA, L. 2008. Xico Graziano assina projeto de dragagem do Rio Una e Cetesb promete licença do emissário submarino do Araçá parada há 20 anos. Jornal Imprensa Livre, 05 de junho de 2008. http://www.imprensalivre.com/busca/top_busca.php?edit=2&id=5811 (consultado em 25/09/2009)

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PORTOGENTE 2009. Estado de São Paulo concentra 93% das cargas nas rodovias. Portos do Brasil – São Sebastião, 24 de fevereiro de 2009. http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=21575&sec=10 (último acesso em 30/09/2009)

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PORTOGENTE 2009. Projeto do governo Serra pode gerar caos, alerta ambientalista. Portos do Brasil – São Sebastião, 22 de setembro de 2009. http://www.portogente.com.br/portosdobrasil/texto.php?cod=7&txt=3772 (último acesso em 30/09/2009)

PORTOGENTE 2009. Expansão do Porto de São Sebastião trará mais prejuízos do que benefícios, alerta consultor. Portos do Brasil – São Sebastião, 29 de setembro de 2009. http://www.portogente.com.br/portosdobrasil/texto.php?cod=7&txt=3775 (último acesso em 30/09/2009)

 

Artigos de jornal publicados em meio digital

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Audiência aprova plano de expansão portuária. 2009. Jornal A Tribuna, 17 de fevereiro de 2009. http://www.webtranspo.com.br/modais/aquaviario/2194-audiencia-aprova-plano-de-expansao-do-porto-de-sao-sebastiao.html (último acesso em 25/05/2009)

Comitê aponta divergência entre Petrobras e Porto na construção dos píeres sobre o Araçá. 2008. Jornal Imprensa Livre, 12 de setembro de 2008 http://www.imprensalivre.com.br/busca/top_busca.php?edit=3&id=25926 (último acesso em 25/05/2009)

Mangue do Araçá ganha projeto de recuperação vinculado ao Parque de Valorização de Resíduos Urbanos. 2008. Litoral Virtual, 04 de agosto de 2008. http://litoralvirtual.com.br/noticias/2008/08/04.html#SaoSebastiao (último acesso em 25/05/2009)

Para ampliar porto, Estado quer aterrar manguezal. 2008. Jornal Folha de São Paulo, 12 de março de 2008. 12 de março de 2008. http://www.intelog.com.br/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=948063&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=940817&Titulo=Paraampliarporto%2CEstadoqueraterrarmanguezal (último acesso em 25/05/2009)

Para ampliar porto, Serra quer aterrar manguezal. 2008. Olhando o Movimento, 12/03/2008. http://olhandoosmovimentos.blogspot.com/2008/03/para-ampliar-porto-serra-quer-aterrar.html (último acesso em 13/05/2009)

Proposta gera polêmica. 2008. A Tribuna Digital, 18 de março de 2008.

Xico Graziano divulga nota sobre criação de mosaico de ilhas e áreas de preservação ambiental marinhas. 2008. Jornal Canal Aberto, 12 de maio de 2008. http://www.jornalcanalaberto.com.br/index.php?pagina=materias&cod_editoria=28&cod_materia=4877 (consultado em 25/05/2009)

O Porto de São Sebastião e o meio ambiente. 2008. Porto de São Sebastião, 15/03/2008. http://www.portodesaosebastiao.com.br/arquivo/0005.shtml (último acesso em 13/05/2009)