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Revista Dor

Print version ISSN 1806-0013

Rev. dor vol.13 no.3 São Paulo July/Sept. 2012

http://dx.doi.org/10.1590/S1806-00132012000300008 

ARTIGO ORIGINAL

 

Prevalência da disfunção temporomandibular e de diferentes níveis de ansiedade em estudantes universitários*

 

 

Berta Priscilla Nogueira BezerraI; Ana Isabella Arruda Meira RibeiroII; Alcione Barbosa Lira de FariasII; Alan Bruno Lira de FariasII; Luciana de Barros Correia FontesII; Silvio Romero do NascimentoII; Armiliana Soares NascimentoIII; Maria Soraya Pereira Franco AdrianoIV

ICirurgiã-Dentista Graduada pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Campina Grande, PB, Brasil
IICirurgiões-Dentistas. Professores do Departamento de Odontologia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Campina Grande, PB, Brasil
IIICirurgiã-Dentista. Mestranda em Odontologia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Campina Grande, PB, Brasil
IVCirurgiã-Dentista. Mestranda em Odontologia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB); Professora da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Cajazeiras, PB, Brasil

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A dor orofacial tem merecido maior ênfase em saúde pública, pela sua incidência crescente, a abrangência de grupos etários cada vez mais precoces, uma associação possível com a saúde mental e as implicações na qualidade de vida dos acometidos. Esta pesquisa teve como objetivo avaliar a prevalência da disfunção temporomandibular (DTM) e dos diferentes níveis de ansiedade, em acadêmicos dos cursos de Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Odontologia e Psicologia da Universidade Estadual da Paraíba.
MÉTODO: Estudo transversal, com abordagem indutiva e análise estatística descritiva e inferencial com 336 acadêmicos. Para a coleta dos dados, aplicaram-se formulários contendo o Índice Anamnésico, e o Inventário de Ansiedade Traço-Estado (IDATE). Utilizaram-se os testes Qui-quadrado de Pearson e Exato de Fisher, adotando-se um intervalo de confiança de 95%.
RESULTADOS: 48,2% dos indivíduos apresentavam DTM leve, 11,3% moderada e 3% grave. A DTM foi mais frequente em indivíduos solteiros, do gênero feminino, na faixa etária dos 18 aos 22 anos, com sintoma de tensão emocional. Os acadêmicos de Fisioterapia apresentaram significativamente maior necessidade de tratamento para DTM e valores mais elevados do nível de ansiedade.
CONCLUSÃO: Identificou-se elevada incidência de DTM nos acadêmicos dos diversos cursos, com prevalência maior nos de Fisioterapia.

Descritores: Ansiedade, Estudantes de Ciências da Saúde, Prevalência, Síndrome da disfunção da articulação temporomandibular.


 

 

INTRODUÇÃO

Disfunções temporomandibulares (DTM) representam desordens que abrangem os músculos mastigadores, a articulação temporomandibular (ATM) e suas estruturas associadas. Tais alterações afetam grande parte da população, podendo estar relacionadas a sinais e sintomas desagradáveis como dores nos músculos da mastigação ou na ATM, ruídos articulares, limitação de abertura bucal, retração gengival, oclusão inadequada, distúrbios auditivos, cefaleias e sensibilidade em toda a musculatura do sistema estomatognático e cervical, entre outras1,2.

O aumento na incidência das dores orofaciais crônicas relacionadas às DTM e suas repercussões na qualidade de vida (QV) dos indivíduos têm merecido destaque nas investigações em saúde pública. Sabe-se que tais condições associam-se à uma etiologia multifatorial, com componentes fisiopatológicos, sociais, culturais e psicológicos, destacando-se esses últimos3.

Os fatores psicológicos envolvidos nas situações de DTM podem ser divididos em comportamentais como o bruxismo, emocionais como o estresse, a ansiedade, a depressão e os cognitivos, onde se enquadram aspectos relacionados à memória. Transtornos de ansiedade representam um importante desafio na sociedade moderna, particularmente nas áreas da atenção ao ser humano, razão pela qual existe uma busca crescente do conhecimento quanto aos fatores que podem desencadear o estresse e as suas implicações4.

Profissionais da saúde apresentam altos níveis de ansiedade, característica esta que se inicia nos anos de graduação e que traria repercussão não somente no desempenho acadêmico, como no aumento do risco de surgirem outras doenças5.

Com vistas ao diagnóstico e à possibilidade de intervenção precoce é necessária a identificação dos grupos de risco, através de instrumentos precisos, estabelecendo-se um perfil epidemiológico do problema6. Nesse contexto e considerando-se as lacunas de informação sobre DTM e ansiedade dos acadêmicos das Ciências Biológicas e da Saúde, desenvolveu-se o estudo presente.

O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência da DTM e dos diferentes níveis de ansiedade em estudantes da Universidade Estadual da Paraíba, em Campina Grande.

 

MÉTODO

Trata-se de estudo transversal, com abordagem indutiva, qualitativa, com a análise descritiva e inferencial dos dados. Abrangeu os cursos de graduação em Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Odontologia e Psicologia, pertencentes ao Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) em Campina Grande.

Para o cálculo amostral, considerou-se um universo de 2.507 acadêmicos de ambos os gêneros, regularmente matriculados durante o 1º semestre de 2009. A idade a partir dos 18 anos foi definida como critério de inclusão.

O elenco de variáveis investigadas compreendeu: presença, graus e sintomas de DTM, níveis de ansiedade, faixa etária, gênero, estado civil, curso de graduação e ano em andamento no curso em questão.

A técnica para a coleta de dados utilizada foi a de observação direta extensiva, nos intervalos entre as aulas, para cada departamento. Na avaliação do grau de DTM dos estudantes, utilizou-se uma ficha com os dados pessoais, a qual possuía um formulário contendo o Índice Anamnésico DMF. Para ser possível a classificação do grau de DTM, foram atribuídos valores de zero a 10 a cada questão de maneira que o "sim" teve escore 10; "às vezes", 5 e o "não" equivaleu a zero. Após a somatória dos resultados obtidos, tornou-se possível estabelecer o grau de gravidade da DTM apresentada pelos participantes. Segundo padrões determinados pelo índice, foi considerado de zero a 15, sem DTM; de 20 a 40, com DTM leve; de 45 a 65, com DTM moderada; e de 70 a 100, com DTM grave.

Com a finalidade de avaliar os diferentes níveis de ansiedade dos graduandos, empregou-se o questionário autoaplicável Inventário de Ansiedade Traço-Estado (IDATE). Esse inventário é composto por duas escalas distintas elaboradas para medir estado (Parte I) e traço (Parte II) de ansiedade. Na Parte I, a escala Estado exigia que o participante descrevesse como se sente «agora, neste momento» em relação aos 20 itens apresentados em uma escala Likert de 4 pontos: 1 - absolutamente não; 2 - um pouco; 3 - bastante; 4 - muitíssimo. De maneira semelhante, na Parte II, a escala Traço também era composta de 20 itens, mas o participante recebeu a instrução de que devia responder como "geralmente se sente", de acordo com uma nova escala Likert de 4 pontos: 1 - quase nunca; 2 - às vezes; 3 - frequentemente; 4 - quase sempre. Cada escala tinha 20 afirmações, sendo que, para cada uma delas, o indivíduo atribuía uma resposta de 1 a 4, obtendo-se um escore final, que poderia ser 20, no mínimo, e 80, no máximo. Baixo escore no teste correspondeu a baixo nível de ansiedade, e alto escore, a alto nível de ansiedade. Para avaliação dos resultados foram considerados, segundo referencial teórico e metodológico, a seguinte caracterização: 20 a 40 pontos = baixo nível de ansiedade; 41 a 60 pontos = médio nível de ansiedade; 61 a 80 pontos = alto nível de ansiedade.

A análise dos dados contemplou técnicas de estatística descritiva e inferencial, adotando-se um intervalo de confiança de 95%, com o auxílio do software SPSS (Statistical Package for Social Science) versão 13.0.

Estudo aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UEPB, sob o protocolo CAAE 0548.0.133.000-08, mediante a assinatura prévia do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, pelos voluntários, respeitando-se a Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde do Brasil.

 

RESULTADOS

Para um universo de 2.507 alunos, a amostra total compreendeu 336 acadêmicos, com faixa etária entre 18 e 38 anos, distribuídos entre os cursos de graduação do CCBS, na UEPB.

Quanto ao intervalo de idades, 42% dos voluntários encontravam-se entre 23 e 27 anos de idade, 41,3% dos 18 aos 22 anos, 11,9% dos 28 aos 32 e 4,8% dos 33 aos 38 anos. Segundo o gênero, 64,3% pertenciam ao feminino e 35,7% ao gênero masculino. De acordo com o estado civil, 91,4% eram solteiros e 8,6% casados ou com união estável.

No que se referiu ao curso de graduação frequentado, 19,4% pertenciam ao de Enfermagem, seguido por 19% em Ciências Biológicas, 15,5% na Educação Física, 13,4% na Psicologia, 11,9% na Fisioterapia e 10,4% respectivamente para a Farmácia e a Odontologia.

Levando-se em consideração o momento do curso, 21% dos investigados encontravam-se igualmente distribuídos entre o 1º e o 4º ano de cada curso e 13,2% pertencia ao 5º ano.

A prevalência de DTM, nos seus diferentes graus, ficou estabelecida com 62,5% dos universitários apresentando essa condição e 37,5% desses, sem a mesma. Entre os que possuíam o diagnóstico de DTM, 48,2% apresentavam-na em grau leve, 11,3% moderado e apenas 3% em grave.

Ocorreram diferenças estatisticamente significativas entre prevalência de DTM e a variável curso (p < 0,05). Segundo o curso frequentado, observou-se que os estudantes de Ciências Biológicas turno diurno obtiveram a maior prevalência de DTM, enquanto que Educação Física apresentou a menor.

Pela análise da tabela 1, a ausência de DTM foi maior no gênero masculino (42,5%), assim como o grau mais leve dessa disfunção (51,7%), sendo não apenas o grau moderado (15,7%), mas também o grau grave de DTM (3,3%) significativamente maiores no gênero feminino. Em acréscimo, observou-se que a ausência de DTM prevaleceu nos estudantes do curso de Educação Física (55,8%), a DTM leve foi mais frequente nos alunos de Ciências Biológicas Diurno (63,9%), enquanto que Fisioterapia foi o curso que apresentou o maior número de estudantes com necessidade de tratamento (DTM moderada e grave, com 15% e 7,5% respectivamente).

Os resultados do Índice Anamnésico DMF identificaram em um maior percentual, o sintoma subjetivo da tensão emocional (61,3%), pela autopercepção dos entrevistados como pessoas tensas, seguida por dor na nuca ou no pescoço (47,3%), dor de cabeça frequente (45,2%), hábito de ranger ou apertar os dentes (36,3%), ruídos na região da ATM (35,8%), falta de um bom contato entre os dentes superiores e inferiores, durante o fechamento da boca (32,7%) cansaço ou desconforto ao mastigar (25,3%), dor de ouvido (23,5%), dificuldades na abertura bucal (14,9%) e dificuldades para realizar outros movimentos com a mandíbula (13,7%).

Ao avaliar a presença dos diferentes níveis de ansiedade, verificou-se que o índice de ansiedade-estado (no momento da pesquisa) apresentou nível médio para 66,1% dos alunos, baixo em 33,6% e alto em 0,3%. Pela análise da ansiedade-traço (no geral), 77% dos estudantes apresentavam um nível médio, 22% um nível baixo e 0,3% com nível alto.

Analisando-se a prevalência dos níveis de ansiedade nos diversos cursos e anos avaliados, só houve associação significante entre a ansiedade-estado e o curso. Entre as demais variáveis não houve diferenças estatisticamente significativas (Tabelas 2 e 3).

A relação dos níveis de ansiedade com a prevalência de DTM está ilustrada na tabela 4, onde se observam diferenças estatisticamente significantes entre as variáveis descritas (tanto no índice de ansiedade-estado, quanto no índice de ansiedade-traço). Nela constatou-se maior prevalência do nível médio/alto nos indivíduos com DTM e do nível baixo nos indivíduos livres de DTM.

Relacionando os graus de DTM com os níveis de ansiedade, verificou-se que só houve associação significante entre os graus de DTM e a ansiedade-estado (p < 0,05), de modo que o nível médio/alto foi mais frequente nos sujeitos portadores de DTM leve e a maior diferença percentual ocorreu no grau moderado, como mostra a tabela 5.

 

DISCUSSÃO

A identificação de sinais e sintomas possíveis da DTM representa um importante recurso para o diagnóstico precoce dessa disfunção. Nesse contexto, o uso de índices tem sido amplamente difundido na literatura, em especial quando validados, de fácil aplicação e interpretação e com vistas à uniformização para comparação dos dados7-9.

Tem sido reconhecida a influência do estresse e da ansiedade sobre o limiar de dor por pressão nos músculos mastigatórios e quanto aos relatos subjetivos da dor10-13. No que se refere aos grupos de risco, jovens universitários representam objeto de estudos, particularmente pelo nível de cobrança do desempenho nessa fase acadêmica como um dos fatores fundamentais às perspectivas profissionais futuras14,15.

Quando comparada a prevalência de DTM entre universitários estabelecida no presente estudo (62,5%), obteve-se semelhante à estabelecida em trabalho levantado na literatura, onde 69,23% desses estudantes apresentavam sinais ou sintomas de DTM16. Houve concordância na ordem de frequência, de acordo com os graus, mas com percentuais diferentes, sendo a maioria com o grau leve (61,63%), seguida pelos graus moderado (27,08%) e grave (11,28%).

Em outra pesquisa analisada17 os autores registraram uma prevalência inferior de DTM em estudantes da graduação (53,21%). Também destacaram maior prevalência e gravidade desse transtorno, em universitárias do gênero feminino. Ressalta-se, contudo, que a idade média dos acadêmicos investigados, na pesquisa desses autores foi de 20 anos.

A maior prevalência de DTM em mulheres deve estar relacionada às diferenças fisiológicas do gênero, tais como: variações hormonais, estrutura muscular e limiar e de dor mais baixo, enfatizando que ainda há necessidade de maiores investigações sobre o assunto18.

Em relação ao estado civil, dados de pesquisa levantada19 ressaltaram que a maior prevalência dos indivíduos com DTM era solteiro e sem filhos, estando em acordo com os dados obtidos neste estudo.

 

CONCLUSÃO

A maioria dos universitários investigados apresentaram DTM, nos seus diferentes graus, obtendo-se a frequência decrescente entre os graus leve, moderado e grave. Dentre esses, os acadêmicos de Fisioterapia apresentaram significativamente maior necessidade de tratamento para DTM e valores mais elevados do nível de ansiedade.

 

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Endereço para correspondência:
Dra. Armiliana Soares Nascimento
Rua Isabel Cristina Barbosa Dias, 126 - Araxá
58404-178 Campina Grande, PB
Fone: (83) 8819-6222
E-mail: armiliana@hotmail.com

Apresentado em 03 de abril de 2012.
Aceito para publicação em 30 de julho de 2012.

 

 

* Recebido do Departamento de Odontologia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Campina Grande, PB.

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