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Biota Neotropica

versão impressa ISSN 1806-129Xversão On-line ISSN 1676-0611

Biota Neotrop. vol.11  supl.1 Campinas jan./dez. 2011

http://dx.doi.org/10.1590/S1676-06032011000500020 

INVENTÁRIOS

 

Checklist de Rotifera de água doce do Estado de São Paulo, Brasil

 

Checklist of fresh-water Rotifera from São Paulo State, Brazil

 

 

Fernando Souza Soares; José Galizia Tundisi; Takako Matsumura-Tundisi*

Instituto Internacional de Ecologia, Rua Bento Carlos, 750, CEP 13560-660, São Carlos, SP, Brasil

 

 


RESUMO

O presente estudo foi realizado para obter conhecimento do número de espécies de Rotifera que ocorre nos corpos de água do Estado de São Paulo. Das 22 Unidades de Gerenciamento de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo onde foram amostrados 250 corpos de água totalizando 390 amostras no Projeto BIOTA/FAPESP, foram exploradas 5 UGRHI (Mantiqueira, Pardo,Tietê/Jacaré, Mogi Guaçu, Alto Tietê),onde foram registradas 277 espécies, das quais 89 são espécies que nunca haviam sido registradas no Estado de São Paulo. Esse número de espécies está longe de ser o número real de espécies que poderão ocorrer no Estado de São Paulo, uma vez que a análise cumulativa do número de espécies versus número de amostras que foram analisadas, não atingiu o patamar de estabilidade do número de espécies. As espécies de Rotifera que apresentam maior representatividade nos corpos de água do Estado de São Paulo pertencem às seguintes familias: Lecanidae (60 espécies), Trichocercidae (42 espécies), Brachionidae (34 espécies), Synchaetidae (12 espécies), Floscularidae (11 espécies), Filinidae (6 espécies), Asplanchnidae (4 espécies), Conochilidae (4 espécies).

Número de espécies: no mundo: 2030, no Brasil: 800, estimadas no Estado de São Paulo: 420.

Palavras-chave: Rotifera de água doce, biota paulista, Programa BIOTA/FAPESP.


ABSTRACT

The present work was carried out to describe the number of Rotifera species occurring in the water bodies of São Paulo State. The species checklist were made using the data obtained from the Project BIOTA/FAPESP (1999-2003) and from the other authors that worked in São Paulo State. From twenty two (22) UGRHI (Unit of Management of Water Resources) of São Paulo State 250 water bodies were sampled in the Project BIOTA/FAPESP but only five (5) UGRHI (Mantiqueira, Pardo,Tietê/Jacaré, Mogi Guaçu, Alto Tietê) were studied for Rotifera group sampling 90 water bodies. 277 species were recorded of which 89 were registered for the first time in São Paulo State. This number of species is probably not the real number of species that occur in São Paulo State once the relationship species number/number of samples analyzed did not attain the expected plateau. The species which are representative of the water bodies of São Paulo State are from the following families: Lecanidae (60 species), Trichocercidae (42 species), Brachionidae (34 species), Synchaetidae (12 species), Floscularidae (11 species), Filinidae (6 species), Asplanchnidae (4 species), Conochilidae (4 species).

Number of species: in the world:2030, in Brazil:800, estimated in São Paulo State: 420.

Keywords: fresh-water Rotifera, biodiversity of the State of São Paulo, BIOTA/FAPESP Program.


 

 

Introdução

Os Rotifera são organismos cujo tamanho varia de 100 a 1000 µm, um pouco maiores do que os protozoários ciliados (Oliveira-Neto & Moreno 1999). De tamanho microscópico compartilham características estruturais com os membros de Gastrotricha e Nematoda, motivo pelo qual anteriormente formavam, junto com estes, o Filo Aschelminthes. Entretanto, atualmente os Rotifera constituem um Filo próprio (Edmondson 1959). O Filo Rotifera é eminentemente límnico e as espécies são capazes de suportar condições ambientais extremas, tendo sido observados sobre neve e em águas termais (Schaden 1985). O Filo compreende aproximadamente 2030 espécies conhecidas no mundo que são classificadas em três grupos distintos, o Seisonidae, espécies marinhas (50 espécies), o Monogononta com 1570 espécies todas de água doce e o Bdelloidea com 461 espécies (Medeiros & Hadel 1999, Segers 2007). A reprodução destes organismos é partenogenética, com ciclo de vida curto, podendo formar ovos de resistência ou apresentar variações sazonais nas taxas reprodutivas associadas à variabilidade da disponibilidade alimentar (Barnes et al. 1995, Sipaúba-Tavares & Rocha 2001, Devetter & Sed'a 2003)

No Estado de São Paulo, Schaden (1970) realizou o primeiro levantamento exclusivamente de rotíferos límnicos paulistas. Schaden (1970) estudou o zooplâncton de águas estuarianas no sul do estado, incluindo os rotíferos, identificados, em parte, até gênero ou espécie. De acordo com Rocha et al. (1995), os rotíferos dominam o zooplâncton da maioria dos lagos, tanques, reservatórios e rios do Brasil em densidade e número de espécies. Isto se deve provavelmente ao fato destes organismos consumirem uma variedade de espécies fitoplanctônica, detritos e bactérias, com dietas variando entre espécies distintas ou uma única espécie (Starkweather 1980 apud Santos 2010). As famílias Lecanidae, Brachionidae, Trichocercidae, são consideradas típicas de ambientes tropicais e foram também consideradas como as principais na America do Sul (Rocha et al. 1995).

 

Metodologia

1. Lista das fontes consultadas para elaboração da lista

Para elaboração da lista de espécies que ocorrem no Estado de São Paulo, foram consultadas as seguintes obras: Tundisi (1980), Matsumura-Tundisi et al. (1990), Lopes (1994), Oliveira-Neto & Moreno (1999), Pareschi (2004), Abra (2008), Programa BIOTA/FAPESP (2003), Esteves et al. (2000), Güntzel et al. (2000), Segers (2002), Sampaio (2002), Sampaio et al. (2002), Panarelli et al. (2003), Lucinda et al. (2004), Pamplin et al. (2006), Segers (2007), Nascimento (2008), Millan (2009), Santos (2010), Segers & Dumont, 1995.

 

Resultados e Discussão

1. Comentários sobre a lista de espécies

A Tabela 1 apresenta a lista dos corpos de água amostrados no Projeto BIOTA/FAPESP e a Figura 1 as UGRHIs estudadas para o grupo dos Rotifera no BIOTA/FAPESP e a Tabela 2, a lista das espécies de Rotifera, com descritor de cada táxon e com as localidades de ocorrência.

À lista de espécies de Rotifera, que ocorrem no Estado de São Paulo apresentada em Oliveira-Neto & Moreno (1999), (188 espécies) foram acrescidas 150 espécies. Destas, 89 espécies foram registradas pela primeira vez no Estado de São Paulo no Projeto BIOTA/FAPESP (2003) e 61 espécies por outros autores que trabalharam ocasionalmente em corpos de água do Estado de São Paulo (ver lista de referências utilizada para elaboração do checklist). Portanto, no Estado de São Paulo são conhecidas um total de 338 espécies (Tabela 2). O Projeto BIOTA/FAPESP, deu uma grande oportunidade para explorar maior número de corpos de água inseridos nas 22 UGRHIs do Estado de São Paulo e a verificação do número correto de espécies que ocorrem no Estado de São Paulo, através da eliminação de sinonímias e nomenclaturas consideradas não válidas por Segers 2007. A espécie Vanoyella globosa registrada no material do BIOTA/FAPESP ainda não teve a sua posição taxonômica definida devido a sua caracterização incompleta não permitindo posicioná-la a nível de família sendo considerado do grupo "incertae sedis"(Edmondson, 1959).

2. Comentários sobre a riqueza de espécies do Estado de São Paulo comparada com a de outras regiões

No levantamento de espécies de Rotífera feito no Estado de Pernambuco, Melo Júnior et al. (2007), registraram apenas 64 espécies distribuídas em 18 famílias e 29 gêneros. Melo Junior et al. (2007) concluíram que estes resultados são parciais pois não teve exploração de todos os corpos de água do Estado de Pernambuco sugerindo a necessidade de realizar mais estudos sobre a biodiversidade deste grupo principalmente nos sistemas aquático localizados na Zona da Mata e no Agreste, bem como em ecossistemas lóticos. A escassez de estudos nessas regiões faz com que a riqueza de espécies nesse Estado seja menor do que a riqueza registrada no Estado de São Paulo. Também o número de pesquisadores especializados em Rotifera que existem nas várias regiões influencia na riqueza encontrada. As regiões mais intensamente estudadas no Brasil são a Bacia do Paraná e a Bacia Amazônica por terem maior número de pesquisadores dedicando-se ao grupo dos Rotifera, juntamente com outros grupos do zooplancton tais como Bonecker et al. 2009, Rangel et al. 2009, Rocha et al. 2002, Sendacz et al. 2006, Matsumura-Tundisi & Tundisi 2005, na Bacia do Paraná e Koste 1978, Segers 1995, na Bacia do Amazonas.

3. Principais avanços relacionados ao Programa BIOTA/FAPESP

Com o Projeto "Biodiversidade zooplanctônica e o estado de degradação dos ecossistemas aquáticos continentais do Estado de São Paulo", foram acrescentadas 89 espécies. Oito gêneros (Beauchampiella, Encentrum, Erignatha, Floscularia, Itura, Kellicotia, Octotrocha e Vanoyella) foram registrados como de ocorrência inédita no Estado de São Paulo, cada gênero com uma espécie. Os gêneros que apresentaram maior número de espécies de ocorrência inédita foram, Cephalodella com 6 espécies, Lepadella 8 espécies, Lecane 10 espécies e Trichocerca 13 espécies. O número de espécies apresentadas no Estado de São Paulo por Oliveira-Neto & Moreno (1999) sofreu alteração através da revisão das nomenclaturas (sinonímias e nomenclaturas não válidas) de acordo com Segers (2007).

4. Principais grupos de pesquisa dentro do Estado de São Paulo

No Estado de São Paulo atualmente não existe grupo de pesquisa em Biodiversidade de zooplancton que possa dar continuidade ao trabalho desenvolvido no BIOTA/FAPESP, pois após o término do projeto BIOTA/FAPESP, os pesquisadores se dispersaram, e aqueles vinculados à docência das Universidades não conseguiram dar prosseguimento à pesquisa em grupos taxonômicos. E os estudantes formados (doutores e pós doutores) também não tiveram oportunidade de se inserirem em Instituições de pesquisa para dar continuidade à pesquisa.

5. Principais acervos de espécimes desse grupo dentro do Estado de São Paulo

Os acervos de espécimes de Rotifera são amostras de plâncton coletadas com redes especiais (rede de 30 µm) em 250 corpos de água distribuídos em 22 Unidades de Gerenciamento de Recursos Hídricos (UGRHIs) e que se encontram no Departamento de Hidrobiologia da UFSCar sob a responsabilidade do Prof. Ivã de Haro Moreno, um dos pesquisadores participantes do BIOTA/FAPESP. O grupo dos Rotifera foi analisado somente em corpos de água de 5 UGRHIs, indicando que uma grande parte das amostras encontram-se na Instituição para serem analisadas.

6. Principais lacunas do conhecimento sobre esse grupo dentro do Estado de São Paulo

Uma das principais lacunas sobre o grupo de Rotifera no Estado de São Paulo e no mundo é a falta de uma integração mundial das nomenclaturas válidas, excluindo as sinonímias. O tratamento de sinonímias no banco de dados mundial não é abrangente, mas concentra-se em sinonímias que ocorrem em literatura recente ou que são por vezes referidos como táxons válidos ou como nomes de variantes da subespécie. Sinonímias baseadas especialmente nos caracteres morfológicos ocorrem em várias espécies como por exemplo, com o gênero Brachionus onde Brachionus angularis orientalis (Sudzuki, 1989) = B. angularis (Gosse, 1851) (Segers, 2007). Também podem ser encontradas na literatura inúmeras discrepâncias a nível supra-específico como, por exemplo, o nome Lepadellidae (Harring, 1913) que é utilizado para designar o táxon a nível de família onde se incluem os gêneros Colurella, Lepadella, Paracolurella e Squatinella, enquanto Kutikova (1970), Koste (1978), Koste and Shield (1989) e Nogrady et al. (1994), para citar alguns desses, usam o nome Colurellidae (Wesenberg-Lund, 1929) para a família que engloba os gêneros acima citados constituindo-se assim, Lepadellidae e Colurellidae sinonímias. Segundo Segers, 2002, o nome da família Lepadellidae por ser "sinônimo sênior" deve prevalecer na nomenclatura.

7. Perspectivas de pesquisa em Rotifera para os próximos 10 Anos

É necessária a formação de grupos de pesquisa constituído por especialistas para que se possa conhecer não só a diversidade, mas também os aspectos ecológicos e fisiológicos incentivando o interesse de novos pesquisadores na área. Para isso são necessários incentivos e políticas que financiem a formação de grupos de pesquisa especializados na área. Espera-se também reduzir o número de erros ortográficos e outras inconsistências na literatura.

 

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Recebido em 14/07/2010
Versão reformulada recebida em 14/10/2010
Publicado em 15/12/2010

 

 

*Autor para correspondência: Takako Matsumura-Tundisi, e-mail: takako@iie.com.br

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