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Jornal Vascular Brasileiro

versão impressa ISSN 1677-5449

J. vasc. bras. vol.12 no.3 Porto Alegre junio/set. 2013

http://dx.doi.org/10.1590/jvb.2013.039 

Desafio TerapÊutico

Pseudoaneurisma da artéria subclávia próximo à origem da artéria vertebral após punção inadvertida: tratamento endovascular ou cirurgia aberta?

Rodrigo Gibin  Jaldin1 

Matheus  Bertanha1 

Marcone Lima  Sobreira1 

Leandro Gobbo  Braz2 

Carlos Clayton Macedo de  Freitas3 

Winston Bonetti  Yoshida4 

Regina  Moura4 

1Universidade Estadual Paulista - UNESP, Disciplina de Cirurgia Vascular e Endovascular, Botucatu, SP, Brasil

2Universidade Estadual Paulista - UNESP, Departamento de Anestesiologia, Botucatu, SP, Brasil

3Universidade Estadual Paulista - UNESP, Disciplina de Neurocirurgia e Neurorradiologia Intervencionista, Botucatu, SP, Brasil

4Universidade Estadual Paulista - UNESP, Disciplina de Cirurgia Vascular e Endovascular, Botucatu, SP, Brasil

INTRODUÇÃO

O tratamento de pseudoaneurismas tem sido classicamente cirúrgico, por meio de ressecção (com anastomose término-terminal ou com enxerto venoso), sutura ou bypass 1. As tentativas cirúrgicas do tratamento do aneurisma da artéria subclávia são muito antigas, datando desde o ano de 1818, com Valentine Mott2, passando por Smyth em 1864, que realizou o primeiro tratamento com sucesso. Halsted, em 1924, descreve a dificuldade no tratamento desta lesão3. A cirurgia aberta envolve morbimortalidade considerável, particularmente em doentes de alto risco cirúrgico1 e em casos de cirurgia de urgência4.

O tratamento endovascular por via percutânea (stents recobertos ou embolização), método minimamente invasivo sem necessitar de anestesia geral, tem surgido na última década como uma alternativa terapêutica. A primeira referência ao tratamento de lesões arteriais por via endovascular surgiu em 1915, por Carrel et al.4. Os primeiros estudos em animais com colocação de stents endoluminais foram publicados em 1969, por Dotter et al. Em 1987, Nicholas Volodos5 realizou a primeira correção endovascular de um aneurisma de aorta em Kharkov, na então União Soviética, mas esta técnica popularizou-se em 1991, quando Parodi et al. publicaram o primeiro estudo humano sobre a utilização de stents recobertos em aneurismas (aorta abdominal) colocados percutaneamente via femoral6 e, em 1992, utilizaram stents recobertos na terapêutica de uma fístula arteriovenosa7. Em1994, surgiu o primeiro estudo sobre a utilização de stents recobertos em pseudoaneurismas, por Marin et al.8.

A origem da embolização é de 1930, em estudo realizado por Brooks, que relatou a embolização de uma fístula carotidocavernosa com fragmentos de músculo por via cirúrgica. Alguns anos mais tarde, em 1968, Doppman embolizou uma má formação arteriovenosa medular por via percutânea transcateter9. Posteriormente, a técnica de embolização transcateter foi aplicada para o tratamento de hemorragias digestivas10, sangramento do trato urinário11, trauma pélvico12, fístulas arteriovenosas e hemoptises13. Com o desenvolvimento de inúmeros agentes embolizantes e de uma gama de novos materiais angiográficos, tais como microcateteres, a técnica de embolização percutânea transcateter ofereceu uma alternativa terapêutica nova, mudando o curso dessas lesões.

Assim, o tratamento endovascular é uma opção terapêutica pouco invasiva e cada vez mais aplicada para estas lesões vasculares traumáticas. Há situações em que a embolização arterial superseletiva transcateter poderia ter grande aplicação, pois controla o sangramento sem comprometer funções essenciais. Neste desafio, se apresentam os prós e contras das opções terapêuticas para o tratamento da lesão iatrogênica da artéria subclávia.

PARTE I - CASO CLÍNICO

Paciente com 78 anos de idade, gênero masculino e 60 kg, consciente, com história de dor abdominal de forte intensidade, queda do estado geral, febre, hipotensão e taquicardia, sendo indicada laparotomia exploradora de emergência. Negava comorbidades prévias. Durante o procedimento cirúrgico, o paciente apresentou instabilização hemodinâmica e a equipe de anestesia optou por puncionar uma veia central, sendo indicada a veia jugular interna direita por via anterior. Houve punção inadvertida possivelmente da artéria carótida, seguida de expansão do volume cervical à direita, principalmente em região supraclavicular, com discreto desvio traqueal, não cedendo às manobras de compressão local. A equipe de Cirurgia Vascular foi acionada e descartou sangramento ativo após a realização de ultrassonografia duplex das regiões cervical e supraclavicular à direita, com aparelho portátil (Sonosite (r) ). No entanto, nas primeiras horas de pós-operatório, ocorreu expansão significativa do volume cervical, principalmente em região supraclavicular, com desvio traqueal após pico hipertensivo (Figura 1). Garantida a perviedade da via aérea por intubação orotraqueal, o paciente foi submetido a novo mapeamento duplex, que identificou grande hematoma cervical e presença de pseudoaneurisma em torno de 3,0 cm no seu maior diâmetro, com fluxo proveniente da artéria subclávia (Figura 2). Indicada angiografia para melhor avaliação diagnóstica e necessidade de tratamento invasivo desta situação.

Figura 1 A- Visão geral de grande massa pulsátil acometendo as regiões cervical e supraclavicular direita; B- Detalhe do hematoma, observando-se desvio da traqueia. 

Figura 2 Mapeamento duplex evidenciando grande pseudoaneurisma com fluxo bidirecional característico. 

Caso indicada a intervenção, as opções de tratamento neste caso seriam:

    •. Cirurgia aberta

    •. Abordagem endovascular por meio de implante de stent revestido

    •. Abordagem endovascular por meio de embolização superseletiva, indicação off-label, uma vez que se realizaria a oclusão de espaço extravascular mantido por fluxo diretamente proveniente da artéria subclávia

PARTE II - O QUE FOI FEITO?

Optou-se pelo tratamento endovascular por embolização superseletiva. Utilizou-se para tal, punção retrógrada e cateterismo de artéria femoral comum direita com introdutor valvulado 5F - 11 cm (St. Jude Medical (r) ) como acesso. Para planejamento terapêutico, realizou-se arteriografia do arco aórtico e dos troncos supra-aórticos por cateter Pig Tail 5F (Merit (r) ), que evidenciou extravasamento de contraste na porção proximal da artéria subclávia direita, nutrindo um pseudoaneurisma através de pequeno orifício, próximo da emergência da artéria vertebral (Figura 3). Optou-se por tentar oclusão da lesão com coils e complementação com cola de fibrina. Para isto, progrediu-se fio guia hidrofílico 0,035" de 260 cm (Aqualiner - Nipro (r) ), seguido de cateter por Head-Hunter 5F (Merit (r) ) para cateterismo seletivo do tronco braquiocefálico e de artéria subclávia direita, sendo o guia hidrofílico ancorado neste vaso. Foi trocado o introdutor valvulado sobre guia por outro mais calibroso (8F - 90 cm - Flexor - Cook (r) ) e progredido cateter-guia JR 6Fr. No interior deste, progrediu-se Microcateter Excelsior (Boston Scientific (r) ) sobre microguia 0,014" de 205 cm ( Transend - Boston Scientific (r) ), obtendo-se cateterismo ultrasseletivo da solução de continuidade na parede da artéria subclávia. Através do microcateter colocado neste orifício, foram introduzidas micromolas (coils) de liberação controlada, na seguinte sequência: Micrusphere Microcoil 12 mm × 20 cm (Micrus (r) ); Micrusphere Microcoil 10 mm × 20 cm (Micrus (r) ); Axium 3D Detachable Coil System 10 mm × 30 cm (EV3 (r) ); Axium 3D Detachable Coil System 4 mm × 12 cm (EV3 (r) ), e Microplex Coil system 7 mm × 18 cm (Microvention - Terumo (r) ). Após a liberação destas, foi realizado um controle angiográfico que mostrou o fechamento da lesão e melhora da opacificação da artéria vertebral, o que sugere que o pseudoaneurisma 'roubava' fluxo desta artéria (Figura 4). Mesmo com o resultado satisfatório obtido com a liberação das molas, optou-se por tratamento complementar com cola cirúrgica, já que não havia parede real contendo o fluxo extravascular. Optou-se, assim, por utilizar Cianoacrilato (Gluebran (r) -2 - GEM (r) ) em vez de cola de fibrina, pois houve receio de esta última aderir-se ao cateter antes de exercer o efeito desejado na loja do pseudoaneurisma. O tratamento foi efetivo, possibilitando estabilidade hemodinâmica do paciente e permitindo notável regressão do hematoma (Figura 5). Realizou-se mapeamento duplex de controle 24h e 48h após o procedimento, confirmando oclusão do pseudoaneurisma.

Figura 3 A- Arteriografia seletiva do tronco braquiocefálico mostrando extravasamento de contraste a partir de lesão na artéria subclávia direita nas proximidades da origem da artéria vertebral. B- Detalhe angiográfico da relação da lesão da artéria subclávia com a origem da artéria vertebral. 

Figura 4 A- Aspecto angiográfico final, após correção do pseudoaneurisma por embolização superseletiva com microcoils. B- Detalhe da lesão tratada. 

Figura 5 Regressão significativa do hematoma cervical em 48h pós-procedimento. 

DISCUSSÃO

Punções de veias centrais são de grande valia na monitorização do sistema cardiovascular em pacientes críticos e na administração de drogas vasoativas ou de soluções irritantes de veias periféricas, como a nutrição parenteral total14 - 16. Com a evolução dos cuidados intensivos, o número desses procedimentos aumentou progressivamente, trazendo consigo complicações mais graves e numerosas14 , 16. As complicações mais frequentes apontadas na literatura são o mau posicionamento, a punção arterial e o pneumotórax, os quais podem, na maioria das vezes, ser diagnosticados no momento do procedimento17. Tais problemas ocorrem, principalmente, por inexperiência do médico executor ou por possíveis variações anatômicas14 , 16. Além disso, não há visão direta das estruturas, o que proporciona maior chance de erros17. Compressão de hematomas e controle de parâmetros da ventilação mecânica, como ventilação superficial ou apneia, além do auxílio da ultrassonografia, seja para guiar a punção, seja para compressão ecoguiada dos hematomas, são artifícios que permitem minimizar problemas relacionados à punção de veias centrais16. Pseudoaneurismas de grandes vasos e da artéria subclávia são raros após punção central, podendo ocorrer em 0,05 a 2% dos casos. Suas complicações incluem expansão e compressão de estruturas respiratórias e neurovasculares adjacentes, rotura, trombose e erosão para pele, com sangramento externo18 , 19.

No tratamento cirúrgico do pseudoaneurisma da artéria subclávia, o controle proximal pode necessitar da exposição da artéria subclávia retroclavicular, com ou sem toracotomia, havendo risco de lesão de estruturas nobres, como o nervo frênico ou o ducto torácico (à esquerda), e o plexo braquial, além de hemorragia durante a dissecção20.

Particularmente, neste caso, o reparo endovascular foi, na opinião dos autores, a melhor opção, uma vez que o controle cirúrgico da lesão seria dificultado, pois o espaço supraclavicular encontrava-se ocupado pelo pseudoaneurisma, comprometendo possível via de acesso, e a lesão acometia a artéria subclávia entre a primeira e a segunda porções anatômicas, com necessidade de abordagem do segmento recoberto pelo músculo escaleno anterior. A primeira opção terapêutica aventada pela equipe foi o implante de stent revestido21, mas, em razão da proximidade da origem da artéria vertebral, esta poderia ser ocluída e causar isquemia cerebelar, comprometendo, mormente a situação clínica já bastante grave do paciente. Optou-se então por embolização superseletiva para tratamento desta lesão.

Com o desenvolvimento de sistemas de microcateteres e microguias, projetados inicialmente para a neurorradiologia intervencionista22 , 23, lesões com esta podem ser excluídas seletivamente, sem comprometer o suprimento sanguíneo para regiões adjacentes. As micromolas permitem liberação precisa após a confirmação da correta posição destas por meio da arteriografia. Com esta técnica, minimiza-se o risco de migração da mola, apresentando melhor resultado imediato24.

Concluindo, a embolização com microcoils pode ser mais uma alternativa de tratamento, menos invasivo para estas lesões puntiformes iatrogênicas.

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*Todos os autores devem ter lido e aprovado a versão final submetida ao J Vasc Bras. O estudo foi realizado na Faculdade de Medicina de Botucatu-UNESP, Botucatu-SP, Brasil.

Recebido: 13 de Fevereiro de 2013; Aceito: 03 de Maio de 2013

Correspondência Rodrigo Gibin Jaldin Hospital das Clínicas - Laboratório Vascular Distrito de Rubião Jr., s/n - UNESP Campus Botucatu CEP 18618-780 - Botucatu (SP), Brasil Fone: (14) 3811-6305 E-mail: rgibin@uol.com.br, rgibin@fmb.unesp.br

Informações sobre os autores RGJ é professor colaborador da disciplina de Cirurgia Vascular e Endovascular, Universidade Estadual Paulista (UNESP). MB é professor assistente da disciplina de Cirurgia Vascular e Endovascular, Universidade Estadual Paulista (UNESP). MLS é professor doutor da disciplina de Cirurgia Vascular e Endovascular, Universidade Estadual Paulista (UNESP). LGB é professor doutor do Departamento de Anestesiologia, Universidade Estadual Paulista (UNESP). CCMF é professor assistente da disciplina de Neurocirurgia e Neurorradiologia Intervencionista, Universidade Estadual Paulista (UNESP). WBY é professor titular da disciplina de Cirurgia Vascular e Endovascular, Universidade Estadual Paulista (UNESP). RM é professora doutora da disciplina de Cirurgia Vascular e Endovascular, Universidade Estadual Paulista (UNESP).

Contribuições dos autores Concepção e desenho do estudo: RGJ, MLS Análise e interpretação dos dados: RGJ, MB, MLS, WBY, RM Coleta de dados: RGJ, MB, MLS, CCMF, LGB, RM Redação do artigo: RGJ, WBY, MLS Revisão crítica do texto: RGJ, MLS, RM, WBY Aprovação final do artigo*: RGJ, MB, MLS, CCMF, LGB, WBY, RM Analise estatística: Não houve análise estatística neste estudo. Responsabilidade geral do estudo: RGJ Informações sobre financiamento: Nenhuma.

Fonte de financiamento: Nenhuma.

Conflito de interesse: Os autores declararam não haver conflitos de interesse que precisam ser informados.

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