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Arquivos do Instituto Biológico

versão On-line ISSN 1808-1657

Arq. Inst. Biol. vol.80 no.1 São Paulo jan./mar. 2013

http://dx.doi.org/10.1590/S1808-16572013000100016 

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

 

Pesquisa de anticorpos contra Maedi-Visna em ovinos nas microrregiões de Botucatu, Campinas, Piedade e São Paulo, Estado de São Paulo

 

Survey for antibodies against maedi-visna virus in sheep in the regions of Botucatu, Campinas, São Paulo and Piedade, state of São Paulo, Brazil

 

 

L. GregoryI; M.C.C.S.H. LaraII; A.C.M. KiralyI; M.Y. HasegawaI, H. RizzoIII; L.C.S. HenriquesI; R.S. RossiI, R.S. CastroIV

IUniversidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Av. Prof. Dr. Orlando Marques de Paiva, 87, CEP 05508-270, São Paulo, SP, Brasil. E-mail: lgregory@usp.br
IIInstituto Biológico, Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Sanidade Animal, São Paulo, SP, Brasil
IIIFaculdade de Medicina Veterinária "Pio Décimo", Aracaju, SE, Brasil
IVUniversidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, PE, Brasil

 

 


RESUMO

O objetivo deste estudo foi avaliar a ocorrência da infecção pelo vírus Maedi-Visna em ovinos criados nas microrregiões de Botucatu, Campinas, Piedade e São Paulo do Estado de São Paulo. As amostras de soro sanguíneo foram colhidas de 226 ovinos e foi realizada a técnica de imunodifusão em gel de ágar para a detecção de anticorpos antivírus Maedi-Visna e verificou-se que nenhuma das amostras testadas foi sororeagente. Dessa forma, faz-se necessário um estudo mais amplo no estado, a fim de se confirmar a baixa ocorrência e importância da enfermidade no estado.

Palavras-chave: Lentiviroses, pequenos ruminantes, Maedi-Visna


ABSTRACT

The purpose of the study was to evaluate the occurrence of infection with maedi-visna virus in sheep raised in the regions of Botucatu, Campinas, Piedade and São Paulo, state of São Paulo, Brazil, that showed symptoms of the disease. Blood serum samples collected from 226 sheep were submitted to the agar gel immunodiffusion technique for detection of antibodies against maedi-visna virus, and none of the samples tested was serum reactive. In conclusion, the maedi-visna virus has low frequency in animals raised in the regions studied.

Key words: Lentiviruses, small ruminants, maedi-visna.


 

 

Dentre os fatores que dificultam a produção econômica de ovinos, destacam-se as enfermidades como o Maedi-Visna. O vírus da Maedi-Visna (MVV) causa uma enfermidade infecciosa específica de ovinos, com evolução geralmente crônica, que se caracteriza por apresentar longo período de incubação. ARAÚJO et al. (2004) fizeram um estudo a fim de identificar o Maedi-Visna vírus em pulmão de ovinos infectados naturalmente e concluiram que esses animais apresentavam progressiva debilitação e previsível curso clínico com lesões localizadas.

O vírus da Maedi-Visna (MVV) é um RNA-vírus de fita simples, não oncogênico, pertencente à família Retroviridae e ao gênero Lentivirus que, juntamente ao vírus da Artrite Encefalite Caprina (CAEV), é conhecido por lentivirus de pequenos ruminantes (SMALL et al., 1989).

No Brasil, a primeira descrição de lentivírus de pequenos ruminantes (LVPR) foi feita no Rio Grande do Sul, com identificação de caprinos (MOOJEN et al., 1986) e ovinos (RAVAZZOLO et al., 1995; SOTOMAIOR; MILCZEWSKI, 1997) soropositivos. A presença do vírus foi confirmada pelo posterior isolamento do vírus de caprinos (HÖTZEL et al., 1993; CASTRO et al., 1999) e ovinos (MILCZEWSKI et al., 1997; ALMEIDA, 2003).

A infecção pelo MVV do ponto de vista clínico e anatomopatológico tem sido classificada em quatro formas básicas: nervosa, artrítica, respiratória e mamária (NARAYAN; CORK, 1985; DAWSON, 1987; PERETZ et al., 1993). A perda de peso, as dificuldades respiratórias e a mamite são os sinais mais evidentes da doença (SAVEY, 1988). A apresentação pulmonar é muito frequente e grave entre os ovinos sendo os sintomas: tosse, dispneia após exercícios físicos, taquipneia, macicez pulmonar, som úmido à auscultação e comprometimento do estado geral (NARAYAN; CORK, 1985; CUTLIP et al., 1988; PEREIRA, 1995).

O diagnóstico dessa enfermidade é baseado na observação dos sintomas e exame laboratorial. A detecção do MVV pode ser feita através do isolamento em cultivo de células e pela Reação em Cadeia de Polimerase (PCR) (CUTLIP et al., 1988; CASTRO et al., 1999). Enquanto que a pesquisa de anticorpos contra o MVV pode ser feita com utilização de Imunodifusão em gel de ágar, ELISA e Western-Immunoblot (FEVEREIRO, 1995).

De acordo com o trabalho desenvolvido por Lima (2002), as medidas de controle das lentiviroses de pequenos ruminantes estariam baseadas no bloqueio da transmissão do vírus a partir da identificação dos animais infectados, considerando as vias de infecção e, ainda, fatores como soroconversão tardia, manejo do rebanho e limitações na disponibilidade comercial de testes mais sensíveis como testes imunoenzimáticos e biomoleculares

O objetivo deste estudo foi verificar a frequência da infecção pelo vírus Maedi-Visna em ovinos provenientes de rebanhos localizados no Estado de São Paulo, nas microrregiões de Botucatu, Campinas, Piedade e São Paulo. Para tal, utilizaram-se 226 amostras de soro sanguíneo colhidas aleatoriamente.

Para a detecção de anticorpos anti-MVV foi realizada a técnica de imunodifusão em gel de ágar utilizando o kit para diagnóstico de Maedi-Visna Biovetech®, seguindo as recomendações do fabricante, com leitura em 48 horas

Das 226 amostras de soro sanguíneo avaliadas para a presença de anticorpos antivírus Maedi-Visna, pela prova de imunodifusão em gel de ágar, nenhuma foi sororeagente (Tabela 1).

 

 

O resultado encontrado no presente estudo discorda com a análise sorológica realizada por FERNANDES et al. (2003) que avaliaram 500 soros de ovinos criados na microrregião da Grande São Paulo, Estado de São Paulo, que revelou um percentual de 2,8% (14/500) de animais soropositivos para a infecção pelo MVV.

Os dados deste trabalho discordam dos trabalhos de ALMEIDA (2003), que verificou soropositividade em 31,67% dos ovinos abatidos na região metropolitana de Fortaleza, CE, que apresentavam lesões macroscópicas de pneumonia e artrite. Também foi menor do que a relatada por SILVA (2003), em levantamento sorológico realizado em ovinos criados de forma extensiva, no Estado do Rio Grande do Norte, onde encontrou uma prevalência de 21,3% de animais soropositivos.

No Rio Grande do Sul, em um levantamento realizado em 16 municípios do estado, foi encontrada uma prevalência de 10,48% de animais soropositivos (DAL PIZZOL et al., 1989). Em outro trabalho no mesmo estado, foi encontrada uma prevalência de 19% (RIBEIRO, 1993). Estes dois levantamentos foram realizados em fazendas com histórico de importação de ovinos e os animais do presente estudo eram na maioria da raça Santa Inês

Outro fator que pode influir na detecção de animais soropositivos é o antígeno utilizado, sendo que os antígenos específicos produzido com MVV apresentam uma sensibilidade 35% maior que os antígenos heterólogos, como o produzido com o CAEV (KNOWLES 1993). Neste trabalho foi utilizado um antígeno específico p28, no entanto, ADAMS; GORHAM (1986) relataram que a gp135 confere maior sensibilidade à técnica de IDGA que a p28.

No Brasil não foi determinada se as manifestações clínicas são causadas por LVPR do tipo I grupo MVV ou do tipo II grupo CAEV. A presença de anticorpos contra LVPR em ovinos foi detectada no Rio Grande do Sul (DAL PIZZOL et al., 1989; Ribeiro, 1993), Ceará (ALMEIDA, 1999) e Rio Grande do Norte (SILVA, 2003) e o vírus foi isolado no Paraná (MILCZEWSKI et al., 1997) e Ceará (ALMEIDA, 2003). O vírus isolado do Paraná, de um ovino com mastite e artrite, foi identificado filogeneticamente como pertencente ao protótipo Maedi-Visna (RAVAZZOLO et al., 2001), enquanto que o vírus isolado no Ceará, proveniente de um ovino com lesões pulmonares de Maedi-Visna (ALMEIDA, 2003), não foi estudado filogeneticamente. Por outro lado, amostras de LVPR isoladas de caprinos no Brasil demonstraram serem filogeneticamente pertencentes ao grupo Maedi-Visna, sugerindo a ocorrência de transmissão de LVPR de caprinos para ovinos e vice-versa e a possibilidade de recombinação entre amostras ovinas e caprinas (CASTRO et al., 1999). Este trabalho foi aprovado pela Comissão de Ética no Uso de Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo, protocolo nº 2975/2013.

Conclui-se que o vírus da Maedi-Visna tem baixa frequência em animais criados nas microrregiões estudadas. Considerando o impacto da infecção pelos LVPR sobre a produção, o custo com o controle e as restrições comerciais, é de grande importância o controle dessa enfermidade, sobretudo na exigência de testes negativos para ingresso de ovinos no Estado, com o intuito de impedir a sua disseminação mesmo com a baixa ocorrência do MVV no rebanho nacional.

 

REFERÊNCIAS

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Recebido em 14/10/11
Aceito em 7/2/13

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