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Jornal Vascular Brasileiro

versión impresa ISSN 1677-5449

J. vasc. bras. vol.11 no.2 Porto Alegre abr./jun. 2012

http://dx.doi.org/10.1590/S1677-54492012000200006 

ARTIGO ORIGINAL

 

Tradução e adaptação cultural do Charing Cross Venous Ulcer Questionnaire - Brasil

 

Translation and cultural adaptation of Charing Cross Venous Ulcer Questionnaire

 

 

Renata Cardoso CoutoI; Flávia de Jesus LealI; Guilherme Benjamin Brandão PittaII; Rita de Cássia B. BezerraIII; Walmir S. S. SegundoIII; Tatiana de Mendonça PortoIV

IMestranda da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) - São Paulo (SP), Brasil; Professora Auxiliar da UNCISAL - Maceió (AL), Brasil
IIDoutor em Cirurgia Cardiovascular pela UNIFESP - São Paulo (SP), Brasil; Professor Adjunto Doutor da UNCISAL - Maceió (AL), Brasil
IIIDiscente do curso de Fisioterapia da Estácio/Faculdade de Alagoas - Maceió (AL), Brasil
IVEnfermeira da Hemodiálise do Hospital Antonio Targino - Campina Grande (PB), Brasil; Enfermeira da Unidade de Terapia Intensiva Infantil do Hospital Regional de Trauma de Campina Grande - Campina Grande (PB), Brasil; Enfermeira do CICATRIZA - Clínica de Enfermagem Especializada em Curativos - Campina Grande (PB), Brasil

Correspondência

 

 


RESUMO

CONTEXTO: A tradução e a adaptação cultural são etapas que permitirão que um instrumento criado em determinado idioma e cultura possa ser usado em outro contexto cultural. O Charing Cross Venous Ulcer Questionnaire (CCVUQ) é um questionário de qualidade de vida em portadores de úlceras venosas que para ser utilizado no Brasil é necessária a execução do processo de adaptação transcultural.
OBJETIVO: Traduzir e adaptar culturalmente para a população brasileira o CCVUQ.
MÉTODOS: O processo consistiu em duas traduções e duas retrotraduções realizadas por tradutores independentes, da avaliação das versões, seguida da elaboração de versão consensual e de pré-teste comentado.
RESULTADOS: No processo de tradução, algumas palavras foram modificadas no seu aspecto literal. A análise posterior dos resultados do pré-teste apontou necessidades de modificações de alguns termos para melhor compreensão do respondente. O tempo médio de aplicação do questionário foi de 5 minutos e 23 segundos.
CONCLUSÃO: A versão na língua portuguesa do Charing Cross Venous Ulcer Questionnaire foi traduzida e adaptada para uso na população brasileira.

Palavras-chave: questionários; tradução (processo); comparação transcultural.


ABSTRACT

BACKGROUND: The translation and cultural adaptation are steps that will allow an instrument created in a particular language and culture might be used in another cultural context. The Charing Cross Venous Ulcer Questionnaire (CCVUQ) is a quality of life questionnaire in English for patients with venous ulcers that need to be translated and culturally adapted to be used in Brazil.
OBJECTIVE: To translate and culturally adapt to the Brazilian the CCVUQ.
METHODS: The process consisted of two translations and two back translations performed by freelance translators, evaluation of versions, followed by the development of consensus version and pre-test commented.
RESULTS: In the process of translating some words and expressions were changed in its literal aspect. Pre-test evaluation indicated changes were needed for better understanding of the respondent. The average time to respond to the questionnaire was 5 minutes and 23 seconds.
CONCLUSION: The Portuguese version of the Charing Cross Venous Ulcer Questionnaire was translated and adapted for use in Brazilian population.

Keywords: questionnaires; translating; cross-cultural comparison.


 

 

Introdução

O Charing Cross Venous Ulcer Questionnaire (CCVUQ) proposto neste estudo, em recente revisão sistemática, foi considerado o instrumento específico mais adequado para medir o impacto da úlcera venosa sobre a qualidade de vida de seu portador1. Apresenta-se com boas propriedades psicométricas, além de ser curto, simples e com rápido tempo de aplicação2, sendo classificado como excelente e promissor3.

Na versão original, apresentou-se com boa confiabilidade, alta correlação (r=0,55, p<0,001) com os oito domínios do SF-36 e boa sensibilidade à mudança ao longo do tempo nos pacientes com úlcera venosa4-6.

Para ajustar um instrumento anteriormente criado como o CCVUQ a um novo idioma, população e cultura, é necessário realizar a equivalência transcultural, que consiste em etapas, sendo as primeiras relacionadas à tradução e adaptação transcultural7.

Este processo tem como principal finalidade manter a validade de conteúdo do instrumento original, de modo que é possível supor que a versão local pode obter medidas semelhantes às do instrumento original8.

No Brasil, a falta de medidas válidas e de confiança para avaliação impôs barreiras aos novos tratamentos em patologias crônicas, tais como a úlcera venosa, o que gerou grande impacto social e econômico, além de interferir na qualidade de vida do portador9.

Para analisar adequadamente o impacto de uma intervenção em uma patologia crônica, como a úlcera venosa, é necessário o uso de um questionário genérico associado a medidas específicas das escalas de saúde4.

Tendo em vista a necessidade de instrumentos específicos para verificação de novas formas de tratamento na úlcera venosa e por já ter sido criado no idioma inglês um instrumento específico e relevante que mensure a qualidade de vida nessa doença, justificou-se assim este estudo que teve como objetivo traduzir e adaptar culturalmente o Charing Cross Venous Ulcer Questionnaire para a população brasileira.

 

Métodos

O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa, sob o Protocolo nº 836, segundo as normas do Conselho Nacional de Saúde (CNS), referentes à Resolução nº 196/96 sobre pesquisa envolvendo seres humanos.

Trata-se de um estudo transversal de tradução e adaptação cultural de questionário, cujos dados foram submetidos à análise quantitativa de frequência, bem como análise qualitativa.

A amostra foi selecionada de forma não probabilística, por conveniência, em serviços públicos de assistência a portadores de úlcera venosa, na cidade de Maceió (AL); para seleção, o indivíduo deveria obedecer aos critérios de inclusão, tais como ser portador de úlcera venosa aberta por mais de duas semanas, estar com diagnóstico médico de um angiologista e cirurgião vascular de classificação 6 CEAP, que consiste na determinação da gravidade da doença, estar em estabilidade clínica nos 15 dias anteriores à pesquisa, bem como nos 15 dias que se seguem ao primeiro contato com o pesquisador. Os entrevistados poderiam ser de ambos os sexos e possuir idade entre 35 (no estudo piloto, houve preferência em selecionar pacientes que estivessem dentro da maior prevalência de úlcera venosa e, coincidentemente, nos locais de coleta da amostra não foram encontrados indivíduos com úlcera menores de 18 anos) e 65 anos. Seriam excluídos da amostra os indivíduos que tivessem alterações cognitivas e/ou não compreendessem a língua portuguesa.

As traduções para a língua portuguesa e a adaptação cultural do CCVUQ foram realizadas com base nos critérios definidos e recomendados internacionalmente, aplicados em alguns instrumentos já validados e publicados na língua portuguesa10,11.

As variáveis primárias foram tradução e adaptação cultural e as variáveis secundárias foram tempo de resposta do questionário, classificação CEAP, tamanho da úlcera e dados complementares tais como: gênero, idade, grau de escolaridade, tempo de ocorrência da úlcera e atividades de vida diária.

Método de tradução e adaptação cultural

Destaca-se que, previamente à realização do estudo, obteve-se a autorização formal do autor do questionário para o procedimento de tradução e adaptação cultural.

Inicialmente, foi realizada a tradução independente da versão inglesa do CCVUQ para o português por dois tradutores bilíngues, originando as versões V1 e V2. Em seguida num encontro, deu-se origem a uma versão consensual V12, que foi retrotraduzida por dois tradutores que tinham como língua nativa o inglês, sem conhecimento prévio sobre o questionário, sendo geradas as versões retrotraduzidas R1 e R2, originando, posteriormente, uma versão retrotraduzida consensual R12.

Todas as versões (V1, V2, V12, R1, R2, R12) foram submetidas à análise por um comitê de profissionais da área e pesquisadores com entendimento no assunto e em tradução. Este comitê avaliou as versões quanto às equivalências semântica, idiomática, conceitual e cultural. Em reunião, o comitê discutiu e propôs a versão pré-final (F1) da escala em português para o pré-teste.

A versão F1 foi então aplicada, em pré-teste, a dez indivíduos com úlcera venosa e foram investigadas possíveis dúvidas e dificuldades em relação ao texto; os indivíduos foram questionados quanto (1) à compreensão do questionário (sim ou não); (2) ao que entendimento sobre cada item lido; (3) a sugestões de alterações, caso existisse algum item "não compreendido".

Os itens citados como não compreendidos por mais de 10% da amostra foram modificados.

Também foram analisados os tempos necessários para completar o questionário e, de acordo com os resultados, a tradução foi analisada e, se preciso, modificada e atualizada, gerando uma versão final (F2).

A versão F2 foi retrotraduzida e enviada novamente ao autor do questionário original, buscando aprovação e questionando se as mudanças semânticas e culturais alteraram o objetivo e contexto final do questionário.

 

Resultados

No processo inicial de tradução e retrotradução foram sugeridas, pelo comitê de profissionais, modificações no significado literal de algumas palavras visando formar expressões mais simples, utilizadas de forma mais compreensível no cotidiano da população brasileira (Tabela 1).

 

 

Posteriormente, a versão F1 foi aplicada a dez indivíduos que foram questionados quanto a dúvidas e dificuldades de compreensão do questionário; a Tabela 2 demonstra o item que foi citado como não compreendido por 20% da amostra.

 

 

A amostra selecionada para o pré-teste apresentou-se com média de idade de 56,2 anos, 100% do sexo feminino e tamanho médio da úlcera de 3,25 cm2 80% estavam afastados de suas atividades laborais, exercendo, apenas, tarefas domésticas; quanto ao grau de escolaridade, 10% eram analfabetos, 60% analfabetos funcionais, 20% tinham o 1º grau incompleto e 10%, o 1º grau completo.

Em relação ao tempo de ocorrência da úlcera, os dados colhidos demonstraram que 50% da amostra possuíam úlcera venosa há mais de um ano, enquanto 20% da amostra eram portadores de úlcera venosa há um mês, 20% de um a seis meses e 10% apresentavam-se com úlcera de seis meses a um ano.

Baseados no total dos indivíduos, 30% da amostra autorresponderam ao questionário, enquanto 70% tiveram o questionário lido, por pessoa relacionada ao estudo, sem interferir no padrão de respostas, conforme sugestão feita pelo autor da versão original.

O tempo médio de resposta do questionário foi de 5 minutos e 23 segundos.

Não houve fatos que determinassem desvio da amostra.

 

Discussão

O Brasil ainda não dispõe de muitos instrumentos de avaliação da qualidade de vida em doenças específicas, tornando necessária a tradução e padronização de instrumentos estrangeiros, como é o caso do CCVUQ.

Ao realizar processos inadequados de tradução e adaptação cultural podem-se obter resultados tendenciosos e errados12. Buscando minimizar erros, a metodologia utilizada neste estudo segue modelos internacionalmente aceitos10.

Os procedimentos utilizados para tradução e adaptação cultural do CCVUQ foram satisfatórios. A reunião com o comitê de profissionais possibilitou uma discussão sobre o instrumento, em relação aos seus objetivos, formas de preenchimento e adequação do mesmo, no sentido de permitir fácil entendimento e rápido preenchimento. As questões foram adaptadas visando equivalência semântica e cultural.

Este processo foi necessário e demonstrou boa aplicabilidade do questionário, sendo a média de tempo de aplicação de 5 minutos e 23 segundos, corroborando o processo de adaptação cultural do CCVUQ ao espanhol2, que considerou o instrumento formado por perguntas simples, cujo tempo de administração não ultrapassava 10 minutos, fato já relatado na versão chinesa do questionário13, que mesmo sendo aplicado em uma população idosa também não ultrapassava 10 minutos.

Na análise da tradução do presente estudo, algumas opções de resposta tais como, "nunca", "sem frequência", "com frequência" e "ocasionalmente" foram modificadas da versão original a partir da análise feita pelo comitê de profissionais, fato que também ocorreu em outro estudo de validação de questionário onde respostas como "verdadeiro" e "falso" foram substituídas por "sim" ou "não"14; no entanto, nas adaptações culturais do CCVUQ aos idiomas chinês13 e espanhol2, não foram demonstradas necessidades de modificações nas opções de respostas, sendo as mesmas consideradas adequadas a partir da tradução literal da versão original.

No presente estudo também foram modificadas, pelo comitê de profissionais, expressões que não condizem com hábitos da maioria da população brasileira, tais como "fazer deveres de casa", "cuidar do jardim", "fazer passatempos". Este procedimento se assemelhou a outro estudo14 em que alguns termos foram substituídos, corroborando os resultados da adaptação cultural na Espanha do CCVUQ2, que mostrou necessidade de modificações em seis frases para alcançar a equivalência cultural.

Ao aplicar a versão estabelecida pelo comitê de profissionais em dez indivíduos, fez-se necessária a modificação de um único termo considerado não compreendido por 20% da amostra (tenso em relacionamentos pessoais), demonstrando que foram seguidos critérios de estudos anteriores que determinaram que, no máximo, 15% da amostra poderiam apresentar dificuldades na compreensão das questões formuladas15, ou apresentar um entendimento incorreto12.

Em estudo realizado em pacientes com úlcera venosa, Abbade e Lastória9 constataram idade media de 57 anos e que 35% deles estavam aposentados e 16,1% afastados do trabalho devido à úlcera.

Os dados relativos às amostras dos estudos supracitados são condizentes com a amostra utilizada no pré-teste da presente pesquisa, em que a média de idade foi relativamente formada por população adulta (56,2 anos) e que também estava afastada de suas atividades de trabalho.

Convém relatar, entretanto, que na construção do questionário original, a amostra selecionada tinha média de idade de 76 anos, sendo formada predominantemente por população idosa4.

Sabe-se da predominância do sexo feminino entre os portadores de úlcera venosa9, fator que se assemelha ao estudo de validação da versão original do questionário4, bem como da amostra no pré-teste da presente pesquisa.

O pré-teste revelou que o instrumento está traduzido e adaptado para o Brasil, no entanto, vale salientar que a amostra utilizada foi composta por população adulta, com baixo grau de escolaridade. Embora o autor do questionário mencione que este pode ser aplicado individualmente, verificou-se que, em nossa cultura, sua aplicação deverá ser assistida em casos de indivíduos de baixa escolaridade.

Convém enfatizar que é necessária a aplicação dos testes clinimétricos com população mais diversificada para que o CCVUQ possa ser utilizado para mensurar a qualidade de vida do portador de úlcera venosa na população brasileira.

 

Conclusão

O processo de tradução e adaptação cultural do Charing Cross Venous Ulcer Questionnaire para o Brasil seguiu as etapas recomendadas e foi realizado com sucesso. Assim, tem-se a versão brasileira do CCVUQ.

 

Referências

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Correspondência:
Renata Cardoso Couto
Rua Walberdson Ferreira, 42 - Feitosa
CEP 57042-295 - Maceió (AL), Brasil
E-mail: reenata.couto@gmail.com

Submetido em: 13.08.11.
Aceito em: 02.01.12.
Fonte de financiamento: nenhuma.
Conflito de interesse: nada a declarar.

 

 

Contribuições dos autores
Concepção e desenho do estudo: RCC, FJL, GBBP
Análise e interpretação dos dados: RCC, FJL, GBBP
Coleta de dados: RCBB, WSSS
Redação do artigo: RCC, FJL
Revisão crítica do artigo: TMP
Aprovação final do artigo*: RCC, FJL, GBBP, TMP, RCBB, WSSS
Análise estatística: RCC, FJL
Responsabilidade geral do estudo: RCC, FJL, GBBP
Trabalho realizado na Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL) - Maceió (AL), Brasil.
*Todos os autores leram e aprovaram a versão final submetida ao J Vasc Bras.

 

 


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