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Fisioterapia e Pesquisa

Print version ISSN 1809-2950

Fisioter. Pesqui. vol.18 no.4 São Paulo Oct./Dec. 2011

http://dx.doi.org/10.1590/S1809-29502011000400012 

PESQUISA ORIGINAL ORIGINAL RESEARCH

 

Estudo morfométrico da terapia LED de baixa potência em tendinite de ratos

 

Morphometric study of low power LED therapy tendonitis in rats

 

 

José Mário Nunes da SilvaI; Janderson Pereira de CarvalhoII; Manoel de Jesus Moura JúniorIII

IFisioterapeuta; Bacharelando em Estatística pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) - Teresina (PI), Brasi
IIFisioterapeuta graduado na FSA - Teresina (PI), Brasil
IIIMestre em Engenharia Biomédica pela Universidade Vale do Paraíba (UNIVAP); Coordenador de Fisioterapia da FSA - Teresina (PI), Brasil

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

A terapia LED de baixa potência possui efeitos analgésico e antiinflamatório. O objetivo desse estudo foi analisar a ação da terapia com LED de baixa potência na reparação tendínea por meio de histologia e histomorfometria. Foram usados 25 ratos Wistar, de 220 a 250 g, divididos em três grupos experimentais avaliados no 7º e 14º dia: A, tendinite induzida sem tratamento; B, tendinite induzida tratada com LED de baixa potência, densidade de energia 4 J/cm² por 120 segundos; e C, sem indução de tendinite. A histomorfometria mostrou-se altamente significativa (p<0,001) na terapia com LED em contrarrelógio de 14 dias, comparada ao grupo saudável (C). Entretanto, não mostrou significância levando em conta o grupo tendinite (A14), em que valor p>0,05. As análises histológica e histomorfométrica demonstraram qualitativo e quantitativo aumento no número de fibroblastos aos sete dias de tratamento, e das fibras colágenas, aos 14 dias, para grupo tratado com LED de baixa potência em relação ao grupo sadio (C). O mesmo não foi percebido quando relacionado ao grupo tendinite (A14).

Descritores: inflamação; tendinopatia; fototerapia.


ABSTRACT

The low power LED therapy has analgesic and anti-inflammatory effects. The objective of this study was to analyze the action of therapy with low power LED on the tendon repair, using histology and histomorphometry. Were used 25 Wistar rats, with 220 to 250 g, divided into three experimental groups (7 and 14 days): A7 and A14 induced tendonitis without treatment; B7 and B14, induced tendinitis treated with LED low power density energy 4 J /cm² for 120 seconds; and C, without induction of tendinitis. Histomorphometry was highly significant (p<0.001) with LED therapy against the clock for 14 days, compared with the healthy group (C). But not significant compared with the tendinitis group (A14) (p> 0.05). Histology and histomorphometry analysis demonstrated qualitative and quantitative increase in the number of fibroblasts to seven days of treatment, and collagen fibers at 14 days for the group treated with LED low power compared to the healthy group (C). But it is unclear even when related to the tendinitis group (A14).

Keywords: inflammation; tendinopathy; phototherapy.


 

 

INTRODUÇÃO

A tendinite é uma lesão de esforço, na maioria das vezes causada pela realização do mesmo movimento repetidamente1. A inflamação aguda é condição desencadeante do processo de reparação tecidual que, normalmente, é exagerado e pode acarretar complicações, prejudicando a qualidade do tecido formado2.

Lesões do tendão são comuns no esporte, e estima-se que representem de 30 a 50% das ocorrências nesse tipo de atividade. Sua incidência anual em corredores de alto nível é entre 7 e 9%2-4. Além disso, a tendinite é um dos principais problemas relacionados à lesão por esforço repetitivo e a distúrbios osteomusculares vinculados ao trabalho1.

Com a finalidade de amenizar e curar essa afecção, novos métodos de diagnóstico e tratamento estão sendo introduzidos. Atualmente existem no mercado recursos que utilizam a luz como terapia, dentre os quais podemos citar Light Emitting Diode (LED's) e Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation (LASER's). Eles estimulam a aceleração da cicatrização de partes moles, com resultados satisfatórios no processo de regeneração do tendão5-9.

A principal diferença da luz emitida pelo LED em relação à emitida por um laser é a ausência de coerência1,5. Entretanto, a coerência da luz não é responsável pelos efeitos de terapias com laser de baixa potência, pois esta propriedade se perde nas primeiras camadas de tecido biológico10-12.

A razão do aumento de pesquisas buscando comparar os efeitos da fototerapia com o uso de LEDs em substituição ao laser é que, diferente do comprimento de onda, a sua coerência não é um fator importante para o efeito biomodulador. Além disso, os aparelhos que emitem radiação laser têm alto custo, fazendo-se necessária a busca por fontes luminosas alternativas. Nesse contexto, os LED's surgem como uma excelente opção em virtude do seu potencial de ação e de seu valor mais barato6,13. Estudos de Karu et al.8 registraram resultados clínicos satisfatórios sob o aspecto das diferentes fontes de luz, sugerindo efeitos benéficos advindos da terapia com LED em diversos tipos de lesões cutâneas.

Porém, existem discordâncias de pesquisadores quanto à eficiência dessa terapia na biomodulação tecidual. Enquanto alguns estudos demonstram efeitos como inibidor da sintomatologia dolorosa ou aceleração de reparo de lesões cutâneas6-8,10,13, outros apresentam a interação da biomodulação LED na reparação tendínea.

A presente pesquisa foi realizada devido à escassez de trabalhos sobre o uso da terapia LED de baixa potência na reparação tendínea e pela necessidade de terapias alternativas para auxílio deste processo.

 

MÉTODOLOGIA

Todos os experimentos foram realizados de acordo com as orientações para o cuidado animal, seguindo as premissas do Colégio Brasileiro de Experimentação Animal (COBEA). A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética, sob o protocolo nº 086/09. Foram utilizados 25 ratos (Rattus norvegicus, albinus), linhagem Wistar entre 30 e 60 dias de idade, com peso médio de 230 g.

A indução da tendinite

Os animais foram anestesiados com ketamina (100 mg/kg, ip) e xilazina (20 mg/kg, p) e, posteriormente, submetidos à indução da tendinite. Para induzir experimentalmente a tendinite, aplicou-se uma injeção intratendínea de 10 µL de colagenase (10 mg/mL; SIGMA; C6885) no tendão do calcâneo direito dos ratos, seguindo estudos de Silva et al.14. Os animais receberam a injeção de colagenase no primeiro dia e foram sacrificados com dose excessiva de anestésico (tiopental), 7 e 14 dias após a indução.

Intervenção terapêutica experimental

O tratamento de cada animal teve início 24 horas após a indução da tendinite, sendo mantido a cada 24 horas depois da primeira aplicação da terapia com LED. Os ratos foram posicionados em decúbito ventral com imobilização manual da pata direita para aplicação da terapêutica indicada em contato direto com a área a ser tratada. A aplicação da terapia se deu de forma pontual, na qual o feixe emitido cobria por inteiro o sítio da lesão. O aparelho foi posicionado a 90º do eixo tendíneo com intenção de otimizar a aplicação, evitando perdas de energia e possibilitando melhor contato com a perna do animal.

Protocolo de tratamento e grupos experimentais

Os animais foram divididos em grupos experimentais com cinco indivíduos cada, conforme descrito na Tabela 1.

 

 

Após a indução experimental da tendinite, os animais do grupo A7 e A14 (tendinite) foram mantidos em gaiolas, sem qualquer tratamento. Já os do B7 e B14 (LED) receberam diariamente terapia com LED de baixa potência (Tabela 2). O grupo C (sadio) foi composto pelos tendões da perna esquerda dos animais de A7 e A14, seguindo as premissas do COBEA.

 

 

Preparação da amostra

Todos os cinco animais de cada grupo foram sacrificados 7 ou 14 dias após a indução experimental de tendinite. Os tendões foram removidos por dissecção dos tecidos da perna direita. Os ratos dos grupos A7 e A14 tiveram os tendões da pata esquerda dissecados para serem analisados e comporem o grupo sadio (C).

Análise histológica

Os tendões foram seccionados, longitudinalmente desidratados em soluções crescentes de álcool e diafanizados em xilol, incluídos, em seguida, em parafina. Obtiveram-se quatro cortes semisseriados com 5 µm de espessura, sendo dois corados com hematoxilina-eosina (HE) e dois pelo Tricrômico de Masson (TM), que permite visualizar as fibras colágenas. O material foi examinado com um microscópio óptico trinolucular Olympus CX31, modelo YS100, equipado com câmera digital Olympus SC20 e acoplado a um microcomputador.

Avaliação histomorfométrica

Foi realizada nas lâminas coradas com o TM, sendo quantificado o número de fibroblastos. Sob aumento de 400 vezes, capturaram-se de cada lâmina dois campos microscópicos nos quais havia maior concentração celular. As imagens digitalizadas foram avaliadas com o auxílio do programa de análise computacional de imagens Image-J® (Versão 1,32 para Windows).

Análise estatística

Os dados foram coletados e avaliados quanto ao coeficiente de variação e à distribuição amostral para determinação do teste estatístico, considerando o nível de significância estatística de 5% (p<0,05). Realizou-se a análise estatística da variação do número de células inflamatórias, obtidas nos grupos tratados e não tratados, utilizando-se o teste de ANOVA, com pós-teste de Tukey, por meio do programa estatístico GraphPad Prism®, versão 3.0.

 

RESULTADOS

Na análise dos cortes histológicos foi encontrado, após sete dias de tratamento, um padrão histológico menos organizado do que no 14º dia do tratamento. No grupo tendinite (A7), havia espessamento do epitendão e endotendão. Observou-se também a formação de fibroblastos volumosos, com citoplasma abundante (Figura 1). Por sua vez, os espécimes que compunham o grupo tratado com LED de baixa potência (B7) encontravam-se com epitendão e endotendão, tecido de granulação abundante, caracterizado por fibroblastos e vasos sanguíneos neoformados. Em comparação com o grupo tendinite (A7), os fibroblastos eram aparentemente mais numerosos, dispondo-se de forma mais organizada (Figura 1).

 

 

No grupo tendinite (A14), as células inflamatórias mononucleadas e os vasos neoformados no epitendão e endotendão aparentemente reduziram, enquanto o número de fibroblastos continuou elevado. No grupo tratado com LED de baixa potência (B14), os vasos tornaram-se bastante escassos e a matriz extracelular apresentou-se mais densa. Os fibroblastos, mais delgados e fusiformes, tinham características mais próximas de fibrócitos e se dispunham em feixes orientados em paralelo com os não danificados. Entretanto, em nenhum dos espécimes estudados os setores lesados chegaram a reconstruir a estrutura normal do tendão do grupo sadio (C) (Figura 2).

 

 

Nas amostras que compuseram o grupo saudável, os tendões normais demonstraram características histológicas, fibrócitos alongados, com pouco citoplasma e núcleo fusiforme, foram encontrados esparsamente entre feixes densos e paralelos de colágeno (Figuras 1C e 2C).

A histomorfometria resultante da análise histológica dos espécimes permitiu observar que no tempo experimental de sete dias os valores mostraram-se equivalentes nos grupos tendinite e tratado com LED terapia, sendo ambos maiores do que a quantidade de fibroblastos presentes no grupo sadio.

Ressalta-se que, durante a fase inicial do processo de reparo, as fibras colágenas recém-formadas por fibroblastos jovens e volumosos, presentes em grande número, apresentam-se imaturas, pouco espessas e com distribuição aleatória. Nessa fase ainda podemos visualizar áreas com tecido de granulação e algumas células inflamatórias.

A observação da Figura 3 nos permite notar a evolução do processo de reparo nos diferentes grupos experimentais depois de transcorridos 14 dias. A comparação dos resultados do que recebeu tratamento e do tendinite com os do sadio (C), quanto ao número de fibroblastos na área de lesão, foram estatisticamente significantes. Por outro lado, os resultados comparativos do grupo LED (B14) e tendinite (A14) não foram estatisticamente significantes.

 

 

DISCUSSÃO

A presente pesquisa demonstrou, por meio de análise histológica e histomorfométrica, um melhor efeito pró-inflamatório no grupo tratado com LED em relação ao grupo tendinite.

Concordando com os resultados obtidos, Silva15 utilizou modelo experimental de indução de tendinite semelhante ao empregado neste estudo, e relatou que a evolução do processo de reparo, analisado pela espectrometria Raman, ocorreu com etapas bem características. Os resultados dos grupos tratados mostraram que o tratamento com LED induziu proliferação fibroblástica. Concordando com esses achados, Casalechi16 registrou diminuição significativa do número de fibroblastos por meio da terapia com LED de baixa potência.

Resultado semelhante também foi encontrado por Vinck et al.17, que analisaram a proliferação de fibroblastos após irradiação com laser e LED de diferentes comprimentos de onda. A taxa de proliferação foi maior (p<0,001) em todas as culturas irradiadas, em comparação com os controles, sugerindo efeitos benéficos da irradiação com LED e laser em nível celular.

Contudo, os grupos tratados com LED na presente pesquisa não apresentaram resultados estatisticamente significantes no que se refere à redução no número de fibroblastos no tempo experimental de 14 dias quando comparados ao grupo tendinite, contrapondo Vinck et al.17 e concordando com Corazza6, que não encontrou resultados significativos na redução do tamanho da área de feridas.

A densidade de potência usada no estudo pode ter sido um fator na limitação da redução do número de fibroblastos no tempo do experimento de 14 dias, pois segundo Almeida et al.18, ela pode influenciar o crescimento celular. Isto foi confirmado por Houreld19, que observou o efeito estimulante da terapia com LED nas células que receberam dose igual a 5 J/cm2, enquanto as células que receberam dose de 16 J/cm2 apresentaram efeito inibitório na proliferação e atividade do fibroblasto.

Diante dos resultados é possível afirmar que muitos dos achados reportados por outros autores são similares aos deste estudo, o que nos permite verificar que os resultados obtidos pela fotobiomodulação, com a utilização de uma fonte emissora de luz não coerente, são semelhantes aos obtidos com o uso dos vários tipos de laser de baixa potência, os quais possuem coerência, mas que se perdem com a profundidade do tecido16.

Faria20 comparou a utilização do LED com um laser de baixa potência (sem variação de parâmetros) e observou maior eficácia do LED na reparação tecidual de tecido tendinoso em comparação ao laser. Segundo Casalechi16, pode-se observar que os efeitos do LED na prática experimental apresentam eficácia no processo de reparação tecidual de tendões.

Contudo, torna-se necessário o conhecimento sobre a dose e os mecanismos que influenciam na recuperação funcional dos tendões reparados com LED, pois o estabelecimento de protocolos adequados poderá auxiliar mais rapidamente na incorporação desse tipo de fototerapia na prática clínica-fisioterapêutica.

Estudos demonstram ainda que a utilização da terapia LED de baixa potência pode ser eficiente para prevenção da geração de cáries, com efeito bactericida, alívio da dor na cicatrização21-23 e reparação óssea24,25, demonstrando a versatilidade da aplicação do LED. Além disso, abre novas perspectivas para futuros estudos de associação, pois a sua aplicação parece apresentar efeitos benéficos para a tendinite. Os resultados distintos encontrados podem ter ocorrido em consequência da utilização de diferentes parâmetros na aplicação do LED, o que torna necessária a realização de mais estudos na área para estabelecer um protocolo de tratamento no seu uso.

 

CONCLUSÃO

As análises histológica e histomorfométrica revelaram que os espécimes tratados com LED apresentaram maior ação pró-inflamatória quando comparados ao grupo sadio (C) no tempo experimental de 14 dias. Também demonstraram aumento qualitativo e quantitativo no número de fibroblastos aos 7 dias de tratamento, e das fibras colágenas aos 14 dias para grupo tratado com LED em relação ao grupo sadio (C). Não foi percebido o mesmo quando se comparou aos grupos tendinite (A14).

 

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Endereço para correspondência:
José Mário Nunes da Silva
Rua 8, 6.209 - Residencial Primavera Leste
CEP: 64057-180 - Teresina (PI), Brasil
E-mail: zemariu@hotmail.com

Apresentação mar. 2011
Aceito para publicação out. 2011
Fonte de financiamento: nenhuma
Conflito de interesse: nada a declarar

 

 

Estudo desenvolvido no Laboratório de Fisiologia da Faculdade Santo Agostinho (FSA) como parte da dissertação de mestrado "Estudo por FT - Raman da ação do LED de baixa potência e do ultrassom terapêutico em modelo experimental de tendinite em ratos".
Aprovação do Comitê de Ética da Faculdade Integral Diferencial (FACID) com parecer favorável nº 086/09

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