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Acta Scientiarum. Agronomy

versão On-line ISSN 1807-8621

Acta Sci., Agron. (Online) vol.33 no.1 Maringá jan./mar. 2011

http://dx.doi.org/10.4025/actasciagron.v33i1.4881 

PRODUÇÃO VEGETAL

 

Germinação e desenvolvimento inicial de duas espécies de jabuticabeira em função do tamanho de sementes

 

Germination and initial growth of two jabuticaba species in function of seed size

 

 

Américo Wagner JúniorI,*; José Osmar da Costa e SilvaII; Leonardo Duarte PimentelII; Carlos Eduardo Magalhães dos SantosII; Claudio Horst BrucknerII

IUniversidade Tecnológica Federal do Paraná, Estrada para Boa Esperança, Km 4, 85660-000, Cx. Postal 157, Dois Vizinhos, Paraná, Brasil
IIUniversidade Federal de Viçosa, Viçosa, Minas Gerais, Brasil

 

 


RESUMO

Com o objetivo de se avaliar a influência do tamanho da semente na germinação e desenvolvimento inicial da 'Jabuticaba Sabará' (P. jabuticaba (Vell.) Berg), e 'Jabuticaba de Cabinho' (P. peruviana var. Trunciflora), um experimento foi conduzido em casa-de- vegetação coberta com filme plástico e revestida pelas laterais com tela antiafídeo. As sementes utilizadas foram extraídas e classificadas de acordo com seu tamanho em três classes: > 8 mm, 6 a 8 mm e < 6 mm. As sementes, já classificadas, foram semeadas em caixas plásticas contendo, em seu interior, substrato Plantmax®. O experimento foi instalado no delineamento inteiramente casualizado, num esquema fatorial 2 x 3 (espécie x tamanho da semente), com quatro repetições, considerando-se como unidade experimental cada 50 sementes. Aos 46 dias da semeadura, avaliou-se: porcentagem de germinação; número de plântulas por semente; número de folhas por plântula, comprimento de raiz e total das plântulas, altura da parte aérea das plântulas e índice de velocidade de emergência. A germinação e o desenvolvimento inicial da 'Jabuticaba Sabará' e da 'Jabuticaba de Cabinho' foram influenciados pelo tamanho das sementes, e as maiores (> 8 mm e 6 a 8 mm) são de melhor qualidade do que as menores (< 6 mm).

Palavras-chave: Plinia spp., jabuticaba, propagação.


ABSTRACT

The aim of this work was to evaluate the influence of seed size in the germination and the initial growth of 'Jabuticaba Sabará' (P. jabuticaba (Vell.) Berg), and 'Jabuticaba de Cabinho' (P. peruviana var. Trunciflora). The work was carried out in a green house at the Universidade Federal de Viçosa (UFV), state of Minas Gerais, Brazil. The seeds used were extracted and later classified in three classes according to size: > 8mm, 6 - 8 mm and < 6mm. The seeds already classified were sown in plastic boxes, containing Plantmax® as substrate. The experiment was set in an entirely randomized experimental design, in a 2 x 3 factorial scheme (specie x seed size), with four replications, where each plot consisted of 50 seeds. After 46 days, the following were evaluated: germination percentage, number of plantlets/seed, number of leaves per plantlet, total plantlet length; plantlet height; root length; and speed emergence index. The germination and initial growth of 'Jabuticaba Sabará' and 'Jabuticaba de Cabinho' were influenced by seed size, with the best quality obtained with the larger seeds (> 8 mm and 6 - 8 mm).

Keywords: Plinia spp., jabuticaba, propagation.


 

Introdução

A jabuticaba é uma espécie frutífera nativa do Brasil, originária do Centro-sul, podendo ser encontrada desde o extremo Sul até o extremo Norte do País (MANICA, 2000), mas é nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo que ocorrem as maiores produções (OLIVEIRA et al., 2003).

São conhecidas em torno de nove espécies de jabuticabeira (MATTOS, 1978), dentre as quais se destacam Plinia trunciflora (DC) Berg ('Jabuticaba de Cabinho'), Plinia cauliflora ('Jabuticaba Paulista' ou 'Jabuticaba Açu') e Plinia jaboticaba (Vell) ('Jabuticaba Sabará') (DONADIO, 1983; MATTOS, 1983). Ressalta-se que Sobral (1985) propôs a alteração da nomenclatura do gênero desta fruteira de Myrciaria(Berg, 1857) para o gênero Plinia. Porém, o gêneroMyrciaria é ainda largamente empregado no meio científico e pode ser considerado como sinonímia do gênero Plinia (DANNER et al., 2007).

A jabuticabeira tem despertado grande interesse entre os produtores rurais por sua alta produtividade, rusticidade e aproveitamento de seus frutos nas mais diversas formas, sendo considerada apropriada tanto para consumo in natura como para a indústria (DONADIO, 1983; MAGALHÃES et al., 1996).

O principal método de propagação utilizado para a jabuticabeira é por meio de sementes. Entretanto, podem ser utilizados outros métodos de propagação como estaquia ou mergulhia, sendo ainda pouco utilizados por ser esta espécie frutífera considerada uma espécie de difícil enraizamento (MANICA, 2000).

A propagação por meio de sementes pode ser afetada por diversos fatores internos e externos (MARTINS et al., 2008), como dormência, disponibilidade de água (na semente e no substrato de germinação), luz, gases (O2), temperatura, viabilidade.

Os frutos da jabuticabeira possuem sementes com variadas formas e tamanhos, podendo chegar a até quatro por fruto (BENZA, 1980; DE JESUS et al., 2004). Popinigis (1985) afirma que o tamanho da semente, em muitas espécies, é indicativo de sua qualidade fisiológica. Assim, dentro do mesmo lote, as sementes pequenas apresentam menor emergência de plântulas e vigor do que as sementes de tamanho médio e grande (RODO et al., 2001).

Porém, estudos sobre a influência do tamanho e da forma da semente apresentaram resultados divergentes com relação à porcentagem e velocidade de emergência de suas plântulas (MARTINELLI-SENEME et al., 2001).

As informações existentes na literatura sobre germinação de sementes e formação de mudas de jabuticabeira são escassas. Há referências sobre a influência de temperatura, luz, umidade, substrato, tamanho do recipiente e maturação dos frutos na germinação (ALEXANDRE et al., 2006; ANDRADE; MARTINS, 2003; DANNER et al., 2007; VALIO; FERREIRA, 1992), porém, quanto ao tamanho da semente, há pouca informação.

Todas as jabuticabeiras possuem sementes poliembriônicas, podendo o número de embriões chegar a cinco por semente (DONADIO et al., 2002). Dada esta peculiaridade, seria interessante se verificar se o tamanho da semente exerce alguma influência na capacidade germinativa, no número de embriões formados e no desenvolvimento inicial da jabuticabeira.

O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência do tamanho da semente na germinação e no desenvolvimento inicial da 'Jabuticaba Sabará' (P. jabuticaba (Vell.) Berg), e 'Jabuticaba de Cabinho' (P. peruviana var. Trunciflora).

 

Material e métodos

As sementes utilizadas foram extraídas de frutos maturos de duas espécies de jabuticabeira, P. jabuticaba (Vell.) Berg ('Jabuticaba Sabará') e P. peruviana var. Trunciflora ('Jabuticaba de Cabinho'), provenientes da coleção de plantas do Departamento de Fitotecnia, da Universidade Federal de Viçosa, Estado de Minas Gerais. O experimento foi conduzido em casa-de- vegetação, de outubro a dezembro de 2005.

Para a extração das sementes foi realizado o amassamento manual dos frutos contra uma superfície plana e firme de uma bancada, de modo que os mesmos estourassem e expusessem suas sementes. A mucilagem foi retirada manualmente, por meio de fricção em peneira de malha fina, acrescentando-se cal virgem. Após a remoção da mucilagem, as sementes foram lavadas em água corrente e dispostas em papel toalha, onde permaneceram durante 24h à sombra para retirada do excesso de umidade.

Posteriormente, as sementes foram classificadas de acordo com seu tamanho em três classes: > 8 mm, 6 a 8 mm e < 6 mm.

As sementes, já classificadas, foram semeadas a uma profundidade de 0,5 cm, em caixas plásticas com dimensões de 40 x 27 x 10 cm, contendo, em seu interior, substrato Plantmax®.

Durante a execução do experimento, foram realizadas regas a cada dois dias com vistas a manter os substratos úmidos, fornecendo água para a germinação das sementes.

O experimento foi instalado no delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 3 (espécie x tamanho da semente), com quatro repetições, considerando-se como unidade experimental cada 50 sementes. Durante a execução do experimento, as temperaturas mínimas e máximas médias foram de 18,41 a 35,18ºC, respectivamente.

Aos 46 dias da semeadura, avaliaram-se: porcentagem de germinação, número de plântulas por semente, número de folhas por plântula, comprimento de raiz e total das plântulas (cm), altura da parte aérea das plântulas (cm) e índice de velocidade de emergência (IVE) (MAGUIRE, 1962).

Para o IVE, as avaliações foram realizadas diariamente a partir do surgimento das primeiras plantas normais (22º dia após a semeadura até o 46º dia).

Os dados foram submetidos à análise de variância e comparação de médias pelo teste de Duncan (α = 0,05), e todas as análises correspondentes foram efetuadas com auxílio do programa Sanest (ZONTA; MACHADO, 1984). Os dados das porcentagens de germinação foram transformados em arco seno e o número de plantas por semente e de folhas em . Os dados das demais variáveis não sofreram transformação.

 

Resultados e discussão

A germinação teve início 22 dias após a semeadura com as sementes das duas espécies estudadas, classificadas como > 8 mm e entre 6 a 8 mm. Entretanto, as sementes menores (< 6 mm) necessitaram de maior período, iniciando o processo germinativo aos 25 e 27 dias com a 'Jabuticaba Sabará' e 'Jabuticaba de Cabinho', respectivamente.

Segundo Donadio (2000), a germinação das sementes de jabuticabeira pode iniciar de dez a 40 dias após sua semeadura, dependendo das condições em que as mesmas se encontram.

Pela análise de variância, obtiveram-se diferenças significativas na interação espécie x tamanho da semente, nas variáveis porcentagem de germinação, número de folhas, comprimento total, altura e comprimento de raiz (Tabelas 1 e 2).

 

 

Analisando-se a porcentagem de germinação das jabuticabeiras, verificou-se que houve superioridade da 'Jabuticaba Sabará' em comparação à 'Jabuticaba de Cabinho' dentro das sementes classificadas com diâmetro < 6 mm e entre 6-8 mm, sendo o mesmo não observado para as sementes com tamanho > 8 mm, que apresentaram médias semelhantes estatisticamente entre si (Tabela 1).

A 'Jabuticaba Sabará' apresentou maior germinação com sementes medindo 6-8 mm e > 8 mm, sendo ambas as médias superiores a 90% de germinação. Já para a 'Jabuticaba de Cabinho', as maiores médias foram obtidas com as sementes > 8 mm, obtendo-se 100% de germinação (Tabela 1).

Pelos resultados de germinação, pode-se constatar que o processo germinativo foi influenciado pelo tamanho das sementes.

De acordo com Carvalho e Nakagawa (2000) e Ferreira e Torres (2000), o tamanho das sementes não tem influência sobre a germinação, mas afeta o vigor da plântula resultante, e as sementes de maior tamanho originam plântulas mais vigorosas e que, em condições variáveis de campo, podem resultar em estandes superiores em favor das maiores.

Quanto ao número de folhas por plântula (Tabela 1) e à altura da parte aérea (Tabela 2), houve semelhança estatística entre ambas as jabuticabeiras nas sementes classificadas como < 6 mm. Porém, para sementes com diâmetro entre 6-8 mm, a 'Jabuticaba Sabará' foi superior à 'Jabuticaba de Cabinho'. Resultados contrários foram obtidos com sementes > 8 mm, havendo maior média com a 'Jabuticaba de Cabinho' (Tabelas 1 e 2).

Ao compararem-se os resultados obtidos dentro de cada espécie, observou-se maior número de folhas para a 'Jabuticaba Sabará' nas sementes medindo entre 6-8 mm. Com a 'Jabuticaba de Cabinho' as maiores médias, quanto ao número de folhas por plântula, foi obtida das originárias de sementes > 8 mm, não diferindo estatisticamente das classificadas entre 6-8 mm (Tabela 1).

Analisando-se a Tabela 2, a 'Jabuticaba Sabará' teve o maior resultado para altura da parte aérea com as sementes classificadas entre 6-8 mm, seguidas pelas sementes maiores (> 8 mm) que não diferiram significativamente entre si. Com a 'Jabuticaba de Cabinho', as plântulas originárias das sementes > 8 mm foram superiores estatisticamente em comparação às demais sementes para esta variável (Tabela 2).

As médias do comprimento total e de raiz das plântulas da 'Jabuticaba Sabará' foram superiores às da 'Jabuticaba de Cabinho,' nas sementes separadas nas classes 6-8 mm e < 6 mm. Porém, as sementes destas jabuticabeiras com diâmetro > 8 mm não apresentaram diferenças estatísticas (Tabela 2).

Ainda analisando-se ambas as variáveis (comprimento total e de raiz), verificou-se, para 'Jabuticaba Sabará', que as maiores médias foram obtidas com sementes entre 6-8 mm e > 8 mm, sendo para 'Jabuticaba de Cabinho' somente observada esta superioridade para as sementes > 8 mm (Tabela 2).

Como pode ser observado na Tabela 2, sementes que possibilitaram a maior média no comprimento de raiz obtiveram os maiores resultados no comprimento total e na altura das plântulas nas duas jabuticabeiras.

Tal comportamento pode ser explicado pelo fato de que raízes maiores absorveram maior quantidade de água e sais minerais, permitindo melhor estabelecimento inicial destas plântulas.

De acordo com Carvalho e Nakagawa (2000), em geral, as sementes de maior tamanho foram bem nutridas durante o seu desenvolvimento, possuindo embriões bem formados e com maior quantidade de substâncias de reserva, sendo, consequentemente, as mais vigorosas.

Acredita-se que isto possa estar relacionado com as maiores médias no número de folhas, comprimento total, de raiz e altura das plântulas, obtidos no presente estudo com as sementes medindo diâmetro > 6 mm.

Resultados semelhantes foram obtidos por Marcos Filho et al. (1986a e b) em sementes de girassol; Aguiar et al. (1996) em sementes de paubrasil; Santos et al. (2005) em sementes de soja e Ferreira e Torres (2000) com sementes de Acacia Senegal, constando-se maior vigor das plântulas com aumento no tamanho das sementes.

Em relação ao número de plântulas por semente obtiveram-se diferenças significativas dentro dos fatores espécie e tamanho da semente de maneira separada, uma vez que a interação entre ambos apresentou-se estatisticamente semelhante (Tabelas 3 e 4). O mesmo efeito significativo com o tamanho da semente foi verificado no índice de velocidade de emergência (Tabela 3).

 

 

 

 

As sementes classificadas como > 8 mm e 6-8 mm apresentaram as maiores médias no número de plântulas por semente e índice de velocidade de emergência.

Resultados semelhantes para IVE foram obtidos por Aguiar et al. (1979), avaliando sementes de duas espécies de eucalipto, cujas sementes grandes e médias germinaram com maior rapidez em comparação às sementes pequenas.

As sementes de jabuticabeira apresentam poliembrionia (ANDERSEN, 1983), que possibilita a obtenção de mais de uma plântula por semente. Comprovou-se no presente trabalho que o tamanho da semente e a espécie de jabuticabeira exercem influência no número de plântulas por semente, obtendo-se os maiores valores conforme aumento no diâmetro das mesmas (Tabela 3). A 'Jabuticaba Sabará' apresentou maior número de plântulas por sementes (1,46) em relação à 'Jabuticaba de Cabinho' (1,29) (Tabela 4).

Porém, nas Tabelas 3 e 4, os resultados foram expressivamente abaixo do descrito na literatura (DONADIO et al., 2002) que classifica esta fruteira como uma espécie de alta taxa de poliembrionia.

Conforme Rodo et al. (2001) e Gaspar e Nakagawa (2002), o tamanho da semente é um dos fatores que podem influenciar a germinação e o vigor das plântulas, e as sementes maiores potencialmente apresentam maior poder germinativo e vigor em relação às menores.

Em geral, este fato foi observado no presente estudo, recomendando-se a separação das sementes de jabuticabeira por classes de tamanho para determinação da qualidade (germinação e vigor), sendo verificado que sementes de maior tamanho (> 6 mm) foram as mais adequadas para multiplicação.

 

Conclusão

A germinação e o desenvolvimento inicial da 'Jabuticaba Sabará' e da 'Jabuticaba de Cabinho' foram influenciados pelo tamanho das sementes, sendo que as maiores (> 8 mm e 6 a 8 mm) são de melhor qualidade do que as menores (< 6 mm).

 

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Received on August 31, 2008.
Accepted on March 9, 2009.

 

 

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* Autor para correspondência. E-mail: americowagner@utfpr.edu.br