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Revista Brasileira de Cirurgia Plástica

versión impresa ISSN 1983-5175

Rev. Bras. Cir. Plást. vol.27 no.2 São Paulo abr./jun. 2012

http://dx.doi.org/10.1590/S1983-51752012000200004 

ARTIGO ORIGINAL

 

Avaliação do nível de dor em pacientes submetidos a cirurgias plásticas estéticas ou reparadoras

 

 

Naiane Paula dos SantosI; Anderson Sena BarnabéII; João Victor FornariIII; Renato Ribeiro Nogueira FerrazIV

ITécnica de Enfermagem do Hospital São Rafael, aluna do último semestre de Enfermagem da Universidade Nove de Julho (UNINOVE), São Paulo, SP, Brasil
II
Doutor e mestre em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo, professor do Departamento de Saúde da UNINOVE, São Paulo, SP, Brasil
III
Mestre em Farmacologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), docente do Departamento de Saúde da UNINOVE, São Paulo, SP, Brasil
IV
Doutor e mestre em Ciências pela Unifesp, professor do Departamento de Saúde da UNINOVE, São Paulo, SP, Brasil

Correspondência

 

 


RESUMO

INTRODUÇÃO: Estudos que quantificassem as cirurgias plásticas estéticas e reparadoras e avaliassem a dor pós-cirúrgica decorrente de tais procedimentos permitiriam a criação de protocolos de humanização do atendimento a esses pacientes, possivelmente sensibilizando os profissionais que com eles convivem diariamente. O objetivo deste estudo é avaliar o nível de dor em pacientes submetidos a cirurgias plásticas estéticas ou reparadoras.
MÉTODO: Avaliação de 200 prontuários de pacientes operados no Hospital São Rafael (São Paulo, SP, Brasil), observando motivo de realização da cirurgia e quadro de dor.
RESULTADOS: O número de pacientes que relatou dor forte ou intensa foi bastante reduzido. Dentre esses pacientes, todos foram submetidos a lipoaspiração, associada ou não à colocação de prótese de mama.
CONCLUSÕES: Os protocolos pré, intra e pós-cirúrgicos relacionados aos procedimentos de lipoaspiração devem ser reavaliados, visando à redução da forte dor relatada pelos pacientes submetidos a esse tipo de procedimento.

Descritores: Cirurgia plástica. Dor. Medição da dor.


 

 

INTRODUÇÃO

Desde o início da presença do homem na terra ocorreu o trauma, a lesão corporal e a patologia cirúrgica. Em determinados momentos, como em períodos de guerra, principalmente em decorrência do aprimoramento de armas cada vez mais capazes de agredir em maior escala, o número de casos de lesão aumenta consideravelmente1.

O grupo de procedimentos médicos que se propõem a tratar deformidades, traumatismos e doenças internas e externas, realizados por meio de processos invasivos manuais e instrumentais, denomina-se operação ou intervenção cirúrgica2-5. Na realização de um procedimento cirúrgico participam cirurgiões, anestesiologistas e equipe de enfermagem, entre outros. Ainda, são utilizados equipamentos e materiais especializados, tendo como finalidade diagnóstico, tratamento eletivo, alívio de sintomas, reconstituição orgânica e, principalmente, cura6.

Dentre os procedimentos cirúrgicos associados à melhora da autoestima e da autoimagem de um indivíduo, destacamos a cirurgia plástica. Esta se baseia na restauração da forma e da função corporais, contribuindo para a melhora não só das condições estéticas mas também da qualidade de vida. Além disso, as cirurgias plásticas procuram corrigir variações ou anomalias, fazendo com que o indivíduo se aproxime o máximo possível do que se considera padrão de normalidade ou de beleza para uma determinada cultura7,8. A maior parte das cirurgias plásticas pertence ou ao grupo das cirurgias limpas ou ao grupo dos procedimentos potencialmente contaminados. Essa categorização decorre da classificação geral das feridas operatórias e depende da realização ou não de diversos cuidados durante os procedimentos pré, intra e pós-operatórios, a fim de se evitar infecções cirúrgicas. Dentre esses procedimentos destacam-se antissepsia e assepsia adequadas, habilidade do cirurgião, tempo operatório e manipulação correta dos tecidos9.

As indicações para a realização de cirurgias plásticas, na maioria das vezes, além de melhorar a aparência do indivíduo operado, implicam transformações físicas que afetam diretamente os aspectos psicológicos relacionados à percepção da imagem corporal. Dessa forma, os cirurgiões plásticos são capazes de conduzir em seus pacientes não só alterações físicas, mas também psicológicas10,11.

A cirurgia plástica divide-se em dois ramos principais: cirurgia reparadora e cirurgia estética. A plástica reparadora consiste na reabilitação da função de diversas estruturas, geralmente após traumas, doenças ou variações e anomalias congênitas, melhorando seu estado funcional e aproximando o indivíduo do conceito de normalidade. Relaciona-se diretamente com o conceito de saúde e doença8,12. Já a cirurgia plástica estética procura corrigir imperfeições e alterações de determinadas regiões do corpo, sendo realizada para dar nova forma a estruturas teoricamente normais, todavia com o objetivo principal de melhorar a aparência, buscando a beleza, ou no sentido de corrigir marcas que incomodam, como alterações anatômicas associadas à gravidez ou ao envelhecimento, que não são considerados doenças mas que podem afetar psicologicamente seus portadores. Ainda, órgãos exageradamente grandes ou pequenos, tendo como principal exemplo as mamas, podem ser corrigidos para chegar o mais próximo possível daquilo que seus portadores entendem como ideal de beleza10,12,13. É necessário ressaltar que qualquer procedimento cirúrgico pode ser considerado uma situação estressante, tanto para o paciente como para os profissionais de saúde envolvidos. Diante disso, entendemos que a sistematização do atendimento de enfermagem de forma humanizada no período perioperatório possibilita melhoria da qualidade da assistência prestada ao paciente14.

Define-se dor como experiência sensitiva e emocional desagradável, associada a lesão de tecidos, com características próprias do organismo. As características avaliadas devem ser: início da dor, local, irradiação, tipo e duração da dor, atentando também para reações comportamentais relacionadas, como expressão facial, inquietação, ansiedade, insônia, irritabilidade e palidez, entre outras15.

No período pós-operatório, a dor costuma ser frequente, sua intensidade depende da influência de fatores fisiológicos, como extensão do trauma durante o procedimento, habilidade técnica do cirurgião, doenças prévias, local e tipo de incisão, além dos fatores psicológicos e culturais do paciente. O resultado insatisfatório em proporcionar alívio adequado da dor no pós-operatório é decorrente, principalmente, da falta de conhecimento dos profissionais da área em relação à mensuração da dor16-18.

As escalas utilizadas para mensurar a dor podem ser unidimensionais ou multidimensionais. Nos procedimentos cirúrgicos, a mais utilizada é a unidimensional, que avalia somente uma das dimensões dolorosas. Dentre as mais usadas, destacam-se: a escala visual numérica, graduada de 0 a 10, em que 0 = ausência de dor e 10 = pior dor imaginável; a escala visual analógica, que permite a análise contínua da dor, consistindo em uma linha reta, não numerada, indicando, em uma extremidade, a marcação de ausência de dor e, na outra, a pior dor imaginável; e a escala de categorias verbais ou visuais, em que os pacientes descrevem a dor usando a escala facial de dor, por meio de faces desenhadas, apontando qual se aproxima da intensidade de sua dor15-17.

Embora escassos na literatura, levantamentos do número de cirurgias realizadas com fins puramente estéticos ou indicadas para correção de pós-trauma tardio são importantes, pois fornecem dados que possibilitam conhecer e entender o perfil dos pacientes atendidos. A literatura ainda é carente de pesquisas que avaliem a dor pós-cirúrgica em pacientes submetidos a diferentes intervenções plásticas com fins estéticos ou reparadores. Conhecer esse perfil permitiria aos hospitais e clínicas a criação de modelos de protocolo para humanização do atendimento a esses pacientes, além de sensibilizar os profissionais que com eles convivem diariamente.

Este estudo teve como objetivos quantificar o número de cirurgias plásticas realizadas com fins estéticos ou reparadores e avaliar o nível de dor em pacientes submetidos a essas duas modalidades de cirurgia, visando a fornecer dados que possibilitem a elaboração de um protocolo de assistência de enfermagem voltado especificamente para cada tipo de paciente.

 

MÉTODO

Trata-se de um estudo descritivo, prospectivo, de abordagem quantitativa, realizado no período de dezembro de 2010 a dezembro de 2011. A amostra populacional deste estudo foi constituída por pacientes que realizaram cirurgia plástica com qualquer indicação, seja ela apenas estética ou para correção de pós-trauma tardio, no período descrito, no Hospital São Rafael (São Paulo, SP, Brasil).

Foi vetada a participação nesta pesquisa de pacientes com menos de 18 anos de idade.

Os pacientes arrolados foram avaliados por meio de seus prontuários, sendo observados dados relacionados a tipo de cirurgia, tempo médio de cirurgia, tempo de internação, sexo, idade, profissão, estado civil, além dos motivos da realização da cirurgia e da presença de possíveis intercorrências pré, intra e pós-operatórias.

O grau de dor dos pacientes foi mapeado baseando-se na escala de categorias verbais e visuais, por meio da qual os pacientes descrevem sua dor usando desenhos de faces. Essa escala apresenta o seguinte escore para classificação da dor: 0 = sem dor; 2 = dor leve; 4 = dor moderada; 6 = dor forte; 8 = dor intensa; 10 = dor insuportável.

Por fim, peso e altura foram obtidos para cálculo do índice de massa corporal (IMC), utilizando-se a fórmula IMC = peso/altura², considerando-se resultados < 18,5 como abaixo do peso ideal, entre 18,5 e 24,9 como normais, entre 25 e 29,9 como acima do peso ideal, entre 30 e 34,9 como obesidade grau I, entre 35 e 39,9 como obesidade grau II e > 40 como obesidade grau III.

Os dados obtidos foram inseridos em planilha eletrônica e avaliados em relação à amostra populacional como um todo.

A variável idade é apresentada pelos seus valores médios + desvio padrão. As variáveis restantes são apresentadas pelos seus valores absolutos e porcentuais relativos à amostra, sem a aplicação de testes estatísticos específicos.

Esta pesquisa foi registrada no Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), sob o nº 453544/2011, e aprovada pelo Comitê de Ética e Pesquisa da instituição onde foi realizado.

 

RESULTADOS

Participaram deste estudo 200 pacientes, com média de idade de 33 + 11 anos, sendo 5 (2,5%) do sexo masculino e 195 (97,5%) do sexo feminino. Quanto ao estado civil, 17 (8,5%) participantes declararam-se divorciados, 83 (41,5%), casados, e 100 (50%), solteiros.

Com relação às cirurgias realizadas, 50 (25%) participantes submeteram-se a procedimento cirúrgico de lipoaspiração, 35 (17,5%) a dermolipectomia e 57 (28,5%) realizaram colocação de prótese de mama. Na avaliação conjugada das intervenções, 51 (25,5%) participantes passaram por procedimento cirúrgico de lipoaspiração associado a implante de prótese de mama e 5 (2,5%) foram submetidos a dermolipectomia e lipoaspiração. Apenas 2 (1%) participantes foram submetidos a dermolipectomia, lipoaspiração e implante de prótese de mama no mesmo procedimento cirúrgico.

Distribuindo os pacientes de acordo com seu IMC, 7 (3,5%) foram classificados como abaixo do peso ideal, 126 (63%) apresentavam peso normal, 50 (25%) encontravam-se acima do peso ideal, 16 (8%) apresentavam obesidade grau I e 1 (0,5%), obesidade grau II.

A Tabela 1 apresenta o tipo de anestesia empregado segundo o procedimento realizado.

A intensidade da dor segundo o procedimento realizado é apresentada na Tabela 2.

 

DISCUSSÃO

O procedimento de cirurgia plástica estética, atualmente, não é limitado à melhora da aparência física do indivíduo, já que afeta também aspectos psicológicos ligados à autoimagem corporal, relacionando-se ao que se considera como "padrão de beleza" para determinada cultura7,8.

Neste trabalho, a maior parte dos pacientes, notadamente mulheres, realizou cirurgia para colocação de prótese de mama, e as anestesias mais utilizadas nesse procedimento foram peridural associada a sedação e local associada a sedação. Os resultados aqui apresentados estão de acordo com dados publicados por Fachinelli & Fachinelli19, que, em levantamento semelhante realizado na cidade de Caxias do Sul (RS, Brasil), ressaltaram a preferência dos médicos anestesistas pelas anestesias aqui citadas, consideradas as mais seguras e que apresentam menos efeitos colaterais. Embora o número de homens que se submetem a cirurgias plásticas na atualidade ainda seja pequeno quando comparado ao de mulheres, fato claramente observado nesse levantamento, dados publicados por Castro20 demonstram crescente índice de procura desse grupo por cirurgias plásticas, principalmente estéticas, apontando para a necessidade de reformulação dos protocolos de atendimento para melhor adequação às exigências da população masculina.

De maneira bastante interessante, mais da metade da população avaliada no presente estudo apresentava IMC dentro da faixa de normalidade. Esses achados são corroborados pelo estudo de Martinez et al.21, que relatam ser essa a tendência atual no tangente aos motivos de procura por cirurgias plásticas: a busca pelo corpo perfeito, o mais perto possível do que se considera padrão de beleza. Dessa forma, na atualidade, pode-se considerar que as cirurgias com fins puramente estéticos são realizadas em número muito maior quando comparadas às plásticas reparadoras.

Os dados deste trabalho com relação à cirurgia de lipoaspiração, na qual os pacientes, em sua maioria, foram submetidos a anestesia peridural associada a sedação, são justificados por dados publicados por Martins et al.22. Esses autores, com base em levantamento realizado na cidade de Tubarão (SC, Brasil), recomendam esse tipo de anestesia quando se realiza o procedimento cirúrgico mencionado, em especial por também oferecer menos efeitos colaterais e, consequentemente, maior segurança ao paciente. André23 relata que, em procedimentos de abdominoplastia, a anestesia mais adequada é a peridural, justificando mais uma vez os resultados observados no presente levantamento.

Cerca de um quinto dos pacientes arrolados no presente estudo relataram ocorrência de episódios de dor. Destes, a maioria pertencia ao grupo submetido ao procedimento de lipoaspiração associado ou não a implante de prótese de mama. Silva & Moraes24 observaram índices semelhantes em levantamento realizado na cidade de São Paulo (SP, Brasil) e classificaram o procedimento de lipoaspiração como sendo o mais associado à manutenção de quadros dolorosos no pós-operatório. Tais resultados trazem à tona a necessidade de readequação de todas as etapas associadas ao procedimento citado, sejam elas pré, intra ou pós-operatórias, envolvendo aprimoramento da técnica anestésica, da técnica cirúrgica e dos procedimentos de enfermagem, visando à manutenção do bem-estar e do conforto do paciente, com redução dos níveis de dor. Todavia, vale ressaltar que número muito reduzido de pacientes declarou sentir dor forte ou intensa. Destes, todos realizaram também lipoaspiração mais uma vez, com ou sem colocação concomitante de prótese mamária. Levando-se em consideração que os pacientes submetidos apenas a implante de prótese de mama basicamente não relataram dor, ressalta-se a necessidade de que as atenções sejam voltadas mais uma vez às cirurgias que envolvam o procedimento de lipoaspiração, buscando a redução do desconforto e do sofrimento dos pacientes. Segundo Pimentel25, o maior nível de dor relatado pelos pacientes lipoaspirados está relacionado à presença do dreno. Tal situação pode ser facilmente contornada com a administração de analgésicos durante a internação. Nesse mesmo estudo25, após a retirada dos drenos, não ocorreram queixas de dor, ressaltando a importância da analgesia. Apenas as regiões seccionadas apresentavam dor local quando comprimidas.

Por fim, é de suma importância ressaltar que o número de cirurgias com fins puramente estéticos mostrou-se infinitamente maior que aqueles realizados com fins reparadores. Esses dados, também observados nos estudos de Barros26 e Castro20, chamam a atenção para o fato de que, na atualidade, a cirurgia estética tem se mostrado um nicho cada vez mais crescente, justificando a necessidade de constante aprimoramento de toda a equipe nela envolvida.

Como limitação deste trabalho, registramos pequeno número de pacientes, avaliação de número reduzido de variáveis e período de observação curto. Sendo assim, a realização de novos estudos multicêntricos e controlados, que arrolem maior número de pacientes, com seguimento pós-operatório prolongado, é necessária para confirmar os achados deste estudo.

 

CONCLUSÕES

A maior parte dos pacientes submetidos a cirurgia plástica estética não relatou dor no período pós-operatório imediato. Todavia, a maioria dos pacientes submetidos a lipoaspiração associada ou não a outros procedimentos relatou dor, inclusive intensa, no pós-operatório. Sendo assim, o aprimoramento da técnica anestésica, da técnica cirúrgica e dos procedimentos de enfermagem deve ser buscado, visando à manutenção do bem-estar e do conforto do paciente pela redução dos níveis de dor.

 

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Correspondência para:
Renato Ribeiro Nogueira Ferraz

Av. Pedro Mendes, 872 – Selecta – São Bernardo do Campo, SP, Brasil – CEP 09791-530
E-mail: renato@nefro.epm.br

Artigo recebido: 2/3/2012
Artigo aceito: 13/5/2012

 

 

Trabalho realizado na Universidade Nove de Julho (UNINOVE) e no Hospital São Rafael, São Paulo, SP, Brasil.
Artigo submetido pelo SGP (Sistema de Gestão de Publicações) da RBCP.