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Floresta e Ambiente

On-line version ISSN 2179-8087

Floresta Ambient. vol.20 no.2 Seropédica Apr./June 2013

http://dx.doi.org/10.4322/floram.2013.015 

ARTIGO ORIGINAL

 

Atividade inseticida de Eugenia uniflora L. e Melia azedarach L. sobre Atta laevigata Smith

 

Insecticidal activity of Eugenia uniflora L. and Melia azedarach L. on Atta laevigata Smith

 

 

Paulo Henrique JungI; Ana Cláudia da SilveiraI; Erick Martins NieriI; Michele PotrichII; Everton Ricardi Lozano da SilvaII; Margarida RefattiIII

ICoordenação de Engenharia Florestal, Laboratório de Controle Biológico, Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR, Dois Vizinhos/PR, Brasil
IICoordenação de Ciências Biológicas, Laboratório de Controle Biológico, Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR, Dois Vizinhos/PR, Brasil
IIILaboratório de Controle Biológico, Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR, Dois Vizinhos/PR, Brasil

Autor(es) para correspondência

 

 


RESUMO

As formigas cortadeiras estão entre os principais insetos pragas das florestas plantadas brasileiras, causando danos econômicos desde a implantação até a sua colheita. Em razão das questões ambientais e da exigência da certificação florestal, métodos alternativos estão sendo desenvolvidos para o controle do gênero Atta. Neste sentido, o objetivo deste trabalho foi avaliar a atividade inseticida de pitangueira (Eugenia uniflora L.) e cinamomo (Melia azedarach L.) sobre soldados de Atta laevigatta Smith. Para tal, a partir de folhas, foram obtidos extratos pelos processos de decocção, infusão, maceração, extrato alcoólico e extração de óleo essencial, em diferentes concentrações. O óleo essencial de E. uniflora, nas concentrações de 1,25, 2,5 e 5%, apresentou potencial inseticida sobre soldados de A. laevigata, quando comparado às demais formas de obtenção. O extrato alcoólico de M. azedarach, a 10%, também apresentou potencial inseticida, podendo estes extratos serem testados em práticas de campo.

Palavras-chave: saúva cabeça-de-vidro, pitangueira, cinamomo.


ABSTRACT

Leaf-cutting ants are among the major pest insects of planted forests in Brazil, causing economic damage since their implantation until their harvest. Because of environmental issues and forest certification requirements alternative methods are being developed to control the genus Atta. In this sense, the objective of this study was to evaluate the bioactivity of Surinam cherry (Eugenia uniflora L.) and chinaberry (Melia azedarach L.) against soldiers of Atta laevigatta Smith. To this end, extracts from leaves were obtained at different concentrations by the following processes: decoction, infusion, maceration, alcohol and essential oil extraction. E. uniflora essential oil at 1.25, 2.5 and 5% concentrations presented significant insecticide activity on A. laevigata compared to other forms of extraction. M. azedarach alcohol extract at 10% also showed insecticidal potential. These extracts can be tested in field practice.

Keywords: leaf-cutting ant, surinam cherry, chinaberry.


 

 

1. INTRODUÇÃO

As formigas do gênero Atta, conhecidas popularmente como saúvas, possuem na parte superior do tórax de dois a três pares de espinhos e chegam a atingir 15 mm de comprimento (Costa et al., 2008). Cortam totalmente limbos foliares e os transportam a seus ninhos para o cultivo de fungos simbiontes, dos quais se alimentam (Gallo et al., 2002). Em razão da existência de várias colônias em uma área, da grande quantidade de indivíduos por sauveiro, da sua voracidade e do difícil manejo, tornou-se a principal praga das florestas plantadas brasileiras, afetando a produção final e acarretando gastos intensos de controle (Costa et al., 2008). No Estado do Paraná, a saúva cabeça-de-vidro, Atta laevigata Smith (Hymenoptera: Formicidae), destaca-se como uma das principais espécies de formigas cortadeiras e como uma das principais espécies causadoras de danos econômicos nos sistemas agrícolas e florestais.

Apesar dos avanços em pesquisas sobre o controle da formiga cortadeira, o método mais utilizado é o químico (Costa et al., 2008), com destaque para o uso de iscas granuladas e a termonebulização (Barbosa, 2005). O uso de iscas granuladas é o método mais prático e econômico (Costa et al., 2008), utilizado com polpa cítrica desidratada, que é a substância atrativa, juntamente com um princípio tóxico, em forma de pellets (Boaretto & Forti, 1997). No entanto, alguns trabalhos ressaltam que as iscas granuladas, a campo, diferem quanto à eficiência de controle para cada espécie. Como exemplo, a isca à base de sulfluramida (0,3%) a granel apresenta eficiência de 69% de mortalidade a Acromyrmex subterraneus molestans Santschi (Hymenoptera: Formicidae), enquanto para formigas do gênero Atta, eficiência de apenas 13% (Zanetti et al., 2003).

Deste modo, vários trabalhos estão sendo feitos com o objetivo de melhorar o manejo deste inseto com a utilização de métodos alternativos de controle, visando a redução no emprego de produtos sintéticos e a melhoria da eficiência de controle. Extratos e óleos de várias espécies vegetais já foram avaliados como controle alternativo de Atta sexdens rubropilosa Forel (Hymenoptera: Formicidae), sendo que algumas espécies apresentaram resultados satisfatórios e promissores, tais como Ricinus communis L. (Hebling et al., 1996), Carapa guianensis Aubl., Elaeis guineensis Jacq., Sesamum indicum L., Anacardium occidentale L., Azadirachta indica Juss. (Oliveira, 2006) e Rauia sp. (Freitas, 2010).

Dos óleos vegetais que apresentaram resultados promissores para o controle da formiga cortadeira, Isman (2000) destaca que as espécies correspondentes à família Myrtaceae são as que possuem a melhor ação inseticida, o que torna a pitangueira (Eugenia uniflora L.) uma planta potencial no controle alternativo de A. laevigata. Também são descritos princípios ativos nas folhas do cinamomo (Melia azedarach L.), como saponinas e alcaloides neurotóxicos (Sinitox, 2009), o que revela o possível potencial da espécie no controle da formiga cortadeira.

Nesse sentido, este trabalho teve como objetivo avaliar a atividade inseticida das plantas potencialmente tóxicas, E.uniflora e M. azedarach, no controle de soldados de A. laevigata, em condições de laboratório.

 

2. MATERIAL E MÉTODOS

2.1. Obtenção das plantas e preparo dos extratos

Os extratos foram obtidos, segundo metodologia designada por Mazaro et al. (2008), das folhas de M. azedarach (cinamomo) e de E. uniflora (pitangueira) sem nenhum tratamento fitossanitário prévio. O material foi coletado na Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Câmpus Dois Vizinhos (UTFPR-DV), durante o período da manhã, sendo que as espécies utilizadas foram identificadas e uma exsicata de cada planta se encontra armazenada em herbário da própria instituição.

Os extratos foram preparados no Laboratório de Fitossanidade da UTFPR-DV, tendo sido obtidos por extração a álcool, maceração, decocção, infusão e óleo essencial, na concentração de 50% e, posteriormente, diluídos em soluções de 1,25%, 2,5%, 5% e 10%.

Para a obtenção do extrato alcoólico, 250 g de folhas foram trituradas em processador, juntamente com 500 mL de álcool (92,8%). Esta solução foi armazenada por 24 horas em local com ausência de luz e em temperatura ambiente para posterior separação dos resíduos vegetais, sendo filtrada em papel filtro. Coada a solução, esta foi levada ao evaporador rotativo para a retirada do álcool nela existente. Posteriormente, adicionou-se água destilada na solução até que atingisse o volume inicial.

Para obtenção do macerado, foram trituradas 250 g de folhas com 500 mL de água destilada em processador. Esta solução foi depositada durante 24 horas e filtrada como descrito para o extrato alcoólico. Já para o extrato de infusão, trituraram-se 250 g do material vegetal, adicionando sobre este 500 mL de água quente (perto do ponto de ebulição, aproximadamente 90 ºC). O tempo de extração e a filtração foram os mesmos descritos para o extrato alcoólico.

Para a preparação do extrato de decocção, trituraram-se 250 g de folhas com 500 mL de água destilada, sendo posteriormente aquecida a solução até próximo da temperatura de 100 ºC, durante cinco minutos. Em seguida, a solução foi depositada em recipiente em local com ausência de luz, sendo o tempo de extração e os procedimentos de filtração os mesmos descritos para o extrato alcoólico.

A extração do óleo essencial ocorreu pelo método de hidrodestilação, utilizando-se Clevenger. As folhas das plantas foram cortadas e depositadas no balão de destilação, juntamente com 500 mL de água destilada e, depois de concluído o processo, o óleo essencial foi separado da água e posteriormente armazenado em frasco âmbar. Para M. azedarach, a quantidade de óleo essencial extraído foi baixa, não sendo possível utilizá-lo nos bioensaios.

Após o preparo dos extratos na concentração 50%, os mesmos foram armazenados em vidros âmbar e acondicionados em geladeira, à temperatura de 4 ºC, até a utilização nos bioensaios. A partir da solução inicial, as concentrações utilizadas nos experimentos foram obtidas por diluição.

2.2. Coleta de formigas cortadeiras

Os soldados de A. laevigata foram coletados dos olheiros de um formigueiro adulto, de aproximadamente 36 m2, com o auxílio de uma pinça entomológica. O formigueiro está localizado em um talhão demonstrativo com várias espécies do gênero Eucalyptus, contendo 0,5152 ha, localizado na UTFPR-DV, sob as coordenadas 25º 42' 13" S e 53º 05' 52" W.

2.3. Bioatividade dos extratos sobre A. laevigata

Para a realização do bioensaio, foram alocadas oito formigas, juntamente com a dieta sólida, em frascos plásticos, de 8 cm de diâmetro, contendo uma tampa perfurada para passagem de ar. Para preparo da dieta sólida, foram utilizados: dextrose (1,5 g), ágar (0,5 g) e água destilada (100 mL). Os componentes foram misturados e autoclavados, e a dieta formada foi vertida em placas de Petri. Depois de solidificada, a dieta foi cortada em cubos de 2,0 × 2,0 cm. Durante os dias de avaliação, a dieta foi reposta quando necessário.

Para cada grupo de formigas pulverizou-se 1 mL de extrato, com o auxílio de pipetador, sendo que a testemunha constou da pulverização de água destilada. Para cada concentração/extrato, foram preparadas quatro repetições com oito formigas cada, mantidas em câmara climatizada tipo B.O.D. a 26 ± 2 ºC, U.R. de 60 ± 10% e foto fase de 16 horas.

A avaliação foi realizada diariamente por um período de cinco dias, quantificando-se o número de formigas mortas. Os dados foram transformados em arcsen e submetidos à análise de variância (teste F), sendo as médias comparadas entre si pelo teste de Tukey (p < 0,05), com auxílio do programa estatístico Sisvar® (Ferreira, 2007).

 

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Para E. uniflora, em relação às diferentes concentrações avaliadas, todos os extratos na concentração 10% causaram mortalidade significativa em soldados de A. laevigata, quando comparados com suas respectivas testemunhas (Tabela 1). Nas demais concentrações (1,25%, 2,5% e 5%), apenas o óleo essencial causou mortalidade significativa (84,4%, 94,1% e 100%, respectivamente).

Comparando-se o potencial inseticida de E. uniflora, nos diferentes métodos de extração, verificou-se que, nas concentrações de 1,25%, 2,5% e 5%, o óleo essencial apresentou maior potencial inseticida, em relação às demais formas de obtenção. Este fato provavelmente está relacionado ao elevado número de substâncias associadas ao óleo essencial de E. uniflora, das quais foram descritos por Brun & Mossi (2010) 15 compostos, sendo estes: Ocimeno; β-Elemeno; β-cariofileno; Elemeno; Transcariofileno; Biciclogermacreno; Curzereno; Cadineno; Germacreno B; Espatulenol; Selina-1,3,7(11)-trien-8-ona; Atractilona; Furanodiona; Germacrona, e Oxidoselina-1,3,7(11)-trien-8-ona.

Na concentração de 10%, os extratos testados não diferiram entre si quanto ao potencial inseticida sobre A. laevigata (Tabela 1). Porém, notou-se que o óleo essencial ocasionou mortalidade em menor tempo quando comparado aos demais extratos, sendo que, no tratamento com óleo essencial a 10%, a mortalidade ocorreu, basicamente, nas primeiras 24 horas.

Torres et al. (2001), em estudo com extratos aquosos de folhas de E. uniflora 10% sobre larvas da traça das crucíferas (Plutella xylostella L.) (Lepidoptera: Plutellidae), obtiveram 60% de mortalidade. Também, Machado et al. (2007) avaliaram o extrato aquoso de E. uniflora sobre a vaquinha, Diabrotica speciosa Germar (Coleoptera: Chrysomelidae), e verificaram mortalidade significativa.

O óleo essencial de E. uniflora já foi avaliado em laboratório para controle de vários insetos, comprovando repelência de 88,5% e mortalidade de 100% em gorgulho do milho, Sitophilus zeamais (Coleoptera: Curculionidae) (Coitinho, 2009), sendo considerado promissor para o manejo integrado dessa praga, principalmente para sistemas alternativos de produção.

A presença de flavonoides e taninos foi identificada em extratos hidroalcoólicos de E. uniflora (Auricchio et al., 2007). Teores de fenóis, taninos e flavonoides totais foram encontrados em amostras do pó das folhas de E. uniflora com concentrações de 9,22%, 5,08% e 0,53% (Fiuza et al., 2008). Os taninos são considerados redutores digestivos e de crescimento, ocasionando redução na taxa de sobrevivência de insetos, uma vez que inativam enzimas digestivas, comprometendo a digestão (Cavalcante et al., 2006).

Comparando-se os extratos de M. azedarach obtidos por diferentes métodos, verificou-se que o extrato alcoólico a 10% provocou mortalidade de 78,8%, diferindo significativamente dos demais extratos, nas concentrações de 1,25%, 2,5% e 5%, sendo que estes últimos não diferiram entre si quanto ao potencial inseticida sobre A. laevigata (Tabela 2).

Dequech et al. (2008) verificaram que o uso da M. azedarach no controle das larvas de Microtheca ochroloma Stal (Coleoptera: Chrysomelidae) também apresentou atividade inseticida, sendo que, no quinto dia, os ramos e as folhas de cinamomo causaram mortalidade de 98% e 100%, respectivamente.

A família Meliaceae é uma das mais importantes no grupo de plantas inseticidas, em virtude do número de espécies com atividade inseticida e da eficiência dos seus extratos, especialmente sobre insetos mastigadores, como os representantes das ordens Lepidoptera e Coleoptera (Roel et al., 2000), para os quais já foram constatados efeitos, como inibição e/ou redução do consumo alimentar, atraso no desenvolvimento, deformações, esterilidade e mortalidade de insetos (Costa et al., 2004).

Uma das espécies de maior destaque é o cinamomo (M. azedarach), que apresenta compostos limonoides também presentes no nim (Azadirachta indica Juss.), espécie de origem asiática de uso difundido mundialmente com vistas ao controle de insetos (Matias et al., 2002). O nim possui em suas folhas e frutos a azadiractina, o terpenoide mais eficiente no controle de pragas, agindo como repelente, fagodeterrente, regulador de crescimento e inseticida. Até 1995, aproximadamente 400 espécies de insetos foram descritas como suscetíveis à ação do nim (Soglia et al., 2006).

Os extratos vegetais constituem-se em fonte de substâncias bioativas compatíveis com programas de manejo integrado de pragas (MIP), o que pode reduzir os efeitos negativos ocasionados pela aplicação descontrolada de inseticidas organossintéticos (Medeiros et al., 2005). Além disso, são de fácil utilização e obtenção, de baixo custo, podendo vir a substituir substâncias sintéticas e ser utilizados em pequenas propriedades rurais (Schlüter, 2006).

Embora os extratos de E. uniflora e M. azedarach tenham apresentado potencial para o controle de A. laevigata em condições de laboratório, estudos em campo serão importantes para avaliar o efeito inseticida e/ou repelente nas condições naturais em que se encontra o formigueiro.

 

4. CONCLUSÃO

O óleo essencial de E. uniflora em todas as concentrações e o extrato alcoólico de M. azedarach (10%) apresentaram maior potencial inseticida em relação às demais formas de obtenção dos extratos.

 

REFERÊNCIAS

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Autor(es) para correspondência
Michele Potrich
Coordenação de Ciências Biológicas, Laboratório de Controle Biológico
Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR
Estrada para Boa Esperança, Km 04, Comunidade São Cristóvão
CEP 85660-000, Dois Vizinhos, PR, Brasil
e-mail: michelepotrich@utfpr.edu.br

Recebido: 07/08/2012
Aceito: 30/04/2013
Publicado: 30/06/2013

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