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Rodriguésia

Print version ISSN 0370-6583On-line version ISSN 2175-7860

Rodriguésia vol.69 no.3 Rio de Janeiro July/Sept. 2018

http://dx.doi.org/10.1590/2175-7860201869336 

Artigos Originais

Cangas da Amazônia: a vegetação única de Carajás evidenciada pela lista de fanerógamas

Nara Furtado de Oliveira Mota1  2 

Mauricio Takashi Coutinho Watanabe1 

Daniela Cristina Zappi1 

Alice Lima Hiura1 

Julieta Pallos1 

Raquel Stauffer Viveros1 

Ana Maria Giulietti1 

Pedro Lage Viana3  4 

1Instituto Tecnológico Vale de Desenvolvimento Sustentável, R. Boaventura da Silva 955, 66055-090, Belém, PA, Brasil.

2Museu Paraense Emílio Goeldi, Coord. Botânica, Prog. Capacitação Institucional, Av. Perimetral 1901, 66077-830, Belém, PA, Brasil.

3Museu Paraense Emílio Goeldi, Coord. Botânica, Av. Perimetral 1901, 66077-830, Belém, PA, Brasil.

Resumo

Nas cangas da Floresta Nacional (FLONA) de Carajás e no Parque Nacional dos Campos Ferruginosos (PNCF) foram registradas 856 espécies, distribuídas em 116 famílias de fanerógamas. As famílias mais ricas foram Poaceae (86), Fabaceae (65) e Rubiaceae (46). O hábito herbáceo foi o melhor representado. Dois gêneros, 24 espécies e uma subespécie são apontadas como endêmicas das cangas da área de estudos. Na FLONA de Carajás, a Serra Norte, com maior amostragem, possui 659 espécies de fanerógamas e na Serra Sul foram registradas 545 espécies. Aproximadamente 60% das espécies documentadas na área de estudos, incluindo espécies endêmicas, não possuem registro para o PNCF. Através da lista taxonômica aqui apresentada, foi possível demonstrar considerável distinção entre as cangas da Serra dos Carajás e as do Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais, apontando também pouca correspondência dessas duas listas com a canga de Corumbá, no Mato Grosso do Sul. A riqueza e singularidade da flora da região, que inclui diversas espécies endêmicas, associada à ameaça a que estão submetidos estes ambientes por atividades de mineração, apontam para a necessidade de um planejamento para conservação das espécies da flora das cangas de Carajás.

Palavras-chave: Amazônia; Angiospermas; endemismo; Gimnospermas; florística; riqueza de espécies

Introdução

A Amazônia ocupa uma área de aproximadamente 6.000.000 km2, sendo representada por tipos de vegetação predominantemente florestais (Pires & Prance 1985). Para dimensionar a diversidade de plantas dessas florestas, um levantamento recente aponta para a presença de mais de 14.000 espécies de fanerógamas para áreas de florestas de terras baixas (Cardoso et al. 2017). Na porção brasileira da Amazônia, foram registradas quase 12.000 espécies nas suas diversas fitofisionomias (BFG 2015), que incluem, além das florestas, vários tipos de formações abertas. Entretanto, um número relativamente baixo de espécies são referidas para estas áreas abertas, como campinaranas (1.350 espécies), cerrado (876), campo rupestre (683) e afloramentos rochosos (625) (FBO 2020, em construção). Esses dados, entretanto, são subestimados, pois a Amazônia ainda é uma região muito carente de estudos florísticos, devido a sua extensão, dificuldade de acesso (Zappi et al. 2016) e a história relativamente recente da investigação científica resultam numa situação de baixa densidade de coletas e, consequentemente, desconhecimento da diversidade das plantas da região (BFG 2015).

Na região da Serra dos Carajás, no estado do Pará, existe um tipo de vegetação aberta, predominantemente herbáceo-arbustiva, associada a afloramentos de rochas ferruginosas que ocorrem nos topos de algumas serras. Essa vegetação, denominada canga (Rizzni 1977; Secco & Mesquita 1983; Viana et al. 2016), abriga uma flora peculiar, com alto número de espécies endêmicas, e adaptações a condições extremas como solo ácido e pobre em nutrientes (Nunes et al. 2015), com altas concentrações de metais pesados (Schettini et al. 2018), temperaturas elevadas e forte sazonalidade, com uma estação seca bem definida (Mota et al. 2015).

A Serra dos Carajás estende-se do município de São Félix do Xingu, a oeste, até Curionópolis, extremo leste, sendo os principais platôs encontrados nos municípios de Parauapebas e Canaã dos Carajás (Viana et al. 2016). Duas unidades de conservação incluem as áreas de canga desses dois municípios: a Floresta Nacional (FLONA) de Carajás, que abrange a Serra Norte e Serra Sul, onde são realizadas atividades de mineração, e o Parque Nacional dos Campos Ferruginosos (PNCF), uma unidade de conservação que protege integralmente a Serra do Tarzan e Serra da Bocaina de atividades minerárias (Zappi 2017).

Iniciado no ano de 2015, o projeto Flora das cangas de Carajás, ou FCC (Viana et al. 2016), teve como um de seus objetivos produzir informação sobre a flora da Amazônia, culminando com a publicação de quatro fascículos de monografias que fornecem informação detalhada a respeito de 164 famílias e 1.108 espécies de plantas para a região da Serra dos Carajás, incluindo briófitas, samambaias, licófitas, gimnospermas e angiospermas. A proposta do projeto era de monografar apenas as espécies nativas e/ou naturalizadas ocorrentes nas cangas (sensuMota et al. 2015) localizadas na FLONA de Carajás (Serra Norte e Serra Sul) e PNCF (Serra da Bocaina e Serra do Tarzan (Viana et al. 2016; Zappi 2017). No entanto, algumas espécies que ocorrem nas florestas e/ou em outras formações rupestres (e.g.,inselbergs de natureza granitoide) foram incluídas por alguns autores, com intuito de aumentar a abrangência das monografias e facilitar a identificação das espécies de canga, considerando a escassez de estudos semelhantes no contexto da Amazônia (Viana et al. 2016).

Intensivas expedições de coleta na área estudada foram realizadas durante o projeto FCC, visando aumentar a amostragem e fornecer material mais completo aos autores das monografias, bem como obter imagens das espécies na natureza e material associado, incluindo amostras anatômicas e de tecido para extração de DNA, que foram utilizadas para a formação de um banco para estudos moleculares, sediado no Instituto Tecnológico Vale. A continuação da atividade de coleta após a conclusão de algumas das monografias, ocasionalmente trouxe novos registros de espécies, que foram incluídos na listagem aqui apresentada.

Os resultados obtidos no âmbito da FCC ampliaram consideravelmente o conhecimento sobre a composição florística das cangas de Carajás, que teve sua última compilação publicada por Silva (1991) onde foram listadas 231 espécies em 144 gêneros e 57 famílias de fanerógamas. Atualmente, apenas para as fanerógamas, foram reconhecidas 120 famílias e 977 espécies, que foram monografadas por 131 especialistas botânicos brasileiros e estrangeiros. Entretanto, como alguns desses trabalhos incluíram espécies não ocorrentes sobre as áreas de cangas, e como algumas espécies foram registradas nas cangas após a publicação das monografias, tornou-se necessária a presente compilação atualizada das espécies que ocorrem nas cangas da Serra dos Carajás.

Neste trabalho, é apresentada uma listagem das espécies de fanerógamas ocorrentes nas cangas da FLONA de Carajás e PNCF, discriminando-as por área de ocorrência, e ressaltando os táxons endêmicos das cangas destas UCs. Os resultados obtidos permitiram uma comparação da composição de fanerógamas da área de estudos com outras áreas de cangas do Brasil. O presente trabalho trata apenas das fanerógamas ou plantas com sementes, sendo que as samambaias e licófitas (Salino et al. 2018), e as briófitas (Ilkiu-Borges & Oliveira-da-Silva 2018) receberam tratamento semelhante neste mesmo volume.

Material e métodos

A delimitação da área de estudos é aquela definida no projeto FCC (Viana et al. 2016), que inclui as cangas da FLONA de Carajás (Serra Sul: blocos S11A, S11B, S11C, S11D; e Serra Norte: N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7, N8) e PNCF (Serra do Tarzan, Serra da Bocaina), nos municípios de Canaã dos Carajás e Parauapebas (Fig. 1). Os platôs da área de estudos perfazem uma área original de aproximadamente 120 km2 de vegetação de canga, calculada com o auxílio do software Google Earth, pela delimitação de polígonos sobre as áreas rupestres visíveis nas imagens de satélite (Google Earth 2018).

Figura 1 Área de estudos, com indicação dos platôs de canga amostrados. Em preto, áreas de canga remanescentes; em vermelho, áreas de canga suprimidas (representação com base em imgem de satélite de dezembro de 2016, disponível no Google Earth). Em cinza claro, delimitação da Floresta Nacional de Carajás. Em verde, o Parque Nacional dos Campos Ferruginosos. 

Figure 1 Study area, indicating the canga plateaux sampled. In black, remaining canga areas; in red, suppressed canga areas (representation based on satelite image taken in December 2016, available on Google Earth). In grey, Floresta Nacional de Carajás. In green, Parque Nacional dos Campos Ferruginosos. 

Durante o andamento do projeto, entre os anos de 2015 a 2017, foram realizadas 30 excursões para coleta de amostras botânicas na Serra dos Carajás, cobrindo todos os meses do ano e totalizando 3.533 novas amostras incorporadas ao acervo do herbário MG. Este material somado ao acervo disponível no início do projeto, estimado em 3.300 espécimes no herbário BHCB e 6.000 no MG (Viana et al. 2016), constitui a principal fonte de dados consultada pelos autores das monografias publicadas. Adicionalmente, alguns autores examinaram espécimes dos herbários HCJS, IAN, INPA, NY, RB, UB.

Das monografias publicadas - Rodriguésia 2016/67(5), 2017/68(3), 2018/69(1), 2018/69 (corrente) - foram compilados registros de coletas em área de canga, incluindo informações taxonômicas, tipo de ambiente e local de registros dos espécimes. A referência aos artigos consultados para este fim está indicada no cabeçalho de cada família relacionada na Tabela 1. Estes dados, juntamente com as coletas realizadas posteriormente às publicações e determinadas por especialistas, constituíram um banco de dados onde foi extraída a listagem florística apresentada, restrita a espécies registradas em cangas da FLONA de Carajás e PNCF. No caso de registros posteriores às publicações, um material-testemunho (voucher) foi indicado para cada espécie. A listagem apresentada exclui materiais que não possuíam ao menos um material coletado com referência específica para áreas de canga.

Tabela 1 Lista de espécies de fanerógamas ocorrentes nas cangas da Serra dos Carajás. Legenda: * atualização nomenclatural; + nativas problema; ++ exótica invasora; ® amostra de tecido de DNA; ocorre também nas cangas de Corumbá; □ ocorre também nas cangas do Quadrilátero Ferrífero; ST = Serra do Tarzan; SB = Serra da Bocaina; Ar = árvore; Arb = arbusto; Sb = subarbusto; Li = liana; Er = erva; Par = parasita; Pal = palmeira; E-Sb = erva e subarbusto; Ar-Arb = árvore e arbusto; Sb-Arb = subarbusto e arbusto; Vr = vegetação rupestre aberta; Ff = Formações florestais; Vh = vegetação hidromórfica; Aa = áreas antropizadas. Espécies endêmicas das cangas da Serra dos Carajás em negrito. Apenas para os novos registros, posteriores a publicação das respectivas floras, é informado um voucher após o nome da espécie. 

Table 1 List of species of seed plants occurring in the canga of the Serra dos Carajás. Caption: * nomenclatural update; + problem native; ++ invasive exotic; ® sample of DNA tissue; also occurs in the canga of Corumbá; □ also occurs in the canga of Quadrilátero Ferrífero; ST = Serra do Tarzan; SB = Serra da Bocaina; Ar = tree; Arb = shrub; Sb = subshrub; Li = liana; Er = herb; Par = parasite; Pal = palm; E-Sb = herb or subshrub; Ar-Arb = tree or shrub; Sb-Arb = subshrub or shrub; Vr = open rupestrian vegetation; Ff = Forest Formation; Vh = hydromorfic vegetation; Aa = disturbed areas. Endemic species of the canga of the Serra dos Carajás in bold. Only for the new records, subsequent to the publication of the floras, a voucher will be given after the species name. 

Família - monografia / espécie - Coletor + Hábito Hábitat Distribuição na área de estudos
Acanthaceae - Reis et al. (2017)
Justicia divergens (Nees) A.S.Reis, A.Gil & C.Kameyama Sb Vr, Ff N1, ST
J. potamogeton Lindau ® Sb Ff N8, S11D
J. riedeliana (Ness) V.A.W.Graham Sb Ff S11D
J. sprucei V.A.W.Graham ® Sb Vr N1, N2, N3, N4, N8
Justicia sp. 1 Sb Vr, Ff S11A, S11D, ST
Justicia sp. 2 Arb Vr, Ff S11A, S11B, S11D
Justicia sp. 3 Arb Vr, Ff N2, N3, N4, N5, S11A, S11B, S11D, ST, SB
Justicia sp. 4 Sb Vr, Ff ST
Justicia sp. 5 Sb Vr S11C, ST
Mendoncia aspera Ruiz & Pav. Li Vr, Ff N1, N3, ST, SB
Ruellia anamariae A.S.Reis, A.Gil & C.Kameyama Arb Vr, Ff N1, N2, N3, N4, N5
R. exserta Wassh. & J.R.I.Wood Li Vr, Ff N1, N2, N3
R. inflata Rich. ® Arb Vr, Ff N1, N3, N4, N5, S11D
R. wurdackii Wassh. ® Sb Vr, Ff S11B, ST
Alismataceae - Hall & Gil (2016)
Helanthium tenellum (Mart. ex Schult.f.) J.G.Sm. ® Er Vh N1, N3, N7, S11A, ST
Sagittaria rhombifolia Cham. Er Vh S11A, S11B, S11C,
Alstroemeriaceae - Koch (2016)
Bomarea edulis (Tussac) Herb. Li Ff N5, S11B, S11D
Amaranthaceae - Senna & Lima (2017)
Alternanthera dentata (Moench) Stuchlik ex R.E.Fr. Sb Vr N1, N5
A. tenella Colla + ® Sb Aa N4
Cyathula achyranthoides (Kunth) Moq. Sb Vr, Ff N4
C. prostrata (L.) Blume Sb Vr, Ff S11D
Anacardiaceae - Hall & Gil (2017)
Anacardium occidentale L. ® Ar Vr N1, N2, N3, S11A, S11B, ST
Tapirira guianensis Aubl. Ar Ff N4, S11D
Thyrsodium spruceanum Benth. Ar Ff N6
Annonaceae - Lobão (2016)
Guateria punctata (Aubl.) R.A.Howard Ar Ff N1, N4, S11D
Xylopia aromatica (Lam.) Mart. ® Ar Vr, Ff N1, N2, N3, N4, N5, N6, S11D, ST, SB
Apocynaceae - Fernandes et al. (2018)
Asclepias curassavica L. ++ ® Er Aa N5, S11D
Aspidosperma brasiliense A.S.S.Pereira Ar Vr, Ff S11C
A. multiflorum A.DC. Ar Vr, Ff S11D
A. subincanum Mart. ex A.DC. Ar Vr, Ff S11D
Blepharodon pictum (Vahl) W.D.Stevens ∆ □ Li Vr N1, S11A, S11B, S11C, S11D
Forsteronia affinis Müll.Arg. ® Li Vr, Ff N1, S11D
Forsteronia sp. Li Vr, Ff S11D
Hemipogon sprucei E.Fourn. ® Sb Vr N1, N3, N4, N5, N6, S11A, S11D
Lacmellea arborescens (Müll.Arg.) Markgr. Ar Vr, Ff N1, SB
Mandevilla scabra (Hoffmanns. ex Roem. & Schult.) K.Schum. ® Li Vr, Ff N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7, S11A, S11B, S11C, S11D
M. tenuifolia (J.C.Mikan) Woodson ® Sb Vr N1, N2, N3, N4, N7, N8, S11A
Marsdenia bergii Morillo ® Li Vr, Ff N5, N7, S11A, S11B, S11D
Matelea microphylla Morillo Li Vr N1, N2, N3
Odontadenia nitida (Vahl) Müll.Arg. Li Vr N1, N4, N5, S11D
Prestonia ornata (Hoehne) J.F.Morales Li Vr N1, SB
P. quinquangularis (Jacq.) Spreng. Li Vr, Ff N1, N5
Secondatia densiflora A.DC. ® Li Vr, Ff N1, N3, N4, N5, N6, S11A, S11B, S11C, S11D
Tabernaemontana flavicans Will ex Roem. & Schult. ® Arb Vr, Ff S11B, S11D, SB
T. heterophylla Vahl Arb Vr, Ff S11D, ST
Tabernamonatana cf. linkii A.DC. Arb Vr, Ff S11B, S11D
T. macrocalyx Müll.Arg. ® Arb Vr, Ff N1, N3, N5, S11A, S11B, S11D
Apodanthaceae - Pastore et al. (2018)
Pilostyles blanchetii (Gardner) R.Br. Par Vr N1
Araceae - Coelho (2018)
Anthurium bonplandii G.S.Bunting Er Vr, Ff S11A, S11B, S11D
A. gracile (Rudge) Lindl. Er Vr, Ff S11A, S11C, S11D
A. kunthii Poepp. Er Ff S11B
A. lindmanianum Engl. ® Er Vr, Ff N1, N4, N5, S11B, S11C, S11D
A. sinuatum Benth. ex Schott Er Vr, Ff N3, S11A, S11B, S11C
Anthurium. sp. Er Vr, Ff N7
Dieffenbachia cf. seguine (Jacq.) Schott Er Ff S11D
Heteropsis oblongifolia Kunth Er Ff N1, N3, S11D
Philodendron blanchetianum Schott - Vasconcelos 764 ® Er Ff N5
P. carajasense E.G. Gonç. & A.J.Arruda Er Ff N1, N4, N7, S11A, S11D, SB
P. distantilobum K.Krause Er Ff N1, N3
P. solimoesense A.C.Sm. Er Ff N1, N8
P. wullschlaegelii Schott ® Er Vr, Ff N1, N4, S11B, SB
Philodendron sp. Er Ff N1, S11A
Spathiphyllum gardneri Schott Er Ff S11A, S11D
S. humboldtii Schott Er Ff Serra Norte
Wolffia brasiliensis Wedd. Er Ff Serra Sul
Arecaceae - Hiura & Rocha (2018)
Attalea maripa (Aubl.) Mart. Pal Ff N6
A. spectabilis Mart. Pal Ff N1
Mauritia flexuosa L.f. Pal Vh S11C, SB
Mauritiella armata (Mart.) Burret Pal Vh N5, SB
Oenocarpus distichus Mart. Pal Ff N1, N3
Syagrus cocoides Mart. ® Pal Vr, Ff Serra Norte
Aristolochiaceae - Abreu et al. (2018)
Aristolochia rugosa Lam. Li Vr S11D
Asteraceae - Cruz et al. (2016)
Ageratum conyzoides L. + □ Er Aa N3, N4, S11D, SB
Aspilia attenuata (Gardner) Baker ® Arb Vr N1, N4, N5, S11D
Bidens bipinnata L. + Arb Aa S11D
B. pilosa L. + □ Arb Aa S11D, ST
Calea caleoides (DC.) H.Rob. Arb Vr S11D
Cavalcantia glomerata (G.M.Barroso & R.M.King) R.M.King & H.Rob. Er Vr, Ff N1, N2, N3, N4, N5, N6, N8, S11A
C. percymosa R.M.King & H.Rob. ® Er Vr N7, N8, S11A, S11B, S11C, S11D
Chromolaena maximilianii (Schrad. ex DC.) R.M.King & H.Rob. ® Arb Ff N1, ST
Eclipta prostrata (L.) L. + ® Er Aa N3, S11D
Elephantopus mollis Kunt. + Sb Aa S11D
Emilia sonchifolia (L.) DC. + □ Er Aa N4, N5, S11A, S11D, ST, SB
Erechtites hieracifolius (L.) Raf. ex DC. + □ Er Vh, Aa N4, N5, S11D, ST, SB
Hebeclinium macrophyllum (L.) DC. Arb Ff N4
Ichthyothere terminalis (Spreng.) S.F.Blake ® Er Vr, Ff S11A, S11B, S11D, ST, SB
Ichthyothere sp. Arb Ff ST
Lepidaploa arenaria (Mart. ex DC.) H.Rob. ® Arb Vr N1, N4, N5, N6, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST
L. paraensis (H.Rob.) H.Rob. ® Sb Vr N1, N3, N7, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
L. remotiflora (Rich.) H.Rob. Arb Ff N7, S11A, S11B, ST, SB
Lessingianthus monocephalus (Gardner) H.Rob. Arb Vr S11D
Mikania divaricata Poepp. Li Ff N1, S11A, S11B
M. psilostachya DC. Li Ff N4
M. micrantha Kunth Li Ff ST
Mikania sp. Li Ff N3
Monogereion carajensis G.M.Barroso & R.M.King ® Er Vr, Ff N1, N2, N3, N4, N5, N7, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
Parapiqueria cavalcantei R.M.King & H.Rob. ® Er Vr, Ff N1, S11A, S11C
Pluchea sagittalis (Lam.) Cabrera Er-Sb Vh, Aa N1, N3, S11D
Porophyllum ruderale (Jacq.) Cass. + □ Arb Aa N1, N5, SB
Praxelis asperulacea (Baker) R.M.King & H.Rob. Er Vr S11A, S11B, S11C, S11D, SB
Pterocaulon alopecuroides (Lam.) DC. ® Sb Aa Serra Norte
Riencourtia pedunculosa (Rich.) Pruski ® Er Vr N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
Rolandra fruticosa (L.) Kuntze + ® Arb Ff, Aa N1
Tilesia baccata (L.) Pruski Arb Vr, Ff N1, S11C, ST, SB
Unxia camphorata L.f. Arb Vr, Ff N1, N2, N3, N4, N5, N7, N8, S11D, SB
Vernonanthura cf. brasiliana (L.) H.Rob. Ar Ff N1
Balanophoraceae - Meirelles (2016)
Helosis cayennensis (Sw.) Spreng. ® Par Ff N1, S11B, S11D, ST
Langsdorffia hypogaea Mart. Par Ff N1, N3, ST, SB
Begoniaceae - Kollman (2016)
Begonia guaduensis Kunth Arb Vr, Ff N3, N4
B. humilis Aiton ® Er Vr, Ff N1, N2, N3, N4, N5, S11A, S11B, S11C, S11D, SB
B. saxicola A.DC. Arb Vr, Ff N4, N5, N8, S11A, S11C, S11D
B. wollnyi Herzog Sb Vr, Ff N7, S11A, S11B, S11D
Bignoniaceae - Lohmann et al. (2018)
Amphilophium mansoanum (DC.) L.G.Lohmann Li Vr, Ff N8, S11A, S11B
A. rodriguesii (A.H. Gentry) L.G.Lohmann Li Vr, Ff N3, N4
Anemopaegma carajasense A.H.Gentry ex Firetti-Leggieri & L.G.Lohmann Arb Vr, Ff N1, N3, N4, N6, S11A, S11B, S11C, S11D
A. longipetiolatum Sprague Li Vr N1, N3, S11D
Bignonia corymbosa (Vent.) L.G.Lohmann Li Vr, Ff N1, N3, N4, N5, S11A, S11D, SB
Fridericia cinnamomea (DC.) L.G.Lohmann Li Ff N4, S11B
F. craterophora (DC.) L.G.Lohmann Arb Vr, Ff N3, N4
F. tuberculata (DC.) L.G.Lohmann Li Vr N7
Jacaranda ulei Bureau & K.Schum. Arb Vr, Ff N1, S11D, SB
Lundia densiflora DC. Li Vr N5
Pachyptera incarnata (Aubl.) J.N.C.Francisco & L.G.Lohmann Li Vr, Ff N2
Pleonotoma melioides (S.Moore) A.H.Gentry ® Li Vr, Ff S11D, ST
P. orientalis Sandwith Li Vr, Ff N1, N3, N8, S11A, S11B, S11C, S11D
Bixaceae - Fernandes-Junior & Gil (2017)
Cochlospermum orinocense (Kunth) Steud. Ar Ff N3, S11A, S11D
Bromeliaceae - Monteiro & Forzza (2016)
Aechmea angustifolia Poepp. & Endl. Er Vr N1, S11D
A. bromeliifolia (Rudge) Baker Er Vr, Ff S11D
A. castelnavii Baker ® Er Vr, Ff N1, S11A, S11B, S11D
A. mertensii (G.Mey.) Schult. & Schult.f. ® Er Ff S11B
A. tocantina Baker Er Ff N5, S11C, S11D
Ananas ananassoides (Baker) L.B.Sm. ® Er Vr, Ff N1, N7, S11B, S11C, S11D
Bromelia eitenorum L.B.Sm. Er Ff Serra Sul
Bromelia aff. lagopus Mez Er Ff N1
Dyckia duckei L.B.Sm. ® Er Vr N1, N2, N3, N4, N5, N6, S11A, S11C, S11D, SB
Pitcairnia burchellii Mez Er Vr N1, N4, SB
P. torresiana L.B.Sm. Er Ff N1, N4, N7, S11D
Tillandsia paraensis Mez Er Vr, Ff N4, S11A, S11C, S11D
T. streptocarpa Baker Er Vr, Ff S11A, S11B, S11C, S11D
Burmanniaceae - Giulietti (2016a)
Burmannia capitata (Walter ex J.F.Gmel.) Mart. ® Er Vh N2, N3, N7, S11A, S11B, ST
B. flava Mart. ® Er Vh N1, N2, N4, N5, N6, N7, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST
Burseraceae - Hiura & Watanabe (2017)
Protium pilosissimum Engl. ® Ar Ff N4, S11D
Cabombaceae - Lima & Gil (2016)
Cabomba furcata Schult. & Schult.f. Er Vh N1, N5, S11A, S11B, S11C, ST
C. haynesii Wiersema Er Vh N1, N4
Cactaceae - Zappi & Taylor (2017)
Cereus hexagonus (L.) Mill. ® Arb Vr N1, N4, N7, S11A, S11B, S11C, S11D, SB
Epiphyllum phyllanthus (L.) Haw. ® Sb Ff N1, N8, S11D
Calophyllaceae - Marinho & Amorim (2016a)
Calophyllum brasiliense Cambess. ® Ar Vh, Ff S11A, S11B
Cannabaceae - Viana & Gil (2018)
Trema micrantha (L.) Blume ® Ar Ff N5
Caryocaraceae - Nunes & Gil (2016)
Caryocar villosum (Aubl.) Pers. Ar Ff N5
Caryophyllaceae - Lovo & Devechi (2018)
Drymaria cordata (L.) Willd. ex Roem. & Schult. + Er Aa N3
Celastraceae - Lombardi & Biral (2016)
Anthodon decussatum Ruiz & Pav. Li Ff N1, S11C, S11D, ST
Cheiloclinium hippocrateoides (Peyr.) A.C.Sm. Li Ff Serra Norte
Maytenus guyanensis Klotzsch ex Reissek Arb Ff N1, N3, S11D
Tontelea laxiflora (Benth.) A.C.Sm. Li Ff N4
Chrysobalanaceae - Sothers & Prance (2018)
Hirtella hispidula Miq. Ar Ff N6
H. pilosissima Mart. & Zucc. ® Ar Ff S11A, S11B, S11C, ST
H. racemosa Lam. Ar Ff N1, N2, S11C
Leptobalanus octandrus (Hoffmanns. ex Roem. & Schult.) Sothers & Prance Ar Ff S11C
Moquilea egleri (Prance) Sothers & Prance ® Ar Ff N1, N3, S11A, S11B
Cleomaceae - Soares-Neto (2017)
Melidiscus giganteus (L.) Raf. Arb Ff SB
Tarenaya spinosa (Jacq.) Raf. + Sb Aa N5
Clusiaceae - Alencar & Marinho (2017)
Clusia nemorosa G.Mey Ar Ff S11A, S11B, S11C, S11D
C. panapanari (Aubl.) Choisy ® Ar-Arb Ff N4, N5, ST
Clusia aff. weddelliana Planch. & Triana ® Ar-Arb Ff N1, N4, S11A, S11B, S11C, S11D
Garcinia madruno (Kunth) Hammel Ar Ff S11A, S11B
Symphonia globulifera L.f. Ar Ff S11A, S11B, S11C
Combretaceae - Praia (2017)
Combretum laxum Jacq. ® Li Vr, Ff N1, SB
Commelinaceae - Aona et al. (2016)
Commelina benghalensis L. ++ □ Er Aa S11D
C. erecta L. ∆ □ Er Vh, Ff S11D
C. obliqua Vahl Er Vh, Ff S11D
C. rufipes var. glabrata Seub. Er Ff S11A
Dichorisandra hexandra (Aubl.) C.B.Clarke ® Er Vr, Vh, Ff N4, N5, S11A, S11C, S11D, SB
D. villosula Mart. ex Schult & Schult.f. Er Ff N5
Tipogandra diuretica (Mart.) Handlos Er Vh N5
Connaraceae - Pastore & Vasconcelos (2017)
Connarus perrotteii (DC.) Planch. Ar Ff N2, N4, S11B, S11C
Rourea doniana Baker ® Li Ff N1, N5, SB
R. ligulata Baker ® Li Vr, Ff N1
Convolvulaceae - Simão-Bianchini et al. (2016)
Aniseia martinicensis (Jacq.) Choisy * Li Vr,Vh, Ff N5, SB
Cuscuta insquamata Yunck. ® Par Vr, Vh, Ff N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7, SB
Evolvulus filipes Mart. ® ∆ □ Er Vr, Vh N5, N7, ST, SB
E. lithospermoides Mart. ∆ □ Er Vr N1, S11A
Ipomoea asplundii O'Donell ® Li Vr, Ff N3, N6, N7, ST
I. cavalcantei D.F.Austin ® Li Vr, Ff N1, N2, N3, N4, N5
I. decora Meisn. Li Vr, Ff N4, S11A, S11B, S11C, S11D, ST
I. goyazensis Gardner ® Li Vr, Ff N1, N5, S11D, ST
I. hederifolia L. Li Vr,Ff, Aa N5
I. marabensis D.F.Austin & Secco ® Li Vr, Ff N4, N5, N6, N7, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
I. maurandioides Meisn.* ® Li Vr N1, N2, N3, N4, N5, N7, S11A, S11B, S11C, S11D, ST
I. minutiflora (M.Martens & Galeotti) House Li Vr, Ff S11D
I. procumbens Mart. ex Choisy - Zappi 3510 + Li Aa S11A, S11B
I. ramosissima (Poir.) Choisy Li Vr, Ff N4, N5, SB
I. reticulata O'Donell - Sperling 5680 Li Vr, Ff N5
I. setifera Poir. - Zappi 3561+ ® Li Aa S11D
Jacquemontia tamnifolia (L.) Griseb. ® Li Vr, Ff N1, N3, N4, N5, N6, N7, S11A, S11B, S11C, S11D, ST
Distimake macrocalyx (Ruiz & Pav.) A.R.Simões & Staples * Li Vr, Ff N4, N5, ST, SB
Operculina hamiltonii (G.Don) D.F.Austin & Staples Li Ff N7, S11D
Turbina cordata (Choisy) D.F.Austin & Staples Li Ff N3
Cordiaceae - Watanabe et al. (2017)
Cordia exaltata Lam. ® Arb Ff N1, N4, N5, SB
C. nodosa Lam. Arb Ff N1, S11D, SB
Varronia multispicata (Cham.) Borhidi + Arb Aa N4
Costaceae - André & Sousa (2018)
Costus lasius Loes. Er Ff N1, S11D
C. scaber Ruiz & Pav. ® Er Ff N5, S11D
C. spiralis (Jacq.) Roscoe Er Ff N7, S11D
Cucurbitaceae - Gomes-Klein et al. (2016)
Cayaponia tayuya (Vell.) Cogn. Li Vr, Ff N4, SB
Gurania bignoniacea (Poepp. & Endl.) C.Jeffrey ® Li Ff N1, N3, S11D
G. sinuata (Benth.) Cogn. Li Ff N1, N2, N6, S11A, ST
G. subumbellata (Miq.) Cogn. ® Li Ff ST
Helmontia cardiophylla Harms Li Ff N5, S11B, ST, SB
Melothria pendula L. Li Vh N1
Cyperaceae - Nunes et al. (2016)
Becquerelia cymosa Brongn. Er Vr,Vh N5
Bulbostylis cangae C.S.Nunes & A.Gil *® Er Vr N1, S11A, ST
B. conifera (Kunth) C.B.Clarke ® ∆ □ Er Vr N1, N2, N4, N5, N6, N7, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
B. lagoensis (Boeckeler) Prata & M.G.López Er Vr,Vh N4, N5, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
Bulbostylis sp. Er Vh S11D
Cyperus aggregatus (Willd.) Endl. +∆ □ Er Vh,Ff, Aa N1, N5, S11B, S11C, S11D, SB
C. distans L.f. Er Vr, Ff N3, N4
C. haspan L. ® Er Vr,Vh N1, N2, N3, N4, N5, N8, S11B, S11C, S11D, ST, SB
C. hortensis (Salzm. ex Schltdl.) Dorr* Er Vr N1, N5, S11D
C. laxus Lam. ∆ □ Er Vr N1, S11A, S11B, S11D, ST, SB
C. luzulae (L.) Rottb. ex Retz. ® Er Vr,Vh N2, N5, ST
C. polystachyos Rottb.* Er Vh N3, N4, S11C
C. sesquiflorus (Torr.) Mattf. & Kük * ® ∆ □ Er Vr, Vh S11C, S11D
C. sphacelatus Rottb. + Er Vr, Aa N1, N3, N4, N5, S11A, S11B
C. subsquarrosus (Muhl.) Bauters * Er Vr N3
C. surinamensis Rottb. +∆ Er Vr, Aa N1, S11D
Cyperus sp. 1 Er Vr S11D
Cyperus sp. 2 Er Vr ST
Eleocharis acutangula (Roxb.) Schult. Er Vh N1, N4, S11B, S11D, SB
E. ayacuchensis S.González & Reznicek Er Vh N1, N2, N4, N5, S11D, ST, SB
E. endounifascis Hinchliff & Roalson Er Vh N1, S11B, S11C, SB
E. flavescens (Poir.) Urb. Er Vh N1, N4, N5, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
E. geniculata (L.) Roem. & Schult. Er Vh N5
E. pedrovianae C.S.Nunes, R.Trevis. & A.Gil ® Er Vh N1, N3, N4, N7, N8, S11A, S11C, S11D, ST, SB
E. plicarhachis (Griseb.) Svenson Er Vh N1, N3
Fimbristylis dichotoma (L.) Vahl Er Vr N1, ST
F. quinquangularis (Vahl) Kunth * Er Vr N4, S11D, ST
Hypolytrum paraense M.Alves & W.W.Thomas ® Er Ff N1, N2, N3, N5, S11D
Lagenocarpus verticillatus (Spreng.) T.Koyama & Maguire Er Vr S11A, S11B, S11C
Rhynchospora acanthoma A.C.Araújo & Longhi-Wagner Er Vr N1, N3, N4, N5, N6, N7, N8, SB
R. barbata (Vahl) Kunth ® Er Vr, Vh N1, N2, N3, N4, N5, N6, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
R. candida (Nees) Boeckeler ® Er Vh N3, N5, N6
R. corymbosa (L.) Britton Er Vr, Vh N2, N4, N8, S11C, S11D
R. divaricata (Ham.) M.T.Strong Er Vr N1, N2, N3, N4, N5, N7, S11A
R. eximia (Nees) Boeckeler Er Vr, Vh N3, N4, N5, N7, ST, SB
R. filiformis Vahl Er Vr, Vh N1, N2, N3, N4, N5, N7, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
R. holoschoenoides (Rich.) Herter Er Vr, Vh N1, N3, N4, N6, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
R. pubera (Vahl) Boeckeler Er Vr, Aa N1, N2, N3, N4, N5, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
R. rugosa (Vahl) Gale Er Vh N1, N3, S11D
Rhynchospora sp. 1 Er Vr, Vh ST, SB
Rhynchospora sp. 2 Er Vr, Vh N1, N2, N3, N4, N5, N6, S11A, S11C, S11D, ST, SB
Scleria cyperina Willd. ex Kunth Er Vr, Vh S11A, S11B
S. microcarpa Nees ex Kunth Er Vh N1, N3, N5, N8, S11A, S11D, ST, SB
S. secans (L.) Urb. ® Er Vr, Ff N6, S11A, S11B, S11D, SB
S. verticillata Muhl. ex Willd. Er Vr, Vh N2, N3, S11B, ST, SB
Dilleniaceae - Zappi (2018a)
Davilla cearensis Huber Li Vr, Ff N1, N3
D. rugosa Poir. Li Vr, Ff N2
Doliocarpus brevipedicellatus Garcke Li Ff N2, S11A
Dioscoreaceae - Fraga & Sousa (2018)
Dioscorea pilosiuscula Bertero ex Spreng. Li Ff N1
D. piperifolia Humb. & Bonpl. ex Willd. Li Vr, Ff N1, N8
D. planistipulosa Uline ex R.Kunth. Li Vr S11C
Droseraceae - Mota (2017a)
Drosera sessilifolia A.St.-Hil. Er Vh S11D
Eriocaulaceae - Watanabe et al. (2017)
Eriocaulon carajense Moldenke ® Er Vr, Vh N1, N3, N4, N6, S11A, S11D, SB
E. cinereum R.Br. ® Er Vh N1, N3, N4, N5, N6, N7, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
E. tenuifolium Klotzsch ex Körn. Er Vh S11A
E. aff. setaceum L. ® Er Vh N1, N3, N4, N6, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST
Paepalanthus fasciculoides Hensold ® Er Vr, Ff N1, N4, N5, N6, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, SB
Syngonanthus caulescens (Poir.) Ruhland ® Er Vh S11D,
S. discretifolius (Moldenke) M.T.C.Watan. ® Er Vh N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, SB, ST
S. heteropeplus (Körn.) Ruhland ® Er Vh N1, S11A, S11D
S. simplex (Miq.) Ruhland ® Er Vh N5
S. aff. saxicola (Koern.) Trovó & Stützel ® Er Vh N1
Erythroxylaceae - Costa-Lima & Loiola (2018)
Erythroxylum carajasense (Plowman) Costa-Lima * ® Arb Vr, Ff N1, N2, N3, N4, N5, N6, N8, SB
E. citrifolium A.St.-Hil. Arb Vr, Ff N1, N2, N4, N5, S11A, S11B, S11C, S11D
E. leptoneurum O.E.Schulz Arb Ff S11C, S11D
E. mucronatum Benth. Arb Ff N4, N5
E. nelson-rosae Plowman ® Arb Vr N1, N2, N3, N4, N5, N6, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
E. rufum Cav. Ar-Arb Vr, Ff N7, S11B
E. squamatum Sw. ® Arb Vr, Ff N4, N5, S11C
E. subracemosum Turcz. Arb Vr, Ff S11D
Euphorbiaceae - Costa et al. (2018)
Alchornea discolor Poepp. ® Ar Vr, Ff N1, N5, S11D, ST
Aparisthmium cordatum (A.Juss.) Baill. Ar Ff N1, N5, N6, ST
Astraea paulina Didr. Er Vr,Ff, Aa N1, N3, N4, S11A, S11B, S11C, S11D
Croton aff. subferrugineus Müll.Arg. ® Arb Vr N1, N2, N4, N5, N7, N8, S11A, S11B, S11C, ST
C. cajucara Benth. Ar-Arb Vr, Ff N5
Croton sp. Arb Vr N1, N2, N3, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
Mabea angustifolia Spruce ex Benth. ® Ar-Arb Ff N1, N5, S11D
Manihot marajoara Chermont de Miranda ex Huber emend. Secco & Costa Arb Ff S11B, S11D, ST
M. quinquepartita Huber ex D.J.Rogers & Appan Arb Vr, Ff N1, N3, N4, N5, S11C, ST
M. tristis subsp. surumuensis (Ule) Rogers & Appan ® Arb Ff S11D, ST
Sapium argutum (Müll.Arg.) Huber Ar-Arb Vr N1, N4
Fabaceae - Mattos et al. (2018)
Abrus melanospermus subsp. tenuiflorus (Spruce ex Benth.) D.Harder ® Li Vr, Ff N1, N3, N4, N5, N6, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, SB
Aeschynomene americana Hard glandulosa (Poir.) Rudd Sb Ff, Aa N1, N5, S11D
A. filosa Mart. Sb Vh SB
A. sensitiva var. hispidula (Kunth) Rudd Sb Vh N4, N7, S11A, S11D
Aeschynomene sp. Sb Vr, Vh N1, N2, N3, N4, N5, N7, N8, S11A, S11B, S11D, ST
Anadenanthera peregrina (L.) Speg. Ar Ff N1
Ancistrotropis peduncularis (Kunth) A.Delgado ® Li Vr, Ff N1, N5, N8, S11A, S11B, S11C
Bauhinia longicuspis Benth. Ar-Arb Vr, Ff N8, S11B
B. longipedicellata Ducke Ar-Arb Vr, Ff N1, N3
B. pulchella Benth. ® Arb Vr, Ff N1, N3, N4, N5, N6, S11C, S11D, ST, SB
Calopogonium mucunoides Desv. + Li Aa N1, N5, S11D
Camptosema ellipticum (Desv.) Burkart ® Li Vr, Ff N1, N3, N4, N5, N6, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
C. carajasense Cavalcante ® Li Vr, Vh, Ff N1, N4, N5, S11A, S11B, SB
Centrosema grazielae V.P.Barbosa Li Vr, Vh, Ff N1, N3, N5, S11B
Chamaecrista desvauxii var. langsdorfii (Kunth ex Vogel) H.S.Irwin & Barneby Arb Vr N1, S11D, SB
C. desvauxii var. mollissima (Benth.) H.S.Irwin & Barneby Arb Vr S11A, S11B, S11C, S11D, ST
C. diphylla (L.) Greene Er Vr, Ff N1, N4, N5
C. flexuosa L. Arb Vr, Vh N1, N2, N3, N4, N5, N8, S11A, S11D
C. nictitans subsp. patellaria (DC. ex Collad.) H.S.Irwin & Barneby + □ Arb Ff, Aa N4, N5
C. rotundifolia (Pers.) Greene + □ Arb Aa N5
C. trichopoda (Benth.) Britton & Rose ex Britton & Killip Er Vr, Vh N1, N3, N4, N8, S11B
Chloroleucon acacioides (Ducke) Barneby & J.W.Grimes Ar-Arb Vr, Ff Serra Norte, Serra Sul
Clitoria falcata Lam. ® Li Vr, Vh, Ff N1, N3, N4, N5, N6, N7, S11A, S11B, S11C, S11D, SB
Copaifera martii Hayne ® Ar Ff N2, N4, N5, N8, S11A, S11B, ST
Crotalaria maypurensis Kunth ® Sb Vr, Vh, Ff N1, N2, N4, N5, N6, N8, S11A, S11B, S11C, S11D
Dalbergia spruceana Benth. Ar Ff S11C, SB
D. subcymosa Ducke Li Ff N3
Deguelia amazonica Killip ® Li Vh, Ff N3, N8, ST
Desmodium barbatum (L.) Benth. + Er Vr, Ff N1, N5
D. incanum (Sw.) DC. + □ Sb Aa N1, N5
D. triflorum (L.) DC. + Sb Aa S11D
Dimorphandra gardneriana Tul. Ar Ff Serra Sul
Dioclea apurensis Kunth ® Li Vr, Vh N1, N2, N3, N4, N5, N8, S11A, S11C, S11D, ST
D. bicolor Benth. ® Li Vr, Ff N1, N3, S11A, ST, SB
D. megacarpa Rolfe Li Vr, Ff ST
Enterolobium schomburgkii (Benth.) Benth. Ar Vr, Ff S11B, S11C
Galactia jussiaeana Kunth ® Sb Vr, Ff N1, N2, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
Inga alba (Sw.) Willd. Ar Vr, Vh, Ff S11C
I. capitata Desv. Ar Ff N5, S11C
I. thibaudiana subsp. thibaudiana DC. Ar Ff S11C, S11D, SB
Machaerium acutifolium Vogel Ar Ff Serra Sul
Mimosa acutistipula var. ferrea Barneby ® Ar-Arb Vr, Ff N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7, N8, S11A, S11B, S11D, ST, SB
M. camporum Benth. Er Vr, Aa N1, N5
M. candollei R.Grether Er Vr, Aa N1, N5
M. guilandinae var. spruceana (Benth.) Barneby Li Vr, Vh N1, N4
M. pigra var. pigra L. Arb Vh, Aa N1
M. piresii Barneby ® Arb Vr, Vh S11A
M. pudica var. hispida Brenan+ Arb Aa N1, N5
M. setosa var. paludosa (Benth.) Barneby Arb Vr, Aa N1, N4, N5
M. skinneri var. carajarum Barneby ® Er Vh N1, N2, N3, N4, N5, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, SB
M. somnians var. viscida (Willd.) Barneby ® Arb Vr, Ff N1, N3, N4, N5, N6, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST
M. xanthocentra var. mansii (Mart.) Barneby ® Sb Vr, Vh, Ff N1, N3, N4, N5, N7, N8, S11A, S11D, ST
Parkia platycephala Benth. ® Ar-Arb Vr, Ff N1, S11A, SB
Periandra coccinea (Schrad.) Benth. Li Vr, Ff N1, N3, N4, N5, N6, N7, N8, S11C, S11D, ST, SB
P. mediterranea (Vell.) Taub. ® Arb Vr, Vh N1, N2, N3, N4, N5, N6, N8, S11A, S11C, S11D, ST, SB
Senna macranthera (DC. ex Collad.) H.S.Irwin & Barneby Arb Vr, Aa S11B, S11D, ST
S. pendula (Willd.) H.S.Irwin & Barneby Arb Ff, Aa N5, S11B, ST
S. quinquangulata (Rich.) H.S.Irwin & Barneby Arb Ff, Aa N4
S. silvestris (Vell.) H.S.Irwin & Barneby Arb Aa N4, Serra Sul, ST
Stryphnodendron pulcherrimum (Willd.) Hochr. Ar Ff Serra Norte, S11C, ST
Stylosanthes capitata Vogel ® Sb Vr, Ff, Aa N1, S11D
S. hispida Rich. Sb Vr, Vh, Ff N1, N2, N4, N8, ST, SB
S. humilis Kunth Sb Vr, Ff, Aa N1, S11D
Tachigali vulgaris L.G.Silva & H.C.Lima Ar Vr, Ff N1, N5, N8, SB
Zornia latifolia Sm. Sb Vr, Ff N1, N4, N5
Gentianaceae - Guimarães et al. (2018)
Chelonanthus purpurascens (Aubl.) Struwe, S.Nilsson & V.A.Albert ® Sb Vr N1, N2, N3, S11A, S11B, S11C, S11D, ST
C. viridiflorus (Mart.) Gilg Sb Vh N1, N3, N4
Curtia tenuifolia (Aubl.) Knobl. Er Vh N1, N2
Schultesia benthamiana Klotzsch ex Griseb. ® Er Vr, Vh N1, N2, N3, N4, N5, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
Gesneriaceae - Chautems et al. (2018)
Diastema sp. Er Ff S11C
Goyazia rupicola Taub. Er Vr, Ff N1, S11D
Mandirola rupestris (Gardner) Roalson & Boggan Er Vr S11C
Nautilocalyx kohlerioides (Leeuwenb.) Wiehler Li Ff ST
Phinaea albolineata (Hook.) Benth. ex Hemsl. Er Ff N3, S11A, S11B, S11C
Sinningia minima A.O.Araujo & Chautems ® Er Ff N1, N3, N4, N5, N8, S11A, S11B, S11C, S11D
Gnetaceae - Mota & Giulietti (2016a)
Gnetum nodiflorum Brongn. ® Li Ff N1, N2, N4, N8
Heliotropiaceae - Watanabe & Hiura (2018)
Euploca humistrata (Cham.) J.I.M.Melo & Semir Er Vh SB
E. lagoensis (Warm.) Diane & Hilger Er Vh N5, SB
Humiriaceae - Antunes & Holanda (2018)
Sacoglottis guianensis Benth. Ar Ff N4
S. mattogrossensis Malme ® Ar Ff S11D, SB
Hydrocharitaceae - Hall & Gil (2016)
Apalanthe granatensis (Humb. & Bonpl.) Planch. Er Vh N5, S11A
Ottelia cf. brasiliensis (Planch.) Walp. Er Vh N1
Hypericaceae - Marinho et al. (2017)
Vismia cayennensis (Jacq.) Pers. Ar Ff S11C, S11D,
V. gracilis Hieron. ® Ar Ff N1, N4
Vismia cf. schultesii N.Robson ® Arb Ff N1, N2, N3, S11C, S11D
Iridaceae - Damasceno & Gil (2016)
Cipura xanthomelas Maxim ex Klatt ® Er Vr S11A, S11B, S11C, S11D, ST
Lacistemataceae - Marinho & Amorim (2016b)
Lacistema aggregatum (P.J.Bergius) Rusby Arb Ff S11D
Lamiaceae - Harley (2016)
Aegiphila integrifolia (Jacq.) Moldenke ® Ar-Arb Ff N2, N3, N4, N5, N7, N8, ST
A. racemosa Vell. Li Ff N1, N5
Amasonia campestris (Aubl.) Moldenke ® Sb Ff N1, N2, N3, N4, N5
A. hirta Benth. Sb Ff N1, N3, N8
A. lasiocaulos Mart. & Schauer ex Schauer Sb Ff N1, N4, N5, ST, SB
Cantinoa americana (Aubl.) Harley & J.F.B.Pastore + Er Aa SB
C. mutabilis (Rich.) Harley & J.F.B.Pastore Er Aa ST, SB
Hyptis atrorubens Poit. Er Vr, Vh, Ff N1, N5, S11B, S11D, ST
H. brevipes Poit. Er Vh, Ff, Aa ST, SB
H. parkeri Benth. ® Er Vh N3, N4, N5, ST
H. recurvata Poit. ® Er Vr, Vh N1, SB
Leonotis nepetifolia (L.) R.Br. ++ Er Aa N5
Marsypianthes chamaedrys (Vahl) Kuntze Er Vr, Aa N1, N3, N5, N7, S11D, SB
Mesosphaerum pectinatum (L.) Kuntze + Er Aa N1, N3, N4, S11D
M. suaveolens (L.) Kuntze + Sb Aa N8, ST, SB
Vitex triflora Vahl ® Ar-Arb Vr, Ff N1, N4, N5, S11A, S11B, S11D, ST, SB
Lauraceae - Moraes (2018)
Cassytha filiformis L. Par Vr N1, N4, N5, S11C, S11D
Mezilaurus itauba (Meisn.) Taub. ex Mez Ar Vr, Ff N1, N3, N4, N5, S11A, S11D
Ocotea camphoromoea Rohwer Ar Ff N1, N2, S11A, S11D
Ocotea leucoxylon (Sw.) Laness. Ar Ff S11C
Ocotea puberula (Rich.) Nees Ar Ff S11D
Lentibulariaceae - Mota & Zappi (2018)
Genlisea filiformis A.St.-Hil. Er Vh N3, N7, S11D
Utricularia amethystina Salzm. ex A.St.-Hil. & Girard Er Vh N3, N7, S11D, SB
U. breviscapa C.Wright ex Griseb. Er Vh N6
U. calycifida Benj. ® Er Vh N1, N2, N5
U. costata P.Taylor Er Vh N1, N3, N5, S11B, ST, SB
U. gibba L. Er Vh N1, S11D, SB
U. neottioides A.St.-Hil. & Girard ® Er Vh N1, N3, N4, N6, S11A, S11C, S11D, ST
U. nigrescens Sylvén Er Vh N1, N3, S11D
U. physoceras P.Taylor ® Er Vh N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7, N8, S11B, S11C, S11D, ST, SB
U. pusilla Vahl ® Er Vh N3, N4, N5, N6, S11D
U. subulata L. Er Vh N1, N2, N3, N4, N5, N7, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST
U. trichophylla Spruce ex Oliv. Er Vh S11A, S11B
Linderniaceae - Scatigna & Mota (2016)
Lindernia brachyphylla Pennell ® Er Vh N1, N2, N3, N5, N6, N7, S11B, S11D, ST, SB
L. crustacea (L.) F.Muell. Er Vr N4, N5, N7, N8, S11D, ST, SB
L. diffusa (L.) Wettst. Er Vh N4
Loganiaceae - Zappi & Setubal (2016)
Spigelia flemmingiana Cham. & Schltdl. Er Aa N4, N8
Strychnos cogens Benth. Er Vr, Ff ST
Loranthaceae - Caires (2018)
Oryctanthus alveolatus (Kunth) Kuijt Par Vr, Ff N3, N6
O. florulentus (Rich.) Tiegh. Par Vr, Ff S11C
Passovia disjectifolia (Rizzini) Kuijt Par Ff S11A
P. pedunculata (Jacq.) Kuijt ® Par Vr N1, N3, N4, N6
P. pyrifolia (Kunth) Tiegh. Par Vr, Ff SB
Peristethium reticulatum (Rizzini) Caires Par Vr, Ff S11D, SB
Psittacanthus eucalyptifolius (Kunth) G.Don Par Ff N3, N4, N5, N6
Struthanthus marginatus (Desr.) G.Don Par Vr, Ff N4, S11A, S11B, S11D
S. polyrrhizus Mart. Par Vr S11D
Lythraceae - Cavalcanti et al. (2016)
Cuphea annulata Koehne ® Sb-Arb Vr, Ff N1, N3, N4, N5, N7, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST
C. carajasensis Lourteig ® Sb Vr N1, N3, N4, N5, N6, N7, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
C. carthagenensis (Jacq.) J.F.Macbr. + □ Sb Aa N1, N4, N5, S11D
Malpighiaceae - Amorim et al. (2018)
Banisteriopsis malifolia (Nees ex Mart.) B.Gates ® Li Vr N2, N3, N4, N5, N6, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST
B. muricata (Cav.) Cuatrec. ® Li Vr, Ff N1
B. stellaris (Griseb.) B.Gates ® Li Vr N1, N3, N4, N5, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
Byrsonima chrysophylla Kunth ® Ar Vr N1, N2, N4, N5, N8, S11C, S11D, SB
B. crispa A.Juss. Ar Vr, Ff S11D
B. stipulacea A.Juss. ® Ar Ff N1
Coleostachys genipifolia A.Juss. Arb Ff N1, N4
Diplopterys pubipetala (A.Juss.) W.R.Anderson & C.Davis ® Li Vr, Ff N1, N2, N3, N5, S11B, S11C, ST
Heteropterys nervosa A.Juss. ® Li Vr N1, S11A, S11B, S11C, S11D,
H. trigoniifolia A.Juss. Li Vr, Ff N4, ST
Niedenzuella acutifolia (Cav.) W.R.Anderson Li Vr, Ff S11B, S11D
Peixotoa reticulata Griseb. Arb Vr N7, ST
Stigmaphyllon paraense C.E.Anderson Li Vr, Ff N4, SB
Malvaceae - Fernandes-Júnior & Cruz (2018)
Eriotheca globosa (Aubl.) A.Robyns Ar Vr N1
Helicteres brevispira A.St.-Hil. Arb Vr N1
H. eitenii Leane Arb Vr N1
H. guazumifolia Kunth Arb Vr SB
Hibiscus furcellatus Lam. Arb Vh SB
Melochia arenosa Benth. Arb Vr, Vh N6, S11C, ST, SB
M. melissifolia Benth. Arb Vr, Vh N1, N2, N3, N4, N8
M. splendens A.St.-Hil. & Naudin. Arb Vh, Aa N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7, S11A, S11B, S11D, ST
Pavonia malacophylla (Link & Otto) Garcke Arb Ff SB
Pseudobombax longiflorum (Mart.) A.Robyns Arb Vr S11D
P. marginatum (A.St.-Hil., Juss. & Cambess.) A.Robyns Arb Vr ST
Sida linifolia Juss. ex Cav.∆ □ Sb Vr ST
S. rhombifolia L. + □ Sb Vr, Aa N3, N4
S. tuberculata R.E.Fr. Sb Vr SB
S. urens L. Sb Vr, Ff N4
Urena lobata L. + Arb Aa N1
Waltheria indica L. + □ Arb Aa N1, N4, ST
Marantaceae - Saka (2017)
Maranta ruiziana Körn. Er Ff N4
Monotagma plurispicatum (Körn.) K.Schum. Er Ff N1, N4, N5, N7, S11A, S11B, S11D
Marcgraviaceae - Viana & Cruz (2017)
Norantea guianensis Aubl. ® Li Vr N1, N4, S11A, S11C, S11D
Souroubea guianensis Aubl. Li Ff N1
Mayacaceae - Mota e Koch (2016)
Mayaca fluviatilis Aubl. ® Er Vh N1, N3, N4, N5, S11A, S11B, S11D, SB
M. kunthii Seub. ® Er Vh N1, N3, N7, S11D, SB
M. longipes Mart. ex Seub. ® Er Vh N4, N5
Melastomataceae - Rocha et al. (2017)
Aciotis acuminifolia (Mart. ex DC.) Triana Er Vr, Vh N1, N2, N3, N4, S11A, S11B, S11D, SB
Acisanthera crassipes (Naudin) Wurdack ® Er Vh N1, N3, ST, SB
Bellucia egensis (DC.) Penneys, Michelangeli, Judd, & Almeda Ar Ff SB
Brasilianthus carajensis Almeda & Michelangeli ® Er Vr, Vh N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
Clidemia capitellata (Bonpl.) D.Don Arb Ff N1, N4
C. hirta (L.) D.Don Arb Vr, Ff S11A, S11D
C. microthyrsa R.O.Williams Arb Ff S11B, S11D
Desmoscelis villosa (Aubl.) Naudin Arb Vh N3
Henriettea ramiflora (Sw.) DC. Ar Vh, Ff N5, S11D
Leandra micropetala (Naudin) Cong. Arb Ff N1, N5, S11A, S11B, S11D
Macairea radula (Bonpl.) DC. Arb Vr, Vh S11D
Miconia affinis DC. Ar Vr, Ff S11B, S11C, S11D
M. alata (Aubl.) DC. Arb Vr, Ff N3, S11D
M. albicans (Sw.) Steud. Arb Vr, Vh N1, S11D
M. alternans Naudin Arb Vh N3, N4, S11C, S11D, ST, SB
M. bracteata (DC.) Triana Arb Ff N1
M. chrysophylla (Rich.) Urb. Ar Vr, Ff N2, N5, S11D
M. ciliata (Rich.) DC. Arb Vr N1, N4
M. cuspidata Mart. ex Naudin Ar Vr, Ff N1, N4, N5, S11A, S11D
M. elata (Sw.) DC. Ar Vr, Vh N1, N5
M. heliotropoides Triana Arb Ff N1, N7, S11C, S11D
M. holosericea (L.) DC. Ar Vr, Vh, Ff N3, N4, N5, N7, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST
M. ibaguensis (Bonpl.) Triana Arb Vh S11D
M. lepidota DC. Ar Vh, Ff N1, N2, N4, S11D
M. manauara R.Goldenb., Caddah & Michelang. Ar Vr, Ff N1
M. minutiflora (Bonpl.) DC. Ar Ff N2, S11D
M. nervosa (Sm.) Triana Arb Ff S11D
M. prasina (Sw.) DC. Ar Vh N1, N5, S11D
M. splendens (Sw.) Griseb. Ar Ff Serra Norte
M. tomentosa (Rich.) D.Don ex DC. Ar Ff N1, N3, S11A, S11C, S11D
Miconia sp. Arb Ff N1, N2, N3, N4, N5, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
Mouriri cearensis subsp. carajasica Morley Ar Ff N1, N5, S11A, S11B, S11C, S11D
M. vernicosa Naudin Ar Ff N1, N2, N5, N6, S11D,
Nepsera aquatica (Aubl.) Naudin Arb Vh N1, N5
Pleroma carajasense K.Rocha, R.Goldenb. & F.S.Mey Arb Vr N1, N2, N4, N5, N8, S11A, S11C, S11D
P. stenocarpum Triana Arb Vh S11A, S11B, S11D
Pterolepis trichotoma (Rottb.) Cogn. Er Ff, Aa N3, S11A, S11B, S11D, ST, SB
Rhynchanthera hispida Naudin Arb Vr, Ff N2, ST
Tibouchina edmundoi Brade Arb Vr N1, N5, S11A, S11C, S11D, SB
Tibouchina sp. Ar Vr ST
Tococa guianensis Aubl. Arb Vr N3
Meliaceae - Fernandes-Júnior et al. (2017)
Guarea macrophylla Vahl Ar Ff N1
G. pubescens (Rich.) A.Juss. Ar Ff N4
G. silvatica C.DC. Ar Ff S11A, S11B
Trichilia micrantha Benth. ® Ar Vr, Ff N1
Menispermaceae Lima & Teixeira (2018)
Abuta grandifolia (Mart.) Sandwith ® Li Vr N1, S11D
Menyanthaceae - Giulietti (2016b)
Nymphoides humboldtiana (Kunth) Kuntze ® Er Vh N1, N4, N5, N7, N8, S11A, S11C, S11D
Metteniusaceae - Cruz e Viana (2016)
Emmotum nitens (Benth.) Miers Ar Ff N1, N4, N5, N7, N8, S11C, S11D, ST
Monimiaceae - Mota (2017b)
Mollinedia ovata Ruiz & Pav. Ar Ff N7, S11A, S11B
Moraceae - Romaniuc-Neto & Gaglioti (2018)
Ficus americana subsp. guianensis (Desv. ex Ham.) C.C.Berg Ar Ff N4, S11A, S11D
Myrtaceae - Trindade et al. (2018)
Calyptranthes bipennis O.Berg ® Ar Ff S11C
Campomanesia aromatica (Aubl.) Griseb. Ar Ff S11D
Eugenia anastomosans DC. ® Ar-Arb Ff N2, N5
E. cupulata Amshoff Ar Ff S11A
E. densiracemosa Mazine & Faria Ar-Arb Ff S11D
E. egensis DC. Ar Ff ST
E. flavescens DC. ® Ar Vr, Ff N1, N4, N8, S11D, ST
E. florida DC. Ar-Arb Ff N1
E. punicifolia (Kunth) DC. ® Arb Vr, Ff N1, N4, N5, S11D
Eugenia sp. Arb Ff S11C
Myrcia amazonica DC. Ar-Arb Vr, Ff N2, N5
M. atramentifera Barb.Rodr. Ar-Arb Ff N2, N5
M. bracteata (Rich.) DC. ® Ar-Arb Vr, Ff N3, N7, S11D, ST
M. clusiifolia (Kunth) DC. Ar Ff N4, N5
M. cuprea (O.Berg) Kiaersk. ® Ar-Arb Ff S11D, ST, SB
M. grandis McVaugh Ar Vr N1, N4
M. guianensis (Aubl.) DC. ® Ar Vr N1, N3, N4, S11A
M. inaequiloba (DC.) Lemée Ar Ff N1
Myrcia aff. maguirei (McVaugh) E.Lucas & C.W.Wilson Arb Ff N3
M. multiflora (Lam.) DC. ® Ar-Arb Vr, Ff N1, N2, N3, N4, N5, S11A, S11D
M. paivae O.Berg Ar Ff N5
M. splendens (Sw.) DC. Ar Vr, Ff N1, N2, N4, S11D, SB
M. subsessilis O.Berg Ar Ff N1, N2
M. sylvatica (G.Mey.) DC. ® Ar Vr, Ff N1, N4, S11D, ST
M. tomentosa (Aubl.) DC. Ar Vr, Ff N3, S11D, SB
Myrciaria floribunda (H.West ex Willd.) O.Berg Ar Ff N4, SB
Nyctaginaceae - Giulietti & Nogueira (2017)
Guapira venosa (Choisy) Lundell Ar Ff N1, N5
Neea floribunda Poepp. & Endl. ® Ar Ff N5, ST
N. macrophylla Poepp. & Endl. ® Ar-Arb Vr, Ff N1, N2, N5, S11A, S11B, S11D, ST
N. oppositifolia Ruiz & Pav. ® Ar-Arb Vr, Ff N1, N5, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
Nympheaceae - Lima (2018)
Nymphaea rudgeana G.Mey. Er Vh S11B
Ochnaceae - Zappi (2018b)
Ouratea castaneifolia (DC.) Engl. ® Arb Vr, Ff N1, N4, S11A, S11C, SB
O. racemiformis Ule ® Ar-Arb Vh, Ff N1, N3, N4, N6, S11D, SB
Sauvagesia tenella Lam. ® Er Vr N1, N2, N4, N6, N8, S11A, S11D, SB
Olacaceae - Meirelles & Fernandes-Júnior (2017)
Heisteria ovata Benth. ® Ar-Arb Ff N1, N2, N3, N4, N5, S11A, S11B, S11C, S11D
Ximenia americana L. ® Ar-Arb Vr, Ff N1, S11A, S11D
Onagraceae - Lovo & Zappi (2018)
Ludwigia decurrens Walter Er Vh, Ff, Aa S11D
L. erecta (L.) H.Hara Arb Vh, Aa N4
L. hyssopifolia (G.Don.) Exell Er Vh N1
L. leptocarpa (Nutt.) H.Hara Er Vh, Aa N4
L. nervosa (Poir.) H.Hara ® Arb Vh S11A
L. octovalvis (Jacq.) P.H.Raven+ ® Er Vh, Aa N1, N2, S11D, ST
L. torulosa (Arn.) H.Hara Er Vh N5, SB
Opiliaceae - Ramalho & Zappi (2017)
Agonandra silvatica Ducke ® Ar-Arb Ff N1, N7, S11A
Orchidaceae - Koch et al. (2018)
Campylocentrum fasciola (Lindl.) Cogn. ® Er Ff N5
Catasetum discolor (Lindl.) Lindl. ® Er Vr N1, N2, N4, N8, S11A, S11D, ST, SB
Cranichis muscosa Sw. Er Vr Serra Sul
Cyrtopodium andersonii (Lamb. ex Andrews) R.Br. Er Vr, Ff N1, ST
Dichaea panamensis Lindl. Er Ff S11A, S11D
Encyclia randii (Barb.Rodr.) Porto & Brade ® Er Vr, Ff S11D
Epidendrum amblostomoides Hoehne Er Ff S11A
E. nocturnum Jacq. ® Er Vr, Ff S11A, S11C, S11D, SB
E. purpurascens Focke ® Er Vr, Ff N3, S11C, S11D, SB
Erycina pusilla (L.) N.H.Williams & M.W.Chase Er Vr S11D
Habenaria ludibundiciliata J.A.N.Bat. & Bianch. Er Vr N2, N7, ST
H. aff. nuda Lindl. ® Er Vr N8
Ionopsis utricularioides (Sw.) Lindl. Er Vr, Ff S11D
Laelia marginata (Lindl.) L.O.Williams Er Ff S11A
Macroclinium wullschlaegelianum (Focke) Dodson Er Vr N1
Mesadenella cuspidata (Lindl.) Garay Er Vr N3, S11D
Mormodes paraensis Salazar & J.B.F.Silva Er Ff
Notylia barkeri Lindl. Er Ff ST
N. lyrata S.Moore Er Ff S11D
Peristeria guttata Knowles & Westc. Er Ff N1
Polystachya concreta (Jacq.) Garay & H.R.Sweet Er Ff S11A, S11D
Prosthechea fragrans (Sw.) W.E.Higgins Er Vr, Ff S11D
Scaphyglottis prolifera (R.Br.) Cogn. Er Ff S11C, S11D
S. stellata Lodd. ex Lindl. Er Vr, Ff N1, N3
Sobralia liliastrum Lindl. ® Er Vr, Ff N1, N2, N4, N5, S11D
Trichocentrum sprucei (Lindl.) M.W.Chase & N.H.Willians ® Er Ff N4
Uleiochis longipedicellata A.Cardoso & IlK.-Borg. Er Vr, Ff N5
Orobanchaceae - Scatigna & Mota (2017)
Buchnera carajasensis Scatigna & N.Mota ® Er Vr, Vh N2, N3, N6, N7, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
Oxalidaceae - Hall et al. (2017)
Oxalis barrelieri L. Er Vr, Ff SB
O. mucronulata Norlind Er Vr, Ff N4
Passifloraceae - Koch & Ilkiu-Borges (2016)
Passiflora ceratocarpa F.Silveira Er Vr, Ff N7, SB
P. foetida L. - Harley 57373∆ □ Er Ff N7
P. glandulosa Cav. ® Er Vr S11D, ST
P. tholozanii Sacco ® Er Ff N1, N2, N3, S11D, ST
Passiflora sp. Er Ff N7
Phyllanthaceae - Secco & Silveira (2016)
Phyllanthus hyssopifolioides Kunth Er Vh N1, N3, N4, N5, N6, ST, SB
P. minutulus Müll.Arg. Er Vh N1, N3, N4, N5, S11B, S11C, S11D, ST, SB
P. orbiculatus Rich. Er Ff, Aa N1, SB
P. stipulatus (Raf.) G.L.Webster Er Vr N4
Phytollacaceae - Meirelles (2016)
Phytolacca thyrsiflora Fenzl ex J.A.Schmidt + Er Aa N4, N5, N8, SB
Picramniaceae - Pirani & Devecchi (2016) Ff
Picramnia ferrea Pirani & W.W.Thomas ® Ar-Arb Vr, Ff N1, N5, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
Piperaceae - Monteiro (2018)
Peperomia albopilosa D.Monteiro ® Er Vr, Ff N3, N4, N6, S11A, S11B, S11C, S11D
P. circinnata Link Er Ff N3, S11D
P. macrostachya (Vahl) A.Dietr. Er Ff, Aa N5, N6, S11B, S11C, S11D, SB
P. magnoliifolia (Jacq.) A.Dietr. Er Vr, Ff S11C, S11D
P. obtusifolia (L.) A.Dietr. ® Er Ff N4, S11C, S11D
P. pseudoserratirhachis D.Monteiro Er Ff N3, N4, N7, N8, S11D
P. uaupesensis Yunck. Er Vr, Ff N1, N4, S11A, S11D
Piper aduncum L. Arb Vr, Ff N5
P. aequale Vahl Arb Vr, Ff N1, N5, S11A
P. aleyreanum C.DC. Arb Vr,Ff, Aa N1, N5, S11A, S11B
P. arboreum var. arboreum Aubl. Arb Vr,Ff, Aa N1, S11B, S11D
P. arboreum var. hirtellum Yunck. Arb Vr, Ff, Aa S11D
P. carniconnectivum C.DC. Arb Vr,Vh, Aa N5
P. demeraranum (Miq.) C.DC. Arb Ff S11A, S11B
P. kegelianum (Miq.) C.DC. Arb Ff N1
P. krukoffii Yunck. Arb Vr, Ff S11A, S11B
P. nematanthera C.DC. Arb Ff, Aa S11D
P. obliquum Ruiz & Pav. Arb Ff N1, N4, S11A
P. pellitum C.DC. Arb Ff N5, S11B
Plantaginaceae - Scatigna & Mota (2017)
Bacopa monnierioides (Cham.) B.L.Rob. ® Er Vh N7, S11D, SB, ST
B. myriophylloides (Benth.) Wettst. ® Er Vh N1, SB
B. reflexa (Benth.) Edwall ® Er Vh N3, N4, N5, S11B, S11D, ST
Scoparia dulcis L. + Er Aa N4, S11D
Stemodia verticillata (Mill.) Hassl. Er Aa N1, N3
Poaceae - Viana et al. (2018)
Acroceras zizanioides (Kunth) Dandy Er Vh N5
Andropogon bicornis L. + □ Er Vr, Aa N1, N3, N4, N5, S11D
A. leucostachyus Kunth + □ Er Vr, Aa N3, ST, SB
A. virgatus Desv. ex Ham. Er Vr, Vh N3
Anthaenantia lanata (Kunth) Benth. ® Er Vr N2, S11D, SB
Axonopus aureus P.Beauv. Er Vr SB
A. capillaris (Lam.) Chase + □ Er Vr, Ff, Aa N1, N3, N4, N5, N6, N8, S11D
A. carajasensis M.N.Bastos Er Vr N1, S11D
A. compressus (Sw.) P.Beauv. ∆ □ Er Vr N3
A. longispicus (Döll) Kuhlm. Er Vr N1, N2, N3, N4, N5, N8, S11D, ST, SB
A. pressus (Nees ex Steud.) Parodi Er Vr N1
A. purpusii (Mez) Chase Er Vr N1, N4, N5, N6
A. rupestris Davidse ® Er Vr, Vh N1, N3, N6, N7, N8, ST, SB
Cenchrus polystachios (L.) Morrone ++ Er Aa N3, N4
Chloris barbata Sw. + Er Aa S11D
Coleataenia scabrida (Döll) Zuloaga Er Vh N5, ST, SB
C. stenodes (Griseb.) Soreng Er Vh S11D, ST, SB
Digitaria ciliaris (Retz.) Koeler + Er Aa S11D
D. insularis (L.) Fedde + □ Er Aa S11D, SB
D. violascens Link ++ Er Aa N4, S11D
Eleusine indica (L.) Gaertn. ++ Er Aa S11D
Eragrostis bahiensis Schrad. ex Schult. Er Vr, Vh N1, N4, N5
E. curvula (Schrad.) Nees ++ □ Er Aa N1
E. maypurensis (Kunth) Steud. ® Er Vr N1, N4, N5, N8, S11D
E. pilosa (L.) P.Beuv. ex Roem. & Schult. ++ Er Aa S11D
E. rufescens Schrad. ex Schult. Er Vr, Aa N1, N4, N6, S11D
E. tenella (L.) P.Beauv. ex Roem. & Schult. ++ Er Aa S11D
E. unioloides (Retz.) Nees ex Steud. ++ Er Aa N1, N2
Hildaea breviscrobs (Döll) C.Silva & R.P.Oliveira ® Er Ff S11D
H. pallens (Sw.) C.Silva & R.P.Oliveira Er Ff N7, N8
H. tenuis (J.Presl & C.Presl) C.Silva & R.P.Oliveira Er Ff N3, N5, S11B, ST
Hildaea sp. Er Vr, Ff N4, N5, S11A, S11B, ST
Homolepis aturensis (Kunth) Chase + Er Ff, Aa N3, N4
Ichnanthus calvescens (Nees ex Trin.) Döll ® Er Vr, Ff N4, N7, S11D, ST, SB
I. leptophyllus Döll Er Vr, Ff S11A, ST
Isachne polygonoides (Lam.) Döll Er Vh N1, N3, N5, N7, N8, S11B, S11D, SB
Lasiacis ligulata Hitchc. & Chase Er Ff N2
Luziola peruviana Juss. ex J.F.Gmel. ® Er Vh SB
Melinis minutiflora P.Beauv. ++ □ Er Aa N5, SB
Mesosetum annuum Swallen Er Vr N1, N3, N6, N7, S11A, S11B, S11D, SB
M. cayennense Steud. ® Er Vr N1, N3, N4, N5, S11C, S11D, ST, SB
M. filifolium F.T.Hubb. Er Vr N1, N3, N6, N7, S11A, S11D, ST,
Olyra latifolia L. ® Er Ff N4, S11D
Oryza glumipatula Steud. Er Vh N7, S11A, S11D
Otachyrium versicolor (Döll) Henrard Er Vh S11A
Panicum aquarum Zuloaga & Morrone Er Vh SB
P. millegrana Poir. ® Er Ff N5, S11D, ST
Paratheria prostrata Griseb. ® Er Vh S11D, SB
Parodiolyra micrantha (Kunth) Davidse & Zuloaga ® Er Ff N1, N2, N4
Paspalum axillare Swallen ® Er Vr, Ff N3, N4, N5, S11A, S11C
P. carajasense S.Denham Er Vr N1, N4, N5, N7, N8
Paspalum cangarum C.O. Moura, P.L. Viana, R.C. Oliveira Er Vr S11A, S11B, SB
P. cinerascens (Döll) A.G.Burm. & M.Bastos Er Vr, Ff N1, S11A, S11D, ST
P. conjugatum P.J.Bergius + Er Aa N1, N7, N8, ST, SB
P. densum Poir. Er Aa N2, N4, N5
P. expansum Döll Er Vr, Ff N7, SB
P. foliiforme S.Denham ® Er Vr N3, N4, N7, N8, SB
P. gardnerianum Nees Er Vr N1
P. lanciflorum Trin. Er Vr N1, N3, N4, S11A, S11C, S11D, SB
P. melanospermum Desv. ex Poir. Er Vr, Aa N1, N2, N4, N7
P. multicaule Poir. + Er Vr, Aa N1, N3, N4, N6, N7, SB
P. pallens Swallen Er Vh N7, S11D, ST, SB
P. paniculatum L. + □ Er Aa ST
P. parviflorum Rhode ex Flüggé Er Vr, Vh N1, N4, N5
P. reticulinerve Renvoize ® Er Vr N1, N3
P. spissum Swallen Er Vr N1, N3, N4, N5, N6, S11A, S11B, S11D
P. virgatum L. + Er Aa N1, S11D
Paspalum sp. Er Vr, Ff S11D, SB
Rhytachne gonzalezii Davidse ® Er Vh N1, N4, N7, N8, S11A, S11B, S11D, SB
Rugoloa pilosa (Sw.) Zuloaga + Er Vr, Ff, Aa N3, N4, N6, N7, N8, S11C, S11D, SB
R. polygonata (Schrad.) Zuloaga Er Vh N1, N4, N5, N8
Sacciolepis myuros (Lam.) Chase Er Vh ST
Sorghum halepense (L.) Pers. ++ Er Aa S11D
Sporobolus indicus (L.) R.Br. ++ Er Aa S11D
S. multiramosus Longhi-Wagner & Boechat ® Er Vr N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7, N8, S11B, S11D, ST, SB
Steinchisma laxum (Sw.) Zuloaga Er Vr, Vh, Aa N1, N4, N7, S11B, S11C, S11D, ST, SB
Steirachne barbata (Trin.) Renvoize Er Vr N1
Streptostachys asperifolia Desv. Er Vr, Ff N1, N3, N4, N5, N6, N7, S11D, ST,
Trachypogon spicatus (L.f.) Kuntze Er Vr N1, N3, N4, N5, N6, N8, S11D, SB
Trichanthecium cf. arctum (Swallen) Zuloaga & Morrone Er Vr, Vh N1, N4, N5, N6, N7, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, SB
T. cyanescens (Nees ex Trin.) Zuloaga & Morrone Er Vr, Vh N3, N4, N6, S11B, ST, SB
T. parvifolium (Lam.) Zuloaga & Morrone Er Vh N1, N4, N6, S11B, S11D, ST, SB
Tristachya chrysothrix Nees Er Vr S11D
Urochloa brizantha (Hochst. ex A.Rich.) R.D.Webster ++ □ Er Aa N4
U. decumbens (Stapf) R.D.Webster ++ □ Er Aa Serra Norte
U. maxima (Jacq.) R.D.Webster ++ Er Aa SB
Polygalaceae - Pastore & Silveira (2016)
Bredemeyera divaricata (DC.) J.F.B.Pastore Li Vr N1, S11B
B. floribunda Willd. ® ∆ □ Li Vr N4, N6, S11A, ST, SB
Caamembeca spectabilis var. spectabilis (DC.) J.F.B.Pastore ® Er Vr, Ff N1, N4, N5, N7, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, SB
Polygala adenophora DC. ® Er Vh N1, N3, N4, N5, N6, N7, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
Securidaca diversifolia (L.) S.F.Blake Li Vr, Ff N1, N6, N7, S11A, S11B, S11C, S11D,
S. rivinifolia var. parvifolia A.W.Benn. Li Vr, Ff N5, N6, ST
S. rivinifolia var. rivinifolia A.St.-Hil. & Moq. ® Li Vr, Ff N3, ST, SB
Polygonaceae - Melo (2018)
Coccoloba coronata Jacq. Ar-Arb Ff S11D
C. parimensis Benth. Li Ff S11C
Polygonum acuminatum Kunth Er Vh N3
P. hydropiperoides Michx. Er Vh SB
Pontederiaceae - Sousa & Giulietti (2016)
Heteranthera oblongifolia Mart. ex Schult. & Schult.f. Er Vh S11D
H. reniformis Ruiz & Pav. Er Vh S11D
Portulacaceae - Giulietti & Coelho (2018)
Portulaca sedifolia N.E.Br. ® Er Vr, Vh N4, N6, N7, N8, S11D, ST, SB
Primulaceae - Freitas & Luma (2017)
Clavija lancifolia subsp. chermontiana (Standl.) B.Ståhl Arb Ff N4, S11A, S11C, S11D
C. macrophylla (Link ex Roem. & Schult.) Miq. Arb Ff N4
Cybianthus detergens Mart. ® Ar-Arb Ff N1, N4, S11C, S11D
C. penduliflorus Mart. Ar-Arb Vr, Ff N1, N3, N4, N7, S11D
Cybianthus sp. Arb Vr N1
Proteaceae - Hall (2016)
Roupala montana Aubl. ® Ar Vr, Ff N1, N3
Quiinaceae - Botelho & Rocha (2018)
Quiina pteridophylla (Radlk.) Pires Ar Ff N1
Rubiaceae - Zappi et al. (2017)
Alibertia edulis (Rich.) A.Rich. ex DC. Ar-Arb Vr, Ff N1, N3, N5, S11A, S11C, S11D, ST
Augusta longifolia (Spreng.) Rehder Arb Ff S11B, S11D
Borreria alata (Aubl.) DC. + ® Sb Aa N5, N7, S11B, S11D, ST, SB
B. carajasensis E.L.Cabral & L.M.Miguel ® Sb Vr N1, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
B. elaiosulcata E.L.Cabral & L.M.Miguel ® Sb Vr N1, N2, N3, N4, N5, N6, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
B. heteranthera E.L.Cabral & Sobrado ® Er Vr N1, N4, N5, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
B. hispida Spruce ex K.Schum. ® Er Vr, Aa N1, N4, N7, S11A, S11B, S11C, S11D, ST
B. hyssopifolia (Roem. & Schult.) Bacigalupo & E.L.Cabral Er Vh Serra Norte, Serra Sul
B. ocymifolia (Willd. ex Roem. & Schult.) Bacigalupo & E.L.Cabral + ® Sb Aa N3, S11D
B. paraensis E.L.Cabral & Bacigalupo® Er Vr N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7, N8, S11B, S11C, S11D, ST, SB
B. semiamplexicaulis E.L.Cabral® Er Vr, Vh N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7, N8, S11A, S11B, S11D, SB
B. spinosa Cham. & Schltdl. ex DC. Sb Vr S11A
B. verticillata (L.) G.Mey. + ® ∆ □ Sb Aa N1, N2, N3, N5, S11B, S11D, SB
Borreria sp. Sb Vr N5, ST
Carajasia cangae R.M.Salas, E.L.Cabral & Dessein ® Er Vr S11A, S11B, S11C, S11D
Chomelia ribesioides Benth. ex A.Gray ® Sb Vr, Vh N2, S11A, S11C, SB
Cordiera myrciifolia (K.Schum.) C.H.Perss. & Delprete ® Arb Vr, Ff N1, N2, N6, S11A, S11C, S11D, ST
Faramea capillipes Müll.Arg. Arb Ff N1, N2, N5, S11A, S11B, S11D, ST
F. multiflora A.Rich. Arb Ff S11B, S11C, ST, SB
Geophila cordifolia Miq. Er Ff N5
Hexasepalum teres (Walter) J.H.Kirkbr. Er Vr, Aa N3
Limnosipanea spruceana Hook.f. ® Er Vh SB
Margaritopsis inconspicua C.M.Taylor Arb Ff S11B
Mitracarpus carajasensis E.L.Cabral, Sobrado & E.B.Souza ® Er Vr, Ff N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
Palicourea deflexa (DC.) Borhidi Arb Ff N3, S11A, S11B, S11D, SB
P. guianensis Aubl. Ar-Arb Ff N2, S11A, S11B, S11C, S11D
P. marcgravii A.St.-Hil. ® Arb Ff S11D, ST
P. racemosa (Aubl.) Borhidi® Arb Ff S11A, S11D, SB
Perama carajensis J.H.Kirkbr. ® Er Vr, Ff N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
Psychotria appendiculata Müll.Arg. Arb Ff S11D, ST
P. carthagenensis Jacq. Arb Ff N2, N7, S11B, S11D
P. colorata (Willd. ex Schult.) Müll.Arg. Arb Ff N1, N5, S11A, S11C, S11D, ST, SB
P. hoffmannseggiana (Willd. ex Schult.) Müll.Arg. ® Sb Ff N1, N3, N4, N5, S11B, S11C, S11D, ST, SB
P. iodotricha Müll.Arg Sb Ff S11D
P. lupulina Benth. Sb Ff S11D, SB
P. prunifolia (Kunth) Steyerm. Sb Ff S11A, SB
P. trichosepala Müll.Arg. Sb Ff N1, ST, SB
P. variegata Steyerm. Er Ff N4
Remijia amazonica K.Schum. ® Arb Ff S11A, S11C, S11D
Richardia scabra L. Er Aa SB
Rudgea longiflora Benth. Arb Ff S11A, S11B, S11D
Sabicea grisea Cham. & Schltdl. ® Li Vr, Ff N2, ST
Schizocalyx cuspidatus (A.St.-Hil.) Kainul. & B.Bremer Ar Vr, Ff N1, S11A, S11B, S11C, S11D
Spermacoce exilis (L.O.Williams) C.D.Adams Er Ff, Aa N7, ST, SB
Tocoyena formosa (Cham. & Schltdl.) K.Schum. ® Ar-Arb Vr N1, SB
Uncaria guianensis (Aubl.) J.F.Gmel. Li Ff S11A, S11D
Rutaceae - Pirani & Devecchi (2018)
Dictyoloma vandellianum A.Juss. ® Arb Vr, Aa Serra Norte
Ertela trifolia (L.) Kuntze ® Sb Ff N8, ST, SB
Esenbeckia cowanii Kaastra Arb Vr, Ff N1
Pilocarpus carajaensis Skorupa® Arb Vr, Ff N4, N5, S11D
P. microphyllus Stapf ex Wardleworth ® Arb Ff N1, N2, N3, N6
Spiranthera parviflora Sandwith Arb Ff N1, N2, N3
Zanthoxylum apiculatum (Sandwith) P.G.Waterman Ar Ff Serra Norte
Z. monogynum A.St.-Hil. Ar Ff Serra Norte
Salicaceae - Marquete & Zappi (2018)
Casearia arborea (Rich.) Urb. Ar Vr, Ff N5, S11D
C. grandiflora Cambess. Ar Vr,Ff, Aa N2, N3, N7, S11D
C. javitensis Kunth ® Ar Ff N1, N2, S11B, S11D
C. pitumba Sleumer Ar Ff S11D
Ryania pyrifera (Rich.) Uittien & Sleumer Ar-Arb Ff N1, N5, N7
R. speciosa Vahl Ar-Arb Ff N1
Santalaceae - Caires (2017)
Dendrophthora warmingii (Eichler) Kuijt Par Ff ST
Phoradendron crassifolium (Pohl ex DC.) Eichler Par Ff N3
P. dipterum Eichler Par Ff N3
P. mucronatum (DC.) Krug & Urb. Par Ff N1
P. obtusissimum (Miq.) Eichler Par Ff Serra Norte
P. piperoides (Kunth) Trel. Par Ff Serra Sul
P. quadrangulare (Kunth) Griseb. ® Par Vr, Ff N1, N2, N3, N4, S11A, S11B, S11D, ST
P. tunaeforme (DC.) Eichler ® Par Vr, Ff S11A, S11B, S11C, S11D
Sapindaceae - Barbosa et al. (2018)
Allophylus latifolius Huber Ar Ff N2, S11B, S11D
A. racemosus Sw. Ar Vr N1, S11D
A. semidentatus (Miq.) Radlk. Ar Ff S11A, S11D, ST
Matayba guianensis Aubl. Ar Vr, Ff N5, S11A, S11B, S11C, S11D
M. inelegans Spruce ex Radlk. Ar Vr, Ff S11D
M. spruceana (Benth.) Radlk. Ar Ff N1
Serjania caracasana (Jacq.) Willd. Li Vr, Ff S11A, S11B, S11C, S11D, ST
S. lethalis A.St.-Hil. Li Vr, Ff S11B
Sapotaceae - Terra-Araújo & Zappi (2018)
Pouteria ramiflora (Mart.) Radlk. ® Ar Vr N1, N2, N3, N4, N6, S11A, S11B, S11D, ST
Simaroubaceae - Devecchi & Pirani (2016)
Simaba guianensis Aubl. Ar-Arb Vr, Ff N1, N4, N5
Simarouba amara Aubl. ® Ar Vr N1, N6, S11A, S11C, S11D
Siparunaceae - Hall & Meirelles (2017)
Siparuna ficoides S.S.Renner & Hausner Ar Ff SB
Smilacaceae - Andreata & Watanabe (2018)
Smilax irrorata Mart. ex Griseb. ® Li Vr, Ff N1, N2, N6, S11A, S11C, S11D, ST, SB
S. syphilitica Humb. & Bonpl. ex Willd. Li Ff N1, N3, S11A, S11B, S11C, S11D
Solanaceae - Giacomin & Gomes (2018)
Hawkesiophyton ulei (Dammer) Hunz. Arb Ff S11A, S11D
Physalis angulata L. ++ Er Aa N5, SB
Schwenckia americana L. Er Vr, Ff S11D, ST
Solanum acanthodes Hook.f. Arb Ff Serra Norte
S. americanum Mill. + □ Er Aa N1, N4, SB
S. campaniforme Roem. & Schult. ® Arb Vr, Ff N1, N2, N5, N6, N7, S11A, S11D, ST
S. coriaceum Dunal Li Ff N1
S. crinitum Lam. Ar-Arb Vr, Ff N4, N5, S11D
S. incarceratum Ruiz & Pav. Arb Vr, Ff SB
S. leucocarpon Dunal Ar-Arb Ff, Aa S11D
S. paniculatum L. Arb Vr, Aa ST
S. rugosum Dunal ® Ar-Arb Vr, Aa N4, S11D
S. schlechtendalianum Walp. Arb Vr, Ff, Aa N1, N3, N4, S11D
S. semotum M.Nee Ar-Arb Ff N1, N5, ST
S. sisymbriifolium Lam. Arb Vr, Aa S11D, SB
S. subinerme Jacq. ® Arb Vr, Ff N1, N2, ST
S. tegore Aubl. Ar Ff Serra Norte
S. torvum Sw. + Arb Vr, Aa S11D
S. uncinellum Lindl. Li Ff N1, N4, S11D, SB
S. velutinum Dunal ® Arb Vr, Ff N5, S11C, S11D, ST, SB
Styracaceae - Viana & Mota (2016)
Styrax griseus P.W.Fritsch Arb Vr N1, N3, N4, N7, S11A, S11B, S11C, S11D
S. pohlii A.DC. Ar-Arb Ff N1, N5, S11A, S11B, S11C, S11D
Thymelaceae - Mota & Giulietti (2016b)
Daphnopsis filipedunculata Nevling & Barringer ® Ar Ff N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7
Trigoniaceae - Nunes & Gil (2017)
Trigonia nivea Cambess. Sb Ff N1, N3, N4, N5, ST
Turneraceae - Rocha (2018)
Turnera coerulea var. surinamensis (Urb.) Arbo & Fernández ® Arb Vr SB
T. glaziovii Urb. ® Arb Vr, Ff N2, N3, N4, N6, S11A, S11B, S11C, S11D, ST
T. laciniata Arbo Sb Vr S11D
T. melochioides var. arenaria Urb. Sb Vr N1, N3, N4, N8, ST
T. melochioides var. latifolia Urb. Sb Vr N5, N6, N7, S11D, ST
Urticaceae - Gaglioti et al. (2016)
Urera caracasana (Jacq.) Griseb. Arb Ff S11D, SB
Velloziaceae - Mello-Silva (2018)
Vellozia glauca Pohl ® Er Vr N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7, N8, S11B, S11D, ST, SB
Verbenaceae - Carodos et al. (2018)
Lantana hirsuta M.Martens & Galeotti Arb Aa SB
L. paranaensis (Moldenke) R.W.Sanders. Arb Aa N1, N2, N5
Lippia grata Schauer ® Arb Vr, Ff N1, N4, N5, S11A, S11B, S11C, S11D, ST
Stachytarpheta cayannensis (Rich.) Vahl + ® Arb Aa S11D, ST
Vitaceae - Lombardi (2016)
Cissus apendiculata Lombardi ® Li Vr, Ff N1, N4, N7, S11A, S11B, S11C, ST,
C. erosa Rich. ® Li Vr, Ff N1, N4, N5, S11A, S11B, S11D, SB
C. sulcicaulis (Baker) Planch. - Fernandes 179 Li Ff N5
C. tinctoria Mart. in Spix & Mart. Li Vr, Ff N1, N3, N4, N5
C. verticillata (L.) Nicolson & C.E.Jarvis Li Aa N5
Vochysiaceae - Shimizu & Gonçalves (2017)
Callisthene microphylla Warm. ® Ar Ff N1, N3, N4, N5, N6, N8, S11B, S11C, S11D, ST, SB
Qualea multiflora Mart. Ar Ff S11D
Q. parviflora Mart. Ar Ff N4, S11A, S11B, S11D
Vochysia haenkeana Mart. ® Ar Ff N1, S11D
Xyridaceae - Mota & Wanderley (2016)
Xyris brachysepala Kral ® Er Vr, Vh N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7, N8, S11A, S11B, S11C, S11D, ST, SB
X. lacerata Pohl ex Griseb. - Falcão 453 Er Vr, Vh SB
X. macrocephala Vahl ® Er Vh N3, N4, N6, S11A, S11C, ST
X. savanesis Miq. - Falcão 451 Er Vh SB
Total de espécies por bloco de Serra N1(392), N2(130), N3(224), N4(282), N5(267), N6(100), N7(114), N8(104), S11A(240), S11B(209), S11C(186), S11D(416), ST (228) e SB (230).

Os novos esforços de coleta e o estudo dos espécimes pelos especialistas detectaram a ocorrência de famílias não listadas por Viana et al. (2016), mas confirmadas para a canga das Serras de Carajás, como Apodanthaceae, Bixaceae, Cannabaceae, Droseraceae, Meliaceae, Monimiaceae e Siparunaceae. Por outro lado, apesar de terem sido listadas por Viana et al. (2016), Haloragaceae e Heliconiaceae ocorriam apenas na floresta, portanto estas não foram monografadas. Após verificação dos materiais herborizados e confronto com o banco de dados compilado para Carajás, também foi constatado que algumas famílias listadas no artigo inicial e monografadas, como Peraceae e Ranunculaceae, não contam com representantes de canga. Uma situação similar ocorreu nas monografias de Elaeocarpaceae e Rhizophoraceae, embora não listadas no artigo introdutório da FCC, foram publicadas mesmo não possuindo espécies ocorrentes em áreas de canga. Por este motivo, Peraceae, Ranunculaceae, Elaeocarpaceae e Rhizophoraceae não foram incluídas na listagem final.

O sistema de classificação adotado para elaboração da lista de Angiospermas foi baseado em APG IV (APG 2016), exceto para as famílias Passifloraceae (segregada de Turneraceae na publicação), Ochnaceae (publicada separadamente de Quiinaceae) e Boraginaceae (representada por Cordiaceae e Heliotropiaceae).

Nomes de espécies indeterminadas no tratamento da flora, porém descritas posteriormente à publicação das monografias foram atualizados na lista final, assim como rearranjos nomenclaturais mais recentes.

Para determinação dos hábitos das espécies foram utilizadas as seguintes categorias: árvores (incluindo palmeiras com caule), arbustos, subarbustos, ervas, lianas e parasitas. Em alguns casos, espécies foram assinaladas com mais de um hábito. Estas informações foram extraídas das publicações de monografias da FCC. Nos casos em que a informação fornecida encontrava-se incompleta ou ausente, foram consultadas bases de dados disponíveis on-line, como: Flora do Brasil (2020, em construção) e WCSP (2018).

A distribuição das espécies na área de estudos foi indicada pelos blocos de canga da Serra Norte (N1, N2, N3, N4, N5, N6, N7, N8), Serra Sul (S11A, S11B, S11C, S11D), Serra do Tarzan e Serra da Bocaina (Fig. 1). Foram consideradas endêmicas da área de estudos aquelas espécies com distribuição conhecida restrita às cangas da FLONA de Carajás e do PNCF. Espécies com ocorrência em cangas fora da área de estudos (e.g., Serra de Campos, Serra do Cristalino, Serra Arqueada), mesmo que consideradas endêmicas das cangas de Carajas, não foram incluídas na lista de endêmicas do presente estudo.

Para os tipos de ambiente, foram consideradas as três categorias da vegetação de canga de Carajás propostas por Mota et al. (2015): vegetação rupestre aberta, que é a vegetação herbácea a arbustiva, não florestal, associada às rochas ferruginosas; vegetação hidromórfica, que inclui lagos, brejos e cursos d’água, sazonais ou perenes; formações florestais, que incluem os capões e matas baixas, decíduos a semi-decíduos, que crescem sobre afloramentos ferruginosos.

Para as comparações florísticas entre as formações de canga no Brasil, compilou-se uma listagem geral para a região do Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais (Carmo & Jacobi 2016; Messias & Carmo 2015; Viana & Lombardi 2007), e para a região de Corumbá, Mato Grosso do Sul (Takahasi 2015). Espécies com determinação imprecisa (cf. ou aff.) foram excluídas das comparações. Ajustes de sinônimos entre as listas florísticas foram realizados, quando necessário, utilizando a base de dados do projeto Flora do Brasil (2020, em construção).

A indicação de espécies invasoras, exóticas ou nativas, segue as Instruções Normativas 4 (2011) e 11 (2014), com modificações propostas por Giulietti et al. (2018). Adicionalmente, dados contidos nas monografias publicadas da FCC foram consultados para esse fim. As espécies com amostras no banco de DNA foram também indicadas.

Resultados

O presente levantamento das espécies de fanerógamas das cangas da Serra dos Carajás conta com 116 famílias, 419 gêneros e 856 espécies (Tab. 1). Oito espécies que não haviam sido monografadas nos tratamentos da FCC estão incluídas nesta listagem: Philodendron blanchetianum (Araceae), Ipomoea procumbens, I. reticulata, I. setifera (Convolvulaceae), Passiflora foetida (Passifloraceae), Cissus sulcicaulis (Vitaceae), Xyris lacerata e X. savanensis (Xyridaceae), sendo o primeiro registro de C. sulcicaulis para o estado do Pará. Dessas espécies, 258 possuem amostra de DNA total extraído (Tab. 1).

A família mais rica para as cangas da Serra dos Carajás foi Poaceae (86 spp.), seguida de Fabaceae (65), Rubiaceae (46), Cyperaceae (45), Melastomataceae (41), Asteraceae (34), Orchidaceae (27), Myrtaceae (26), Apocynaceae (21), Convolvulaceae e Solanaceae (20 spp. cada), representando cerca de 48,07% das espécies amostradas (Tab. 2; Fig. 2). Do total de 419 gêneros, 269 são representados por apenas uma espécie, 64 por duas, 38 por três, que somados totalizam quase 60% da riqueza da FCC. Já os gêneros mais representativos, Miconia (20), Paspalum (19), Solanum (16), Myrcia (14), Cyperus (13), Rhynchospora,Piper,Borreria e Ipomoea (12 spp. cada), Mimosa e Utricularia (11 spp. cada), representam aproximadamente 16% da riqueza da FCC (Fig. 3).

Tabela 2 Relação das dez famílias de fanerógamas mais ricas nas áreas de canga de Carajás, Corumbá, e Quadrilátero Ferrífero. 

Table 2 List of the ten richest seed plant families in the canga of Carajás, Corumbá, Quadrilátero Ferrífero 

Serra dos Carajás Corumbá Quadrilátero Ferrífero
1 Poaceae Poaceae Asteraceae
2 Fabaceae Fabaceae Poaceae
3 Rubiaceae Cyperaceae Orchidaceae
4 Cyperaceae Malvaceae Fabaceae
5 Melastomataceae Euphorbiaceae Melastomataceae
6 Asteraceae Convolvulaceae Myrtaceae
7 Orchidaceae Apocynaceae Rubiaceae
8 Myrtaceae Malpighiaceae Cyperaceae
9 Apocynaceae Portulacaceae Apocynaceae
10 Convolvulaceae/Solanaceae Cactaceae Solanaceae

Figura 2 As 10 famílias mais representativas das cangas da Serra dos Carajás 

Figure 2 Top 10 families in the canga of the Serra dos Carajás 

Figura 3 Gêneros mais representativos das cangas da Serra dos Carajás 

Figure 3 Most representative genera of the canga of the Serra dos Carajás 

Em relação aos grandes grupos de angiospermas, três espécies aquáticas pertencem à ordem Nymphaeales. As Magnoliídeas são representadas por 28 spp. (3,2%), com destaque para Piperaceae com 19, perfazendo mais da metade das espécies de Magnoliídeas da FCC. As Monocotiledôneas totalizaram 239 spp. (27,9%), tendo amostras de quase todas as suas ordens, exceto por Acorales e Petrosaviales. As Eudicotiledôneas agruparam um total de 585 spp. (68,34%), correspondendo ao grupo taxonômico com maior riqueza específica, com espécies distribuídas em praticamente todos os grupos desde as Rosídeas até as Asterídeas. Gnetum nodiflorum foi a única Gimnosperma registrada na FCC.

As ervas estão mais representadas na área de estudos, com 347 spp. (40,5%), enquanto os subarbustos acumularam 62 spp. (7,2%) e arbustos 153 spp. (17,9%). Quarenta e quatro espécies (5,1%) foram descritas com hábito variável. As árvores, incluindo cinco espécies da família Arecaceae (palmeiras), foram representadas por 119 spp. (14%). As lianas reuniram um total de 109 spp. (12,7%). As 22 espécies parasitas representam 2,6% da riqueza local.

Das 856 espécies registradas nas cangas da área de estudos, 492 (247 exclusivas) tem registros nas formações florestais de canga, 418 (128 exclusivas) ocorrem em vegetação rupestre aberta e 174 (99 exclusivas) ocorrem em vegetação hidromórfica, sendo que 319 espécies ocorrem em mais de um dos hábitats destacados. Nas áreas abertas, incluindo vegetação hidromórfica e vegetação rupestre aberta, são registradas 534 espécies de fanerógamas. As formações florestais compartilham um número muito maior de espécies com a vegetação rupestre aberta (223 spp.), quando comparada com as compartilhadas com a vegetação hidromórfica (22 spp.). Apenas 12 espécies são compartilhadas entre os três habitat. Por fim, 119 espécies podem ser associadas aos ambientes alterados, sendo que destas 64 foram registradas apenas nestes ambientes (Tab. 1).

A Serra Norte foi a localidade que apresentou maior riqueza, com 659 espécies de fanerógamas, seguida da Serra Sul (545), Serra da Bocaina (230) e Serra do Tarzan (228). As cangas do PNCF (Serra da Bocaina e Serra do Tarzan) abrigam juntas 351 espécies de fanerógamas. Individualizando as duas primeiras serras, os blocos com maior riqueza foram S11D (416 spp.) na Serra Sul, seguidos de N1 (392), N4 (283) e N5 (267), na Serra Norte (Tab. 1). Estes blocos também figuram entre as áreas com maior amostragem: N1 (1737 espécimes), S11D (1411), N4 (747) e N5 (648), além de possuírem maior área em km2.

Com base nos dados apresentados na flora e nas publicações subsequentes (Nunes et al. 2015), 24 espécies e uma subespécie são consideradas endêmicas das cangas da FLONA de Carajás e do PNCF: Philodendron carajasense (Araceae), Cavalcantia glomerata, Lepidaploa paraensis, Parapiqueria cavalcantei (Asteraceae), Ipomoea cavalcantei (Convolvulaceae), Bulbostylis cangae, Eleocharis pedrovianae, Hypolytrum paraense (Cyperaceae), Erythroxylum carajasense, Erythroxylum nelson-rosae (Erythroxylaceae), Sinningia minima (Gesneriaceae), Cuphea carajasensis (Lythraceae), Mouriri cearensis subsp. carajasica (Melastomataceae), Uleiorchis longipedunculata (Orchidaceae), Picramnia ferrea (Picramniaceae), Peperomia albopilosa, Peperomia pseudoserratirhachis (Piperaceae), Axonopus carajasensis, Paspalum cangarum,P. carajasense (Poaceae), Borreria elaiosulcata,B. heteranthera,Carajasia cangae (Rubiaceae), Daphnopsis filipedunculata (Thymelaeaceae) e Xyris brachysepala (Xyridaceae) (Tab. 1).

Dentre as espécies potencialmente invasoras, foram registradas 53 espécies nativas problema e 17 exóticas invasoras (Tab. 1). Os corpos de canga com maior número de registros de espécies invasoras, exóticas e/ou nativas problema são S11D (36 spp.), N1 (23 spp.), N4 e N5 (22 spp.), Serra da Bocaina (19 spp.) e N3 (14 spp.)

Verificou-se um número reduzido de espécies compartilhadas entre as cangas do FCC e as das outras áreas, com 96 espécies em comum entre as cangas de Carajás e as do QF, perfazendo 11% das espécies encontradas nas cangas de Carajás. Apenas 25 espécies das cangas de Corumbá foram encontradas também nas cangas de Carajás, representando 3% das espécies. As cangas de Corumbá também aparentam ter pouco em comum com aquelas do QF, apresentando apenas 18 espécies em comum (Tab. 1; Fig. 4).

Figura 4 Diagrama de Venn mostrando as relações florísticas das cangas da Serra dos Carajás no estado do Pará, do Quadrilátero Ferrífero no estado de Minas Gerais e de Corumbá no Mato Grosso do Sul. 

Figure 4 Venn diagram showing the floristic relationships between canga sites in the Serra dos Carajás in Pará state, of the Quadrilátero Ferrífero in Minas Gerais and in Corumbá, Mato Grosso do Sul. 

Discussão

Riqueza taxonômica da flora das cangas de Carajás

No primeiro estudo florístico abrangente para as cangas da Serra de Carajás, Silva et al. (1991) registraram 231 espécies em 57 famílias de fanerógamas. Por outro lado, a estimativa inicial do projeto FCC era de 600 espécies, sendo 111 famílias de angiospermas e uma de gimnospermas (Viana et al. 2016). Porém, a identificação de espécimes indeterminados ou com identificação equivocada, associada ao grande número de coletas recentes, colaboraram substancialmente para o aumento do número de espécies registradas pela FCC, saltando para 856, em 115 famílias de angiospermas e uma de gimnospermas. As mais de 3.500 amostras coletadas entre 2015 e 2017 pela equipe do projeto foram fundamentais para o aumento do conhecimento das espécies das cangas da Serra dos Carajás. Tais coletas, além de contribuírem com novos registros, também forneceram dados para compreender a distribuição das espécies na área. Especificamente para a Serra Norte, onde Secco & Mesquita (1983) apresentam uma listagem pioneira para a região com 83 espécies de fanerógamas. O presente trabalho apresenta um incremento expressivo para esta mesma Serra, registrando 659 espécies com ocorrência para as cangas.

As dez famílias mais ricas da FCC representam 48,1% da flora das cangas de Carajás, enquanto a metade das espécies está distribuída nas 106 famílias restantes. Em comparação com números globais para o Brasil apresentados pelo BFG (2015), um padrão semelhante é encontrado, no qual as dez maiores famílias ficam em torno de 60%, sendo que as demais 233 famílias, representam os 40% restantes da flora do País.

As 856 espécies registradas na FCC, representam 2,6%, da flora do Brasil, 7%, da Amazônia brasileira e 13,1% do estado do Pará (Flora 2020, em construção). Já os 419 gêneros encontrados em Carajás representam 14%, 21,7% e 28,6% dos gêneros registrados no Brasil, na Amazônia brasileira e no estado Pará, respectivamente (Flora 2020, em construção). Considerando que a cangas de Carajás representam uma diminuta parcela do território brasileiro (~0,001%), trata-se de uma área de extrema importância em termos de sua biodiversidade vegetal.

O grande número de gêneros representados por poucas espécies pode ser um reflexo dos diferentes micro habitat observados nas cangas de Carajás (sensuMota et al. 2015), com representantes de gêneros tipicamente florestais, como Tapirira (Anacardiaceae), Protium (Burseraceae), Hirtella (Chrysobalanaceae), Hypolytrum (Cyperaceae), Bellucia (Melastomataceae), Olyra (Poaceae), dentre outros; gêneros associados a ambientes hidromórficos, como Sagitaria (Alismataceae), Cabomba (Cabombaceae), Apalanthe e Ottelia (Hydrocharitaceae), Nymphoides (Menyanthaceae), Nymphaea (Nymphaeaceae), Limnosipanea (Rubiaceae), Helantium (Alismataceae), Lindernia (Linderniaceae), Mayaca (Mayacaceae), Bacopa (Plantaginaceae), Oryza (Poaceae), Genlisea (Lentibulariaceae); gêneros associados a ambientes abertos não lacustres ou palustres como Cavalcantia e Lepidaploa (Asteraceae), Anemopaegma (Bignoniaceae), Cereus (Cactaceae), Lagenocarpus (Cyperaceae), Euploca (Heliotropiaceae), Cipura (Iridaceae), Cuphea (Lythraceae), Habenaria e Sobralia (Orchidaceae); rupícolas do interior de mata como Diastema, Goyazia e Phinea (Gesneriaceae), Epidendrum (Orchidaceae); rupícolas de áreas abertas como Parapiqueria (Asteraceae), Ananas e Dyckia (Bromeliaceae), Brasilianthus (Melastomataceae) e Carajasia (Rubiaceae), sendo que todos estes gêneros são representados por três ou menos espécies na área de estudos. Isso contrasta fortemente com a situação observada em certos tipos de vegetação aberta, como os campos rupestres do leste do Brasil, onde um pequeno número de gêneros contribui com muitas espécies simpátricas (Zappi et al. 2017).

Dentre os gêneros de fanerógamas mais ricos na área de estudos, destacam-se grupos de notável representatividade em formações florestais da Amazônia, como Miconia (20 espécies), Solanum (16), Myrcia (14) e Piper (12) (Cardoso et al. 2017), que, na área de estudos, são bem representados em formações florestais das cangas, como capões e áreas de transição entre a vegetação aberta e florestas adjacentes (Tab. 1). Outros gêneros com alta representatividade na área de estudos, por outro lado, são típicos de áreas abertas e representados por espécies herbáceas, como Paspalum (19 spp.), Cyperus (13 spp.), Rhynchospora (12 spp.), Utricularia (11 spp.), ou herbáceo-arbustivas, como Borreria (12 spp.) (Tab. 1).

Tipos de hábito

A predominância de ervas (347 espécies, ou 40,5% da riqueza total de fanerógamas) sobre os outros tipos de hábitos segue um padrão geral registrado para outros domínios fitogeográficos brasileiros, como o Cerrado, Pantanal, Caatinga e Pampa (BFG 2015). Nas cangas da Serra dos Carajás, há uma proporção de uma árvore (incluindo aquelas espécies que possuem hábito variável entre arbusto e árvore e palmeiras) para cada quatro espécies de erva, subarbusto, arbusto ou liana, contrastando com o padrão registrado para o domínio Amazônico, de uma árvore para cada dois outros tipos de hábito (BFG 2015).

Embora o estrato herbáceo seja também diverso em outras formações campestres do leste do Brasil, como os campos rupestres quartizítcos da Cadeia do Espinhaço, muitas dessas áreas apresentam composição florística majoritariamente formada por subarbustos ou arbustos com ramificações subterrâneas (xilopódios), adaptadas tanto a climas fortemente sazonais, como à ação recorrente de fogo (Neves & Conceição 2010). O substrato das cangas de Carajás é distinto se comparado com o solo laterítico com lençol freático profundo encontrado nos cerrados (Eiten 1972), assim como com os solos rasos e pedregosos de campos rupestres quartzíticos, com evidências de que a canga é mais permeável, porosa, e capaz de acumular água por um longo período de tempo (Carmo & Jacobi 2016).

Em um contexto amazônico, a região de Carajás representa uma área de alta riqueza em espécies de hábito herbáceo (347 spp.). Se considerarmos que são referidas 476 espécies herbáceas para todas as áreas de campinarana da Amazônia brasiliera (FBO 2020, em construção), as cangas da FLONA de Carajás e do PNCF apresentam uma relevante riqueza de espécies herbáceas, especialmente considerando a pequena área ocupada por essa vegetação (aprox. 120 km2). Por outro lado, este tipo de informação também sugere que possivelmente as áreas de campinarana estejam sub-amostradas, reforçando a necessidade de desenvolver projetos taxonômicos nos diferentes tipos de vegetação encontrados na região amazônica.

Uma outra particularidade das cangas de Carajás é a visível sazonalidade da vegetação em função do regime pluviométrico ao longo do ano. A região é marcada por um verão chuvoso e um inverno seco, com 3/4 da precipitação total anual concentrada nos três meses mais chuvosos, geralmente entre janeiro a março (Viana et al. 2016). No período mais seco, a paisagem das áreas abertas é marcada por arvoretas e arbustos caducifólios, como Cochlospermum orinocense (Bixaceae), Callisthene microphylla (Vochysiaceae), Mimosa acutistipula var. ferrea (Fabaceae), Erythroxylum spp. (Erythroxylaceae), Croton spp. (Euphorbiaceae), um número menor de arbustos e lianas sempre verdes, como Clusia spp. (Clusiaceae) e Norantea guianensis (Marcgraviaceae), e estrato herbáceo empobrecido, representado por algumas espécies de ervas perenes de Bromeliaceae (e.g.,Dyckia duckei, Pitcarnia burchellii), Cyperaceae (e.g., Bulbostylis cangae), Orchidaceae (e.g., Catasetum discolor e Sobralia liliastrum), Poaceae (e.g.,Axonopus longispicus,Paspalum cinerascens), Velloziaceae (Vellozia glauca), dentre outras. No período chuvoso observa-se uma profusão de espécies herbáceas anuais, como Cavalcantia glomerata,C. percymosa,Monogereion carajensis,Praxelis asperulacea (Asteraceae), Bulbostylis conifera e Rhynchospora acanthoma (Cyperaceae), Eriocaulon carajense (Eriocaulaceae), Utricularia physoceras (Lentibulariaceae), Lindernia brachyphylla (Linderniaceae), Brasilianthus carajensis (Melastomataceae), Paspalum cangarum,P. carajasense,Sporobolus multiramosus,Trichanthecium aff. arctum (Poaceae), Perama carajasensis (Rubiaceae) e Xyris brachysepala (Xyridaceae), que, juntamente com os representantes de arbustos, árvores e lianas, geralmente repletos de folhas e flores neste período, transformam a acinzentada estação seca da canga em uma colorida paisagem.

A flora e os ambientes das cangas de Carajás

A vegetação de canga na Serra dos Carajás é caracterizada por um mosaico de distintas fitofisionomias associadas ao substrato ferruginoso (Mota et al. 2015; Cleef & Silva 1994). Entretanto, para facilitar a compilação dos dados, aqui foram considerados somente os três grandes grupos de formações vegetais propostos por Mota et al. (2015), desconsiderando-se os subgrupos de fitofisionomias propostos por estes ou outros autores.

Individualizando os tipos de ambiente, fica evidente a importância das formações florestais de canga na manutenção da riqueza da área de estudos, com 492 espécies registradas, sendo 247 exclusivas deste ambiente. No entanto, somando as duas formações abertas (vegetação rupestre aberta + vegetação hidromórfica), totalizam 534 espécies (271 exclusivas), percebe-se um maior equilíbrio no número de espécies entre áreas abertas e formações florestais.

A vegetação hidromórfica, apesar de possuir o menor número de espécies registradas (174 spp.), é o habitat com maior proporção de espécies exclusivas (ca. 57%), em relação às formações florestais e vegetação rupestre aberta, com 50 e 31%, respectivamente.

Tais resultados evidenciam a importância de cada tipo de ambiente na contribuição da riqueza florística das cangas de Carajás. As formações florestais, geralmente caducifólias, de porte baixo e encontradas em forma de capões ou bordeando as formações abertas, sustentam uma flora peculiar, inclusive com táxons endêmicos, restritos a elas, como Hypolytrum paraense (Cyperaceae), Sinningia minima (Gesneriaceae), Mouriri cearensis subsp. carajasica (Melastomataceae), Peperomia pseudoserratirhachis (Piperaceae) e Daphnopsis filipedunculata (Thymelaeaceae) (Tab. 1).

Táxons endêmicos da área de estudos

As cangas de Carajás são áreas montanhosas antigas da Amazônia, com origem no pré-Cretáceo, quando eventos supergênicos do Sul do Pará deram origem às expressivas coberturas lateríticas da região (Ab’Saber 1986; Viana et al. 2016). Atualmente isoladas por uma matriz florestal, os blocos de cangas de Carajás são como ilhas de vegetação sobre substrato peculiar nas quais o isolamento geográfico pode ter promovido processos especiação e, consequentemente, endemismos. A relação de 24 espécies e uma subespécie endêmicas das cangas da FLONA de Carajás e PNCF representa 2,9% da riqueza florística da área de estudos (Tab. 1).

Vale destacar a presença de dois gêneros monoespecíficos restritos à área de estudos: Parapiqueria (Asteraceae) e Carajasia (Rubiaceae). Dois outros gêneros, Monogereion (Asteraceae) e Brasilianthus (Melastomataceae), são também restritos às cangas de Carajás, porém ocorrem fora do escopo da FCC (Cruz et al. 2016; Rocha et al. 2017) e não são tratados aqui como endêmicos da área de estudos. Outro ponto relevante é que essas 24 prováveis espécies endêmicas perfazem quase 5% das 443 espécies endêmicas do estado do Pará (FBO 2020, em construção), sublinhando a importância da contribuição das cangas da FLONA de Carajás de PNCF para o endemismo de fanerógamas a nível estadual.

Nas 120 monografias da FCC, 40 espécies foram assinaladas com identificação duvidosa, sendo que aproximadamente 50% desse total foram indicadas pelos autores como espécies ainda não descritas (Cruz et al. 2015; Koch & Ilkiu-Borges 2016; Nunes et al. 2016; Reis et al. 2017; Watanabe et al. 2017; Zappi et al. 2017; Chautems et al. 2018; Coelho 2018; Costa et al. 2018; Fernandes et al. 2018; Mattos et al. 2018; Rocha et al. 2017; Koch et al. 2018; Viana et al. 2018). Muitas destas possuem apenas coletas para as cangas de Carajás, sendo também potencialmente endêmicas. São recomendados esforços para solução destes problemas taxonômicos, além da ampliação de trabalho de campo em outras áreas rupestres na Amazônia para obter uma visão mais precisa sobre as espécies endêmicas da região.

Espécies potencialmente invasoras

As espécies consideradas potencialmente invasoras (exóticas e nativas problema) somam aproximadamente 12% das espécies analisadas. Os blocos de canga com maior número de espécies exóticas ou nativas problema coincidem com áreas com minas abertas, como S11D, N4 e N5, ou com áreas que se tornaram unidade de conservação recentemente, estando sob forte pressão antrópica, como a Serra da Bocaina que foi anexada ao PNCF apenas em 2017, e também com áreas historicamente ocupadas e áreas de suporte para as zonas minerárias, como N1 e N3 (STCP 2016).

Analisando os blocos de cangas com minas abertas, o número de espécies exóticas e/ou nativas problemas tem aumentado com abertura de novas minas ou ampliação das antigas. Como exemplo, podemos citar as novas ocorrências para as cangas de Carajás possivelmente associadas a abertura da mina de S11D, na Serra Sul, como Ipomoea procumbens com seu primeiro registro em 2017 (Zappi 3510), Bidens pilosa, em 2012 (Arruda 1222), Digitaria ciliaris com dois registros, um em 2009 e outro em 2015, ambos próximo ao acampamento Geosol na mina de S11D (Viana 4376 e Afonso 120), assim como Eragrostis pilosa, coletada em 2015 (Afonso 118) e E. tenella, em 2009 e 2015 (Viana 4371 e Afonso 115). Ademais, registros recentes provavelmente associados a ampliação das minas de N4, como Digitaria violascens, com primeiro registro em 2012 em N4WS (Viana 5315). Todas estas espécies supracitadas não haviam sido coletadas antes dos anos 2000 nas cangas de Carajás. Especificamente para o bloco S11D, foi elaborado um guia de identificação das espécies exóticas e nativas problema, contendo também propostas de manejo e erradicação para as exóticas (Giulietti et al. 2018).

A presença de diversas dessas espécies potencialmente invasoras na Serra da Bocaina, como Ageratum conyzoides,Emilia sonchifolia, Porophyllum ruderale, Cyperus agreggatus, Cantinoa americana, Phytolacca thyrsiflora e Paspalum conjugatum, pode estar associada ao seu histórico de alteração da paisagem e intenso uso da terra, como retirada de madeira e incêndios recorrentes. A Serra da Bocaina não possuía nenhum tipo de proteção até a criação do Parque Nacional Campos Ferruginosos em junho de 2017. É desejável o monitoramento das exóticas e nativas problemas nesta UC para um manejo adequado com fins de evitar uma disseminação dessas espécies nesta área de canga sob proteção integral.

Diversidade local em Carajás

As cangas estudadas perfazem uma área total de aproximadamente 120 km2, subdividida entre a Serra Sul (~ 46 km2), Serra Norte (~ 35 km2), Serra da Bocaina (~ 20 km2) e Serra do Tarzan (~ 8 km2), em altitudes variando entre aproximadamente 500 e 800 m.

A Serra Norte e Serra Sul, na FLONA de Carajás, abrigam 77% e 64%, respectivamente, das espécies de fanerógamas que ocorrem na área de estudos. Apesar da Serra Sul possuir uma área maior que a Serra Norte (~46Km2 vs. 35Km2), a comparação feita aqui aponta para um número de espécies ligeiramente inferior. Dois fatores podem explicar essa diferença entre as Serras Norte e Sul. A amostragem na Serra Norte é expresivamente maior (4.900 espécimes vs. 2.806 na Serra Sul) e a natureza descontínua das cangas da Serra Norte, cujos blocos são separados por uma matriz florestal, podem contribuir com a maior riqueza documentada para a Serra Norte em comparação à Serra Sul que, apesar de dividida em setores S11A, B, C e D, é caracterizada pela conectividade entre os diferentes blocos.

Analisando os blocos separadamente, os corpos de canga com maior riqueza em Carajás - S11D, N1, N4 e N5 - também correspondem às áreas historicamente melhor amostradas. A Serra Norte foi alvo das primeiras expedições em Carajás, sendo N1 o primeiro local investigado pelo botânico Paulo Bezerra Cavalcante no final da década de 1960, durante a implementação do Projeto Ferro Carajás (Viana et al. 2016). Durante esses mais de 45 anos de exploração da região, o bloco N1, que também conta com a maior área, foi frequentemente amostrado e hoje é considerado como a canga de Carajás com maior riqueza vegetal documentada, com 392 espécies.

Os blocos de N4 e N5 foram estudados desde a implementação do Projeto Ferro Carajás, pois foram as primeiras minas abertas para exploração de ferro (STCP 2016). Dada a importância econômica, muitos estudos de impacto ambiental foram realizados nestes platôs e, associados aos esforços da FCC, culminaram com o elevado número de espécies registradas para essas cangas. Entretanto grande parte da área original desses platôs já foi suprimida por atividades de mineração, restando cerca de 20% e 9% das cangas do N4 e N5, respectivamente, comparando as imagens do Google Earth antes e após a implementação destas minas e posterior ampliação. Um panorama semelhante está sendo construído na Serra Sul, com a implementação da mina de exploração de Ferro S11D, onde já foram suprimidas cerca de 12% das cangas desta Serra. Por isso, faz-se necessário que a flora desses platôs seja periodicamente avaliada quanta à sua composição, especialmente em relação a espécies endêmicas, a fim de subsidiar medidas preventivas para conservação da flora local.

A Serra da Bocaina e Serra do Tarzan agrupam o menor número de espécies vegetais associadas às cangas na área de estudos, com 27% e 26%, respectivamente. Tratam-se das serras menos amostradas e com área muito inferior à da Serra Norte e Sul. Essas Serras estão incluídas no PNCF e juntas englobam 351 espécies de fanerógamas nas cangas, ou cerca de 41% das espécies registradas para a FCC. Apesar do importante passo na conservação da vegetação das cangas da Serra dos Carajás com a criação de uma unidade de conservação de proteção integral, diversas espécies endêmicas das cangas de Carajás são conhecidas apenas para a FLONA de Carajás como Parapiqueria cavalcantei (Asteraceae), Ipomoea cavalcantei (Convolvulaceae), Axoponus carajasensis e Paspalum carajasense (Poaceae), Carajasia cangae (Rubiaceae) e Daphnopsis filipedunculata (Thymelaeaceae).

Cangas de Carajás, uma vegetação única

As 13 espécies compartilhadas pelas três áreas de canga analisadas (Carajás, QF e Corumbá) possuem distribuição relativamente ampla no Brasil: Cyperus aggregatus,C. laxus,C. sesquiflorus (Cyperaceae), Passiflora foetida (Passifloraceae) e Axonopus compressus (Poaceae) são registrados para todos os domínios fitogeográficos do Brasil; Blepharodon pictum (Apocynaceae), Commelina erecta (Commelinaceae), Evolvulus filipes (Convolvulaceae), Bulbostylis conifera (Cyperaceae), Sida linifolia (Malvaceae), Bredemeyera floribunda (Polygalaceae) e Borreria verticillata (Rubiaceae) para todos os domínios, com excessão do Pampa (BFG 2015); e Evolvulus lithospermoides (Convolvulaceae) é citado para a Amazônia e Cerrado, em áreas de campos limpos, campos rupestres e amazônicas (BFG 2015). Destas espécies, C. aggregatus e B. verticillata são também aqui consideradas potencialmente invasoras (Tab. 1).

Das 96 espécies compartilhadas entre a FCC e o QF, a grande maioria são de ampla distribuição no Brasil, sendo quase um terço (28 espécies) consideradas potencialmente invasoras (exóticas ou nativas problema) (Tab. 1): Asclepias curassavica (Apocynaceae), Ageratum conyzoides,Bidens pilosa,Emilia sonchifolia,Porophyllum ruderale (Asteraceae), Commelina benghalensis (Commelinaceae), Ipomoea procumbens (Convolvulaceae), Cyperus aggregatus,C. surinamensis (Cyperaceae), Chamaecrista nictitans, C. rotundifolia, Desmodium incanum (Fabaceae), Cuphea carthagenensis (Lythraceae), Sida rhombifolia, Waltheria indica (Malvaceae), Ludwigia octovalvis (Onagraceae), Andropogon bicornis, A. leucostachyus, Axonopus capillaris, Digitaria insularis, Eragrostis curvula, Erechtites hieracifolius, Melinis minutiflora, P. paniculatum, Urochloa brizantha, U. decumbens (Poaceae), Borreria verticillata (Rubiaceae), Solanum americanum (Solanaceae), Stachytarpheta cayannensis (Verbenaceae).

Dentre as famílias mais ricas nas áreas comparadas, apenas Poaceae, Fabaceae, Cyperaceae e Apocynaceae figuram entre as dez mais ricas nas três áreas. A relação das dez famílias mais ricas e QF é semelhante, mas a riqueza relativa de cada família nas duas áreas é distinta, com destaque para as mais ricas Poaceae, Fabaceae e Rubiaceae, em Carajás, e Asteraceae, Poaceae e Orchidaceae, no QF (Tab. 2).

Algumas famílias registradas na FCC não estão presentes na flora das cangas do QF, tais como Gnetaceae, Burseraceae, Caryocaraceae, Chrysobalanaceae, Combretaceae, Costaceae, Marantaceae, Marcgraviaceae, Simaroubaceae, Trigoniaceae. Gnetaceae tem distribuição pantropical, tendo como um de seus centros de riqueza a Floresta Amazônica (Price 1996). Gnetum nodiflorum,a única espécie de gimnospermas associada às cangas até o momento, possui ampla distribuição na Amazônia (Price 1996) e em Carajás foi encontrada nos capões de mata. Algumas das famílias não registradas para as cangas do QF possuem centro de riqueza e/ou diversidade no domínio Amazônico, assim como as Gnetaceae: e.g., Chrysobalanaceae, Burseraceae, Costaceae, Combretaceae, Marantaceae (Daly et al. 2012; Stace 2010; Costa et al. 2011).

Também foram observados alguns gêneros bem representados na FCC e que não foram observados ou que tem baixa representatividade nas cangas do QF (Viana & Lombardi 2007; Carmo & Jacobi 2012; Messias & Carmo 2015): Philodendron e Anthurium (Araceae), Justicia e Ruellia (Acanthaceae), Rhynchospora (Cyperaceae), Peperomia e Piper (Piperaceae), dos quais apenas Rhynchospora ocorre exclusivamente sobre vegetação rupestre aberta, os demais tem a maioria das espécies associadas as formações florestais das cangas de Carajás.

Em oposição, algumas famílias de angiospermas com representantes nas cangas do QF não foram registradas na FCC, são elas: Amaryllidaceae, Apiaceae, Aquifoliaceae, Araliaceae, Brassicaceae, Campanulaceae, Clethraceae, Cunoniaceae, Ericaceae, Haloragaceae, Hypoxidaceae, Juncaceae, Pentaphyllaceae, Peraceae, Rhamnaceae, Rosaceae, Scrophulariaceae, Symplocaceae, Theaceae, Violaceae e Winteraceae (Viana & Lombardi 2007; Carmo & Jacobi 2012; Messias & Carmo 2015). Boa parte dessas famílias são associadas a climas mais temperados, como por exemplo Aquifoliaceae, Campanulaceae, Clethraceae, Cunoniaceae, Ericaceae, Rosaceae, Symplocaceae, Theaceae, Violaceae e Winteraceae (Safford 1999), o que pode explicar a ausência das mesmas em Carajás, onde a temperatura média mensal varia entre 25,1ºC e 26,3ºC sendo a mínima absoluta situada entre 15,6ºC e 18,3ºC e registrada entre os meses de julho e outubro, e a máxima entre 34,3ºC e 38,1ºC, que pode ocorrer nos demais meses (Viana et al. 2016).

Outra grande diferença entre as floras do QF e FCC é a elevada representatividade florística relativa de algumas famílias no QF não observada na FCC: e.g., Eriocaulaceae (QF 5% × 1,2% FCC), Xyridaceae (1,4% × 0,5%), Velloziaceae (1% × 0,1%), bem como de alguns gêneros ausentes ou com pequena representatividade na FCC: e.g., Baccharis (QF 18 spp. × 0 FCC), Lippia (10 × 1), Microlicia (9 × 0), Ditassa (9 × 0), Stachytarpheta (8 × 1) (Carmo & Jacobi 2012). Neste caso, fica nítida a forte influência do cerrado e dos campos rupestres quartzíticos da Cadeia do Espinhaço na composição florística das cangas do QF. As Eriocaulaceae, Xyridaceae e Velloziaceae figuram entre as famílias mais ricas dos campos rupestres quartzíticos da Cadeia do Espinhaço, e os gêneros supracitados tem importante papel na composição de várias floras da região (Giulietti et al. 1987; Giulietti & Pirani 1988) e podem ter maior influência sobre as cangas do QF.

Em estudo recente, Zappi et al. (2017) aponta forte influência do domínio Mata Atlântica na composição da flora das cangas do QF. Com os dados gerados pela FCC, foi possivel observar visível influência do domínio Amazônia na composição florística das cangas de Carajás. Porém, para uma discussão mais aprofundada neste contexto, incluindo análises quantitativas, é necessária uma maior amostragem das áreas de canga do País, que podem ocorrer em diferentes contextos biogeográficos. Outras áreas importantes, como as cangas na bacia do Rio Santo Antônio (transição entre Cerrado e Mata Atlântica) e a região do Vale do Peixe Bravo (Caatinga), ambas no estado de Minas Gerais, carecem de listagens florísticas documentadas, assim como as cangas de Caetité, inseridas no domínio da Caatinga, na Bahia (Carmo & Kamino 2015). Apenas as cangas de Carajás (Amazônia) e do Quadrilátero Ferrífero (transição entre Cerrado e Mata Atlântica) encontram-se relativamente bem amostradas. Para as demais áreas de cangas do País, faz se necessária uma do esforço de coleta.

Conclusões

O intenso esforço de coleta empenhado nas áreas de cangas da FLONA de Carajás e no PNCF e o envolvimento de 131 taxonomistas no estudo desses espécimes construíram o mais detalhado estudo florístico existente para uma área na Amazônia brasileira. Os resultados obtidos com o desfecho da FCC revelaram uma riqueza de espécies de plantas significativamente superior àquela referida em trabalhos anteriores e também às estimativas do início do projeto. Supondo que este é um padrão para as diversas e distintas formações vegetais da Amazônia, são necessários esforços de coletas intensos e abrangentes ao longo deste domínio fitogeográfico, especialmente nas Unidades de Conservação, além do envolvimento de taxonomistas, para uma avaliação mais precisa da riqueza da flora amazônica.

A composição florística das cangas de Carajás se mostrou distinta em relação às cangas do Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais, e Corumbá, no Mato Grosso do Sul. Apesar da semelhança do tipo de substrato, o contexto fitogeográfico mostrou ter papel determinante na identidade florística das cangas.

A riqueza e singularidade da flora da região, que inclui diversas espécies endêmicas, enquadram a região de Carajás como uma área importante para conservação da flora Amazônica. Isto, associado à ameaça a que estão submetidos estes ambientes por atividades de mineração, bem como a ação do fogo antrópico e a competição com espécies exóticas, apontam para a necessidade de um planejamento rigoroso para a conservação das espécies da flora das cangas de Carajás. Espera-se que o conhecimento detalhado sobre a taxonomia e distribuição das espécies nas cangas seja útil para este fim, estreitando a comunicação entre o setor produtivo e órgãos de licenciamento ambiental.

Agradecimentos

Agradecemos ao Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e ao Instituto Tecnológico Vale (ITV), a estrutura e apoio fundamentais ao desenvolvimento do projeto. Ao projeto objeto do convênio MPEG/ITVDS/FADESP (01205.000250/2014-10) e ao projeto aprovado pelo CNPq (processo 455505/2014-4), o financiamento. Ao Programa de Capacitação Institucional (MPEG/MCTI) e a CAPES, as bolsas PCI e pós-doc concedidas à primeira autora. Ao CNPq, as bolsas DTI, PCI e de Produtividade concedidas aos bolsistas e pesquisadores do MPEG. Ao MCTI/CNPq/VALE-ITV, o projeto de Formação de Recursos Humanos no Setor de Mineração, incluindo as bolsas DTI, PDI, MBEV, concedidas aos bolsistas e pesquisadores de outras instituições. Aos bolsistas PCI do MPEG, Climbiê Hall, Júlia Meirelles, Ana Kelly Koch, Clebiana de Sá Nunes, Aluísio Fernandes Júnior, e aos bolsistas DTI do ITV Mayara Pastore, Matheus Nogueira, Liziane Vilela Vasconcelos, Marcos Enoque, Aline Joseph Ramalho e Ana Paula Cruz, sem toda essa equipe de bolsistas seria impossível um número de coletas tão expressivo e a conclusão da flora. Aos bolsistas PCI de curta duração do MPEG; aos Drs. Raymond Harley, Roberto Salas, Julio Lombardi, Fernanda Antunes Carvalho, José Floriano Pastore, Regina Célia Oliveira, André Amorin e Renato Goldenberg. Ao Programa de Pós-graduação em Ciências Biológicas - Botânica Tropical - UFRA/MPEG e alunos que desenvolveram seus projetos alinhados a esta flora. Às Dras. Marlúcia Bonifácio Martins (MPEG), Ana Vilacy Galúcio (MPEG), Anna Luiza Ilkiu-Borges, Vera Lúcia Imperatriz Fonseca (ITVDS), o empenho em formalizar e acompanhar o Acordo de Cooperação Técnica entre o MPEG e ITVDS. Ao Dr. José Siqueira por viabilizar as condições necessárias para o desenvolvimento da cooperação técnica entre MPEG e ITV. Aos curadores dos herbários das instituições envolvidas, especialmente dos herbários BHCB, IAN, INPA RB, Alexandre Salino, Helena Joseane Raiol, Mike Hopkins, Rafaela Forzza, o apoio durante todo projeto. A equipe técnica do herbário MG, Ione Bemerguy, Antônio Elielson Rocha, Maria de Fátima Almeida, Júlio Melo, Mário Rosa, especialmente ao Raimundo Procópio Bahia (Doca, in memoriam), a eficiência no processamento das amostras coletadas e na distribuição dos empréstimos para os pesquisadores colaboradores. Ao ICMBio, especialmente ao Frederico Drumond Martins, a licença de coleta concedida e suporte nos trabalhos de campo. A Alexandre Castilho e a Leonardo, o apoio logístico na área de estudos para os bolsitas e pesquisadores do ITV. Aos 131 taxonomistas do Brasil e do exterior que se comprometeram com a confecção das monografias, especialmente ao Dr. André dos Santos Bragança Gil, Dr. Ricardo Secco, Dr. João Ubiratan Moreira Santos do Museu Paraense Emílio Goeldi que atuaram em várias orientações, culminando em importantes monografias da FCC. A primeira autora e o ultimo autor agradecem ao Leonardo Vianna da Costa e Silva, por nos apresentar a Serra dos Carajás, e a Deco Mota Viana, a alegria. À Rodriguésia e ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro, a parceria exitosa que levou com sucesso a publicação da FCC. Em especial, agradecemos ao Dr. Vidal Mansano, que em nome do Comitê Editorial da revista aceitou a nossa solicitação de publicação e que acompanhou a mesma em todos os momentos. Agradecemos também aos editores da revista, a participação na editoração dos trabalhos e a confiança nos editores específicos da flora. Também a qualidade da publicação apresentada não seria a mesma se não contássemos com o comprometimento da Simone Bittencourt.

Editor de área: Dr. Vidal Mansano

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Recebido: 21 de Março de 2018; Aceito: 18 de Maio de 2018

4 Autor para correspondência: pedroviana@museu-goeldi.br

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