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Revista Ciência Agronômica

On-line version ISSN 1806-6690

Rev. Ciênc. Agron. vol.43 no.3 Fortaleza July/Sept. 2012

http://dx.doi.org/10.1590/S1806-66902012000300024 

ZOOTECNIA

 

Influência das variações climáticas na atividade de vôo das abelhas jandairas Melipona subnitida Ducke (Meliponinae)1

 

Influence of climatic variations on the flight activity of the Jandaira bee Melipona subnitida Ducke (Meliponinae)

 

 

Fabiano Luiz de OliveiraI,*; Victor Hugo Pedraça DiasII; Ewerton Marinho da CostaIII; Marcos Antonio FilgueiraIV; José Espínola SobrinhoV

IUniversidade Federal Rural Semi-Árido, Mossoró-RN, Brasil, fabianoluizoliveira@gmail.com
IIInstituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Norte, Mossoró-RN, Brasil, falavictor@yahoo.com.br
IIIPrograma de Pós-Graduação em Fitotecnia, Departamento de Ciências Vegetais/UFERSA, setor de Fitossanidade, Mossoró-RN, Brasil, ewertonmarinho10@hotmail.com
IVProfessor aposentado da Universidade Federal Rural Semi-Árido, Mossoró-RN, Brasil, marufersa@gmail.com
VDepartamento de Ciencias Ambientais e Tecnologicas, Universidade Federal Rural Semi-Árido, Mossoró-RN, Brasil, jespinola@ufersa.edu.br

 

 


RESUMO

O objetivo deste trabalho foi obter informações sobre a influência das variações climáticas na atividade de vôo da abelha Jandaíra, M. subnitida Ducke. A pesquisa foi conduzida no ano de 2006 no meliponário da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Mossoró, RN, durante os meses de março a junho (período chuvoso) e setembro a dezembro (período seco). Para realização do experimento foram utilizadas cinco colônias de M. subnitida Ducke, nas quais se observou, a cada quinze dias, das 5 às 18h o fluxo de abelhas saindo e entrando e o tipo de material que estas transportavam. As informações coletadas na entrada das colônias foram correlacionadas com dados climáticos, temperatura, umidade relativa do ar, irradiação solar e velocidade do vento, coletados por meio de estação meteorológica automática no momento das avaliações. A ação conjunta das variações climáticas influenciaram na atividade de vôo de M. subnitida, destacando-se a influencia da temperatura, umidade relativa do ar e irradiação solar. A velocidade do vento atuou apenas compensando os demais fatores meteorológicos. As atividades externas da abelha jandaira se concentram pela manhã, tanto no período chuvoso de março a junho, quanto no período seco de setembro a dezembro. As cargas coletadas em maior quantidade durante as atividades de forrageamento da jandaira nos dois períodos foram néctar, água e pólen. Desta maneira, a pratica de manejo dos cortiços na região é indicada ao final da tarde, quando as atividades externas das abelhas estão cessando.

Palavras-chave: Abelha. Comportamento. Condições climáticas.


ABSTRACT

The objective of this study was to obtain information about the influence of climatic variations on the flight activity of Jandaíra bees, M. subnitida Ducke. The research was conducted in 2006 at the stingless-bee apiaries of the Federal Semi-Arid Rural University do (UFERSA), in Mossoró, RN, from March to June (the rainy season) and September to December (the dry season). For the experiment, five colonies of M. subnitida Ducke were used, where every fortnight, from 5:00 a.m. to 6:00 p.m, the flow of bees entering and leaving, and the type of material they carried, were noted. The information collected at the entrance of the colonies was correlated with climatic data, temperature, relative humidity, solar radiation and wind speed, collected by an automatic weather station at the time of the evaluations. The joint action of the climatic variations influenced the flight activity of M. subnitida, where the influence of temperature, relative humidity and solar radiation stood out. The wind speed acted only to compensate for the other meteorological factors. The external activities of the Jandaira bee are concentrated in the morning, both in the rainy season from March to June, and in the dry season from September to December. Nectar, water and pollen were collected in greater quantities during the foraging activities of the Jandaira in both periods. Therefore, management of hives in the region, is best carried out in the evening, when the external activities of the bees are coming to an end.

Key words: Bee. Behavior. Climatic conditions.


 

 

INTRODUÇÃO

O Brasil é rico em espécies de abelhas sociais nativas, conhecidas como abelhas indígenas sem ferrão ou meliponíneos. De acordo com Campos (2003) a criação de meliponíneos é desenvolvida a bastante tempo em diversas regiões do país, especialmente no norte e nordeste do Brasil. Entre os meliponíneos nativos do Nordeste brasileiro, Melipona subnitida (Ducke), popularmente conhecida como jandaíra é uma das espécies mais indicadas para a criação racional com fins lucrativos, principalmente na região semiárida da Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará (CRUZ et al., 2004).

A abelha jandaíra contribui para a polinização e consequente sucesso reprodutivo de diversas espécies vegetais da região Nordeste (BRUENING, 1990), além de se adaptarem bem ao uso em casa de vegetação, podendo forragear durante todo o dia e dessa forma ser utilizada para polinização de culturas agrícolas sob cultivo protegido (CRUZ et al., 2004). Segundo Silva et al. (2005) seu possível uso pode criar um mercado de aluguel e venda dessas abelhas, não explorando somente o mel, contribuindo, dessa forma, para a conservação da espécie.

De modo geral, ninhos de abelhas sem ferrão são estabelecidos no interior das matas, em cavidades de troncos de árvores (KERR et al., 1996; MICHENER, 2000; NOGUEIRA-NETO, 1970; ROUBIK, 2006). Através de uma abertura, por onde passa somente um indivíduo por vez, as abelhas saem de seus ninhos para desenvolver atividades externas (NOGUEIRA-NETO, 1970; PIRANI; CORTOPASSI-LAURINDO, 1993). Em seus vôos, orientam-se espacialmente, descarregam detritos e coletam recursos alimentares e para a construção dos ninhos (KERR et al., 1996; PIERROT; SCHLINDWEIN, 2003).

As abelhas são os principais agentes polinizadores de plantas, das quais retiram néctar, pólen e resinas. O pólen é a fonte principal de proteína e vitaminas, importante para o desenvolvimento completo das larvas, abelhas recém nascidas e rainha. O mel é produzido pelas abelhas a partir do néctar recolhido de flores e processado pelas enzimas digestivas desses insetos, sendo armazenado em potes para servir-lhes de alimento (KERR et al., 1996). A resina juntamente com o barro são matérias-primas para produção da geoprópolis, material que é utilizado na vedação e defesa dos ninhos. Para conseguir estes elementos as abelhas realizam atividades externas de vôo, conhecidas também como atividades de forrageamento (CARVALHO; MARCHINI, 1999; ROUBIK, 1989).

A atividade de vôo das abelhas pode ser influenciada pela oferta de recursos florais, pelas condições internas das colônias e por fatores abióticos, tais como temperatura, umidade relativa do ar, intensidade luminosa, precipitação e velocidade do vento (HEARD; HENDRIKZ 1993; HILÁRIO et al., 2000; HILÁRIO et al., 2001; IMPERATRIZ-FONSECA et al 1985; KLEINERT-GIOVANNINI; IMPERATRIZ-FONSECA, 1986; KLEINERT-GIOVANNINI, 1982). Os fatores meteorológicos influenciam no forrageamento e no custo energético gasto para regular a temperatura corpórea durante o vôo (CARVALHO-ZILSE et al., 2007). De acordo com Roubik (1989) as abelhas iniciam, aumentam ou diminuem o rítmo das atividades de forrageamento de acordo com as condições climáticas, principalmente de temperatura.

O conhecimento das atividades de vôo dos meliponíneos é essencial para a compreensão dos padrões de forrageamento dessas abelhas, bem como, para a obtenção de subsídios para o uso destes insetos na polinização de cultivos (PICK; BLOCHTEIN, 2002).

Desta maneira, o objetivo do trabalho foi verificar a influência das variações climáticas na atividade de vôo da abelha jandaira M. subnitida Ducke, contribuindo para geração de informações que possam incrementar as práticas de manejo desta espécie.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O Estudo foi conduzido no meliponário da UFERSA, localizado no CEMAS do Campus Universitário, no município de Mossoró, Rio Grande do Norte, situado a 5º11’S e 37º20’W. A precipitação média anual é 673,9 mm e a temperatura média anual em torno de 27,5 ºC, classificação climática de Koppen, do tipo BSws, ou seja, quente e seco, tipo estepe, com estação chuvosa no verão atrasando-se para outono (CARMO FILHO et al.,1987).

Foram utilizados cinco cortiços de abelhas jandairas M. subnitida, do tipo horizontal dispostos aleatoriamente em uma estante de metal, não sendo feito nenhum tipo de manejo nos cortiços.

A atividade de vôo da abelha jandaira M. subnitida foi registrada durante o período chuvoso (Verão-Outono) e seco (Inverno-Primavera) do ano de 2006. No período chuvoso as observações foram feitas nos meses de março a junho, e no período seco, de setembro a dezembro, de modo que cada registro fosse obtido mensalmente. A cada quinze dias foram realizadas observações diretas junto à entrada dos cortiços em intervalos de uma hora, das 5 às 18h, durante 12 minutos em cada cortiço, completando o ciclo em cada hora observada. Foram feitas anotações a respeito do material transportado na corbícula de operárias que retornavam do campo através da observação direta, considerando características próprias dos mesmos (resina: brilhante e muitas vezes pegajosa; barro: opaco, granular e úmido; pólen: granular, geralmente colorido). Quando as abelhas retornavam do campo sem nenhum material aparente na corbícula, considerou-se que as mesmas estavam carregando néctar ou água, conforme a metodologia descrita por Carvalho-Zilse et al. (2007).

Para determinação da influência de fatores meteorológicos na atividade de vôo foram feitos os registros de temperatura, velocidade do vento, umidade relativa e radiação solar, obtidos em intervalos de uma hora, por meio de estação meteorológica automática. Para verificar a significância de cada fator meteorológico isoladamente e os fatores que contribuem para alterações na atividade de vôo, foi aplicada regressão simples, com auxilio do software MS Excel®.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Comportamentos de vôo nos períodos chuvoso e seco do ano

As médias mensais dos fatores climáticos estudados neste experimento estão expostas na Tabela 1. O comportamento e a atividade de vôo de M. subnitida foram influenciados pela ação conjunta das variações de temperatura, umidade relativa do ar, velocidade do vento e irradiação solar que ocorreram entre o período chuvoso e seco do ano, confirmando a afirmação de que os fatores metrológicos podem interferir nas atividades de vôo das abelhas (HEARD; HENDRIKZ, 1993; HILÁRIO et al., 2000; HILÁRIO et al., 2001; IMPERATRIZ-FONSECA et al., 1985; KLEINERT-GIOVANNINI 1982; KLEINERT-GIOVANNINI; IMPERATRIZ-FONSECA, 1986; TEIXEIRA; CAMPOS, 2005).

Durante o período chuvoso de março a junho, as atividades que mais se destacaram foram a de coleta de néctar e água, atingindo o percentual de 53%, seguidos pela coleta de pólen (24%). Aproximadamente 25% da atividade de vôo das abelhas no período estudado foi dedicada ao recolhimento de lixo interno e coletas de barro e resina utilizados para a calafetação do ninho. No período seco do ano, que correspondeu aos meses de setembro a dezembro, observou-se diferença comportamental em todos os itens estudados, com ligeiro incremento no percentual de néctar e água (56%), e na coleta de pólen que atingiu o percentual de 32%, observando-se ainda redução dos comportamentos de limpeza, coleta de barro e resina (Tabela 2).

Em relação ao ritmo diário de M. subnitida, foi observado que as atividades externas das abelhas começaram, nos dois períodos de avaliação, por volta das 5h, quando a umidade relativa do ar estava alta (cerca de 90%), a incidência de radiação estava próximo a zero e a temperatura média era de 20 ºC. Variação semelhante foi observada por Souza et al. (2006), que verificou inicio da atividade de vôo de M. asilvai entre 5 e 6h, com valores médios de temperatura de 21 ºC e umidade relativa do ar de 84,5%.

Verificou-se que as atividades externas ocorrem em sua maioria pela manhã, tanto no período chuvoso quanto no seco, sendo maiores as quantidades de cargas coletadas neste horário, destacando-se as coletas de pólen, néctar e água, e barro. (Tabelas 3 e 4).

Pierrot e Schlindwein (2003) verificaram que mais de 60% dos vôos de coleta realizados por M. scutellaris ocorreram no período matutino, sendo mais de 90% da coleta de pólen realizada no inicio da manhã, e o néctar o recurso mais coletado. Borges e Blochtein (2005), estudando as atividades externas de M. marginata obscurior no Estado de São Paulo, observaram, no período de primavera-verão, que o esforço de coleta de pólen foi maior nas primeiras horas da manhã e diminuiu à tarde, possivelmente devido à maior abundancia deste recurso no período matutino e pelo fato da redução da oferta de pólen em decorrência do forrageamento de outras abelhas e visitantes florais. Carvalho-Zilse et al. (2007), observando a atividade de vôo de M. seminigra, concluíram que as atividades de forrageamento deste meliponíneo ocorrem principalmente no período matutino, corroborando com a presente pesquisa.

Para o período chuvoso, o momento de maior atividade das operarias ocorreu das 7 às 11h (Figura 1), com a temperatura variando entre 25 e 30 ºC, a umidade relativa do ar com médias em torno de 75%, velocidade do vento oscilando entre 1,5 e 2,0 m s-1, e irradiação solar média de 19 MJ m-2. Após este intervalo de tempo observou-se que houve redução nas atividades externas de vôo, provavelmente influenciada pelo aumento da temperatura que ocorre comumente na região após as 11h. Temperatura muito elevada faz com que diminuam as atividades externas e induz o comportamento de ventilação da colônia (MICHENER, 2000).

 

 

Já no período seco, o momento de maior atividade das operárias ocorreu no inicio da manhã (5 às7h), quando temperatura era aproximadamente 20 ºC e a umidade relativa do ar 90%, e entre 10 e 15h (Figura 2), quando a temperatura variou de 29 a 35 ºC, a umidade relativa do ar apresentou media de 60%, a velocidade do vento oscilou entre 2,2 e 3,2 m s-1, e a irradiação solar média foi de 24 MJ m-2. Após o referido intervalo houve redução nas atividades externas de vôo. Souza et al. (2006), avaliando a atividade de vôo de M. asilvai de junho de 2002 a março de 2003, verificaram picos de atividade externa com temperaturas médias de 27,4 ºC e umidade relativa do ar de 60,6%.

 

 

Correlacionando os fatores meteorológicos, separadamente, com as coletas de cargas, verificou-se que houve correlação positiva entre irradiação solar e o número de abelhas que entravam na colônia com cargas de néctar e água nos dois períodos de observação. Em relação à umidade relativa foi observada correlação positiva para transporte de pólen nos dois períodos, e para resina e lixo interno no período chuvoso. A temperatura, apesar de influenciar no comportamento de vôo das abelhas, apresentou correlação positiva somente para coleta de néctar e água no período seco do ano. A velocidade do vento não influenciou nas coletas de nenhuma das cargas, atuando como compensador dos demais fatores analisados, tanto no período chuvoso quanto no seco (Tabelas 5 e 6).

De maneira geral, a ação conjunta das condições meteorológicas influenciaram no comportamento e, consequentemente, na atividade de vôo da abelha jandaira. O fato de não existirem maiores informações sobre a influência das variações climáticas na atividade de vôo de M. subnitida na região em que foi desenvolvida a pesquisa torna o trabalho pioneiro, e deixa aberta a possibilidade de realização de novas pesquisas, visando entre outros aspectos à utilização da jandaira na polinização de cultivos.

 

CONCLUSÃO

A ação conjunta das variações climáticas influenciaram na atividade de vôo de M. subnitida, destacando-se a influencia da temperatura, umidade relativa do ar e irradiação solar. A velocidade do vento atuou apenas compensando os demais fatores meteorológicos. As atividades externas da abelha jandaira se concentram pela manhã, tanto no período chuvoso, entre março e junho, quanto no período seco, entre setembro e dezembro. As cargas coletadas em maior quantidade durante as atividades de forrageamento da jandaira nos dois períodos foram néctar, água e pólen.

 

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Recebido para publicação em 28/06/2010; aprovado em 21/11/2011

 

 

* Autor para correspondência
1 Parte do trabalho de conclusão apresentado no curso de Agronomia na UFERSA

 

 

Este artigo sofreu alterações por solicitação do editor em Jun/2012 conforme ERRATA abaixo:

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602 Período chuvoso Período seco