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Revista Ciência Agronômica

On-line version ISSN 1806-6690

Rev. Ciênc. Agron. vol.41 no.4 Fortaleza Nov./Dec. 2010

http://dx.doi.org/10.1590/S1806-66902010000400028 

NOTA CIENTÍFICA

 

Parasitismo de Palmistichus elaeisis (Hymenoptera: Eulophidae) em hospedeiro alternativo sobre plantas de eucalipto em semi-campo

 

Parasitism of Palmistichus elaeisis (Hymenoptera: Eulophidae) in alternative host on eucalypt in semi-field

 

 

Fabrício Fagundes PereiraI,*; José Cola ZanuncioII; Patrik Luiz PastoriII; Aline Rodrigues Porto PedrosaII; Harley Nonato de OliveiraIII

IFaculdade de Ciências Biológicas e Ambientais/UFGD, Dourados- MS, Brasil, fabriciofagundes@ufgd.edu.br, plpastori@yahoo.com.br
IIDepartamento de Biologia Animal/UFV, Viçosa- MG, Brasil, zanuncio@ufv.br; aline_pedrosa@hotmail.com
IIIEMBRAPA Agropecuária Oeste, Dourados- MS, Brasil, harley@cpao.embrapa.br

 

 


RESUMO

O sucesso de programas de controle biológico com parasitóides depende de pesquisas aplicadas e, por isso, estimouse o número ideal de fêmeas de Palmistichus elaeisis Delvare & LaSalle, 1993 (Hymenoptera: Eulophidae) para liberação em plantios de eucalipto, visando o controle de lepidópteros desfolhadores. Em cada repetição foram utilizadas trinta e seis pupas do hospedeiro alternativo Anticarsia gemmatalis Hübner, 1818 (Lepidoptera: Noctuidae) com 24 a 48 horas de idade que, foram individualizadas em armadilhas confeccionadas com tela de náilon e fixadas em ramos de plantas de Eucalyptus grandis nos terços superior, médio e inferior, na proporção de 33,33% (12 armadilhas). Após a fixação das armadilhas, as plantas foram cobertas individualmente, com uma gaiola de 7,0 x 7,0 x 2,5 m confeccionada com tecido organza e posteriormente liberadas, 36; 72; 144; 288; 576 ou 1.152 fêmeas de P. elaeisis, representando um, dois, quatro, oito, 16 ou 32 parasitóides por pupa e na testemunha, não houve liberação do parasitóide. Cada proporção foi considerada um tratamento, sendo instaladas seis repetições permitindo o parasitismo por 96 horas. O número de pupas de A. gemmatalis parasitadas foi crescente com o aumento do número de parasitóides liberados, independentemente do terço da planta considerado, ajustando-se a uma função quadrática com ponto de máximo próximo a 25 fêmeas por pupa. Na densidade de 32 fêmeas/pupa não houve aumento significativo no número de pupas parasitadas, sugerindo 25 fêmeas de P. elaeisis por pupa como a densidade mais próxima do ideal para liberação desse parasitóide em plantios de eucalipto.

Palavras-chave: Lepidoptera. Controle biológico. Número ideal. Parasitóides. Liberação.


ABSTRACT

The success of programs of biological control with parasitoids depends on applied research and therefore it was estimated the optimal number of females Palmistichus elaeisis Delvare & LaSalle, 1993 (Hymenoptera: Eulophidae) for release in eucalyptus plantations, for the control of lepidopterans defoliators. In each replicate were used thirty-six alternative host pupae of Anticarsia gemmatalis Hübner, 1818 (Lepidoptera: Noctuidae) with 24 to 48 hours old that were identified in traps made of nylon with mesh and fixed in branches of trees of Eucalyptus grandis in thirds upper, middle and bottom, in the proportion of 33.33% (12 traps). After setting the traps, the trees were covered individually with a cage of 7.0 x 7.0 x 2.5 m made with organza fabric and subsequently released, 36; 72; 144, 288; 576 or 1,152 females of P. elaeisis, representing one, two, four, eight, 16 or 32 parasitoids per pupae and for the witness there was no release of the parasitoid. Each proportion was considered a treatment, installed six replicates itself and allowed the parasitism for 96 hours. The number of pupae of A. gemmatalis parasitized increased with the increase of the number of parasitoids released, regardless of the third of the plant considered, adjusting to a quadratic function with point of maximum close to 25 females per pupae. In the density of 32 females/ pupae was no significant increase in the number of parasitized pupae, suggesting 25 females of P. elaeisis by pupa as density closer to ideal for release of this parasitoid in eucalyptus plantations.

Key words: Lepidoptera. Biological control. Optimal number. Parasitoids. Release.


 

 

Introdução

Espécies de Eucalyptus L'Her. são utilizadas para diversos fins, dentre eles, a extração de óleos essenciais (MOREIRA et al., 2009) e, seu cultivo reduz significativamente a destruição de florestas nativas (ZANUNCIO et al., 2010). Lepidópteros desfolhadores são importantes em plantios de eucalipto, pois muitas espécies nativas são responsáveis por surtos freqüentes e danos (ZANUNCIO et al., 2009). O controle químico de desfolhadores inclui redução de populações de inimigos naturais, intoxicação e contaminação ambiental e surgimento de insetos resistentes, o que tem motivado a busca de métodos alternativos de controle desses insetospraga (ZANUNCIO et al., 1998).

Eupseudosoma involuta (Sepp, 1852) (Lepidoptera: Arctiidae), Euselasia eucerus Hewitson, 1872 (Lepidoptera: Riodinidae) (DELVARE; LASALLE, 1993), Sabulodes sp. (Lepidoptera: Geometridae) (BITTENCOURT; BERTI FILHO, 1999), Thyrinteina arnobia (Stoll, 1782) e Thyrinteina leucoceraea Rindge, 1961 (Lepidoptera: Geometridae) (PEREIRA et al., 2008b) foram relatadas como hospedeiros naturais de Palmistichus elaeisis Delvare & LaSalle, 1993 (Hymenoptera: Eulophidae), um endoparasitóide gregário de pupas de lepidópteros com hábito generalista, o que o caracteriza como um agente promissor para ser utilizado no controle desses lepidópteros desfolhadores em plantios de eucalipto (BITTENCOURT; BERTI FILHO, 1999, 2004; PEREIRA et al., 2009).

Os inimigos naturais desempenham um importante papel na regulação de populações de seus hospedeiros, devido suas larvas se alimentarem de ovos, lagartas, pupas ou adultos de outros insetos (PARON; BERTI FILHO, 2000; PENNACCHIO; STRAND, 2006; PEREIRA et al., 2008a, 2008b; ZANUNCIO et al., 2008).

O sucesso de programas de controle biológico com parasitóides depende de pesquisas que visem avaliar a capacidade de busca desses inimigos naturais por seus hospedeiros em campo (PRATISSOLI et al., 2005a) e sua utilização requer estudos seguindo etapas como, coleta e identificação das linhagens ou espécies, manutenção no laboratório, seleção das linhagens, exigências térmicas e hídricas, seletividade de agroquímicos e técnicas de liberação com avaliação da eficiência e modelo da dinâmica do parasitóide e da praga em campo (PARRA et al., 2002; PASTORI et al., 2008a; PRATISSOLI et al., 2003). Uma vez selecionada a espécie e o hospedeiro a ser utilizado, deve ser determinado o número de parasitóides a ser liberado, o número de pontos de liberação, época, horário, forma de liberação e eficiência em campo para assegurar uma boa distribuição do parasitóide na área em que se deseja realizar o controle (BOTELHO, 1997; PRATISSOLI et al., 2005a, 2005b), além da viabilidade econômica para o emprego dos inimigos naturais (MONTEIRO et al., 2006).

A dificuldade para criação contínua de alguns hospedeiros naturais de parasitóides e predadores em laboratório e campo exige que esses inimigos naturais sejam criados em hospedeiros que normalmente não atacam, mas que são suficientes para promover seu desenvolvimento; são os hospedeiros alternativos ou de substituição (MILWARD-DE-AZEVEDO et al., 2004; PARRA et al., 2002; PEREIRA et al., 2009; ZANUNCIO et al., 2008). A dificuldade de criação contínua de Thyrinteina spp. exigiu a utilização de pupas de Anticarsia gemmatalis Hübner, 1818 (Lepidoptera: Noctuidae), uma vez que essa pupa foi recomendada como hospedeiro alternativo para P. elaeisis (BITTENCOURT; BERTI FILHO, 1999, 2004).

Não há pesquisas de semi-campo ou campo com P. elaeisis para o controle de desfolhadores em eucalipto, assim o objetivo deste trabalho foi estimar, em hospedeiro alternativo, o número de parasitóides a serem liberados e sua capacidade de busca em plantas de eucalipto com dois anos de idade.

 

Material e métodos

O experimento foi realizado no Laboratório de Controle Biológico de Insetos (LCBI) e na área experimental do Departamento de Biologia Animal da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Viçosa, Minas Gerais, com as seguintes etapas:

Criação do hospedeiro alternativo A. gemmatalis. A criação foi mantida a 25 ± 2 ºC, umidade relativa de 70 ± 10%, fotofase de 14 horas e iniciada com ovos da criação estoque do LCBI. Esses ovos foram colocados no interior de placas de Petri (10,0 x 2,5 cm) e as lagartas recém-emergidas, acondicionadas em potes plásticos de 1.000 mL contendo dieta artificial (GREENE et al., 1976). Pupas deA. gemmatalis foram colocadas em gaiolas teladas (30 x 30 x 30 cm), revestidas internamente em suas laterais com papel sulfite, como substrato para oviposição e os adultos emergidos alimentados com solução aquosa de mel a 10%.

Criação de P. elaeisis. Adultos de P. elaeisis foram mantidos em tubos de vidro (2,5 x 17,0 cm), etiquetados, tampados com algodão, contendo no seu interior, gotículas de mel para alimentação dos parasitóides. Para a manutenção da criação, pupas de A. gemmatalis com 24 a 72 horas de idade foram expostas ao parasitismo, por 24 horas, à 25 ± 2 ºC, umidade relativa de 70 ± 10% e fotofase de 12 horas.

Desenvolvimento experimental. Em cada repetição foram utilizadas trinta e seis pupas do hospedeiro alternativo, A. gemmatalis, com peso entre 150 a 220 mg e com 24 a 48 horas de idade que foram individualizadas em armadilhas confeccionadas com tela de náilon e fixadas em ramos de plantas de Eucalyptus grandis de dois anos de idade, nos terços superior, médio ou inferior na proporção de 33,33% (12 armadilhas). Após a fixação das armadilhas, as plantas foram cobertas, individualmente, com uma gaiola de 7,0 x 7,0 x 2,5 m, confeccionada com tela de organza e bambu, sendo posteriormente liberadas, 36; 72; 144; 288; 576 ou 1.152 fêmeas de P. elaeisis, representando proporções de um, dois, quatro, oito, 16 ou 32 parasitóides por pupa de A. gemmatalis. O parasitismo foi permitido por 96 horas e, após esse período, as armadilhas com as pupas foram retiradas e encaminhadas ao LCBI para avaliação do parasitismo. Como testemunha, 36 armadilhas foram colocadas em uma árvore nas mesmas condições anteriores, mas sem liberação de P. elaeisis. Durante o experimento as temperaturas máxima e mínima foram 19,15 ± 1,76 e 17,84 ± 1,70 ºC, respectivamente e a umidade relativa média foi 78,33 ± 1,34%.

Os tratamentos foram representados pelas proporções de zero (testemunha), um, dois, quatro, oito, 16 ou 32 parasitóides por pupa de A. gemmatalis, com seis repetições, em delineamento inteiramente casualizado, totalizando 1.512 pupas de A. gemmatalis. Os dados foram submetidos à análise de variância (ANOVA) e regressão (P < 0,05).

 

Resultados e discussão

Pupas do hospedeiro alternativo A. gemmatalis foram parasitadas por fêmeas de P. elaeisis no terço superior, médio e inferior de plantas de Eucalyptus grandis com percentual de parasitismo semelhante dentro de cada densidade estudada (P > 0,05) (TAB. 1).

O número de pupas de A. gemmatalis parasitadas por P. elaeisis foi afetado pelas diferentes densidades de fêmeas desse parasitóide, liberadas por árvore de E. grandis (R2Trat= 0,8803; F= 13,4390; P= 0,0001; glerro= 35) e os dados ajustaram-se a uma função quadrática com uma relação direta entre o parasitismo e a densidade do parasitóide liberado, na faixa de 1 a 16 parasitóides por pupa (FIG. 1).

 

 

O maior índice médio de pupas de A. gemmatalis parasitadas por P. elaeisis no terço superior das plantas de E. grandis foi 8,17 ± 0,79 ou 68,06 ± 6,60%, quando utilizou-se 16 fêmeas de P. elaeisis por pupa desse hospedeiro (R2Trat= 0,8088; F = 4,6260; P = 0,0169; glerro= 35) (FIG. 2) e os maiores índices médios de pupas parasitadas nos terços médio e inferior foram 8,33 ± 0,84 ou 69,44 ± 7,03% (R2Trat= 0,8611; F = 10,5928; P= 0,0003; glerro= 35) e 9,17 ± 0,54 ou 76,39 ± 4,52% (R2 Trat= 0,8917; F = 9,2402; P = 0,0007; glerro = 35), respectivamente, quando utilizou-se 32 fêmeas de P. elaeisis por pupa de A. gemmatalis (FIG. 2).

 

 

De maneira geral, nesse experimento, o parasitismo de P. elaeisis em pupas de A. gemmatalis foi proporcional ao aumento do número de fêmeas liberadas e os dados ajustaram-se a funções quadráticas com derivadas primeiras dessas funções, indicando uma densidade média de 25 fêmeas do parasitóide por pupa como a mais próxima do ideal.

O parasitismo de pupas de A. gemmatalis variou com as diferentes densidades de fêmeas de P. elaeisis liberadas em semi-campo, porém, não atingiu 100% conforme estudos com esse mesmo parasitóide e hospedeiro alternativo em laboratório (PEREIRA et al., 2008b). Em hipótese, maiores índices de parasitismo de P. elaeisis poderão ser obtidos em pupas de hospedeiros naturais (PEREIRA et al., 2008b) pois, pesquisas têm demonstrado que a capacidade de parasitismo em campo é variável em função da presença de hospedeiros preferenciais ao parasitóide, da fenologia da planta, da espécie e linhagem do parasitóide, e do número desses inimigos naturais liberado para controle do inseto-praga (PASTORI et al., 2008b, 2008c; PEREIRA et al., 2010; PRATISSOLI et al., 2003, 2005a, 2005b). Esse número, também, pode variar com a densidade do plantio, com a intensidade de infestação da praga no campo e fatores ambientais (CANTO-SILVA et al., 2006; HENDRICKS, 1967; PASTORI et al., 2008c). Por exemplo, a porcentagem de parasitismo de ovos de Anagasta kuehniella (Zeller, 1879) (Lepidoptera: Gelechiidae) e Bonagota salubricola (Meyrick, 1937) (Lepidoptera: Tortricidae) foi dependente do número de fêmeas de Trichogramma pretiosum Riley, 1879 (Hymenoptera: Trichogrammatidae) liberadas em tomateiro e macieira, respectivamente (PASTORI et al., 2008c; PRATISSOLI et al., 2005b). O maior parasitismo de ovos de Stenoma catenifer Walsingham, 1912 (Lepidoptera: Oecophoridae) foi obtido com uma proporção estimada de 28 e 30 parasitóides por ovo dessa praga distribuídos em abacateiro, para Trichogrammatoidea annulata De Santis, 1972 e Trichogramma atopovirilia Oatman & Platner, 1983 (Hymenoptera: Trichogrammatidae), respectivamente (NAVA et al., 2007). O parasitismo de lagartas de Spodoptera frugiperda (J. E. Smith, 1797) (Lepidoptera: Noctuidae) também, foi influenciado pelo número de casais de Campoletis flavicincta (Ashmead, 1890) (Hymenoptera: Ichneumonidae) liberados em milho (MATOS NETO et al., 2004).

O conhecimento do número de fêmeas de parasitóides a serem liberados em semi-campo pode aumentar a probabilidade de sucesso em programas de controle biológico aplicado. Além disso, a capacidade de dispersão (CANTO-SILVA et al., 2006; PASTORI et al., 2008b; PRATISSOLI et al., 2005a), número de pontos e parasitóides (MILLS et al., 2000; PRATISSOLI et al., 2005b; ZACHRISSON; PARRA, 1998), época e forma de liberação, período fenológico da planta mais susceptível ao ataque (PASTORI et al., 2008c), mecanismos de dispersão da praga-alvo (ALVES et al., 2005), precisam ser determinadas para assegurar uma boa distribuição e eficiência do parasitóide na área em que se deseja realizar o controle.

Palmistichus elaeisis não apresentou preferência por parasitar pupas de A. gemmatalis distribuídas no terços superior, médio ou inferior, nas densidades testadas. Isto indica que esse parasitóide se movimenta por toda planta de E. grandis para encontrar e parasitar seus hospedeiros. Fato importante, pois demonstrou que a altura da planta não comprometeu a eficiência de busca de P. elaeisis por pupas do hospedeiro utilizado.

 

Conclusões

1. Vinte e cinco fêmeas de P. elaeisis por pupa é a densidade mais próxima da ideal para liberação desse parasitóide em condições de semi-campo e deve ser considerada como ponto de partida para estudos aplicados em plantios comerciais de eucalipto, visando redução populacional de espécies desfolhadoras em diferentes épocas do ano;

2. Fêmeas de P. elaeisis são capazes de encontrar e parasitar pupas de seus hospedeiros independente da distribuição espacial destas em plantas de E. grandis com dois anos de idade.

 

Agradecimentos

Ao "Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico" (CNPq), à "Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior" (CAPES) e à "Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG).

 

Referências

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Recebido para publicação em 08/03/2010; aprovado em 10/11/2010

 

 

Pesquisa financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico-CNPq
* Autor para correspondência

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