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Arquivos do Instituto Biológico

versão impressa ISSN 0020-3653versão On-line ISSN 1808-1657

Arq. Inst. Biol. vol.83  São Paulo  2016  Epub 13-Maio-2016

https://doi.org/10.1590/1808-1657001062013 

SCIENTIFIC COMMUNICATION

Prevalência de anticorpos contra o vírus da arterite equina nas mesorregiões Noroeste, Centro Ocidental e Norte Central do Paraná

Prevalence of antibodies against equine viral arteritis virus in Northwest, Western Central and North Central Regions of the State of Paraná, Brazil

Luciana Sartori1 

Maria do Carmo Custódio de Souza Hunold Lara2 

Eliana Monteforte Cassaro Villalobos2 

Júlio Augusto Naylor Lisbôa1 

1Universidade Estadual de Londrina (UEL) - Londrina (PR), Brasil.

2Instituto Biológico de São Paulo - São Paulo (SP), Brasil.


RESUMO:

O objetivo deste estudo foi investigar a prevalência de anticorpos contra o vírus da arterite viral equina (EVAV) em equinos sadios criados nas mesorregiões Noroeste, Centro Ocidental e Norte Central do estado do Paraná. Após o cálculo do tamanho amostral, foram analisadas, utilizando a técnica de soroneutralização, amostras de soro sanguíneo de 653 equinos. Nenhum animal sororreagente foi encontrado nas mesorregiões Noroeste (0/236) e Centro Ocidental (0/99). Na mesorregião Norte Central a prevalência foi de 0,62% (2/318), totalizando 0,30%. Pode-se concluir que a arterite viral equina (AVE) ainda não representa um problema de importância epidemiológica nos equinos criados nas mesorregiões paranaenses estudadas.

PALAVRAS-CHAVE: equinos; arterite viral equina; epidemiologia; doenças víricas.

ABSTRACT:

The prevalence of antibodies against equine viral arteritis virus (EVAV) in healthy horses raised in Northwest, Western Central and North Central regions of the State of Paraná, Brazil was investigated. According to calculated sample size, serum samples of 653 horses were analyzed through standard virus neutralization test. No horse had antibodies to EVAV in Northwest (0/236) and in Western Central (0/99) regions. In North Central region frequency was 0.62% (2/318), with an overall prevalence of 0.30%. It can be concluded that EVA does not represent a problem of epidemiological importance in the studied regions of Paraná.

KEYWORDS: equine; equine viral arteritis; epidemiology; viral diseases.

A arterite viral equina (AVE) é uma doença infectocontagiosa dos equídeos causada por um vírus RNA envelopado, do gênero Arterivirus , e pertencente à família Arteriviridae (Lima; Osorio, 2012) que foi isolado pela primeira vez em 1984, durante um surto de abortamento ocorrido em Ohio, Estados Unidos da América (EUA) (Timoney; Mccollum, 1993). A transmissão ocorre principalmente pela via respiratória, por contato com as secreções do animal doente, e pela via genital ou venérea, por meio de contato com sêmen fresco ou congelado do garanhão infectado (Holyoak et al., 2008).

A doença respiratória, caracterizada por sinais inespecíficos de envolvimento das vias aéreas craniais, e os abortamentos, que podem ocorrer na forma de surtos e em qualquer fase da gestação, são as duas principais formas de manifestação da doença (Holyoak et al., 2008). O garanhão pode tornar-se portador assintomático e eliminar o vírus no sêmen por período de tempo indeterminado (Lima; Osorio, 2012). Os prejuízos econômicos devem-se a perda da prenhez, natimortalidade ou mortalidade neonatal, custos com o tratamento e diminuição do valor comercial do sêmen.

Surtos de AVE foram confirmados em todos os continentes e os relatos são mais frequentes nos EUA e em países europeus (Bell et al., 2006). O primeiro isolamento do vírus da arterite viral equina (EVAV) na América do Sul ocorreu na Argentina (Echeverria et al., 2003).

No Brasil, apesar de nunca ter sido isolado, os levantamentos soroepidemiológicos indicam que o vírus circula pelo país. Estudos sobre a frequência de anticorpos contra o EVAV foram realizados nos estados de São Paulo (Fernandes; Souza,1999; Souza, 1999; Lara et al., 2002; 2003b; Cunha et al., 2009; Braga et al., 2012), do Rio Grande do Sul (Diel et al., 2006), de Minas Gerais (Bello et al., 2007), de Rondônia (Aguiar et al., 2008) e do Pará (Heinemann et al., 2002). No estado do Paraná foram realizados dois levantamentos e ambos se limitaram a equinos mantidos na Região Metropolitana de Curitiba (Lara et al., 2003a; 2006). Para aumentar a abrangência geográfica da informação no Estado, o presente estudo teve o objetivo de investigar a prevalência de anticorpos contra o EVAV em equinos criados em três mesorregiões geográficas paranaenses: Noroeste, Norte Central e Centro Ocidental.

O estudo abrangeu 75 municípios em 3 mesorregiões paranaenses: Noroeste (19 municípios), Centro Ocidental (23 municípios) e Norte Central (33 municípios) (Fig. 1). Essas mesorregiões contam com um rebanho de equinos com 111.219 cabeças no total, o que representa 29,9% do rebanho do estado do Paraná (Brasil, 2010). As amostras utilizadas foram selecionadas de um conjunto de soros sanguíneos de equinos aparentemente sadios (2.742 unidades no total) criados nessas mesorregiões. Os soros foram obtidos no período de fevereiro de 2010 a agosto de 2012 com a finalidade de realização do exame de imunodifusão em gel de ágar para o diagnóstico de anemia infecciosa equina (AIE). Posteriormente ao exame, foram mantidos congelados a -20ºC.

Figura 1: Mesorregiões geográficas do estado do Paraná, com destaque para as áreas de abrangência do estudo. 

Para o cálculo do número de amostras a serem analisadas, admitiram-se valor de prevalência (p) de 5,71%, (Braga et al., 2012), erro (d) de 2%, efeito de delineamento de amostragem (DEFF) de 1,5 e nível de significância de 5%. A seguinte equação foi utilizada empregando-se o programa Epi Info , versão 6.04: n=[DEFF*Np(1-p)]/[(d2/Z2 1-α/2*(N-1)+p*(1-p)], sendo N o tamanho da população. Foram analisadas amostras de 653 equinos no total e definiu-se que o número de amostras de cada mesorregião seria ponderado de acordo com a proporção da população existente nesses locais (Tabela 1). A seleção das amostras foi estabelecida por sorteio, evitando-se as repetições por município e por rebanhos, sempre que viável. Esse critério foi adotado com o objetivo de alcançar a maior abrangência geográfica possível. Repetições por municípios foram inevitáveis em 204 amostras e repetições no mesmo rebanho ocorreram em 138 amostras.

Tabela 1: Mesorregiões geográficas paranaenses, populações de equinos correspondentes, número de amostras estudadas e frequência de equinos sororreagentes ao vírus da arterite viral equina. 

*Fonte: Censo Agropecuário de 2009 (Brasil, 2010). IC95%: intervalo de confiança de 95%.

A técnica de soroneutralização em placas de 96 cavidades, padronizada por Senne et al. (1985) e recomendada pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), foi empregada para a detecção da presença dos anticorpos séricos contra o EVAV. O soro foi incubado com 100 DICT50/25 µL do EVAV (amostra Bucyrus), durante 1 hora, a 37ºC. Após esse período, 100 µL da suspensão de células da linhagem RK-13 (rim de coelho), contendo 300.000 células/mL, foram adicionados a cada cavidade e as placas foram mantidas incubadas em estufa a 37ºC com 5% de CO2 durante 72 horas. A leitura foi realizada para verificação da presença ou não dos efeitos citopáticos nos cultivos celulares. Foram considerados reagentes os animais que possuíam anticorpos neutralizantes no soro diluído 1:4.

Nenhum animal positivo foi detectado tanto na mesorregião Noroeste (0/236) quanto na mesorregião Centro Ocidental (0/99). Animais reagentes (2/318) foram encontrados somente na mesorregião Norte Central. A frequência encontrada foi de 0,62% nessa mesorregião, sendo 0,30% a frequência total no estudo (Tabela 1).

A população estudada foi composta por 313 fêmeas (47,9%) e 340 machos (52,1%). Na sua maioria, eram equinos adultos: 80% estavam entre o 3º e o 10º ano de idade e somente 5% tinham até 24 meses de vida. A metade dos animais era da raça Quarto de Milha (52,1% das amostras) e os mestiços representaram o segundo maior contingente (33,8% das amostras). Era, portanto, caracterizada principalmente por equinos que participavam de eventos esportivos, feiras agropecuárias e cavalgadas, situações em que se aglomeram animais de diferentes procedências. O deslocamento desde a propriedade de origem tornava necessária a realização do exame de AIE, requisito obrigatório para a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA).

Os resultados obtidos são compatíveis com outros estudos realizados em diferentes estados brasileiros, nos quais o número de animais reagentes foi muito reduzido ou ausente. Heinemann et al. (2002), trabalhando no Pará, Aguiar et al. (2008), em Rondônia, e Cunha et al. (2009), no sul do estado de São Paulo, não observaram equídeos portadores de anticorpos contra o EVAV. Prevalências de anticorpos reduzidas foram obtidas por Souza et al. (1999) no Vale do Paraíba, São Paulo (1,04%), por Lara et al. (2003b) na região de Araçatuba, São Paulo (0,3%), por Diel et al. (2006) no Rio Grande do Sul (2,2%) e por Bello et al. (2007) em Minas Gerais (0,85%). Nos dois levantamentos realizados anteriormente no estado do Paraná também foram observadas prevalências nula (Lara et al., 2006) ou reduzida (2,9%) (Lara et al., 2003a).

Os três levantamentos brasileiros que demonstraram maior número de equinos reagentes foram realizados no estado de São Paulo e apresentaram resultados que diferem dos obtidos no presente trabalho. Fernandes; Souza (1999), Lara et al. (2002) e Braga et al. (2012) observaram, respectivamente, que 19,3, 18,2 e 5,7% dos equinos sadios testados eram sororreagentes. Em animais com história recente de abortamento ou de doença respiratória, as frequências de sororreagentes foram 10,3 e 23,5%, respectivamente (Fernandes; Souza, 1999).

Na maior parte dos estudos com número reduzido ou nulo de portadores de anticorpos contra o EVAV, os animais testados eram utilizados para trabalho nas propriedades e o risco de exposição ao vírus era reduzido porque, geralmente, não eram transportados para fora das propriedades e não entravam em contato com outros animais de origens diversas (Souza et al., 1999; Heinemann et al., 2002; Lara et al., 2003b; Aguiar et al., 2008; Cunha et al., 2009). Esses autores consideraram que essa era justamente a razão para os resultados observados. Ao contrário, as maiores frequências de sororreagentes foram observadas em equinos criados para reprodução ou esporte (Fernandes; Souza, 1999; Lara et al., 2002; Braga et al., 2012), os quais estão frequentemente sujeitos a trânsito e a contato com outros animais de origens variadas, aumentando a chance de contágio com o vírus.

Pelas características já mencionadas, os animais testados no presente trabalho também estariam sujeitos a risco elevado de contágio com o vírus. O mesmo pode ser dito sobre os equinos estudados por Diel et al. (2006), visto que eram animais criados com a finalidade de esporte, reprodução e exposição, cujos soros sanguíneos foram obtidos igualmente para o exame de AIE. Apesar da maior probabilidade de contágio, o número de animais reagentes também foi reduzido.

A existência de discrepâncias regionais na prevalência de anticorpos contra o EVAV está bem documentada nos diferentes estudos realizados em São Paulo, estado que possui a maior circulação do vírus, aparentemente. Regiões de prevalência elevada (Fernandes; Souza, 1999; Lara et al., 2002; Braga et al., 2012) contrastam com outras de frequência reduzida (Souza et al., 1999; Lara et al., 2003b; Cunha et al., 2009). Em Minas Gerais, isso também se confirmou (Bello et al., 2007), embora o número de equídeos reagentes tenha sido sempre baixo no estudo.

Comparando-se os resultados dos três levantamentos realizados no Paraná, não fica claro se existem discrepâncias regionais no Estado. O presente estudo é o primeiro realizado com número elevado de animais examinados e com a preocupação de avaliar a situação com maior abrangência geográfica, pois os dois anteriores se restringiram à Região Metropolitana de Curitiba. Apesar de contemplar somente três das dez mesorregiões geográficas do Estado (Fig. 1), os resultados devem ser considerados relevantes, porque essas localidades concentram quase um terço de toda a população de equinos existente. O número reduzido de equinos sororreagentes é o fato em comum nos três estudos. Na região de Curitiba, animais utilizados para tração urbana não foram sororreagentes (Lara et al., 2006), enquanto dois equinos atletas da raça PSI apresentaram anticorpos contra o EVAV (Lara et al., 2003a). O conjunto dos resultados indica que a circulação do EVAV é baixa no estado do Paraná.

Pode-se concluir que, apesar da comprovação de que o EVAV esteja em circulação na mesorregião Norte Central, a infecção ainda não representa um problema de importância epidemiológica para os equinos paranaenses criados nas mesorregiões estudadas. Outros levantamentos devem ser realizados nas demais mesorregiões paranaenses para que se conheça a situação no Estado por completo.

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Recebido: 04 de Novembro de 2013; Aceito: 30 de Outubro de 2015

Autor correspondente: lu.sartori@ig.com.br

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