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Biota Neotropica

versão On-line ISSN 1676-0611

Biota Neotrop. vol.11  supl.1 Campinas jan./dez. 2011

https://doi.org/10.1590/S1676-06032011000500032 

INVENTÁRIOS

 

Chironomidae (Insecta, Diptera, Nematocera) do Estado de São Paulo, Sudeste do Brasil

 

Chironomidae (Insecta, Diptera, Nematocera) from São Paulo State, Southeast of Brazil

 

 

Susana Trivinho-Strixino*

Laboratório de Entomologia Aquática, Departamento de Hidrobiologia, Universidade Federal de São Carlos - UFSCar, CEP 13565-905, São Carlos, SP, Brasil

 

 


RESUMO

É apresentado um inventário atualizado (junho/2010) das espécies de Chironomidae do Estado de São Paulo. Ao todo são listadas 149 espécies (91 Chironominae, 44 Orthocladiinae, 13 Tanypodinae e 1 Podonominae) acompanhadas de informações sobre os estágios de vida conhecidos e comentários adicionais sobre alguns táxons com nomenclatura duvidosa e/ou modificada.

Número de espécies estimadas: no mundo: 20.000, no Brasil: 1.500, no Estado de São Paulo: 267 C1.

Palavras-chave: Chironomidae, biota paulista, Programa BIOTA/FAPESP.


ABSTRACT

In this paper we present an updated inventory (June/2010) of the Chironomidae species from the State of São Paulo. Altogether 149 species are listed (91 Chironominae, 44 Orthocladiinae, 13 Tanypodinae and 1 Podonominae) accompanied by information about the known life stages and additional comments on some taxa with dubious nomenclature and / or modified nomenclature.

Number of species estimated: in the world: 20,000, in Brazil: 1,500, in São Paulo State: 267 C1.

Keywords: Chironomidae, biodiversity of the State of São Paulo, BIOTA/FAPESP Program.


 

 

Introdução

Os Chironomidae constituem uma das famílias de Diptera Nematocera de mais ampla distribuição no mundo, ocorrendo em todas as regiões zoogeográficas, inclusive na região Antártica. A família, com mais de 350 gêneros válidos (Armitage et al. 1995) compreende 11 subfamílias das quais cinco (Chironominae, Orthocladiinae, Podonominae, Tanypodinae e Telmatogetoninae) ocorrem no Brasil, todas com representantes no estado de São Paulo.

Os estudos de Chironomidae no Brasil tiveram início na década de 40 com os trabalhos pioneiros de Dr. Sebastião de Oliveira do Instituto Oswaldo Cruz no Rio de Janeiro. Nas décadas de 60 e 70 houve um incremento nos levantamentos faunísticos, particularmente da Amazônia, com os trabalhos dos pesquisadores alemães Drs. Ernst Fittkau e Friederich Reiss. As coleções feitas pelos dois pesquisadores resultaram em numerosas publicações posteriores.

No estado de São Paulo, os primeiros estudos, a partir da década de 80, com a família foram de cunho ecológico (Strixino, 1974, Trivinho-Strixino, 1974, 1981), ficando o conhecimento desta fauna restrito às larvas aquáticas e ao registro e descrição de poucas espécies associadas. O maior impulso no conhecimento taxonômico de Chironomidae do estado, sem dúvida, surgiu a partir do advento do Projeto Biota/Fapesp, que forneceu subsídios para a formação de vários pesquisadores taxônomos: Dra. Leny Célia da Silva Correia, Dr. Fabio de Oliveira Roque, Dr. Humberto Mendes, Dr. Luiz Carlos de Pinho, Ms. Fabio Laurindo da Silva, Ms. Caroline Silva Neubern de Oliveira, Ms. Guilherme Abbad Silveira.

 

Metodologia

A lista aqui apresentada foi elaborada a partir do site: Erro! A referência de hiperlink não é válida.. (atualizado em fevereiro de 2009) (Mendes & Pinho 2007). Outras fontes como, Zootaxa, Spixiana, Neotropical Entomology foram consultadas diretamente para atualizar a lista.

Na listagem das espécies, separadas por subfamília, antes do nome da espécie, há em alguns o símbolo (*). Este símbolo indica que a espécie já havia sido registrada em 1999; em seguida ao nome da espécie, é colocado entre parênteses o(s) estágio(s) de vida conhecido(s) (M - macho, F - fêmea, P - pupa e L - larva). Além disso, alguns itens da listagem são seguidos da letra C, com uma numeração sobrescrita, C1, C2, etc. Estas letras referem-se a comentários adicionais para algumas espécies.

 

Resultados e Discussão

No primeiro inventário faunístico publicado pela FAPESP (Joly & Bicudo 1999) no capítulo sobre a família foram registrados 59 gêneros e 31 espécies (Trivinho-Strixino & Strixino, 1999). A partir desta data, com o apoio do Programa BIOTA/FAPESP, o grupo liderado pelo Prof. Dr. Cláudio G. Froehlich e colaboradores, realizou vários estudos sobre insetos aquáticos que resultaram na formação de numerosos novos pesquisadores taxônomos, vários dos quais, especialistas em Chironomidae. Entre os levantamentos e as várias teses e dissertações resultantes dos dois projetos realizados pelo grupo verifica-se um enorme incremento no conhecimento dessa fauna no Estado de São Paulo. Até o presente foram registrados 103 gêneros e 150 espécies (Figura 1).

 

 

Na Tabela 1 estão elencadas as espécies do Estado de São Paulo catalogadas até junho de 2010.

 

Comentários

C1- Os valores apresentados no quadro referem-se à estimativa do número de espécies de Chironomidae para a Mata Atlântica feita pelo Dr. Fabio de Oliveira Roque, a partir de levantamento feito em córregos da região e utilizando uma abordagem estatística Bayesiana (Roque et al. 2007).

C2- O gênero Asheum Sublette & Sublete, 1983 já foi alvo de diferentes denominações, desde sua criação. Recebeu anteriormente a denominação de Pedionomus Sublette, 1964 e considerado sinônimo de Asheum (Ashe, 1983). O gênero Asheum foi incluído por Oyewo & Sæther (1998) em Polypedilum passando a ser considerado um subgênero de Polypedilum. Assim, este passou a receber a seguinte notação: Polypedilum (Asheum). Esta nova denominação inclusive foi incluída com a errata da chave de Chironomidae do Estado de São Paulo (Trivinho-Strixino & Strixino, 1995). Porém, os mesmos autores retiraram Asheum da categoria de subgênero, restabelecendo seu status de gênero (Sæther & Oyewo, 1998).

C3 - As larvas e fêmeas de Beardius cristhinae foram descritas recentemente por Pinho (2010).

C4 - No passado Tanytarsus rhabdomantis (Trivinho-Strixino & Strixino, 1991) e Caladomyia ortoni Säwedal, 1981 foram erroneamente alocados dentro do gênero Nimbocera Reiss, 1972, com base na característica de anelação do pecíolo do órgão de Lauterborn presente na antena da larva e considerada diagnóstica do gênero. A anelação do pecíolo e/ou de segmentos antenais não é característica única para o gênero Nimbocera ocorrendo também em outras espécies de Tanytarsus como T. limneticus Sublette, 1964 e T. obiriciae Trivinho-Strixino & Sonoda, 2006. Com base nisso, Nimbocera patagonica Reiss, 1972, registrada para o sul do Chile e Argentina, foi transferida por Sanseverino et al. 2010 para o gênero Tanytarsus van der Wulp, 1874.

C5 - Chironomus sancticaroli foi considerada por Spies & Reiss (1996) sinônimo júnior de Chironomus xanthus Rempel, 1939, no entanto os autores não analisaram os tipos das duas espécies. J. G. Rempel descreveu Chironomus xanthus a partir de machos coletados por F. Lenz no nordeste brasileiro, mas o destino dos tipos utilizados para descrição é desconhecido. Spies & Reiss (1996), analisando o material da coleção de Lenz de onde teriam se originado os tipos descritos por Rempel (preservado no Museu de Zoologia de Munique - Zoologische Staatssammlung München - ZSM), concluíram tratar-se da mesma espécie descrita por Strixino & Strixino (1981), colocando-a em sinonímia. A ausência de uma comparação pormenorizada entre os tipos de Chironomus xanthus (que foram perdidos - não há holótipos, nem parátipos) com os das espécies consideradas seus sinônimos juniores (C. sancticaroli e C. domizii Paggi, 1977) torna inválida a sinônímia sugerida pelos autores. Portanto, é mantida a denominação da espécie como C. sancticaroli.

C6 - Sem dúvida a subfamília Orthocladiinae foi a que melhor indica o avanço no seu conhecimento. Em 1999 apenas uma espécie era registrada para o Estado de São Paulo (Cardiocladius travassoi), embora já houvesse registros de imaturos de outros 7 gêneros (Trivinho-Strixino & Strixino, 1999). Esse avanço no conhecimento dessa subfamília deve-se principalmente aos estudos que vem sendo realizados pelo grupo de pesquisa do Museu de Bergen na Noruega encabeçado pelo Drs. Ole Saether, Trond Andersen e Humberto Mendes (ex. Andersen & Mendes 2007, Andersen; Sæther & Mendes et al. 2010). Todavia nesses estudos nota-se que os autores analisaram quase sempre as formas adultas. Da maioria das espécies descritas por eles se desconhece as larvas (aproximadamente 76%) e, em muitos casos se os imaturos são aquáticos ou semi-aquáticos ou terrestres.

Ainda dentro desta subfamília merecem destaque os trabalhos de Sofia Wiedenbrug sobre os Corynoneurini com detalhadas descrições de todos os estágios de vida desse grupo de pequenos Orthocladiinae (Wiedenbrug & Trivinho-Strixino 2009, Wiedenbrug et al. 2009).

C7 - Primeiro registro da subfamília no Brasil, as larvas dessa espécie de Podonomus vivem em superfícies expostas de rochas de córregos de montanha. Os adultos foram coletados pela 1ª vez na Serra da Mantiqueira entre os Estados de Minas Gerais e São Paulo. Larvas, pupas e adultos desta espécie foram coletados em outras regiões do Brasil, principalmente em locais com elevadas altitudes (>1500 m).

C8 - A subfamília Tanypodinae, embora abundante em quase todos os sistemas aquáticos do estado, foi a menos representada em termos de novos registros e/ou novas espécies. Essa lacuna deverá ser sanada, pelo menos em parte, graças às teses de doutorado em desenvolvimento pelos pós-graduandos, Mst. Caroline Silva Neubern de Oliveira e Mst. Fabio Laurindo da Silva, onde dois gêneros comuns e abundantes Ablabesmyia e Labrundinia estão sendo revistos.

1. Riqueza de Chironomidae do Estado de São Paulo comparado com outras regiões

As informações que constam no site indicam (Mendes & Pinho, 2007) grande diferença entre os registros nas várias regiões do Brasil. Na região norte incluindo os Estados do Pará, Amazonas, Acre, Roraima e Maranhão estão registradas aproximadamente 180 espécies. Em seguida está São Paulo, com 150; os demais estados da região sudeste com aproximadamente 50 espécies registradas. As demais regiões com número de registros bem inferiores (Nordeste ≈ 20 spp., Centro-Oeste ≈30 spp., Sul ≈ 35).

Com relação à distribuição geográfica das espécies no estado de São Paulo os dados disponíveis não nos permitem ainda discutir sobre suas abrangências, uma vez que a maior parte dos levantamentos faunísticos foi realizada durante o Projeto BIOTA/FAPESP e as coletas se concentraram principalmente nas regiões leste (Mata Atlântica) e central (áreas cultivadas). Há ainda uma lacuna de informações da região oeste do Estado.

2. Principais grupos de pesquisa e lacunas do conhecimento

A maioria das pesquisas com esta família de insetos refere-se a estudos de cunho ecológico, onde as larvas aquáticas são o foco principal em análises de distribuição, abundância, avaliação ambiental, etc. A falta da associação entre os imaturos e adultos ainda se constitui num impedimento para o bom conhecimento da família, principalmente em termos de conservação. A Figura 2 indica a parcela de espécies de Chironomidae registradas para o estado, cujas larvas são conhecidas. Estudos taxonômicos mais completos que contemplem essas associações são necessários, de forma a fornecer informações mais precisas a respeito dessa fauna.

 

 

Entre os pesquisadores atuando no estado podemos separar um grupo grande de pesquisadores de várias instituições (USP, UNESP, UFSCar, CETESB) que trabalham com ecologia aquática, onde a família Chironomidae entra num contexto de componente da comunidade macrobentônica e outro, menor com pesquisadores que estudam Chironomidae sob o ponto de vista biológico/taxonômico. Entre estes últimos podemos citar os grupos de pesquisa do Laboratório de Entomologia Aquática da UFSCar (LEA) e do Laboratório de Entomologia Aquática - FFCLRP/USP. Na lista abaixo estão discriminados os principais pesquisadores que na atualidade estão trabalhando com taxonomia de Chironomidae no Brasil:

• Angela Manzolillo Sanseverino, Endereço: Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Biologia, Laboratório de Entomologia, CP 68044 / CEP 21944-970 Rio de Janeiro, RJ, Brasil. E-mail: amsansev@biologia.ufrj.br.

• Caroline Silva Neubern de Oliveira, Endereço: Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas, Departamento de Zoologia, Laboratório de Entomologia Médica e Veterinária Jardim das Américas 81531-980 - Curitiba, PR - Brasil - Caixa-Postal: 19020. E-mail: cneubern@yahoo.com.br.

• Fabio de Oliveira Roque, Endereço: Universidade Federal da Grande Dourados, Faculdade de Ciências Biológicas e Ambientais. João Rosa Goes. Vila Progresso 79825-070 - Dourados, MS - Brasil. E-mail: chironomidae2005@yahoo.com.br.

 

 

• Fabio Laurindo da Silva, Endereço: Universidade Federal de São Carlos, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Departamento de Hidrobiologia. Rodovia Washington Luís, km 235, Laboratório de Entomologia Aquática. 13565-905 - Sao Carlos, SP - Brasil - Caixa-Postal: 676. E-mail: fabelha@hotmail.com.

• Humberto Fonseca Mendes, Endereço: Universitetet i Bergen, De naturhistoriske samlinger, Zoologisk Museum, Muséplas 3, 5020, Bergen - Norway/Noruega E-mail: humberto.mendes@bm.uib.no.

• Leny Célia da Silva Correia, Endereço: Avenida Getulio Vargas, 319 Apto 42 Bl. A, Baeta Neves - São Bernardo do Campo CEP: 09751-250, SP - Brasil. E-mail: plenycor@yahoo.com.br.

• Luiz Carlos de Pinho, Endereço: Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Depto. de Ecologia e Zoologia. Campus Trindade CEP 88040-900, Florianópolis - SC - Brasil. E-mail: lcpinho@pg.ffclrp.usp.br.

• Maria Conceição Messias, Endereço: Departamento de Entomologia, Museu Nacional/UFRJ, Tel. +55 21 25688262 ramal258, Fax: + 55 21 25834978. E-mail: mcmessias@terra.com.br.

• Susana Trivinho-Strixino, Endereço: Universidade Federal de São Carlos, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Depto de Hidrobiologia, Lab. Entomologia Aquática. Caixa Postal 676, CEP 13565-905 - São Carlos SP. E-mail: strixino@ufscar.br .

• Sofia Wiedenbrug, Endereço: Rua Cristina de Vasconcelos Ceccato, 525- São Paulo, SP. CEP 04802-080. E-mail: s.wiedenbrug@web.de.

• Trond Andersen, Endereço: Universitetet i Bergen, De naturhistoriske samlinger, Zoologisk Museum, Muséplas 3, 5020, Bergen - Norway/Noruega E-mail: trond.andersen@zmb.uib.no.

3. Principais acervos

• Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP).

• Natural History Collections, Bergen Museum, Norway (ZMBN).

• Laboratório de Entomologia Aquática da Universidade Federal de São Carlos (LEA/UFSCar).

• Coleção Entomológica do Instituto Oswaldo Cruz (IOC-FIOCRUZ).

• Museu de Zoologia de Munique (Zoologische Staatssammlung, Munique, Alemanha) (ZSM).

• Coleção do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).

 

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Recebido em 22/06/2010
Versão reformulada recebida em 06/10/2010
Publicado em 15/12/2010

 

 

* Autor para correspondência: Susana Trivinho-Strixino, e-mail: strixino@ufscar.br

 

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