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Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia

Print version ISSN 1809-9823On-line version ISSN 1981-2256

Rev. bras. geriatr. gerontol. vol.18 no.3 Rio de Janeiro July/Sept. 2015

http://dx.doi.org/10.1590/1809-9823.2015.14051 

Artigos Originais

Avaliação do equilíbrio e do nível de independência funcional de idosos da comunidade

Juliana Rizzatto Ferraresi 1  

Melina Galetti Prata 2  

Marcos Eduardo Scheicher 1   2  

1Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Filosofia e Ciências, Departamento de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Curso Fisioterapia. Marília, SP, Brasil

2Universidade Estadual Paulista, Instituto de Biociências, Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Humano e Tecnologias. Rio Claro, SP, Brasil

RESUMO

Objetivos:

Comparar o equilíbrio e o nível de independência de idosos da comunidade e correlacionar essas variáveis com idade, estado cognitivo e número de medicamentos

Metodologia:

Participaram da pesquisa 172 idosos da comunidade, com 60 anos de idade ou mais sem déficit de cognição. A avaliação do risco de quedas foi feita por meio da Escala de Equilíbrio de Berg e a independência funcional, por meio do Índice de Barthel. As correlações foram feitas pelo Índice de Correlação de Spearman e a associação, pelo teste de Qui-quadrado, sendo aceito um valor de p≤0,05 como significante.

Resultados:

Houve uma correlação moderada entre o risco de queda e a independência funcional (r=0,38; p<0,0001). Também houve resultado estatisticamente significante entre a idade e o risco de queda (r=-0,43; p<0,0001). Na associação entre o risco de queda e medicamentos, percebeu-se que idosos que ingeriam três ou mais medicamentos apresentaram um risco duas vezes maior de cair com p<0,0001.

Conclusão:

Os resultados indicaram haver correlação entre o risco de queda e a independência funcional; além disso, observou-se que uma idade avançada está ligada a um maior risco de queda e uma maior quantidade de medicamentos ingeridos também leva a um risco elevado para quedas.

Palavras-Chave: Envelhecimento; Equilíbrio Postural; Dependência; Atividades Cotidianas

INTRODUÇÃO

O envelhecimento é um processo normal, dinâmico e progressivo, sendo compreendido como um conjunto de modificações morfológicas, fisiológicas, bioquímicas e psicológicas, caracterizado pela perda progressiva da capacidade de adaptação do indivíduo ao meio em que ele está inserido.1 , 2

As modificações que ocorrem com o envelhecimento quando associadas a alguma patologia, uso de medicamentos e estilo de vida sedentário podem se tornar fatores em potencial para quedas.2

Segundo Ribeiro et al.,3 "A queda é um evento acidental que tem como resultado a mudança de posição do indivíduo para um nível mais baixo em relação a sua posição inicial, com incapacidade de correção em tempo hábil e apoio no solo".

Com o avançar da idade, há um aumento significativo do risco de quedas. Em idosos com mais de 65 anos de idade, estima-se que a incidência de quedas é de 28% a 35% e em idosos com mais de 75 anos a incidência por faixa etária é de 32% a 42%, sendo que mais de 70% das quedas ocorrem em casa e mais de dois terços desses que sofrem uma queda cairão novamente nos seis meses subsequentes. Ademais, de todos os óbitos na população idosa, as quedas representam uma relação casual de 12% e constituem a sexta causa de óbito em idosos com mais de 65 anos.4 - 6

Para um bom desempenho nas atividades de vida diária, como, por exemplo, levantar e sentar-se numa cadeira ou realizar uma caminhada, é essencial ter capacidade para manter o equilíbrio e o controle postural.7

O nível de independência dos idosos diminui com a ocorrência de quedas. A independência funcional pode ser definida, segundo Scattolin et al.,8como a "capacidade de realizar algo com os próprios meios". Está ligada à mobilidade e à capacidade funcional, que permitem que o indivíduo não precise de ajuda para a realização das atividades de vida diária, ou seja, a independência supõe condições motoras e cognitivas satisfatórias para o desempenho dessas tarefas.9

Portanto, ao ingressar na senescência, as mudanças naturais ocorridas promovem no idoso maior incapacidade, alteração das funções, reações e condições de se relacionar com o ambiente, tornando-o mais suscetível a quedas. Essas se tornam um importante fator de declínio da qualidade de vida dos senis, uma vez que diminuem o grau de funcionalidade e a independência funcional.10

A hipótese, então, desta pesquisa é que idosos com idade avançada têm maior risco de quedas e maior dependência funcional, além de interferência de outras variáveis como idade, estado cognitivo e medicamentos, no equilíbrio postural e na dependência funcional.

Portanto, este estudo objetivou comparar o equilíbrio e o nível de independência de idosos da comunidade e correlacionar essas variáveis com a idade, o estado cognitivo e o número de medicamentos.

METODOLOGIA

O presente estudo caracteriza-se como transversal, e nele foram avaliados, entre novembro de 2012 e julho de 2013, 172 idosos não institucionalizados (117 mulheres e 55 homens), todos residentes da cidade de Marília, São Paulo.

Antes dos testes foi realizada uma avaliação com a aplicação de um questionário com respostas autorreferidas para coleta de dados pessoais de todos os participantes (nome, idade, estado civil, grau de instrução, quantidade de medicamentos, prática de exercício físico).

Os critérios de inclusão foram: ter mais de 60 anos de idade; não apresentar doenças que interferissem no equilíbrio e ter capacidade para entender comandos verbais. Foi realizado rastreio cognitivo pelo Mini Exame do Estado Mental (MEEM), sendo a pontuação de corte definida pela escolaridade, incluindo-se no estudo participantes que atingiram escore ≥ 18.11

A avaliação do equilíbrio foi feita por meio da Escala de Equilíbrio de Berg (EEB), desenvolvida e validada por Berg et al.12Essa é constituída por 14 tarefas comuns que envolvem o equilíbrio estático e dinâmico. As tarefas são avaliadas por meio de observação, com uma escala ordinal de cinco alternativas, variando de zero (não consegue realizar a tarefa) a quatro (realiza a tarefa de forma independente), totalizando um escore máximo de 56 pontos. A pontuação diminui caso o tempo para execução da tarefa não seja atingido ou o indivíduo necessite de supervisão ou suporte externo para executá-la.13 Adotou-se o escore de ≤48 para indicar maior risco de quedas.14

O Índice de Barthel tem sido usado para avaliação das atividades da vida diária (AVDs) e mede a independência funcional no cuidado pessoal, mobilidade, locomoção e eliminações. Esse instrumento fornece uma pontuação com base na avaliação de 10 atividades de autocuidado: comer, tomar banho, vestir-se, cuidados com a higiene pessoal, uso do vaso sanitário, incontinência fecal, incontinência urinária, escadas para cima/para baixo, transferência (ou lidar com uma cadeira de rodas) e caminhar no plano. Considera-se o máximo de independência uma pontuação de 100 pontos (90 pontos para pessoas em cadeiras de rodas), que significa a independência em todos os itens; dependência leve, ≥60 pontos; dependência moderada, de 40-55 pontos; dependência grave, de 20-35 pontos e dependência total, <20 pontos.15

As características dos participantes foram apresentadas como média ± desvio-padrão (dp). O teste de Kolmogorov-Smirnov foi aplicado para análise da normalidade dos dados. As correlações foram feitas por meio do índice de correlação de Spearman e a associação, pelo teste Qui-quadrado. Foi aceito um valor de p≤0,05 como significante.

O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Filosofia e Ciências da Universidade Estadual Paulista, campus Marília, protocolo nº 1.584/2009. Os idosos participantes assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

RESULTADOS

A tabela 1 mostra as características dos idosos quanto à média de idade, medicamentos, MEEM, escores das Escalas de Berg e Barthel.

Tabela 1 Características da amostra. Marília, SP, 2013. 

Mulheres Homens p Total
n 117 55 172
Idade+dp 70,2+5,5 70,7+6,9 0,68 70,3+6,0
Medicamentos+dp 2,64+1,9 2,41+2,6 0,09 2,57+2,1
MEEM+dp 26,4+2,4 27,0+2,4 0,05 26,6+2,4
Escala de Berg+dp 51,5+3,7 51,5+4,1 0,76 51,5+3,8
Escala de Barthel+dp 98,4+2,9 99,7+2,0 0,01 98,8+2,7

dp= desvio-padrão; MEEM= Mini Exame do Estado Mental.

Na figura 1, os escores da EEB variaram entre 35 e 56 pontos, enquanto que a Escala de Barthel variou entre 85 e 100 pontos. Observa-se que, na amostra, houve uma correlação moderada entre o risco de quedas e o nível de independência funcional (r=0,38; p<0,0001).

Figura 1 Correlação entre a Escala de Berg e a Escala de Barthel (n=172). Marília, SP, 2013. r=0,38; p<0,0001. 

Observa-se na figura 2 a correlação entre a idade dos idosos e o risco de quedas, sendo r=-0,43; p<0,0001.

Figura 2 Correlação entre a idade dos participantes da pesquisa e a Escala de Equilíbrio de Berg (n=172). Marília, SP, 2013. r=-0,43; p<0,0001. 

A figura 3 mostra a associação entre a quantidade de medicamentos utilizada pelos idosos da comunidade e o risco de quedas. Observa-se que o risco de queda é 2,2 vezes maior para idosos que tomam três medicamentos ou mais.

Figura 3 Associação entre número de medicamentos ingeridos e o risco de cair (n=172). Marília, SP, 2013. RR = 2,22; p<0,0001. maior risco menor risco. 

Foram realizadas outras correlações com os dados levantados: idade e MEEM (r=-0,23; p<0,0019), MEEM e Escala de Berg (r=0,28; p<0,0001), idade e Índice de Barthel (r=-0,19; p<0,0123), MEEM e Índice de Barthel (r=0,18; p=0,016). Foi observado que idosos com mais de 79 anos têm um risco 0,66 maior de sofrer quedas (RR=0,66; p<0,0001) que idosos mais jovens.

Dos 172 idosos avaliados, 51 (29,6%) indicaram ter sofrido uma ou mais quedas no ano anterior à pesquisa.

DISCUSSÃO

Observou-se no estudo uma correlação significativa entre os escores da EEB e o nível de independência funcional para realização das AVDs, como também foram encontrados resultados similares nos trabalhos de Gomes et al.,16Brito et al.17 e Nunes et al.18 Estudo realizado por Celich et al.19 mostrou que a queda traz limitações para o cotidiano do idoso, como dificuldade na execução dos serviços domésticos, prejuízo no caminhar e necessidade de ajuda para realizar a higiene pessoal. Esse dado demonstra que quanto menor o equilíbrio postural, maior é a dificuldade na realização das AVDs para o idoso.20

Segundo a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia,6idosos de 75 a 84 anos que precisam de ajuda nas atividades de vida diária (comer, tomar banho, higiene íntima, vestir-se, sair da cama, incontinência urinária e fecal) têm uma probabilidade de cair 14 vezes maior que pessoas da mesma idade, sendo essas, porém, independentes funcionalmente.

Com o avanço da idade, pode-se notar diminuição da força muscular e da flexibilidade, prejuízo da estabilidade e dinâmica articular, alterações do sistema sensorial, vestibular, somatossensorial e nervoso. Tais mudanças implicam o comprometimento dos mecanismos de controle postural, alterando a postura, marcha e equilíbrio.13 , 21

O presente estudo mostrou que idosos com idade acima de 79 anos têm um risco de sofrer quedas 0,66 vez maior que idosos de 60 a 78 anos. Essa correlação entre idade e risco de quedas também foi mostrada em outras pesquisas. Na de GawRyszewski,22 observou-se maior incidência de quedas entre idosos mais velhos, ou seja, com 80 anos ou mais em relação àqueles com idade entre 60 e 79 anos. Já a de Freitas & Scheicher23mostrou que a maior incidência de quedas se encontra em idosos na faixa etária de 75-84 anos, isso porque idosos com 85 anos ou mais diminuem suas atividades naturalmente.

Alguns medicamentos podem provocar efeitos colaterais, como tonturas e diminuição dos reflexos, podendo levar a quedas e consequentes fraturas.24 O uso contínuo de grande número de medicamentos tem sido bastante frequente entre idosos e constitui importante causa de quedas, com consequências físicas, psicológicas e sociais, que limitam sua autonomia.25

Este estudo mostrou que idosos que fazem a ingestão de três ou mais medicamentos têm um risco duas vezes maior de sofrer quedas do que idosos que tomam até dois. Essa relação entre medicamentos e quedas também foi observada no estudo de Biazus et al.,26que constatou grande quantidade de medicamentos ingeridos por idosos em todas as faixas etárias estudadas, e os que relataram ter sofrido queda faziam uso de medicamentos.

Huang et al.27e Ray & Wolf28 mostraram que a polifarmácia (utilização de cinco ou mais medicamentos) apresentou-se com valor estatístico preditivo para queda. O estudo de Rodrigues & Ciosak29 mostrou que idosos que fazem uso contínuo de alguma medicação apresentam maior probabilidade de queda. No presente estudo não houve divisão quanto à classe dos medicamentos (ansiolíticos, anti-hipertensivos, diuréticos), os quais se mostram em alguns trabalhos como importante fator de risco para a queda. Este estudo mostra a quantidade de medicamentos que são ingeridos pelos idosos e a sua relação com as quedas.

Entre as limitações deste estudo destaca-se a dificuldade de encontrar homens que aceitassem participar da pesquisa, não sendo possível, portanto, realizar uma comparação entre homens e mulheres. Cabe destacar ainda que a amostra foi composta, na sua maioria, por idosos saudáveis, e que esses têm, em geral, grande autonomia na realização das AVDs.

CONCLUSÃO

Os resultados mostraram haver correlação entre o risco de queda e a independência funcional, indicando que quanto maior esse risco, maior é a dependência do idoso. Além disso, observou-se que idade avançada está associada a um maior risco de queda e uma maior quantidade de medicamentos ingeridos também leva a um risco elevado para quedas, o que torna importante a avaliação dessa população.

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Recebido: 14 de Março de 2014; Revisado: 08 de Dezembro de 2014; Aceito: 16 de Março de 2015

Correspondência / CorrespondenceMarcos Eduardo Scheicher E-mail: mscheicher@marilia.unesp.br

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